Farinhas - fortificação

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Níveis de hemoglobina e prevalência de anemia em gestantes atendidas em unidades básicas de saúde, antes e após a fortificação das farinhas com ferro .

Níveis de hemoglobina e prevalência de anemia em gestantes atendidas em unidades básicas de saúde, antes e após a fortificação das farinhas com ferro .

Considerando que, em nosso meio, os dados sobre anemia em gestantes, além de pontuais, apresentam grande variabilidade nas diversas localidades, o presente estudo se destaca por apresentar uma base de referência importante para o município de Maringá, PR, em particular, e para o país em geral, uma vez que avaliou amostra repre- sentativa de gestantes atendidas em todas as unidades básicas de saúde do município. O fato de ter analisado níveis de he- moglobina e ocorrência de anemia, antes e após a regulamentação da fortificação das farinhas, proporciona um diagnóstico referencial ou baseline, e a evolução do problema após pelo menos um ano de efe- tiva implementação da estratégia. Não se observou diferença nas prevalências de ane- mia, que se mostraram baixas, tanto antes quanto após a fortificação das farinhas. Tais resultados são importantes e representam feedback positivo para os serviços públicos de saúde do município e os profissionais de saúde que lá atuam.
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Prevalência e distribuição espacial de defeitos do tubo neural no Estado de São Paulo, Brasil, antes e após a fortificação de farinhas com ácido fólico.

Prevalência e distribuição espacial de defeitos do tubo neural no Estado de São Paulo, Brasil, antes e após a fortificação de farinhas com ácido fólico.

Para o cálculo da prevalência no Estado de São Paulo e em seus municípios, dividiu-se o nú- mero de casos de defeitos do tubo neural entre nascidos vivos pelo total de crianças nascidas vi- vas nos períodos antes e após a fortificação das farinhas de trigo e milho com ferro e ácido fólico e, posteriormente, a proporção obtida foi multi- plicada por mil. As prevalências de defeitos do tubo neural no estado foram analisadas segun- do características maternas, por período (antes e após a fortificação). Odds ratio (OR) e respectivos intervalos de 95% de confiança (IC95%) foram utilizados para análise dos dados, realizada com uso do software R (The R Foundation for Statis- tical Computing, Viena, Áustria; http://www.r- project.org), de domínio público, disponível na Internet.
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Fortificação das farinhas com ferro e controle da anemia em gestantes de Teresina, Piauí, Brasil.

Fortificação das farinhas com ferro e controle da anemia em gestantes de Teresina, Piauí, Brasil.

pectiva populacional, os resultados não são tão favoráveis. Estudo de série temporal desenvolvido no sul do Brasil, que avaliou o efeito da fortificação das farinhas anteriormente a essa medida, 12 e 24 meses após sua implantação, não observou efeito dessa intervenção nos níveis de Hb das crianças estudadas, o que para os autores poderia ser parcialmente explicado pelo baixo consumo de alimentos preparados à base de farinhas e/ou pela baixa biodisponibilidade do ferro adiciona- do 24 .

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Anemia e nível de hemoglobina em gestantes de Cuiabá, Mato Grosso, Brasil, antes e após a fortificação compulsória de farinhas com ferro e ácido fólico, 2003-2006.

Anemia e nível de hemoglobina em gestantes de Cuiabá, Mato Grosso, Brasil, antes e após a fortificação compulsória de farinhas com ferro e ácido fólico, 2003-2006.

Trata-se de um estudo retrospectivo, com dois cortes transversais, realizado com amostras inde- pendentes em momentos distintos: junho/2003 a junho/2004; e junho/2005 a junho/2006. O presente estudo compôs o projeto ‘Impacto da fortificação das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico na concentração de hemoglobina de gestantes atendidas em serviços de saúde da rede pública’ e foi desenvolvido no município de Cuiabá, capital do estado de Mato Grosso (MT), localizado na região Centro-Oeste do Brasil. Em 2010, Cuiabá-MT contava com uma população residente estimada em 551.098 habitantes, índice de desenvolvimento humano (IDH) de 0,785 e mortalidade infantil de 15,49 por 1000 nascidos vivos. 11
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Análise do processo de implementação da estratégia de fortificação obrigatória das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico no Brasil

Análise do processo de implementação da estratégia de fortificação obrigatória das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico no Brasil

