Força de aperto

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Influência da força de aperto sobre a geração de  potência elétrica de um gerador termoelétrico por meio do efeito Seebeck/Influence of the clamping force on the generation of electrical power of a thermo-electric generator through the Seebeck effect

Influência da força de aperto sobre a geração de potência elétrica de um gerador termoelétrico por meio do efeito Seebeck/Influence of the clamping force on the generation of electrical power of a thermo-electric generator through the Seebeck effect

Neste trabalho foi realizada uma investigação experimental da influência da força de aperto na potência elétrica gerada por um gerador termoelétrico. Os resultados obtidos indicam que, em geral, ocorre um aumento na potência gerada pelo gerador com o aumento da força de aperto a que esse está submetido. Dentre as forças de aperto foi verificado que a que permitiu a maior geração de potência elétrica foi a de 8,296 kgf, apresentando uma geração de aproximadamente 8,34 W para uma potência dissipada de 280 W. Desta forma fica evidenciado que a força de aperto exerce influência significativa no desempenho de um gerador termoelétrico, sendo então necessários cada vez mais estudos acerca desse parâmetro, utilizando maiores faixas de análise de forma a se buscar um aumento em sua potência elétrica gerada e, consequentemente sua eficiência, contribuindo para que se possa reaproveitar o calor residual de diversos processos e gerar energia sem impactos negativos ao meio ambiente.
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Influência da Força de Aperto na Minimização do Dano em Furação a Alta Velocidade em Materiais Compósitos

Influência da Força de Aperto na Minimização do Dano em Furação a Alta Velocidade em Materiais Compósitos

Ao utilizar as forças de aperto de 6 e 8 kN observou-se um aumento do factor de delaminação mas não da força axial, que se manteve relativamente constante. Possivelmente, este aumento do dano pode dever-se ao facto de a força de aperto ter sido excessiva. A utilização dos casquilhos tem como função exercer tensão de contacto no material para minimizar o efeito da delaminação à entrada e saída da broca. Sendo esta tensão de contacto muito elevada, pode provocar deformações indesejáveis no material. Com efeito, foi verificado o esmagamento das camadas exteriores na zona de contacto com os casquilhos. As imagens apresentadas na figura 4.13 ilustram os resultados obtidos por radiografia digital onde foi possível a visualização e medição do dano provocado pelo esmagamento.
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Avaliação nutricional e força de aperto de mão de candidatos à cirurgia do trato gastrointestinal.

Avaliação nutricional e força de aperto de mão de candidatos à cirurgia do trato gastrointestinal.

RESUMO - Racional: Na prática clínica são necessários métodos simples, confiáveis, de baixo custo e de fácil acesso para a avaliação do estado nutricional. A força do aperto de mão é reconhecida como uma ferramenta útil para avaliar a força muscular, e consequentemente, elemento que pode detectar desnutrição. Objetivo: Avaliar o estado nutricional tanto pela avaliação nutricional subjetiva global como pela força do aperto de mão de pacientes em pré-operatório e comparar o diagnóstico obtido por ambas e os tradicionais métodos antropométricos. Métodos: Foi realizado estudo transversal com pacientes internados para operação em trato gastrointestinal e órgãos anexos. Foram coletados dados socioeconômicos, antropométricos, aplicado a avaliação nutricional subjetiva global e verificada a força do aperto de mão. Esta força foi obtida pela média de três medidas da mão dominante e não dominante e dessa forma, comparada com valores de referência da população brasileira, segundo sexo e idade, para a classificação do risco nutricional. Resultados: A amostra foi constituída por 40 pacientes de 24 a 83 anos, a maioria mulheres (52,5%) donas de casa (37,5%) e com diagnóstico de neoplasia (45%). Segundo a avaliação nutricional subjetiva global, 37,5% foram classificados como desnutridos moderados; 15% com baixo peso pelo IMC; 25% com circunferência braquial em risco para desnutrição (<percentil 5); 60% com perda ponderal recente; e pela força do aperto de mão, 37,5% tinham baixa força na mão não dominante (esquerda). Conclusão: Houve associação significativa do diagnóstico nutricional observado pela avaliação subjetiva com os métodos antropométricos e a força do aperto de mão apenas no membro não dominante.
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Análise estrutural e de fadiga de juntas rebitadas de uso aeronaútico utilizando o método dos elementos finitos

