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Gasto energético na marcha de crianças com distrofia muscular de Duchenne: estudo de caso.

Gasto energético na marcha de crianças com distrofia muscular de Duchenne: estudo de caso.

re da MFM diminuiu com a idade. Neste estudo de caso, pode ser observado aumento do gasto energético com o declínio funcional dos pacientes analisados (escores dos pacientes 1, 2 e 3 eram diferentes em 2 pontos entre eles). Estes dados podem sugerir uma relação inversa entre o escore da MFM e o gasto energético, ou seja, maiores escores na MFM, menores gastos energéticos na marcha.

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Gasto energético e consumo de oxigênio pós-exercício contra-resistência.

Gasto energético e consumo de oxigênio pós-exercício contra-resistência.

O aumento do gasto energético com a atividade física é reconhecido como um importante coadjuvante em programas para redução da massa corporal. Porém, o impacto do exercício contra-resistência, incluindo o consumo de oxigênio em excesso pós-exercício sobre o gasto energético ainda é questionável. O objetivo desta revisão foi discutir a influência das variáveis do exercício contra-resistência (isto é, intensidade, intervalo de recuperação, velocidade de execução, número de séries, e modo - circuito ou contínuo) sobre o gasto energético durante e após uma sessão de exercícios, envolvendo uma discussão sobre os possíveis mecanismos do consumo de oxigênio em excesso pós-exercício. As inúmeras possibilidades de combinação entre tais variáveis podem favorecer uma variabilidade bastante grande no gasto energético de uma sessão de exercício contra-resistência (aproximadamente de 3 a 10kcal.min-1). Contudo, o volume total de trabalho parece ser determinante no gasto energético da sessão. O consumo de oxigênio em excesso pós-exercício, por outro lado, parece ser afetado pela intensidade. A manipulação das variáveis do exercício contra-resistência pode afetar os processos metabólicos subjacentes ao consumo de oxigênio em excesso pós-exercício, o que inclui ressíntese dos estoques de fosfato de alta energia, ressaturação da oximioglobina e oxihemoglobina, efeitos termogênicos, remoção de lactato, aumento no turnover protéico, e processos desencadeados pela estimulação simpática. Conclui-se que, para indivíduos destreinados e com sobrepeso, a prescrição de escolha poderia ser a de sessões de baixa intensidade e alto volume. Contudo, para indivíduos treinados, o aumento do gasto energético, a partir da execução de sessões de exercício contra-resistência mais intensas, pode ser adequado, dada a influência da intensidade sobre o consumo de oxigênio em excesso pós-exercício. Dessa forma, para a prescrição dietética, o nutricionista deve considerar e se beneficiar dos efeitos do treinamento com exercício contra-resistência sobre o aumento do gasto energético.
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Análise do gasto energético em diferentes exercícios físicos realizados na intensidade...

Análise do gasto energético em diferentes exercícios físicos realizados na intensidade...

Um fator importante a ser considerado quando o exercício resistido é realizado na forma de circuito, diz respeito à duração de intervalo entre as estações, pois esta representa uma variável de grande impacto sobre o EPOC. Nesse sentido, intervalos mais curtos produzem um maior EPOC quando comparado a intervalos maiores (HALTOM et al., 1999). Apesar do conhecimento sobre este comportamento, no presente estudo foi adotado um intervalo de um minuto, devido ao tempo necessário para o transporte do analisador de gases acoplado ao sistema computacional e também por representar um intervalo de recuperação bastante utilizado em academias. Interessantemente, neste mesmo estudo onde os autores observaram uma maior magnitude do EPOC no protocolo de circuito de menor intervalo de repouso, o gasto calórico total da sessão, considerando o momento durante e pós-exercício foi maior para o protocolo de maior tempo de intervalo. A partir destes resultados consideramos pertinente computar o gasto energético durante e pós-exercício, pois a maioria dos estudos somente contabiliza o gasto de um único momento.
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Fatores de risco cardiovascular em adolescentes com diferentes níveis de gasto energético.

Fatores de risco cardiovascular em adolescentes com diferentes níveis de gasto energético.

