Fases cristalinas

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Quantificação de Fases Cristalinas de Incrustações em Colunas de Produção de Petróleo pelo Método Rietveld

Quantificação de Fases Cristalinas de Incrustações em Colunas de Produção de Petróleo pelo Método Rietveld

A escolha da DRX como técnica se fez pela sua simplicidade e rapidez, sendo esta técnica não destrutiva e com alto grau de confiabilidade dos resultados obtidos, pois o perfil de difração obtido é característico para cada fase cristalina. Além disso, a possibilidade de análise de materiais compostos por uma mistura de fases e uma análise quantitativa destas fases foi preponderante no processo de escolha de tal técnica. Vale ressaltar também que ela é a mais indicada para a determinação das fases cristalinas presentes na amostra, porque na maior parte dos sólidos (cristais), os átomos se ordenam em planos cristalinos separados entre si por distâncias da mesma ordem de grandeza dos comprimentos de onda dos raios X. Dessa forma, ao incidir um feixe de raios X em um cristal, o mesmo interage com os átomos presentes e origina o fenômeno de difração (Albers et al., 2002).
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Microestrutura, fases cristalinas e propriedades elétricas de porcelanas aluminosas contendo diferentes concentrações de Fe2O3sinterizadas em atmosfera redutora e oxidante.

Microestrutura, fases cristalinas e propriedades elétricas de porcelanas aluminosas contendo diferentes concentrações de Fe2O3sinterizadas em atmosfera redutora e oxidante.

As fases cristalinas formadas durante a sinterização foram identificadas por difração de raios X. O ensaio foi realizada em um difratômetro Philips X’Pert MPD utilizando uma fonte de radiação Cu-kα (1,5406 Å), operando em 40 kV e 40 mA. Os difratogramas foram obtidos na faixa de 10 a 90° (2θ) com um passo de 0,05°. As fases foram identificadas utilizando o software X-Pert plus. Amostras sinterizadas foram polidas e atacadas com uma solução de ácido fluorídrico durante 1 min para observação da microestrutura por microscopia eletrônica de varredura (Jeol JEM 2010) sob uma tensão de aceleração de 20 kV.
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Efeito dos elementos estranhos (foreign íons) sobre a Microdureza Vickers das fases cristalinas em clínqueres co-processados.

Efeito dos elementos estranhos (foreign íons) sobre a Microdureza Vickers das fases cristalinas em clínqueres co-processados.

O foco desse estudo consistiu na determinação do valor médio de mi- crodureza Vickers das fases cristalinas principais de clínqueres oriundos de co-processamento, técnica que incor- pora resíduos durante a sua fabricação, observando-se as suas relações com a presença de elementos estranhos (menores) e variações da composição mineralógica. O estudo da microdureza dos componentes do clínquer se justifi ca por tratar-se de uma ferramenta nova, de fácil implementação e de um processo não destrutivo, o qual, em conjunto com as demais análises (microscopia óptica, fl uorescência e difração de raios X), pode fornecer informações importantes a respeito do processo de queima, tipos de matérias-primas, combustíveis ou co-produtos utilizados e, inclusive, sobre a estimativa de consumo na moagem (Souza, 2007), entre outros aspectos. Os valores de dureza, também, podem ser utilizados em processos de modelagem de microestruturas de concreto, caminho promissor na busca pela redução do número de testes e melhoria incessante da qualidade dos produtos (Velez et al., 2001).
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Avaliação das fases cristalinas de dióxido de titânio suportado em cerâmica vermelha.

Avaliação das fases cristalinas de dióxido de titânio suportado em cerâmica vermelha.

resultados da análise semi-quantitativa das fases cristalinas presentes nas amostras estudadas. A fase anatásio é a fase cristalina majoritária com cerca de 50%, independentemente do tipo de argila usada. Isto é importante devido à fase anatásio ser a fase mais fotoativa do dióxido de titânio, que é altamente desejável em processos de degradação fotocatalítica. Além do mais, dentre as temperaturas testadas, 700 ºC parece ser a mais indicada para obtenção de um suporte poroso de cerâmica vermelha com uma boa resistência mecânica. Nesta temperatura já ocorre à sinterização inicial da argila com a formação dos pescoços interpartículas via mecanismos de sinterização de estado sólido, provavelmente por difusão superficial [17]. De forma que a cerâmica vermelha tem potencial para ser usado como um bom material de substrato poroso para suportar o fotocatalisador (TiO 2 ).
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Tendência de formação vítrea, fases cristalinas solidificadas rapidamente e influência...

