finalidades dos institutos federais

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OS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE DE SUA INSTITUCIONALIDADE

OS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE DE SUA INSTITUCIONALIDADE

Aponta-se como traço distintivo desta tese o fato do desenvolvimento de um modelo teórico das finalidades dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Dessa forma, viu-se que a construção teórica das finalidades do instituto federal, de fato, delineia uma realidade complexa caracterizada pela participação simultânea de importantes aspectos. Desse modo uma vez, estabelecida as relações entre as variáveis associadas ao objeto em estudo, tornou-se desejável uma representação gráfica do fenômeno, fornecendo uma visão pictórica e facilitando a compreensão de seu caráter relacional. Ressalte-se que, para além do modelo teórico causal proposto, foram especificadas as definições constitutivas e operacionais de cada variável constante do modelo. A partir da utilização do modelo proposto deve ser possível determinar que fatores se mostram mais influentes na formação humana e profissional dos alunos egressos da rede federal e, por conseguinte, possibilitar estudos avaliativos acerca de sua qualidade educacional.
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OS INSTITUTOS FEDERAIS EM TRÊS DIMENSÕES DE ANÁLISE.pdf (200.0Kb)

OS INSTITUTOS FEDERAIS EM TRÊS DIMENSÕES DE ANÁLISE.pdf (200.0Kb)

Discute as finalidades dos Institutos Federais (IFs) na tentativa de recuperar os movimentos da ação política envolvida em sua constituição. Por meio da análise documental e da revisão bibliográfica apresenta como a legislação vai apontando contradições entre o pensado e o realizado, sintetizando que a política é sempre uma arena de disputa de projetos societários. Por fim, debate, a partir das dimensões política social, agência de pesquisa e desenvolvimento e lócus de formação de professores, como os IFs reagem às exigências políticas, econômicas e sociais para responder as finalidades de sua institucionalidade na Amazônia.
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O trabalho docente nos Institutos Federais no contexto de expansão da educação superior

O trabalho docente nos Institutos Federais no contexto de expansão da educação superior

Ainda referente à autonomia da instituição, a Lei nº 11.892/2008 voltou os objetivos e as finalidades do IFNMG aos interesses do setor produtivo, na medida em que exige do ensino, da pesquisa e da extensão vínculos com os APL. São perceptíveis as tentativas de aproximar os setores produtivos ao IFNMG, sujeitando a instituição ao mercado. Exige-se uma vinculação, quase que orgânica, das atividades desenvolvidas pelos docentes com os APL, pois esses arranjos são colocados como eixo balizador da tríade ensino, pesquisa e extensão. As pesquisas desenvolvidas devem ser aplicadas ao avanço, à inovação e ao desenvolvimento desses setores; as atividades de extensão devem estar voltadas à prestação de serviços técnicos; e o ensino, à formação de mão de obra, atendendo à demanda dos APL e favorecendo, assim, os interesses do mercado. Características diretamente relacionadas ao novo marco legal da inovação, conhecido como Código de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). 8 Dessa forma, o vínculo dos APL com as atividades desenvolvidas pelos
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CAPACIDADE DE APOIO À INOVAÇÃO DOS INSTITUTOS FEDERAIS E DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS NO ESTADO DE MINAS GERAIS: UM ESTUDO COMPARATIVO.

CAPACIDADE DE APOIO À INOVAÇÃO DOS INSTITUTOS FEDERAIS E DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS NO ESTADO DE MINAS GERAIS: UM ESTUDO COMPARATIVO.

Em sentido lato, as ICTs foco deste estudo - Institutos Federais (IFs) e as Universidades Federais (UFs) - possuem finalidades semelhantes no que tange às suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. De acordo com a Lei de Inovação (Lei nº 10.973, de 2004), ambas são caracterizadas como órgãos ou entidades da administração pública que possuem como missão institucional, dentre outras, executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico (BRASIL, 2004). Contudo, tiveram suas origens em diferentes épocas e possuem outras finalidades que as diferenciam. Essa afirmação pode ser corroborada pelo fato de os IFs terem sua origem atrelada à uma política voltada para as classes menos favorecidas, como forma de inserção desse público no ensino técnico, profissional e industrial (MEC, 2015). Por sua vez, a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) define que as Universidades Federais têm como uma de suas finalidades incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia (BRASIL, 1996b).
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Saberes profissionais nos planos de desenvolvimento de institutos federais de educação.

