Fogos florestais - Portugal

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A competitividade do setor do turismo no centro de Portugal após os fogos florestais e rurais de 2017: avaliação da situação e implicações futuras

A competitividade do setor do turismo no centro de Portugal após os fogos florestais e rurais de 2017: avaliação da situação e implicações futuras

Resumo | Sendo o turismo um setor que possui um papel extremamente relevante como ferramenta de competitividade e motor de desenvolvimento regional e existindo cada vez mais acontecimentos que ocor- rem fora do controlo nos destinos turísticos comprometendo as suas vantagens competitivas e comparati- vas, torna-se pertinente examinar de que forma a competitividade da região do Turismo Centro Portugal foi afetada pelos fogos florestais de 2017. Para tal, foi utilizada uma metodologia quantitativa com da- dos secundários que nos permitiram averiguar a área ardida por concelho, a sua influência na afluência turística da região durante e após o desastre natural, bem como o grau de perda de competitividade do território. As conclusões encontradas permitem-nos afirmar que o facto de a região possuir fortes vanta- gens comparativas e competitivas, fez com que fosse minimizado o risco de perda de competitividade do território.
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Quantificação da biomassa consumida nos últimos 20 anos de fogos florestais no Norte Portugal

Quantificação da biomassa consumida nos últimos 20 anos de fogos florestais no Norte Portugal

APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Fogos florestais A análise estatística relativa aos fogos florestais ocorridos, nos últimos 20 anos 1990-2009, em Portugal continental, mostra que[r]

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Resultados assintóticos para famílias estruturadas de modelos colectivos.  Aplicação aos fogos florestais em Portugal Continental

Resultados assintóticos para famílias estruturadas de modelos colectivos. Aplicação aos fogos florestais em Portugal Continental

A incidˆ encia de incˆ endios florestais tem aumentado nas ´ ultimas d´ ecadas no Medi- terrˆ aneo (ver Pereira et al. (2006) e Pausas, (2008)). Em Portugal, a ´ area ardida atingiu um total de cerca de 3, 8 × 106ha no per´ıodo de 1975 a 2007, correspon- dendo a cerca de 40% da ´ area do pa´ıs. Os incˆ endios tˆ em um impacto substancial na economia, na sociedade e no ambiente. Os gestores dos ecossistemas flores- tais e os decisores pol´ıticos, tˆ em de enfrentar o desafio de desenvolver planos de gest˜ ao e pol´ıticas que integrem informa¸c˜ ao relativa ` a distribui¸c˜ ao dos incˆ endios no espa¸co e no tempo.
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Efeito dos fogos florestais sobre a presença de HAPs em água subterrânea e a hidrofobicidade de solos

Efeito dos fogos florestais sobre a presença de HAPs em água subterrânea e a hidrofobicidade de solos

Na primeira parte deste estudo é avaliado o efeito dos fogos florestais sobre a presença de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HAPs), na água subterrânea em duas regiões montanhosas localizadas em áreas protegidas do Norte e Centro de Portugal. Foram encontrados 15 dos 16 HAPs pertencentes à lista de substâncias prioritárias da US EPA, sendo que, a maioria destes foi encontrado em concentrações significativamente superiores nas amostras de áreas ardidas em relação às amostras controlo, indicando contaminação do aquífero. Também foi observada uma predominância da ocorrência de HAPs mais leves, de 2 a 4 anéis benzénicos, em relação aos HAPs mais pesados, com 5 a 6 anéis; nos controlos, a presença dos HAPs de maior peso molecular é quase inexistente, apresentando estes, portanto, um perfil diferente. Demonstrou-se, assim, a contribuição dos fogos florestais para a contaminação das águas subterrâneas na hidrofobicidade do solo.
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Efeitos de fogos repetidos nos nutrientes do solo e na sua mobilização

