Fatores de regulação miogênica

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Expressão dos fatores de regulação miogênica em cultura de mioblastos submetidos ao TNF-α/IFN-γ

Expressão dos fatores de regulação miogênica em cultura de mioblastos submetidos ao TNF-α/IFN-γ

Introdução: A insuficiência cardíaca (IC) está associada a miopatia dos músculos esqueléticos dos membros, com perda da massa muscular, diminuição na proporção das fibras do tipo I (contração lenta) e aumento na proporção das fibras do tipo II (contração rápida). É provável que alterações na expressão de fatores de transcrição pertencentes à família “basic helix-loop-helix” (bHLH), da qual fazem parte a MyoD, Miogenina, Myf5 e o MRF-4, conhecidos como fatores de regulação miogênica (MRFs), sejam responsáveis pelas mudanças nos tipos de fibras. Enquanto que a Miogenina é expressa em níveis superiores aos da MyoD em músculos lentos, o oposto é verdadeiro para músculos rápidos. Similarmente, a MyoD está associada com a expressão das isoformas de miosina de cadeia pesada rápidas dos tipos IIX e IIB. Estudos in vitro, demonstraram que o TNF-D inibe a expressão de MyoD e miogenina diminuindo a atividade de genes músculo específicos. A ação do TNF-D diminuindo a expressão da MyoD mostra-se mais acentuada quando em associação com o IFN-J, no entanto, há poucas informações na literatura a respeito do papel desta associação na expressão dos fatores de regulação miogênica, in vitro.
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Estudo do músculo diafragma em ratos com insuficiência cardíaca crônica: composição das miosinas e expressão dos fatores de regulação miogênica

Estudo do músculo diafragma em ratos com insuficiência cardíaca crônica: composição das miosinas e expressão dos fatores de regulação miogênica

Estudo do músculo diafragma em ratos com insuficiência cardíaca crônica: composição das miosinas e expressão dos fatores de regulação miogênica / Aline Regina Ruiz Lima.. Coração - Do[r]

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Expressão dos fatores de regulação miogênica, composição das miosinas e trofismos no músculo esquelético periférico de ratos com insuficiência cardíaca crônica

Expressão dos fatores de regulação miogênica, composição das miosinas e trofismos no músculo esquelético periférico de ratos com insuficiência cardíaca crônica

Expressão dos fatores de regulação miogênica, composição das Miosinas e Trofismo no músculo esquelético periférico de ratos com insuficiência cardíaca crônica / Paula Felippe Martinez[r]

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Morfologia e expressão dos fatores de regulação miogênica (MRFS) e IGF-1 no músculo esquelético de ratos submentidos ao treinamento resistido

Morfologia e expressão dos fatores de regulação miogênica (MRFS) e IGF-1 no músculo esquelético de ratos submentidos ao treinamento resistido

célula satélite quiescente e mionúcleo (A). Após um miotrauma (B), as células satélites quiescentes são ativadas, proliferam-se (C) e se diferenciam em mioblastos (E). No miotrauma adaptativo do exercício físico, os mioblastos migram para a região danificada e fundem-se à fibra muscular pré-existente para reparar o local da microlesão e/ou adicionar núcleos para ampliar a taxa síntese protéica (hipertrofia) (F). Porém, em situações de miotraumas severos que ocorra necrose das fibras (ação de toxinas e distrofia), os mioblastos poderão se alinhar e fundir-se entre si, para formar uma nova miofibra (G), e reparar o dano da fibra muscular (H). Durante o processo de regeneração, alguns mioblastos retornam ao estado quiescente e restabelecem a população de células satélites (D). A fase de ativação das células satélites é caracterizada pela alta expressão de MyoD e Myf5, e na diferenciação ocorre um aumento na expressão de miogenina e MRF4 (Azul). Cada estágio do processo de regeneração é mediado por fatores de crescimento, que atuam como reguladores positivos (verde) ou reguladores negativos (vermelho). Adaptado de Chargé e Rudnick (2004).
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Caracterização morfológica, expressão dos fatores de regulação miogênica (MRFS) e dos receptores nicotínicos (NACHRS) no músculo estriado de ratos submetidos à restrição protéica materna

Caracterização morfológica, expressão dos fatores de regulação miogênica (MRFS) e dos receptores nicotínicos (NACHRS) no músculo estriado de ratos submetidos à restrição protéica materna

In this study, we investigated and compared muscle fiber type changes and gene expression in offspring from dams submitted to protein restriction during pregnancy in Soleus (SOL—oxidat[r]

