Fundos de investimento renda fixa

Top PDF Fundos de investimento renda fixa:

Fundos de investimento imobiliários: gestão e análise: apresentação Votorantim Asset

Fundos de investimento imobiliários: gestão e análise: apresentação Votorantim Asset

Os Fundos de Investimento Imobiliário – Renda Fixa são fundos estruturados de recebíveis imobiliários que têm por objetivo capturar demanda por produtos de renda fixa isentos de imposto de renda para pessoa física (ex.: LCAs e LCIs), assim como por novos produtos estruturados do setor de crédito imobiliário. Sua carteira é composta básicamente por CRI - Certificados de Recebíveis Imobiliários e/ou LCI - Letras de Crédito Imobiliário.

18 Ler mais

Como investidores de alta renda alocam sua riqueza no Brasil? Uma análise empírica com dados de fundos de investimento

Como investidores de alta renda alocam sua riqueza no Brasil? Uma análise empírica com dados de fundos de investimento

76%. Os resultados empíricos vão mais uma vez ao encontro do argumento teórico de que o investimento em ativos arriscados diminui quando ocorre redução na razão entre o capital humano e a riqueza financeira. Pela teoria, ceteris paribus, o efeito marginal de se mudar da faixa de patrimônio mais baixa para a seguinte, deveria ser acompanhado de uma redução na parcela investida em fundos de ações. É o que acontece para os resultados do período de condições normais de mercado. Esse efeito mais do que compensa o efeito causado pelo custo de entrada no mercado de ações. O custo de conhecer e acompanhar o mercado de renda variável (inexistente nos casos de aplicações em renda fixa, onde os riscos são limitados) é o mesmo para o investidor que tem valor absoluto baixo ou alto investido nesse mercado. Dessa forma, quanto maior o montante investido em ações, mais justificável é o tempo dispensado em conhecê-las e acompanhá-las. Esse conceito justificaria um investimento maior em fundos de ações por parte dos indivíduos representantes das camadas mais altas de renda. Podemos ainda, interpretar os resultados da óptica da correlação existente entre os ativos arriscados e a renda do trabalho dos indivíduos mais ricos. O indivíduo de baixa renda, em geral é empregado e, por isso seu fluxo de salários é menos volátil, justificando um maior investimento em ações. Por outro lado, a conveniência do ativo arriscado para os investidores de alta renda é geralmente menor - dada a característica de maior correlação entre suas atividades profissionais e o desempenho da economia (que afeta também o mercado de ações) – gerando-lhe limitada capacidade de proteger seu nível de consumo quando ocorrem más realizações de sua renda do trabalho. Quando essa correlação é positiva, o ativo arriscado amplifica a volatilidade da renda do trabalho do investidor e, portanto, a alocação ótima no ativo arriscado é diminuída. Esse conceito tem base numa das predições do modelo de alocação de portfólio apresentado na seção 1, a qual foi referida como “alocação para hedge contra choques na renda do trabalho”.
Mostrar mais

55 Ler mais

7.1 Apresentação do capítulo - Fundos apostila CVM BMF

7.1 Apresentação do capítulo - Fundos apostila CVM BMF

Curto prazo** Investem seus recursos exclusivamente em títulos públicos federais ou privados de baixo risco de crédito. Estes títulos podem ser de renda fixa, pós ou prefixados e, geralmente, sua rentabilidade está atrelada à taxa de juro usada nas operações entre os bancos (conhecida como taxa do CDI). Investem em papéis com prazo máximo a decorrer de 375 dias e o prazo médio da carteira deve ser de, no máximo, 60 dias. Por estas características, são considerados fundos mais conservadores, indicados para investidores com objetivo de investimento de curtíssimo prazo, pois suas cotas são menos sensíveis às oscilações das taxas de juro.
Mostrar mais

15 Ler mais

Performance de fundos mútuos de investimento no Brasil: uma análise dos fenomenos de "hot-hands", sinalização e persistência de retornos

Performance de fundos mútuos de investimento no Brasil: uma análise dos fenomenos de "hot-hands", sinalização e persistência de retornos

Classificam-se neste segmento os fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM que busquem retomo no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, câmbio,[r]