Análise estrutural e de fadiga de juntas rebitadas de uso aeronaútico utilizando o método dos elementos finitos

Müller (1995) realizou uma ampla investigação em juntas rebitadas sobrepostas, incluindo análises teóricas e experimentais, cálculos e experimentos de fadiga e tensão residual. Foram estudados a liga de alumínio 2024-T3 e o Glare3, que é um laminado de fibras metálicas com boa resistência à fadiga. Estudou a importância da força de aperto, testou a flexibilidade do rebite, realizou medições do momento secundário, obtendo dados importantes para a literatura. Uma maior atenção foi dada para a expansão do furo do rebite durante o aperto na rebitagem, aspectos da transmissão de força entre rebites e as diferentes colunas, efeitos de borda e dano por fadiga.
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Caracterização mecânica de redes electrossoldadas em Aço A500NR SD por resistência

Caracterização mecânica de redes electrossoldadas em Aço A500NR SD por resistência

O resultado apresentado, pode ser explicado, através do efeito a que está sujeito o provete no instante antes da realização da soldadura, ou seja, como o provete é constituído por dois varões nervurados, a sua área inicial de contacto, apesar de variável, é mínima e quanto maior for a sua força de aperto inicial, maior será a área de contacto, uma vez que existe esmagamento de nervuras. O aumento de força provoca uma diminuição da resistência de contacto por aumento da área real de contacto, como já se referiu anteriormente.

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Análise de aperto por indentação na maquinação com vista ao cumprimento de tolerâncias geométricas – Um caso de estudo industrial

Análise de aperto por indentação na maquinação com vista ao cumprimento de tolerâncias geométricas – Um caso de estudo industrial

Na fase de planeamento do fabrico, a simulação do processo apresenta um elevado potencial, pois permite verificar e validar novas soluções ou novos parâ- metros. Estes programas possibilitam, também, reduzir custos inerentes ao de- senvolvimento de um elevado número de protótipos experimentais, que podem ser realizados virtualmente, através de métodos computacionais. Neste sentido, Knape, et al. (2019) propõem um método para simular a influência da força de aperto durante o processo de maquinação. O método elaborado tem por base um modelo de elementos finitos, que utiliza dados reais de metrologia. Os autores mostraram a influência da força de aperto na geometria final da peça, com o obje- tivo de melhorar a precisão do processo de maquinação e prever a geometria final da peça produzida. Neste estudo foi considerado que numa operação de fresa- gem, a aplicação de uma força de aperto demasiado elevada provoca a deforma- ção da peça no sistema de aperto, o que fará com que a peça seja maquinada numa configuração deformada. Como consequência, após a finalização do pro- cesso de maquinação, no momento de desaperto, a peça sofre o fenómeno de re- cuperação elástica, apresentando uma geometria final diferente da pretendida (Figura 2.6).
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Efeito da lubrificação sobre a pré-carga e o torque de remoção de parafusos odontológicos de conexão submetidos a ciclos de aperto e desaperto

