Extrato etanólico de folhas

Top PDF Extrato etanólico de folhas:

Francyelle Borges Rosa de Moura Efeito do uso tópico do extrato etanólico de folhas de Maytenus ilicifolia no reparo de feridas cutâneas

Francyelle Borges Rosa de Moura Efeito do uso tópico do extrato etanólico de folhas de Maytenus ilicifolia no reparo de feridas cutâneas

ca, analgésica, anti-séptica, cicatrizante e anti-inflamatória. No entanto, as comprovações científicas são direcionadas ao efeito antiulcerogênico. Desta forma, este estudo avaliou o efeito do uso tópico do extrato etanólico de folhas de ES no reparo de feridas cutâneas, com 3 e 7 dias de tratamento. O experimento foi aprovado pelo Comitê de Ética (062/2016) e quatro feridas foram realizadas no dorso de 64 camundongos BALB/C. Os tratamentos foram: (vase- lina/lanolina) para o grupo controle (CO) e pomada com ES nas concentrações de 2% (ES 2%), 4% (ES4%) e 6% (ES6%). Avaliações morfológicas e bioquímicas foram realizadas para verificar a evolução do fechamento e a resolução do processo inflamatório. Os resultados foram apresentados como média e erro padrão, ANOVA, two-way e pós-teste Bonferroni, com p <0.05. Todas as concentrações melhoraram o fechamento da ferida, exceto ES 2% no quinto dia. Considerando diferença estatística entre os tratamentos e o grupo CO, Com 3 dias de tratamento foi observado aumento do número de mastócitos em ES 4% e ES 6% e redução na atividade de neutrófilos. A atividade de macrófagos foi reduzida em ES 2% e ES 4%. A hemoglobina, o colágeno total e colágeno solúvel foram aumentados em ES 4%. A pro- MMP2 e a MMP2 foram observadas apenas em feridas de 3 dias. A pro-MMP9 e MMP9 fo­ ram aumentadas em ES 4% e ES 6% com 3 dias de tratamento. No sétimo dia, foi observado aumento do número de mastócitos em 6% ES, aumento sobre a atividade de neutrófilos em todos os tratamentos e atividade de macrófago aumentada em ES 4%. Neste período foi ob­ servado também redução na dosagem de hemoglobina em ES 4% e ES 6%. Com 7 dias,o colágeno solúvel foi maior no grupo ES 4%. Não houve diferença sobre o colágeno do tipo I e III em 3 e 7 dias. Em conclusão, a pomada contendo 4% de M. ilicifolia pode ser considerada mais eficaz, sendo capaz de otimizar o reparo em feridas cutâneas. Esta concentração apresen­ tou um efeito anti-inflamatório (redução da atividade de neutrófilos e macrófagos), além de aumentaram a deposição de colágeno e pro-MMP9 e MMP9. O aumento de colágeno reforça a resistência da matriz, além de promover a migração e proliferação de células essenciais para a resolução da ferida, processo que conta também com a participação das MMPs.
Mostrar mais

80 Ler mais

Estudos farmacognósticos, fitoquímicos, atividade antiplasmódica e toxicidade em Artemia salina de extrato etanólico de folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schott, Araceae.

Estudos farmacognósticos, fitoquímicos, atividade antiplasmódica e toxicidade em Artemia salina de extrato etanólico de folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schott, Araceae.

Além disso, também é necessário conhecer a composição química do extrato que utiliza testes químicos qualitativos rápidos e de baixo custo (Mattos, 2000) e sugere as possíveis classes de metabólitos secundários de interesse farmacológico que estão presentes nos extratos, para que se possa delinear o melhor método para sua extração e os bioensaios que devem ser submetidos. A presença de alcaloides e triterpenos no extrato etanólico das folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schott Araceae, indicada pela abordagem itoquímica, sugeriu para o referido extrato uma potencial atividade antiplasmódica (Basco et al., 1994). Então foi realizado o ensaio para atividade antiplasmódica utilizando um clone resistente a cloroquina e observou-se moderada atividade (Tabela 3).
Mostrar mais

5 Ler mais

Caracterização por espectrometria de massas e investigação das atividades anti-inflamatória e gastroprotetora do extrato etanólico e diterpenos clerodânicos de folhas de Casearia sylvestris Swartz