Efeitos de fogos repetidos nos nutrientes do solo e na sua mobilização

Ferreira et al. (2005) estudaram as implicações hidrológicas dos fogos florestais e a exportação de nutrientes como solutos imediatamente após incêndio. Este estudo foi financiado com o apoio dos seguintes projetos: ICA3-CT-2000-30005 – CLIMED – “Effects of climate change and climate variability on water availability and water management practices in Western Mediterranean”; FAIR 6-CT98-4027 “Development of amelioration strategies to reduce environmental deterioration and agricultural production losses in water repellent losses”; e POCTI/MGS/49210/2002 “SILVAQUA – Assessment of climatic change impact on water resources and CO 2 fixation in fast growing stand in Portugal”.
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Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 2.º Relatório de Execução Material.

Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 2.º Relatório de Execução Material.

Durante o desenvolvimento do estágio foi feita a revisão bibliográfica sobre a matéria, onde se incluiu, a descrição do fenómeno do fogo, a caracterização dos fogos em Portugal, os estudos existentes do impacto dos fogos na parte quantitativa do ciclo hidrológico, e os métodos para fazer a sua análise (incluindo a decomposição do escoamento superficial em escoamentos directo e de base).

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Modelação da nuvem de retardante químico: optimização no combate aos fogos florestais

Modelação da nuvem de retardante químico: optimização no combate aos fogos florestais

excepto as searas em períodos de risco extremo. Os matos, constituídos sobretudo por herbáceas e arbustos de reduzido valor económico, poderão proporcionar fogos de intensidades elevadas consoante a sua densidade e humidade. As áreas florestais consistem em povoamentos naturais e/ou artificiais de espécies arbóreas folhosas e resinosas. As folhosas são árvores caducifólias de crescimento lento com bom desenvolvimento em zonas húmidas. As espécies deste grupo mais abundantes em Portugal são o sobreiro (Quercus suber), a azinheira (Quercus ilex) e o eucalipto (Eucalyptus globulus). Embora com menor expressão, devem ainda ser enunciadas as seguintes espécies: carvalho, choupo, castanheiro e bétula (Figura 1.7). O fogo propaga-se mais lentamente no seio das folhosas em resultado das características físico-químicas e de crescimento destas espécies e do microclima do seu habitat. Merece especial destaque o caso do eucalipto que, devido à sua elevada velocidade de crescimento, rapidamente se expandiu no território nacional por forma a aumentar a produção de madeira. Contudo, na sua composição química existem substâncias altamente inflamáveis que libertam quantidades elevadas de energia, tornando o eucalipto numa das folhosas com maior risco face aos incêndios. As resinosas possuem também componentes que ardem facilmente e aumentam a sua susceptibilidade ao fogo. De acordo com a Figura 1.7, em Portugal, a resinosa mais abundante é o pinheiro bravo (Pinus pinaster), coexistindo com menores quantidades de pinheiro manso (Pinus pinea) e pinheiro silvestre (Pinus silvestris).
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Modelação do dano causado pelos incêndios florestais em Portugal

Modelação do dano causado pelos incêndios florestais em Portugal

No último inventário florestal realizado o Pinheiro bravo foi a espécie que registou maior área ardida, seguindo-se o Eucalipto e o Sobreiro. As áreas das restantes espécies apresentam pouca relevância face aos números das mencionadas anteriormente. Estes valores são superiores aos registados no inventário anterior reforçando a necessidade de agir face ao fogo. Algumas espécies, como o Pinheiro bravo e o Sobreiro, sugerem uma evolução com o fogo devido ao seu comportamento face ao mesmo. O Pinheiro bravo porque, entre outros aspectos, as suas pinhas abrem por acção do calor, e o Sobreiro devido à cortiça que isola os tecidos cambiais, protegendo-os da acção do fogo. Apesar disso tem-se dado elevada relevância aos fogos florestais uma vez que a severidade do fogo tem vindo a aumentar e tornou-se a ameaça natural mais importante que afecta as florestas da bacia mediterrânica, destruindo mais árvores do que qualquer outra calamidade natural (Alexandrian et al., 1999). Apresenta-se assim como uma ameaça séria de danos e de perdas económicas para proprietários e comunidades florestais. Para além das árvores, edifícios e estradas também podem ser afectados pelo fogo (Gadow, 2000) e por isso a necessidade de intervir é crescente.
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Avaliação do impacte de fogos florestais em recursos hídricos subterrâneos

