Floração - Indução

Top PDF Floração - Indução:

“Comportamento fenológico de gramíneas em um campo sujo de Cerrado : da indução de floração à emergência de plântulas”

“Comportamento fenológico de gramíneas em um campo sujo de Cerrado : da indução de floração à emergência de plântulas”

Em oposição à hipótese de nascer e pôr do sol (Borchert et al. 2005b), a radiação, ou hipótese da intensidade luminosa solar (Bertero 2001), tem sido proposta como causa do sincronismo de floração nas regiões equatoriais (Hamman 2004, Yeang 2007ab). Em seu estudo, Calle e colaboradores (2009), em dois anos amostrados, encontraram floração bimodal em árvores em um gradiente latitudinal do México ao Equador. Os autores constataram que estes picos coincidiram com os dois períodos de declínio da insolação e inferiram que a intensidade luminosa seria a principal causa do sincronismo nestas espécies (Calle et al. 2009). A hipótese de intensidade luminosa também se aplica à ambientes tropicais (van Schaik et al. 1993), principalmente quando não há restrição hídrica (Wright & van Schaik 1994). A disponibilidade luminosa influencia nas taxas fotossintéticas de Luehea seemannii, árvore de floresta tropical úmida no Panamá (9° N), havendo uma relação positiva entre as taxas de intensidade luminosa e o crescimento e floração da espécie (Graham et al. 2003). Zimmerman e colaboradores (2007) testaram o efeito da intensidade luminosa na reprodução de duas florestas tropicais, uma úmida e outra sazonalmente seca. O resultado encontrado sugere que a variação sazonal em irradiância limita o comportamento reprodutivo para ambas as florestas (Zimmerman et al. 2007). A indução da resposta fenológica por este sinal pode estar relacionada ao total diário de irradiância solar ou a qualidade espectral da luz; porém os mecanismos fisiológicos desta interação permanecem desconhecidos (Lüttge & Hertel 2009).
Mostrar mais

99 Ler mais

Indução de floração precoce em clones de Hevea brasiliensis e híbridos de Hevea brasiliensis x Hevea benthamiana

Indução de floração precoce em clones de Hevea brasiliensis e híbridos de Hevea brasiliensis x Hevea benthamiana

A prática do anelamento, por si só, produziu um número maior de plantas em floração (23%) do que quando associada ao encurvamento das hastes (14%), enquanto o encurvamento sozinho não[r]

7 Ler mais

Floração, frutificação e maturação de frutos de morangueiro cultivados em ambiente protegido

Floração, frutificação e maturação de frutos de morangueiro cultivados em ambiente protegido

morangueiro. No cultivo para produção de frutos, a fase vegetativa é verificada logo após o transplante das mudas, realizado de fevereiro a junho, de acordo com a região. O florescimento e a frutificação do morangueiro, que ocorrem nas gemas, dependem de uma série de processos fi- siológicos. Esses quatro processos com- preendem a indução, iniciação, diferen- ciação e antese (Verdial, 2004). A inicia- ção da flor é caracterizada por mudanças físicas e químicas que ocorrem na gema, a partir de estímulos florais detectados pelas folhas. No período de transição para a floração, o ápice do sistema caulinar vegetativo é transformado em reprodutivo. A diferenciação da flor é o desenvolvimento dos órgãos florais den- tro do botão. A antese caracteriza a fase final do processo de florescimento, quan- do os órgãos florais são expostos, possi- bilitando a polinização e, conseqüente- mente, a fertilização (Guttridge, 1985). A diferenciação das gemas depende de fatores genéticos e ambientais. Entre os vários fatores ambientais, o comprimen- to do dia e a temperatura estão envolvi- dos na indução floral (Galletta & Bringhurst, 1989 apud Verdial, 2004). Bueno et al. (2002) observaram que o potencial de florescimento do moran- gueiro é afetado por fatores internos, pela temperatura, pelo fotoperíodo, ou pelos três fatores conjuntamente. Porém, esta sensibilidade varia de acordo com as cul- tivares. Para o florescimento em cultiva- res não reflorescentes, as condições ambientais favoráveis que deverão ser observadas são dias curtos (inferior a 14 horas de luz/dia) e temperaturas baixas (menor que 15°C).
Mostrar mais