A partir da construção temporal do processo de implantação e implementação da fortificação das farinhas de trigo e de milho, realizado nesta pesquisa, observou-se, no documento “Memória da Reunião Técnica sobre a Fortificação de Farinha de Trigo e Milho com Ferro (1999)”, discussão específica do tema “normas e regulamentos técnicos para registro de produtos e rotulagem”. Os principais tópicos discutidos, a época do planejamento (1999 - 2002), foram a elaboração de nova resolução – com definição dos limites mínimos e máximos da fortificação, padronização do controle de qualidade nas indústrias, escolha do modelo de fiscalização, e apoio técnico para implantação da fortificação nas indústrias moageiras de trigo e de milho (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1999).Esses encaminhamentos dizem respeito ao planejamento da etapa de monitoramento e avaliação, fundamentais no controle e na análise da qualidade do processo de fortificação de alimentos, principalmente se esse processo contempla uma ação de saúde pública. Para o alcance da efetividade dessa estratégia é preciso, desde o início, planejar as atividades que irão compor o desempenho operacional e projetar a eficiência da implementação (ALLEN et al., 2006).
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Estimativa de folato na dieta de gestantes: o papel da fortificação de farinhas e...

Estimativa de folato na dieta de gestantes: o papel da fortificação de farinhas e...

Partindo-se do pressuposto que a maioria das gestações, em países em desenvolvimento, não é planejada (HUHTA; HERNANDEZ-ROBLES, 2005) e que este tem sido o principal obstáculo para garantir o uso do suplemento de ácido fólico para a prevenção de DTN em mulheres em idade fértil, diversos países tornaram obrigatória à fortificação de farinhas com ácido fólico (WHEN et al.; 2008). Nos Estados Unidos, a medida adotada é de 140µg/100g nos cereais manufaturados como farinha, arroz, pães, macarrão, entre outros (FDA, 1996). No Canadá o programa de fortificação objetivando reduzir a incidência de DTN determinou o enriquecimento de 150µg de ácido fólico para 100g de farinha. No Chile a medida mandatória é de 220µg/100g do produto e na Costa Rica é de 180µg/100g (CRIDER; BAILEY; BERRY, 2011).
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Impacto da fortificação das farinhas com ferro no controle da anemia em gestantes:...

Impacto da fortificação das farinhas com ferro no controle da anemia em gestantes:...

estudos experimentais que adotaram o aumento do consumo do ferro como estratégia com vistas ao controle da anemia mostrou resultados positivos, os resultados que vem sendo divulgados após a implantação do Programa de Fortificação das Farinhas mostram-se divergentes aqui no Brasil, diferentemente de países europeus onde a efetividade desta estratégia tem sido alcançada amplamente (RAMAKRISHNAN e YIP, 2002). Como pode ser visto no Quadro 3, a maior parte dos estudos que compõem o projeto “Impacto da Fortificação das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico, na concentração de hemoglobina de gestantes atendidas em serviços de saúde da rede pública”, do qual este estudo faz parte, mostrou a manutenção da prevalência de anemia nos dois períodos, sendo poucos os resultados positivos e havendo, mesmo, resultados negativos o que, obviamente, não pode ser atribuído à fortificação.
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Anemia em gestantes brasileiras antes e após a fortificação das farinhas com ferro.

Anemia em gestantes brasileiras antes e após a fortificação das farinhas com ferro.

No presente estudo, os dados foram obtidos de prontuários, aspecto que pode ser considerado como limitação devido à qualidade das informações, nem sempre padronizadas. Porém, a utilização de dados secundários permitiu avaliar elevado número de casos (12.119 gestantes atendidas em serviços públicos de saúde). Desse modo, foi possível realizar diagnóstico referencial ou baseline do problema da anemia em gestantes e sua evolução, pelo menos um ano após a efetiva implementação da fortifi cação das farinhas. Revisão bibliográfi ca desde os anos 1970 encontrou que grande parte dos estudos sobre prevalência de anemia em gestantes brasileiras foi desenvolvida no Estado de São Paulo, com resultados que as classifi cam como de nível epidemiológico moderado a severo, sugerindo que a prevalência de anemia seria ainda mais preocupante nos estados menos desenvolvidos e com menor acesso aos serviços de saúde. 6 Os resultados do presente
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Efeito da fortificação de farinhas com ferro sobre anemia em pré-escolares, Pelotas, RS.

Efeito da fortificação de farinhas com ferro sobre anemia em pré-escolares, Pelotas, RS.

sistematicamente, foram coletadas amostras de farinhas trigo, encaminhadas para análise da concentração em ferro no Laboratório de Química dos Alimentos (LQA) da Universidade Federal de Pelotas. Paralelamente, foi conduzido um censo das farinhas e massas disponíveis no comércio de atacado e varejo da cidade de Pelotas, para verifi car se o mercado já estava abastecido com o produto fortifi cado, indicado em suas embalagens. Amostras de farinhas do mercado foram analisadas no LQA e também enviadas para o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, para validação dos resultados.
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Prevalência de anemia em gestantes e a fortificação de farinhas com ferro.

