Fibras - Flexibilidade

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Fibras têxteis para reforço de estruturas

Fibras têxteis para reforço de estruturas

Piaçaba é o nome pelo qual é conhecida a palmeira Attalea funifera Martius, uma espécie nativa do sul do Estado da Bahia, Brasil. O nome piaçaba é de origem tupi, querendo dizer ―planta fibrosa‖. Esta fibra é muito usada em utensílios caseiros, como vassouras e outros. Esta palmeira caracteriza-se por produzir uma fibra longa, resistente, rígida, lisa, de textura impermeável e de alta flexibilidade. A necessidade de poucos recursos financeiros na sua plantação, manutenção e exploração, tornam a esta palmeira uma opção atraente (25). Na Tabela 10 são apresentadas as propriedades da fibra de piaçaba.
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Características da madeira e da polpa kraft não branqueada de Eucalyptus deglupta Blume introduzido na região de Manaus - AM.

Características da madeira e da polpa kraft não branqueada de Eucalyptus deglupta Blume introduzido na região de Manaus - AM.

No que diz respeito aos parâmetros que relacionam as dimensões fundamentais das fibras, verifica-se que os coeficientes de flexibilidade foram iguais para as duas espécies, enquanto qu[r]

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ANATOMIA DA MADEIRA DE Phyllanthus sellowianus Müll. Arg. (PHYLLANTHACEAE).

ANATOMIA DA MADEIRA DE Phyllanthus sellowianus Müll. Arg. (PHYLLANTHACEAE).

O presente estudo teve por objetivos descrever anatomicamente o lenho de Phyllanthus sellowianus Müll. Arg. (Phyllanthaceae), bem como investigar caracteres anatômicos associados à flexibilidade de seus caules, característica desejável para obras de bioengenharia em taludes fluviais. Pertencente ao grupo das reófilas, e com até 3 metros de altura, a espécie ocorre naturalmente no sul do Brasil, Uruguai e Argentina. As exsicatas e as amostras de madeira, provenientes de um exemplar localizado no município de Santa Maria-RS (Brasil), foram acondicionadas no Herbário e Xiloteca da Universidade Federal de Santa Maria, sob os números HDCF 5587 e 5588. Para a confecção das lâminas histológicas de madeira, seguiu-se a técnica padrão. Para a maceração, utilizou-se o método de Jeffrey. A descrição anatômica da madeira seguiu as recomendações do IAWA Committee (1989). A análise microscópica do lenho revelou a presença de poros com pequeno diâmetro (< 60 µm), dispostos em múltiplos radiais de 2 – 4 unidades, e de placas de perfuração simples, oblíquas; parênquima axial ausente, raios heterogêneos, com 1 – 3 células de largura, e fibras gelatinosas. A ausência de parênquima axial e de tubos laticíferos é compatível com o grupo das Phyllanthaceae. A presença de células perfuradas de raio constitui-se, possivelmente, no principal elemento anatômico para a diferenciação de P. sellowianus em relação às demais espécies do gênero. A presença abundante de fibras gelatinosas é seguramente uma das principais características anatômicas relacionadas à elevada flexibilidade de seu caule.
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Flexibilidade e diversidade laboral em Portugal

Flexibilidade e diversidade laboral em Portugal

Recorde-se que o compromisso dos Estados-membros da UE para as políticas nacionais de Emprego assenta na ideia de que cada Estado têm ainda um papel activo na criação de emprego, identificando que empregos querem criar e que empregos é possível criar. Além disso, como se sabe, no seio dos países membros da UE permanece – ao nível da própria concepção de lei do trabalho – o debate clássico que opõe as visões ditas ‘neoliberais’ e as mais ‘socializantes’: as primeiras colocam o acento tónico no funcionamento do mercado, as outras na acção reguladora ou mesmo voluntarista do Estado. Assim o movimento de flexibilização da Lei do Trabalho assume múltiplas formas nos diferentes países e que as manifestações em cada país reflectem as diferenças entre os ordenamentos jurídicos, as ideologias políticas que suportam essa flexibilidade e os respectivos sistemas de relações profissionais. Associada à temática da flexibilidade das formas contratuais – e muitas vezes objecto de análise concomitante – encontra-se a temática da precariedade laboral . Num recente relatório da OCDE (OECD Observer, 2003) conclui-se que “ao nível da organização do trabalho – e mesmo nos países onde a tradição liberal é mais antiga (v.g., EUA e Reino Unido) – a mudança proporcionada pelo movimento de aumento da precariedade da actividade laboral apresenta-se como um fenómeno novo para as pessoas habituadas a um regime de segurança material de base”.
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Autonomia e Flexibilidade Funcional 2006

Autonomia e Flexibilidade Funcional 2006

Em suma, a predominância do modelo burocrático profissional constitui um factor positivo para uma mudança organizacional que permita instalar maior flexibilidade na organização do trabalho, de maneira a responder às exigências do mercado numa maior perspectiva externa. Para o efeito, cada grupo passaria a realizar todo o ciclo produtivo dos produtos da sua responsabilidade, o que permitiria uma visibilidade muito maior dos processos, uma percepção global e instantânea das necessidades e uma flexibilidade muito maior.

