Feijão Vigna

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CONSIDERAÇÕES SOBRE NUTRIÇÃO MINERAL E O CASO DO FEIJÃO VIGNA

CONSIDERAÇÕES SOBRE NUTRIÇÃO MINERAL E O CASO DO FEIJÃO VIGNA

A aquisição de nutrientes pelas plantas depende da disponibilidade dos nutrientes na solução do solo e da capacidade de absorção de tais nutriente pela planta. De acordo com Bonato et al. (1998) há vários fatores que influenciam a absorção de íons pela planta. Estes fatores podem ser tanto internos quanto externos. Os internos referem-se aos fatores intrínsecos a planta, enquanto que os externos são todos os fatores do meio (tanto bióticos quanto abióticos) que influenciam de forma direta ou indireta a absorção de íons. Segundo os referidos autores, tem-se como exemplos de fatores internos, a potencialidade genética, o estado iônico interno, o nível de carboidratos e a intensidade transpiratória. Já como exemplos de fatores externos tem-se, pH, aeração, temperatura, umidade e interação entre íons. O aumento do valor do pH do solo torna mais disponíveis certos nutrientes (Mo e Cl), enquanto outros como Al, Fe, Cu, Mn e Zn têm suas disponibilidades diminuídas. A influência do pH do meio e do fator genético pode ser ilustrada com os resultados da pesquisa realizada com feijão-vigna, por Silva et al. (2004), os quais verificaram que as cultivares Campeão 1, Carioca, FT-Bonito e Pérola tiveram aumento do sistema radicular e da parte aérea quando submetidas às doses de calcário (0, 1,59, 3,18 e 4,48 t ha -1 ). Destas, a cultivar Pérola
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Morfofisiologia e produtividade de genótipos de feijão vigna sob estresse salino variando as fases fenológicas.

Morfofisiologia e produtividade de genótipos de feijão vigna sob estresse salino variando as fases fenológicas.

O Brasil alcançou um rendimento médio de 449 kg ha -1 de feijão Vigna, na safra 2017/18 (CONAB, 2018). A baixa produtividade da cultura, principalmente na região nordeste, está associada ao emprego de técnicas tradicionais com pouca tecnologia empregada em seu cultivo. As características edafoclimáticas do semiárido brasileiro é um fator limitante para a produção agropecuária dessa região. Além da baixa precipitação pluviométrica anual e de sua irregularidade, apresenta também temperaturas elevadas e uma alta taxa de evapotranspiração, o que condiciona essa região apresentar um balanço hídrico negativo durante a maior parte do ano (PERAZZO, 2013). Esses fatores, principalmente a qualidade água, limita a produção em cultivos de sequeiro, pois além da baixa disponibilidade, apresenta também águas de elevadas concentrações de sais
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Estresse hídrico nas fases fenológicas do feijão vigna sob níveis de potássio.

Estresse hídrico nas fases fenológicas do feijão vigna sob níveis de potássio.

Ao analisar a equação de regressão para o número de vagens em função das estratégias de manejo vegetativa (VE), floração (FL) e frutificação (FR) (Figura 6A) verifica-se que os dados se ajustaram ao modelo quadrático (p<0,05), sendo os valores máximos estimados (8,35; 14,01 e 10,69 vagens) obtidos quando se adubaram com as doses de 113%, 102% e 89% de K2O, respectivamente, a partir destas doses, ocorreram reduções no número de vagens por planta, sendo alcançado o menor valor (3,61 vagens) nas plantas de feijão Vigna sob déficit hídrico na fase de frutificação com a maior dose de potássio (150% de K2O). Em relação às plantas submetidas às estratégias sem estresse (SE) e floração/frutificação (FL/FR), vê-se conforme estudos de regressão (Figura 6A) não haver efeito significativo sobre o número de vagens NV, sendo alcançados valores médios de 11,69 e 9,33 vagens, respectivamente. De acordo com Karam et al. (2005), a fase reprodutiva do feijão é mais vulnerável ao déficit hídrico no solo, qualquer redução relativa no suprimento hídrico refletirá no decréscimo da produtividade, causando não apenas o abortamento de embriões, mas também a perda de folhas e frutos (ENDRES et al., 2010).
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Danos mecânicos em sementes de feijão Vigna, causados pelas operações na unidade de beneficiamento.

