Financiamento bancário

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Crise económico-financeira e o financiamento bancário às pequenas e médias empresas: o caso do sector da construção

Crise económico-financeira e o financiamento bancário às pequenas e médias empresas: o caso do sector da construção

Paralelamente, não é fácil para um empresário gerir o instinto natural de preferir o autofinanciamento e não querer recorrer em demasia ao crédito bancário, de modo a não comprometer o seu património e a não entrar em situação de descontrolo, mantendo uma “almofada de segurança” que lhe permita fazer face às contingências do negócio. Note-se que, face às garantias pessoais ou reais exigidas pelos bancos que os proprietários nem sempre dispõem, os custos de falência associados ao financiamento bancário são bastantes superiores aos do financiamento interno. No primeiro caso, os referidos custos podem envolver bens do património pessoal dos sócios, enquanto no financiamento efectuado através de capitais próprios, a perda máxima pode ser limitada ao capital investido. Por vezes, são as próprias empresas que acabam por sair prejudicadas deste enredo, ao serem desprezadas oportunidades de investimento que, através do efeito de alavancagem do financiamento, se poderiam vir a revelar benéficas.
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Financiamento bancário e o desempenho das empresas em Portugal: qual a relação?

Financiamento bancário e o desempenho das empresas em Portugal: qual a relação?

52 Recorrendo à Tabela 7, percebemos que o financiamento bancário tende a aumentar com a dimensão da empresa, uma vez que são as maiores empresas que têm um acesso mais facilitado ao crédito para investimento, diversificando mais a sua estratégia (Yang e Chen, 2009), conseguindo-o a taxas de juros mais baixas e reduzindo o custo de falência. De facto, ao analisarmos o nível do total do passivo, percebemos que a média do financiamento bancário foi aumentando com a dimensão da empresa, ficando assim perceptível que empresas de menor dimensão apresentam níveis de endividamento inferiores devido à dificuldade de acesso ao crédito e ao mercado de capitais (Titman e Wessels, 1988). Destacamos outro facto: a média de endividamento desce das médias para as grandes empresas. Tal pode ser explicado pelo facto de, com o alcance de determinado nível de dimensão, a empresa atinge um elevado nível de burocracia e de rigidez de processos, e tende a centrar-se no mercado a que já pertence, ao contrário das empresas mais pequenas que procuram mercados novos e potenciadores (Christensen,1997, citado por Kipesha, 2013). A Tabela 7 sugere também que as empresas pequenas tendem a ser as mais novas, o que poderá ser um entrave no acesso ao financiamento, na medida em que “pequenas empresas exibem altas taxas de lucro, baixa probabilidade de sobrevivência e uma elevada dificuldade no acesso ao mercado de capitais.” (Dhawan,2001:270).
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Determinantes do acesso a financiamento bancário para as PME da zona Euro : comparando os casos português e alemão

Determinantes do acesso a financiamento bancário para as PME da zona Euro : comparando os casos português e alemão

Há essencialmente quatro tipos de estratégias de amostragem (Teddlie e Yu, 2007): amostragem de probabilidade, intencional, por conveniência e métodos mistos de amostragem. Assim, a estratégia empregue para selecionar os dois casos escolhidos para esta investigação foi uma forma de amostragem intencional – caso extremo de amostragem 4 . A amostragem intencional recai na selecção de unidades ou casos com base num propósito específico relacionado com a research question (Kothari, 2004; Teddlie e Yu, 2007). Na medida em que o objectivo desta investigação foi perceber como variou o acesso ao financiamento bancário para as PME de diferentes clusters de países na ZE – núcleo e periferia –, a estratégia de amostragem deve ajudar na escolha do caso mais extremo em cada um daqueles.
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Emissão de obrigações privadas como uma alternativa ao financiamento bancário: caso das empresas em Moçambique

Emissão de obrigações privadas como uma alternativa ao financiamento bancário: caso das empresas em Moçambique