Caracterização por espectrometria de massas e investigação das atividades anti-inflamatória e gastroprotetora do extrato etanólico e diterpenos clerodânicos de folhas de Casearia sylvestris Swartz

isolada do veneno de Bothrops jararacussu chamada de bothropstoxina II (BthTX-II). Quanto à atividade gastroprotetora de folhas de C. sylvestris, o extrato hidroalcoólico (BASILE et al., 1990) e o óleo essencial (ESTEVES et al., 2005) preveniram o aparecimento de lesões gástricas induzidas por estresse em ratos. Sertié, Carvalho e Panizza (2000) comprovaram que o mesmo tipo de extrato, além de prevenir úlcera por estresse, também foi capaz de reduzir lesões gástricas em modelo de úlcera crônica induzida por ácido acético em ratos. Além disso, o extrato etanólico apresentou efeito antiulcerogênico em modelo de úlcera aguda induzida por álcool em ratos (SANTOS, 2008) e por privação de alimentos sólidos em equinos (FIALHO et al., 2010). Através de fracionamento biomonitorado, Santos (2008) demonstrou que as casearinas são os princípios ativos antiulcerogênicos presentes no extrato etanólico de folhas de C. sylvestris.
Mostrar mais

49 Ler mais

Avaliação toxicológica e atividades antimicrobiana e antiinflamatória de extrato etanólico de folhas de Morus Alba L. (Moraceae)

Avaliação toxicológica e atividades antimicrobiana e antiinflamatória de extrato etanólico de folhas de Morus Alba L. (Moraceae)

toxicidade para extrato etanólico das folhas dessa planta e determinar seu potencial como agente antimicrobiano e anti-inflamatório. O extrato foi analisado quanto à composição química por cromatografia em camada delgada. As análises toxicológicas realizadas foram: ensaio de letalidade para o microcrustáceo Artemia salina (concentrações: 100–1000 µg/mL); ensaio de toxicidade aguda por via oral para camundongos (doses: 300 e 2000 mg/kg); determinação da genotoxicidade in vivo para camundongos através do teste do micronúcleo (doses: 75, 150 e 300 mg/kg v.o.); e ensaios de citotoxicidade para as células tumorais humanas NCI-H292, HEp-2, HT-29, MCF-7 e HL-60 (concentração: 50 µg/mL). Na avaliação do potencial anti-inflamatório, foi utilizado o modelo de inflamação aguda induzida por carragenina em bolsão de ar (doses: 75, 150 e 300 mg/kg v.o.). A ação anti-inflamatória foi avaliada através da quantificação do número de leucócitos nos exsudatos coletados dos bolsões. Atividade antimicrobiana foi avaliada contra bactérias e fungos de importância médica. A análise fitoquímica revelou a presença de cumarinas, flavonoides, taninos e triterpenos no extrato, o qual não promoveu mortalidade dos náuplios de A. salina. No teste de toxicidade aguda, não houve mortalidade nem alterações comportamentais nos camundongos tratados com o extrato durante 14 dias. Contudo, a análise de parâmetros hematológicos e bioquímicos revelou que os animais que receberam a dose mais alta apresentaram valores significativamente (p < 0,05) menores de volume corpuscular médio eritrocitário (VCM) e concentração média de hemoglobina corpuscular (CMHC), bem como atividade aumentada de fosfatase alcalina no plasma. Nos tratamentos com o extrato a 300 e 2000 mg/kg, houve redução no número de leucócitos, com diminuição
Mostrar mais

92 Ler mais

Estudo da atividade antimicrobiana e cicatrizante de feridas em ratos utilizando o extrato etanólico de folhas de Tabebuia aurea (Ipê Amarelo)

Estudo da atividade antimicrobiana e cicatrizante de feridas em ratos utilizando o extrato etanólico de folhas de Tabebuia aurea (Ipê Amarelo)

