Farinha de Algaroba

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Caracterização físico-química e microbiológica da farinha de algaroba (Prosopis juliflora (Sw.) DC).

Caracterização físico-química e microbiológica da farinha de algaroba (Prosopis juliflora (Sw.) DC).

Os resultados obtidos neste trabalho permitem concluir que a farinha de algaroba apresenta em sua composição uma elevada concentração de açúcares, além de outros nutrientes importantes para o desenvolvimento humano e animal, como seu conteúdo em minerais, principalmente cálcio e fósforo.

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Elaboração e caracterização de biscoitos obtidos a partir de farinha de algaroba, arroz e araruta como produto alimentício potencial para indivíduos celíacos.

Elaboração e caracterização de biscoitos obtidos a partir de farinha de algaroba, arroz e araruta como produto alimentício potencial para indivíduos celíacos.

Doença celíaca tem patogenia complexa que resulta da interação entre fatores ambientais, fatores genéticos e fatores imunológicos. É causada pela intolerância permanente ao glúten, principal fração proteica presente no trigo, no centeio, na cevada e na aveia, e se expressa por enteropatia mediada por linfócitos T em indivíduos geneticamente predispostos. Esta situação implica na exclusão total e definitiva do glúten da dieta, sendo necessária a utilização de farinhas isenta de glúten. Entre essas farinhas destacam-se as farinhas de algaroba, araruta e de arroz. A partir destas farinhas podem-se obter diferentes tipos de produtos sem glúten, dentre eles o pão, massas alimentícias e biscoitos destinados à alimentação de celíacos. Logo, neste estudo objetivou-se a nalisar o nível de aceitação sensorial e o valor nutricional de biscoitos tipo cookies obtidos a partir de farinha de algaroba, arroz e araruta como potencial para introdução na alimentação de indivíduos celíacos. Foram processado 4 tipos de biscoitos, sendo um com 100% da farinha algaroba; um com 100% de farinha de araruta; outro com 100% da farinha de arroz e um outro obtido da mistura das três farinhas na proporção de 1:1:1. Após formulação, as amostras foram submetidas às análises físico-químicas, microbiológicas e sensoriais. Os biscoitos se mostraram como ótimas opções de produtos nutritivos. Em termos sensoriais, apresentaram boa aceitação, o que repercutiu na intenção de compra, visto que estas amostras foram avaliadas como opção de compra caso fossem comercializadas. Assim, a utilização de farinha de algaroba, araruta e arroz no processamento de biscoitos, torna-se uma opção viável do ponto de vista tecnológico, nutricional e sensorial na alimentação de indivíduos celíacos.
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Desenvolvimento de biscoito enriquecido com farinha de algaroba: avaliação tecnológica, sensorial e armazenabilidade.

Desenvolvimento de biscoito enriquecido com farinha de algaroba: avaliação tecnológica, sensorial e armazenabilidade.

O segmento de biscoitos é de extrema importância para o Brasil, que se destaca como o 2º maior produtor mundial. A busca por matérias-primas alternativas ao trigo se torna cada vez mais necessária para desenvolvimento de produtos sem glúten, incremento no valor nutricional e redução de custos no setor de panificação. As vagens da algaroba apresentam alto valor nutritivo e podem ser utilizadas como matéria-prima para o desenvolvimento de novos produtos alimentícios. Com esses aspectos, o objetivo deste trabalho foi desenvolver biscoito enriquecido com farinha de algaroba com elevada qualidade nutricional e importância para o desenvolvimento econômico do semiárido nordestino; para tal, foi utilizada a algaroba madura, com teor de água de 20% (b.u) e realizados experimentos de secagem com temperaturas de 50, 60, 70 e 80°C; os modelos matemáticos de Fick, Page, Cavalcanti Mata, Exponencial de Dois Termos e Henderson & Pabis foram utilizados para ajuste aos dados experimentais; posteriormente, foram desenvolvidos biscoitos com farinha de algaroba e submetidos à análise sensorial. A farinha de algaroba utilizada na formulação do biscoito com maior aceitação, foi submetida à caracterização granulométrica, morfológica, reológica, físico -química, determinação dos minerais e utilizada para produção de biscoitos, mediante planejamento experimental. As cinco melhores formulações de biscoito foram submetidas ao teste de aceitação sensorial; a atividade de água, firmeza, fraturabilidade e cor das três formulações de biscoitos com maior aceitação foram analisadas durante 120 dias de armazenamento; a partir dos resultados obtidos pode-se afirmar que os modelos matemáticos de Fick, Page, Cavalcanti Mata, Exponencial de Dois Termos e Henderson & Pabis, representaram satisfatoriamente os dados experimentais
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Farinha de algaroba em dietas para tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus)