Avaliação do impacte de fogos florestais em recursos hídricos subterrâneos

Figura 7 - Pontos de monitorização de água: A) Caratão; B) Quebrada; C) Carvoeiro; D) Penhascoso Em termos geológicos (cf. Carta Geológica de Portugal, Folha 28-A Mação), as áreas das bacias do Carvoeiro e da Quebrada são muito semelhantes, nelas ocorrendo maioritariamente a formação de Castelo (SCa), constituída por xistos e siltitos intercalados de quartzitos impuros, do Silúrico. A bacia do Caratão caracteriza-se pela ocorrência da formação de Vale da Ursa (SVU), constituída por quartzitos cinzentos com intercalações de xistos negros, e pela formação de Casal Carvalhal (FCC), constituída por quartzitos, diamictitos e xistos micáceos. Na área ardida do Penhascoso que está a ser monitorizada ocorre um pórfiro granítico de grão médio (πγm).
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Estimativa das emissões de gases com efeito de estufa resultantes de fogos de vegetação em Portugal (1990-2008), incluindo análise de incerteza e sensibilidade

Estimativa das emissões de gases com efeito de estufa resultantes de fogos de vegetação em Portugal (1990-2008), incluindo análise de incerteza e sensibilidade

Relativamente aos factores de combustão existe ainda pouca informação para as espécies mais características de Portugal (excepto para o Pinheiro bravo). Dos resultados obtidos na análise de sensibilidade percebe-se ainda mais a importância de investir numa melhor caracterização desta variável. Seria muito interessante e um contributo valioso para a melhoria das estimativas das emissões resultantes dos fogos de vegetação se existisse, para Portugal, por exemplo, um estudo semelhante ao desenvolvido por Campbell et al. (2007), onde o autor caracteriza detalhadamente factores de combustão para as diferentes componentes de biomassa (folhas, ramos, etc.) tanto para folhosas como para resinosas, quando sob acção de fogos de diferente severidade. Outra possível evolução neste aspecto seria conjugar os factores de combustão com o clima, com recurso a um índice meteorológico, como faz Amiro et al. (2001) no seu estudo sobre as emissões dos fogos florestais canadianos. Qualquer um destes estudos poderia resultar numa melhoria significativa, uma vez que, nesta tese apenas se conseguiu utilizar factores de combustão específicos para cada componente da biomassa (e ainda assim, para a biomassa de ramos finos, a informação é manifestamente insuficiente), não havendo estudos suficientes que permitissem especificar por espécie.
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Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 3.º Relatório de Execução

Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 3.º Relatório de Execução

Durante o desenvolvimento do estágio foi feita a revisão bibliográfica sobre a matéria, onde se incluiu, a descrição do fenómeno do fogo, a caracterização dos fogos em Portugal, os estudos existentes do impacto dos fogos na parte quantitativa do ciclo hidrológico, e os métodos para fazer a sua análise (incluindo a decomposição do escoamento superficial em escoamentos directo e de base).