Dessa forma, como as variáveis investigadas nas análises de prevalência demonstraram estado de risco cardiovascular para uma parte dos indivíduos, e sabendo das contribuições da atividade física sobre o estado de saúde, pretendeu-se verificar a predisposição destes indicadores nos adolescentes com diferentes níveis de gasto energético (tab. 5 e 6).

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Gasto energético de repouso de pacientes com câncer de esôfago, estômago, cólon e reto

Gasto energético de repouso de pacientes com câncer de esôfago, estômago, cólon e reto

O gasto energético basal (GEB) representa entre 60% e 75% do GET, sendo seu principal componente (KAMIMURA et al., 2005). Representa a energia gasta pelo organismo para manter as funções vitais, como as do sistema cardiovascular e a regulação da temperatura corporal, além de síntese, secreção e metabolismo de enzimas e hormônios, etc. É uma variável de difícil mensuração, pois deve ser realizada durante o sono. Por isso, usualmente, mede-se o gasto energético de repouso (GER), uma vez que esse é de mais fácil mensuração e relaciona-se de maneira muito próxima ao GEB (DIENER, 1997). A mensuração do GER é realizada por calorimetria indireta, com o indivíduo deitado, em repouso, alerta, após noite de sono, em ambiente com temperatura constante e neutra, em jejum 12 a 14 horas (JUSTINO, et al. 2004).
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Gasto energético corporal: conceitos, formas de avaliação e sua relação com a obesidade.

Gasto energético corporal: conceitos, formas de avaliação e sua relação com a obesidade.

A determinação do GEB por calorimetria indireta necessita que a medida seja feita durante o período de sono do avaliado. Pela dificuldade de se medir o indiví- duo nessa situação, grande parte dos estudos na litera- tura utilizam a medida do gasto energético de repouso (GER), que é feita geralmente pela manhã com o indi- víduo deitado, porém acordado (14). Ainda, por meio da calorimetria indireta também se pode avaliar a capa- cidade física dos indivíduos. Os chamados testes ergo- espirométricos geralmente são feitos no intuito de se avaliar o consumo máximo de oxigênio (VO 2 máximo), e a partir deste pode-se predizer o grau de condiciona- mento físico dos indivíduos e prescrever exercícios físi- cos (19,20).
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Avaliação do Gasto Energético em Indivíduos com Síndrome Pós- Poliomielite (SPP): Através do Questionário de Atividade Física Habitual de Baecke

Avaliação do Gasto Energético em Indivíduos com Síndrome Pós- Poliomielite (SPP): Através do Questionário de Atividade Física Habitual de Baecke

Corroborando as correlações descritas, o grupo SPP apresenta a maior taxa de sobrepeso, e o grupo SP às menores médias de peso corporal entre os três grupos. Além disso, os pacientes com SPP, no período dos 21 aos 30 anos, apresentaram tendência a alto nível de gasto energético (GE), ao comparar com os outros grupos SP e GC, nas suas quatro diferentes facetas físicas. Esse período geralmente corresponde a um momento especial na vida do ser humano, da conquista profissional, estabilidade e independência financeira, constituição familiar, e o ápice do potencial físico (metabólico, fisiológico, estrutural).
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Efeito do índice glicêmico no gasto energético e utilização de substrato energético antes e depois de exercício cicloergométrico.

Efeito do índice glicêmico no gasto energético e utilização de substrato energético antes e depois de exercício cicloergométrico.

A prevalência da obesidade vem aumen- tando consideravelmente no mundo, afetando todos os níveis sociais, sendo considerada atual- mente uma epidemia mundial. Fatores ambientais como baixo nível de atividade física e alto consu- mo alimentar têm sido considerados como os principais intervenientes no aumento desta enfer- midade. Sendo assim, a adoção de estratégias capazes de maximizar o gasto energético pós- -prandial e a oxidação de gordura é importante no tratamento da obesidade 1 .

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Gasto energético em adolescentes asmáticos com excesso de peso: calorimetria indireta e equações de predição.

Gasto energético em adolescentes asmáticos com excesso de peso: calorimetria indireta e equações de predição.

