Ferramentas de interação

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Aprendizagem mediada por ferramentas de interação: análise do discurso de professores em um curso de formação continuada a distância.

Aprendizagem mediada por ferramentas de interação: análise do discurso de professores em um curso de formação continuada a distância.

À medida que o curso avançava, pudemos obter avanços teóricos. Assim, a partir da análise das plataformas utilizadas e da identificação de necessidades comunicacionais específicas, foi possível estabelecer um elen- co de ferramentas de comunicação (síncronas e assíncronas) e informa- ção capazes de compor um sistema que atendesse ao aluno nas mais di- ferentes situações de aprendizagem, delimitando seu contorno e especificando seu uso, como, por exemplo, os chats, sala de aula virtual, vídeo-conferência. Nessa experiência, limitamo-nos a analisar a possibili- dade de categorização a partir dos fóruns, listas de discussão e e-mails. No entanto, a simples disponibilização da Internet e das ferramentas de interação não será suficiente para que se institua um ambiente efetiva- mente interativo de aprendizagem.
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Ações para maximizar aprendizagens em matemática financeira nos cursos EaD

Ações para maximizar aprendizagens em matemática financeira nos cursos EaD

Em cursos virtuais, a instituição pesquisada utiliza a plataforma de ensino EVA. Ela se caracteriza por conter ferramentas de interação, como Mural, Webconferência, Turma, Professor, Tutor, Exposição e Fórum, ferramentas de conteúdo, como Tópicos de estudo, Midiateca, Avaliação e ferramentas de planejamento e organização dos estudos: Cronograma e Plano de Ensino. É nesse ambiente em que a mediação pedagógica ocorre. Há também a figura do Professor Tutor nas turmas virtuais, cuja responsabilidade é acompanhar professores e estudantes ao longo da oferta e dirimir dúvidas acadêmicas e técnico-administrativas.
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Investigando Ferramentas Síncronas e Assíncronas na Interação em Educação a Distância

Investigando Ferramentas Síncronas e Assíncronas na Interação em Educação a Distância

O presente estudo investigou a perspectiva de professores e alunos acerca das ferramentas de interação em Educação a Distância. Optou-se por duas ferramentas que representam modos de comunicação diferenciados: o Chat (síncrono) e o Fórum (assíncrono). Foi aplicado um questionário num universo de 100 professores e alunos de cursos na modalidade a distância, visando identificar a forma como essas ferramentas são utilizadas, as potencialidades e limitações que determinam a preferência por esta ou aquela ferramenta. Os resultados apontaram maior preferência dos participantes pelo Fórum. O motivo principal foi a flexibilidade de tempo que o mesmo permite, pois não depende que todos os usuários estejam conectados ao mesmo tempo.
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A interação de ferramentas Lean com a Realidade Aumentada

A interação de ferramentas Lean com a Realidade Aumentada

A aplicação deve fazer o acompanhamento das atividades de troca de setup interno e externo. Antes de iniciar o processo a aplicação deve pedir informação ao operador sobre a atividade a realizar. Qual o tipo de molde e em que equipamento deve ocorrer a substituição. Este pedido pode ser feito através do display em que o operador apenas tenha que selecionar o molde correto de uma lista predefinida e o mesmo com o equipamento. De seguida a aplicação deve informar o operador para se dirigir ao local correto para realizar as atividade de setup externo e que ferramentas deve levar consigo. Uma vez no local, o operador irá ver como realizar as atividades enquanto as está a realizar, ou seja, vai estar a ver o equipamento, ambiente real, e como deverá executar a tarefa seguinte. No fim das atividades de setup interno executar-se-ão as atividades de setup interno, caso estas sejam necessárias. Estas deverão ocorrer de forma semelhante. A aplicação cruzará a informação do ambiente real com a demonstração de como realizar a tarefa seguinte. Estas demonstrações virtuais podem incidir sobre como apertar o parafuso do “fixador”, quais os procedimentos a adotar para realizar a atividade em segurança, como alinhar o molde superior com o inferior ou até como alinhar o molde com a base do equipamento.
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Simulação estrutural e modelagem de formas arquitetônicas complexas: a interação entre forma e estrutura através de ferramentas digitais

Simulação estrutural e modelagem de formas arquitetônicas complexas: a interação entre forma e estrutura através de ferramentas digitais

