Família, Estado e políticas públicas

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Políticas públicas: objeto de proteção social que se desenvolve dentro da responsabilidade da família e do Estado

Políticas públicas: objeto de proteção social que se desenvolve dentro da responsabilidade da família e do Estado

A presente pesquisa pretende enfocar a relação e participação da família em parceria com as demais instituições; Estado, sociedade civil e as ONG’s (Organizações Não Governamentais) na provisão dessas políticas e, tendo como foco de análise a família como agente e, ao mesmo tempo destinatária das ações propostas. Nessa conjuntura se apoia o tema: “POLÍTICAS PÚBLICAS: OBJETO DE PROTEÇÃO SOCIAL QUE SE DESENVOLVE DENTRO DA RESPONSABILIDADE DA FAMÍLIA E DO ESTADO”, estabelecendo as regras e delimitando o papel de cada ente no referido processo. Ainda se propõe em elucidar questionamentos surgidos da observação da realidade das famílias brasileiras no cotidiano, com o objetivo de propor melhorias no processo e a busca por ampliar a participação e despertar entre os parceiros envolvidos, o olhar crítico necessário à mudança de paradigmas para que o desenvolvimento das ações propostas produzam um feedback que esteja fundamentado na eficiência, eficácia e efetividade destas políticas, esclarecer disparidades de conceitos apresentados por literaturas específicas ao tema em questão, bem como, apresentar os principais programas em atividade no campo da assistência social no Brasil e suas principais implicações, público-alvo e condicionalidades para ingresso e permanência por parte dos membros familiares, bem como, enfocar os pontos onde as famílias são afetadas pelos mesmos.
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O Estado e as políticas públicas no combate à desigualdade social: o programa bolsa família

O Estado e as políticas públicas no combate à desigualdade social: o programa bolsa família

Segundo a pesquisa 350 realizada pelo Núcleo de Pesquisas Sociais da Universidade Federal Fluminense, a pedido do MDS, o Programa recebeu uma avaliação positiva da parte de uma ampla maioria de seus beneficiários. Foram criados dois grupos, um denominado “experimental”, que respondeu a um total de 3 mil questionários, e outro denominado “grupo de controle”, que respondeu aos mil questionários restantes, sendo que o grupo experimental era composto por famílias que tinham mais de 12 meses de vinculação ao Programa, enquanto o grupo de controle era formado por famílias com no máximo 3 meses de inclusão no Bolsa Família. Nessa mesma pesquisa pode-se confirmar que o Programa atinge o grupo que historicamente mais precisa do benefício. Comparando-se o perfil dos entrevistados com o verificado pelo Censo de 2000 para o conjunto da população do Brasil, é constatado que os brancos estão sub-representados no Bolsa Família, pois representam 53,74% da população nacional e equivalem a 32,5% dos beneficiários do Programa; enquanto os pardos e negros estão super-representados, representando respectivamente 38,4% e 6,21% da população e 48,4% e 16,8% dos beneficiários. Os pesquisadores manifestam que este estudo mostra o acerto do Bolsa Família quanto ao critério de seleção dos beneficiários, “na medida em que, como vários estudos têm apontado, a proporção de pobres no Brasil é muito mais elevada entre os pardos e pretos do que entre os brancos”. Quanto ao sexo dos entrevistados de acordo com a situação profissional, o item mais encontrado foi “dona-de-casa”, com 37,5%. Outra informação expressiva é que os autônomos e trabalhadores por conta própria superaram os assalariados na amostra. Além disso, foi encontrado pequeno percentual de aposentados (4,4%). A renda familiar no último mês nos domicílios pesquisados, concentrou-se na faixa de 1 a 3 salários mínimos (56,8%). A qua ntidade de famílias com até um salário mínimo de renda foi bastante elevada, perfazendo 41,8% da população entrevistada. Por outro lado, o percentual de beneficiários em famílias com mais de três salários mínimos de renda
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Família para quem precisa... : Estado, instituições, políticas públicas  e classes populares na construção de uma moral familiar

Família para quem precisa... : Estado, instituições, políticas públicas e classes populares na construção de uma moral familiar