Danos mecânicos em sementes de feijão Vigna, causados pelas operações na unidade de beneficiamento.

Resumo: Resumo: Depois da colheita e debulha, as sementes de feijão são encaminhadas à usina de beneficiamento, de onde, por elevadores, são conduzidas às máquinas de pré-limpeza, limpeza, separação e classificação, tratamento e embalagem, para posterior armazenamento experimentando durante este percurso, impacto promovidos pela movimentação dos elevadores e das máquinas. Objetivando-se contribuir com o programa de controle de qualidade de sementes de feijão produzidas principalmente no estado da Paraíba, estudaram-se os impactos mecânicos sofrido pelas sementes de duas variedades de feijão Vigna com dois teores de umidade (13,5 e 7,3%) depois da colheita, debulha e da passagem pelas diferentes etapas na Empresa de Pesquisa Agropecuária da Paraíba, localizada em Alagoinha, PB. Os danos decorrentes dos impactos foram analisados visualmente, empregando-se um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 2 x 5, submetendo-se as médias dos fatores quantitativos a regressão na análise da variância. As sementes com umidade de 7,3% da variedade Rabo de Tatu são mais susceptíveis à quebra pelos impactos no processo e, às injúrias, elevam-se com o aumento do número de passagem das sementes pelas diferentes etapas à qual estão sujeitas, demonstrando caráter cumulativo, indicando haver relação direta entre o número de choques e seus efeitos.
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Efeitos de extratos alcoólicos de plantas sobre o caruncho do feijão vigna (Callosobruchus maculatus).

Efeitos de extratos alcoólicos de plantas sobre o caruncho do feijão vigna (Callosobruchus maculatus).

A análise de variância revelou efeito significativo para todas as fontes de variações analisadas, (Tabela 4), observando-se diferenças estatísticas entre todas as formas de aplicação dos extratos, pelo método do vapor e da aplicação direta, no tratamento de sementes do feijão Vigna unguiculata tipo “rabo de tatu”, em silos metálicos de tamanho reduzido, visando à mortalidade dos C. maculatus, exceto entre as formas de aplicação “com e sem tubo”, que foram iguais entre si, quando o extrato utilizado foi a A. squamosa. De acordo com os dados obtidos nesta análise, tem-se que a aplicação direta dos extratos na massa de sementes foi a mais eficaz em relação às demais formas de aplicação, por ter proporcionado o maior índice de mortalidade dos insetos após 48 h do tratamento, com exceção do extrato de P. nigrum, que se mostrou mais eficiente quando aplicado pelo método de vapor, com auxílio de um tubo de PVC perfurado em toda a sua extensão e introduzido no centro da massa de semente, o qual teve, como objetivo, diminuir a dificuldade de penetração dos gases liberados pelos extratos na massa de sementes permitindo, assim, melhor difusão de suas moléculas.
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CRESCIMENTO E ACÚMULO DE SOLUTOS ORGÂNICOS NO FEIJÃO VIGNA SUBMETIDO AO ESTRESSE SALINO

CRESCIMENTO E ACÚMULO DE SOLUTOS ORGÂNICOS NO FEIJÃO VIGNA SUBMETIDO AO ESTRESSE SALINO

foliar, o que permitiu a continuidade do fluxo de água nas plantas, mesmo que de modo mais limitado. Resultados semelhantes foram obtidos por Tawfik (2008), o qual constatou aumento de aproximadamente 22% nos teores de carboidratos solúveis totais em folhas de feijão vigna, submetidos à salinidade de 75 mM de NaCl, em comparação com a testemunha (sem a adição de sais). Em outro estudo, Silva et al. (2003) também verificaram aumento no teor de carboidratos solúveis totais nas folhas de feijão vigna cultivar Pitiúba, após o mesmo ser submetido à salinidade de 75 mM de NaCl e CaCl 2 no estádio de pré-floração.
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Teores de macronutrientes e crescimento do feijão vigna ‘BRS Marataoã’ fertirrigado com água amarela e manipueira