Efeito da lubrificação sobre a pré-carga e o torque de remoção de parafusos odontológicos de conexão submetidos a ciclos de aperto e desaperto

o torque de 20 Ncm, seja com o torque de 32 Ncm. Segundo os autores, esta constatação pode ser atribuída a um possível desgaste do recobrimento após repetidos ciclos de apertos e desapertos. Ao contrário do presente experimento, todavia, os autores encontraram pré-cargas significativamente maiores para os parafusos Gold-Tite® mesmo com o torque de 20 Ncm. Em nosso trabalho, embora a pré-carga dos parafusos com recobrimento tenha alcançado valores mais elevados - com ou sem lubrificação do óleo de mamona -, esses valores não tiveram significância estatística em relação aos demais grupos, quando submetidos ao torque de 20 Ncm. Faz-se necessário considerar, contudo, que diferentes recobrimentos respondem de forma bastante diferenciada em relação ao torque de aperto. Todavia, sabendo-que a pré-carga é de grande importância para a estabilidade da conexão, e que está intimamente ligada ao fenômeno de afrouxamento (Dziedzic et al., 2012), há de se salientar a importância de se atingir um torque de aperto mínimo para otimização da pré-carga.
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Editorial do dossiê “Trânsito em julgado penal, princípio de legalidade, princípio de culpabilidade”

Editorial do dossiê “Trânsito em julgado penal, princípio de legalidade, princípio de culpabilidade”

condannare l’Italia alla rifusione delle spese processuali e al risarcimento del danno morale, aveva stabilito che il procedimento penale ancora aperto nei confronti dei ricorrenti avr[r]

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RODRIGO DA ROSA IOP ANÁLISE DOS PARÂMETROS DA CURVA DE FORÇA DE PREENSÃO MANUAL ISOMÉTRICA MÁXIMA EM MULHERES COM ARTRITE REUMATOIDE E A SUA RELAÇÃO COM ATIVIDADE DA DOENÇA

RODRIGO DA ROSA IOP ANÁLISE DOS PARÂMETROS DA CURVA DE FORÇA DE PREENSÃO MANUAL ISOMÉTRICA MÁXIMA EM MULHERES COM ARTRITE REUMATOIDE E A SUA RELAÇÃO COM ATIVIDADE DA DOENÇA

Vincumão a esta linha de raciocínio dos fatores relacionados a redução da força de preensão, RILEY, BOULIS, (2006) destacam a influência dos mecanismos nociceptivos decorrentes da inflamação articular que contribui para a perda do comando motor, para atrofia por desuso e para fraqueza muscular. A dor e o fluído intra-articular, sensibilizam os mecanorreceptores capsulares que emitem sinais para os interneurônios inibitórios medulares os quais inibem os motoneurônios alfa. Este acontecimento é denominado inibição muscular artrogênica, gerado por um estímulo aferente anormal que resulta na diminuição da ativação muscular sobre uma articulação lesada ou inflamada (STOKES, YOUNG, 1984; RUTHERFORD, JONES, NEWHAM, 1986; MCNAIR, MARSHALL, MAGUIRE, 1996).
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O disfarce da força.

O disfarce da força.

“A justiça está sujeita a discussão. A força é bem reconhecível e sem discussão.” Por ser uma idéia essencial, a justiça é objeto de discussões polêmicas. Ela é objeto de discurso dos fi lósofos que desenvolvem inúmeros argumentos pesquisando sobre o que é o justo. A força, ao contrário, não está sujeita a discussão. Ela é “bem reconhecível”, sua “qualidade é palpável”. Não há um discurso da força, sua qualidade dispensa qualquer discurso. Nem também um discurso contra a força, porque não há argumentos diante do mais forte. Em face dele, os menos fortes se calam. “Isso é admirável: não se quer que eu preste honras a um homem vestido de brocados e seguido de 7 ou 8 lacaios. O quê! Ele mandará me dar correiadas se eu não o saudar. Aquela roupa é uma força (...)” (La 89; B. 315). A roupa, como também o séqüito que acompanha o rei e os vãos instrumentos dos doutores se transformam em signos, e signos da força.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: O método da genealogia empregado por Foucault no estudo do poder-saber psiquiátrico.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: O método da genealogia empregado por Foucault no estudo do poder-saber psiquiátrico.

