Formação de Professores. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Educação de Jovens e Adultos.

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APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE CONCEITOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS UTILIZANDO UM AMBIENTE VIRTUAL DE ENSINO POR ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE CONCEITOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS UTILIZANDO UM AMBIENTE VIRTUAL DE ENSINO POR ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

No Estado de mato Grosso do Sul, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é oferecida em nível médio pela Secretaria Estadual de Educação, com carga horária total de 1.200 horas (duas aulas semanais de Física). Os conteúdos propostos seguem os sugeridos para o ensino regular, com algumas alterações devido à redução da carga horária. A maioria dos alunos da EJA é formada por alunos que abandonaram seus estudos no período propício a sua realização e, frequentemente, o retorno à sala de aula advém da necessidade de abrir espaço no competitivo mercado de trabalho. Para esses alunos, aulas expositivas limitadas ao uso de giz e lousa, são desmotivadoras e não promovem a Aprendizagem Significativa dos conceitos de Física, colocando a necessidade do desenvolvimento e avaliação de novas metodologias para o ensino que levem em conta as experiências de vida desses alunos, pois são pessoas que já tiveram acesso ao conteúdo programado a ser ensinado de maneira formal, no período em que frequentaram a escola regular ou em cursos técnicos, ou informal, devido às suas experiências empíricas (Merazzi & Oaigen, 2008; Krummenauer & Costa, 2009).
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EVA: UM AMBIENTE VIRTUAL DE ESINO-APRENDIZAGEM PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES E A EDUCAÇÃO BÁSICA EM CIÊNCIAS

EVA: UM AMBIENTE VIRTUAL DE ESINO-APRENDIZAGEM PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES E A EDUCAÇÃO BÁSICA EM CIÊNCIAS

Com o objetivo de avaliar o EVA a partir da opinião dos alunos que o utilizaram, obtendo o máximo de informações a respeito de suas interações com o sistema, utilizamos uma série de procedimentos e instrumentos de coleta de dados para análise: i) registro do histórico de navegação de alunos e professores; ii) registro das configurações de software utilizados pelos alunos e professores para navegação; iii) relatórios dos diferentes textos produzidos pelos estudantes no fórum e na ferramenta de Estudo de Caso e iv) questionário com o objetivo de coletar informações sobre o uso do sistema e sugestões para o seu aprimoramento respondido por alunos ao fim do estudo. A análise dos primeiros itens foram apresentados em trabalhos anteriores (AUTOR6 e AUTOR2, ANO). Neste texto, nos deteremos ao último item.
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Open Educação de Jovens e Adultos e a formação de professores (as): o uso de uma biblioteca digital como ferramenta de aprendizagem

Open Educação de Jovens e Adultos e a formação de professores (as): o uso de uma biblioteca digital como ferramenta de aprendizagem

Entretanto, é preciso reconhecer que ainda há escolas públicas que está muito longe do acesso a esses recursos. A precariedade das condições materiais e de trabalho, fruto do descaso das políticas governamentais para com a educação levou-as ao sucateamento e a falta de recursos, fazendo com que as mesmas se encontrem despreparadas para lidar com o avanço das novas tecnologias. É importante ressaltar, que existe uma grande disparidade entre a informatização das instituições públicas e privadas, esta segunda constitui muitas vezes verdadeiras indústrias de markting embora não esteja respondendo a perspectiva de uma informática educativa voltada para um conhecimento mais aprofundado, visando a criticidade, criatividade e o desenvolvimento do homem, diante disso temos a responsabilidade como educadores levar os alunos da rede pública de ensino a vivenciar e atuar em nova realidade educacional estando atentos as mudanças que possam vir a ocorrer na estrutura social e psicossocial, para que o educando de classe menos favorecida venha a ter igual oportunidade. Como observa Chave (2003):
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MEIO AMBIENTE COMO TEMA ARTICULADOR NA EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL DE JOVENS E ADULTOS: UMA PROPOSTA CRÍTICO-EMANCIPATÓRIA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