5 Ler mais

Fitorreguladores no retorno da floração e características agronômicas de pereiras européias

Fitorreguladores no retorno da floração e características agronômicas de pereiras européias

classe hormonal é muito utilizada na micropropagação, transgenia e biotecnologia de plantas. Com relação ao seu uso nos processos fisiológicos é uma substância que tem ação conjunta ao Ácido Giberélico e Auxinas. Alguns trabalhos associam as citocininas com a indução floral. Contudo, como a floração envolve processos dependentes de divisão celular, estabelecimento de drenos e outras funções os quais são induzidos por citocininas é muito provável que estas desempenhem um papel indireto, não sendo o hormônio indutor desse processo propriamente dito (PERES; KERBAY, 2008, p. 225).
Mostrar mais

86 Ler mais

Floração, germinação e estaquia em espécies de Lippia L. (Verbenaceae).

Floração, germinação e estaquia em espécies de Lippia L. (Verbenaceae).

A baixa capacidade de enraizamento observada em estacas das espécies não domesticadas de Lippia foi um fato inesperado, uma vez que efeitos positivos da adição de diferentes auxinas sobre o enraizamento adventício em estacas são conhecidos para outras Verbenaceae, incluindo L. alba (Vega & Rodriguez y Pacheco 1982, Ming et al. 1996, Palanisamy & Subramanian 2001, Sarma 2003). Contudo, dificuldades para a indução de enraizamento em estacas foram relatadas para Premna mucronata Roxb., uma Verbenaceae de uso medicinal. Bhutani (2003), trabalhando com essa espécie, teve que associar a técnica de alporquia à adição de AIB e ANA para obter enraizamento satisfatório, o que sugere a necessidade do emprego, em alguns casos, de técnicas mais complexas de propagação vegetativa para o sucesso do processo. Além disso, ao contrário do observado para L. alba, as espécies não domesticadas de Lippia utilizadas no presente trabalho, possivelmente necessitem da presença de algum cofator de enraizamento associado ao AIB e/ou a outras auxinas (Hartman et al. 2002), o que não foi avaliado no presente trabalho.
Mostrar mais

10 Ler mais

TESE_Evapotranspiração e efeito do déficit hídrico na floração do cafeeiro arábica

TESE_Evapotranspiração e efeito do déficit hídrico na floração do cafeeiro arábica

Abril a Agosto, ocorrem a indução e a maturação das gemas florais. O segundo ano fenológico inicia-se com a florada, seguida pela formação dos chumbinhos, que precede a expansão dos grãos até que eles atinjam o tamanho normal. Em seguida, ocorrem a granação dos frutos e a fase de maturação. Na primavera do ano civil seguinte, brotam novos ramos vegetativos, que se transformam em reprodutivos, permitindo nova produção defasada no ano seguinte (CAMARGO; CAMARGO, 2001). Os autores salientam que a esquematização das diferentes fases fenológicas do cafeeiro arábica é útil para facilitar e racionalizar as pesquisas e observações na cafeicultura. Possibilita identificar as fases que exigem água facilmente disponível no solo e aquelas nas quais se torna conveniente a ocorrência de pequeno estresse hídrico para condicionar uma abundante florada.
Mostrar mais

108 Ler mais

Épocas de floração de cultivares de oliveira em Castelo Branco, Elvas e Santarém

Épocas de floração de cultivares de oliveira em Castelo Branco, Elvas e Santarém

A época de floração é condicionada, de acordo com Alcalá e Barranco (1992), pelas temperaturas máximas dos meses de Março, Abril e Maio, por indução de uma precocidade ou de um atraso da floração, se forem altas ou baixas, respectivamente. Outros autores, como Ferrara et al. (2002) consideraram também importante o mês de Fevereiro, que marca o início da actividade vegetativa, e introduziram o conceito de “valores térmicos”, índices que quantificam o efeito das temperaturas. Esta metodologia explicou as diferenças no início da época de floração no Banco de Germoplasma de oliveira da Estação Nacional de Melhoramento de Plantas, na região de Elvas, no período de 1998 a 2002 (Cordeiro e Martins, 2002).
Mostrar mais

6 Ler mais

Prospecção de genes associados ao processo de floração em tomateiro.