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OS DESAFIOS DA REGULAÇÃO

OS DESAFIOS DA REGULAÇÃO

A defesa de qualquer intervenção pública nos mercados implica, antes de mais, a demonstração de que os seus benefícios potenciais excedem os custos decorrentes, sejam eles diretos ou indiretos. O tema dos custos da regulação e, sobretudo, da frequente ausência da sua consideração no racional da implementação de esquemas regulatórios, são focos crescentes de críticas pelos detratores desta forma de intervenção pública nos mercados. De um ponto de vista teórico, os custos da atividade de regulação económica serão de natureza direta e indireta. Do lado dos custos diretos, devemos considerar os decorrentes do cumprimento de padrões (compliance costs) – por exemplo, para resposta a requisitos mínimos de licenciamento em produtores ou prestadores de serviços – e, ainda, os custos administrativos de suporte das estruturas regulatórias (custos burocráticos). Do lado dos custos indiretos – mais difíceis de avaliar –, estão os originados em eventuais distorções dos mercados criadas pelas próprias restrições ao livre funcionamento dos mesmos. A consideração deste tipo de custos implica o reconhecimento dos inúmeros trade-offs com que a regulação económica se depara, sendo frequente a necessidade de se abdicar de características desejáveis dos mercados para se atingir outros objetivos considerados de ordem superior. Além disso, em mercados com elevado nível de incerteza e reduzida previsibilidade, a calibração técnica dos instrumentos de regulação acarreta um risco de erro proporcional, sendo possível o Estado fazer “mais mal do que bem”, sobretudo quando o tenta fazer através de processos políticos de escolha e implementação de medidas.
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Regulação e desenvolvimento: regulação de registro de empresas e segurança jurídica

Regulação e desenvolvimento: regulação de registro de empresas e segurança jurídica

A presente dissertação busca fazer um estudo da regulação de registro de empresas no Brasil, com o objetivo de verificar se esta regulação seria eficiente do ponto de vista da segurança jurídica. O estudo parte da premissa de que o Brasil se encontra mal colocado no ranking da pesquisa Doing Business, realizada anualmente pelo Banco Mundial em relação ao tempo de abertura de empresas. O problema enfrentado se resume pela seguinte pergunta: regulação brasileira sobre registro de empresas promove a segurança jurídica necessária para a formação de um ambiente de negócios propício à formalização de novos negócios e, por conseguinte, o desenvolvimento econômico do País? Como resposta foram apresentadas três hipóteses: a) a de que a regulação de entrada, no que diz respeito ao registro de empresas, não propicia um ambiente de negócios propício à formalização de novos negócios no Brasil, em consonância com os relatórios do Doing Business sobre regulação de entrada; b) a que afirma que a regulação de registro de empresas no Brasil promoveria a segurança jurídica, contribuindo para a formação de um ambiente de negócios propício ao desenvolvimento econômico do País, e que a má colocação do Brasil nesse ranking decorreria de outras causas; e c) a de que a regulação de registro de empresas promoveria segurança jurídica adequada para a formalização de novas empresas no País, mas os órgãos de registro não. O trabalho se desenvolve sob uma abordagem da teoria do Direito e Desenvolvimento (Law and Development), a partir do paradigma das alternativas regulatórias, segundo o qual são considerados os arranjos institucionais, os modelos regulatórios, a concepção de direito consolidado na sociedade e o aprendizado acumulado. A regulação de registro de empresas, no contexto da regulação de entrada, torna-se essencial para a formação
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Auto-avaliação da escola : regulação de conformidade e regulação de emancipação

Auto-avaliação da escola : regulação de conformidade e regulação de emancipação

SD- Aí está outro dos pontos fracos apontados pela equipa de avaliação interna que corresponde ou que foi a confirmação de uma percepção que há muitos anos eu tenho e digo – também não [r]

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Regulação da Forma Urbana e Modelagem da Informação eve regulação

Regulação da Forma Urbana e Modelagem da Informação eve regulação

A regulação da forma através de parâmetros, como por exemplo a relação entre espaço livre e população, aparece como uma ferramenta útil no processo de projeto, capaz de induzir e monitorar as características urbanísticas positivas, como por exemplo a alta densidade, a vitalidade, a mistura de usos, entre outros aspectos. A modelagem paramétrica, que surgiu como conceito nas indústrias aeroespacial e automotiva e começa a se estabelecer no campo da arquitetura, tem sido gradativamente introduzido no urbanismo, diante das vantagens que esse sistema possibilita no sentido de gerar, rapidamente, diversas alternativas a partir da alteração de valores de um parâmetro (SILVA; AMORIM, 2010).
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Regulação de florestas eqüiâneas e implantação e regulação de povoamentos mistos

