Fronteira Oeste.

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Micobiota parasitária de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum isolada de solos da fronteira oeste do Rio Grande do Sul.

Micobiota parasitária de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum isolada de solos da fronteira oeste do Rio Grande do Sul.

versidade da micobiota parasitária e o tempo decorrido até o início do parasitismo de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum em solos da fronteira oeste do Rio Grande do Sul (RS). Foram coletados solos agrícolas e não agrícolas de cinco localidades na fronteira oeste do Rio Grande do Sul. O isolamento dos fungos foi realizado por meio do teste de iscas, sendo que as iscas foram os escleródios do fitopatógeno, os quais permaneceram enterrados no solo durante 15, 30 e 60 dias. Os fungos foram identificados em nível de gênero. Os gêneros fún- gicos encontrados parasitando escleródios foram: Trichoderma, Peni- cillium, Aspergillus, Fusarium, Pythium (Cromista), Clonostachys rosea (Gliocladium), Chaetomium, Curvularia, Phytophthora (Cromista), Rhizopus, Lichtheimia (Absidia), Mucor, Acremonium, Periconia e Isa- ria. Observou-se que os escleródios foram parasitados pelos fungos até 15 dias depois de serem enterrados, e deste período em diante apenas a frequência de ocorrência dos fungos mudou. Concluiu-se que os gêneros fúngicos Isaria, Periconia, Acremonium, Lichtheimia (Absidia), Phytophthora, Curvularia e Chaetomium são encontrados em solos agrícolas e não agrícolas na fronteira oeste do RS, e não foram citados anteriormente em outros trabalhos. Existe diversidade de fungos parasitários de escleródios de S. sclerotiorum nos solos da fronteira oeste do RS, os quais podem ser utilizados em experimentos para compor um programa de controle biológico desse fitopatógeno. Os escleródios são parasitados pelos fungos durante até 15 dias, após os mesmos serem enterrados no solo.
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A TOPONÍMIA DA FRONTEIRA OESTE DO RIO GRANDE DO SUL: ASPECTOS LINGUÍSTICO-CULTURAIS

A TOPONÍMIA DA FRONTEIRA OESTE DO RIO GRANDE DO SUL: ASPECTOS LINGUÍSTICO-CULTURAIS

A região integrante do Corede (Conselho Regional de Desenvolvimento) Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul (segundo a Fundação de Economia e Estatística) faz parte do pampa gaúcho e é reconhecida no cenário do Estado pela alta atividade da pecuária, pelo uso do cavalo e da bombacha 1 . Como representado no mapa (ver anexo) é 1 Termo usado para “calças muito largas em toda a perna, menos no tornozelo, onde são presas por botões, possuem

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Fundação de Vila Maria com a presença Chiquitana : os povoadores da fronteira oeste da Capitania de Mato Grosso (1778-1827)

Fundação de Vila Maria com a presença Chiquitana : os povoadores da fronteira oeste da Capitania de Mato Grosso (1778-1827)

Segundo Le Goff, “...O documento não é qualquer coisa que fica por conta do passado, é um produto da sociedade que o fabricou segundo as relações de forças que aí detinham o poder” (LE GOFF, 1996, p. 545). Assim procuramos ler a documentação sob a ótica daquela sociedade que o produziu buscando evidenciar os interesses que permeavam diante as circunstâncias do momento. A documentação utilizada neste estudo envolve, principalmente, cartas e ofícios de governadores da Capitania de Mato Grosso que evidencia relações de poder da Coroa portuguesa no tratamento das regulações de povos indígenas na ocupação das terras da fronteira oeste dessa parte da colônia. E como resultado, evidenciar também, a atitudes dos próprios indígenas quando escolhem, de forma mais ou menos isolada, atraídos ou obrigados, colocar-se sob o julgo dos portugueses. Para o caso dos Chiquitano, se ajustar talvez tenha sido uma opção viável de sobrevivência. Assim, procuramos compartilhar da ideia de que o documento “deve ser estudado numa perspectiva econômica, social, jurídica, política, cultural, espiritual, mas, sobretudo de poder (LE GOFF, 1996, p. 547)”, para perceber o papel dos indígenas na criação da fronteira em questão, especialmente em Vila Maria.
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Percepção e medidas de gestão de riscos por produtores de arroz irrigado na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.