Saberes profissionais nos planos de desenvolvimento de institutos federais de educação.

Sabe-se que documentos como planos de desenvolvimento institu- cional possuem suas limitações, pois esses muitas vezes cumprem funções burocráticas e nem sempre são tomados como referência para a gestão. Contudo, são janelas pelas quais as instituições se deixam olhar. Torna-se necessário, na sua implementação, extrair as consequências programáti- cas dos estudos realizados sobre seus contextos de atuação; garantir am- bientes propícios à materialização das propostas e metas apresentadas; informar sobre os campos diversificados de vivência acadêmica; assumir efetivamente os novos desafios propostos pela legislação; promover a mo- tivação de todos os participantes; favorecer a interação de diferentes tipos; investir na qualificação do pessoal técnico e docente; sistematizar expe- riências, mostrar coerência entre princípios, finalidades e resultados.
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Institutos Federais Comentarios e Reflexoes - Ebook.pdf (1.480Mb)

Institutos Federais Comentarios e Reflexoes - Ebook.pdf (1.480Mb)

vinculado ao desenvolvimento local e promoção da cidadania, as atividades de extensão tornam-se essenciais para o diálogo efetivo entre instituição e sociedade. É nesse sentido que as atividades de extensão podem abrir os caminhos de acesso dos diversos públicos às ofertas educativas e oportunidades de formação continuada, contribuindo para democratização institucional. Igualmente, é pela relação dialógica institução- comunidade, essencial às atividades de extensão, que se descortinam os referenciais de seleção dos conteúdos e componentes curriculares que poderão contribuir para um ensino contextualizado e significativo e para definição de objetos de pesquisa sintonizados com as demandas sociais locais. Tal postura reconhece a importância dos saberes construídos no seio dos movimentos e organizações sociais na formação do trabalhador. As atividades de extensão são também valiosos instrumentos para inserção do egresso no mundo do trabalho e a manutenção de seu vínculo com a instituição, como canal de informações sobre a efetividade das ações institucionais frente ao cumprimento de suas finalidades.
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A PESQUISA EM EDUCAÇÃO NOS INSTITUTOS FEDERAIS: UM ESPAÇO PARA INOVAÇÃO?

A PESQUISA EM EDUCAÇÃO NOS INSTITUTOS FEDERAIS: UM ESPAÇO PARA INOVAÇÃO?

Porém, esse novo modelo proposto no discurso, já ficou prejudicado na sua origem porquanto o próprio conteúdo da Lei 11.892 de criação dos Institutos, em seu artigo 6º, inciso VIII, referente à suas finalidades, estipula o estímulo à pesquisa aplicada e não a pesquisa de uma forma geral: “realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e tecnológico”. Nesse sentido, entendemos que pesquisas direcionadas a inovações pedagógicas nos Institutos, por exemplo, ficam desprestigiadas posto que podem ser compreendidas como não aplicadas. O mesmo cuidado devemos ter quanto ao termo inovação – termo recorrente nessa nova configuração/Lei - para não reduzi-lo na prática a inovações tecnológicas em prejuízo de inovações nas áreas de ciências sociais e humanas.
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Aspectos do processo de institucionalização dos Institutos Federais de Ciência e Tecnologia

Aspectos do processo de institucionalização dos Institutos Federais de Ciência e Tecnologia

IV - desenvolver atividades de extensão de acordo com os princípios e finalidades da educação profissional e tecnológica, em articulação com o mundo do trabalho e os segmentos sociais, e com ênfase na produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos; V - estimular e apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda e à emancipação do cidadão na perspectiva do desenvolvimento socioeconômico local e regional; e VI - ministrar em nível de educação superior: a) cursos superiores de tecnologia [...] para os diferentes setores da economia; b) cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, com vistas na formação de professores para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e matemática, e para a educação profissional; c) cursos de bacharelado e engenharia [...] d) cursos de pós- graduação lato sensu de aperfeiçoamento e especialização [...] e) cursos de pós- graduação stricto sensu de mestrado e doutorado [...] (BRASIL, 2008a).
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A formação inicial de professores nos institutos federais de acordo com teses e dissertações