Farinha de algaroba em dietas para tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus)

De acordo com os dados obtidos, um dos piores resultados de consumo alimentar da ração (P<0,05) foi o do nível de substituição de 100% da FVA pelo milho. Vindo assim também alterar o ganho de peso em comparação ao tratamento controle. O que difere dos resultados encontrados por Silva et al. (2002a) onde a algaroba alterou o consumo da ração (P>0,05) mas não alterou o ganho de peso em codornas japonesas.

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Enriquecimento proteico da palma forrageira e da algaroba por fermentação semissólida.

Enriquecimento proteico da palma forrageira e da algaroba por fermentação semissólida.

Entretanto, em algumas regiões têm-se constatado a incidência de uma doença chamada de “cara torta”, possivelmente ocasionada pelo uso exclusivo das vagens de algaroba na alimentação animal, devido ao desvio lateral de cabeça que o animal realiza para manter o alimento na boca durante a mastigação, como também intoxicação nos animais. Todavia, como forma de prevenção, tem sido recomendado aos criadores fornecer aos rebanhos uma alimentação balanceada, evitando a exclusividade de vagens sob períodos prolongados, superior a 60 dias (LIMA, 2005).
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A utilização da algaroba como alternativa de desenvolvimento socioeconômico do semi-árido baiano

A utilização da algaroba como alternativa de desenvolvimento socioeconômico do semi-árido baiano

No caso APAEB – Valente, constata-se que essa associação, no decorrer dos anos, desde a sua criação, obteve grande desenvolvimento na área de comércio, indústria e educação, trazendo aumento de emprego para Valente e região circunvizinha. Com a preocupação de preparar o agricultor para a convivência com o semi-árido, criou-se um programa de reflorestamento, utilizando, dentre várias plantas, a Algaroba. Os agricultores obtiveram incentivos no início do plantio, mas desde a sua implantação não conseguiram nenhum retorno financeiro: a quantidade de vagem produzida foi muito pequena, insuficiente para garantir a alimentação dos animais, principalmente nos períodos de seca, tendo a região enfrentado longos períodos de estiagem nos últimos cinco anos. Essa situação levou o agricultor a não mais acreditar que as mudas plantadas ainda trarão resultados e só não exterminam a Algaroba devido ao incentivo financeiro que receberam da associação.
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Valorização de resíduos agroindustriais de mamona e de algaroba por meio do processo de pirólise

Valorização de resíduos agroindustriais de mamona e de algaroba por meio do processo de pirólise

, em duas diferentes condições: a 700 °C com taxa média de média de aquecimento 160 °C·min -1 ; e a 900 °C com taxa média de média de aquecimento 224 °C·min -1 , ambas com tempo de residência de 5 min na temperatura final. Os produtos da pirólise (bio-óleo, biochar e gases não condensáveis) foram caracterizados. Além disso, o biochar produzido foi aplicado como adsorvente na captura de CO2 e em reações de gaseificação com CO2. Um carvão ativado comercial foi utilizado como base de comparação nos ensaios de adsorção. Os gases formados na pirólise foram o H2, CO, CO2 e CH4. Nos bio-óleos produzidos foram identificados aproximadamente 180 compostos divididos em compostos oxigenados (ácidos, ésteres, cetonas, aldeídos, fenóis, álcoois, éteres e furanos), hidrocarbonetos, compostos nitrogenados e compostos sulfurados. Os biochars produzidos apresentaram potencial para serem utilizados em processo de produção de energia por possuírem poder calorífico comparáveis a alguns combustíveis fósseis e de outras biomassas. Em relação à capacidade de captura de CO2 na temperatura de 25 °C o carvão ativado adsorveu maior quantidade de CO2 (105,24 mgCO₂·gCA -1 ) que os biochars do bagaço das vagens de algaroba (40,09- 65,14 mgCO₂·g biochar
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Elaboração de filmes de emulsão a partir de galactomanano de algaroba e xiloglucano de tamarindo