Para o alcance do objetivo geral, o estudo procurará alcançar os seguintes objetivos específicos: apresentar a evolução das formas de financiamento de médio e longo prazo recorridos pelas grandes empresas em Moçambique no período compreendido de 2005 a 2017; analisar o desempenho do mercado de crédito bancário e de valores mobiliários como veículos de acesso ao financiamento de empresas em Moçambique, durante o período de 2005 a 2017; ilustrar a montagem da operação do empréstimo obrigacionista da Companhia de Moçambique, de modo a estimar os respetivos custos efetivos dessa forma de financiamento; determinar os custos efetivos de uma simulação de um empréstimo bancário para a mesma empresa, com vista a comparar com os custos do empréstimo obrigacionista; apresentar os resultados de um inquérito realizado às empresas, de modo a perceber se existe conhecimento acerca de mercado de capitais, e se existe algum interesse em aderir a esta forma de financiamento; contribuindo assim para a escassa evidência empírica encontrada sobre o tema obrigações privadas, e a sua utilidade no financiamento das empresas em Moçambique, o que torna o tema mais interessante, atual e importante.
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Capital de risco como alternativa ao financiamento bancário

Capital de risco como alternativa ao financiamento bancário

viii) Management buy-out (MBO) – a equipa de gestão e/ou quadros da empresa decidem a aquisição da mesma. O financiamento é para assegurar o controlo de uma parte ou até mesmo a totalidade do capital social da empresa pelos seus quadros e tomar gestão da empresa. Dos diversos tipos de MBO´s as origens mais como são: problemas de sucessão em empresas de gestão familiar e a abertura de capital ao público em geral. Também podemos encontrar MBO´s muito diferentes quanto à necessidade de capital que está directamente relacionada com a dimensão da empresa a que se destina, mas todos eles são efectuados com uma enorme expectativa de que a nova estrutura accionista a empresa passará a ser gerida com maior eficiência.
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Restrições financeiras ao investimento direto estrangeiro: o caso das Pequenas e Médias Empresas portuguesas

Restrições financeiras ao investimento direto estrangeiro: o caso das Pequenas e Médias Empresas portuguesas

Foi obtida evidência que sugere a existência de falhas no mercado para o financiamento dos projetos de IDE das PMEs portuguesas. Os retornos voláteis associados a tais projetos, os problemas de assimetria de informação que caraterizam a relação PMEs-Credores, bem como a tradicional questão da proteção da propriedade pessoal por parte dos empresários portugueses são apontados como possíveis motivos. As maiores dificuldades à dinamização eficiente de tal mercado prendem-se com aspetos informacionais, dado um ainda insuficiente intercâmbio de informação entre as partes, bem como uma relativa impreparação das equipas de gestão das PMEs, que faz com que, mesmo que existam instrumentos financeiros alternativos, estas se considerem dependentes da Banca tradicional no acesso a financiamento alheio. No entanto, verifica-se que, dada a hipotética preferência pelo financiamento interno e a disponibilidade de meios na empresa para tal, não transparece que as dificuldades de obtenção (e o custo) do financiamento bancário formem um sério entrave à expansão internacional das PMEs portuguesas via IDE, nem que tenham impacto negativo no seu crescimento, pois, mesmo que existam tais entraves, a disponibilidade de fundos internos parece supri-los.
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A importância do Spread e das garantias na concessão de crédito às pequenas e médias empresas

A importância do Spread e das garantias na concessão de crédito às pequenas e médias empresas