A formação inicial de professores nos institutos federais de acordo com teses e dissertações

O presente estudo, de natureza qualitativa, visa apresentar aspectos marcantes vinculados à formação inicial de professores nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, aqui definidos como novo lócus de formação docente. Para este propósito, por meio do Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES e da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, realizamos um estudo do tipo estado da arte em teses e dissertações acadêmicas que foram analisadas considerando os pressupostos da Análise de Conteúdo. Ao longo do trabalho, apresentamos e discutimos algumas características organizacionais e pedagógicas dos Institutos Federais, ressaltando as potencialidades apresentadas nesse espaço formativo e os desafios para a consolidação, com qualidade, dos cursos de licenciaturas ofertados. Notamos que tais instituições, apesar de recentes, apresentam significativa contribuição no campo da formação docente, mas que ainda podem avançar à medida que suas potencialidades sejam bem exploradas.
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Políticas de assistência estudantil em saúde nos institutos e universidades federais.

Políticas de assistência estudantil em saúde nos institutos e universidades federais.

Focalizar as ações em saúde em intervenções de combate à dependência química, no entanto, parece ser um erro de diretriz do FONAPRACE. Segundo seu próprio relatório de peril dos estudantes de graduação das universi- dades federais (FONAPRACE, 2011), “É baixa a proporção de estudantes que declara a interferência do uso abusivo de álcool (4%) e de drogas não lícitas (2%) em seu desempe- nho acadêmico” (p. 42). O peril não faz nenhuma referência à dependência de drogas. Outro documento utilizado pelo FONAPRACE para referendar suas diretrizes é o I Levan- tamento Nacional sobre o Uso de Álcool, Tabaco e outras Drogas entre Universitários das 27 Capitais Brasileiras (Decreto n. 7.234, 2010), que é taxativa ao airmar que, em- bora, quando comparados o segmento dos universitários à população geral, o uso de álcool seja maior entre os univer- sitários, a dependência é maior entre a população que entre os universitários. Estes dados parecem apontar para o não conhecimento técnico sobre as diferenças entre uso, abuso e dependência de drogas. É possível se questionar sobre o conhecimento especializado em saúde que subsidia suas diretrizes. Especiicamente quanto às atuações majoritárias em saúde na assistência estudantil, não há pesquisas que respaldem a necessidade especíica de atuação de preven- ção às DST neste público.
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INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO: INDEPENDÊNCIA TECNOLÓGICA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO: INDEPENDÊNCIA TECNOLÓGICA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

com eles sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam” (FREIRE, 1983, p. 17). Acrescenta o Prof. 3, “Se falamos em primazia do social é preciso pensar a questão do acesso. No nosso processo atual de acesso há o privilégio, pois os que conseguem as melhores notas no processo seletivo não são os mais pobres, o que é uma contradição.” Ou seja, o entrevistado apontou a existência de uma contradição entre a legislação que aponta a primazia do social e o processo seletivo com prova por mérito como forma de acesso às vagas nos cursos dos Institutos Federais de Educação. O ingresso por meio de processo seletivo promove a elitização do perfil dos alunos, tendo em vista que em geral são selecionados aqueles que tiveram acesso às melhores condições e melhores escolas. Isso porque, segundo Prof. 3, “parte-se do pressuposto de que a educação é para a elite, pois se trabalha com um nível alto de exigência que é desconexo da realidade”. O entrevistado Prof. 2 colocou que a questão do acesso é difícil e controversa, pois não há vagas para todos que procuram os Institutos Federais de Educação e se faz necessária alguma forma de seleção. Considerando que um dos objetivos é trabalhar com inovação tecnológica, selecionar alunos mais preparados é um fator importante. Mas dessa forma, como fica o resgate das populações que historicamente foram excluídas? No outro grupo o entrevistado Prof. 4 citou o princípio da equidade para justificar a necessidade de cotas, o que possibilitaria adotar critérios desiguais para quem possui condições desiguais. “As cotas são uma forma de garantir a equidade, é muito injusto apenas fazer uma prova, a política de cotas garante que a diversidade seja garantida.” Mas tal ponto permaneceu como impasse, os grupos não chegaram a consenso, o que reforça o complexo elemento de escolha política que está por trás de tal questão.
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DE QUAL FORMAÇÃO PROFISSIONAL ESTAMOS FALANDO?  UMA QUESTÃO COLOCADA AOS INSTITUTOS FEDERAIS.