A pesquisa objetivou avaliar o potencial antimicrobiano e cicatrizante de feridas do extrato etanólico de folhas de Tabebuia aurea. O estímulo governamental às pesquisas científicas que busquem novas opções de tratamento à base de plantas medicinais, a necessidade de comprovação de eficácia e segurança terapêutica para a utilização do material vegetal pela população e que plantas do gênero Tabebuia, que possuem atividades biológicas cientificamente comprovadas e ademais, estão presentes em grande número em solo brasileiro justificam este estudo. Para a concretização dos objetivos propostos, foi realizado o preparo do extrato etanólico de folhas de Tabebuia aurea (EETA), em seguida, realizou-se seu fracionamento obtendo as frações hexânica, clorofórmica, acetato de etila e metanólica. Foram realizados testes de prospecção fitoquímica, avaliação da viabilidade celular in vitro pelo método de Metiltetrazólio, determinação da concentração inibitória mínima (CIM) para bactérias e fungos e avaliação da atividade cicatrizante de feridas cutâneas em ratos a partir da aplicação tópica do EETA a 5%. A prospecção fitoquímica foi positiva para alguns metabólitos secundários da classe dos compostos fenólicos e esteroides. O teste de citotoxidade em células da linhagem J774.A1 demonstrou citotoxidade nas concentrações de 500, 100 e 10 µg/mL e viabilidade celular na concentração de 1 µg/mL. Na avaliação da CIM, o EETA não inibiu o crescimento dos microrganismos testados, muito embora as frações hexânica e clorofórmica do EETA demonstraram atividade na concentração de 1000 µg/mL para a bactéria Escherichia coli. Nenhuma das frações inibiu o fungo Candida albicans. No estudo da atividade cicatrizante de feridas na avaliação macroscópica das feridas, o grupo EETA apresentou menor rubor perilesional e inflamação no processo inicial da cicatrização
Mostrar mais

102 Ler mais

Avaliação das atividades antioxidante, anti e pró-hemolítica do extrato etanólico das folhas de Pterogyne nitens Tul. (Fabaceae-Caesalpinioideae)

Avaliação das atividades antioxidante, anti e pró-hemolítica do extrato etanólico das folhas de Pterogyne nitens Tul. (Fabaceae-Caesalpinioideae)

Desta forma, apesar de valores menores que o padrão, o extrato de P. nitens mostrou-se com promissora ação contra espécies reativas e, portanto, boa fonte de moléculas com potencial ação farmacológica. A descrição destas atividades de metabólitos presentes nas folhas de P. nitens, por meio do estudo do extrato etanólico, é, ainda, de grande valia, pois, mesmo não sendo considerada madeira nobree vem sendo empregada

7 Ler mais

Atividades analgésica e/ou antiinflamatória da fração aquosa do extrato etanólico das folhas da Spiranthera odoratissima A. St. Hillaire (manacá).

Atividades analgésica e/ou antiinflamatória da fração aquosa do extrato etanólico das folhas da Spiranthera odoratissima A. St. Hillaire (manacá).

Material botânico: As folhas foram coletadas em região de cerrado modificado no estado de Goiás (exsicata nº 24.330 depositada no Herbário da UFG), dessecadas em estufa com circulação de ar a 40 ºC e pulverizadas, sendo submetidas a um processo de maceração a frio com etanol 96 ºGL por três dias, com agitação ocasional, obtendo-se o extrato etanólico. Após filtração, o resíduo vegetal foi extraído por mais duas vezes, e os filtrados foram concentrados em evaporador rotativo a 40 ºC. O extrato concentrado, dissolvido em uma solução de metanol e água (7:3), foi filtrado sobre celite e extraído, sucessivamente, com hexano e clorofórmio 4 , sendo obtidas três frações: hexânica,
Mostrar mais

2 Ler mais

Análise fitoquímica e potencial alelopático do extrato etanólico das folhas de Protium calendulinum (Burseraceae) na germinação de Lactuca sativa

Análise fitoquímica e potencial alelopático do extrato etanólico das folhas de Protium calendulinum (Burseraceae) na germinação de Lactuca sativa

Os resultados obtidos evidenciam a presença de diferentes classes de metabólitos secundários no extrato etanólico das folhas de Protium calendulinum. E, possivelmente, devido à presença desses compostos, o extrato possui um elevado potencial alelopático, afetando a germinação e crescimento inicial de Lactuca sativa, mesmo em baixas concentrações. Estas informações poderão ser úteis para descoberta de novos compostos, que servirão de base para futuras pesquisas farmacológicas e para o desenvolvimento de compostos bioativos.

