Gás e Biocombustíveis

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Disclosure Ambiental das Companhias do Setor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis Listadas na BM&FBOVESPA: Uma Análise à Luz da Teoria da Legitimidade

Disclosure Ambiental das Companhias do Setor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis Listadas na BM&FBOVESPA: Uma Análise à Luz da Teoria da Legitimidade

Este estudo tem como objetivo identificar, à luz da Teoria da Legitimidade, quais informações ambientais estão sendo divulgadas pelas empresas em suas Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFPs). O disclosure ambiental diz respeito à divulgação de informações relacionadas ao meio ambiente como resposta as pressões exercidas pela sociedade, que exigem das empresas uma postura ambientalmente mais responsável com o intuito de diminuir os efeitos ambientais causados por suas atividades. Em muitos países, assim como no Brasil, o disclosure ambiental é voluntário e algumas teorias tentam explicar os motivos que levam as empresas à divulgação dessas informações. Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem qualitativa e análise de conteúdo das DFPs referentes aos anos de 2011, 2012 e 2013. A amostra foi constituída por empresas de capital aberto listadas na BM&FBovespa do setor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis. Os resultados demonstram que as empresas divulgam mais informações relacionadas a “Política Ambiental” e a “Informações Financeiras Ambientais”. Observa-se a divulgação de informações positivas e a omissão dos aspectos negativos com características superficiais e pouco detalhadas. Depreende-se que a forma mais legítima de uma empresa deve ser pautada na transparência de seus atos e no equilíbrio entre o desenvolvimento ambiental e econômico, assim ela terá maiores condições de garantir a perpetuidade de seus negócios.
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Estágio de adequação das informações contábeis às normas internacionais de contabilidade no setor de petróleo, gás e biocombustíveis

Estágio de adequação das informações contábeis às normas internacionais de contabilidade no setor de petróleo, gás e biocombustíveis

Para isso, é efetuado levantamento na Bovespa das demonstrações contábeis (Ba- lanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, Notas Explicativas, Parecer de Auditoria, Relató- rio da Administração entre outros) de 5 (cinco) companhias constantes no setor de petróleo, gás e biocombustíveis. Em seguida, foi realizada análise das 20 (vinte) práticas contábeis as quais as empresas realizaram algum de tipo de adequação às normas internacionais. Tal análise foi fundamentada em bibliografias específicas e, principalmente, em pesquisas positivistas cuja conotação foi científica através, inclusive, de comprovações estatísticas.
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Programas internacionais de incentivo aos biocombustíveis e o renovabio

Programas internacionais de incentivo aos biocombustíveis e o renovabio

Engenheira química formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre pelo Programa de Planejamento Energético (PPE), da COPPE/UFRJ, e aluna de doutorado em Bioenergia (curso integrado USP, UNICAMP e UNESP). Possui pós- graduação em Gestão de Negócios de Exploração e Produção de Petróleo e Gás, pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). Experiência como analista de orçamento na Vale SA e como estagiária na empresa Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil SA (TBG). Como pesquisadora da FGV Energia, atua nas áreas de petróleo e biocombustíveis.
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Relatório de Atividades 2019

Relatório de Atividades 2019

ECONÔMICAS SOBRE OS NÃO CONVENCIONAIS NO BRASIL – OTC BRASIL, organizado pela IBP - Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, realizado no dia 30 de outubro, no Rio de [r]

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AVALIAÇÃO DAS ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM AMBIENTES SUBTERRÂNEOS, CAUSADAS POR DERRAMAMENTOS DE MISTURAS ENTRE BIOCOMBUSTÍVEIS E COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS

AVALIAÇÃO DAS ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM AMBIENTES SUBTERRÂNEOS, CAUSADAS POR DERRAMAMENTOS DE MISTURAS ENTRE BIOCOMBUSTÍVEIS E COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS

(1998), Pasqualino (2006), Mariano (2008)). No entanto, isto não significa que apenas os biocombustíveis serão degradados enquanto estiverem presentes no meio, existe uma concomitância neste processo. Compostos aromáticos são degradados simultaneamente com os biocombustíveis, no entanto a taxa de dissolução destes compostos tende a ser maior do que a taxa de biodegradação. Durante o processo de degradação dos aromáticos, do etanol e do biodiesel, tem-se a produção de acetato. As Figura 18 e Figura 19 apresentam as concentrações de acetato e BTEX ao longo do tempo em ambas as áreas experimentais. No caso do E24, a Figura 19 mostra também a concentração de etanol durante o mesmo período. Em ambos os gráficos acredita-se que a maior parte do acetato produzido é decorrente da degradação dos biocombustíveis, uma vez que a concentração dos compostos BTEX é crescente.
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A SUSTENTABILIDADE NA PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS DE  AVIAÇÃO NO BRASIL