Teores de macronutrientes e crescimento do feijão vigna ‘BRS Marataoã’ fertirrigado com água amarela e manipueira

O uso agrícola de águas amarelas associadas à manipueira é uma técnica sustentável, uma vez que possibilita a redução de custos com a aquisição de fertilizantes industrializados e minimiza a poluição ambiental ocasionada pela destinação final inadequada desses efluentes. Neste contexto, objetivou-se com este trabalho avaliar os teores de macronutrientes e o crescimento do feijão vigna fertirrigado com águas amarela associada à manipueira e NPK como fonte de nutrientes. O experimento foi instalado em uma casa de vegetação localizada no Campus I da Universidade Federal de Campina Grande. Utilizou-se delineamento inteiramente casualizado composto por cinco tratamentos caracterizados por fertirrigações com fertilizantes minerais, na forma de NPK; orgânicos compostos por urina humana, manipueira, urina humana mais manipueira e organomineral composto por urina, manipueira e fósforo mineral e quatro repetições. Aos 36 dias após a semeadura foram avaliados os teores de nitrogênio, fósforo, potássio, enxofre e as variáveis: número de folhas, altura de planta, diâmetro caulinar, área foliar, massa fresca e seca da parte aérea. O uso de águas amarelas promove incrementos significativos para os teores de nitrogênio e potássio principalmente, assim como para as variáveis de crescimento e produção. Os teores de nitrogênio, fósforo e potássio apresentam valores superiores aos considerados adequados para o cultivo do feijão vigna. O uso de urina humana e a manipueira apresentam potencialidade para suprir as necessidades dos principais macronutrientes requeridos pela cultura do feijão vigna e a irrigação via fertirrigação com estes biofertilizantes pode influenciar positivamente o desenvolvimento dessa cultura.
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Impactos em sementes de feijão Vigna causados pelas operações na unidade de beneficiamento e seus efeitos sobre a viabilidade.

Impactos em sementes de feijão Vigna causados pelas operações na unidade de beneficiamento e seus efeitos sobre a viabilidade.

Valores médios (%) de sementes danificadas de feijão vigna das variedades Cedinha e Rabo de Tatu pelos impactos sofridos nas diferentes passagens na UBS durante o beneficiamento, para [r]

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Comportamento hídrico e crescimento do feijão vigna cultivado em solos salinizados.

Comportamento hídrico e crescimento do feijão vigna cultivado em solos salinizados.

Para a extração da seiva foliar do feijão vigna folhas foram colocadas dentro de tubo de Eppendorf, previamente perfurado na base, o qual funcionou como um miniiltro. Com um bastão de vidro fez-se a prensagem do tecido foliar ocasionando a extração da seiva que foi coletada em outro tubo de Eppendorf; em seguida, o extrato foi centrifugado a 25.000 g durante 10 min a 4 ºC; uma alíquota de 10 µL do sobrenadante foi utilizada para determinação da osmolalidade do tecido foliar do feijão usando- se um osmômetro de pressão de vapor, modelo Wescor 5520.