16 Ler mais

Open Fracionamento químico biomonitorado da fração aquosa do extrato etanólico das folhas de Cissampelos sympodialis eichl (milona)

Open Fracionamento químico biomonitorado da fração aquosa do extrato etanólico das folhas de Cissampelos sympodialis eichl (milona)

A utilização dos produtos naturais para o tratamento das enfermidades é uma prática antiga e comum mundialmente. A espécie Cissampelos sympodialis (Menispermaceae) é conhecida popularmente como milona, jarrinha, abuteira e orelha-de-onça, e sua fração aquosa do extrato etanólico das folhas (FAEEF) apresenta comprovadas ações farmacológicas. A família é caracterizada pela presença de alcaloides, e estudos com a C. sympodialis demonstram que além destes, há uma quantidade relevante de compostos fenólicos. Embora os estudos farmacológicos tenham sido realizados com a FAEEF os estudos químicos se concentram até o momento no extrato etanólico das folhas e raízes. Assim, o objetivo deste trabalho foi realizar um fracionamento químico biomonitorado da FAEEF de C. sympodialis. Uma partição do extrato em água foi feita com o auxílio de ultrassom, para obtenção da FAEEF e esta foi submetida a uma extração em fase sólida (com cartuchos de sílica de fase reversa C-18) com eluição com MeOH:H 2 0
Mostrar mais

113 Ler mais

DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO DE NANOEMULSÕES COM EXTRATO ETANÓLICO BRUTO DAS FOLHAS DE Melaleuca leucadendron E CLORIDRATO DE PILOCARPINA PARA O USO POTENCIAL COMO RADIOPROTETOR TÓPICO

DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO DE NANOEMULSÕES COM EXTRATO ETANÓLICO BRUTO DAS FOLHAS DE Melaleuca leucadendron E CLORIDRATO DE PILOCARPINA PARA O USO POTENCIAL COMO RADIOPROTETOR TÓPICO

As radiodermatites são efeitos secundários que podem comprometer a dose e a adesão à radioterapia, em pacientes com câncer. Substâncias radioprotetoras não tóxicas, capazes de prevenir ou minimizar esses danos, são necessárias. A espécie Melaleuca leucadendron e a pilocarpina possivelmente apresentam essa capacidade. O objetivo da pesquisa foi desenvolver e avaliar nanoemulsões com extrato etanólico bruto das folhas de Melaleuca leucadendron e cloridrato de pilocarpina para o uso potencial como radioprotetor tópico. O extrato de M. leucadendron foi obtido e apresentou conteúdo fenólico de 10,23%. O cloridrato de pilocarpina não apresentou capacidade antioxidante. O extrato e o óleo de girassol foram altamente antioxidantes, apresentando CE 50 de 17,0 ±0,59 µg/mL e 6,39 ±0,27 mg/mL, respectivamente, pelo
Mostrar mais

131 Ler mais

Perfil fitoquímico do extrato etanólico das folhas de Jatropha mollissima (Pohl) Baill. e avaliação da sua atividade toxicológica, antitumoral e antibacteriana

Perfil fitoquímico do extrato etanólico das folhas de Jatropha mollissima (Pohl) Baill. e avaliação da sua atividade toxicológica, antitumoral e antibacteriana

, flavanonas, glicosideos, taninos condensados ou catéquicos e terpenos. De acordo com os resultados do ensaio de toxicidade aguda, o extrato foi classificado na categoria 5 (como referência o Globally Harmonised System – GHS) e sua Dose Letal 50 (DL 50 ) foi estipulada como ≥5000 mg, entretanto, histologicamente foi verificado sinais de hepatotoxicidade e nefrotoxicidade. Quanto à atividade antitumoral, as doses de 100 mg/kg e 300 mg/kg demonstraram resultados promissores, com percentual de inibição tumoral de 69,11% e 73,26%, respectivamente, e redução significativa das médias dos pesos dos tumores, histologicamente demostrou sinais de alterações morfológicas nos mesmos. Os resultados da CIM com EEJM revelaram que o mesmo não possui atividade antimicrobiana contra as cepas padrões e resistentes de E.coli e S. aureus mostrando um valor ≥1024 µg/mL, porém quanto à atividade modulatória, os resultados demonstraram sinergismo diante de uma interação física com os antibióticos utilizados, com diminuição significativa da CIM com a gentamicina e amicacina frente a S. aureus e da amicacina frente a E.coli. Todos os resultados obtidos sugerem que o extrato etanólico das folhas de Jatropha mollissima apresentam uma ação promissora na redução de células tumorais e no combate à resistência bacteriana. Mais estudos são necessários para um maior entendimento dos mecanismos de ação das atividades antitumoral e antibacteriana.
Mostrar mais