Percepção e medidas de gestão de riscos por produtores de arroz irrigado na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.

A produção agrícola apresenta características particulares, se comparada a outras atividades econômicas, sendo uma das mais marcantes a extensão dos riscos aos quais está exposta. O cultivo de arroz (Oryza sativa L.) irrigado, embora pareça menos suscetível do que as culturas de sequeiro, também está exposto a riscos. Maior produtor mundial de arroz fora da Ásia, o Brasil tem no Rio Grande do Sul seu principal estado produtor. O objetivo deste trabalho foi analisar como o orizicultor da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul percebe os riscos da sua atividade e quais medidas adota para geri-los. A metodologia empregada envolveu aplicação presencial de questionários a orizicultores, de acordo com uma amostra não probabilística. Os resultados indicaram que os orizicultores atribuem maior relevância aos riscos socioeconômicos do que aos de produção. Evidencia-se, assim, a importância da gestão do negócio pelos orizicultores, para que sua atividade esteja integrada com os demais elos da cadeia produtiva. A redução de custos pode ser uma alternativa para mitigação de riscos de mercado, apontados como os mais relevantes pelos orizicultores. A percepção dos orizicultores sobre riscos e sobre medidas para mitigá-los pode representar a base na formulação de estratégias de gestão de riscos.
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O Vale do Jaguari no processo de construção da fronteira Oeste do Rio Grande do Sul

O Vale do Jaguari no processo de construção da fronteira Oeste do Rio Grande do Sul

6 No núcleo do debate está à questão das escalas de observação, o olhar microscópico, que a nosso ver possibilita ganhos em termos de profundidade, e paralelamente o autor sinaliza a possibilidade de se estabelecer a necessária articulação entre espaço e tempo. O próprio Fernand Braudel (1993) já apontava para a importância das características geográficas enquanto elemento necessário para a compreensão da história. Pois “olhamos pouco a geografia” e quando o fazemos tratamos de assuntos atinentes ao território, na maioria das vezes, como algo dado, que se justifica por si só. Quando recorremos ao uso de mapas em nossos trabalhos, eles nos servem, na maioria dos casos, com meros fins ilustrativos. O que tentaremos ao longo deste texto é estabelecer possíveis e necessárias interlocuções entre história e geografia, onde “o quadro de referência topográfico” (LIMA, 2006: 210) seja mais um elemento a fim de melhor entender relações econômicas que se desenvolveram em torno de alguns lugares da fronteira oeste. Olhando o espaço, conforme sugeriu Lucien Febvre (1991), enquanto um possibilismo, onde o ser humano possui margens de liberdade e de ação frente ao meio. O homem enquanto um ser que atua sobre o espaço, mas que simultaneamente sofre influências dele, rompendo com a antípoda entre Natur e Kultur uma vez que as relações entre homem e natureza possuem uma relação intrínseca (SILVA In: CARDOSO e VAINFAS, 1997).
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Perspectivas da Educação Ambiental na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul

Perspectivas da Educação Ambiental na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul

Resumo: O trabalho expõe informações básicas em relação à Educação Ambiental nas escolas. Os dados foram coletados através de um questionário aplicado a 72 professores. Abrangidas as cidades de Itaqui, Uruguaiana e São Borja; conhecidas por pertencerem à Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Os resultados indicam que aproximadamente 60% dos docentes consideram-se preparados para aplicar o tema em suas classes, bem como, um percentual de 70% que se atualizaria para isso, independente do diagnóstico como aptos ou não em relação ao tema. O Bioma Amazônico é o ecossistema mais enfatizado nas escolas. Os quase 90% dos entrevistados que promovem a Educação Ambiental apontam seus colegas como os que menos aceitam esta atitude.
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Fenologia e acúmulo térmico em videiras viníferas na região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.

Fenologia e acúmulo térmico em videiras viníferas na região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.