A SUSTENTABILIDADE NA PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS DE AVIAÇÃO NO BRASIL

Esta pesquisa teve o objetivo principal de identificar alternativas sustentáveis para a produção de biocombustíveis de aviação no Brasil. Verificou-se que os novos biocombustíveis que estão sendo desenvolvidos cumprem, ou por vezes superam, as estritas especificações técnicas requeridas para o querosene de aviação. Outra grande preocupação da indústria é com a sustentabilidade dos biocombustíveis. Questões como segurança alimentar, mudanças diretas e indiretas no uso da terra, direitos e proteção do trabalhador rural, entre outras, são analisadas por agências certificadoras para garantir que todo o processo de produção, desde a matéria-prima até a sua conversão em biocombustível, se encontra dentro das normas de sutentabilidade estabelecidas.
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Estratégia, legitimidade e biocombustíveis: uma perspectiva geopolítica

Estratégia, legitimidade e biocombustíveis: uma perspectiva geopolítica

A temática ambiental está cada vez mais presente, não apenas na esfera de governos, organizações internacionais e de grandes corporações, como também em pesquisas e trabalhos acadêmicos na área de Estratégia de negócios. Apesar da histórica negligência a essa temática, a literatura de gestão estratégica vem incorporando crescentemente elementos relacionados ao meio ambiente no âmbito da estratégia. Uma das formas de se obter desempenho condizente com demandas ambientais tem sido protagonizada por meio de investimentos em biocombustíveis, passando a ter implicações práticas nas estratégias de diversas organizações no mundo. O objetivo de pesquisa deste trabalho foi o de investigar por que e como o etanol foi incorporado na estratégia formal de uma organização brasileira historicamente vinculada ao setor petrolífero no Brasil. Partindo de uma perspectiva geopolítica, esta tese argumenta que a dinâmica que envolve a incorporação do etanol na estratégia dessa organização não pode ser compreendida apenas por meio de uma dimensão estritamente econômica. No decorrer da tese, é considerada a pertinência de se levar em conta ou não uma dimensão de poder para compreender o fenômeno investigado. Para a condução da pesquisa, buscou-se para mostrar a importância do conceito de legitimidade na dinâmica das estratégias relacionadas aos biocombustíveis. No decorrer da investigação, a distinção entre Norte e Sul global foi apontada como uma das facetas do processo de incorporação do meio ambiente em estratégias e políticas no nível internacional, na qual perspectivas neoliberais buscam sustentar a centralidade da dimensão econômica, tornando menos visível as assimetrias de poder entre países do Norte e Sul global. As implicações do processo de incorporação do etanol na estratégia da organização estudada também foram analisadas nos níveis organizacional e nacional, na qual foram ressaltados os conflitos de interesses existentes em cada um desses níveis. Conclui-se que a incorporação do etanol está imersa em um contexto caracterizado por disputas geopolíticas, tanto no nível nacional quanto internacional, mostra a pertinência de considerar outras dimensões de análise em investigações na área de Estratégia, como os aspectos relacionados a poder e espaço geográfico.
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Desafios e oportunidades para a exportação dos biocombustíveis brasileiros

Desafios e oportunidades para a exportação dos biocombustíveis brasileiros

Por outro lado, discutem-se mundialmente, vários aspectos da sustentabilidade do processo de geração de biocombustíveis, como: impacto socioambiental e econômico, exploração de mão-de-obra, impacto na diversidade animal e vegetal, impacto na produção mundial de alimentos, dentre outros. A preocupação com a sustentabilidade implica numa abordagem, considerando todas as fases do proces- so produtivo, incluindo cultivo, transformação, transporte e consumo (OECD, 2008). Esta abordagem considera o processo produtivo desde a sua origem, muitas vezes, em países como o Brasil, Indonésia e Malásia, até o consumo na Europa e Estados Unidos. A figura 1 ilustra este fato, onde os maiores produtores de biodiesel e etanol são países em desenvolvimento e os maiores compradores, os países desenvolvidos.
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Produção de biocombustíveis na região de Leiria e sua caracterização