158 Ler mais

IMPACTO DA REDUÇÃO DA TAXA SELIC NOS FUNDOS DE INVESTIMENTO DE RENDA FIXA EM 2006E 2007: UM ESTUDO DOS FUNDOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

IMPACTO DA REDUÇÃO DA TAXA SELIC NOS FUNDOS DE INVESTIMENTO DE RENDA FIXA EM 2006E 2007: UM ESTUDO DOS FUNDOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

0 objetivo deste estudo consiste em analisar o desempenho dos fundos de investimento de janeiro de 2006 até outubro de 2007, identificando as perdas de rendimento de 4 fundos de rend[r]

69 Ler mais

O desempenho de fundos de renda fixa e o índice de renda de mercado (IRF-M).

O desempenho de fundos de renda fixa e o índice de renda de mercado (IRF-M).

Alguns pesquisadores, argumentando que um único benchmark de mercado não incorporaria todos os fatores que explicam a rentabilidade de um ativo, propuseram a expansão do modelo de Jensen (Equação 2) incluindo mais fatores (Allen e Soucik, 2000), principalmente para análise de desempenho de fundos de ações. Pode-se citar o benchmark de 8 fatores de Grinblatt e Titman (1994) e, ainda, o benchmark baseado nos 3 fatores de Fama e French (1993). Allen e Soucik argumentam que as decisões de alocação de ativos respondem em grande parte pela diferença verificada entre os retornos dos fundos de investimento. Neste sentido, utilizando um benchmark único, composto a partir de um conjunto de benchmarks que refletem a política de alocação de recursos do fundo, concluíram que a inclusão de novos fatores aumentou o poder de explicação dos modelos de desempenho.
Mostrar mais

18 Ler mais

Viabilidade da Alocação de Recursos em Fundos de Investimentos de Renda Fixa em Relação ao Tesouro Direto / Feasibility of Allocation of Resources in Investments Funds of Fixed Income in Relation to Treasury Title

Viabilidade da Alocação de Recursos em Fundos de Investimentos de Renda Fixa em Relação ao Tesouro Direto / Feasibility of Allocation of Resources in Investments Funds of Fixed Income in Relation to Treasury Title

Considerando os investimentos, num universo limitado, as pessoas físicas podem obter resultados semelhantes ou maiores se comparados aos investimentos em fundos de renda fixa com gestão dos grandes bancos do país. O objetivo do artigo é comparar os resultados, rentabilidade e o risco, das aplicações em fundos de investimentos dos grandes bancos que tem como público-alvo os investidores através do Tesouro Direto. Por meio de uma análise quantitativa de risco e retorno, custos transacionais e impacto dos custos no valor final, foi selecionada uma amostra de 10 fundos de investimentos, 2 de cada um dos 5 maiores bancos do país, e criados 2 grupos que se diferenciam pelo valor mínimo de aplicação inicial. Observou-se, que as LFT’s trariam maior resultado do que os fundos de investimento com mesmo nível de risco. As LTN’s ficaram abaixo em alguns períodos, por conta da marcação a mercado, e foram a melhor opção em outros, bem como seriam se mantidas entre 2015 e 2017, porém com risco maior. Evidenciou que o Tesouro Direto ainda apresenta ticket de entrada inferior a 9 dos 10 fundos de investimentos da amostra, porém tem um número de investidores irrelevante se comparado ao da indústria de fundos.
Mostrar mais

20 Ler mais

O crescimento dos fundos de investimentos no Brasil, no período pósplano Real, e sua importância para economia nacional

O crescimento dos fundos de investimentos no Brasil, no período pósplano Real, e sua importância para economia nacional

No período, pós Plano Real, a indústria de fundos de investimento brasileira vem passando por profundas modificações. Em paralelo ao crescimento do volume administrado, novos produtos têm sido lançados, empresas de gestão independente têm sido criadas e operações financeiras que até então eram exclusividade de tesourarias de bancos têm sido oferecidas aos investidores por meio de fundos diferenciados. O investidor comum, que até alguns anos atrás tinha de se contentar entre fundos convencionais de renda fixa ou de ações, hoje se vê diante de uma gama de produtos que lhe permite participar de operações estruturadas, com nomes e expressões técnicas, muitas vezes, desconhecidas ou pouco esclarecedoras em seu significado. Ao mesmo tempo, a expectativa de queda na taxa de juros incentiva a diversificação de investimentos em uma cesta maior de produtos e estimula a busca por retornos mais expressivos. .(Site: ANBID 2005, 48 ANOS DE HISTÓRIA DOS FUNDOS)
Mostrar mais