Abstract – The objective of this work was to evaluate the thermal requirement, obtained by different thermal time calculation methods, to characterize the grapevine (Vitis vinifera) phenology of 'Cabernet Sauvignon', 'Tannat', 'Ruby Cabernet', and 'Merlot' grown in the Fronteira Oeste region, of the state of Rio Grande do Sul, Brazil. The phenological development was followed for five seasons – 2005/2006 to 2009/2010. Minimum and maximum air temperatures were recorded daily, and the following eight thermal time methods were tested: M1.1, M1.2, and M1.3, which use only the down threshold temperature (10°C); M2.1 and M2.2, which also consider 25°C as the optimum temperature for development; and M3.1, M3.2, and M3.3, which, besides using the prior temperatures, consider 35°C as the upper threshold temperature of development. These methods were compared using the standard error (SE) estimates of accumulated heat. The SNK test was used to compare the thermal requirement between cultivars. M3.3 was the method that best simulated 'Tannat' and 'Merlot' development (1,823.1 and 1,780.8 degree-day respectively). However, the least deviation was obtained in 'Cabernet Sauvignon' and 'Ruby Cabernet' using the M3.1 method (1,958.9 and 1,944.8 degree- day respectively). Methods employing the three cardinal temperatures showed greater accuracy. 'Tannat' and 'Merlot' are the cultivars that show the lowest thermal requirement to complete the cycle.
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Comportamento do consumidor de frutas na região da fronteira oeste do Rio Grande Do Sul com Argentina e Uruguai.

Comportamento do consumidor de frutas na região da fronteira oeste do Rio Grande Do Sul com Argentina e Uruguai.

resumo: O presente trabalho teve como objetivo identiicar o peril do consumidor, caracterizar a frequência, os principais hábitos de consumo de frutas e analisar os fatores que interferem no consumo da população residente na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul com Argentina e Uruguai. Foi realizada em 2012 uma pesquisa de caráter exploratório, transversal e de base populacional, constituindo-se na aplicação de questionários à população residente nos municípios de Uruguaiana, Itaqui, São Borja e Santana do Livramento. A mostra foi constituída de 400 consumidores entre as quatro cidades estudadas. Os resultados indicam que apenas 1/3 dos entrevistados consomem frutas diariamente, sendo o consumo mais frequente entre as mulheres. O local preferencial de compra das frutas para consumo ocorre em supermercados. Dentre os motivos que levam as pessoas a consumirem frutas, destaca-se a distinção da fruta como um alimento saudável, sendo a aparência o critério mais adotado na escolha das frutas. As principais frutas consumidas pelos entrevistados na região são as bananas, maçãs, laranjas, mamões e mangas, respectivamente. A redução do preço, a criação do hábito e a melhoria da qualidade das frutas são os fatores preponderantes para que ocorra aumento do consumo de frutas nesta região.
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As Estratégias de Competitividade para a Cadeia Produtiva do Arroz: o caso das cooperativas da Fronteira-Oeste do Rio Grande do Sul (Brasil)

As Estratégias de Competitividade para a Cadeia Produtiva do Arroz: o caso das cooperativas da Fronteira-Oeste do Rio Grande do Sul (Brasil)

Neste contexto, o advento do Mercosul, num quadro de economia mundial cada vez mais globalizada, põe em xeque os tradicionais siste- mas de produção do arroz, apoiados por políticas públicas facilitadoras e em torno do sentimento da segurança alimentar. Hoje, as políticas oficiais praticamente desapareceram, enquanto a segurança alimentar pode ser obtida por meio dos países vizinhos e do mundo em geral. Tal realidade colocou a região da Fronteira-Oeste gaúcha, seus produtores e empresas ligadas à atividade orizícola diante de novos padrões de produtividade, hábitos e exigências dos consumidores, representando novos desafios que tenderão a modificar a forma de atuar de todos os segmentos envol- vidos na cadeia do arroz.
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A construção do imaginário da mulher brasileira na fronteira oeste do Rio Grande do Sul : o que revelam os jornais do período de 1890 a 1910