MEIO AMBIENTE COMO TEMA ARTICULADOR NA EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL DE JOVENS E ADULTOS: UMA PROPOSTA CRÍTICO-EMANCIPATÓRIA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Resumo : Este artigo apresenta a investigação que objetivou formular, implementar e avaliar o Programa de Educação Socioambiental (PESoA), voltado para docentes da EJA. O recorte EJA se explica por ser orientado nos princípios da Educação Libertadora, relacionados a uma abordagem crítica da Educação Ambiental. O Programa, essencialmente relacional, adotou como norteadores e instrumental de análise, estudos de autores que se preocuparam com a questão da autonomia do sujeito ensinante-aprendente compreendendo a Educação Ambiental como prática interdisciplinar, capaz de resgatar a formação omnilateral do ser humano. Concluímos pela necessidade de incorporação da Formação Continuada em Serviço (LEI 9.394/96), com enfoque na superação das lacunas apresentadas pelo professor, como proposto no Programa PESoA ao se voltar para a construção dos conhecimentos docentes.
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Formação ou produção de professores/as para a educação de jovens e adultos?

Formação ou produção de professores/as para a educação de jovens e adultos?

Nesse contexto, o amparo à Formação de Professores/as para EJA se encontra no inci- so VII do art. 4º da LDBEN 9394/96, em que está estabelecida a necessidade de atenção e respeito às características específicas dos trabalhadores matriculados nos cursos no- turnos. Parece então clara a necessidade da exigência de formação específica para do- cência na EJA, conforme expõe o Parecer CEB/CNE 11/2000: “[...] trata-se de uma formação em vista de uma relação pedagó- gica com sujeitos, trabalhadores ou não, com marcadas experiências vitais que não podem ser ignoradas” (BRASIL, 2000, p. 58). Além disso, o referido Parecer que insti- tui as Diretrizes Curriculares Nacionais da EJA chama atenção para o vínculo que se estabelece na relação entre estudantes e professores/as, este é determinante para evitar a evasão e manter a permanência na EJA, assim como para os processos de ensi- no-aprendizagem. Portanto, se compreende que na EJA o respeito à opinião, à trajetória de vida, à cultura e aos saberes dos sujeitos estudantes, não só os mantém nos espaços educativos, mas possibilita a continuidade do processo de escolarização.
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Open Necessidades de formação continuada dos professores da educação de jovens e adultos

Open Necessidades de formação continuada dos professores da educação de jovens e adultos

Citamos esse exemplo, para demonstrar o muito que se tinha para construir na rede municipal, desde a parte mínima da burocratização legal até o conceito da EJA baseada na concepção extensiva ao povo, segundo a equipe (JOÃO PESSOA, 2004b, p. 33): “alicerçada nos princípios da educação popular, feita pelo povo e para o povo, em função dos interesses de classe”. Incentivados por esse desejo e objetivando acompanhar a qualidade do ensino na rede municipal, o setor de estatística da SEDEC encomendou uma pesquisa de rendimento escolar que foi fundamental para a redefinição do trabalho da formação, segundo depoimento do membro da equipe em entrevista: “dado assustador” e, fazendo analogia, continua, “era como se estivéssemos pondo água numa bacia furada, a água não junta e é por isso que o broto não germina, que não dá para fecundar” (SILVA, 2006). Esse levantamento de dados do rendimento escolar da rede revelou também foco dos problemas no ensino regular no 1º e 2º segmentos da EJA: “índice alto de reprovação, perfil de alguns professores e a dificuldade de adaptação dos alunos em relação ao tempo e espaço de aprendizagem do ensino noturno” (SILVA, 2006).
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Formação de professores da educação de jovens e adultos: diversidade, diálogo, autonomia

Formação de professores da educação de jovens e adultos: diversidade, diálogo, autonomia