Regulação de florestas eqüiâneas e implantação e regulação de povoamentos mistos

Os modelos de PL na regulação florestal apresentam uma grande vantagem, uma vez que permitem a análise conjunta dos objetivos e restrições que caracterizam o empreendimento, ao contrário dos métodos clássicos de regulação, que não possibilitam tal análise (RODRIGUES, 1997). Porém, faz-se necessário chamar a tenção para algumas limitações dessas técnicas, principalmente da PL, como é o caso da integridade das respostas assumidas pelas variáveis de decisão, o que leva a subdivisões das unidades de manejo e, conseqüentemente, a uma série de problemas operacionais; a natureza estocástica de muitas variáveis do modelo de PL, o que incorre em maior risco na tomada de decisão; e o fato de o modelo de PL contemplar apenas uma função objetivo, quando, na maioria das vezes, a empresa tem objetivos múltiplos (SILVA, 2001).
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Regulação para o desenvolvimento

Regulação para o desenvolvimento

A regulação econômica é recente no Brasil, advinda com a moderna gestão pública que transforma o Estado desenvolvimentista em indutor do desenvolvimento, estabelecendo diretrizes para a melhoria da qualidade de vida do cidadão. Em um ambiente de oferta e demanda, ocorre a auto- regulação. E, para assegurar serviços públicos criou-se mecanismos de medir a eficiência e a presença da modicidade tarifária. Dessa forma, buscou-se com a harmonização dos padrões técnicos e econômico-financeiros como ferramenta para tomada de decisão sobre os preços públicos.

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Estudo de regiões evolutivamente conservadas e de fatores de transcrição possivelmente envolvidos na regulação da expressão do gene da 'Miostatina' em vertebrados

Estudo de regiões evolutivamente conservadas e de fatores de transcrição possivelmente envolvidos na regulação da expressão do gene da 'Miostatina' em vertebrados

93 Além desses fatores, foi identificado um sítio para o fator COUP (também conhecido como COUP-TF1 30 ) na ECR 3. Os fatores transcricionais COUP-TF são membros da superfamília de receptores de hormônios esteroides/tireoides, e se ligam a repetições diretas 5‘-AGGTCA-3’ ou palíndromos com vários espaçadores. Essas sequências também podem ser compartilhadas entre vários outros membros da superfamília, como o receptor de vitamina D, o receptor de hormônios tireoides, receptor do ácido retinoico, RXR 31 , PPAR 32 e HNF4 33 (Qiu et al., 1996). Com isso, esses fatores podem interagir competitivamente pela ligação aos elementos responsivos localizados no DNA, e por isso por muito tempo os COUP-TFs foram considerados como reguladores negativos da função ativadora desses fatores (Pereira et al., 2000). A razão de COUP-TF e dos outros reguladores determina o estado transcricional de um gene em particular em um dado momento (Qiu et al., 1996). Interessantemente, a interação de COUP-TF também pode ser mediada pelos domínios de ligação de DNA e de ligantes do receptor de estrógeno (Klinge, 1999). Já foi demonstrado que COUP-TF atua como um repressor competitivo da ativação mediada por ERα dos genes da lactoferrina e da oxitocina de camundongos (Liu et al., 1993; Burbach et al., 1994). Essa interação sugere a existência de um mecanismo fisiológico de antagonismo seletivo da regulação gênica por estrógenos. A habilidade de COUP-TF de se ligar especificamente a metades de sítios ERE, interagir com ER, e inibir a expressão gênica induzida por estrógeno sugere que COUP-TF regula a ativação de ER tanto por competição direta pela ligação ao DNA, como através de interações proteína- proteína (Klinge et al., 1997). Entretanto, COUP-TF não tem apenas funções repressoras, podendo atuar também como ativador da transcrição, tanto sozinho como em interação com outros fatores. De fato, os COUP-TFs desempenham muitas funções importantes durante o desenvolvimento e diferenciação, e dentre elas, muitas relacionadas à neurogênese e à organogênese (Park et al., 2003).
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A regulação estatal e o controle judicial da saúde suplementar como fatores de efetivação do direito à saúde: direito social e do consumidor

A regulação estatal e o controle judicial da saúde suplementar como fatores de efetivação do direito à saúde: direito social e do consumidor