113 Ler mais

Fundos de investimento: inovando e aproximando poupadores e investidores

Fundos de investimento: inovando e aproximando poupadores e investidores

Vamos encontrar na indústria de fundos produtos que atendem claramente a esta demanda. Temos os fundos de renda fixa que investem parte dos seus recursos em debêntures das empresas, que por sua vez utilizarão parte dos recursos para o desenvolvimento de produtos inovadores. Também há os Fundos de Ações, que ao adquirir novas ações das companhias também estão financiando a inovação, assim como os fundos de Private Equity, que compram participações em empresas de capital fechado, isto é, que não tem ações negociadas. Estas em geral são empresas menores com grande potencial de inovação.
Mostrar mais

8 Ler mais

Cointegração na indústria de fundos imobiliários no Brasil

Cointegração na indústria de fundos imobiliários no Brasil

O principal critério utilizado para a seleção carteira de investimentos foi a utilização daqueles FII que tiveram a maior valorização no período. Os cinco primeiros FII fizeram parte dos fundos analisados. O principal motivo foi que, essa seria uma das principais considerações que um investidor sem muito conhecimento em finanças faria para escolher o seu investimento. Entender se este investimento sem uma análise mais fundamentalista seria, mesmo assim, uma boa opção comparada aos indicadores de mercado, poderia tonar a mesma apresentável a um investidor conservador, um investidor de renda fixa, embora não seja uma regra geral para o futuro.
Mostrar mais

53 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUCAS DE SALES MONTEIRO JÚNIOR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUCAS DE SALES MONTEIRO JÚNIOR

Este estudo procura averiguar se o tamanho do Patrimônio Líquido dos fundos brasileiros de investimento de renda fixa exerce alguma influência sobre sua performance. Para isso, foi utilizado o Índice de Sharpe como medida para comparar a performance dos diferentes fundos analisados. Utiliza também o teste T de Student para determinar se os resultados da pesquisa são estatisticamente significativos. A amostra consistiu em 2011 fundos de investimentos de renda fixa ativos durante todo o ano de 2015 e com histórico de 3 anos de atividade. Na maioria das comparações realizadas, os recortes com fundos de maiores PL tiveram desempenho melhor do que os de menores PL. Os principais resultados encontrados apontam para uma relação positiva entre os PL dos fundos e seus rendimentos. Esse trabalho pode contribuir para o estudo dos fundos de investimentos brasileiros dando continuidade à analise do efeito tamanho nos mesmos.
Mostrar mais

21 Ler mais

Decisões de investimento: Uma análise descritiva em que alocar nossos recursos/  Investment Decisions: A Descriptive Analysis on Where to Allocate Our Resources

Decisões de investimento: Uma análise descritiva em que alocar nossos recursos/ Investment Decisions: A Descriptive Analysis on Where to Allocate Our Resources

O propósito deste estudo é a análise da decisão de investimento por meio de uma análise descritiva das rentabilidades das modalidades de investimento no Brasil. A verificação é feita por meio da variação das rentabilidades das modalidades de investimentos: : caderneta de poupança, fundos de renda fixa, fundo de ações, índice Bovespa, ouro, dólar e CDI, após o imposto de renda. A abordagem metodológica é uma pesquisa quantitativa por meio de testes com a utilização de uma análise estatística comparativa. A amostra é extraída da base de dados do Banco Central (BACEN) no período de 2011 à 2015, com frequência mensal. Como resultado é constatado que a caderneta de poupança apresenta uma melhor rentabilidade líquida após a tributação entre os investimentos estudados.
Mostrar mais

15 Ler mais

Análise de desempenho de fundos de renda fixa no Brasil por meio da Análise Envoltória de Dados (DEA)