Elaboração de filmes de emulsão a partir de galactomanano de algaroba e xiloglucano de tamarindo

E xiste, atualmente, um interesse crescente no uso de materiais extraídos de recursos agrícolas renová veis ou subprodutos industriais, devido a sua maior disponibilidade e como uma alternativa para fornecer maior valor agregado a estes subprodutos. E ssa necessidade tem motivado a busca por novos materiais com habilidades de formaçã o de películas. Os polissacarídeos, tais como os galactomananos (GM) e os xiloglucanos (X G) extraídos da algaroba (Prosopis juliflora) e do tamarindo (T am arindus indica), respectivamente, podem ser estes materiais alternativos utilizados para a produçã o de filmes e revestimentos, tendo como base a sua biodegradabilidade, capacidade de formaçã o de redes polimé ricas coesas e segurança para o uso em alimentos. O objetivo desta pesquisa foi elaborar e analisar as propriedades físicas de filmes obtidos a partir de GM de algaroba e X G de tamarindo, emulsionados com ó leos vegetais, ó leo de palma (OP) e ó leo de gergelim (OG ), respectivamente. Os rendimentos de extraçã o de GM e X G foram 6,6 e 10,1% (m/m), respectivamente. Por meio dos sinais dos carbonos anomé ricos identificados por R MN (R essonância Magné tica Nuclear), foi possível confirmar a presença de GM e X G nos materiais extraídos. A s bandas características de polissacarídeos, na amostra, foram identificadas por F T IR ( F ourier T ransform Infrared Spectroscopy) na regiã o em torno de 750 - 1300 cm
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A farinha de Rami como sucedâneo da farinha de fêno da alfafa, na alimentação de pintos.

A farinha de Rami como sucedâneo da farinha de fêno da alfafa, na alimentação de pintos.

fizeram um ensaio de competição, com replicação, no qual foram utilizados 180 pintos da raça White American, substituindo 5% de farinha de fêno de alfafa por igual quanti- dade de fari[r]

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Aguardente bidestilada de algaroba envelhecida em barris de diferentes madeiras.

Aguardente bidestilada de algaroba envelhecida em barris de diferentes madeiras.

O objetivo deste trabalho foi produzir aguardente bidestilada de algaroba e armazená-la em três diferentes tipos de madeiras (algarobeira, carvalho e cerejeira) com aplicação de três níveis de tosta, exercido por diferentes tempos de queima, na superfície interna de cada barrica. Determinaram-se as características físico-químicas (teor de água, proteína, açúcares redutores, açúcares não redutores e açúcares totais, minerais, carboidratos e acidez total) das vagens de algaroba in natura, após a prensagem e do caldo da algaroba na primeira e na segunda extração. Do caldo da algaroba foi selecionada uma cepa de levedura, a qual foi isolada e analisada do ponto de vista genético, por meio da metodologia de amplificação de DNA por eletroforese usando-se como iniciador (GTG)5 identificada como uma linhagem da Saccharomyces cerevisiae. Estudou-se a influência da velocidade de destilação e de aeração sobre os parâmetros físico-químicos, aplicando-se um planejamento fatorial 2 2 com três pontos centrais, na produção de aguardente bidestilada de algaroba Utilizaram-se barricas de algarobeira, cerejeira e carvalho, com tempos de um, dois e três minutos de queima na superfície interna da aduela. Na vagem de algaroba foram encontrados valores de açúcares totais, proteínas e minerais, de 35,9, 8,46 e 7,8% respectivamente, o que comprova seu potencial para a produção de aguardente; uma extração foi conseguida a partir da vagem hidratada, com valores de 17,92, 15,36 e 2,56% de açúcares totais, açúcares não redutores e de açúcares redutores, respectivamente. Selecionou-se uma linhagem de levedura existente no seu caldo de algaroba caracterizada como sendo Saccharomyces cerevisiae. A aguardente bidestilada de algaroba se encontra dentro dos parâmetros físico-químicos analisados e exigidos pelo M.A.P.A (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) exceto quanto aos congêneres de álcoois superiores de 584,50 mg.100mL -1 e soma dos componentes secundários de 627,29 mg.100mL -1 . Quanto ao contaminante carbamato de etila, foram registrados níveis abaixo de 50 µg.L -1 quando se avaliou o efeito da velocidade de destilação e de 69,8 µg.L -1 quando se utilizou a aeração, sendo esses valores inferiores aos 150 µg.L -1 exigidos pela legislação. Dentre as aguardentes de algaroba submetidas a diferentes tipos de barricas estudadas (Algaroba, Carvalho e cerejeira) a de carvalho, submetida à queima da aduela por 2 minutos (c2) foi a que obteve melhor aceitação com valores de 74% para aparência, 76% para o aroma, 58% para o sabor e 64% para a impressão global
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Processamento das vagens de algaroba (Prosopis juliflora) para produção de bioprodutos.