O presente trabalho apresenta uma análise do direito constitucional da saúde, posto como direito social, bem como, como direito do consumidor, quando prestado pela iniciativa privada de forma suplementar a prestação do serviço de forma direta pelo Estado. Analisam-se as regras consumeristas gerais e específicas para o setor da saúde privada, bem como estatísticas e estudos de caso que comprovam a crescente adesão da população brasileira aos planos de saúde privados, bem como a constante violação das regras impostas ao setor pelas operadoras fornecedoras dos planos. Sendo a saúde tema de relevância pública, ainda que prestado pela iniciativa privada, sofre forte fiscalização e regulação do Estado, contando com agência reguladora específica, instituída para tanto. Analisa-se então a qualidade da atuação da Agência Nacional de Saúde Suplementar, bem como do Poder Judiciário na efetivação do direito à saúde, como direito social e direito do consumidor, o que deveria ter como consequência a redução da judicialização das questões relacionadas ao setor.
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Da regulação à emancipação

Da regulação à emancipação

Importando ressaltar que, nenhum dos dois paradigmas temporais reconhece e leva em conta a temporalidade própria da juventude; estando ela subjugada as temporalidades ocidentais, binárias, totalitária propalados humanistas. Sendo a temporalidade da juventude, então, multifacetária e variada assim como é o grupo que a compõe; multidimensional tendo em vista o período da vida que compreende as múltiplas mudanças e experiências pelas quais passa/sofre o indivíduo jovem moderno, sendo a sua complexidade condizente com as formas que o mundo é sentido e vivenciado, de acordo com o processo de cobrança em paralelo com o das oportunidades; das experiências e das (dês)vivências, ou seja, o plexo de códigos de signos e símbolos que recebe, e, os que têm condições que responder (quando tem a possibilidade de responder); a forma como percebe e como é percebido no mundo; sendo uma realidade determinada por múltiplos fatores teóricos e, sobretudo, de vivencias, compondo-se a cada jovem de uma multiplicidade de temporalidade, tornando-se, uma condição material, simbólica e temporal altamente complexa, portanto; e que não pode ser tratado/ (ir)reconhecido pelo tempo unificado e unidimensional (e assim simplificado e castrador), seja do Estado oficial (política e direito) seja pelo mercado.
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A regulação da concorrência

A regulação da concorrência

A regulação da concorrência é um aspecto fundamental para o desenvolvimento da actividade comercial, uma vez que através dela se pretende garantir as condições mínimas necessárias para que os vários intervenientes no mercado possam desenvolver livremente a sua actividade, sem interferências externas alheias àquelas que decorrem da normal competição no mercado e que estão associadas à qualidade dos produtos e/ou serviços prestados por cada um deles.

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Abordando a regulação dopaminérgica no TDAH : sobre o gene de transportador de dopamina (SLC6A3/DAT1), fatores de transcrição e suas possíveis interações

Abordando a regulação dopaminérgica no TDAH : sobre o gene de transportador de dopamina (SLC6A3/DAT1), fatores de transcrição e suas possíveis interações

A aplicação de metodologias in silico tem contribuído para desvendar o paradigma regulatório envolvendo os genes SLC6A3/DAT1, NR4A2/Nurr1 e HESR1/Hey1. Por exemplo, Jacobs e cols. (2009) demonstraram a possibilidade de haver um papel sinérgico entre NR4A2/Nurr1 e HESR1/Hey1 na regulação de genes do sistema DAérgico, sobretudo do SLC6A3/DAT1 (Jacobs e cols. 2009) [Figura 13, p.56]. Mesmo que não se tenha elucidado na totalidade os efeitos moleculares e celulares da dimerização NR4A2/Nurr1 + HESR1/Hey1 na regulação de SLC6A3/DAT1, metodologias in silico podem ser capazes de predizer dimerizações proteicas envolvendo estes e/ou outras cascatas de fatores de transcrição, os quais poderiam ser bastante eficientes na elucidação de quais proteínas e genes realmente envolvidos e como os mesmos atuariam na modulação de parâmetros da circuitaria DAérgica [Figura 14, p.57]. Mais do que isso, o estudo de variantes genéticas relativamente frequentes nesses genes seriam úteis para o aumento do elenco de genes de pequeno efeito em uma doença multifatorial como o TDAH.
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Regulação do sector farmacêutico em Cabo Verde: o desafio da criação de uma agência de regulação

Regulação do sector farmacêutico em Cabo Verde: o desafio da criação de uma agência de regulação