A construção do imaginário da mulher brasileira na fronteira oeste do Rio Grande do Sul : o que revelam os jornais do período de 1890 a 1910

Pesquisar sobre a construção do imaginário da mulher brasileira na fronteira oeste do Rio Grande do Sul, a partir do que revelam os jornais do período de 1890 a 1910, era um trabalho que se revestia de relevância social ao contribuir para a reflexão e os estudos que se realizam sobre a constituição da subjetividade do feminino no Brasil. No final do século XIX e início do Século XX, o Brasil passou por uma série de transformações que implantaram modificações arquitetônicas, mudanças nas relações de trabalho e até no lazer das pessoas. Essas transformações vão desde a abertura de avenidas, destruição de cortiços, até o asilamento cientifico e a cobrança de valores éticos e de posturas morais, principalmente do sexo feminino. Ao investigar o imaginário feminino, pude comprovar que as mulheres gaúchas da fronteira oeste do Rio Grande do Sul, foram alvos de preconceitos e que, mesmo assim, muitas lutaram pelo seu espaço, não se deixando moldar pelos padrões de moralidade vigente na sociedade. Tenho por tese, que a mulher da fronteira oeste do Rio Grande do Sul aprendeu, pela necessidade contextual da época, a desenvolver estratégias próprias de construção de sua subjetividade que não a reduzem à representação apresentada pelo imaginário popular, enunciada nos escritos da historiografia tradicional e cantada em verso e prosa de maneira idealizada. Nesse sentido, sustento com base em Michel Foucault, que a ação dos micropoderes de sujeição e de docilidade dos corpos pelo exercício do poder disciplinador e moralizador é mais notável do que os efeitos negativos do poder de coerção, repressão, exclusão, e de violência física ou simbólica do Estado.
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Análise da competitividade do cluster vinícola da fronteira Oeste/RS através do modelo teórico Zaccarelli et al. (2008) / Analysis of competitiveness of the winery cluster of west frontier/RS through the theoric model Zaccarelli et al. (2008)

Análise da competitividade do cluster vinícola da fronteira Oeste/RS através do modelo teórico Zaccarelli et al. (2008) / Analysis of competitiveness of the winery cluster of west frontier/RS through the theoric model Zaccarelli et al. (2008)

Uma das últimas grandes descobertas acerca da Administração como ciência foram os clusters. Estes se configuram como uma concentração geográfica de empresas que participam da cadeia produtiva de um produto em comum (Zaccarelli et al, 2008). A partir disto as organizações que o formam passam a usufruir de uma geração de externalidades positivas criadas pela coexistência desses vários agentes em uma mesma região e pela interação existente entre eles na forma de concorrência e cooperação (Santos; Diniz; Barbosa, 2004). Na década de 1970 estudos realizados no município de Sant'Ana do Livramento, localizado na região da campanha e fronteira oeste do Rio Grande do Sul, comprovaram a excelência do solo e do clima para a produção vinícola, fato que incentivou o início desse tipo de produção na região. Com o passar dos anos essa produção mostrou-se viável e, como consequência, acabou por incentivar o surgimento de outras produtoras vinícolas e produtores de uva destinada à fabricação de vinhos (Flores, 2011). Como resultado, o agrupamento dessas empresas nessa região pode ser considerado como um cluster.
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Os índios e a educação no mundo colonial: fronteira oeste da América portuguesa