Tendência de formação vítrea, fases cristalinas solidificadas rapidamente e influência...

diâmetro de 5 mm (DREHMAN et al., 1982). Na década de 1980 A. Inoue (Universidade de Tohoku, Instituto de Pesquisa em Materiais) e William L. Johnson (Caltech) descobriram ligas multicomponentes com alta tendência de formação vítrea a base de La, Mg, Zr, Pd, Fe, Cu e Ti com grande região de líquido super-resfriado e baixas taxas críticas de resfriamento de 1 a 100ºC.s -1 , comparáveis a vidros óxidos (TELFORD, 2004). A fase amorfa se transforma nas fases cristalinas quando o material sofre um aquecimento contínuo e algumas ligas apresentam transição vítrea e consequentemente uma região de líquido superesfriado em uma faixa de temperatura antes que ocorra a cristalização. Em 1988, A. Inoue descobriu que ligas a base de La, Al e Cu com essa característica e que possuem alta GFA (AXINTE, 2012). Na década de 1990, contudo, novas ligas foram desenvolvidas com taxas críticas de resfriamento tão baixas quanto 1 K/s. Essas taxas de resfriamento podem ser atingidas por simples injeção em moldes metálicos. Estas ligas amorfas em forma de “bulks” podem ser produzidas com espessuras acima de vários centímetros enquanto retém uma estrutura amorfa. As melhores ligas com formação vítrea são baseadas em Zr e Pd, mas ligas baseadas em Fe, Ti, Cu, Mg, e outros metais são também conhecidas. Estas ligas geralmente contêm muitos elementos diferentes e desta forma, com taxas de resfriamento rápidas o suficiente, os átomos constituintes simplesmente não têm tempo de se coordenar em um estado de equilíbrio cristalino antes da interrupção da mobilidade, permanecendo assim no estado de desordenamento.
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Influência das condições de processamento na morfologia e fases cristalinas do PVDF e nas transições de fase do copolímero P(VDF-TrFE)

Influência das condições de processamento na morfologia e fases cristalinas do PVDF e nas transições de fase do copolímero P(VDF-TrFE)

Um elevado número de trabalho foi publicado acerca da preparação e obtenção das diferentes fase do PVDF. Alguns trabalhos recentes mostraram que a cristalização por solução a baixa temperatura (T < 70ºC) resulta em qualquer uma das fases α ou γ ou até mesmo numa mistura de ambas, dependendo do tipo de solvente utilizado [Hlavata et al, 2001, Botino et al, 2002, Yousefi et al, 2003, Euler et al, 2002], contradizendo os resultados obtidos por outros autores que afirmam que sob estas condições a fase β deveria ser predominante [Cestari et al, 1994, Ueno et al, 1999].
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Quím. Nova  vol.30 número7