A demanda arquitetônica prevê o aproveitamento da luz natural. Com isso, o principal material escolhido para os painéis de cobertura foi o vidro. Para realizar o experimento e observar a integração de simulações de comportamento estrutural e modelagem de formas complexas na concepção do espaço foi necessário definir o comportamento físico básico dos painéis de vidro. Para isso foi escolhido o vidro de 10 mm a ser utilizado nos painéis. Cabe ressaltar que esta definição é uma simplificação da escolha e definição desejável em um processo de concepção mais amplo. Na concepção técnica da cobertura seria importante considerar, por exemplo, a insolação e carga térmica nos painéis, definindo um desempenho de conforto para a mesma. Porém, a simulação apresentada aqui é um estudo teórico que considera apenas o objetivo de otimização estrutural e definição formal, não discutindo as adequações necessárias à cobertura de vidro frente ao desempenho de conforto. Além disso, a própria interação entre a otimização estrutural e definição do material do painel poderia resultar em escolhas diferentes. Mas a definição do vidro 10 mm se mostrou necessária para o inicio e prosseguimento do estudo.
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REAd. Rev. eletrôn. adm. (Porto Alegre)  vol.23 número especial

REAd. Rev. eletrôn. adm. (Porto Alegre) vol.23 número especial

(1) Entendimento ou Conscientização do Problema - Nesta etapa ocorre o entendimento de um problema para o se irá buscar uma solução.Nesta pesquisa, o entendimento iniciou com a seleção dos sujeitos de pesquisa, dentro dos critérios definidos pelo estudo (estudantes de cursos profissionalizantes com perfil sócio-vulnerável) e posterior uso de instrumentos de diagnóstico do seu perfil, hábitos de utilização de Tecnologias da Informação (TIC) e mídias sociais, bem como necessidades de formação profissional. Para isso, foram utilizadas as técnicas de grupo focal (dois grupos de foco foram realizados, com 8 alunos em cada um deles, pertencentes, respectivamente, às turmas do turno da manhã e da tarde do curso técnico), questionário (aplicado junto aos 43 potenciais participantes) e observação direta da dinâmica de interação dos grupos em aula (em torno de 30 horas de observação), que permitiram a compreensão do contexto social, de aprendizagem e tecnológico dos participantes, incluindo: necessidades de aprendizagem para sua formação profissional, perfil socioeconômico, demográfico e de uso de TIC, e formas de interação e comunicação já adotadas.
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Análise da interação entre moléculas desenhadas a partir do ácido anacárdico e a proteína PPAR usando ferramentas in silico

Análise da interação entre moléculas desenhadas a partir do ácido anacárdico e a proteína PPAR usando ferramentas in silico

Na segunda pose a cabeça com os grupos polares do ligante interagem com a Arg280 (H3), este resíduo se encontra na parte externa, ou com o Glu259 (H2´), presente no braço dois, todavia a cauda faz interações hidrofóbicas principalmente no braço dois. O composto 23, derivado de Cercosporamides, um agonista parcial realiza interações eletrostáticas com a Arg280 (FURUKAWA et al., 2010; KROKER; BRUNING, 2015). Quanto a Glu259, outros agonistas parciais (nTZDpa e BVT.13) que fazem interações bem profundas no braço dois apresentam contatos hidrofóbicos nessas regiões, inclusive com a Arg280 (BRUNING et al., 2007). Todavia, apesar de somente o LDT15 não ter feito interação nessa região no docking rígido, quando se permitiu que algumas das cadeias laterais no LBP se tornassem flexíveis somente o LDT29 e o 380 ainda realizaram interações polares nessas regiões, adicionando-se o fato destas poses não serem comuns entre agonistas de PPARγ, sendo assim parece indicar que essas são posições possíveis mas não as mais energeticamente favoráveis para a maioria dos ligantes. Isso também pode ser visto pela média das afinidades dos ligantes quando interagiam nessa região no docking rígido, em torno de 6.28 (somente o LDT15 dentre os valores usados para calcular essa média não apresentou contatos nessa posição), bem inferior as demais médias, onde não haviam casos de contatos nessa região.
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Comunicografia - uma metodologia para análise de processos de interação que se desenvolvem nas ferramentas de comunicação textual da Internet utilizadas no contexto de Educação a Distância

Comunicografia - uma metodologia para análise de processos de interação que se desenvolvem nas ferramentas de comunicação textual da Internet utilizadas no contexto de Educação a Distância