Certamente não consiste em novidade alguma para o “mundo antropológico” lidar com assuntos “nada populares”, ou mesmo que se trate de algo “da moda”. A presença do antropólogo torna-se logo indesejável quando, por exemplo, seus pareceres não comungam dos ideais tecnicistas legitimados pelo Estado, como parece ser o caso do trabalho desenvolvido por Scott (2009), ao analisar a situação de agricultores – reassentados rurais – diante da construção da barragem de Itaparica. Incomodo semelhante aparece em análises que expõem as contradições advindas da relação entre instituições – públicas ou ONGs – que prometem melhorias para as vidas de crianças e adolescentes pobres. O que pode se dar na distância estabelecida entre os “menores” e suas famílias, que terminam por reificar desigualdades (FREITAS, 2000),ou mesmo na tensão entre os agentes disciplinadores e as famílias, como bem percebeu Fonseca (2000) ao perceber como isso se dava em relação a antiga FEBEM. Essas análises não pretendem desconsiderar os avanços representados, mas buscam distanciar de qualquer percepção que os sacralize. Os próprios militantes falam sobre “ter muito a se conquistar”, mas parecem resistir a qualquer análise que se proponha a criticar as categorias e representações por eles próprios acionadas. Por exemplo, com o advento do ECA, ocorre no Brasil toda uma reestruturação do funcionamento dos abrigos, além desta tarefa ser gradativamente assumida mais por ONGs do que por organizações governamentais.
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FAMÍLIA, JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS

FAMÍLIA, JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS

É impossível pensar o governo fora de um projeto político e de uma teoria social para a sociedade como um todo e o estado reduzido aos organismos estatais cumprindo a burocracia pública. As políticas sociais têm suas raízes nos movimentos populares do século XIX, voltadas aos conflitos surgidos entre capital e trabalho, nos efeitos e desdobramentos da Revolução Industrial. São usualmente entendidas como as de saúde, previdência, habitação e educação, determinam o padrão de proteção social voltada, em princípio, para a redistribuição dos benefícios sociais, visando à diminuição das desigualdades estruturais produzidas pelo desenvolvimento social e econômico.
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Estado, Políticas Públicas e Segurança no Pronasci:

Estado, Políticas Públicas e Segurança no Pronasci:

O Pronasci trouxe, em suas principais ações, a atenção e integração do jovem e da família, com foco social e etário; e o território – o município e seus interlocutores e demais atores sociais, na necessária interdisciplinaridade que propõe com a gestão integrada e federativa. O programa inova quando vai até o território, mobiliza a comunidade, alcança melhores condições de vida em espaços mais seguros, identifica jovens que estão em risco social e oferece uma trajetória protegida, pois é preciso observar as ameaças das disputas territoriais e a vulnerabilidade decorrente do enfraquecimento da comunidade nesse contexto; ao mesmo tempo, oferece metodologia diferenciada para o acolhimento e encantamento educacional desse jovem, que muitas vezes é discriminado e negligenciado pelas políticas sociais, preocupando-se com as mulheres, com a violência doméstica e com a comunidade, oferecendo apoio de serviços mais bem qualificados, mediação de conflitos e maior presença dos equipamentos sociais. Cultura, aprendizado sobre os direitos, letramento, mobilização social e apoio psicossocial, trabalho, qualificação, inclusão digital, esporte e lazer fazem parte do cardápio do Protejo e do Mulheres da Paz, entre outros projetos de ampla abrangência trazidos pelo Pronasci ao território.
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Estado, políticas públicas e organismos internacionais:

Estado, políticas públicas e organismos internacionais:

A partir de uma política compensatória, o Programa Escola da Família, trouxe ao governo do Estado de São Paulo, soluções paliativas frente a grandes demandas sociais decorrentes da falta um planejamento público de longo prazo. O respaldo do convênio com a UNESCO garantiu a legitimidade do programa enquanto agente de ações pedagógicas perante a opinião pública, e as ações administrativas do Estado na concessão de bolsas de estudo reduziu a problemática e deficiência da falta de vagas nas universidades públicas estaduais. A partir de uma visão do Estado Capitalista, percebe-se que a formação do capital humano e o movimento de Cultura da Paz, tendo como eixo as diversas ações do Programa Escola da Família, resultaram em números expressivos tanto para o Estado, quanto para a própria UNESCO . O que se questiona é até que ponto a sociedade incorporará para si tal modelo de política pública, e até que ponto tal política pode ser eficaz, tendo em vista a dificuldade de avaliações criteriosas baseado em modelos qualitativos.
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Família em situação de vulnerabilidade social: uma questão de políticas públicas.