Quím. Nova vol.30 número7

6,25 para el sistema con SnCl 2 (Figura 3a), la única fase cristalina presente es SnO 2 , a diferencia del sistema con SnSO 4 (Figura 3b) que para valores de pH de 6,40 la casiterita SnO 2 y el Sn 3 O(OH) 2 SO 4 son las principales fases cristalinas. Con el fin de determinar el efecto que tiene el proceso de lavado en agua, sobre los compuestos que existen en el sistema de estaño, se tomaron difractográmas de la muestra al final del proceso de lavado y posterior tratamiento térmi- co a 600 °C para conocer las fases cristalinas presentes. Para el sóli- do obtenido con el precursor de cloruro de estaño a pH 6,25 Figura 4a, la fase cristalina principal es la casiterita, la que mantiene duran- te el proceso de lavado.; al tratar térmicamente la muestra se obser- va el aumento de la cristalización del sólido. En los difractográmas de la figura 4b se observa que después de lavar las muestras 3 veces con agua se elimina el nitrato de amonio NH 4 NO 3 (PDF73-1518) y el sulfato de amonio (NH 4 ) 2 SO 4 (PDF84-0127), sin embargo no es posible eliminar totalmente el ion sulfato ya que el Sn 3 O(OH) 2 SO 4 (PDF30-1376) sigue presente al final del proceso de lavado. Por otro lado, el tratamiento térmico a 600 °C, favorece la presencia del SnO 2 como principal fase cristalina en los sólidos, aunque sigue presente la fase cristalina Sn 3 O(OH) 2 SO 4 en muy poca cantidad.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS

Subseqüentemente, as gotas do spray chocam-se com o substrato, elevando a temperatura até um máximo. Após a deposição, o material resfria através de transferência de calor por condução para o substrato e por convecção para o gás de atomização/atmosfera da câmara de deposição. Com relação ao material depositado, observa-se que a temperatura na interface depósito/substrato foi maior que a temperatura de cristalização da liga (Tx = 585ºC), indicando que o material acima encontrava-se em temperaturas bem maiores. Por outro lado, dada a alta extração de calor do material pelo substrato aliada a convecção para o gás de atomização, o material correspondente a parcela inicial do substrato — itens b) e c) na figura 5.5 — permaneceu nessa temperatura por um tempo relativamente curto, como indicado pela curva do termopar 1 no gráfico da figura 5.6, permitindo a manutenção da estrutura amorfa encontrada nessa parcela do depósito. As outras parcelas apresentaram temperatura na interface depósito/substrato ainda maiores e a extração de calor tanto pelo substrato como pelo gás de atomização não foram suficientes para evitar a formação de fases cristalinas no material depositado subseqüentemente.
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Seleção de esmaltes cerâmicos utilizando um delineamento experimental segundo Taguchi.

Seleção de esmaltes cerâmicos utilizando um delineamento experimental segundo Taguchi.

A obtenção de esmaltes com características adequadas à sua aplicação compreende não só a determinação da composição e obtenção de fritas, mas requer a investigação dos parâmetros para formulação da suspensão a ser aplicada e para o tratamento térmico da superfície esmaltada. A microestrutura da camada esmaltada: fases cristalinas, fase vítrea, distribuição de fases e porosidade irá depender dos parâmetros selecionados para o processo de obtenção, como: temperatura de queima, composição da frita, formulação do esmalte, entre outros. E, por sua vez, a microestrutura obtida irá determinar as características de dureza, resistência química, resistência a manchas e estética da superfície esmaltada. A investigação destes parâmetros demanda a realização de experimentos variando-se os fatores investigados, dentro de certos níveis, avaliando-se, então, quais valores apresentaram
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Filmes finos de nanopartículas de ouro dispersas numa matriz dielétrica de TiO2 com efeito de ressonância de plasmão de superfície localizado

Filmes finos de nanopartículas de ouro dispersas numa matriz dielétrica de TiO2 com efeito de ressonância de plasmão de superfície localizado

tratamentos térmicos a diferentes temperaturas, para as concentrações representadas e (b) dos diferentes tamanhos de grão dos cristais de Au e das fases cristalinas da m[r]

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AVALIAÇÃO DA INCRUSTAÇÃO NA BOMBA DE FUNDO EM POÇOS PRODUTORES DE PETRÓLEO E GÁS: ESTUDO DE CASO

AVALIAÇÃO DA INCRUSTAÇÃO NA BOMBA DE FUNDO EM POÇOS PRODUTORES DE PETRÓLEO E GÁS: ESTUDO DE CASO

A difração de raios X foi realizada em um equipamento da marca Shimadzu modelo LabX XRD – 6000, com radiação CuKα (λ = 1,5418 Ǻ). O difratograma obtido foi analisado pelos programas Search Match v.3.01 e Basic Process da Shimadzu com banco de dados do JCPDS (Joint Committee on Powder Diffraction Standards). Dessa forma, dependendo das fases cristalinas presentes têm-se o conhecimento dos produtos de incrustação e/ou corrosão.