Prospecção de genes associados ao processo de floração em tomateiro.

para a otimização da produção do tomateiro, é imprescindível considerar as variações naturais existentes nos diferentes cultivares (selvagens ou que tenham sido menos modificados pelo homem) do gênero Lycopersicon, avaliando características ligadas ao tempo e tipo de floração, número de flores produzidas e muitos outros aspectos envolvidos no desenvolvimento. Entender a base genética e fisiológica e os mecanismos que determinam essas variações possibilitará conduzir propostas para prospectar, isolar e caracterizar genes que possam estar associados tanto com a indução floral quanto com a identidade meristemática, e com isso ampliar o conhecimento sobre aspectos do desenvolvimento do tomateiro. Essa proposta pode ser veiculada com a aplicação de ferramentas moleculares que possibilitem encontrar possíveis fatores envolvidos no aspecto em estudo. Para isto, nesse trabalho foi realizada a construção e análise de bibliotecas subtrativas, nas quais componentes endógenos que geram as variações genéticas naturais encontradas no gênero Lycopersicon, considerando a floração e número de flores produzidas, podem ser comparados de plantas induzidas e não induzidas à floração. Outra metodologia aplicada para estudar genes alvos foi a análise da expressão por PCR quantitativa em tempo real.
Mostrar mais

70 Ler mais

Crescimento, propagação, floração e compostos de reserva em Costus arabicus L.

Crescimento, propagação, floração e compostos de reserva em Costus arabicus L.

Prue, 1997). A indução floral, a iniciação e/ou os processos de desenvolvimento de muitas espécies de plantas são sincronizados temporalmente, durante o ano, de acordo com o comprimento da noite (Garner & Allard, 1920; Mattson & Erwin, 2005). A classificação das plantas de acordo com as respostas fotoperiódicas é usualmente baseada na floração, conforme foi demonstrado experimentalmente por Garner & Allard (1920), e que podem ser divididas em cinco grupos principais (Thomas & Vince Prue, 1997): 1- Plantas de Dia Curto (PDC): plantas que florescem quando o comprimento da noite excede um determinado número de horas; 2- Plantas de Dia Longo (PDL): plantas que florescem quando o comprimento da noite é mais curto do que um determinado número de horas; 3- Plantas de Dia Neutro (PDN): plantas que florescem independente das variações do fotoperíodo; 4- Planta de Dia Intermediário (PDI): a floração ocorre somente entre limites estreitos do fotoperíodo, permanecendo vegetativas quando expostas a dias mais curtos ou mais longos. Estas plantas também são chamadas plantas de dias médios ou estenofotoperiódicas (Heide, 2004); 5- Planta Ambifotoperiódica (PA): nas quais a floração somente ocorre em dias muito longos ou muito curtos, mas não em um fotoperíodo intermediário.
Mostrar mais

112 Ler mais

Floração e frutificação de Myrtaceae de floresta atlântica: limitações ecológicas e filogenéticas

Floração e frutificação de Myrtaceae de floresta atlântica: limitações ecológicas e filogenéticas

Por outro lado, a fenologia das plantas pode afetar grandemente os animais que utilizam folhas novas, flores e frutos maduros e imaturos por meio de variações temporais na disponibilidade dos recursos nas plantas (van Schaik et al. 1993). A influência da fenologia nas interações entre polinizadores de flores e dispersores de sementes, é um dos parâmetros mais importantes na avaliação da integridade das interações bióticas, especialmente em sistemas ameaçados, e está entre as pesquisas prioritárias para a conservação de sistemas naturais (Bawa et al. 1993, Bawa 1995). Uma das teorias que explicam a influência de fatores bióticos nos padrões de floração e frutificação que mais tem recebido a atenção dos pesquisadores é a do escape da competição por polinizadores e dispersores de sementes (Levin & Anderson 1970). Segundo essa teoria, quando espécies simpátricas compartilham os polinizadores ou dispersores, a seleção favorece épocas segregadas de floração e frutificação, minimizando a sobreposição interespecífica e conseqüentemente a competição pelos vetores animais de pólen e sementes (Snow 1965, Smythe 1970, Frankie et al. 1974, Stiles 1977, Wheelwright 1985, Kochmer & Handel 1986, Asthon et al. 1988, Wright & Calderón 1995). Nas florestas tropicais, em especial, os vetores de pólen são importantes pois ocorre uma alta porcentagem de espécies auto-incompatíveis ou dióicas que, portanto, necessitam de polinização cruzada (Bawa et al. 1985), e espécies polinizadas pelo vento são raras (Frankie et al. 1974, Bawa 1990).
Mostrar mais