Família em situação de vulnerabilidade social: uma questão de políticas públicas.

Percebe-se que para essa família, a perda ou rompimento dos vínculos produz sofrimento e leva o individuo à descrença de si mesmo, tor- n an do-o frágil e com baixa auto-estim a. Esta descrença conduz ainda o indivíduo a se desfa- zer do que pode haver de mais significativo pa- ra o ser hum ano: a capacidade de am ar e de se sentir amado, incorporando um sentimento de- sagregador. A questão da família pobre aparece com o a face m ais cruel da disparidade econô- m ica e da desigualdade social. Esse estado de privação de direitos atin ge a todos de form a muito profunda, à medida que produz a banali- zação de sentimentos, dos afetos e dos vínculos, conforme ressalta Vicente (1994): O ser hum a- no é com plexo e contraditório, am bivalente em seus sentimentos e condutas, capaz de construir e de destruir. Em condições sociais de escassez, de privação e de falta de perspectivas, as possibilida- des de amar, de construir e de respeitar o outro fi- cam bastante am eaçadas. N a m edida em que a vida à qual está submetido não o trata enquanto hom em , suas respostas tendem à rudeza da sua mera defesa da sobrevivência .
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Avaliação de políticas públicas aplicada ao Programa Bolsa Família

Avaliação de políticas públicas aplicada ao Programa Bolsa Família

O segundo passo foi, a partir das variáveis da RAIS, construir mais cinco variáveis que indicam o estado inicial do indivíduo em relação ao emprego (desemprego), ou seja, se em janeiro de 2006 o indivíduo estava empregado ou não, o tempo que permaneceu no estado inicial e o tempo no estado seguinte, e se cada um desses estados é censurado ou não. A censura no primeiro estado ocorre quando ele permanece os 48 meses do estudo num mesmo estado. Já a censura no segundo estado ocorre quando, antes do estudo terminar, ele não passou do segundo para o terceiro estado, não sendo possível calcular o tempo total do segundo estado. Com essas novas variáveis, foram sintetizadas as informações das 48 colunas que indicavam a participação do indivíduo na RAIS mês a mês de 2006 a 2009, o que possibilitou a exclusão dessas colunas da base de dados, tornando a base menor e mais fácil de trabalhar.
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Família e Políticas Públicas: o acúmulo da pesquisa no Serviço Social

Família e Políticas Públicas: o acúmulo da pesquisa no Serviço Social

diretamente a classe trabalhadora, de forma mais incisiva, a vida das mulheres, e de forma mais marcante ainda a vida das mulheres negras. Além disso, as famílias negras e indígenas são sistematicamente mais afetadas pela violência estrutural do Estado brasileiro, o que se acirra no momento atual em que a pandemia de COVID-19 é um fator complicador frente às medidas arbitrárias do atual governo. O acesso às políticas sociais é essencial para a sobrevivência das famílias e não tem sido tratado com a seriedade necessária. De outro lado, avançam os dados de extermínio da população negra e indígena, os conflitos pela expulsão de povos originários e quilombolas de suas áreas, decorrentes do racismo estrutural.
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Políticas Públicas: enfoque jurídico. Palavras-chave: Administração; Políticas Públicas; Estado de Direito.

Políticas Públicas: enfoque jurídico. Palavras-chave: Administração; Políticas Públicas; Estado de Direito.