Nesse sentido, os professores têm sido enfáticos em afirmar a im- portância desses espaços e tempos de formação, onde possam efetivamen- te se reunir com seus pares para estudar, trocar experiências, questionar o proposto, discutir com os especialistas/formadores, reinventar a formação. O desenvolvimento de propostas curriculares alternativas tem mais chance de aprofundamento das questões específicas que perpassam a EJA, quando articuladas em uma perspectiva intercultural e interdis- ciplinar, nas quais as propostas pedagógicas incorporem não apenas os conteúdos específicos dos diferentes grupos culturais das escolas, mas ainda procurem desvelar os processos de ensino-aprendizagem não for- mais pelos quais esses saberes foram constituídos.
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A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BAIXO TOCANTINS

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BAIXO TOCANTINS

Nas instituições de ensino básico, durante o dia, tudo funciona bem, mas à noite, quando esses jovens e adultos aparecem para estudar, é que é percebível que a educação de qualidade não é para todos, pois os senhores e senhoras têm que se acomodar em carteiras projetadas para uma pessoa de estatura física menor, em salas de aula com iluminação inadequada, com docentes cansados que, por causa do baixo salário, tiveram que aceitar mais a carga horária noturna da EJA para ter um acréscimo salarial. E todos têm que considerar os riscos externos ao ambiente escolar, ou seja, a violência que, ao sair da escola, os becos, vielas e ruas proporcionam.
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Docentes da Educação de Jovens e Adultos: uma experiência de formação continuada em Ambiente Virtual de Aprendizagem

Docentes da Educação de Jovens e Adultos: uma experiência de formação continuada em Ambiente Virtual de Aprendizagem

Abstract: This article is the result of analysis of an ongoing training experience of teachers from the Youth and Adult Education (EJA) in the use of Digital Technologies of Information and Communication (TDIC) as a strategy for teaching and learning. Aiming to address the issue of technology in adult education from the angle of teacher training, it has been designed and developed a course in bimodal format, in which teachers made use of Virtual Learning Environment (AVA) for the development of activities at a distance. The course was offered to adult education teachers of Municipal Education Network (RME) of Curitiba, PR and has been prepared from a consultation held with the teachers of this type of education in order to verify what their desires and their needs on the continuing education for use and appropriation of digital technology resources available in schools (computer lab, educational netbook, digital whiteboard, internet, etc.). For the purpose of writing this article, let us focus on the perception of teachers on using the AVA in their continuing education process. In this process, the data collected through online questionnaire and made the analysis of the responses based on the principles of content analysis (BARDIN, 2010). With the study, we found that teachers show the use of Virtual Learning Environment as a positive thing, but exploiting it still just as visitors (SCHERER, 2005).
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Formação continuada em ambiente virtual de aprendizagem: elementos da experiência de professores da educação de jovens e adultos

Formação continuada em ambiente virtual de aprendizagem: elementos da experiência de professores da educação de jovens e adultos

Segundo a autora, cada um desses processos origina um modelo educacional, por exemplo: das mídias impressas temos o modelo gutenberguiano, cujo processo educaci- onal está baseado na transmissão de conteúdo; às mídias de massa (rádio, telecursos, vídeo) cabe o termo educação à distância, pois de acordo com a autora, nesses casos trata-se de uma educação que se processa realmente à distância, diferentemente de quando o diálogo humano-computador é estabelecido; o e-learning caracteriza-se pela aprendizagem em ambientes virtuais on-line, com a flexibilização do tempo e espaço e da aprendizagem assíncrona; já o m-learning chega como um novo paradigma a partir dos aparelhos móveis, cuja característica centra-se na educação on-line acrescida da mobilidade.
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Ens. Pesqui. Educ. Ciênc. (Belo Horizonte)  vol.16 número1