Processamento das vagens de algaroba (Prosopis juliflora) para produção de bioprodutos.

Os critérios utilizados para uma boa escolha dos modelos que se ajustam aos dados experimentais parte dos princípios estatísticos do coeficiente de determinação (R 2 ) e do desvio médio relativo (P). De acordo com a Tabela 9, observa-se que R 2 do modelo de GAB foi melhor que o encontrado no ajuste com o modelo de BET, apresentando um coeficiente de determinação de 0,998, e obteve-se com este modelo um menor desvio médio percentual de 3,60%, demonstrando assim, o melhor modelo de ajuste para esses dados. Lomauro et al. (1985) afirmam que os modelos que apresentam desvios percentuais abaixo de 10% são considerados aceitáveis. Pesquisando as isotermas de adsorção da farinha de pupunha nas temperaturas de 15 e 35 ºC, Ferreira & Pena (2003), encontraram também um bom ajuste aos dados dos experimentos utilizando o modelo de GAB. Almeida et al. (2003) em pesquisa com a umidade de equilíbrio das vagens de algaroba verificaram um ajuste ao modelo de GAB com o coeficiente de determinação no valor de 99,81% e um desvio padrão de 2,44% para a temperatura de 30 ºC.
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Absorção e distribuição de chumbo em plantas devetiver, jureminha e algaroba.

Absorção e distribuição de chumbo em plantas devetiver, jureminha e algaroba.

por 45 dias. O delineamento empregado foi o inteiramente casualizado, em parcela subdividida, com três repetições. A parcela principal foi representada pelas espécies, enquanto a subparcela foi constituída pelas doses de Pb. Foram constatadas reduções significativas na matéria seca da raiz, parte aérea e planta inteira das três espécies estudadas de acordo com a elevação das doses de Pb. Com base nas doses críticas de toxidez, constatou-se que o vetiver demonstrou maior tolerância à contaminação com Pb que as demais espécies. A raiz apresentou maior sensibilidade à contaminação com Pb nas plantas de vetiver e algaroba, tendo a jureminha apresentado comportamento similar entre os compartimentos da planta. Os teores
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“Nascer como uma algaroba e crescer como um juazeiro” - os Xokó da ilha de São Pedro

“Nascer como uma algaroba e crescer como um juazeiro” - os Xokó da ilha de São Pedro

Assim, ao entrevistar fontes locais entre os Xokó na ilha de São Pedro e o pajé Júlio Suíra em Porto Real do Colégio (AL) nos meses de novembro e dezembro d[r]

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FARINHA DA LARVA DE MOSCA DOMÉSTICA EM SUBSTITUIÇÃO A FARINHA DE PEIXE NA DIETA DO TAMBAQUI

FARINHA DA LARVA DE MOSCA DOMÉSTICA EM SUBSTITUIÇÃO A FARINHA DE PEIXE NA DIETA DO TAMBAQUI

Esta pesquisa foi desenvolvida para testar a hipótese de que a farinha da larva de mosca domestica (FLMD) pode substituir a farinha de peixe (FP) na alimentação do tambaqui como principal fonte proteica. Foi realizada a análise bromatológica dos ingredientes e das dietas experimentais. O perfil aminoacídico da FLMD laboratório privado. Foram utilizados 20 aquários, sete alevinos (2,01 ± 0,01g) e (4,42 ± 0,07cm) por aquário. Delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e quatro repetições. As dietas experimentais: 0, 25, 50, 75 e 100% de substituição de FP por FLMD, com 32% PB. Os parâmetros da água foram aferidos duas vezes ao dia, os resultados obtidos permaneceram adequados para a criação desta espécie. O período experimental foi de 60 dias. Os alevinos foram alimentados até a saciedade aparente, quatro vezes ao dia. Foram realizadas duas biometrias totais a inicial e a final. Foram avaliados sobrevivência (S), o peso médio final (PMF), ganho de peso médio (GPM), ganho de peso médio diário (GPMD), taxa de crescimento específico (TCE), conversão alimentar aparente (CAA), consumo diário de ração aparente (CDRA), e os índices hepatossomático (IHS) e de gordura víscerossomática (IGV). Para determinação dos parâmetros hematológicos foram coletados aleatoriamente quatro peixes, sendo realizado um ―pool‖ de sangue de cada repetição por tratamento para as análises de hemograma completo e bioquímica em laboratório privado. Foram utilizados contrastes polinomiais para testar o efeito linear e quadrático dos níveis de substituição sobre os parâmetros avaliados pelo comando PROC GLM do pacote estatístico SAS (Statistical
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Avaliação do microclima em área de caatinga e área reflorestada com algaroba no semiárido.