Alguns autores relatam que o principal pro- blema na prática clínica é estimar ou medir as necessidades nutricionais de adolescentes com doenças crônicas. As equações de predição do gasto energético são utilizadas com maior fre- quência, tanto em contextos clínicos como em condições de vida saudável, pela praticidade e baixo custo. Destaca-se também que, embora existam mais de 190 fórmulas de predição do gas- to energético, as mais utilizadas foram desenvol- vidas para indivíduos saudáveis. Assim, em pes- soas enfermas, essas fórmulas podem contribuir para a sub ou superestimativa do gasto energé- tico, levando a erros na estimativa das necessi- dades energéticas 4 .
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Consumo alimentar e gasto energético em adolescentes obesos e eutróficos.

Consumo alimentar e gasto energético em adolescentes obesos e eutróficos.

Resultados: O gasto energético diário dos obesos foi maior, porém a ingestão alimentar se assemelhou à dos eutróicos. Não foram encontradas diferenças no gasto ener- gético de repouso entre os grupos, porém a potência aeróbia foi maior nos eutróicos. A dieta de ambos os grupos não foi considerada saudável, mas os obesos apresentaram menor consumo de vários alimentos considerados saudáveis, como hortaliças. Observou-se discrepância na análise do gasto energético diário, quando se adotaram diferentes métodos.
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Gasto energético em ventilação mecânica: existe concordância entre a equação de Ireton-Jones e a calorimetria indireta?.

Gasto energético em ventilação mecânica: existe concordância entre a equação de Ireton-Jones e a calorimetria indireta?.

O uso rotineiro da calorimetria indireta para guiar o aporte calórico adequado nestes pacientes parece ser a téc- nica mais adequada na avaliação do gasto energético real, apesar das limitações técnicas, como a exigência de pessoal treinado com disponibilidade de tempo, necessidade de uma FiO 2 < 0,6 e o custo elevado do equipamento. Con- siderando que a calorimetria indireta não é rotina nas uni- dades de terapia intensiva, as fórmulas preditoras, embora com algumas discrepâncias, podem auxiliar o planejamen- to nutricional dos pacientes graves.

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Efeitos de diferentes intensidades de exercício sobre o gasto energético e a sensação de fome em jovens.

Efeitos de diferentes intensidades de exercício sobre o gasto energético e a sensação de fome em jovens.

As sessões de exercício físico foram isocalóricas, com gasto energético de 350 kcal (o que variava entre cada sessão experimental era o tempo de exercício). Durante todo período de exercício, foi realizada análise direta de gases expirados. Após o término de cada sessão de exercício ou na sessão controle, os sujeitos permaneciam sentados (recu- peração passiva) por 120 minutos, para determina- ção do gasto energético.

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Influência da proteína de soja e dos exercícios com pesos sobre o gasto energético de repouso de mulheres na pós-menopausa.

Influência da proteína de soja e dos exercícios com pesos sobre o gasto energético de repouso de mulheres na pós-menopausa.

As variáveis de estudo foram: gasto energético de repouso, proteína da soja, exercício com pesos e variáveis de controle (idade, hormônio folículo estimulante - FSH, proteína [r]

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Efeitos do treinamento concorrente sobre a composição corporal e gasto energético de repouso em mulheres na menopausa

Efeitos do treinamento concorrente sobre a composição corporal e gasto energético de repouso em mulheres na menopausa

