Fosfatase Alcalina

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Desenvolvimento de ensaio quimiluminescente baseado na determinação de fosfatase alcalina para diagnóstico diferencial entre leucemia mielóide crônica e reações leucemóides

Desenvolvimento de ensaio quimiluminescente baseado na determinação de fosfatase alcalina para diagnóstico diferencial entre leucemia mielóide crônica e reações leucemóides

peróxidos cíclicos com quatro anéis, 1,2-dioxetanos, são propostos como intermediários responsáveis pela geração de espécies excitadas e conseqüente emissão de luz ao decair ao estado fundamental. No entanto, tais compostos são muito instáveis para que possam ser isolados e aplicados em metodologias analíticas. Esta deficiência foi resolvida quando se descobriu que a presença de um grupo “protetor” ligado ao anel dioxetânico poderia aumentar a sua estabilidade. Com esta abordagem, foi sintetizado o substrato AMPPD, um composto dioxetânico estabilizado por um grupo fosfato que, ao ser hidrolisado pela ação catalítica da enzima fosfatase alcalina, se transforma em um sistema instável e que se decompõe emitindo luz intensa e prolongada (Figura 1). O pH influencia a velocidade da reação, pois afeta o estado de ionização dos grupos funcionais no sítio ativo da enzima. A máxima emissão de luz gerada pela decomposição do substrato AMPPD pela FA ocorre em pH 9,0 (BRONSTEIN et al., 1989).
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Modificação do método de Scharer para determinação da atividade de fosfatase alcalina em leite

Modificação do método de Scharer para determinação da atividade de fosfatase alcalina em leite

11816-1 (ISO, 1996), que é a mesma do Standard Methods for the Examination of Dairy Products (Marshall, 1992). A amostra de leite analisada foi misturada e dela retirada uma alíquota de 75 µL para teste. Dois mililitros da solução do substrato Fluorophos ® foram adicionados em cubetas próprias que foram e estabilizadas a 38ºC por 10 min no bloco de aquecimento a seco. A seguir, uma alíquota de 75 µL da amostra foi retirada, utilizando pipetador próprio, adicionada ao substrato na cubeta e misturada por inversão, limpando-se as laterais com lenço descartável. A cubeta foi introduzida no porta-cubeta do fluorímetro (Advanced Instruments, Inc), previamente calibrado com soluções-padrão. Após o primeiro minuto necessário para que haja o equilíbrio da temperatura, a taxa de aumento da fluorescência (F/min) foi medida automaticamente por 2 min pelo aparelho. A atividade calculada da fosfatase em miliunidades por litro era exibida no visor do equipamento e impressa automaticamente. Uma unidade da enzima Fosfatase Alcalina corresponde à sua quantidade que catalisa a transformação de 1 µmol de substrato Fluoroyellow ® por minuto por litro de amostra. Os resultados são expressos em miliunidades em razão dos baixos níveis da enzima encontrada nos produtos finais (Marshal, 1992).
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Atividade da fosfatase alcalina no lavado broncoalveolar de equinos de policiamento montado no Estado do Rio de Janeiro.

Atividade da fosfatase alcalina no lavado broncoalveolar de equinos de policiamento montado no Estado do Rio de Janeiro.

A utilidade da determinação das atividades enzimáticas no trato respiratório posterior como ferramenta diagnóstica já foi demonstrada em várias espécies. Nesse contexto, este trabalho teve por objetivo determinar a atividade da Fosfatase Alcalina (FAL) no lavado broncoalveolar (LBA) de equinos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, comparando animais sadios com portadores assintomáticos de doença infl amatória das vias aéreas (DIVA). Para tal, foram avaliados 28 animais adultos, machos, sem histórico de doença respiratória nos dois meses anteriores ao estudo, com os resultados dos exames físicos e laboratoriais (FAL sanguínea, hematócrito, leucograma, proteína total e fi brinogênio plasmáticos) dentro dos parâmetros fi siológicos. Os equinos foram divididos em dois grupos de acordo com o resultado da citologia broncoalveolar. A determinação da atividade da FAL foi realizada por meio de espectrofotometria a partir de alíquotas do sobrenadante do LBA preservadas em nitrogênio líquido. Para a estimativa do fl uido epitelial pulmonar e da atividade da FAL neste, foi realizada a correção da diluição provocada pelo lavado. Os equinos com contagem diferencial de tipos celulares compatível com DIVA apresentaram atividade de FAL no LBA menor, quando comparados aos animais sadios, podendo essa dosagem ser utilizada como complementação do diagnóstico da DIVA.
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Fosfatase alcalina reconstituída em 'Lipid Rafts'