Tecnologia  disciplinar  e  suas  descontinuidades  bem  distintas  da  homogeneidade  e  do  “idealismo platônico” de um saber contínuo e progressivamente construído. A história do  saber psiquiátrico desmascara qualquer idealismo de um saber, de fato, construído pelo  jogo  de  forças  do  regime  asilar,  nada  solene,  nada  sublime,  sem  uma  profundidade  redentora  do  tipo  “pelo  bem  do  louco,  pelo  bem  da  sociedade”,  mas  “pelo  poder  do  médico, pela sua onipresença, pela sua força de impor­se contra a vontade do louco”.  O esforço genealógico por conhecer o “saber” psiquiátrico em sua possível envergadura  científica  mostra que  o  discurso  psiquiátrico  atrelado  ao  saber  do  asilo não  possui  esta  ossatura  de  racionalidade  científica.    Suas  proposições  e  enunciados  não  derivaram  de  algo  como  aquilo  que  as  atuais  ciências  (numa  certa  “epistème”  e  sob  um  dado  “cogitatum”  científicos...)  conhecem  por  verificações  e  demonstrações.  O  médico  “psiquiatra” do asilo fazia outra coisa. 
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Efeitos do treinamento de força e do treinamento de força com instabilidade sobre...

Efeitos do treinamento de força e do treinamento de força com instabilidade sobre...

et al., 2001), com um aumento no risco de futuras quedas (MAK & PANG, 2009) e qualidade de vida pobre (GRIMBERGEN et al., 2013). Assim, é possível sugerir que uma diminuição no medo de cair (-3,3 pontos) após o TFI (Figura 18) pode ter auxiliado para a melhora da mobilidade, da qualidade de vida e ter reduzido os riscos de futuras quedas dos indivíduos do GTFI. Outros estudos aplicaram o TF em indivíduos com DP para observar diminuição no medo de cair, mas 10 semanas de TF não foram capazes de melhorar o medo de cair de indivíduos com DP (SCHILLING et al., 2010). No entanto, alguns autores observaram, que quando combinado TF com exercícios de equilíbrio, houve melhora no medo de cair (-1,0 ponto na FES-I) e consequentemente na redução do número de quedas (GOODWIN, RICHARDS, HENLEY, EWINGS, TAYLOR & CAMPBELL, 2011). Neste sentido, somente o aumento da força muscular pode não ser a ferramenta mais eficaz para melhorar o medo de cair. A complexidade e a dificuldade motora durante a execução do TFI podem ser importantes fatores para diminuir o medo de cair dos indivíduos com DP. Por exemplo, durante a realização do exercício agachamento sobre os aparelhos instáveis, um dos exercícios mais complexos e difíceis, o indivíduo foi solicitado a manter o equilíbrio e produzir força concomitantemente, assim, ele tinha que se concentrar e prestar atenção para não cair, uma vez que os aparelhos instáveis ficavam sob a principal base de suporte dele (os pés), responsável por sustentar o peso corporal o que dificultavam a estabilidade do mesmo e o induziam as possíveis quedas. De fato, com a realização deste método de treinamento ao longo das 12 semanas, os indivíduos do GTFI podem ter, paulatinamente, adquirido confiança melhorando o desempenho na funcionalidade dos mesmos. A melhora no medo de cair nos indivíduos do GTFI, sugere que estes indivíduos também melhoraram os déficits de equilíbrio após o TFI, já que o medo de cair está associado com a instabilidade postural da DP (ADKIN, FRANK & JOG, 2003).
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O regresso da força

O regresso da força

Desde o 11 de Setembro que se tem acentuado a tendência para a utilização da força no sistema internacional, negligenciando-se o direito e a cooperação e secundarizando os avanços alcançados em questões transnacionais como o meio ambiente, os direitos humanos, o comércio internacional e a democratização. A catástrofe de 11/09 reforçou a aplicação de políticas unilateralistas e contrárias às leis internacionais por parte dos EUA. Citando Condoleeza Rice, conselheira de Segurança Nacional do adminsitração Bush “A segurança do país não deverá depender de nenhuma limitação exterior”.
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A Teoria Dinâmica da Matéria na filosofia kantiana da natureza