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Study of thermal decomposition of a smokelles propellant.

Study of thermal decomposition of a smokelles propellant.

O estudo termoanalítico da amostra de propelente foi iniciado conforme descrito na parte experimental, obtendo-se as curvas TG/ DTG e DSC nas mesmas condições em que foram realizados os ensaios das respectivas matérias-primas. As curvas TG/DTG e DSC (Figura 3) evidenciam a presença do nitrato de amônio (AN) na formulação do propelente compósito. Isso é confirmado pelo re- gistro dos 3 picos endotérmicos (52, 128 e 170 ºC) característicos das mudanças de fases cristalinas, ocorridas para o AN, os quais são concordantes com os observados na curva DSC da amostra estudada separadamente. Na curva DSC, Figura 2A, o primeiro evento térmico correspondente à transição cristalina do AN (52 ºC) está sobreposto pelo evento endotérmico característico da elimina- ção de água, que ocorre entre 25 e 110 ºC.
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Influência da cristalização na dureza, módulo de elasticidade e tenacidade à fratura por indentação em vitrocerâmicas de dissilicato de lítio (Li

Influência da cristalização na dureza, módulo de elasticidade e tenacidade à fratura por indentação em vitrocerâmicas de dissilicato de lítio (Li

O objetivo do presente trabalho foi avaliar as propriedades mecânicas de vitrocerâmicas à base de dissilicato de lítio, nas quais foram medidos os níveis de cristalização, os quais foram correlacionados com a dureza, o módulo de elasticidade e a tenacidade à fratura por indentação. A partir disso, foram traçados os seguintes objetivos específicos: verificar as fases cristalinas para correlacionar com as propriedades mecânicas; investigar os valores de dureza e módulo de elasticidade por nanoindentação; comparar a dureza Knoop e Vickers; verificar a dependência da carga de indentação sobre os valores de dureza; determinar os valores de tenacidade à fratura por indentação com o aumento da fração cristalina superficial em relação ao vidro dissilicato de lítio, sem tratamento térmico; estudar a fractografia para investigar os padrões de trincas gerados em função do grau de cristalização para os diferentes tratamentos térmicos. A evolução dos padrões de trinca foi utilizada para analisar a variação da tenacidade à fratura por indentação. Para este estudo, escolheu-se o sistema dissilicato de lítio, um dos sistemas vitrocerâmicos mais investigados. Além disso, é um dos poucos sistemas em que a cristalização ocorre homogeneamente no volume, permitindo um controle de microestrutura, isto é, um número e tamanho de cristais por controle cuidadoso do tempo e da temperatura de tratamento térmico. O dissilicato de lítio (Li 2 O.2SiO 2 ) possui vários aspectos interessantes. Constitui um dos mais importantes sistemas vitrocerâmicos, pois foi extensamente investigado, possuindo excelente durabilidade térmica e física, além disso, cristaliza-se mais facilmente que outros vidros alcalinos servindo como modelo para o estudo de sistemas vitrocerâmicos mais complexos. Como vitrocerâmica, é utilizada comercialmente, por exemplo, em próteses dentárias devido à sua boa biocompatibilidade, resistência à compressão, condutividade térmica semelhante à dos tecidos dentais, estabilidade de cor e, principalmente, elevado potencial para simular a aparência dos dentes.
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Aspectos mineralógicos, geológicos e econômicos da esmeralda de Santa Terezinha de...