Fosfatase alcalina reconstituída em 'Lipid Rafts'

Os fosfolipídios ácidos que tem grande afinidade por cálcio, principalmente a fosfatidilserina, são geralmente encontrados na região de mineralização das membranas das vesículas extracelulares (Boskey, 1981; Boyan et al., 1989) e são capazes de promover a formação de hidroxiapatita in vitro, mesmo na ausência de fosfatase alcalina (Eanes e Hailer, 1985; Vogel, 1986; Heywood e Eanes, 1987). Este fato sugere uma possível associação dos fosfolipídios com o processo de mineralização. Além disso, eles podem atuar na regulação da biomineralização biológica regulando o transporte de íons cálcio através da organização estrutural da membrana e também promovendo a nucleação de hidroxiapatita pela interação com íons cálcio e estabilização de associações de fosfato de cálcio amorfo (Boskey, 1981; Wuthier et al., 1985; Boyan et al., 1989). A composição lipídica das vesículas da matriz parece ser controlada pela vitamina D e/ou pela presença de colesterol. Provavelmente, mudanças na atividade da fosfatase alcalina podem ser resultantes de alterações na composição lipídica da membrana celular. Assim, alterações que podem ocorrer nas funções das vesículas podem representar um mecanismo de regulação da formação do mineral (Brasitus et al., 1988; Boyan et al., 1989). Um problema que tem dificultado os estudos in vitro é que a reação de indução de deposição de minerais por complexos lipídio - cálcio - fosfato é lenta, necessitando freqüentemente de vários dias para a obtenção significativa de mineral. Além disso, os níveis de íons minerais e/ou pH nas soluções metaestáveis de fosfato de cálcio geralmente usados nestes estudos são baixos.
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Modificação do método rápido de Scharer para detecção, com alta sensibilidade, da fosfatase alcalina residual em manteiga

Modificação do método rápido de Scharer para detecção, com alta sensibilidade, da fosfatase alcalina residual em manteiga

A determinação da atividade da fosfatase alcalina (ALP) é utilizada na indústria de laticínios para verificar a eficiência do processo de pasteurização. No Brasil esta análise não é um procedimento obrigatório na avaliação da qualidade de manteiga, como ocorre em outros países. Foram avaliadas vinte amostras de manteiga de cinco diferentes marcas comercializadas na cidade de Viçosa-MG. Utilizou-se o método colorimétrico rápido de Scharer, visual e espectrofotométrico, e método fluorimétrico. Realizou-se também o teste de reativação para confirmação dos resultados positivos. Quatro amostras (20%) apresentaram resultado positivo para atividade residual da ALP, sendo duas da marca A, uma da marca B e uma da marca E. Duas amostras da marca E apresentaram reativação da enzima, não confirmando assim o resultado positivo inicial. Foi possível distinguir claramente a ALP residual da reativada pelos três métodos utilizados. Os resultados encontrados reforçam a importância e a necessidade de se estabelecer, no Brasil, a análise da atividade da ALP como procedimento obrigatório para determinação da qualidade da manteiga.
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Construção de biossensor para detecção de compostos BTEX baseado em fosfatase alcalina...

Construção de biossensor para detecção de compostos BTEX baseado em fosfatase alcalina...