Prevalência de anemia em gestantes e a fortificação de farinhas com ferro.

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Alimentos sujeitos à fortificação compulsória com ferro: um estudo com gestantes.

Alimentos sujeitos à fortificação compulsória com ferro: um estudo com gestantes.

Esta investigação faz parte de um estudo mais amplo que objetivou avaliar o impacto da fortificação das farinhas de trigo e de milho com ferro das gestantes atendidas pelo pré-natal do HUB. Trata-se de um estudo de cunho descritivo, que contemplou uma série temporal com duas avaliações, em intervalo de 12 meses. Portanto, foram realizados dois inquéritos transversais com gestantes atendidas no ambulatório de pré-natal do HUB. O primeiro momento, de maio a agosto de 2004, imediatamente anterior à entrada em vigor da nova medida regulatória, permitiu a construção de uma linha de base e o segundo momento, de maio a agosto de 2005, um ano após a implementação da RDC nº 344 9 , possi-
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O impacto da fortificação de alimentos na prevenção da deficiência de ferro

O impacto da fortificação de alimentos na prevenção da deficiência de ferro

representatividade de aproximadamente 60% do mercado bra- sileiro de farinhas de trigo, constatou, dentre outros, que o ferro reduzido é o produto mais utilizado pelos moinhos, para fortificar as farinhas de trigo de uso industrial e doméstico, devido ao baixo custo.A nossa experiência com fortificação de alimentos nos faz acreditar que o tema ainda é uma vertente a ser discutida tanto no meio acadêmico quanto governamental e institucional, de modo a estabelecer medidas de prevenção e controle da anemia nos diferentes estratos da população.

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J. Pediatr. (Rio J.)  vol.79 número2

J. Pediatr. (Rio J.) vol.79 número2

Administration (FDA), de 140mcg/100g. Entretanto, as evidências disponíveis indicam que as mulheres em idade reprodutiva deveriam receber 400 mcg/dia, o que dificil- mente seria alcançado com a adição de ácido fólico na quantidade prevista 10 . Nos Estados Unidos, as concentra- ções exigidas pelo FDA levam a mulher norte-americana a consumir 100mcg/dia, apenas um quarto do recomendado para a prevenção dos DTN 10 . No Chile, as concentrações são maiores, 220mcg/100g, mas apenas a farinha de trigo é enriquecida 5 . Organizações norte-americanas, como a American Academy of Pediatrics e o Center of Diseases Control, têm recomendado que a concentração necessária seria de 350 mcg/100g 9,11 . Seria também importante con- siderar o hábito alimentar das mulheres brasileiras para se estabelecer a concentração mais adequada. A adição de ácido fólico aos alimentos é uma medida inquestionável na prevenção primária dos DTN, assim como as vacinas pre- vinem uma série de doenças infecciosas 10 . Sua adoção ainda tardará 18 meses a contar da data da publicação do regulamento. Enquanto se aguarda a adequação da indús- tria para a fortificação de seus produtos e, mesmo após, outras medidas precisariam ser tomadas: (1) providenciar que os DTN sejam incluídos na lista de doenças de notifi- cação compulsória, com o objetivo de se determinar sua prevalência atual nas diferentes regiões do país e compará- la com a prevalência posterior à adoção do regulamento técnico, objetivando eventuais correções; (2) desencadear uma campanha educativa populacional sobre a importância do ácido fólico na prevenção dos DTN, recomendando que as mulheres em idade fértil o consumam na dose 0,4 mg/dia sob a forma de suplementação vitamínica e, para tanto, a indústria farmacêutica deveria ser estimulada a produzir ácido fólico nesta concentração, ainda não disponível no Brasil; e (3) a dose recomendada para mulheres com gesta- ção anterior afetada por DTN é 10 vezes maior, ou seja, 4 mg/dia. Esta dose não será alcançada pela adição do ácido fólico às farinhas, e seria necessária suplementação sob a forma de comprimidos.
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Estudo clínico e epidemiológico de fissuras orofaciais.

Estudo clínico e epidemiológico de fissuras orofaciais.