82 Ler mais

Atividade Antioxidante e Antimicrobiana do Fracionamento Bioguiado do Extrato Etanólico do Caule e Atividade Leishmanicida e Citotóxica do Óleo Essencial das Folhas da Espécie

Atividade Antioxidante e Antimicrobiana do Fracionamento Bioguiado do Extrato Etanólico do Caule e Atividade Leishmanicida e Citotóxica do Óleo Essencial das Folhas da Espécie

As plantas medicinais foram por muitos anos o único meio de tratamento de doenças em escala mundial, os conhecimentos de seus potenciais terapêuticos eram exclusivamente populares, mas com a inovação e o desenvolvimento de estudos, muitos fármacos utilizados atualmente, são de origem de plantas. Uma das fontes de material para pesquisa neste seguimento é o Cerrado, por possuir uma extensa área de ocupação, uma riquíssima biodiversidade e muitas espécies endêmicas, entretanto este bioma está em crescente devastação, encontrando-se dentre os 17 ecossistemas mais degradados no mundo. Neste contexto, este trabalho se cumpriu em dois objetivos: o fracionamento bioguiado do extrato etanólico do caule da espécie Banisteriopsis oxyclada, por meio da avaliação das atividades antioxidante e antibacteriana; e a avaliação da composição, atividade leishmanicida e citotóxica do óleo essencial das folhas da mesma. Uma vez que a presente espécie, popularmente conhecida como “cipó-prata”, é pertencente ao Cerrado e não apresenta nenhum estudo até o momento. Para obtenção do extrato etanólico, os caules foram secos e moídos, e o pó resultante foi então submetido ao processo de extração com etanol 95%. O extrato foi particionado por meio de seis solventes com diferentes polaridades (hexano, acetato de etila, diclorometano, n-butanol e água). Devido aos resultados positivos das partições de n-butanol e diclorometano para os testes de atividade antibacteriana e antioxidante, estas passaram pelo método de separação em coluna cromatográfica. Todas as frações obtidas, as partições e extrato foram submetidos a teste de atividades antioxidante e antibacteriana. Para obtenção do óleo essencial das folhas da Banisteriopsis oxyclada, estas foram submetidas à extração por hidrodestilação em um aparelho do tipo Clevenger por um período de quatro horas. Após, o óleo essencial foi recolhido em um funil de separação e lavado com 3 frações de 5,0 mL de diclorometano. Os produtos foram secos com sulfato de magnésio anidro. A separação e identificação dos constituintes voláteis dos óleos essenciais foram obtidas por cromatografia a gás acoplada à espectrometria de massas (CG-EM). Os resultados das atividades antioxidante e antimicrobiana obtidos para as partições de n-Butanol e diclorometano mostraram- se melhores do que algumas espécies do mesmo gênero. A maioria dos constituintes encontrados na composição do óleo essencial pertence às classes dos álcoois e aldeídos. Dentre eles o fitol apresenta destaque devido à efeitos anti-inflamatórios e antinociceptivos, apresentados na literatura.
Mostrar mais

41 Ler mais

Estudo das propriedades físico-químicas e avaliação da toxicidade aguda do extrato etanólico das folhas de Mikania glomerata Sprengel.

Estudo das propriedades físico-químicas e avaliação da toxicidade aguda do extrato etanólico das folhas de Mikania glomerata Sprengel.

RESUMO: A Mikania glomerata é uma planta pertencente à família Asteraceae que é bastante utilizada na medicina popular devido às suas ações broncodilatadora, antiasmática, expectorante e antitussígena. O objetivo do presente estudo foi determinar as propriedades físico-químicas do pó obtido a partir das folhas de M. glomerata, bem como, avaliar a toxicidade em camundongos após tratamento agudo com doses repetidas do extrato etanólico padronizado preparado a partir das folhas dessa espécie. Durante o estudo das propriedades físico-químicas do pó obtido a partir das folhas de M. glomerata foram feitas as determinações da densidade bruta e de compactação, do teor de cinzas totais, do teor de umidade, e da granulometria. De acordo com os resultados obtidos podemos sugerir que o pó pode ser usado na formulação de uma forma farmacêutica sólida. Na segunda parte do estudo foi determinada a Dose Letal 50% (DL 50 ), bem como, realizada a análise morfológica macroscópica e avaliados a toxicidade aguda com doses repetidas e os parâmetros bioquímicos e hematológicos de camundongos. De acordo com os dados obtidos na segunda parte deste estudo podemos sugerir que o extrato etanólico pode ser usado de forma segura em humanos, uma vez que apresentou valor de DL 50 de aproximadamente 3000 mg Kg -1 ), bem como, não produziu nenhuma alteração morfológica nos
Mostrar mais