O envelhecimento associado à menopausa no sexo feminino causa significativas modificações na composição corporal e no gasto energético de repouso (GER), no entanto, há poucas evidências dos efeitos do treinamento concorrente sobre essas variáveis em mulheres na menopausa. Sendo assim, os objetivos deste estudo foram: I) Verificar os efeitos do treinamento concorrente sobre a composição corporal e taxa metabólica de repouso em mulheres na menopausa II) Verificar os efeitos de 16 semanas de treinamento concorrente e a influência do tempo de intervenção sobre a composição corporal de mulheres obesas na menopausa. Participaram deste estudo mulheres, na menopausa, as quais foram divididas em dois grupos: grupo treinamento e grupo controle. As avaliações ocorreram no momento inicial, após oito e 16 semanas de treino, no entanto o GER foi avaliado somente no momento inicial e após oito semanas de treinamento. Para estimativa da gordura de tronco, massa gorda, percentual de gordura corporal e massa corporal magra foi utlizado o DEXA. O GER foi estimado pela calorimetria indireta. O protocolo de treinamento consistiu de 50 minutos de treinamento resistido e 30 minutos de treinamento aeróbio. Após oito semanas de treino houve alterações significativas para o grupo treinamento em todas as variáveis de composição corporal comparado ao grupo controle, gordura de tronco (controle= 0,62% e treino= -3,46%), massa gorda (controle= -0,49% e treino= -3,69%), percentual de gordura corporal (controle= -0,08% e treino= -3,40%) e massa corporal magra (controle= - 0,49% e treino= 2,16%). No GER não houve diferença entre os dois grupos estudados (p= 0,735), porém quando ajustada pela massa magra pode-se observar diferença significativa (grupo treino: 16,2 ±0,4 e grupo controle: 14,3 ±0,5, p<0,004). Quando comparado à influência do tempo de intervenção pode-se observar que oito semanas de treinamento concorrente melhorou (gordura de tronco [-3.4%], massa gorda [-2.2%] e massa corporal magra [1.7%]), e 16 semanas de treinamento melhorou (gordura de tronco [-4.8%], massa gorda [-4.7%], percentual de gordura corporal [-3.4%] e massa corporal magra [2.6%]), mostrando que após 16 semanas de treino as alterações foram maiores que após oito semanas em todas as variáveis. O treinamento concorrente realizado por oito e 16 semanas promove melhoras significativas na composição corporal de mulheres na menopausa, mas oito semanas de treino não resultou em aumento do GER. Além disso, o treino concorrente parece ter um efeito dose resposta sobre a composição corporal de mulheres na menopausa.
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Efeito da radioterapia sobre o estado nutricional, gasto energético e níveis corpóreos de minerais em pacientes com câncer de cabeça e pescoço

Efeito da radioterapia sobre o estado nutricional, gasto energético e níveis corpóreos de minerais em pacientes com câncer de cabeça e pescoço

O gasto energético em repouso (GER) dos indivíduos foi medido após jejum de 12 horas, repouso à temperatura ambiente estável, em torno de 20°C, e em estado de vigília (61) e para essa determinação foi aplicada a calorimetria indireta. Esse método quantifica a energia produzida pelo organismo ao oxidar carboidratos, lipídeos e proteínas através de cálculo indireto do valor de oxigênio consumido (VO2) e de gás carbônico produzido (VCO2) durante certo período de tempo. Para isso, o calorímetro utilizado foi o Sensor Medics Calorimeter Vmax 29® (Sensor Medics Corporation, Yorba Linda – Califórnia, USA), e os valores encontrados foram aplicados na fórmula de Weir, descrita a seguir, para se obter o gasto energético de repouso em Kcal/dia (62):
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Gasto energético e consumo calórico em adolescentes do sexo masculino com diferentes níveis de adiposidade corporal.

Gasto energético e consumo calórico em adolescentes do sexo masculino com diferentes níveis de adiposidade corporal.

Optou-se pela avaliação do gasto energético em três dias visando representar as atividades desenvolvidas no ambiente escolar e no tempo livre durante os dias da semana (dois dias) e para representar atividades desenvolvidas no final de semana, seguindo as sugestões de Matsudo et al. (1998) que recomendaram, no mínimo, três dias de monitorização para ter perfil verdadeiro da atividade física habitual. A opção pelos dois instrumentos de medida empregados para avaliar o gasto energético foi devido à impossibilidade logística do emprego do acelerômetro durante o período de 24 horas. Nesse sentido, com o uso do diário foi possível avaliar as demais 12 horas que o sujeito não estava com o acelerômetro.
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Estimativa do gasto energético da caminhada.

Estimativa do gasto energético da caminhada.