O Código de Hamurabi, talvez, seja a 1ª codificação a consagrar um rol de direitos comuns a todos os homens, quais sejam: o direito à vida, á honra, à dignidade humana, à família, prevendo igualmente a supremacia das leis em relação aos governantes. Porém, foi o Direito Romano que estabeleceu um mecanismo complexo para tutelar os direitos individuais em relação aos árbitros estatais. Sabemos, entretanto, que a consagração normativa dos direitos humanos fundamentais coube à França, em 1789, quando a Assembléia Nacional promulgou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão com 17 artigos, disciplinando os princípios fundamentais inerentes ao ser humano: da igualdade, da liberdade, da legalidade, da liberdade religiosa, da livre manifestação de pensamento, etc. enfim, o pensamento filosófico do século XX pôs em foco a realidade essencialmente relacional da vida.
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Políticas Públicas e Desenvolvimento Local: o caso do Programa Bolsa-Família

Políticas Públicas e Desenvolvimento Local: o caso do Programa Bolsa-Família

Renata Giovana Rech 1 , João Paulo Delmendes 2 , e Michel Constantino 3 RESUMO: As políticas públicas impactam na qualidade de vida dos indivíduos, nas comunidades, cidades, regiões e países. Este estudo procurou explorar os objetivos e resultados parciais do Programa Bolsa Família (PBF) do Governo Federal, analisando quais suas influências positivas e negativas no Desenvolvimento Local. Além disso, a pesquisa explora as formas de avaliação de políticas públicas que visam mensurar se os objetivos de determinado programa foi ou não atingido. O trabalho não visa esgotar os métodos de avaliação de políticas públicas, restringindo apenas à literatura que já avaliou resultados do Programa Bolsa Família. Inicialmente, trata-se do método por avaliação de impacto, cujo objetivo dessa modalidade é mensurar os impactos da intervenção do estado sobre o público-alvo dos programas e projeto sociais. Na sequência, demonstra-se a metodologia de Análise Envoltória de Dados (DEA) que tem como objetivo verificar a eficiência de determinado programa e todos os aspectos que ele visa atingir. Por fim, relata a mensuração do programa bolsa família através de regressão com modelos probabilísticos, que se baseia em econometria. Os resultados parciais encontrados na literatura demonstraram que o programa tem seus efeitos positivos no curto prazo, e, os estados que apresentaram maior índice de eficiência encontram-se na região Sul, seguida pelas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Para um processo de desenvolvimento, o PBF, melhora as condições de vida das famílias
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O Estado e a família: as Políticas de apoio à família e o familismo como fatores de sustentabilidade do Estado-providência português

O Estado e a família: as Políticas de apoio à família e o familismo como fatores de sustentabilidade do Estado-providência português

Quando nós falamos de políticas publicas da família, temos que ter subjacente um ponto prévio, e o ponto prévio é que as políticas públicas de apoio à natalidade são ou podem ser um meio, um instrumento importante para aumentar o equilíbrio demográfico, mas não são suficientes. Isto é, uma condição necessária mas não suficiente, porque a minha opinião a causa fundamental da crise de nascimentos é mais uma questão comportamental que não tem a ver com as políticas publicas, ou que tem apenas a ver indiretamente com as politicas publicas. Ou seja, hoje a tendência para se ter mais filhos choca com outros valores que hoje são predominantes na sociedade: o atomismo, o materialismo e consumismo exagerado. As políticas públicas podem, e devem ser importantes mas nos não podemos modificar o exterior se não modificarmos o nosso interior. Agora em todo o caso, falando concretamente em Portugal, todas as estatísticas evidenciam que entre o número de filhos que cada mulher em idade fértil tem - que neste momento é o mais baixo do mundo 1.21 - e o número de filhos que cada mulher em idade fértil deseja ter - 2.3/2.4% - a diferença é grande. E ai é que as políticas publicas podem ter um efeito importante. Ou seja, como é que podem aproximar o número de filhos que a mulher tem e o número de filhos que a mulher e o casal gostariam de ter, e é ai que pode haver obstáculos, estrangulamentos que dificultem esse objetivo. Então a primeira publica que deve ser assumida é pelo menos que as politicas não sejam contra a família, ou seja, que sejam pelo menos neutrais a família.
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Família, Crianças e Políticas Públicas: Uma Avaliação do Programa Família Brasileira Fortalecida em Fortaleza-CE

Família, Crianças e Políticas Públicas: Uma Avaliação do Programa Família Brasileira Fortalecida em Fortaleza-CE