O Estado tem diversas abordagens possíveis para a regulação farmacêutica que implica sempre a existência de uma estrutura orgânica que assuma as atribuições de forma eficaz e eficiente. Este trabalho discute o modelo de regulação farmacêutica para as condições específicas de Cabo Verde usando como linhas de pesquisa (1) o enquadramento geral da prática de regulação a nível internacional, as recomendações da OMS e os países de referência no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa para procurar caracterizar esse processo, identificar as diferenças entre a regulação implementada em países mais desenvolvidos e os países em desenvolvimento e decidir se as agências de regulação podem ser vistas como uma transferência de tecnologia de gestão; (2) o modelo de institucionalização da regulação farmacêutica previsto para Cabo Verde e aquele que foi na prática implementado, com ênfase nas competências, estratégia de intervenção e constrangimentos, para por fim (3) proceder-se à elaboração de uma apreciação crítica, sob o pano de fundo da harmonização técnica e normativa, retomando as recomendações da OMS, a prática internacional neste contexto, corporizada pelos casos da experiência no Brasil e em Portugal e o modelo conceptualizado, relacionando as disparidades com os constrangimentos identificados.
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A relação entre regulação emocional dos pais e a regulação emocional e a labilidade/negatividade dos filhos

A relação entre regulação emocional dos pais e a regulação emocional e a labilidade/negatividade dos filhos

No seguimento das dificuldades de regulação emocional pode associar-se a labilidade/negatividade, que se refere à falta de flexibilidade, labilidade de humor, emoções negativas desreguladas e, simultaneamente, à dificuldade na recuperação das reações emocionais negativas (Dunsmore, Booker, & Ollendick, 2013). Quando o indivíduo experiencia e reage sucessiva ou intensamente às emoções negativas desenvolve um estado emocional negativo com consequências no processamento e comunicação da informação (Cicchetti et al., 1995; Keenan, 2000; Southam-Gerow & Kendall, 2002). Por exemplo, as crianças que experienciam mais emoções negativas têm mais tendência a desenvolver problemas de internalização e de externalização na infância e mais tarde, na adolescência (Eisenberg et al., 2004; Kim & Deater-Deckard, 2011). Mais especificamente, as crianças que experienciam frequentemente a emoção labilidade/negatividade apresentam menores competências no funcionamento social, maior rejeição por parte dos colegas assim como sintomatologia de internalização (Eisenberg et al., 1995; Kim-Spoon, Cicchetti, & Rogosch, 2013). Por outro lado, as crianças que demonstram melhores habilidades na regulação das emoções negativas apresentam melhores interações e aceitação dos pares, melhores habilidades na competência social e menos relação com problemas de internalização (Kim-Spoon, Cicchetti, & Rogosch, 2013). Percebemos que a regulação emocional inicia-se desde o nascimento, o que torna importante percebermos como ocorre o seu desenvolvimento.
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EFEITO DA LASERTERAPIA DE BAIXA POTÊNCIA EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO CRANIOCÉRVICO-MANDIBULAR MIOGÊNICA- ANÁLISE ATRAVÉS DA BIOFOTOGRAMETRIA -ESTUDO DUPLO CEGO

EFEITO DA LASERTERAPIA DE BAIXA POTÊNCIA EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO CRANIOCÉRVICO-MANDIBULAR MIOGÊNICA- ANÁLISE ATRAVÉS DA BIOFOTOGRAMETRIA -ESTUDO DUPLO CEGO

Atualmente têm sido utilizados vários métodos fisioterapêuticos para alívio de dor e relaxamento muscular, como por exemplo, aplicação de calor, tens, crioterapia e laser. O laser de baixa intensidade vem sendo estudado e tem-se comprovado a sua efetividade para fins terapêuticos, em especial, nos tratamentos de dores na articulação temporomandibular (ATM). (GARCIA, 2011). Os efeitos do relaxamento muscular e analgesia promovida pela ação do laser deve-se a fatores como aumento da produção de endorfinas e aumento do limiar de dor, mediante um mecanismo de bloqueio eletrolítico das fibras nervosas. (SIMUNOVIC, 1998).
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Regulação e Contratualização

Regulação e Contratualização

A Contratualização pertence a uma nova cultura que privilegia os resultados, a transparência da informação e a descentralização. Insere-se nos mecanismos inovadores de regulação (New Public Managment) e vem substituir as relações de hierarquia ou tutela, que são baseadas na autoridade, por contratos baseados na autonomia e na responsabilidade.

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