As velocidades auto-selecionadas pelos indivíduos, os valores de FC atingidos em cada intensidade e o GEC, medido e estimado pelo monitor, estão apresentados nas tabelas 2 e 3 e na figura 1. Como o monitor estima o gasto energético apenas para FC supe- riores a 100bpm, o GEC não pode ser estimado para todos os indivíduos da amostra em todas as intensidades, principalmente nas mais baixas. O teste “t” de Student mostrou que não há dife- rença significativa entre as medidas feitas pelo Teem 100 e pelo Polar M71 ® em nenhuma das intensidades. As comparações nas

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Inclusão do equivalente do lactato sanguíneo O2 na regressão de intensidade de exercício VO2 aumenta o gasto energético de corrida e diminui sua precisão.

Inclusão do equivalente do lactato sanguíneo O2 na regressão de intensidade de exercício VO2 aumenta o gasto energético de corrida e diminui sua precisão.

em alguns tipos de exercício em que músculos menores estão ativos (como na natação, remo ou caiaque), a contribuição de lactato para o gasto energético total pode se apresentar substancialmente redu- zida em intensidades de exercício mais baixas. Na verdade, inspeção visual do típico acúmulo de lactato sanguíneo como uma função da intensidade de exercício sugere que é possível que haja relação linear, uma vez que a curva aumenta exponencialmente (acima do limite de 4 mM∙L -1 ) e não somente acima do VO

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Efeitos agudos da atividade contra-resistência sobre o gasto energético: revisitando o impacto das principais variáveis.

Efeitos agudos da atividade contra-resistência sobre o gasto energético: revisitando o impacto das principais variáveis.

atividade contra-resistência. Além disso, torna-se relevan- te estabelecer a importância de características individuais, tais como estado nutricional, idade, gênero, composição corporal e nível de condicionamento físico nos resultados observados. Sugere-se, então, que os novos trabalhos bus- quem controlar tais variáveis para que possam contribuir verdadeiramente no avanço do conhecimento sobre o im- pacto de cada uma delas sobre o gasto energético decor- rente da atividade contra-resistência. De maneira geral, considerando todas as limitações dos estudos revisados, a literatura aponta que volume e intensidade são as variáveis de maior impacto sobre o gasto energético durante o exer- cício e o EPOC , respectivamente.
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Avaliação do gasto energético de repouso em pacientes com sepse associada ou não à lesão renal aguda

Avaliação do gasto energético de repouso em pacientes com sepse associada ou não à lesão renal aguda

Eu, _________________________________________________ (ou responsável pelo paciente na condição de_______________________ ) declaro que fui convidado e concordo em participar da pesquisa “Avaliação do gasto energético de repouso de pacientes com sepse associadoou não à lesão renal aguda ” realizada pela nutricionista Ana Claudia Soncini e orientada pela Profa. Dra. Daniela Ponce, médica responsável pelo atendimento dos pacientes com Lesão Renal Aguda deste serviço. Fui informado de que nesta pesquisa serão realizadas avaliações do gasto de energia dos pacientes com diagnóstico de sepse (que é uma infecção grave) com ou sem lesão renal aguda (que é a incapacidade temporária dos rins executarem suas funções, resultando em acúmulo de substâncias tóxicas e líquidos). As avaliações do gasto de energia serão feitas através da análise do quanto o organismo gasta de energia para realizar suas função básicas, como respirar. Estas avaliações não trarão nenhum tipo de sofrimento ao paciente e por meio delas será possível melhorar os resultados do tratamento a que o paciente está sendo submetido, e calcular o quanto ele necessita de nutrientes vindos da alimentação. Esta pesquisa será realizada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu. Fui informado também de que a participação neste estudo oferece riscos minimos e que a autorização é voluntária podendo o paciente ser retirado do estudo a qualquer momento, se assim desejar, sem qualquer prejuízo à sua assistência. Fui informado, por fim, que todos os resultados deste estudo que envolvem o nome do paciente serão mantidos em sigilo. Assinarei este documento, em duas vias, sendo uma entregue a mim e outra mantida em arquivo pelos pesquisadores. Fui informado também que qualquer dúvida adicional poderei entrar em contato com o Comitê de Ética em pesquisa, através dos fones: 38801608 ou 3380-1609.
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