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Seleção de variedades crioulas de feijão vigna para produção de grãos verdes

Seleção de variedades crioulas de feijão vigna para produção de grãos verdes

Verificou-se que os valores genotípicos (u+g) da variável produção de grãos (PG) se distanciam da nova média, e principalmente no decrescer da ordem. O valor genotípico da PG variou de 1072,67 a 441,77g, com média geral de 620,56g. Entretanto, dentre os 68 genótipos valiados, apenas 23 apresentaram efeito genético positivo, ou seja, tiveram um desempenho produtivo superior a média geral do experimento. Desta forma, se apenas estes 23 genótipos fossem selecionados a nova média de PG atingiria 762,65g, o que representa um ganho de 142,09g. Sendo está nova população selecionada indicada para o início de um programa de melhoramento genético de feijão- caupi, conciliando variabilidade e produção. É interessante notar que a testemunha (cv.
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Cultivo de tilápia e uso de seu efluente na fertirrigação de feijão vigna.

Cultivo de tilápia e uso de seu efluente na fertirrigação de feijão vigna.

A esse respeito, tem-se sugerido: o controle sistematizado da qualidade da agua de cultivo e o desenvolvimento de racoes que melhorem a retencao do fosforo pelos peixes, dirrunuindo a [r]

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DESENVOLVIMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE FILMES À BASE DE AMIDO DE FEIJÃO MACÁÇAR (Vigna Unguiculata)

DESENVOLVIMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE FILMES À BASE DE AMIDO DE FEIJÃO MACÁÇAR (Vigna Unguiculata)

Com a metodologia utilizada para a extração do amido de feijão (Vigna unguiculata (L.) Wap), obteve-se um produto com baixo teor de umidade e de cinzas, cujos valores foram (5,376 ± 0,586) % e (0,9020 ± 0,0254) % respectivamente. O produto obtido se encontra parcialmente em condições de ser comercializado no mercado brasileiro, cuja legislação admite um índice máximo de 14 % de umidade e de 0,5 % de cinzas, para amidos comerciais comestíveis (Agência Nacional de Vigilância Sanitária [ANVS], 1978). Embora o índice de cinzas tenha sido superior ao permitido na legislação, os mesmos estão compatíveis com os resultados obtidos para os amidos de milho e de fécula de batata por Lima, Cabral, Neto e Tavares (2012), os quais foram iguais a (0,96 ± 0,09) % e (0,87 ± 0,23) %, respectivamente.
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FATOR DE SENSIBILIDADE AO DÉFICIT HÍDRICO DA CULTURA DO FEIJÃO CAUPI (VIGNA UNGUICULATA (L.) WALP.).

FATOR DE SENSIBILIDADE AO DÉFICIT HÍDRICO DA CULTURA DO FEIJÃO CAUPI (VIGNA UNGUICULATA (L.) WALP.).

O feijão Caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp.) é o alimento básico na alimentação das populações mais pobres, exercendo importante função social no suprimento das necessidades nutricionais dessa camada, além de desempenhar papel fundamental na composição da produção agrícola brasileira, particularmente do Nordeste.

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OTIMIZAÇÃO DA EXTRAÇÃO DE PROTEÍNAS DE RAÍZES DE FEIJÃO-CAUPI (Vigna unguiculata) PARA ESTUDOS DE PROTEÔMICA

OTIMIZAÇÃO DA EXTRAÇÃO DE PROTEÍNAS DE RAÍZES DE FEIJÃO-CAUPI (Vigna unguiculata) PARA ESTUDOS DE PROTEÔMICA

Além de alterações em um protocolo gerarem respostas diferentes, Caetano (2007), em estudos com feijão-caupi, comparou duas metodologias de extração em raízes infectadas com o nematoide Meloidogyne incognita e observou que o método descrito por De Mot & Vanderleyden (1989) apresentou maiores quantidades de proteína. Em contrapartida, o perfil de proteínas obtido pelo método de Xie et al. (2007) revelou proteínas diferencialmente expressas que não foram observadas na outra metodologia. Já Mesquita et al. (2012) relata que houve aumento no número de spots e melhora na resolução dos geis 2DE quando alterou-se o método TCA/Acetona, utilizando mercaptoetanol e ditiotreitol no tampão de extração de forma simultânea.
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Análise da expressão gênica diferencial de Vigna unguiculata (FEIJÃO-CAUPI) infectada com Meloidogyne incógnita.