A Teoria Dinâmica da Matéria na filosofia kantiana da natureza

A força atrativa originária (enquanto força penetrante) é exercida por cada parte da matéria (em proporção da sua quantidade) sobre todas as outras partes através de qualquer distância possível. A partir da combinação entre as forças opostas de atração e de repulsão, é possível derivar das forças atrativas a limitação da força repulsiva e, consequentemente, a possibilidade do enchimento de uma região do espaço a um grau determinado. Deste modo, o conceito dinâmico de matéria é metafisicamente “construído” como o móvel enquanto enche seu espaço num grau determinado. Esta construção exige uma “lei da relação tanto da atração originária como da repulsão originária segundo as diversas distâncias da matéria e de suas partes entre si” (KANT, PM, p. 70). Kant sustenta que esta lei (da construção do enchimento de espaço pela matéria) se funda somente “na diferença da direção das duas forças [...] e na grandeza do espaço” (KANT, PM, p. 70) e, portanto, embora fundamentada numa teoria metafísica (dinâmica), constitui um problema puramente matemático. Segundo Loparic (2005, p. 305-306) , “a fim de permitir um tratamento matemático do problema, a definição a priori da matéria tem que ser, portanto, construtiva”. Kant (cf. PM, p. 70) afirma que a metafísica da natureza não é responsável pela insuficiência de nossa razão na execução da construção, mas sim apenas pela correção dos elementos desta que recebem nosso conhecimento racional.
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As Unidades a Cavalo na Contra subsão no Ultramar Português (Asp Cav Teixeira Pinto)

As Unidades a Cavalo na Contra subsão no Ultramar Português (Asp Cav Teixeira Pinto)

69 meios auto têm muitas condicionantes. A flexibilidade foi outro ponto abordado para referir que estas unidades têm uma grande capacidade de adaptação quer ao terreno, quer às missões que lhe são atribuídas. O terceiro ponto a ser alvo de reflexão foi o raio de acção que estas forças teriam capacidade de cobrir. Foi estimado cerca de 20 Kms para o pelotão e 120 Kms no caso de um esquadrão. Também foi feita uma especial referência à mobilidade destas forças que seria bastante elevada desde que se encontrassem dentro do seu raio de acção. A sobrevivência dos equídeos em África foi também questionada, bem como a sua alimentação. Concluiu.se que o cavalo não teria dificuldades em adaptar.se e que a alimentação para além da disponível pelo terreno poderia ser reforçada com ração. A questão das emboscadas que poderiam ser lançadas a estas tropas foi também referida chegando a algumas conclusões. É certo que um homem a cavalo é um alvo muito maior do que apeado, mas também é certo que emboscar uma viatura pode matar mais de uma dezena de militares enquanto se for um homem a cavalo morre apenas um militar e um solípede. Também é certo que devido à organização das forças a cavalo que actuam muito mais dispersas que as apeadas, torna.se muito mais difícil serem emboscadas. A capacidade de transporte destas unidades nunca é tão grande como quando se usa viaturas. Para além disso, o objectivo desta força é ser de ataque rápido por isso se fossem muito carregados com material a velocidade e a surpresa que haviam sido alguns dos aspectos mais importantes seriam descorados. No entanto, havia sempre a possibilidade de serem utilizados cavalos de baste para colmatar algumas necessidades. (Pinto, 2009)
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Força de preensão palmar em idosos com dor nos membros superiores.

Força de preensão palmar em idosos com dor nos membros superiores.