Este projeto teve como objetivo a construção de biosensores para a detecção de compostos monoaromáticos do grupo BTEX (benzeno, tolueno, etilbenzeno e xileno) a partir dos compo- nentes da via de degradação de compostos monoaromáticos codificada no plasmídeo TOL de Pseudomonas putida, mais precisamente: o promotor Pu, que regula a expressão dos genes da via superior de degradação, e o gene xylR, que ativa o promotor Pu após a ligação da proteína as- sociada a este gene ao efetor monoaromático, junto com o seu promotor nativo Pr. Um objetivo secundário foi a verificação da existência de sequências reguladoras desconhecidas a montante do promotor Pu, construindo três variantes com fragmentos de Pu que se estendem por difer- entes comprimentos a montante do promotor (Pu202 pb, Pu396 pb e Pu802 pb), cuja existência foi sugerida em trabalho anterior do laboratório sobre o assunto. O promotor Pu foi ligado ao gene indicador para fosfatase alcalina isolado de E. coli. Os compostos monoaromáticos do grupo do BTEX são os principais contaminantes detectados em aquíferos e solos contamina- dos, devido à sua presença na gasolina e outros combustíveis líquidos derivados do petróleo. Todos os componentes das três variantes de biossensores foram clonados com sucesso. A con- strução de um dos plasmídeos de biossensoramento com a variante mais curta de Pu (Pu202) foi concluída.
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Estudo das fosfatases ácidas e fosfatase alcalina na saliva e no soro de crianças

Estudo das fosfatases ácidas e fosfatase alcalina na saliva e no soro de crianças

Sabe-se que a fosfatase alcalina total no soro aumenta marcadamente em função do aumento da fração de origem óssea, entre 5-14 anos em crianças do sexo masculino e entre 5- 12 anos para o sexo feminino (35), atingindo picos nas idades de 11-12 anos (sexo feminino) e 13-14 anos para o sexo masculino (36). As médias das idades em cada faixa etária da população estudada neste trabalho estão fora dos períodos onde são observados os picos de atividade de FAlc, o que poderia justificar o fato de não terem sido observadas diferenças significativas na FAlc no soro, em relação à idade.
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Estudo da fosfatase alcalina sérica e formas isodinâmicas na esquistossomose mansônica.

Estudo da fosfatase alcalina sérica e formas isodinâmicas na esquistossomose mansônica.

Os resultados o b tid o s co m o e x tra to de fíg a d o h u m a n o apresentam a fosfatase a lc a i;na hepática co m um c o m p o rta m e n to sem elhante à fosfatase alcalina sérica. O estudo co m o in te s tin o delgado h u m a n o apresenta resultados sem elhantes à fosfatase a lcalina hepática, no e n ta n to , a a tivi- vidade e n zim á tica é bem m e n o r na fosfatase a lcalina in te s tin a l com parando-se co m a atividade da fosfatase alcaina hepática. Os resultados da fosfatase a lcalina óssea d e m o n stra ra m apenas um a fo rm a isodinâm ica co rre sp o nd e n te à p rim e i­ ra fo rm a iso dinâm ica d o soro e, com uma a tiv id a d e e n zim á tica e resistência té rm ic a m u ito baixas, c o n fo rm e já re latado na lite ra tu ra p o r Posen e t a lli 3 8 .
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Influência da âncora de glicosilfosfatidilinositol na imobilização da fosfatase alcalina...

Influência da âncora de glicosilfosfatidilinositol na imobilização da fosfatase alcalina...

compressibilidade, o que força a interação entre as cadeias polipeptídicas e entre os grupos polares e a cadeia polipeptídica. Além disso, como foi visto pelas micrografias de fluorescência e no ângulo de Brewster, domínios condensados do lipídio e proteína são intensificados em pressões de superfície acima de 20mN/m, devido provavelmente à agregação da proteína. A intensificação das interações entre as moléculas de fosfatase alcalina e a sua conseqüente agregação poderiam proporcionar mudanças conformacionais na cadeia polipeptídica. No entanto, como observado nos dados de infravermelho in situ, a proteína não altera significativamente sua estrutura secundária, e, portanto, a redução da atividade catalítica da enzima devido a mudanças conformacionais deve ser descartada. Porém, a mudança na elasticidade no plano da monocamada, associada com a intensificação da agregação de domínios de fosfolipídio/proteína, indica que certas restrições ao movimento da enzima devem ocorrer. A altas pressões superficiais, o empacotamento lateral dá à proteína uma menor flexibilidade em termos de movimento, além do que pode levar a um alto estado de agregação de enzima, fazendo com que uma molécula oculte o sítio catalítico da outra. Esses dois fatores, conseqüentemente, vão causar uma restrição do acesso do substrato ao sítio catalítico da enzima e, portanto, vai reduzir a atividade hidrolítica no PNFF.
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Estudo do efeito do colesterol como um modulador da atividade da fosfatase alcalina...

Estudo do efeito do colesterol como um modulador da atividade da fosfatase alcalina...