Com o domínio do conhecimento sobre a matéria disseminada por essas instâncias (UNICEF/MEC/SEDUC), no início de 2006 a STDS elaborou um projeto de capacitação sobre o KIT Família Brasileira Fortalecida, para ser implantado em 20 municípios cearenses de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Tal proposta não avançou devido à carência de recursos humanos e financeiros. No entanto, a STDS decidiu desenvolver essa ação dentro do Programa de Atendimento à Primeira Infância em Fortaleza. O Programa já era mantido pelo Estado com recursos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECOP) e gerenciado em regime de co-gestão com 65 entidades comunitárias conveniadas responsáveis pela execução do Programa, que atendia a 5.925 crianças na faixa etária de zero a cinco anos, em 87 Centros de Educação Infantil (CEIs). Os referidos CEIs se localizam em 45 bairros que compõem as seis regiões administrativas de Fortaleza (SER).
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Políticas públicas - Bolsa Família: estratégia de enfrentamento da pobreza e os efeitos de sua implementação

Políticas públicas - Bolsa Família: estratégia de enfrentamento da pobreza e os efeitos de sua implementação

O presente estudo aborda a forma como o Programa Bolsa Família (PBF) influencia no rompimento do ciclo da pobreza, analisando os mecanismos da promoção do bem-estar. Trata-se de um programa federal de transferência de renda para famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza, mediante condições relacionadas às áreas da saúde, educação e assistência social. A promulgação da Constituição Federal de 1988 proporcionou a criação de princípios e leis com o objetivo de garantir os direitos sociais à população brasileira. O direito à alimentação é um direito humano e como todo direito humano corresponde a obrigações do Estado e responsabilidades de diferentes atores sociais - indivíduos, famílias, sociedade, e organizações não governamentais e do setor privado. A par disso, por força de Lei foi criado o PBF, cuja quantidade de beneficiários deve ser compatível com as dotações orçamentárias existentes. Este estudo apresenta uma pesquisa qualitativa para atingir o objetivo da investigação. Quanto às fontes de informação, este estudo obteve seus dados por intermédio da pesquisa bibliográfica e de campo no âmbito do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), no Município de Porto Alegre. As conclusões estudadas indicam claramente que o PBF produz mais resultados positivos do que negativos na esfera do desenvolvimento, sobretudo na redução da pobreza extrema e da fome, auxiliando na renda familiar, estimulando a procura aos serviços básicos e na persistência da frequência escolar de crianças e adolescentes. Por fim, os resultados deste estudo revelam a importância das condicionalidades do PBF para atingir seus objetivos.
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Políticas públicas: estudo de caso da Família Martins (São Francisco Xavier/SP)

Políticas públicas: estudo de caso da Família Martins (São Francisco Xavier/SP)

Do ponto de vista acadêmico, a motivação para a realização desta pesquisa surgiu mediante a análise do material didático fornecido pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR: - O Estado e os problemas contemporâneos (SANTOS, 2009) - que aborda os temas da pobreza, da desigualdade, da exclusão e da cidadania, além do material: Políticas Públicas (RUA, 2009). Os dados constantes nestes materiais trouxeram à tona importantes questionamentos quanto às tratativas das políticas públicas e sociais da região do Vale do Paraíba e revelaram a realidade vivida pela comunidade na qual se insere a família Martins, que acabou se tornando a principal referência para o desenvolvimento da temática sobre os programas e projetos sociais do município, bem como as estratégias dos órgãos governamentais e não governamentais para o enfrentamento das dificuldades em se inserir este grupo num meio social digno.
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Família: redes, laços e políticas públicas

Família: redes, laços e políticas públicas

O livro que apresentamos, organizado por Ana Rojas Acosta e Maria Amália Faller Vitale, chega a sua quarta edição em 2008, com 316 páginas. Tem sua origem no evento denominado Seminário Famílias: laços, redes e políticas públicas, realizado em São Paulo em 2002. Esse seminário foi concebido a partir dos desafios de pensar e repensar a família como estratégia para condução de políticas públicas, especialmente aquelas voltadas para a garantia dos direitos. No entanto, as autoras questionam: a utilização das famílias como estratégia para condução das políticas públicas responde às necessidades das próprias famílias atendidas? Tais políticas são eficazes e eficientes para o fortalecimento das competências familiares e contribuem para o processo de inclusão e proteção social desses grupos? Desta forma, as problemáticas concernentes à esfera familiar, as redes de sociabilidade passam a ser centrais no trato das políticas públicas.
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Estado e políticas (públicas) sociais.