Produção de biocombustíveis na região de Leiria e sua caracterização

Os biocombustíveis avançados, são biocombustíveis de 2ª geração e superiores e são produzidos a partir de uma variedade de culturas não alimentares. Estas incluem resíduos da agricultura, floresta, indústria e colheitas lenho-celulósicas dedicadas. Os biocombustíveis avançados para além de possuírem a grande vantagem de não competir com a produção alimentar, outras vantagens adicionais são descritas, tais como, reduções das emissões e o facto de não necessitarem de disponibilidade de terras para a maioria destes biocombustíveis. Contudo, a grande dificuldade na sua comercialização prende-se com as tecnologias de conversão que não estão tecnicamente comprovadas e os seus custos de produção são substancialmente superiores aos biocombustíveis de primeira geração. Existem outras barreiras apontadas na literatura como: a dificuldade na logística e cadeia de fornecimento; a sua aceitação dos consumidores relativamente à qualidade do produto; e políticas de apoio substancial à produção destes biocombustíveis. No Anexo I, é feita a caracterização de algumas das tecnologias e enumerados alguns biocombustíveis, bem como suas características e propriedades (Cherubini, 2010; Naik, Goud, Rout, & Dalai, 2010; R. Sims, Taylor, Jack, & Mabee, 2008).
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Seleção de microalgas com potencial de produção de biocombustíveis

Seleção de microalgas com potencial de produção de biocombustíveis

O crescimento de uma população de microalgas está dependente de vários fatores, nomeadamente, o tempo de exposição à luz, a intensidade e o comprimento de onda da fonte luminosa, a presença de nutrientes essenciais no meio, tais como, azoto (N) e fósforo (P); o local onde as microalgas são cultivadas, o arejamento das culturas e as variações de pH. Sob todas as condições favoráveis, estes microrganismos são capazes de elevadas velocidades de crescimento. Para além disso, quando comparadas com outras fontes de biocombustíveis, como é o caso dos biocombustíveis de 1ª e 2ª geração, algumas das suas principais vantagens são o facto de permitirem a melhoria da qualidade do ar; possuírem alta capacidade de adsorção de carbono; alto teor de lípidos; exigirem um meio de crescimento simples; apresentarem taxas de crescimento rápidas e tempos de geração curtos; não necessitarem de terrenos aráveis e poderem ser cultivadas em águas salobres; a sua produtividade não ser suscetível a variações sazonais e geográficas; não necessitarem de herbicidas; terem capacidade de remover fosfatos e nitratos de águas residuais e produzirem subprodutos valiosos para fins comerciais ou com propósito farmacêutico.
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Os limites constitucionais ao exercício de direito de patente e seus reflexos na indústria do petróleo, gás natural e biocombustíveis

Os limites constitucionais ao exercício de direito de patente e seus reflexos na indústria do petróleo, gás natural e biocombustíveis

A presente dissertação trata dos limites constitucionais ao exercício de direito de patente e seus reflexos na indústria do petróleo, gás natural e biocombustíveis. Realizada com apoio da ANP/PETROBRAS, busca-se demonstrar que de que forma o direito limitará o exercício da propriedade industrial, tomando como base uma releitura do direito privado pela ótica constitucional do Desenvolvimento. Hoje já é fato que a PETROBRAS, empresa mista brasileira, possui tecnologia de ponta em vários setores da indústria petrolífera, e é uma das que mais investe em desenvolvimento de novas tecnologias. O objetivo geral do presente dissertação é estabelecer a relação entre o interesse público da Indústria do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e os limites constitucionais impostos para o livre exercício do direito de patente, para então confirmar ou não a nossa hipótese de que o artigo 71 da Lei de Propriedade Industrial é contrário aos objetivos existentes no artigo 3º da Constituição da República Federativa do Brasil. A pesquisa visa analisar os aspectos relevantes da natureza jurídica imputada à IPGN constitucionalmente, confrontando com os limites constitucionais ao livre exercício do direito patentário, tendo por finalidade delinear os limites de atuação do estado na regulação da economia, em especial, a viabilidade de aplicação de limitações ao direito da propriedade em prol do interesse nacional sobre a estratégica indústria energética. Busca-se o confrontar os direitos fundamentais à propriedade e ao desenvolvimento econômico, frente ao interesse público, limitantes destes primeiros. Quanto aos objetivos, a pesquisa será teórico-descritiva e na seara da propriedade industrial, que tange os possíveis reflexos de normas reguladoras e limitantes ao direito de propriedade na indústria do petróleo
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Crise financeira, energia e sustentabilidade no Brasil.