102 Ler mais

O Problema da Indução

O Problema da Indução

A dissolução proposta por Norton tem sido criticada por vários autores (Okasha 2005; Achinstein 2010; Kelly 2010; Worrall 2010). Destacamos duas dessas objecções. A primeira alega que a teoria ma- terial da indução apenas aparentemente é sobre argumentos induti- vos. Na verdade, é uma teoria acerca de argumentos dedutivos enti- memáticos, i.e., argumentos com premissas escondidas. No caso do Bismuto, por exemplo, a premissa escondida é a de que ‘geralmente, qualquer amostra de um elemento químico tem a mesma proprieda- de física’. Norton (2014) replica a esta objecção considerando que o termo geralmente inclui a existência de elementos alótropos. Assim, a inferência de que ‘todas as amostras de Bismuto fundem a 271º C’ não se segue dedutivamente das premissas, porque nessa inferência estamos a arriscar (ou seja, a induzir) que o Bismuto não tem formas alotrópicas com pontos de fusão diferentes.
Mostrar mais

39 Ler mais

O Problema da Indução

O Problema da Indução

Ora, nesta escolha entre H e א, nenhum mecanismo tipicamente associado ao raciocínio indutivo teria sido utilizado. O mecanismo operacional subjacente à escolha teria sido um mecanismo integralmente dedutivo. Não obstante, teríamos seleccionado, de acordo com um preceito racional, uma hipótese empírica de carácter universal e, portanto, com um âmbito de aplicação que abarcaria eventos ainda não observados, e descartado outra. É certo que a hipótese seleccionada se manteria no nosso stock de hipóteses apenas provisoriamente até vir a ser refutada por alguma experiência futura, mas essa seria a própria natureza da Ciência. Segundo Popper, em vez de procurar determinar as suas hipóteses como verdadeiras, aquilo que a Ciência faria seria, então, sobretudo um trabalho de exclusão tendente a eliminar do seu seio as hipóteses falsas. E para isso a indução seria de todo em todo desnecessária. Como resultado deste trabalho contínuo de eliminação de hipóteses falsas, a Ciência ir-se-ia aproximando assimptoticamente da ideia de um corpo de proposições verdadeiras, mas esta ideia manter-se-ia sempre como um ideal regulador e nunca iríamos encontrar-nos numa posição de dizer de uma
Mostrar mais

37 Ler mais

Heterogeneidade da brotação e da floração do pessegueiro em condições de inverno ameno

Heterogeneidade da brotação e da floração do pessegueiro em condições de inverno ameno

25 cultivar têm diferentes necessidades de calor durante a ecodormência. Observações feitas em Byron, Georgia (EUA), indicaram que um genótipo de floração tardia da cultivar ‘Pi Tao’ (PI-62602) tem uma baixa necessidade de frio. Da mesma forma, seleções provenientes de Aguascalientes, no México, têm baixa necessidade de frio, porém apresentam florescimento tardio em regiões temperadas (SCORZA; OKIE, 1990). Scorza e Sherman (1996) referem-se que os componentes genéticos envolvidos com o controle da floração não foram completamente determinados. Isto devido à grande interação existente entre necessidade de frio e calor para a floração, aos efeitos relativos às estações do ano e efeitos condicionados por genes que controlam outras características (pleiotropia).
Mostrar mais

56 Ler mais

Crescimento e floração do girassol sob estresse salino e adubação nitrogenada.

Crescimento e floração do girassol sob estresse salino e adubação nitrogenada.