Estado e políticas (públicas) sociais.

As teorias políticas liberais concebem as funções do Estado essen- cialmente voltadas para a garantia dos direitos individuais, sem inter- ferência nas esferas da vida pública e, especificamente, na esfera econômica da sociedade. Entre os direitos individuais, destacam-se a “propriedade privada como direito natural” (Locke, 1632-1704), assim como o direito à vida, à liberdade e aos bens necessários para conservar ambas. Na medida em que o Estado, no capitalismo, não institui, não concede a propriedade privada, não tem poder para interferir nela. Tem sim a função de arbitrar – e não de regular – conflitos que possam surgir na sociedade civil, onde proprietários e trabalhadores estabelecem relações de classe, realizam contratos, disputam interesses etc. Estas concepções são cla- ramente expressas em colocações fundamentais de Adam Smith em A riqueza das nações, voltadas para a crítica ao mercantilismo e às corporações, como:
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ESTADO, POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO

ESTADO, POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO

Abrindo o debate do segundo eixo temático intitulado Políticas Públicas e Educação, Jaime Moreles Vázquez da Universidade de Colima expõe argumentos para compreender a participação de pesquisadores em cargos diretivos dentro e fora do âmbito acadêmico por meio do texto Científicos y políticos II: la crisis de la media vida académica y el uso político de la investigación. O capítulo faz parte de um projeto do autor que implica na escrita de uma saga, em três episódios, acerca da relação pesquisa-políticas-práticas educativas. Para Vázquez, o propósito é que nas três partes se observe uma progressão na compreensão do fenômeno da pesquisa e a política e da relação entre pesquisadores e funcionários e outros usuários potenciais da pesquisa. O autor procura mostrar a complexidade da utilização da pesquisa educativa e ao mesmo tempo sugerir traços da relação entre pesquisadores e funcionários, e entre pesquisadores e outros profissionais da educação.
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Políticas Públicas: Programa Bolsa Família e sua condicionalidade

Políticas Públicas: Programa Bolsa Família e sua condicionalidade

Os três níveis de governo (federal, estadual e municipal) trabalham em conjunto para acompanhar os compromissos do PBF. Essa operação envolve o registro, em sistemas específicos, de informações sobre a frequência escolar de milhões de pessoas beneficiárias. O monitoramento é individualizado. Todo esse esforço se justifica para garantir que o poder público ofereça, efetivamente, os serviços de educação e de saúde à população em situação de pobreza e extrema pobreza; identificando quadros de vulnerabilidades entre as famílias que estão com dificuldades para acessar esses serviços públicos; encaminhar famílias para a rede de assistência social, a fim de que elas possam superar a vulnerabilidade e voltar a cumprir seus compromissos; contribuir para o desenvolvimento saudável das crianças e para que os estudantes de famílias do Bolsa Família concluam a educação básica, tendo melhores condições de vencer o ciclo de pobreza.
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CONTROLE JURISDICIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS E DIREITO DE FAMÍLIA

CONTROLE JURISDICIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS E DIREITO DE FAMÍLIA

ao CC e permite a usucapião de dois anos, diante do abandono do lar, cujo alcance deve ser ajustado à realidade de cada caso. 14) Estatuto da Diversidade Sexual, a partir das definições de gênero, identidade de gênero, sexualidade, orientação sexual, ou seja, homossexualidade, bissexualidade, transgênero, travestis e transexualismo, impõem-se o respeito à dignidade da pessoa humana na sua opção sexual e o reflexo desta na Família. Essa reforma atinge: artigo da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro; 15 artigos do CC; 5 da LRP; 2 do ECA; 1 da lei que regula a investigação de paternidade; de benefícios previden- ciários; da Previdência Social; dos Códigos Penal e Penal Militar, dentre outros.
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