As análises descritivas foram conduzidas pelo tipo de FO, idade, sexo, presença de anomalias associadas, clas- sificação de FO sindrômicas e sistema acometido pela mesma. Para avaliar a relação entre os vários parâmetros FL, FLP e FP, utilizamos o teste Qui-quadrado (c²). A razão de chances (intervalo de confiança de 95%) foi utilizada para comparar o tipo de FO com o sexo, e a prevalência de nascimentos com FO antes e depois da fortificação das farinhas com ácido fólico no Brasil. Os valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos.
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Prevalência de defeitos do tubo neural no estado de São Paulo antes e após a fortificação...

Prevalência de defeitos do tubo neural no estado de São Paulo antes e após a fortificação...

Em relação ao pré-natal, os resultados evidenciaram maior prevalência de DTN entre mães com menor número de consultas (p<0,05), tanto no período anterior quanto posterior à fortificação das farinhas, de forma similar ao verificado por Pacheco et al. (2009). Nascimento (2008) também encontrou risco mais elevado de DTN entre mães com menor número de consultas, porém sem significância estatística. Apesar disso, a redução significativa na prevalência de DTN após a fortificação somente entre as mães que realizaram sete consultas ou mais de pré-natal sugere provável suplementação medicamentosa com ácido fólico no primeiro trimestre da gestação, condição comprovadamente associada com prevenção de DTN (Czeizel e Dudás, 1992; Abransky et al., 1999; Busby et al., 2005; Lunley et al., 2007). Assim, além da suplementação preventiva com ácido fólico no período pré-gestacional (60 a 90 dias antes da concepção), o Ministério da Saúde recomenda o início precoce do pré-natal, com realização de sete ou mais consultas (Brasil, 2006).
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Biomarcadores do estado nutricional de ferro e estresse oxidativo em adultos

Biomarcadores do estado nutricional de ferro e estresse oxidativo em adultos

Objetivo O excesso de ferro corporal tem sido associado a fatores dietéticos, aumentando a preocupação que o impacto da fortificação universal com ferro das farinhas de trigo e milho, adotada no Brasil, possa ter entre indivíduos com estado corporal de ferro adequado. Por catalisar reações de geração de espécies reativas de oxigênio, o ferro tem sido associado ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis e ao envelhecimento precoce. Este estudo teve por objetivos investigar possíveis associações e correlações entre a ingestão dietética de ferro total, hêmico e inorgânico e os biomarcadores de estresse oxidativo em indivíduos adultos e avaliar a contribuição das farinhas fortificadas no consumo de ferro dietético da amostra estudada. Materiais e métodos Os dados foram coletados de 134 indivíduos supostamente saudáveis, acima dos 18 anos, selecionados aleatoriamente que participaram do estudo piloto do projeto “Prevalência dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis no Distrito Federal – Brasil (VIVA saúde - DF)”, um estudo transversal. Foram analisadas as concentrações séricas de malondialdeído (MDA), proteínas carboniladas (PC) e ferritina e o consumo dietético de ferro total, hêmico, inorgânico e proveniente da fortificação. Foram dosados os teores de ferro total dos farináceos mais consumidos pela amostra estudada e avaliada a prevalência de inadequação aparente do consumo dietético de ferro total. Resultados Todas as marcas dos produtos analisados estavam fortificadas com ferro. As farinhas de trigo e milho apresentaram concentração de ferro proveniente da fortificação superior ao estabelecido na legislação. A prevalência de inadequação aparente do consumo dietético de ferro total foi de 21%, 23% e 12% entre mulheres de 19 a 50 anos, mulheres maiores de 50 anos e homens, respectivamente. O ferro proveniente da fortificação representou 22% (16 - 49%) do consumo de ferro dietético total. Para a população total, verificou-se uma associação positiva entre as ingestões dietéticas de ferro total e hêmico e a concentração sérica de MDA (p = 0,008 e p = 0,033, respectivamente). Entre as mulheres, a ingestão dietética de ferro inorgânico foi positivamente associada a concentração sérica de PC (p = 0,036). Conclusão Os resultados evidenciam que o maior consumo dietético de ferro, principalmente o ferro hêmico, pode representar um maior risco de doenças associadas ao estresse oxidativo.
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Anemia em gestantes de municípios das regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil.

Anemia em gestantes de municípios das regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil.