Resumo - Considerando a importância do girassol (Helianthus annuus L.) como fonte potencial de energia renovável e a carência de resultados de pesquisas relativos a seu cultivo, avaliaram-se com este trabalho variáveis de crescimento e de floração do girassol cv. Embrapa 122/V-2000 sob diferentes níveis de salinidade da água de irrigação (CEa) e doses de adubação nitrogenada, em experimento conduzido em ambiente protegido da UFCG, entre julho e outubro de 2009. Usou- se a aleatorização em bloco, testando 5 níveis de salinidade da água de irrigação (0,5 - controle; 1,6; 2,7; 3,8 e 4,9 dS m -1 )
Mostrar mais

8 Ler mais

Concentrações de oleandrina nas folhas de Nerium oleander de diferentes cores da floração.

Concentrações de oleandrina nas folhas de Nerium oleander de diferentes cores da floração.

(1973) utilizaram a CCD para determinação dos cardenolídeos, mas este tipo de técnica apresenta significativas limitações para a adequada quantificação de compostos [r]

3 Ler mais

Biologia reprodutiva de macaúba: floração, polinizadores, frutificação e conservação de pólen

Biologia reprodutiva de macaúba: floração, polinizadores, frutificação e conservação de pólen

A floração da macaúba, nos dois anos de estudo, ocorreu durante a estação chuvosa, semelhantemente ao observado por Scariot et al. (1995) no cerrado brasileiro, Distrito Federal. Estes resultados indicam a importância da precipitação como um dos fatores que desencadeiam a floração. Diferentes variáveis ambientais tais como temperatura, umidade e fotoperíodo, além da precipitação, podem agir sinergicamente e influenciar os períodos de ocorrência das fenofases reprodutivas, floração e frutificação. Por isto, os ciclos fenológicos de plantas tropicais são complexos e podem variar, mesmo sendo de uma espécie, se avaliados em ecossistemas diferentes (NEWSTROM et al., 1994), tal como observado na macaúba; no Distrito Federal (15"35'S, 47"45'W), floresceu de agosto a dezembro (SCARIOT et al., 1991;1995) e no presente estudo, de novembro a fevereiro. Esses resultados mostram que é possível que ocorra variação na floração e frutificação entre populações, entre indivíduos e entre anos, conforme observado por vários autores, em outras espécies (BAWA, 1983; FISCH et al., 2000; BENCKE e MORELLATO, 2002).
Mostrar mais

59 Ler mais

Efeitos do paclobutrazol no crescimento e na floração de crisântemo (Chrysanthemum moriflorum, Ramat).

Efeitos do paclobutrazol no crescimento e na floração de crisântemo (Chrysanthemum moriflorum, Ramat).

Pelo Quadr o 1 e Figura 1 pode ser verificad o que o efeit o do paclobutr azol na redução do crescimento das plantas inici a logo após a aplicação, e que aos 59 dias após o plantio, data[r]

8 Ler mais

09 - Indução

09 - Indução

Em outras palavras, se o fluxo de campo magnético aumenta no interior da espira, a corrente induzida terá um sentido tal que o campo magnético gerado por ela (secundário) terá sentido op[r]

7 Ler mais

Indução magnética

Indução magnética

dentro do papel, com apenas metade da bobina na região em que existe campo magnético, que se estende indefinidamente para a direita e para a esquerda.. A lei de Lenz[r]

36 Ler mais

Raleio químico afeta a produtividade e o retorno da floração em pessegueiro ‘Jubileu’

Raleio químico afeta a produtividade e o retorno da floração em pessegueiro ‘Jubileu’

O raleio manual de frutos é realizado com o objetivo de melhorar a qualidade dos frutos; no entanto, exige alta demanda de mão de obra e encarece os custos de produção. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar o efeito de fitorreguladores aplicados na pós-floração, que se possam constituir em alternativa ao raleio manual em pessegueiros. O experimento foi conduzido em 2012, com pessegueiros do cultivar Jubileu, em tratamentos que consistiram em plantas sem raleio, com raleio manual aos 45 dias após a plena floração (DAPF), com ethephon, a 85 e a 120 mg L -1 , com

5 Ler mais

Show all 1631 documents...