As ferramentas de comunicação da Internet possibilitam o registro da comunicação informal que antes se perdia na verbalização em sala de aula e nos grupos de estudo. O registro deste processo de interação comunicacional traz consigo uma grande produção de documentos - seja uma longa mensagem de correio eletrônico ou uma simples frase escrita durante uma sessão de bate-papo (chat). Alunos e professores nunca antes defrontaram-se com uma quantidade tão grande de documentos sendo dinamicamente produzidos ao longo de um único curso. É premente a necessidade de mecanismos para, entre outros, analisar e organizar estes documentos - tais meca- nismos devem ser o mais automatizável possível, haja vista a grande quantidade de informações a ser processa- da.
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MODELO DE INTERAÇÃO E COLABORAÇÃO EM ATIVIDADES DE EAD COM USO DE WEBCONFERÊNCIA E VIDEOCONFERÊNCIA

MODELO DE INTERAÇÃO E COLABORAÇÃO EM ATIVIDADES DE EAD COM USO DE WEBCONFERÊNCIA E VIDEOCONFERÊNCIA

Fase 3) Objetivos: Nesta fase se faz uso dos recursos multimídia, da Web, de softwares, simuladores e do Connect para estimular tanto a fase cognitiva quanto a de socialização. Com o apoio das ferramentas de vídeo e áudio em ambiente desktop quanto de colaboração, a interação pode ser maximizada com o uso de estratégias adequadas para estimular o senso de presença, a motivação, os significados, a reflexão. Algumas técnicas podem ser utilizada como aquelas descritas por Dooley [DOOLEY, 2005]:

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O MUSEU VIRTUAL DE ARTE COMO ESPAÇO DE EDUCAÇÃO ESTÉTICA

O MUSEU VIRTUAL DE ARTE COMO ESPAÇO DE EDUCAÇÃO ESTÉTICA

Mas como sentir esta experiência? Em geral as pessoas estão acostumadas a correr para não perder o ônibus, para não chegar atrasada num compromisso, para não perder tempo [...] e os sentidos acabam sendo desprezados, bem como o próprio mun- do ao redor. Em função da forma como a atual sociedade está organizada – para atender os interesses capitalistas – as pesso- as são programadas para pensar e não para sentir; e são estas preocupações de ordem racional, tecnológica e útil das coisas que alicerçam o trabalho, a educação e até as relações pesso- ais. Acredito que sim. O museu virtual expande as fronteiras e aproxima o espectador da obra de arte, com isto a experiência estética pode ser vivenciada dependendo do grau de interação que o museu lhe proporcionar. (FÓRUM 03 – C1) (informação verbal).
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A BIBLIOTECA 2.0 E SUAS FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO E INTERAÇÃO: COMO APLICÁ-LAS NO FAZER BIBLIOTECÁRIO? :: Brapci ::

A BIBLIOTECA 2.0 E SUAS FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO E INTERAÇÃO: COMO APLICÁ-LAS NO FAZER BIBLIOTECÁRIO? :: Brapci ::

O Flickr (http://flickr.com/) é um serviço de compartilhamento de imagens organizadas por meio de marcadores ou tags, podendo integrar-se a outras ferramentas, como blogs, redes sociais e mashups. (ARNAL, 2007). Usa-se este serviço para divulgação de eventos, exposições, acervo e serviços. Incentiva a atitude de humanizar as instituições para fomentar a participação com os usuários. Como exemplo, cita-se a tradicional Library of Congress (http://www.flickr.com/photos/library_of_congress/) que compartilha suas coleções de fotos históricas no mecanismo.
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DESIGN EMOCIONAL E SIGNIFICADO: A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO NO PROCESSO CRIATIVO DE NOVAS MÍDIAS.

DESIGN EMOCIONAL E SIGNIFICADO: A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO NO PROCESSO CRIATIVO DE NOVAS MÍDIAS.

Em seu artigo “Novas Mídias como Tecnologia e Ideia: Dez Definições”, Mano- vich (2005, p.46) situa esta reutilização como uma atividade da nova vanguarda que teria se iniciado na década de 1980, e dá a esta nova atividade de criação midiáti- ca o nome de metamídia “já que usa antigas mídias como seu material primário.” (ibid, p.46). O autor enfatiza, ainda, fatores materiais que julga fundamentais para esta transformação estética: “o acúmulo de um enorme ativo de mídia e a chegada de no- vas ferramentas eletrônicas e digitais que tornavam muito fácil estabelecer o acesso a esse ativo e retrabalhá-lo” (ibid, p.46). O próximo tópico deste artigo discute o se- gundo fator apontado por Manovich, identificando características específicas destas novas ferramentas eletrônicas que possibilitaram tais mudanças.
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Aplicação de ferramentas lean na melhoria do fluxo produtivo de ferramentas de corte em aço

Aplicação de ferramentas lean na melhoria do fluxo produtivo de ferramentas de corte em aço