Estes sistemas de proteolipossomos constituídos de DOPC foram usados para estudar as características cinéticas da enzima empregando-se os mesmos substratos estudados [r]

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Repercussões temporais da ligadura do ducto biliar principal em ratos Wistar.

Repercussões temporais da ligadura do ducto biliar principal em ratos Wistar.

RESUMO – Objetivo: Objetivou-se investigar os efeitos temporais da ligadura do ducto biliar principal, em ratos Wistar. Métodos: Utilizaram-se 48 ratos machos distribuídos em 2 grupos e redistribuídos em 4 subgrupos (n=06), identificados pelo tempo estipulado para a coleta das amostras (12, 24, 48 e 168 horas). Após laparotomia, os animais foram submetidos à dissecção e passagem de dois fios circundando o ducto biliar principal, sem ligadura (Grupo 1) e com ligadura (Grupo 2. Resultados: As concentrações das bilirrubinas séricas (total, direte e indireta) quando comparadas ao repectivo grupo controle, aumentaram (p<0,05) nos animais do grupo 2, nos tempos 24, 48 e 168 horas. As concentrações de proteína C reativa e fosfatase alcalina aumentaram (p<0,05) no grupo 2 no tempo 24 horas e nos tempos 24 e 48 horas, respectivamente. Concentrações de albumina e gamaglutamil transferase, não apresentaram diferenças significantes nos dois grupos. Foram observadas, no exame histopatológico, hiperplasia ductal, pericolangite e colangite no grupo 2 e pericolangite no grupo 1. Conclusões: A ligadura do ducto biliar principal induz aumento das concentrações séricas de bilirrubinas, proteína C reativa e fosfatase alcalina. Hiperplasia ductal, pericolangite e colangite são as principais alterações histológicas encontradas nos fígados dos ratos submetidos à ligadura do ducto biliar principal.
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Avaliação da diferenciação osteogênica de células-tronco do tecido adiposo humano cultivadas em espuma de vidro bioativo e biorreator de perfusão para engenharia de tecido ósseo

Avaliação da diferenciação osteogênica de células-tronco do tecido adiposo humano cultivadas em espuma de vidro bioativo e biorreator de perfusão para engenharia de tecido ósseo

Figura 3. 1: Abordagem geral da Engenharia de Tecidos Convencional. ........................ 6 Figura 3. 2: As transições celulares da célula tronco mesenquimal em alguns fenótipos altamente diferenciados .................................................................................................. 16 Figura 3. 3: Morfologia e diferenciação em multilinhagem das ASC. (A) ASC primárias exibem morfologia como fibroblasto; (B) diferenciação adipogênica; (C) diferenciação condrogênica; (D) diferenciação osteogênica pela ensaio de fosfatase alcalina e (E) deposição de matriz celular pelo método von Kossa ...................................................... 19 Figura 3. 4: A relação entre a elasticidade de tecidos e diferenciação de MSC. (A) tecidos sólidos apresentam uma gama de rigidez, medida através do módulo de elasticidade E. (B) as MSC desenvolvem formas ramificada, de fusos, ou poligonais cultivadas respectivamente em matrizes no intervalo típicos do E cérebro , E músculo ou
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Hiperfosfatemia transitória: uma alteração laboratorial benigna em um menino com síndrome de Gitelman.

Hiperfosfatemia transitória: uma alteração laboratorial benigna em um menino com síndrome de Gitelman.

A hiperfosfatasemia transitória benigna da infância (HTBI) é caracterizada por elevação transitória da atividade da fosfatase alcalina sérica (S-ALP), predominantemente em sua isoforma óssea ou hepática, em crianças com menos de cinco anos de idade. Não há sinais de patologia óssea metabólica ou hepatopatia correspondentes ao aumento da S-ALP, e

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Comportamento de marcadores séricos de formação e reabsorção óssea após enxerto autógeno em fissura alveolar congênita: sem e com plasma rico em plaquetas

Comportamento de marcadores séricos de formação e reabsorção óssea após enxerto autógeno em fissura alveolar congênita: sem e com plasma rico em plaquetas