Análise da expressão gênica diferencial de Vigna unguiculata (FEIJÃO-CAUPI) infectada com Meloidogyne incógnita.

Uma heterogeneidade na intensidade dos pontos hibridizados foi observada. Essas diferenças na intensidade do sinal de hibridização pode ter ocorrido devido às diferentes concentrações de DNA dos clones utilizados neste estudo (Figura 1). Os pontos de hibridação e os sinais foram quantificados pelo programa MultiGauge - Fujifilm através da criação de grides, as quais transformam a intensidade dos sinais em valores números brutos. Estes valores serão utilizados para comparação com os valores obtidos em estudos futuros de hibridização com cDNAs dos genótipos resistente e suscetível infectados com o nematóide. A comparação dos valores permitirá a quantificação da expressão diferencial. Os resultados obtidos neste estudo revelaram genes potencialmente envolvidos com a resistência de feijão-caupi a M. incognita. Os experimentos de macroarranjo mostraram a viabilidade da utilização desta técnica para validação da expressão diferencial dos genes identificados. Os pontos de hibridização foram claramente definidos e apresentaram intensidade de sinal adequada para a quantificação e normalização. Recentemente, o genoma de V. unguiculata foi seqüenciado e uma grande quantidade de informações estará disponível no banco de dados em breve ( http://cowpeagenomics.med.virginia.edu/ ; Chen et
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Respostas ao défice hídrico em feijão (Phaseolusvulgaris) e caupi (Vigna unguiculata), induzidas poróxido nítrico

Respostas ao défice hídrico em feijão (Phaseolusvulgaris) e caupi (Vigna unguiculata), induzidas poróxido nítrico

O óxido nítrico (NO) atualmente é reconhecido como um mediador intra e intercelular de diversas funções em células animais e vegetais. Enquanto alguns autores consideram-no como agente indutor de estresse, outros afirmam que o mesmo possua papel protetor agindo principalmente, na interrupção de cadeias de radicais livres formadas sob estresse oxidativo. Os fatores mais limitantes ao crescimento vegetal são os estresses ambientais sendo a falta de água, o mais adverso. Os efeitos do estresse por défice de água são geralmente percebidos como uma redução nas taxas de fotossíntese e crescimento, freqüentemente associados a alterações no metabolismo vegetal. Para analisar os efeitos do NO sobre o défice hídrico, sementes e plantas de Phaseolus vulgaris e de Vigna unguiculata, respectivamente sensível e tolerante à seca, foram submetidas a estresse hídrico severo com aplicação exógena ou não de NO, através do seu doador nitroprussiato de sódio (SNP). Foram analisados: germinação de sementes, condutância estomática (GS), parâmetros fotossintéticos (taxa aparente de transporte de elétrons (ETR) e fluorescência máxima da clorofila a (FMax)) e conteúdo relativo de água (CRA). A fuga de eletrólitos (FE), e o índice de dano membranar (IDM) foram analisados em porções destacadas do vegetal submetidos à estresse hídrico controlado, em solução de polietileno-glicol (PEG-6000). Em plantas submetidas ao tratamento com PEG, NO foi responsável por um aumento significativo nas taxas de germinação de sementes de 37% para P. vulgaris e de 50% para V. unguiculata, quando comparadas aos tratamentos que não receberam aplicação exógena de SNP, 11% e 15% respectivamente. O NO também foi responsável por prolongar a sobrevida das plantas sob estresse em 24h para V. unguiculata e 48h para P. vulgaris, evidenciado pelos valores mínimos de GS, ETR, FMax e CRA tardios nestes tratamentos quando comparados ao controle. O NO não teve influência sobre o IDM sendo que este foi diretamente proporcional ao nível de estresse hídrico aos quais as plantas foram submetidas sendo que em P. vulgaris, sensível à seca, foi mais pronunciado. A FE mostrou-se maior nos primeiros 15 minutos de lavagem de discos foliares estabelecidos em ensaios prévios e também não teve correlação com aplicação exógena de NO. Em porções destacadas, o NO teve um efeito positivo nas taxas fotossintéticas aumentando os valores de ETR em estresses moderados, correspondentes a potenciais hídricos (Ψ W ) -0,6MPa para P.
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Utilização da farinha de feijão-caupi (Vigna unguiculata L. Walp) na elaboração de produtos de panificação.