A grande maioria das pequenas e médias empresas (PME) depende dos bancos comerciais para obterem financiamento bancário. Como os custos de transacção, o custo de funding e as garantias exigidas pelos bancos limitam o fornecimento de crédito às PME, este estudo analisa os determinantes do custo do financiamento, isto é, do spread aplicado aos empréstimos e das garantias particulares solicitadas aos mutuários no processo de concessão de crédito. Para tal recolheu-se informação relativamente a 18.687 empréstimos concedidos a PME, por um dos maiores bancos portugueses. Os resultados obtidos com base no modelo OLS e com referência aos determinantes do spread indicam que: i) o valor do spread cobrado aumenta sempre que sejam exigidas garantias aos sócios e/ou gerentes; ii) com referência às garantias prestadas pela empresa e pelas SGM obtém-se um efeito contrário, isto é, um decréscimo do valor do spread; iii) para empréstimos de longo prazo e de montantes mais elevados o valor do spread diminui, efeito explicado pela redução dos custos de monitorização dos contratos de crédito; iv) quanto às características do mutuário, as empresas que tenham decréscimos no seu volume de negócios ou que apresentem incumprimentos após a concessão do empréstimo provocam aumentos no spread, tal como nos clientes com piores ratings; v) relações mais duradouras não permitem uma redução do valor do spread cobrado o que evidencia um efeito hold-up, isto é, à medida que aumenta o relacionamento mutuante- mutuário este último tende a ficar “refém” da relação. Os resultados do modelo logit com referência aos determinantes das garantias particulares sustentam que spreads mais elevados estão associados a maiores exigências de garantias particulares e que o relacionamento bancário não permite diminuir estas exigências.
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Determinantes da Oferta e da Demanda de Créditos Comerciais por Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Determinantes da Oferta e da Demanda de Créditos Comerciais por Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Este artigo investiga os fatores determinantes da oferta e da demanda de créditos comerciais por micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), utilizando dados coletados por meio de um survey, com gestores de 481 firmas de 32 cidades dos Estados de São Paulo e Minas Gerais (Brasil), entre 2008 e 2010. O modelo de relacionamento multivariado proposto está fundamentado nas teorias de créditos comerciais, de agência e de custos de transação. O estudo embasa-se na técnica conhecida como análise de caminhos (path analysis), que usa um sistema de regressões simples estimadas por meio de equações simultâneas. Os principais resultados mostram que: (i) o crédito comercial e o financiamento bancário de curto prazo são fontes complementares, e não substitutas, de recursos para as MPMEs, eviden- ciando que os créditos comerciais podem ser usados por instituições financeiras como indicadores de qualidade creditícia da empresa; (ii) a proporção de vendas a prazo, o prazo médio de recebimento e o crescimento das vendas estão positivamente relacionados à quantidade demandada de créditos comerciais, relações que sugerem a transmissão do crédito comercial ao longo da cadeia produtiva; e (iii) a oferta de créditos comerciais está positivamente relacionada à importância que o gestor dá tanto ao capital interno como ao bancário, indicando o uso estratégico da oferta do crédito comercial para o aumento de vendas. Esses resultados têm implicações importantes para os gestores de empresas, instituições financeiras, bem como para as autoridades governamentais responsáveis pela formulação de políticas de apoio e fomento ao desenvolvimento de pequenas e médias empresas.
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Uso de trade credit pelas empresas: evidência na América Latina

Uso de trade credit pelas empresas: evidência na América Latina

Pelo lado da transação comercial, o cliente “compra” um seguro de garantia de qualidade do produto adquirido uma vez que recebe o produto e tem um prazo para pagá-lo caso esteja dentro das especificações contratadas conforme os trabalhos de Long, Malitz e Ravid (1993) e Smith (1987). Pelo lado financeiro, o trabalho de Petersen e Rajan (1997) demonstra que se as empresas usuárias de TC tivessem melhores acessos ao mercado de capitais ou a financiamento bancário ou factoring ou outras fontes de financiamento mais baratas optariam pelo financiamento e não para o TC. Nilsen (2002) argumenta que em momentos de política monetária contracionista, pequenas empresas aumentam o uso de fontes mais caras de financiamento e as grandes empresas aumentam o financiamento de TC aos seus clientes. Em complemento, a pesquisa de Davey (1989) mostra que grandes empresas preferem a seguinte ordem como fontes de financiamento: commercial papers, empréstimos e TC. Já as pequenas empresas preferem empréstimos a TC como fontes de financiamento.
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Crowdfunding e resiliência das comunidades: estudo de caso