Crise financeira, energia e sustentabilidade no Brasil.

de empregos. Isso aconteceu particularmente na produção de etanol a partir de cana-de-açúcar no Brasil: em termos energéticos, a produção de etanol gera entre 14 e 21 vezes mais empregos do que a produção equivalente de petróleo (Goldemberg, 2004 ). As perspectivas com bioenergia são extremamente pro- missoras não só com os principais biocombustíveis atuais (bioetanol e biodiesel para veículos, bagaço para produção de eletricidade, lenha de reflorestamento para produzir carvão vegetal para siderúrgicas e outros), mas também com os chamados biocombustíveis de segunda geração (caso do etanol da celulose, que poderá ser produzido em qualquer lugar do mundo, até mesmo a partir de co- níferas em países de clima frio). Até 2030 , a biomassa poderá fornecer entre 31 e 87 EJ de energia por ano. Para efeitos de comparação, o consumo energético anual de energia mundial atual é de 420 EJ ( IPCC , 2008 ).
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Rita Alvarez Martins Bento

Rita Alvarez Martins Bento

Durante as últimas décadas, o aumento da industrialização tem levado a um maior uso de combustíveis fósseis. Hoje em dia, esses combustíveis são utilizados em cerca de 80% da energia consumida no mundo inteiro, em que 58% destina-se somente ao sector de transportes [1]. As fontes de combustível fóssil não são renováveis, pelo que a sua escassez conduz naturalmente a uma diminuição da oferta, e por conseguinte, a um aumento do seu preço. Este aumento afecta directamente a actividade global económica, levando a um aumento de preços generalizado em todos os produtos. O esgotamento progressivo dos combustíveis fósseis convencionais, aliado ao aumento do consumo de energia e às emissões de gases de efeito de estufa, como consequência da utilização destes materiais, tem levado à procura de novas forma de energias que sejam renováveis, sustentáveis, eficientes, de baixo custo e que emitam menos gases de estufa para a atmosfera [1, 2]. O desenvolvimento de tecnologias viáveis à rentabilização de biocombustíveis, tal como o biodiesel, tem portanto recebido bastante interesse, procurando-se tornar este produto economicamente viável.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS ALTERNATIVAS À MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA: O CASO DO BIODIESEL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS ALTERNATIVAS À MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA: O CASO DO BIODIESEL

As constantes oscilações nos preços do petróleo e o seu provável esgotamento têm feito com que países dependentes dele busquem alternativas que contornem as limitações econômicas e ambientais desse hidrocarboneto fóssil e de seus derivados. Para incentivar essa substituição, o Brasil tem investido na utilização de fontes naturais renováveis de forma que vem desenvolvendo programas nacionais que utilizem a biomassa como fonte energética para produção de biocombustíveis. Dentro dessa discussão, o trabalho apresenta uma revisão do debate sobre a matriz energética brasileira e discute suas principais alternativas. São apresentados os programas nacionais mais importantes para o desenvolvimento dos biocombustíveis desde a década de 1970 até o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), o mais atual.
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Desafios da energia no Brasil: panorama regulatório da produção e comercialização do biodiesel.

Desafios da energia no Brasil: panorama regulatório da produção e comercialização do biodiesel.

percentagem em volume de bio-ETBE considerada como biocombustível igual a 47%; - Bio-MTBE (bioéter metil-ter-butílico): combustível produzido com base no biometanol, sendo a percentagem em volume de bio- MTBE considerada como biocombustível de 36%; - Biocombustíveis sintéticos: hidrocarbonetos sintéticos ou misturas de hidrocarbonetos sintéticos produzidos a partir de biomassa; - Biohidrogênio: hidrogênio produzido a partir de biomassa e ou da fração biodegradável de resíduos para utilização como biocombustível; - Óleo vegetal puro produzido a partir de plantas oleaginosas: óleo produzido por pressão, extração ou processos comparáveis, a partir de plantas oleaginosas, em bruto ou refinado, mas quimicamente inalterado, quando a sua utilização for compatível com o tipo de motores e os respectivos requisitos relativos a emissões (UNIÃO EUROPEIA, 2003).
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Universidade Nova de Lisboa