O método de registo e análise de NCs implementado funcionou também como uma estratégia de gestão visual, na medida em que cada ocorrência de uma NC é escrita na folha respetiva, presente no quadro do Centro, exposta para a consulta de qualquer pessoa. Deste modo, não querendo ver o seu nome associado a uma não-conformidade, os operadores mudaram o seu sentido de responsabilidade pelos erros, tentando manter a folha de registo de NCs com um registo limpo. As ferramentas de análise às NCs desempenham agora uma importante papel na melhoria contínua do Centro, porque desta análise resultam causas raiz que por sua vez dão lugar a ações concretas, definidas e cumpridas pelos próprios elementos da equipa, na tentativa de erradicar a fonte desse erro, aprendendo-se assim com os erros e reduzindo-se as NCs através da aprendizagem. Não foi, no entanto, possível averiguar o impacto nas NCs do Centro devido à implementação ter sido concluída numa fase já tardia do projeto.
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PROJETO DE DISPOSITIVOS E FERRAMENTAS

PROJETO DE DISPOSITIVOS E FERRAMENTAS

Há algumas vantagens em diminuir a força de corte no momento da atuação dos punções como, por exemplo, a diminuição das dimensões de alguns componentes do estampo c[r]

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MANUAL DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE

MANUAL DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE

- Dê um tempo para que pensem no problema. - Solicite, em seqüência, uma idéia a cada participante, registrando-a no flip chart. - Caso um participante não tenha nada a contribuir, [r]

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MANUAL DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE

MANUAL DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE

- Dê um tempo para que pensem no problema. - Solicite, em seqüência, uma idéia a cada participante, registrando-a no flip chart. - Caso um participante não tenha nada a contribuir, [r]

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FILOSOFIA E FERRAMENTAS LEAN

FILOSOFIA E FERRAMENTAS LEAN

Trabalho padronizado são procedimentos específicos realizados pelos funcionários baseados no takt time (ritmo de produção necessária para atender a demanda), na sequência de trabalho e no estoque padrão. A padronização é resultado do Kaizen e também serve de base para que futuras melhorias possam ser feitas na empresa (LAWRENCE, 2020). A figura 13 apresenta um resumo de um modelo empresarial baseado em diversas ferramentas Lean.

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AS FERRAMENTAS BÁSICAS DA QUALIDADE

AS FERRAMENTAS BÁSICAS DA QUALIDADE

Como já vimos, um processo é uma certa combinação de equipamentos, pessoas, métodos, ferramentas e matéria-prima, que gera um produto ou serviço com de- terminadas características. As caracterís- ticas do produto ou serviço resultante de- pendem do processo adotado. Assim, se desejarmos modificar algumas dessas características, devemos alterar o pro- cesso. Para que tais alterações possam ser estudadas e implementadas, gerando resultados previsíveis, o processo deverá estar sob controle.

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As ferramentas de trabalho com famílias utilizadas pelas equipes de saúde da família de Curitiba, PR.

As ferramentas de trabalho com famílias utilizadas pelas equipes de saúde da família de Curitiba, PR.

3. Educação em saúde é o terceiro passo para se traba- lhar com famílias, uma boa comunicação é essencial para um processo de educação em saúde que capacite os membros da família a desenvolver o autocuidado e hábitos de vida mais saudáveis. O momento ideal para introduzir conceitos de saúde é quando a família busca a equipe de saúde para receber uma explicação sobre um processo de adoecer que deu origem à demanda, pois o cliente está receptivo a esta informação; 4. Facilitação tem base no modelo F.I.R.O., em que o profissional conhece a estrutura familiar, suas re- lações de poder e trocas de sentimentos e age como facilitador da interação entre os membros da família, esclarece dúvidas sobre a patologia em questão e sua progressão, e informa sobre alternativas de tratamento disponíveis;
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Melhoria e normalização de ferramentas de apoio à produção aplicando ferramentas Lean

Melhoria e normalização de ferramentas de apoio à produção aplicando ferramentas Lean

No presente capítulo é descrita, de forma detalhada, o funcionamento da produção, assim como os diferentes clientes internos associados a este projeto. Na mesma linha, descrevem-se as ferramentas que estão estritamente ligadas ao desempenho fabril, e relacionadas com os 4M (Men, Machine, Materials, Management) e de seguida realiza-se uma análise crítica da situação atual, onde se identificam os principais problemas. Para este estudo recorre-se a ferramentas respeitantes à análise, como análises SWOT, matrizes de competências, entre outras. Neste capítulo são ainda apresentados os valores de medidas de desempenho observados no início do projeto de dissertação, para se perceber as diferenças. Em último lugar, é realizada uma síntese dos problemas encontrados.
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