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Métodos probabilísticos e estatísticos na gestão de fogos florestais

Métodos probabilísticos e estatísticos na gestão de fogos florestais

Portugal ´ e o pa´ıs mais pequeno do sul da Europa, no entanto tem das mais altas taxas de incidˆ encia de incˆ endios florestais da regi˜ ao, como ´ e referido nos diversos relat´ orios anuais sobre incˆ endios florestais divulgados pela Uni˜ ao Europeia, em particular no relat´ orio divulgado em 2013 (European Commission, 2013). No per´ıodo de 1980 a 2012 o total de ´ area ardida em Portugal foi de 3 575 020 hectares (ha), o que corresponde a uma m´ edia de 108 334 ha ardidos por ano e a 23% da ´ area total ardida nos 5 pa´ıses do sul da Europa (Espanha, Fran¸ ca, Gr´ ecia, It´ alia e Portugal). Em termos de m´ edia anual, Portugal ´ e apenas ultrapassado pela Espanha, cuja m´ edia anual nesse per´ıodo ´ e de 171 593 ha. Em rela¸ c˜ ao ao n´ umero de incˆ endios, Portugal apresenta os piores resultados. No per´ıodo de 1980 a 2012, em Portugal registaram-se 614 228 incˆ endios florestais, valores que correspondem a uma m´ edia de 18 613 incˆ endios por ano e a 37% dos incˆ endios registados nos 5 pa´ıses acima referidos. Em 2012, e em rela¸ c˜ ao ao sul da Europa, Portugal apresenta a maior percentagem de ´ area destru´ıda em rela¸ c˜ ao ` as regi˜ oes protegidas no ˆ
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Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 1.º Relatório de Execução

Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos. 1.º Relatório de Execução

O Projecto EUFIRELAB, do qual fazem parte vários países incluindo Portugal, tem como objectivo principal permitir uma permuta alargada de conhecimentos, procedimentos, dados, resultados e análises para o desenvolvimento das ciências e tecnologias do fogo florestal na região euro- mediterrânica. Através da sua área pública, o site http://eufirelab.org assegura junto dos utilizadores finais e das partes interessadas uma larga difusão dos resultados alcançados pelo EUFIRELAB bem como dos métodos e protocolos comuns para a actividade de investigação e/ou desenvolvimento tecnológico, divulgados através de um trabalho sobre o estado da arte “Wildland Fires Impacts: a State of the Art” (Moreno, 2004).
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Construção de um modelo de interacção atmosfera/fogo aplicado à gestão florestal e avaliação de risco de fogos florestais no Alentejo

Construção de um modelo de interacção atmosfera/fogo aplicado à gestão florestal e avaliação de risco de fogos florestais no Alentejo

Os modelos de combustível com a identificação de padrões de vegetação do ecossistema Montado em Portugal, foram incorporados no modelo de mesoescala Brazilian Atmospheric Modeling System (BRAMS) acoplado com o modelo de propagação de incêndio florestal, Spread Fire (SFIRE). O BRAMS-FIRE é um novo sistema que foi desenvolvido nesta investigação com a colaboração do Grupo de Modelagem da Atmosfera e Interfaces (GMAI) do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC / INPE, Brasil). O modelo de fogo usado nesta pesquisa foi originalmente desenvolvido por Clark et al. (2004), Coen (2005) e Mandel et al. (2009, 2011) e incorporado no modelo Weather Research and Forecast (WRF). Três redes de alta resolução espacial foram configuradas com dados de entrada de superfície e modelos de combustível integrado para simulações usando ambos os modelos BRAMS-SFIRE e WRF-SFIRE. Uma grade foi colocada na terra plana e as outras nas colinas para avaliar diferentes tipos de propagação do fogo e calibrar o BRAMS-SFIRE. O objectivo é simular os efeitos na circulação atmosférica à escala local, designadamente, os movimentos da frente calor e a energia libertada a ela associada, obtida por estes dois modelos num episódio de fogo florestal que teve lugar na área Alentejo, na última década, para aplicação para o planeamento e avaliação de riscos de incêndio agro florestal. O objectivo é modelar o comportamento de incêndios florestais através de um conjunto de equações cujas soluções fornecem valores quantitativos de uma ou mais variáveis relacionadas com a propagação do fogo, descrito por expressões semi-empíricas que são complementadas por dados experimentais que permitem obter as principais variáveis relacionadas com o avanço do perímetro do fogo, como, por exemplo, fluxos de calor na frente de fogo e a sua interacção com o sistema dinâmico atmosférico.
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Os Tardígrados como Descritores de Impacte de Fogos Florestais: Ensaios Preliminares