9 Ler mais

Propriedades físicoquímicas e avaliação da toxicidade aguda do extrato etanólico padronizado a 70% das folhas de Mikania glomerata (Asteraceae).

Propriedades físicoquímicas e avaliação da toxicidade aguda do extrato etanólico padronizado a 70% das folhas de Mikania glomerata (Asteraceae).

RESUMO: Mikania glomerata (Asteraceae) é bastante utilizada na medicina popular devido às suas ações broncodilatadora, antiasmática, expectorante e antitussígena. O objetivo do presente estudo foi determinar propriedades físicoquímicas do pó obtido a partir das folhas de M. glomerata, bem como avaliar a toxicidade em camundongos após tratamento agudo com doses repetidas do extrato etanólico padronizado a 70% preparado durante 30 dias consecutivos. No estudo das propriedades físicoquímicas fez-se a determinação da densidade bruta e de compactação, do teor de cinzas totais, do teor de umidade e da granulometria. De acordo com os resultados obtidos o pó pode ser usado na formulação de uma forma farmacêutica sólida, uma vez que suas propriedades físico-químicas são compatíveis com o desenvolvimento desse tipo de formulação. Na segunda parte do estudo foi determinada a dose letal 50% (DL 50 ) em camundongos, e na análise morfológica macroscópica dos principais órgãos e avaliada a toxicidade aguda com doses repetidas em parâmetros bioquímicos e hematológicos de camundongos. Os resultados sugerem que o extrato etanólico padronizado a 70% pode ser usado de forma segura, uma vez que apresentou um valor para a DL 50 (~3000 mg kg -1 ) que
Mostrar mais

9 Ler mais

Avaliação dos efeitos depressores centrais do extrato etanólico das folhas de Synadenium umbellatum Pax. e de suas frações em camundongos albinos.

Avaliação dos efeitos depressores centrais do extrato etanólico das folhas de Synadenium umbellatum Pax. e de suas frações em camundongos albinos.

O Synadenium umbellatum Pax. (Euphorbiacea) é uma planta nativa da África tropical conhecida como “cola-nota”, “avelós”, “cancerola”, “milagrosa”, dentre outros. A planta é utilizada pela população brasileira como detentora de propriedades antiinflamatória, analgésica, dentre outras. Foram avaliados os efeitos depressores sobre o sistema nervoso central (SNC) do extrato etanólico das folhas de Synadenium umbellatum (EES) e de suas frações - hexânica (FH), clorofórmica (FC) e metanol/ água (FM). Vários testes foram utilizados em camundongos machos albinos (Mus musculus), dentre eles, o sono induzido por barbitúrico, campo aberto e o teste do rota-rod. O EES foi testado nas doses de 25, 50 e 100 mg/kg, enquanto que a FH foi testada na dose de 10 mg/kg, a FC na dose de 20 mg/kg e a FM na dose de 25 mg/kg. O EES e as frações FH e FC, mas não a FM, apresentaram um possível efeito depressor sobre o SNC, visto que foram capazes de aumentar o tempo parado e diminuir o número de bolos fecais no campo aberto, além de potencializarem o sono induzido por barbitúrico. No teste do rota-rod, observou-se que o EES e as frações não foram capazes de causar incoordenação motora ou relaxamento muscular. Assim, conclui-se que o extrato etanólico e as frações FH e FC do Syandenium umbellatum Pax. possuem possível efeito depressor sobre o SNC.
Mostrar mais

7 Ler mais

Da etnobotânica à farmacologia: Uma análise da atividade antimicrobiana do extrato etanólico bruto de folhas de Capsicum frutescens L. frente à cepas clínicas