DE QUAL FORMAÇÃO PROFISSIONAL ESTAMOS FALANDO? UMA QUESTÃO COLOCADA AOS INSTITUTOS FEDERAIS.

O artigo visa fomentar o debate sobre a concepção de trabalho predominante em dois campi dos Institutos Federais de Brasília e de Goiás, sendo, respectivamente, o campus Planaltina e Uruaçu. Também foi analisada a legislação pertinente à educação profissional e aos Institutos Federais e ainda a literatura sobre o tema. Parte-se da contraposição de duas concepções de trabalho antagônicas, quais sejam: a visão do trabalho como valor de troca e a visão do trabalho como de uso. A primeira completamente alinhada com valores liberais capitalistas e a segunda aderente à teoria marxista socialista.
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FUNDAMENTOS FILOSÓFICO-HISTÓRICOS DA PROPOSTA DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO.

FUNDAMENTOS FILOSÓFICO-HISTÓRICOS DA PROPOSTA DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO.

HOLOS, Ano 30, Vol. 02 63 No terceiro mês tratamos da elaboração do roteiro das entrevistas. No quarto e quinto mês, realização das entrevistas. Como suporte para as entrevistas, utilizamos as técnicas desenvolvidas na História Oral e na organização e preparo das entrevistas na área de sociologia e antropologia. As entrevistas são realizadas com políticos e intelectuais que foram protagonistas na criação dos Institutos Federais. Com isso, buscou-se uma rede de contatos e, porque não, de versões. Essas informações trarão uma riqueza à pesquisa, pois, além da “versão oficial” será possível o contato com outras falas que eventualmente, irão corroborar ou contradizer o primeiro entrevistado.
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Avaliação política dos Institutos Federais de Educação no : entre o mercado e os excluídos

Avaliação política dos Institutos Federais de Educação no : entre o mercado e os excluídos

A Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, criou, ao lado da instituição da Rede Federal de Educação Proissional, Cientíica e Tecnológica, os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia mediante transformação dos Centros de Educação Tecnológica ou de Escolas Técnicas Federais. O que se examina neste texto são os sentidos deinidos na criação destas escolas, isto é, a direção que lhes é dada. Pergunta-se: qual a orientação desta ação pública? Que mecanismo organizacional foi estabelecido para alcançá-la? A pretensão é fazer uma avaliação política dessa transformação, analisando e elucidando o critério, ou os critérios, que fundamentam a política. Nas palavras de Figueiredo e Figueiredo (1986, p. 108), determinando “as razões que a tornam preferível em relação a qualquer outra”.
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Proposta de modelo de implementação da Governança de TI para os Institutos Federais de Educação

Proposta de modelo de implementação da Governança de TI para os Institutos Federais de Educação

O ForTI é subordinado ao Conselho Nacional das Instituições Federais de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia (CONIF), que representa os 39 institutos, além do Colégio Pedro II (CPII), sendo um canal de troca de boas práticas de gestão e governança de TI entre os IFECTs, com o objetivo de segmentar as discussões e facilitar a elaboração de propostas para solução dos problemas nos principais temas ligados à área da tecnologia da informação e comunicação (TIC), além de trabalhar uma agenda única nas negociações com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Planejamento (MP, antigo MPOG). (BRASIL, 2016b).
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OS INSTITUTOS FEDERAIS E A POLÍTICA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL

OS INSTITUTOS FEDERAIS E A POLÍTICA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL

Essa carência de estudos sobre os Institutos Federais é confirmada ao observar-se que apenas um pesquisador se destaca com a publicação de mais de um artigo sobre esta temática no período analisado. Trata-se da pesquisadora Lucília Regina de Souza Machado (4 artigos), que é filiada ao Centro Universitário UNA. Importante destacar que a pesquisadora em questão pertence à área das ciências humanas (educação), desta forma, configura-se carência também de estudos que abordem a temática dos Institutos Federais sob a ótica da gestão, sendo que foi justamente esta abordagem que se adotou neste estudo, objetivando analisar o papel do IFSC enquanto instrumento de política pública de educação profissional, bem como se esta instituição vem, na percepção dos sujeitos de pesquisa, cumprindo o papel social para o qual foi criado. Com isso, buscou-se contribuir também para o avanço do conhecimento em um campo ainda pouco explorado cientificamente sob a ótica da gestão.
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Análise da eficiência técnica dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia

Análise da eficiência técnica dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia

No estudo em questão, foi utilizado o modelo orientado para a saída (output-oriented), visto que os institutos federais não almejam reduzir na administração os principais recursos utilizados na produção, e sim produzir com qualidade fazendo uso dos recursos impostos conforme o orçamento anual disponível para investimentos e custeios, sendo limitado aos objetivos discriminados dentro das políticas públicas para a educação profissional e tecnológica com o intuito de maximizar os resultados. Ou seja, a pesquisa pretende verificar a eficiência nos institutos federais quando os recursos forem constantes em relação aos seus valores empregados, para que a produção seja maximizada. Cabe a observação sobre a pesquisa de Belloni (2000), quando discrimina a orientação a ser seguida para análise da eficiência das universidades federais brasileiras:
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Modelo de mensuração do desempenho dos institutos federais: uma análise a partir de microdados

Modelo de mensuração do desempenho dos institutos federais: uma análise a partir de microdados

Mossoró (IF-RN), São Luís – Monte Castelo (IF-MA), Natal – Central (IF-RN), Vitória da Conquista (IFBA), Juazeiro do Norte (IF-CE), Eunápolis (IF-BA), Barreiras (IF-BA), Fortaleza (IF-CE), Recife (IF-PE), Maceió (IF-AL), Valença (IF-BA), Teresina (IF-PI), Aracaju (IF-SE), Palmeira dos Índios (IF-AL), Pesqueira (IF-PE), João Pessoa (IF-PB), e Petrolina (IF SERTÃO-PE). No lado oposto, as unidades de ensino dos estados de Sergipe (São Cristóvão, IF-SE), Paraíba (Sousa, IF-PB) e Bahia (Teixeira de Freitas, IF-Baiano), Alagoas (Satuba, IF-AL), Pernambuco (Barreiros, IF-PE), Maranhão (Codó, IF-MA), Piauí (Floriano, IF-PI) e Ceará (Iguatu, IF-CE) apresentaram, respectivamente, em ordem crescente, as menores notas médias no Enem entre as suas instituições de ensino da rede federal da região Nordeste. Um resultado interessante é que as unidades de ensino do Instituto Federal Baiano (100%), Instituto Federal da Paraíba (66,67%), Instituto Federal de Sergipe (66,67%) e Instituto Federal de Pernambuco (60%) possuem a maior proporção de escolas federais com escore inferior a média da Rede Federal EPT da região Nordeste. Ao passo que as unidades do Instituto Federal da Bahia (100%) e Instituto Federal do Rio Grande do Norte (100%) dispõem proporcionalmente da maior quantidade de escolas acima da média da região 39 .
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Gestão ambiental nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia

Gestão ambiental nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia

O objetivo do Capítulo I foi analisar práticas de gestão ambiental nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Com base na avaliação do grau de implementação de determinadas vertentes e práticas de gestão ambiental foi traçado o perfil ambiental dos IF. As práticas de gestão ambiental são ferramentas que permitem às organizações melhorar o seu desempenho. Um comportamento eco-eficiente otimiza o uso dos recursos e evita a produção de resíduos, permitindo poupanças significativas. Um bom desempenho ambiental evita custos resultantes da aplicação do princípio do poluidor-pagador. Este trabalho constituiu uma base de apoio aos diversos Campi dos IF, sugerindo quais as vantagens de recorrer a práticas de gestão ambiental, de forma a aumentar o desempenho ambiental nestas instituições públicas de ensino, pesquisa e extensão. Concluiu-se que não há gestão ambiental nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia que preencha os requisitos da sustentabilidade e que o Índice de Avaliação Ambiental dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IADAIFE) para 4 Campi foi muito fraco e para 78 Campi foi fraco.
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Promoção da saúde do trabalhador docente dos Institutos Federais de Educação

Promoção da saúde do trabalhador docente dos Institutos Federais de Educação

Ao utilizar o Itinerário de Pesquisa de Freire, por meio de ações dialógicas que constituem os Círculos de Cultura, este proporcionou aos professores, participantes desta pesquisa, com[r]

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