Crowdfunding e resiliência das comunidades: estudo de caso

Com a participação dos indivíduos é possível desenvolver a capacidade de antecipação, reduzindo ou eliminando o risco da ocorrência de um choque ao participarem no financiamento de um projeto em que contribuem com recursos monetários para a campanha do promotor que ainda não foi confrontado com um choque, para que este reduza ou elimine o risco da ocorrência do mesmo através do montante angariado e concretização do seu projeto. Também o conhecimento adquirido pelo promotor, através da experiência vivida no crowdfunding e o que o levou a utilizar esta iniciativa, ao partilhá-lo e divulgá-lo vai fazer com que as pessoas que estejam em situações semelhantes de risco se precavenham antecipadamente e tenham uma recuperação bem-sucedida com perdas reduzidas. Com a diversidade de meios de subsistência, expandem as opções existentes a que recorrer. Para obtenção de financiamento, o crowdfunding é um dos meios de subsistência, o menos burocrático e mais rápido em comparação com os meios tradicionais para obtenção de capital, sendo que em caso de ser prevista a ocorrência de um choque, o indivíduo possa recorrer ao crowdfunding sem dificuldade, reduzindo ou eliminando o risco de este acontecer.
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Financiamento federal da atenção básica à saúde no SUS

Financiamento federal da atenção básica à saúde no SUS

Este estudo tem como objetivo analisar o financiamento federal da atenção básica à saúde no SUS e os aspectos que conformaram o financiamento, as transferências de recursos e as características desse nível de atenção ao longo dos 31 anos de existência do SUS. Tratou- se de uma revisão narrativa da literatura, norteada pela análise do financiamento federal da atenção básica. Foi utilizado o Portal Regional da BVS (Biblioteca Virtual em Saúde) para pesquisa e recuperação das publicações. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 10 publicações foram incluídas nessa revisão. Há consenso na literatura de que a atenção básica representa a principal estratégia de transformação do modelo de atenção à saúde a partir da criação do SUS. No entanto, os autores apresentam visões distintas sobre como o financiamento federal e as formas de transferência de recursos entre os entes federativos impactaram sobre a implantação da atenção básica no Brasil.
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EM DEFESA DA LIBERDADE DE CONTRATAR (MESMO EM CONTRATOS DE CONSUMO).  Orlando Celso Da Silva Neto

EM DEFESA DA LIBERDADE DE CONTRATAR (MESMO EM CONTRATOS DE CONSUMO). Orlando Celso Da Silva Neto

RECURSO ESPECIAL. CONTRATOS DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO. SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO. REQUISITOS PARA PETIÇÃO INICIAL. APLICAÇÃO A TODOS OS CONTRATOS DE FINANCIAMENTO. A a[r]

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Gestão pública em saúde mental: um estudo em CAPS com gerência pública e privada do Rio Grande Do Norte

Gestão pública em saúde mental: um estudo em CAPS com gerência pública e privada do Rio Grande Do Norte

financiamento de ações estratégicas e que são “extra - teto” das cotas repassad as aos fundos municipais, ou seja, um financiamento federal para ações de demanda reprimida às quais [r]

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Direções opostas no financiamento de campanhas eleitorais

Direções opostas no financiamento de campanhas eleitorais

Em seus votos, diversos ministros do STF ressaltaram os problemas que modelo de financiamento de campanha por empresas traz para a democracia. Em um primeiro nível, este financiamento se[r]

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O financiamento das universidades estaduais brasileiras: uma revisão da produção acadêmica no período de 2000 a 2018/The financing of brazilian state universities: a review of academic production from 2000 to 2018

O financiamento das universidades estaduais brasileiras: uma revisão da produção acadêmica no período de 2000 a 2018/The financing of brazilian state universities: a review of academic production from 2000 to 2018