Da etnobotânica à farmacologia: Uma análise da atividade antimicrobiana do extrato etanólico bruto de folhas de Capsicum frutescens L. frente à cepas clínicas

Devido ao fato da resistência bacteriana estar se tornando um problema grave na saúde, o uso de plantas com o intuíto medicinal vem se tornado cada vez maior, condigno ao conhecimento empírico sobre suas propriedades medicinais, que devem-se aos seus metabolitos secundários. Entre as principais plantas estudadas, encontra-se a Capsicum frutescens L. (pimenta malagueta), pertencente à família Solanaceae, sendo indicada pelos raizeiros para tratamentos infecciosos. Portanto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a comprovação científica do conhecimento empírico dos raizeiros sobre a atividade antimicrobiana do extrato etanólico das folhas de Capsicum frutescens L. frente a microrganismos de importância clínica. A partir das folhas foi obtido o extrato etanólico a 96%, por maceração a frio, por cinco dias, em seguida, rotaevaporado. Para a avaliação da atividade antimicrobiana, o extrato foi submetido ao processo de diluição a 100, 50, 25, 12,5 e 6,25 %, frente a cepas bacterianas Gram-negativas (Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Klebsiela pneumoniae) e Gram-positivas (Staphylococcus aureus e Enterococcus faecalis) e fúngicas (Candida albicans e Candida krusei). Por metodologia de difusão em meio sólido, processo cavidade- placa, utilizando 50 µL das concentrações do extrato, em triplicata. Observou-se que houve atividade inibitória na concentração de 100% frente às cepas Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, e Enterococcus faecalis. Tendo maior atividade inibitória frente a cepa de E. faecalis. Portanto, comprova-se cientificamente o conhecimento empírico da Capsicum frutescens L. no tratamento de infecções, constituindo uma perspectiva para a obtenção de antimicrobianos. Contudo, novos estudos devem ser desenvolvidos com o intuito de determinar, caracterizar e isolar os metabólitos ativos no extrato para melhor caracterização e concentração das substâncias ativas encontradas nas folhas.
Mostrar mais

35 Ler mais

Avaliação do potencial citotóxico, antifúngico e antibacteriano do extrato etanólico das folhas de Croton conduplicatus Kunth, em modelos experimentais in vitro

Avaliação do potencial citotóxico, antifúngico e antibacteriano do extrato etanólico das folhas de Croton conduplicatus Kunth, em modelos experimentais in vitro

Para preparação do extrato etanólico, foram utilizadas as folhas de Croton conduplicatus Kunth, que logo após submetidas a uma secagem e trituradas, em seguida permaneceram submersas em etanol por 72 h, como é representada na figura (8). Após esse período, o eluente foi filtrado em papel filtro para separação dos resíduos sólidos e logo após foi concentrado (figura 10) em condensador rotativo a vácuo (figura 9) e banho-maria (BRASILEIRO et al., 2006), obtendo-se um rendimento do extrato de 15,03 g a partir de 1,632 kg de folhas secas (figura 11). Para os testes foram utilizadas soluções preparadas a partir do extrato sob uma concentração de 10 mg/mL, dissolvidos em DMSO (dimetil sulfóxido) e, em seguida diluídos com água destilada para uma concentração de 1024 μg/mL. A escolha do tipo de extrato foi devido o fato de o álcool etanólico conseguir solubilizar a maior parte dos constituintes químicos presentes no vegetal, sem causar viés nos testes, pois a sua concentração não é tóxica para bactérias e fungos.
Mostrar mais

83 Ler mais

Avaliação da toxicidade aguda e subaguda, em ratos, do extrato etanólico das folhas e do látex de Synadenium umbellatum Pax..

Avaliação da toxicidade aguda e subaguda, em ratos, do extrato etanólico das folhas e do látex de Synadenium umbellatum Pax..