A fosfatase alcalina isoforma óssea é uma glicoproteína tetramérica localizada na membrana plasmática de osteoblastos (GARNERO; DELMAS,1993). A FAO possui 507 aminoácidos cuja seqüência é exatamente igual à da isorforma hepática (FARLEY; BAYLINK, 1995). Embora a função da FAO seja desconhecida, acredita-se que a enzima esteja envolvida com a formação de osso e a mineralização da matriz óssea (GARNERO; DELMAS,1993; FARLEY; BAYLINK,1995; VIEIRA, 1999). Sua atividade sérica é proporcional à formação de colágeno e geralmente correlaciona-se bem com o crescimento ósseo e com doenças metabólicas (VIEIRA, 1999). A FAO é encontrada na circulação onde apresenta uma vida média relativamente alta, é mais estável que a OC e não é afetada por variações circadianas (DELMAS, 1993; FARLEY; BAYLINK,1995).
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Microrganismos do solo produtores de fosfatases em diferentes sistemas agrícolas.

Microrganismos do solo produtores de fosfatases em diferentes sistemas agrícolas.

Não se observou tendência consistente mostrando a influência dos diversos tratamentos sobre a atividade enzimática nas bactérias e fungos isolados. Do total de isolados bacterianos, 28,4% e 40,6%, em média, apresentaram atividade da fosfatase alcalina e da ácida respectivamente (Figuras 1 e 2). Portanto, 59% a 72% das bactérias isoladas e 60% a 78% dos fungos apresentaram atividade das fosfatases. Essa atividade aumentou das faixas menores para as maiores, respectivamente, 1,9% do total com atividade da fos- fatase alcalina (faixa > 5,1) e de 0,7% do total com ativi- dade da fosfatase ácida (faixa de 4,1 a 5,0) (Figura 1). Tratamentos Fungos totais (1) Fungos produtores de fosfatases
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Uso isolado ou combinado de etidronato, risedronato, pravastatina e ipriflavona no tratamento da osteoporose induzida por ovariectomia em ratas

Uso isolado ou combinado de etidronato, risedronato, pravastatina e ipriflavona no tratamento da osteoporose induzida por ovariectomia em ratas

ser detectada através de imunoensaios específicos, apresentando baixa reação cruzada. A medida da isoforma ósseo-específica tem vantagens sobre a fosfatase alcalina total, uma vez que além de não sofrer influências hepáticas, é mais sensível a pequenas variações no pool circulante (Saraiva e Lazaretti- Castro, 2002). Alterações estatisticamente significativas nos valores de fosfatase alcalina óssea não foram observadas no presente estudo, corroborando resultados obtidos por Pinto et al. (2006), Ferreira Junior et al. (2008) e Sequetto (2008), em estudos sobre a osteoporose. No entanto, os resultados encontrados por Kim et al. (2003) divergem dos anteriores, visto que esta enzima é um marcador utilizado para formação óssea, pois o mesmo encontra-se presente na membrana plasmática de osteoblastos (Bikle, 1997; Vieira, 1999). A falta de resultados significativos pode ser decorrente de sua atividade ser inibida por alguns aminoácidos livres como L-fenilalanina, L- triptofano, L-leucina e L-homoarginina, que podem ter sido obtidos pela desnaturação das proteínas ósseas, decorrente da acidificação do meio (Lehninger et al., 2007).
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Densitometria óptica radiográfica na avaliação do hiperparatireoidismo secundário nutricional induzido em gatos jovens.

Densitometria óptica radiográfica na avaliação do hiperparatireoidismo secundário nutricional induzido em gatos jovens.

O trabalho teve por objetivos verificar as alterações da densidade mineral óssea e as alterações bioquímicas, no hiperparatireoidismo secundário nutricional. Foram utilizados 10 gatos, sem raça definida, com idade inicial entre 2 e 3 meses e peso médio de 820 gramas. Após um período de adaptação de 10 dias, eles foram submetidos a uma dieta composta por coração bovino moído e cru durante 60 dias, sendo os exames efetuados no final do período de adaptação e a cada 15 dias. Empregou-se o método de densitometria óptica em imagens radiográficas, do rádio e ulna direitos. Não foi observada diferença estatística na densidade mineral óssea entre o final do período de adaptação e com 15 dias de alimentação com carne de coração. Aos 30 dias, houve uma diminuição significante estatisticamente, que se manteve no mesmo patamar aos 45 e 60 dias. Em nenhum momento de observação ocorreu diferença estatística nos níveis séricos de cálcio e fósforo. Os níveis séricos de fosfatase alcalina variaram e estavam acima dos valores normais no 45º e 60º dia da dieta. Foi possível concluir que a densitometria óptica em imagens radiográficas é um método eficiente de avaliação da desmineralização óssea, ao passo que as análises bioquímicas séricas de cálcio, fósforo e fosfatase alcalina são de valor limitado.
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Efeito de fitases de origem bacteriana no desempenho e qualidade óssea de frangos de corte