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Associação entre a prática da capoeira e a flexibilidade

Associação entre a prática da capoeira e a flexibilidade

Ressalta-se que o desenho do presente estudo (transversal) não permite estabelecer relação de causa e efeito entre a prática da capoeira e o aumento da flexibilidade. Entretanto, a associação entre essas variáveis foi um achado muito presente no estudo, indicando uma associação entre ambas. A partir dessa constatação, sugere-se a necessidade de acompanhar um grupo de capoeiristas iniciantes ao longo de sua formação esportiva para verificar essa relação causal.

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Flexibilidade e mercado de trabalho em Portugal

Flexibilidade e mercado de trabalho em Portugal

A era de rápida evolução tecnológica em que vivemos, associada em particular ao desenvolvimento de tecnologias de informação, coloca às economias novos desafios, mas também novas oportunidades, abrindo à concorrência mercados anteriormente fechados. Neste ambiente mais competitivo, não é estranho que o apelo a uma maior flexibilidade do emprego tenha ganho proeminência na discussão político-económica da organização do mercado de trabalho.

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Flexibilidade e eficiência na cognição social

Flexibilidade e eficiência na cognição social

A interpretação desse tipo de experimento recorre à capacidade de metacognição, pela qual o agente monitora e controla o seu próprio desempenho cognitivo. Esse monitoramento e controle são parcialmente responsáveis pela flexibilidade no desempenho de tarefas. A propósito, desenvolvimentos recentes têm apontado para uma concepção de metacognição independentemente da posse de metarepresentações. 117 Esses desenvolvimentos estão amparados em ao menos três argumentos centrais (i) metarepresentações acerca da própria cognição teriam um efeito sobre a formação de intenções prévias, ou estratégias de ações ao longo prazo. Por essa razão, metarepresentações seriam inadequadas para pensar os casos em que os agentes precisam saber, aqui e agora, ou numa situação específica, se eles estão aptos ou não a realizarem uma tarefa, ou como devem se reorganizar em função de mudanças inesperadas que ocorrem no curso de uma ação. (ii) Parece possível ter metarepresentações acerca do próprio sistema cognitivo sem que elas exerçam qualquer tipo de controle acerca da própria cognição. Nesse caso, metarepresentações estão ligadas ao auto-conhecimento ou auto-narrativa, mas não é certo que tais aspectos podem exercer função de controle sobre a ação. (iii) Há muitos casos de controle e monitoramento do próprio processo cognitivo a partir de feedbacks que ocorrem ao longo de uma tarefa em animais não humanos, por exemplo, golfinhos e chimpanzés. Para esclarecer a capacidade de metacognição sem sobrecarga cognitiva, podemos, com Jöelle Proust (2010), contrastar teorias auto-atributivas e teorias auto- avaliativas de metacognição. Essas últimas envolveriam um modelo procedimental ou
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A Avaliação da Flexibilidade nos Contratos de Franchising

A Avaliação da Flexibilidade nos Contratos de Franchising

Têm surgido na literatura várias referências às limitações da utilização da metodologia do VAL para a avaliação de projectos de investimento (ver Pindyck, 1991; Ross, 1995; Damodaran, 2005; Yeo e Qiu, 2002). Pindyck (1991) afirma que o problema dos modelos tradicionais de avaliação é o facto de ignorarem duas importantes características presentes em quase todos os projectos de investimento: a sua irreversibilidade, ou seja, a maioria custos de implementação do projecto são custos afundados (sunk costs); a possibilidade de adiamento da decisão de investimento, que se traduzirá em mais informação acerca das principais variáveis com impacto no valor do projecto, o que poderá afectar tanto o timing óptimo para a realização do investimento como a própria decisão de investimento. Copeland e Antikarov (2001) caracterizam o VAL como uma abordagem de opções reais assumindo que não existe flexibilidade na tomada de decisão. Segundo a lógica deste método, o gestor compromete-se a aceitar um investimento que irá gerar um conjunto esperado de cash flows e assume que a sua capacidade de intervenção futura para alterar o rumo dos acontecimentos é nula, isto é, assume que esta capacidade de intervir, que efectivamente existe, não tem valor.
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ALONGAMENTO E FLEXIBILIDADE: DEFINIÇÕES E CONTRAPOSIÇÕES

ALONGAMENTO E FLEXIBILIDADE: DEFINIÇÕES E CONTRAPOSIÇÕES

Este artigo tem como objetivo discutir os termos alongamento, flexibilidade e mobilidade, utilizados na área de educação física e esportes. Na literatura nacional e internacional, alongamento tem sido empregado mais freqüentemente como exercício físico; flexibilidade, como capacidade motora, e mobilidade, como característica de movimento articular; contudo, algumas vezes usam-se esses termos como sinônimos. Uma área de estudo requer conceitos claros e a literatura sendo divergente pode causar distorções teóricas e práticas. Um posicionamento elaborado por especialistas pode ser fundamental para área de educação física e esportes.
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Gestão Estratégica de Sistemas de Educação a Distância no Brasil e em Portugal: a propósito da flexibilidade educacional.