Avaliação do microclima em área de caatinga e área reflorestada com algaroba no semiárido.

TABELA B.2 - VALORES MEDIOS DIARIOS DE EVAPOTRANSPIRACAO ESTIMADOS PELO METODO DA RAZAO DE BOWEN (mm/d), PARA AS AREAS. DE CAATINGA E ALGAROBA, APOS 0 PERIODO CHUVOSO.[r]

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TESE_Estudo da farinha e da goma de algaroba (Prosopis spp.)

TESE_Estudo da farinha e da goma de algaroba (Prosopis spp.)

The algarroba (Propopis spp.), a Leguminous tree found in arid and semi-arid regions of Bolivia and Brazil, is underused, mainly due to lack of knowledge of its chemical, physical and functional characteristics. The objective of this study was to determine the chemical composition of the fruit of different species of algarrobo from Bolivia and Brazil, to make muffins, and to characterize the gum in the flour and seed and its possible hypoglycemic effect. Functional characteristics of grain size, water and oil absorption, color, pH and acidity were determined. Proximal composition, amount of starch, sugars, minerals and in vitro protein digestibility were analyzed. The antinutritional factors studied were: saponin, hemagglutination activity, trypsin inhibitor, polyphenol, nitrate, oxalate and phytate. Algarroba (Prosopis alba) fruit flour (AFF) was added in formulating muffins aimed at increasing the proportion of dietary fiber and decreasing the concentration of sugar. Muffins were prepared with 0%, 10%, 20%, 30%, 40% and 50% of algarroba fruit flour. Texture profile analyses were conducted by dual compression or TPA (hardness, springiness and cohesiveness). An acceptance test and shopping intentions was carried out using a structure hedonic scale. To extract the gum from the AFF from P. juliflora a technique was selected which obtained the highest proportion of soluble fiber. Gum extracted from the seeds of P. alba was added in 25 and 50% above the proportion of soluble fiber in the diet control animal used in the experiment to verify the possible effect of this in diabetic mice. The fruit of algaroba produces flour with good capacity to absorb water and oil, absorbing water up to 2.55 times its own weight (P. alba). In the oil absorption of P. chilensis is highlighted. The color results indicate meal with clear characteristics of light, slight tendency to red and pronounced yellowing. Flour showed a good source of iron, potassium and phosphorus and deficient in calcium. The average levels of crude protein (10.05 g 100 g -1 dry mather - DM), ash (3.68 g 100 g -1
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Eficiência da farinha desengordurada de gergelim como complemento protéico da farinha extrudada de caupi1.

Eficiência da farinha desengordurada de gergelim como complemento protéico da farinha extrudada de caupi1.

A farinha extrudada de caupi (FEC) foi obtida da seguinte maneira: procedeu-se à moagem dos grãos em moinho de discos, e posteriormente adicionou-se água até obter-se farinha de feijão com 23% de umidade. A farinha úmida foi então extrudada em uma extrusora com rosca simples, e posteriormente foi secada em estufa com circu- lação forçada de ar, e temperatura entre 50ºC e 55ºC, durante 12 horas. O produto seco foi processado em moinho de disco e depois acondicionado em sacos de plástico tipo Zippy, e guardados em freezer doméstico até 24 horas antes do uso.

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Inês da Silva Farinha

Inês da Silva Farinha

Figure 11 – PHB production in fed-batch reactor with MR medium and lactose, by E. coli CML 3-1; a) PHB content and PHB, active biomass, ammonia and lactose concentrations, b) pH, pO 2[r]

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