Análise de desempenho de fundos de renda fixa no Brasil por meio da Análise Envoltória de Dados (DEA)

Assaf Neto (2005, p. 423), descreve duas taxas cobradas pelos fundos de investimento: „taxa de administração‟; e „taxa de performance‟. A primeira é cobrada a título de remunerar os serviços prestados de administração e gestão. A segunda é cobrada de acordo com o desempenho apresentado pela carteira do fundo, ou seja, “se a taxa de performance for de 20% sobre o Ibovespa, significa que será cobrado este percentual sobre o rendimento que exceder ao índice Bovespa no período”. Por fim, ele destaca a possibilidade de cobrança de outras taxas: „de ingresso‟ e „de saída‟, ou seja, o cotista para ter acesso ou para resgatar seus recursos do fundo deve pagar um valor fixado ou um percentual de seu recurso a investir ou investido, respectivamente.
Mostrar mais

120 Ler mais

Desempenho e características de fundos de investimentos em renda fixa investidos por regimes próprios de previdência social

Desempenho e características de fundos de investimentos em renda fixa investidos por regimes próprios de previdência social

O objetivo deste trabalho é avaliar o desempenho, características e persistência de performance de fundos de investimento em renda fixa investidos por Regimes Próprios de Previdência Social (BaseRPPS). O desempenho foi comparado com uma base que contém todos os fundos classificados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como Renda Fixa, não exclusivos e não alavancados (BaseRF). Também foi avaliado a eficiência do Índice Sharpe para a seleção de fundos. A maior parte da literatura relacionada a desempenho de fundos é direcionada a fundos de ações ou multimercados. A pesquisa de Blake, Elton e Gruber (1993) foi uma das primeiras que utilizou somente fundos de renda fixa. Entre os trabalhos exclusivos com fundos de renda fixa no Brasil, grande parte explorou a análise de estilo dos retornos, e um menor número analisou a performance e características dos fundos. O primeiro grupo analisado, BaseRPPS, contém 282 fundos e o grupo BaseRF contém 1338. O período analisado foi de 2010 a 2015 inclusive. O desempenho foi avaliado pelo Índice de Sharpe (IS), utilizando o CDI como ativo livre de risco. Através da classificação das observações em grupos de acordo com o decil de performance, foi analisado quais características estão presentes entre os fundos de melhor e pior performance. Os resultados são similares aos encontrados por outros autores, como: Rocha (2013), Amaral (2013) e Medeiros (2015). Esses resultados são compatíveis com a eficiência de mercado. Em média, os fundos não superaram o ativo livre de risco. Fundos do grupo BaseRPPS obtiveram IS marginalmente superior aos fundos do grupo BaseRF. Características como: patrimônio líquido, valor mínimo de aplicação, crédito privado e indexação em índices de inflação apresentaram correlação positiva com o IS. Por sua vez, taxa de administração, quantidade de cotistas, idade do fundo e classificação igual a fundo de investimento em cotas (FIC) apresentaram correlação negativa com o IS. A estratégia de seleção de carteiras de fundos utilizando informações do ano anterior e re-balanceamento após um ano foi testada. A seleção de fundos por maiores valores de IS obteve melhor desempenho do que a seleção por retorno líquido ou taxa de administração. Dentre os fundos com melhores IS, a proporção de fundos que mantiveram o decil de desempenho no ano seguinte foi de 45%, ente fundos de piores IS a proporção foi de 78%. A carteira que selecionou fundos com 10% menores taxas de administração superou o retorno do CDI acumulado no período, a proporção de fundos que se mantiveram na carteira de melhor desempenho no ano seguinte foi de 91%.
Mostrar mais

45 Ler mais

Gestão ativa de carteiras de renda fixa: o valor da expectativa do gestor no contexto de eficiência de mercado

Gestão ativa de carteiras de renda fixa: o valor da expectativa do gestor no contexto de eficiência de mercado