Os Tardígrados como Descritores de Impacte de Fogos Florestais: Ensaios Preliminares

Forest fires are an important destructive factor in the terrestrial ecosystems with severe consequences on biodiversity loss. Portugal, where large areas are burned each year, is a country particularly affected by this problem. Over the years, our knowledge about the impact of forest fire has increased considerably. Actually, faunal soil succession after fire is a relatively well studied topic. However, the majority of the studies is fragmented or deals with macroscopic species which is a significant weakness for the elaboration of conservation strategies and management plans. For many other zoological groups, tardigrades included, effects of habitat loss are under evaluated. Tardigrades are a group of microscopic animals (body length about 500 µm) very common on terrestrial ecosystems, namely in litter, mosses and lichens. They have interesting abilities to survive in extreme environmental conditions (e.g. high temperatures and low humidity levels), resisting in a criptobiotic state. So their potential use as descriptors of forest fire impact seems to be very promising. With this final purpose, we have started a series of experiments aiming to understand the response of tardigrades to fire. In this work we want: 1) to detect eventual changes on diversity, structure and dynamics of the community along the time after a forest fire; 2) to understand how tardigrades colonize a burned area, and 3) to assess the survival capabilities of a tardigrade community submitted to a fire simulation.
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Sistema de suporte à previsão e deteção de fogos florestais

Sistema de suporte à previsão e deteção de fogos florestais

Com a realização deste projeto pretendo dar resposta ao problema existente nas florestas, com recurso à utilização de tecnologia para benefício da natureza e população que vive junto às áreas florestais. Todos os anos, os incêndios fustigam as florestas por todo o mundo, sendo que Portugal faz parte deste paradigma, onde se perde uma fonte de oxigénio, fauna e habitat de espécies de plantas e árvores únicas. Fontes como mão criminosa, utilização de queimadas na agricultura e descuidos são fontes de incêndios de grandes proporções, é necessário que exista uma deteção e resposta rápida na sua fase inicial, para que se evite consequências mais graves. Com a ajuda de sistemas de deteção de incêndio, como dispositivos de internet of things, abre a possibilidade de serem recolhidos dados com um intervalo mínimo de atraso entre a leitura e posterior monitorização e deteção. Este tipo de dispositivos, são bastante flexíveis em termos de compatibilidade e versatilidade com diferentes tipos de sensores, permitindo colocar sensores de temperatura, humidade, localização, concentração de gases, luminosidade, bem como outros diversos que se mostrem interessantes do ponto de vista do âmbito em que se encontram. Os seus custos são reduzidos, da perspetiva do custo unitário de cada dispositivo. Observando o paradigma verifica-se que já vários países adotaram esta estratégia ou a efetuar estudos no sentido da aplicação do sistema de WSN para deteção de fogo, torna-se uma motivação de que é um dos caminhos a seguir, por exemplo em Portugal. A apresentação de um projeto de exemplo para a aplicação em determinadas zonas de reserva natural, poderá ajudar a que mostre como sendo um caminho a seguir para os governantes.
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Efeito dos fogos florestais sobre a água subterrânea na Serra do Caramulo

Efeito dos fogos florestais sobre a água subterrânea na Serra do Caramulo

Portugal é o pais do sul da Europa relativamente mais afetado pela ocorrência de fogos florestais. A sua distribuição é sazonal, havendo um maior número de ocorrências entre julho e setembro devido à localização do país na bacia do Mediterrâneo, onde o clima é médio elevado, com verões quentes e secos, luminosidade forte, grande insolação e um inverno moderado. Estas condições propiciam um ambiente extremamente favorável à criação de condições para a deflagração e propagação do fogo devido ao baixo teor de humidade e grande quantidade de combustível vegetal disponível (Martins 2010).
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Efeitos dos fogos florestais repetidos na exportação de nutrientes