Utilização da farinha de feijão-caupi (Vigna unguiculata L. Walp) na elaboração de produtos de panificação.

As formulações foram desenvolvidas por meio de pré- testes em laboratório, utilizando como base uma receita convencional de biscoito e de massa de rocambole. Foram preparadas formulações de biscoitos e rocamboles com adição de diferentes quantidades de farinha de feijão-caupi (FFC), variando-se as proporções entre os ingredientes bem como o tempo e a temperatura de cozimento a fim de se obterem opções viáveis para a fase seguinte (análise sensorial dos produtos). O critério de seleção das amostras teste foi baseado na opinião dos pesquisadores do Laboratório de Bromatologia, Estudo Experimental e Análise Sensorial de Alimentos da Universidade Federal do Piauí (UFPI).
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Composição química do feijão caupi (Vigna unguiculata L. Walp), cultivar BRS-Milênio.

Composição química do feijão caupi (Vigna unguiculata L. Walp), cultivar BRS-Milênio.

Salgado et al. (2005) obtiveram no feijão caupi maduro 29,3% de fibra alimentar total em relação aos carboidratos totais. Com relação ao aspecto qualitativo, constatou-se que 9,1% da fibra alimentar total deste feijão é constituída por FAS (SALGADO et al., 2005). Na cultivar BRS-Milênio encontrou-se percentual de 27,4% do total de carboidratos referente ao con- teúdo de fibra alimentar total, e 14,2% da fibra alimentar total encontrada são representadas pelas solúveis. Estes resultados mostram que o teor de fibras alimentares totais no feijão caupi é elevado, o que poderia implicar na prevenção do risco de doenças crônicas, tais como câncer, doenças cardiovasculares e diabetes mellitus, além de aumentar a absorção de água no cólon, prevenindo a constipação (FAIVRE; BONITHON-KOPP, 1999; FELDHEIM; WISKER, 2000).
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Nodulação e produção de grãos em feijão-caupi (Vigna unguiculata L. Walp.) inoculado com isolados de rizóbio

Nodulação e produção de grãos em feijão-caupi (Vigna unguiculata L. Walp.) inoculado com isolados de rizóbio

A média do número de nódulos por planta nas diferentes épocas de coleta revelou um crescente aumento da primeira para a última coleta. Apesar de não ter sido observada diferença significativa entre as coletas realizadas aos 15 e 30 DAE, bem como entre as coletas realizadas aos 45 e 60 DAE, as plan- tas coletadas aos 45 e 60 DAE apresentaram maior número médio de nódulos do que aquelas coletadas aos 15 e 30 DAE (Tabela 2). Costa et al. (2006) rela- taram um aumento do número de nódulos em plantas de feijão-caupi dos sete DAE até a fase em que as plantas entraram em processo de formação de va- gens, quando os nódulos mais velhos começaram a entrar em senescência e em seguida decomposição, resultando na diminuição do número de nódulos a partir dos 56 dias.
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Propriedades de fluxo do feijão macassar (Vigna unguiculata (L.) Walp.) para o dimensionamento de silos.

Propriedades de fluxo do feijão macassar (Vigna unguiculata (L.) Walp.) para o dimensionamento de silos.

V Na inexistencia de uma norma brasileira para calculos de pressoes e fluxos em silos, e ainda das propriedades de fluxo para o feijao macassar nas principals normas internacionais vig[r]

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