Aspectos mineralógicos, geológicos e econômicos da esmeralda de Santa Terezinha de...

fismo, tal como ocorre nas rochas encaixantes da esmeralda de Santa Terezinha de Goiás. A1ém das inclusões cristalinas clescritas ante-[r]

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CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA DEPARTAMENTO DE FÍSICA

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA DEPARTAMENTO DE FÍSICA

Para as amostras A2Co e A4Ni, que possuem mesmo diâmetro, o comportamento é o mesmo, apesar das composições e estruturas cristalinas diferentes, sugerindo desta f[r]

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CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA ESTUDOS CRISTALOQUÍMICOS E TEÓRICOS DE DERIVADOS DO DECAHIDROFENANTRENO

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA ESTUDOS CRISTALOQUÍMICOS E TEÓRICOS DE DERIVADOS DO DECAHIDROFENANTRENO

Os resultados dos estudos comparativos entre as estruturas cristalinas e as calculadas, detalhadas no Capítulo 3, mostram que todas estão bastante próximas, isto significa que nest[r]

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INFLUÊNCIA DA BASICIDADE DA ESCÓRIA DE ALTO FORNO COMO ADIÇÃO AO CONCRETO

INFLUÊNCIA DA BASICIDADE DA ESCÓRIA DE ALTO FORNO COMO ADIÇÃO AO CONCRETO

de representar vantagens ao meio ambiente por ser um resíduo. A escória apresenta baixo custo e oferece vantagens técnicas como elevada resistência mecânica, durabilidade em meios agressivos e baixo calor de hidratação. Neste sentido, este trabalho avaliou a influência da utilização de escórias com diferentes teores de basicidade na confecção de concretos estruturais, tanto no estado fresco como no estado endurecido. Para tanto, utilizou-se cinco tipos de amostras com índices de basicidade maior (1,7), menor (1,36) e intermediário (1,48). As amostras foram submetidas a ensaios de pozolanicidade e difração de Raios-X e os concretos fabricados foram submetidos a ensaios de resistência a compressão aos 3, 7, 14, 28 e 63 dias de idade. Também foram realizados os ensaios de módulo de elasticidade estático e dinâmico, tração na compressão diametral, absorção de água por imersão, massa específica e índices de vazios aos 28 dias. As amostras apresentaram-se parcialmente cristalinas e não são pozolanas. As escorias com maiores índices de basicidade proporcionaram menores reduções na resistência a compressão, módulo de elasticidade e tração na compressão diametral. A adição das escorias proporcionou melhorias significativas na porosidade dos concretos, avaliada pela absorção e índices de vazios, o que contribui para a durabilidade.
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Hidrogeoquímica das águas do Rio Paraguai em Corumbá (Estado de Mato Grosso do Sul):...

Hidrogeoquímica das águas do Rio Paraguai em Corumbá (Estado de Mato Grosso do Sul):...

Corumbá, como das cabeceiras dos tributários, pela deconposição de rochas cristalinas do Conplexo Basal, Grupo Cuiabá e intrusi. vas básicas e ácidas[r]

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Mineralogia, inclusões fluidas e aspectos genéticos do topázio imperial da Região...

Mineralogia, inclusões fluidas e aspectos genéticos do topázio imperial da Região...

Estudos das inclusões fluidas e alguns aspectos das inclusões cristalinas; Modelo genético para o topazio imperial da região de Ouro Preto.. a- a-.[r]

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Armazenamento de águas (recarga artificial) por intermédio do fraturamento hidráulico em rochas cristalinas do semiárido do nordeste do Brasil

Armazenamento de águas (recarga artificial) por intermédio do fraturamento hidráulico em rochas cristalinas do semiárido do nordeste do Brasil

Ao tratar do aproveitamento das rochas cristalinas como unidades geológicas fornecedoras de água, recai-se num problema de definição do termo mais apropriado para denominá-las hidrogeologicamente. A utilização do termo aqüífero pode ser aplicada como uma forma genérica para referir-se ao Domínio Cristalino como unidade produtora de água. Gustafson; Kransny, 1994 apud Manoel Filho, 1996), consideram que muitos termos e conceitos normalmente empregados na hidrogeologia deveriam ser revisados ou modificados, no caso de meios muito heterogêneos e descontínuos. O termo aquífero, por exemplo, aplicado a rochas cristalinas fraturadas, deveria ser substituído pela denominação condutor hidráulico.
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