Complementando as evidências positivas para a gestão ativa, Khorana (2001) e Gallagher et al. (2006) observam excessos de retornos em carteiras com mudanças de gestores e estratégia de composição de ativos, indicando que as novas estratégias geraram retornos positivos em momentos subsequentes. Cremers e Petajisto (2009) apresentam fundos com gestão ativa entregando retornos acima dos benchmarks mesmo após os custos de transação e desempenho. Eid Jr. e Rochman (2009) analisam se a gestão ativa adiciona ou destrói valor das carteiras de investimentos no mercado brasileiro. Com uma amostra de 699 fundos de investimentos divididos em quatro diferentes categorias: ações, renda fixa, multimercados e cambiais, os autores concluem que a gestão ativa agrega valor para os investidores em fundos de ações e multimercados. No entanto, em fundos de investimento de renda fixa, a evidência encontrada não corrobora esse tipo de gestão. O estudo também analisa os determinantes dos coeficientes alfa significativos. Para fundos de ações e multimercados, a evidência sugere que os fundos antigos, grandes e com gestão ativa geram maiores alfas de Jensen. Já em fundos de renda fixa, a evidência não é clara, apenas uma relação positiva entre tamanho e alfas de Jensen foi encontrada.
Mostrar mais

79 Ler mais

Análise do grau de atratividade de fundos de renda fixa: uma abordagem  da estrutura de oferta ultilizando DEA

Análise do grau de atratividade de fundos de renda fixa: uma abordagem da estrutura de oferta ultilizando DEA

Porém, quando da escolha, os investidores se deparam com uma série de exigências que os fundos fazem em termos de aplicações iniciais e subsequentes, de resgates e saldos mínimos, além da cobrança das taxas de administração. Em função disso, uma pergunta surge: será que o nível dessas exigências é compa- tível com os benefícios, em termos de rentabilidade, oferecidos pelos fundos? Ou seja, será que existem fundos que são mais atrativos por terem uma melhor relação custo versus benefício? Cabe ressaltar que se está considerando, para fins de aná- lise, que todas as exigências feitas pelos fundos aos clientes podem ser consideradas como sacrifícios por parte desses clien- tes e que, por conseguinte, deveriam ser remuneradas. Em ou- tras palavras, maiores exigências em termos de valores míni- mos para aplicações, resgates e saldos, e maiores taxas de admi- nistração só seriam justificáveis se houvesse uma maior rentabi- lidade por parte dos fundos de investimento. Uma boa relação entre essas exigências e a rentabilidade traria para o fundo uma melhor condição competitiva em termos de capacidade de atrair investidores (atratividade).
Mostrar mais

12 Ler mais

Análise de performance de fundos de investimento em previdência

Análise de performance de fundos de investimento em previdência

O presente trabalho teve como objetivo principal identificar quais os fatores determinantes que afetam o desempenho dos Fundos de Previdência Renda Fixa na indústria brasileira de fundos, no período de janeiro 2005 a dezembro de 2011. A pesquisa em Fundos de Previdência aberta justifica-se na categoria Renda Fixa, pelos poucos estudos publicados, pelo crescimento contínuo da indústria de previdência aberta ao longo dos anos e pela ampliação das discussões sobre análise de desempenho e estilo de gestão nos fundos de Previdência Renda Fixa. A metodologia adotada identificou diferenças estatísticas significantes entre o desempenho dos fundos de Previdência Renda Fixa e os Fundos de Renda Fixa tradicionais, medidos nesse trabalho por meio de indicadores de desempenho e análise de estilo de gestão. A avaliação do desempenho dos fundos foi realizada por meio da aplicação de modelos quantitativos clássicos: Índice de Sharpe (1966) e Índice de Modigliani (1997). Posteriormente, para determinar os fatores de risco das carteiras dos fundos, foi utilizado o modelo proposto por Sharpe (1992), que ficou conhecido como Análise de Estilo Baseada no Retorno. Os resultados obtidos demonstram que os fundos de Previdência no período tiveram seus retornos abaixo dos retornos dos fundos de Renda fixa. A análise de estilo mostrou que os fundos de Previdência não concentram seus ativos vinculados à inflação, concentram-se mais em ativos financeiros atrelados à taxa de juros Selic. O desempenho dos Fundos de Previdência Renda Fixa indicou que, em todo o período estudado, os retornos dos fundos ficaram abaixo da taxa livre de risco, representada nesta pesquisa por 96% da taxa Selic. Revelou ainda que os fundos de previdência no período tiveram seus retornos abaixo dos retornos dos fundos de Renda Fixa. Foi realizado um estudo complementar sobre taxa de administração. Para os fundos de Renda Fixa, as taxas de administração foram reduzidas, no período, em média, para menos de 50%, enquanto os fundos de Previdência tiveram no mesmo período uma queda em torno de 20%. O retorno médio mensal dos fundos de Previdência que ficaram abaixo dos retornos dos fundos de Renda Fixa pode ser explicado, em parte, pela maior taxa de administração praticada.
Mostrar mais