Tradicionalmente, testes de força de preensão palmar (FPP) têm sido utilizados na reabilitação para avaliar a condição física dos membros superiores (MMSS), por meio da mensuração da força dos múscu- los da mão e do antebraço de pacientes com diversas desordens na extremidade superior, decorrentes de artrite reumatoide, síndrome do túnel do carpo, epicondilite lateral, acidente vascular encefálico, lesões traumáticas e doenças neuromusculares. A medida da FPP por dinamometria apresenta boa correlação com o nível funcional dos MMSS e estado geral de saúde, sendo amplamente utilizada na seleção de procedimentos terapêuticos e acompanhamento da reabi- litação funcional 2 .
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Fractal, Rev. Psicol.  vol.29 número2

Fractal, Rev. Psicol. vol.29 número2

Volto aos registros de nosso encontro no Rio, quando havia feito a mesma pergunta a ele, para resgatar seus co- mentários naquela ocasião. Eis seu pensamento se fazendo: Isso é complicado... O que é essa força? Antes de tudo eu pensaria que é a força da vida. A vida é uma força, para vi- ver deve haver uma força, mas para ter a força deve haver uma vida também. A vida é uma energia. Qual é a diferença entre a energia e a força? Pode-se deinir em termos cientí- icos, mas não estou certo de que seria o caminho...

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Análise teórica e experimental do comportamento de modelos de pilares esbeltos de...

Análise teórica e experimental do comportamento de modelos de pilares esbeltos de...

A determinação do valor de k para pilares de pórticos depende da rotação e translação nas extremidades do pilar e pode variar em função da combinação de esforços solicitantes. Uma simplificação consiste em remover o pilar do pórtico e ser representado por um pilar simplesmente apoiado equivalente com comprimento efetivo k.L, com uma força axial no pilar real. Para a obtenção de k é necessário conhecer a rigidez à flexão das vigas fissuradas que chegam ao pilar, que normalmente é obtido no seu estado não fissurado. Quando é realizada um análise global de 2ª ordem e não são considerados adequadamente as rigidezes dos elementos fissurados pode gerar, no cálculo dos esforços, uma diminuição do momento que chega ao pilar. Algumas normas fornecem valores aproximados das rigidezes das seções das vigas e pilares fissurados.
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Validação do questionário de avaliação funcional das mãos em hanseníase.

Validação do questionário de avaliação funcional das mãos em hanseníase.

RESULTADOS: Os valores de kappa ponderado para as avaliações interobservadores e intraobservador variaram de 0,86 a 0,97 e de 0,85 a 0,97, respectivamente. O valor do coefi ciente alfa de Cronbach foi de 0,967. O coefi ciente de correlação de Pearson mostrou associação (p < 0,001) entre tempo de lesão do nervo, forças de preensão e pinças, sensibilidade cutânea e escore médio do teste de Jebsen. O escore médio do questionário de avaliação funcional das mãos em hanseníase associou-se com classifi cação operacional da hanseníase, tempo de lesão do nervo, força de preensão, sensibilidade cutânea e habilidade manual (p < 0,0001 para o conjunto do modelo).
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Efeitos do treino e do destreino sobre indicadores de força em jovens voleibolistas: implicações da distribuição do volume.

Efeitos do treino e do destreino sobre indicadores de força em jovens voleibolistas: implicações da distribuição do volume.

Resumo: O objetivo do presente estudo foi comparar os efeitos do treino de força (TF) e do respectivo destreinamento entre dois modelos de periodização do volume (linear – ML; não linear - MNL) em jovens voleibolistas. A amostra foi composta por 12 jovens do sexo masculino jogadores de voleibol (17.1 ± 0.5 anos), divididos em dois grupos homogêneos. Os resultados sugerem que 8 semanas de TF induzem modificações significativas nos indicadores da força, independentemente do modelo de periodização utilizado. Contudo, o MNL parece menos eficaz no desenvolvimento da força explosiva em habilidades motoras específicas (salto vertical). Os resultados indicam que 4 semanas de destreinamento são suficientes para provocarem perdas significas na força muscular em jovens voleibolistas. O destreinamento de um ML induz a perdas significativas na força explosiva do trem superior (lançamento de bola medicinal) e inferior (salto vertical), enquanto que no MNL parece diminuir significativamente a força dinâmica máxima (supino) e o desempenho no salto vertical.
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