Gestão Estratégica de Sistemas de Educação a Distância no Brasil e em Portugal: a propósito da flexibilidade educacional.

De modo mais amplo, a definição de flexibilidade não guarda segredos. Há pouco a elucidar, pois é um termo comum, simples e já dicionarizado há bastante tempo. Entre os significados do termo, o dicionário Houaiss (2001) indica que flexibilidade é a qualidade daquilo que é flexível – que, por sua vez, significa aquilo que se dobra ou verga facilmente sem se quebrar, que se acomoda suavemente ou sem resistência. O termo vem do latim flexibilis (dobrável), deriva- do de flectere (dobrar). Assim, flexibilidade educacional pode ser entendida pelas possibilidades de (re)organização da educação, em função de diversos interesses ou necessidades. A capacidade de adaptação da proposta de formação aos perfis e in- teresses dos estudantes é, portanto, o centro da noção de flexibilidade educacional que está sob nosso olhar neste texto.
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Utilização de fibras de carbono e de fibras de vidro para reforço de vigas de ma...

Utilização de fibras de carbono e de fibras de vidro para reforço de vigas de ma...

Segundo Bakoss; Greenland (1998), apesar de ainda pequeno, o uso de (FRP) na construção civil vem crescendo, e as técnicas de aplicação estão sendo desenvolvidas rapidamente na América do Norte, Europa e Japão. Estas fibras, por apresentarem facilidade de composição com outros tipos de materiais, estão se associando aos tradicionais materiais da construção civil como madeira, concreto e aço, compondo estruturas mais resistentes e com um peso próprio levemente alterado. Além disso, o potencial para recuperação de estruturas de madeira é altamente significativo, devido a vários fatores como redução do custo de materiais quando usados adequadamente, aumento da durabilidade, redução da manutenção para elementos estruturais de madeira e capacidade de recuperar estruturas danificadas.
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Emprego de filtro de fibras flexíveis constituído de fibras de algodão mercerizado...

Emprego de filtro de fibras flexíveis constituído de fibras de algodão mercerizado...

Observa-se pelo diagrama de coagulação que é possível obter diversos pares de dosagem de coagulante e pH, cujas eficiências de remoção de turbidez e cor sejam altas. Considerando os estudos sobre filtração direta em Filtros de Fibras Flexíveis, é preferível o uso de dosagens mais baixas, obtidas com auxílio dos diagramas de coagulação, que forneçam a eficiência desejada na etapa de filtração, já que menores dosagens conduzem à formação de menores concentrações de precipitados de hidróxido de alumínio/ferro, proporcionando carreiras de filtração mais longas. Tais considerações foram essenciais para escolha da dosagem de sulfato de alumínio (inicial 22,5 mg/L, e posteriormente 15 mg/L), e manutenção da faixa de pH. A dosagem exata de 22,5 mg/L foi escolhida também em função de estudos prévios de filtro 3F no grupo de pesquisa.
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Estudo histoquímico do músculo esquelético na esclerose múltipla.

Estudo histoquímico do músculo esquelético na esclerose múltipla.

Vasculite: -\- presença; Atrofia: + leve (raras fibras esparsas), ++ moderada (50% de fibras atróficas), + + + grave (mais de 50% de fibras atróficas); Lipídeos: — ausente, + pre- sent[r]

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Aplicação de fibras de coco e fibras poliméricas em concreto para pisos intertravados.

Aplicação de fibras de coco e fibras poliméricas em concreto para pisos intertravados.

Para esta pesquisa, foram moldados 18 corpos de provas cilíndricos de 10cm de diâmetro e 20cm de altura e 6 corpos de provas prismáticos de 15cm de altura, 15cm de largura e 50cm de comprimento. Foram definidos 3 traços para esta pesquisa, um traço para o concreto normal (T1), outro para o concreto com a adição das fibras poliméricas (T2) e outro para o concreto com a adição das fibras de coco (T3). Foram utilizados a quantidade de 0,1% de fibras, tanto de coco quanto polimérica, em relação ao volume de concreto utilizado para as amostras. Como dito anteriormente, o traço utilizado foi um de referência utilizado em uma pesquisa para pisos intertravados que é utilizado pela empresa OCS, especializada em fabricação de peças intertravadas. O traço pode ser observado conforma a Tabela 1.
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Infiltração de sal de alumínio em fibras de sisal para obtenção de fibras de alumina.