Os índios e a educação no mundo colonial: fronteira oeste da América portuguesa

A experiência da colonização portuguesa em sua relação com os indígenas e possíveis ações educativas até a primeira metade do século XVIII alcançou espacialidades distintas, entre as quais a sua fronteira oeste, a denominada Capitania de Mato Grosso, Brasil. Este estudo visa historicizar alguns aspectos relativos ao trato com os indígenas, especialmente no que diz respeito às possibilidades “educativas” evidenciadas pela Coroa Portuguesa e por seus signatários em territorialidades outrora indígenas, que com o passar do tempo e das ações lusitanas compuseram os domínios do Império Transatlântico Português. O objetivo central é apresentar por meio dos registros de Dom Antonio Rolim de Moura, primeiro governador, aspectos relativos à educação indígena, numa perspectiva de via de mão dupla, em que ao mesmo tempo em que a política ensejava “docilizar” os indígenas, tornando-os trabalhado- res aos moldes ocidentais, a própria sociedade envolvente aprendia com os grupos étnicos diversos que eram os primeiros “professores” por assim dizer. Se por um lado o cativeiro “educou” para o trabalho de forma velada, havia constantemente as sanções ou tentativas de punir aqueles que se valiam dessa mão de obra. Destaca-se também a influência religiosa no que concerne à temática. Adota-se a perspectiva da colonialidade do saber em que figura como expoente Immanuel Wallerstein e a teoria do sistema-mundo ao considerar como a perspectiva eurocêntrica adentrou espaços distintos, inclusive na América. Os dados da pesquisa referem-se às fontes oficiais publicadas e também disponíveis no acervo do Museu do Índio – Fundação Nacional do Índio na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
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Repositório Institucional da UFPA: Questão fundiária e sucessão da terra na fronteira Oeste da Amazônia

Repositório Institucional da UFPA: Questão fundiária e sucessão da terra na fronteira Oeste da Amazônia

1.164 de 1º de abril de 1971, as terras devolutas, que estavam sob a jurisdição federal, voltaram para o Estado e foram incorporadas ao patrimônio do Estado; e as glebas de terras fora[r]

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MATRICIAMENTO EM SAÚDE MENTAL NA FRONTEIRA OESTE DO RIO GRANDE DO SUL

MATRICIAMENTO EM SAÚDE MENTAL NA FRONTEIRA OESTE DO RIO GRANDE DO SUL

Este estudo tem como objetivo relatar a experi- ência de acadêmicos do curso de Enfermagem da Universidade Federal do Pampa – Unipampa –, em um estágio curricular ofertado pela discipl[r]

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Questão fundiária e sucessão da terra na fronteira Oeste da Amazô

Questão fundiária e sucessão da terra na fronteira Oeste da Amazô

1.164 de 1º de abril de 1971, as terras devolutas, que estavam sob a jurisdição federal, voltaram para o Estado e foram incorporadas ao patrimônio do Estado; e as glebas de terras fora[r]

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Diversidade e sensibilidade de Cyperus ferax ao herbicida Penoxsulam.

Diversidade e sensibilidade de Cyperus ferax ao herbicida Penoxsulam.

Considerando a avaliação de controle realizada aos 28 DAT, em geral, as plantas de C. ferax provenientes dos municípios que representam as regiões de Fronteira Oeste, Campanha, Planície Costeira Interna e Externa a Lagoa dos Patos responderam de modo similar ao tratamento herbicida, tanto na comparação entre os municípios da mesma região como entre municípios de regiões distintas, sendo o controle por penoxsulam superior a 90% (Tabela 1). Esse valor é con- siderado eficiente para controle de plantas daninhas na cultura do arroz irrigado (SOSBAI, 2007). No entanto, para a última época de avaliação, o biótipo oriundo do município de
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Cão naturalmente infectado por Trypanosoma evansi em Santa Maria, RS, Brasil.

Cão naturalmente infectado por Trypanosoma evansi em Santa Maria, RS, Brasil.

No Brasil, o achado de animais infectados por T. evansi é predominante na região do Pantanal e em áreas vizinhas. Os animais encontrados infectados fora desta região sempre apresentaram um histórico ligado ao Pantanal. Nesta região, a infecção por T. evansi é uma enzootia em equilíbrio, com raros casos de surtos em eqüinos e cães (SILVA et al., 1995; HERRERA et al., 2004). Apenas muito recentemente foram relatados casos de infecção aguda e grave por T. evansi, com a morte de vários animais sem histórico de passagem pela região do Pantanal, no Estado do Rio Grande do Sul: cães em Uruguaiana, fronteira oeste do RS (COLPO et al., 2005), e eqüinos em São Sepé (região central do RS), que, provavelmente, foram infectados no município de Alegrete, na fronteira oeste do RS (CONRADO et al., 2005), sendo importante ressaltar que dezenas de eqüinos com tripanossomíase por T. evansi morreram no Estado entre 2003 e 2004 (RODRIGUES et al., 2005). Estes relatos, em conjunto com este trabalho, indicam que T. evansi deve ter sido recentemente introduzido na região Sul do Brasil, sendo provavelmente originário da Argentina, onde é comum em eqüinos (MONZON et al., 1995).
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Participação de estudantes com síndrome de down nas aulas de educação física