Universidade Nova de Lisboa

Em ambas as condições de ensaio apresentadas (II e III) as misturas B15.1 e B30.1 apresentaram resultados estatisticamente diferentes do B0 (p 24 = 95%), apresentando um consumo específico superior, de cerca de 13% e 14%, respectivamente, mas não apresentando diferenças significativas entre si. As misturas B15.2 e B30.2 para ambas as condições de ensaio apresentaram um consumo específico sem diferenças significativas comparativamente com o B0, verificando-se na condição de ensaio III (20 kW) uma diminuição de cerca de 10%, quando se passou de B15.2 para B30.2. À potência de 20 kW a mistura B30.2 apresentou um consumo específico menor do que B15.1 e B30.1, de cerca de 12% e 13%, respectivamente. A mistura B15.2 não apresentou uma diferença significativa comparativamente às misturas B15.1 e B30.1 (p= 95%). Os resultados obtidos para as misturas que incorporavam biocombustível de primeira geração foram concordantes com os resultados obtidos por outros autores: i) Ozkan (2007) verificou um aumento no consumo específico aquando da combustão de biocombustível de primeira geração, de pelo menos 9,6%, comparativamente à combustão de gasóleo; ii) Hansen & Jensen (1997) verificaram um aumento de cerca de 14% no consumo específico aquando da utilização de biocombustível de primeira geração proveniente de óleo de colza num motor de 6 cilindros e 170 kW de potência. O maior consumo específico das misturas com biocombustíveis de primeira geração será uma compensação do sistema para manter a potência exigida, uma vez que estas apresentam um menor PCI (Lapuerta, 2008). Gabroski et al. (1996) apresentou uma correlação positiva entre o teor de oxigénio e o aumento do consumo de combustível (misturas de 20%, 35%, 65% e 100% de biocombustível proveniente de óleo de soja), mostrando desta forma que o oxigénio presente na composição do combustível pode ser um indicador da diminuição do PCI desse mesmo combustível. No caso do presente trabalho, verifica-se que são as misturas com incorporação de biocombustível de primeira geração, e consequentemente com um maior teor em oxigénio na composição das mesmas, as que apresentam um menor PCI e maiores valores de consumo especifico, comparativamente ao B0, apesar de não se verificarem diferenças entre B15.1 e B30.1. Será útil realizar em trabalhos futuros ensaios com misturas de
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Etanol e biodiesel como recursos energéticos alternativos: perspectivas da América Latina e da Ásia.

Etanol e biodiesel como recursos energéticos alternativos: perspectivas da América Latina e da Ásia.

No contexto sul-americano, a Venezuela que é um grande produtor de petróleo também possui potencial para ser um significativo produtor de biocombustíveis graças ao seu clima, tamanho, topografia e quantidade de terras cultiváveis. No entanto como ainda não há uma política oficial do governo para o setor e a indústria de açúcar não possui estrutura suficiente para abastecer os dois mercados, alimentício e energético, o país parece permanecer como importador de etanol por mais alguns anos. As enormes reservas de petróleo e o atual elevado preço da commodity faz com que a Venezuela careça de incentivos para a diversificação de energia. O mesmo fenômeno parece se repetir na Bolívia que tem na exportação de seu gás natural para a Argentina e o Brasil uma de suas maiores fontes de renda.
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Análise da dinâmica da produção de produtos agrícolas usados como matéria-prima para...

Análise da dinâmica da produção de produtos agrícolas usados como matéria-prima para...

À luz do neocorporatismo, nota-se que em muitos países da América Latina a força das associações acaba sendo reduzida, mesmo para o cultivo da cana-de-açúcar. Nos países com grandes reservas de gás natural e/ou petróleo, como Bolívia e Venezuela, a influência desses grupos é praticamente nula, com as políticas nem sendo adotadas. Em muitos outros países, o que se vê é a adoção, por força de legislação, mas é evidente o desinteresse em fazê-las realmente dar os resultados esperados. O ponto principal é: a conjuntura mudou radicalmente, com preços menores de petróleo e seus derivados, enquanto os biocombustíveis continuaram caros na maioria desses países: se em estudos no auge dos preços do petróleo se discutia a viabilidade do biodiesel, não seria agora que eles passariam a ser vantajosos economicamente.
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Rio de Janeiro Setembro de 2011

Rio de Janeiro Setembro de 2011

Nesta perspectiva, busca-se uma inserção dos agricultores familiares alicerçada em participações mais autônomas no processo produtivo dos biocombustíveis, uma vez que, da forma como o [r]

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