Efeito de fitases de origem bacteriana no desempenho e qualidade óssea de frangos de corte

alcalina e ácida no soro, cálcio e fósforo no plasma e nos parâmetros ósseos (densitometria óssea, resistência óssea e cinzas) de frangos de corte aos 35 dias de idade. Dois mil e cem pintos machos de um dia de idade da linhagem Cobb®500 foram alojados em 70 boxes em delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial, criados até 35 dias de idade dividido em fase inicial (I) e fase de crescimento (C). Nos tratamentos Controle positivo*(CP*) e Controle negativo*(CN*) foi praticada a valorização nutricional da fitase preconizada pelos fabricantes (0,12% Pd) em relação aos tratamentos Controle positivo (CP) e Controle negativo (CN). O esquema fatorial foi 2x4+2: dois níveis de fósforo disponível (Pd) (CP* - 0,33% (I) e 0,28% (C)) e (CN* - 0,23% (I) e 0,18% (C)) × fitases (A, B, C, ausente) + CP (0,45 (I) e 0,40% (C) Pd, sem fitase) e CN (redução de 0,10% de Pd: 0,35 (I) e 0,30% (C) Pd, sem fitase) totalizando 10 tratamentos com sete repetições. A ausência de fitase na dieta CN* promoveu os piores resultados para desempenho e qualidade óssea, além de elevar o nível de fosfatase alcalina e cálcio no sangue como resposta ao baixo nível de fósforo disponível na dieta. A inclusão de fitases nas dietas CP* melhorou o desempenho, com maior disponibilidade de minerais para o desenvolvimento ósseo. Desta forma, a densidade óssea da tíbia e do fêmur aumentaram, proporcionando ossos mais resistentes e com maior porcentagem de cinzas. Recomenda-se, quando da utilização das fitases para frangos de corte, utilizar apenas a valorização nutricional da enzima (-0,12% Pd), sem redução adicional de fósforo disponível nas dietas.
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Síntese e avaliação preliminar de citotoxidade de polímeros injetáveis fotopolimerizáveis e biodegradáveis

Síntese e avaliação preliminar de citotoxidade de polímeros injetáveis fotopolimerizáveis e biodegradáveis

Foram sintetizados poliuretanos (PU) com potencial para serem aplicados na área de biomateriais. Nestes elastômeros foram utilizados poli(propileno glicol) (PPG) e/ou poli(ε- caprolactona) (PCL) como segmento macio. O segmento rígido foi baseado no reagente isoforona diisocianato (IPDI). Os PUs foram modificados com hidroxi-etil metacrilato (HEMA) para formar poliuretanos com grupos acrilatos (PUA) com potencial para serem fotopolimerizáveis (PUA-PPG e PUA-PCL). O PCL é um poliéster alifático biodegradável. O grau de ligações de hidrogênio, avaliado por espectroscopia no infravermelho (FTIR), foi usado para investigar o processo de separação de microfases nos PU. Testes mecânicos de tração avaliaram as propriedades mecânicas destes materiais, assim como testes de inchamento e injetabilidade. Estes testes preliminares mostraram a capacidade desses novos materiais sintetizados de se classificarem como poliuretanos com grupos acrilatos (PUAs) injetáveis, biodegradáveis no PUA-PCL e fotopolimerizáveis. Como grupo controle foram usadas microesferas de poli(metacrilato de metila) (PMMA). Testes preliminares in vitro e in vivo foram realizados. No estudo in vitro, a citotoxicidade dos materiais foi analisada através de testes de viabilidade celular MTT, dosagem de colágeno e expressão de fosfatase alcalina, quantificando a proliferação de células tronco mesenquimais não diferenciadas quando em contato com os biomateriais sintetizados. Estudos in vivo foram relacionados com os estudos in vitro. Cortes histológicos dos biomateriais foram realizados e avaliados em microscopia
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