Efeitos dos fogos florestais repetidos na exportação de nutrientes

Portugal extrai do terreno florestal continental uma riqueza por hectare de 344 euros/ano, o que é mais do que qualquer outro país do Mediterrâneo. A contribuição anual das florestas para o bem-estar público é muito superior em Portugal comparativamente a outros países do Mediterrâneo, o que pode significar que existe em Portugal uma mais eficiente utilização dos recursos florestais. Assim sendo, a floresta portuguesa tem sido a base de um setor da economia que gera cerca de 113 mil empregos diretos, ou seja 2% da população ativa. Este número tem-se mantido mais ou menos constante durante as últimas duas décadas, o que, com o nível de produção que se tem verificado, sugere um crescimento na produtividade do trabalho no setor. O setor florestal representa ainda cerca de 10% das exportações em Portugal bem como 3% do seu Valor Acrescentado Bruto (ICNF, 2006).
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Incêndios florestais em Portugal: dinâmicas e políticas

Incêndios florestais em Portugal: dinâmicas e políticas

Com uma incidência média anual de fogo na ordem dos 3% da sua superfície florestal, Portugal é o país europeu mais afetado por incêndios florestais. É apresentada a dinâmica dos incêndios florestais em Portugal nas últimas quatro décadas (o regime de fogo e as perdas correspondentes), assim como as variáveis socioeconómicas, ambientais e políticas correspondentes. São descritas as mudanças ocorridas no decurso do século XX, ao nível do uso da terra (florestação e abandono rural) e do clima. As opções políticas, estratégias e planos elaborados e executados após os anos extremos de fogos florestais de 2003-2005 são discutidos. Diferentes modalidades de gestão de combustíveis são equacionadas. Atualmente a componente da supressão dos incêndios está priorizada relativamente à prevenção de incêndios. No entanto, o problema do fogo está enraizado em fenómenos socioeconômicos que são a causa da ocorrência de incêndios (i.e., os conflitos de uso da terra) e na prevalência de tipos de vegetação não gerida e altamente inflamável. A floresta e a gestão do território e proteção civil têm objetivos diferentes, mas ambas as perspetivas têm de ser tidas em conta na mitigação dos impactos dos incêndios. Gerir a vegetação para induzir maior resiliência ao fogo e mudar o comportamento humano são necessários e devem ser plenamente incentivados e apoiados. Daqui resulta que a atual alocação de recursos deve mudar da supressão de fogo para a prevenção de incêndios, sob uma filosofia de gestão integrada de fogo. O atenuar do problema dos incêndios depende da estabilidade institucional e persistência em seguir uma política de gestão do fogo coerente.
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Efeitos dos fogos florestais nos sistemas aquáticos

Efeitos dos fogos florestais nos sistemas aquáticos

A região mediterrânica é particularmente fustigada por incêndios florestais, os quais se traduzem anualmente em prejuízos sérios quer ao nível ambiental quer sócio-económico (Granged et al. 2011, Pausas e Fernández-Muñoz 2011). No que respeita a Portugal, o país europeu com o maior número de ocorrências de incêndios (614 228 ocorrências de 1980 a 2012; JRC 2013), registou-se na última década uma média de 140 000 ha de área ardida por ano (ICNF 2014; Figura 1). Em Portugal, a área ardida compreende sobretudo povoamentos de eucalipto, pinheiro bravo e matos, correspondendo aos tipos de povoamentos florestais mais propensos aos incêndios (Moreira et al. 2010, ICNF 2014). Neste contexto, e considerando os futuros cenários de alterações climáticas, os quais preveem uma maior duração da estação seca e o aumento das temperaturas de Verão extremas (IPCC 2013, Pinol et al. 1998), é de esperar que a ocorrência de incêndios florestais seja exacerbada com óbvios prejuízos e impactos a vários níveis.
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