Ens. Pesqui. Educ. Ciênc. (Belo Horizonte) vol.16 número1

Uma necessidade que gostaríamos de ressaltar – entre tantas que já co- nhecemos – é a de intensiicar o nosso diálogo com as pesquisas sobre formação de professores no campo da educação em geral e com os estudos/levantamentos sobre a docência na educação básica no Brasil, amplamente presentes na literatura. Neste número da Ensaio - Pesquisa em Educação em Ciências apresentamos quatro trabalhos envolvendo a formação de professores. Esses trabalhos exploram a concepção de professores em formação na área de meio ambiente, em Portugal; as concepções de professores em Educação de Jovens e Adultos (EJA) sobre o papel social da Química e de como ela é ensinada; o pensamento docente espontâneo de professores de Química em formação; e um estudo de caso de identidade docente na formação inicial. Além dos trabalhos citados sobre formação de professores, há um estudo envolvendo a ocupação dos egressos de cursos de licenciatura em Biologia no mercado de trabalho, com ênfase em ser ou não ser professor.
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DOCÊNCIAS NA CIBERCULTURA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: AÇÕES COCRIADAS NUM CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DOCÊNCIAS NA CIBERCULTURA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: AÇÕES COCRIADAS NUM CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O presente artigo apresenta o processo de idealização e de realização de uma disciplina intitulada Educação Online: reflexões e práticas, ministrada no Curso de Pedagogia, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Discorreu-se sobre algumas atividades que foram planejadas com o objetivo de: (a) coconstruir ações formativas inovadoras para a docência contemporânea, considerando os espaços e os tempos possíveis de serem hoje habitados e (b) potencializar os processos de reflexão, de vivências culturais e de (trans)formação a partir da metáfora lúdica. As propostas foram concebidas e desenvolvidas pela professora responsável, primeira autora deste texto, em parceria com suas orientadas da Pós-Graduação Strictu Sensu que realizam seus estágios de docência no Ensino Superior, coautoras do presente artigo. O foco foi estudar os desdobramentos da sociedade mediada por tecnologias digitais e em rede para a docência contemporânea, o online é compreendido como ‘em rede’, ‘em conexão', e levou-se em consideração os espaços e os tempos de uma Educação Híbrida. O trabalho coletivo, produzido por meio da colaboração e da mistura do online com o presencial, envolveu também os graduandos da disciplina e oportunizou uma inovação do processo de docência no Ensino Superior, aqui denominada “docência compartilhada”, estreitamente ligada ao conceito - que será detalhado ao longo do texto - de “mediação partilhada”.
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FORMAÇÃO DE PROFESSORES E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: O FORMAL E O REAL NAS LICENCIATURAS.

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: O FORMAL E O REAL NAS LICENCIATURAS.

A Educação de Jovens e Adultos ainda ocupa lugar pouco destacado não apenas nas propostas curriculares de formação inicial, mas, também, na produção científica acadêmica. Não são poucos os estudos que analisam esse quadro nos últimos dez anos. Interessa, portanto, avançar no debate sobre as possíveis razões dessa realidade. Educação, como sabemos, é prática social. Campo de disputas hegemônicas no interior das relações de produção, a EJA, sob o modo de produção capitalista, articula-se aos processos de reprodução mais amplos, contribuindo para a construção de uma sociabilidade adequada ao sistema, visto que a lógica de preservação do próprio capital implica distribuição desigual do saber entre as classes. Os indivíduos são considerados iguais em relação às leis, ao direito à vida, à liberdade, à propriedade e também à educação, embora não sejam material e socialmente iguais, particularmente naquilo que mais contribui na fixação dos limites da sua ação, isto é, na sua posição dentro da estrutura econômica da sociedade.
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AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DA INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR DO SISTEMA ON LINE DE APRENDIZAGEM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DA INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR DO SISTEMA ON LINE DE APRENDIZAGEM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

A tela do Curso (2ª página do ambiente), estar fora do pa- drão da página inicial; layout e tipo de letras diferente da tela inici- al. Sem informação nem link para conduzir o usuário, poderia colocar o menu inicial; não identifica e não aparece o nome do usuário; esta página deveria ser eliminada e suas informações dis- tribuídas em outras. Na página de cursos propriamente dita (3ª página) temos um outro padrão de layout; da mesma forma que as páginas anteriores não têm campo para busca interna ou a busca externa o que dificulta a orientação do aprendiz.