Infiltração de sal de alumínio em fibras de sisal para obtenção de fibras de alumina.

propriedades mecânicas em comparação com as fibras obtidas pelos métodos descritos anteriormente. Esses resultados comprovaram a eficiência do processo de infiltração de nanopós de alumínio aplicado a sisal, conseguindo-se reproduzir a microestrutura interna das fibras em virtude da penetração homogênea das nanopartículas. A aplicação deste método ao sisal está sendo estudada com maior detalhamento na produção de pré-formas prensadas e mantas.

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Teoria de opções reais: avaliação econômico-financeira de projetos na indústria cerâmica

Teoria de opções reais: avaliação econômico-financeira de projetos na indústria cerâmica

A abordagem clássica de análise de viabilidade econômica de projetos, ao assumir fluxos de caixa pré-determinados, pode ser caracterizada como estática, pois ignora a possibilidade da adoção de decisões gerenciais. Conforme Copeland e Antikarov (2001), “o Valor Presente Líquido – VPL – pressupõe implicitamente que não há flexibilidade na tomada de decisões.” Essa afirmação está fundamentada no fato de que o método do Fluxo de Caixa Descontado – FCD – é aplicado em um determinado momento do tempo, quando todos os fluxos de caixa relacionados ao projeto são definidos e mantidos fixos ao longo de toda a vida útil do projeto. Assim, não são incorporados os valores das novas decisões tomadas a posteriori a sua posterior mensuração no instante “zero”.
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Progressive muscular dystrophy: some aspects of differential diagnosis.

Progressive muscular dystrophy: some aspects of differential diagnosis.

As lesões musculares na D M P se caracterizam pela presença de fibras musculares em vários estádios de atrofia, ao lado de fibras normais; entre as fibras existe grande quantidade de[r]

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Estudo e avaliação experimental de tecnologia IMR (in-mould reinforcement)

Estudo e avaliação experimental de tecnologia IMR (in-mould reinforcement)

O procedimento para a realização dos ensaios consistiu, inicialmente, na colocação do teflon, da cavidade e das fibras, respetivamente, no prato inferior da prensa, bem como, acionamento das resistências da prensa, punção e extrusora. Uma vez que a extrusora não apresentara comprimento do cilindro suficiente para ser um processo contínuo no débito desejado, o polímero teve que ficar em repouso durante algum tempo. Este tempo de espera permitia que o material atinge-se a quantidade de fundido necessário na obtenção de placas de 100x100x3mm, as mesmas que seriam produzidas na injeção. Esta quantidade foi determinada com a aplicação das equações, do Anexo III, e com o conhecimento do débito da extrusora. O débito da extrusora consistiu num menor tempo de repouso do material, evitando a degradação, com a maior velocidade de extrusão possível, evitando por sua vez um gradiente de temperaturas entre o próprio fundido. Quando as temperaturas dos pratos do molde (prato inferior da prensa e o punção) eram as pretendidas, o fundido era extrudido diretamente para o interior da cavidade, onde de seguida se colocava novamente teflon e o punção por cima. O molde era fechado e empregue uma pressão constante. Por fim, ocorria o arrefecimento através da circulação de água no sistema de arrefecimento da prensa e do punção, com ajuda da paragem de fornecimento de energia para as resistências de ambos, até atingir rigidez suficiente que permitisse a extração do compósito sem o danificar. As etapas que constituem este processo podem ser observadas na figura seguinte.
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Desenvolvimento e caracterização de compósitos de fibras naturais modificadas e híbridos: fibras da coroa do abacaxi/polipropileno e fibras da coroa do abacaxi/fibras de vidro/polipropileno

Desenvolvimento e caracterização de compósitos de fibras naturais modificadas e híbridos: fibras da coroa do abacaxi/polipropileno e fibras da coroa do abacaxi/fibras de vidro/polipropileno

Em concordância com os dados obtidos e com a literatura, pode-se dizer que o tratamento químico com NaOH realizado nas fibras promoveram modificações através da remoção parcial de alguns de seus constituintes como a lignina que é bastante solúvel em meio alcalino. A lignina e a celulose são, portanto os principais constituintes na verificação da cristalinidade, uma vez que essa característica é obtida pela razão entre as áreas amorfas e cristalinas do material (ESMERALDO, 2006; KABIR et al., 2012). O aumento no índice de cristalinidade encontrado após o tratamento com NaOH também pode ser explicado pela remoção de lignina das fibras de abacaxi e consequente exposição de sua estrutura celulósica cristalina (BENINI, 2011).
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