Entre as ações governamentais para prevenir e contro- lar as anemias nutricionais no ciclo grávido-puerperal, destaca-se a suplementação medicamentosa com ferro a partir da 20ª semana gestacional a todas as gestantes, des- de a década de 80. Entretanto, ainda hoje esse grupo apre- senta os maiores índices de anemia, de forma que há que se conjecturar a efetividade de tal ação no controle da ane- mia. Mais recentemente, a fortificação das farinhas de tri- go e de milho com ferro e ácido fólico tornou-se obrigató- ria (13) , o que poderá propiciar às mulheres em idade fértil
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Arroz fortificado com ferro, zinco, tiamina e folato: impacto sobre o estado nutricional de pré-escolares e biodisponibilidade de ferro e zinco em ratos Wistar

Arroz fortificado com ferro, zinco, tiamina e folato: impacto sobre o estado nutricional de pré-escolares e biodisponibilidade de ferro e zinco em ratos Wistar

Existem certos passos a serem seguidos para que o programa de fortificação de alimentos alcance bons resultados. Deve-se determinar a prevalência da deficiência do micronutriente, conseguir o suporte da indústria de alimentos e usar compostos com alta biodisponibilidade. É muito importante a seleção correta do tipo de composto a ser utilizado na fortificação, assim como do veículo de transporte, já que os alimentos podem interferir na absorção dos elementos, diminuindo sua biodisponibilidade (SALGUERIO et al., 2002). Além disso, a quantidade de micronutrientes a ser adicionada nos alimentos não deve ultrapassar o valor determinado pela Recommended Dietary Allowance (RDA) para que não provoque efeitos colaterais nas pessoas e não mude as características do produto (ZANCUL, 2004). Outro fator muito importante a ser considerado para o sucesso dos programas de fortificação refere-se a alterações físico-químicas que podem ocorrer tanto no veículo de fortificação quanto no produto final, as quais precisam ser cuidadosamente monitoradas. A fortificação de produtos derivados de cereais, como é o caso da farinha de trigo integral, com novas fontes de ferro e zinco vem ganhando popularidade para superar a deficiência de micronutrientes nos países em desenvolvimento (AKHTAR, ANJUM e ANJUM, 2011).
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Contaminação de águas superficiais e subterrâneas por pesticidas em Primavera do Leste, Mato Grosso

Contaminação de águas superficiais e subterrâneas por pesticidas em Primavera do Leste, Mato Grosso

Tabela 24 – Equações das regressões lineares para a relação entre as concentrações de fortificação e as recuperadas...................................................................................................168 Tabela 25 – Recuperações percentuais (intervalo e média), desvio padrão e coeficiente de variação dos compostos analisados pelo método proposto.....................................................169 Tabela 26 – Média das recuperações e coeficientes de variação dos compostos analisados pelo método proposto .....................................................................................................................171 Tabela 27 – Limites de detecção e quantificação dos herbicidas analisados pelo método proposto ..................................................................................................................................172 Tabela 28 – Resumo de métodos descritos na literatura para os pesticidas estudados...........173 Tabela 29 – Estatística descritiva das variáveis físicas e químicas das amostras de água coletadas em setembro de 1998 (1ª coleta), em Primavera do Leste, Mato Grosso ...............177 Tabela 30 – Estatística descritiva das variáveis físicas e químicas e da concentração de nitrato das amostras de água coletadas em dezembro de 1998 (2ª coleta), em Primavera do Leste, Mato Grosso............................................................................................................................178 Tabela 31 – Estatística descritiva das variáveis físicas e químicas e da concentração de nitrato das amostras de água coletadas em abril de 1999 (3ª coleta), em Primavera do Leste, Mato Grosso .....................................................................................................................................179 Tabela 32 – Estatística descritiva dos resultados das análises de coliformes totais
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A fortificação no contexto da cultura arquitectónica portuguesa entre os séculos XVI e XVIII

A fortificação no contexto da cultura arquitectónica portuguesa entre os séculos XVI e XVIII

Fortificação e arquitetura militar não são exatamente sinónimos, inserindo-se num campo multidisciplinar complexo que envolve arquitetura, engenharia, mate- mática, arte militar, artilharia, urbanismo, arqueologia, história militar, história da ciência e da técnica, história da arte. Se a arquitetura militar respeita à conceção de estruturas edificadas com uma finalidade quase sempre defensiva, já a fortificação envolve não só toda a atividade de invenção e construção de objetos de arquitetura militar, mas também todos os trabalhos necessários às operações militares, incluindo engenhos e o uso inteligente (e interveniente) do terreno, portanto envolvendo mais profundamente a engenharia (tal como hoje a entendemos), implicando assim a con- ceção do próprio sistema de defesa. Nesse sentido, o conceito de fortificação corres- ponde também à noção de um saber — arte ou ciência de fortificar — que organiza um conjunto de regras para a criação de todo o tipo de recursos para tornar forte um determinado sítio e assim defender um território. Nos textos da época é comum a citação conjunta das palavras fortificação e arquitectura militar, refletindo a ambigui- dade desta mesma distinção.
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