Tanto a CF de 1946 quanto a Lei Federal nº 4.024/61 sucumbiram ao Golpe Militar de 1964 e deram lugar a uma série de Emendas Constitucionais, Atos Institucionais, até a chegada da CF de 1967. Com a marca de regimes autoritários, esta Carta suprime de seu texto a vinculação de recursos oriundos de impostos para a educação, um retrocesso para o que se tinha trilhado até então no âmbito do financiamento da educação brasileira. Sucedeu a CF de 1967, a Emenda Constitucional (EC) nº 1, de 17 de outubro de 1969, que a editou e incluiu a previsão de intervenção no município quando não se verificasse a aplicação, “no ensino primário, em cada no, de vinte por cento, pelo menos, da receita tributária municipal” (BRASIL, 1969). Os demais entes federados e graus de ensino (médio e superior) não gozavam de igual atenção, sendo livres à iniciativa privada. A Lei nº 5.692, de 11 de agosto de 1971, reforçava em seu Art. 59, a responsabilização municipal pelo ensino primário, sendo este o único ente que contava com a vinculação em lei de percentual obrigatório de aplicação de recursos para a educação.
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DOUTORADO EM EDUCAÇÃO - CURRÍCULO

DOUTORADO EM EDUCAÇÃO - CURRÍCULO

Após leitura da Cartilha do SEBRAE (Como obter financiamento para o próprio negócio), o facilitador debate com a classe sobre o processo de financiamento do empreendimento, cada qual a[r]

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Capital Bancário e Crédito no Brasil.

Capital Bancário e Crédito no Brasil.

é dado por: , % − , % = − , % no primeiro período e , % − , % = − , % no segundo período. Os testes F para a soma dos coeficientes (mostrados na última linha da Tabela 7) indicam que os efeitos estimados não são estatisticamente diferentes de zero. Esse resultado indica que a oferta de crédito em bancos públicos não está associada ao capital excedente. Duas possíveis interpretações não excludentes para esse resultado são: (a) os bancos públicos não enfrentam restrição de capital, e portanto o capital é ajustado facilmente conforme a demanda por crédito; (b) a política de crédito em bancos públicos tem determinantes exógenos (por exemplo, políticas públicas) não relacionados ao capital bancário. Por exemplo, a política do governo federal de aumentar o crédito nos bancos públicos pode ter corroborado para a ausência de associação entre o capital excedente e o crédito nestes bancos, sobretudo durante o segundo período (10) .
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Inserção da informática nos cursos de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (1994 2006): diagnósticos, rebatimentos e perspectivas nas Instituições Federais de Ensino Superior do Nordeste: UFRN, UFPB e UFPE

Inserção da informática nos cursos de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (1994 2006): diagnósticos, rebatimentos e perspectivas nas Instituições Federais de Ensino Superior do Nordeste: UFRN, UFPB e UFPE

FIES (Programa de Financiamento Estudantil) - Programa de financiamento federal destinado ao estudante brasileiro, regularmente matriculado em curso de graduação avaliado pelo Ministér[r]

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Concentração no mercado bancário português

Concentração no mercado bancário português

Podemos constatar, pelos gráfico apresentados que os três maiores bancos do mercado bancário nacional, CGD, BCP e BES, (Anexos 1, 2, 3, 4, 5, 6 Posição Ordinal das Instituições bancárias) detêm mais de 50% da quota de mercado na maioria das variáveis em estudo e em quase todos os anos considerados. Apenas nos anos de 2004, 2006 e 2007 registaram quotas de mercado abaixo dos 50% para as variáveis Situação Liquida, Activo, e Resultados Liquidos respectivamente. Verifica-se então que estes são os bancos dominantes no sector, considerados como referência.

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TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO DO TRABALHO BANCÁRIO

TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO DO TRABALHO BANCÁRIO

Vimos que o início do processo se deu na década de 80, primeira experiência de ajuste da economia brasileira e as grandes mudanças que ocorreram no cotidiano de trabalho dos bancários. A partir de 1992, o governo iniciou políticas de diminuição da inflação, o que trouxe novos desafios aos bancos e, conseqüentemente, aos bancários. A partir desse ano, vários bancos começaram a fechar, em decorrência às altas taxas de depósito compulsório, que impossibilitava-os de praticar a atividade bancária de empréstimos. No início, as falências foram apenas de bancos pequenos bancos, até que a partir de 1994 com o Plano real, bancos que figuravam entre os dez maiores quebraram. Começava a nova configuração do trabalho bancário, com suas lutas e fracassos ante ao sindicato.
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