168 Ler mais

IMPACTO DA TAXA DE ADMINISTRAÇÃO NA PERFORMANCE DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM RENDA FIXA

IMPACTO DA TAXA DE ADMINISTRAÇÃO NA PERFORMANCE DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM RENDA FIXA

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) não cobre os fundos de investimentos, como afirma o Banco Central do Brasil (2016), que diz que as aplicações em fundos de investimento não são cobertos pelo FGC porque o patrimônio dos bancos não se mistura ao patrimônio dos fundos que eles administram. Isso significa que, quando uma instituição financeira enfrenta problemas, os cotistas têm a opção de realizar assembleias e mudar a administração do fundo; além disso, todo tipo de fundo de investimento é fiscalizado pela CVM. Assim, para que o resultado alcançado seja o mais próximo possível do objetivo, é importante uma análise cautelosa dos prospectos dos fundos de investimento disponíveis no mercado antes da aplicação, seja ela feita pelo investidor seja pelo gerente de investimento que o auxilia.
Mostrar mais

22 Ler mais

Objetivos das famílias e os fundos de investimento

Objetivos das famílias e os fundos de investimento

Falamos até aqui basicamente em Fundos de Renda Fixa e DI e também em Fundos de Ações. Mas há muito mais no mercado, a começar pelos Fundos Multimercados. Eles devem apresentar um risco intermediário entre os dois grupos já citados. Numa estratégia de diversificação, que sempre deve estar presente, eles podem ser muito úteis. Também temos os Fundos Cambiais que são muito adequados para quem tem uma viagem ao exterior programada, ou mesmo um curso fora do país. Como eles acompanham a variação do dólar ou do euro, protegem o investidor contra a desvalorização cambial.
Mostrar mais

12 Ler mais

O efeito manada nos fundos de investimento no Brasil: um teste em finanças comportamentais

O efeito manada nos fundos de investimento no Brasil: um teste em finanças comportamentais

Utilizando-se de uma amostra de movimentações diárias de fundos de investimento em ações, multimercados e renda fixa no Brasil, por meio de uma metodologia baseada na direção das captações líquidas de um grande número de fundos de investimento, agregados em grupos de investidores de acordo com o porte médio de seu investimento (ricos e pobres), foi encontrada forte evidência da ocorrência de efeito manada de forma heterogênea entre diferentes grupos de investidores, sendo que a intensidade do efeito manada varia de acordo com o porte do investidor, tipo de fundo e com a época. Também foi testado um viés de heurística: a ancoragem de preço, que supõe que após uma nova máxima ou mínima histórica nos preços das ações, haverá uma movimentação anormal de investidores, que acreditam ser este evento um indicador sobre os preços futuros. Encontrou-se evidência de que este fenômeno ocorre em diferentes tipos de fundos de investimento, não apenas os fundos de investimento em ações, e que tem maior impacto quando há uma nova mínima do que quando há uma cotação recorde no índice Ibovespa. Entretanto, o poder de explicação deste viés sobre o efeito manada é pequeno, e há uma série de variáveis ainda não exploradas que têm maior poder de explicação sobre o efeito manada. Desta maneira, este estudo encontrou evidências de que os pressupostos de finanças comportamentais de que a informação e as expectativas dos investidores não são homogêneas, e que os investidores são influenciáveis pelas decisões de outros investidores, estão corretos, mas que há fraca evidência que o viés de heurística de ancoragem de preço tenha papel relevante no comportamento dos investidores.
Mostrar mais

58 Ler mais

Show all 10000 documents...