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Educ. rev.  número47

Educ. rev. número47

O quarto artigo, "O educador de jovens e adultos em formação", de autoria de Leôncio Soares, da Universidade Federal de Minas Gerais, apresenta a análise de uma pesquisa que investigou a formação inicial do Educador de Jovens e Adultos no curso de Pedagogia de uma Universidade Federal. O estudo oferece uma discussão sobre a pertinência da profissionalização desse educador, sobre o significado da formação inicial em Educação de Jovens e Adultos (EJA) para professores e egressos da habilitação e sobre a inserção desse educador no campo de trabalho. Defende-se que, apesar de ainda não existir efetiva demanda para uma formação específica do educador em EJA, sua formação pode contribuir para o fortalecimento e a (re)configuração do campo da EJA e para o melhor atendimento a parcelas da população que foram precocemente excluídas das ações de escolarização.
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TERMO DE APROVAÇÃO CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA POLÍTICA DE MONITORAMENTO E GESTÃO POR RESULTADO: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DE PERNAMBUCO

TERMO DE APROVAÇÃO CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA POLÍTICA DE MONITORAMENTO E GESTÃO POR RESULTADO: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DE PERNAMBUCO

Os depoimentos e encaminhamentos dados na reunião estavam naturalmente direcionados à constatação dos avanços e às vantagens da política, com discretos registros dos entraves, dificuldades e críticas ao processo. Mesmo compreendendo que a presença dos secretários estaduais de educação e planejamento podem, de uma certa forma, afetar a avaliação e inibir as falas dos participantes, consideramos a observação desse momento necessária para compreender os direcionamentos e orientações das instâncias central e regional, assim como as dificuldades e particularidades das diferentes Gerências Regionais, no processo de implementação da política de monitoramento. Desse modo, percebe-se que a prática de acompanhamento pedagógico dos indicadores está sendo incorporada pelos profissionais, com análise e propostas para a solução de problemas, como pode-se perceber na fala de outra gestora regional: “Não concebo gestão pública hoje sem análise de resultados ” (GESTORA DA GRE 5, 2013).
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Pandaemonium ger.  número18

Pandaemonium ger. número18

desenvolvimento do pensamento crítico-reflexivo dos novos profissionais. As autoras do artigo O ambiente virtual na formação inicial de professores de alemão como apoio para o ensino e a aprendizagem da língua e a reflexão sobre ações docentes , Cibele de Faria R OZENFELD e Maria Cristina Reckziegel Guedes E VANGELISTA , discutem as

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Registo de Complicações de Interrupção de Gravidez. Definições e modelo de registo – Normas de Orientação Clínica

Registo de Complicações de Interrupção de Gravidez. Definições e modelo de registo – Normas de Orientação Clínica

iii. choque tóxico – quadro inespecífico com uma evolução rápida de falência multiorgânica, podendo culminar em morte materna. O aparecimento de um quadro compatível [r]

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DIREITO DE TODOS OS CAMPONESES E CAMPONESAS

DIREITO DE TODOS OS CAMPONESES E CAMPONESAS

Mas agora chegou a hora de conhecer para melhor exigir. Nesta Cartilha vamos ver como está a situação da educação para quem vive no campo, vamos olhar juntos para as leis e vermos o que está dito lá sobre a situação para sabermos também de quem são as responsabilidades sobre a nossa educação e por fim, vamos propor uma conversa sobre como podemos nos organizar para que estes direitos sejam cumpridos ou para quem já tem cumprido, como melhorar a educação em nossas comunidades, em nosso município, nosso estado e nosso país.

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