Participação de estudantes com síndrome de down nas aulas de educação física

Inicialmente, a fim de identificar a relação de estudantes com SD matriculados nas instituições de ensino regular de um município da Fronteira Oeste do RS, foi realizado o contato com todas as escolas que o município dispõe, através das Secretariais Municipal e Regional de Educação e equipe diretiva das escolas particulares. A partir disso, foram identificados, posteriormente ao contato realizado via ligações telefônicas ou visitas nas instituições, 12 estudantes com SD nos anos iniciais do Ensino Fundamental e 04 estudantes com SD nos anos finais do Ensino Fundamental. Como critérios para participação no estudo, o estudante deveria possuir a disciplina de EF na grade curricular do seu nível de ensino, e, ainda, o componente ser ministrado por um professor de EF. Desse modo, a amostra deste estudo está descrita nos quadros 1, 2 e 3, sendo que, a numeração da identificação é correspondente em todas as tabelas, como por exemplo: E1, R1 e P1-2. Ou seja, correspondem ao estudante com SD, seu responsável e sua professora de EF, respectivamente.
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Contrastes e convergências socioterritoriais na faixa de fronteira internacional oeste brasileira: impactos das políticas contemporâneas

Contrastes e convergências socioterritoriais na faixa de fronteira internacional oeste brasileira: impactos das políticas contemporâneas

Syenesio Sampaio Goes ressalta que, o princípio jurídico uti possidetis “não está entre os princípios mais universalmente admirados do Direito Internacional. Vinculado ao ato de ocupação só é admissível no período de formação das fronte iras [...]” (1991, p. 125). Nesse entendimento, a requisição do direito as conquistas territoriais das coroas européias foi definida e a fronteira continental brasileira passou a existir de fato. O que levou a compreensão de que as fronteiras no âmbito do estado nacional moderno, são como afirma Antonio Carlos Robert Moraes, “construções históricas, jurídicas e ideológicas” (2002, p. 96). Para Garcia (2011), o Tratado de Madri levou as duas potências a almejarem “o máximo de vantagens das posições em que encontravam-se, o que abriu um período de cerca de 100 anos de tensão e de enfrentamentos nessa região, ultrapassando o período colonial e avançando o período pós-independência das ex- colônias ibéricas” (p. 4). O confronto entre as duas potências européias na formação da fronteira oeste criou um espaço com permanências históricas. Nesse sentido, Foucher (2009) ressalta que, “as fronteiras são o tempo inscrito no espaço; elas permanecem testemunhas do passado ou de fronts vivos, segundo as conjecturas locais, mas sempre lugares de memória e, às vezes de ressentimento” (p. 27).
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A RESPONSABILIDADE SOCIAL SOB A ÓTICA DOS PRINCÍPIOS DA ISO 26000 E DAS AÇÕES SOCIAIS: a relação de comprometimento de uma multinacional do setor energético com a comunidade DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i1.2817

A RESPONSABILIDADE SOCIAL SOB A ÓTICA DOS PRINCÍPIOS DA ISO 26000 E DAS AÇÕES SOCIAIS: a relação de comprometimento de uma multinacional do setor energético com a comunidade DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i1.2817

Portanto, o objetivo do presente estudo é apresentar uma análise da relação de umaempresamultinacional do setor energético da fronteira oeste do estado do Rio Grande do Sul instalada no município de Garruchos/RS com a comunidade, pela percepção da própria comunidade – aqui abordada como público externo – difundido pelo comportamento socialmente responsável da organização, por meio das práticas sociais adotadas e do reconhecimento dos princípios de conduta da norma ISO 26000.

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