RESUMO: O uso de plantas medicinais tem sido muito signiicativo nos últimos anos, sendo incentivado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Synadenium umbellatum Pax, Euphorbiacea (vulgo cola-nota, cancerola, milagrosa) tem o látex usado empiricamente como antitumoral e antiinlamatório. Por existir espécies tóxicas nesta família e visando à segurança no uso de extratos vegetais, tal estudo avaliou a toxicidade pré-clínica do látex e do extrato etanólico das folhas (EEF) de S. umbellatum, por via oral, em ratas Wistar. O estudo seguiu diretrizes do Guideline 423 (toxicidade aguda) e Guideline 407 (toxicidade subaguda) da OECD (Organisation for Economic Cooperation and Development). Na toxicidade aguda do látex e do EEF, não se observou letalidade nem alterações isiológicas e comportamentais das ratas na dose de 2000 mg/ kg, sendo praticamente atóxico. Porém, na análise histopatológica, o látex ocasionou congestão e iniltrado leucocitário nos rins, fígado e pulmões, efeitos não observados com o EEF. Na toxicidade subaguda, doses de 50, 100 e 200 mg/kg de EEF não produziram alterações dose-dependentes signiicativas nos parâmetros laboratoriais e isiológicos, nem alterações macroscópicas e histopatológicas nos órgãos das ratas. Contudo, o uso crônico da planta S. umbellatum merece mais estudos.
Mostrar mais

9 Ler mais

Avaliação dos efeitos cardiovasculares induzidos pelo extrato etanólico das folhas da Aspidosperma Macrocarpum Mart. (APOCYNACEAE) em ratos

Avaliação dos efeitos cardiovasculares induzidos pelo extrato etanólico das folhas da Aspidosperma Macrocarpum Mart. (APOCYNACEAE) em ratos

Aspidosperma macrocarpum Mart é uma planta popularmente conhecida como “peroba- gigante-do-cerrado”. Espécies do gênero Aspidosperma apresentam atividades farmacológicas diversas, sendo utilizadas no tratamento de leishmaniose, inflamações de útero e ovário, diabetes, malária e contra febre. Apesar dos diversos e significantes estudos de espécies do gênero Aspidosperma, algumas espécies são pouco relatadas ou mesmo não possuem estudos de suas atividades biológicas. Um exemplo é a espécie A. macrocarpum. O objetivo deste trabalho foi investigar os efeitos cardiovasculares induzidos pelo extrato etanólico das folhas de A. macrocarpum (EEAM) através de uma abordagem in vivo e in vitro. A administração de maneira randômica das doses EEAM (1, 5, 10 e 20 mg/kg, i.v.), promoveu uma hipotensão transitória (-17 ± 2, -12 ± 2, -12 ± 1 e -17, ± 3 mmHg, respectivamente) e uma bradicardia (-3 ± 1, -10 ± 3, -5 ± 1 e -4 ± 2 bpm, respectivamente) de maneira independente de dose em ratos normotensos não anestesiados. A resposta hipotensora induzida por EEAM foi atenuada significantemente nas doses de 10 e 20 mg/kg na presença de L-NAME, um inibidor não seletivo da NOS sintase, porém a resposta bradicárdica não foi alterada. Após o bloqueio com atropina, bloqueador não seletivo dos receptores muscarínicos, a resposta hipotensora foi significantemente abolida e revertida, já a bradicardia foi potencializada. Em anéis de artéria mesentérica superior isolada de rato normotenso, EEAM (0,03-300 µg/ml), induziu vasorelaxamento dependente de concentração em anéis com endotélio vascular (CE 50 = 273 
Mostrar mais

58 Ler mais

Efeito in vitro do extrato etanólico das folhas do melão-de-São-Caetano (Momordica charantia L.) sobre ovos e larvas de nematóides gastrintestinais de caprinos.

Efeito in vitro do extrato etanólico das folhas do melão-de-São-Caetano (Momordica charantia L.) sobre ovos e larvas de nematóides gastrintestinais de caprinos.

Este estudo é influenciado por vários trabalhos in vitro como os de Costa et al. (2006), que avaliaram inicialmente in vivo a ação anti-helmíntica das folhas de Azadirachta indica contra nematóides gastrintestinais de ovinos e observaram que não houve atividade da planta como anti-helmíntico. Entretanto em outro delineamento experimental, os mesmos Costa et al. (2008) avaliaram in vitro a ação sobre ovos e larvas do nematóide Haemonchus contortus e concluíram que o extrato etanólico das folhas de A. indica pode ser utilizado no controle de nematóides em pequenos ruminantes, mas alertando para a necessidade de delineamentos in vivo e avaliações de toxicidade para desenvolver formulações a serem aplicadas pelos próprios produtores.
Mostrar mais

6 Ler mais

Show all 3631 documents...