genes de virulência

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Genes de virulência e diversidade genética em Salmonella spp. isoladas de amostras de origem suína.

Genes de virulência e diversidade genética em Salmonella spp. isoladas de amostras de origem suína.

BORSOI, A.; SANTIN, E.; SANTOS, L.R. et al. Inoculation of newly hatched broiler chicks with two Brazilian isolates of Salmonella Heidelberg strains with different virulence gene profiles, antimicrobial resistence, and pulse field gel electrophoresis patterns to intestinal changes evaluation. Poultry Sci., v.88, p.750-758, 2009. CASTILLA, K.S. Detecção de genes de virulência em diferentes fagotipos e ribotipos de Salmonella Enteritidis utilizando a reação em cadeia da polimerase (PCR). 2003. 77f. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo.
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Estudo comparativo das espécies de <em>Candida</em>: sensibilidade antifúngica e genes de virulência

Estudo comparativo das espécies de <em>Candida</em>: sensibilidade antifúngica e genes de virulência

Resumo: O obje vo deste estudo foi comparar a sensibilidade an fúngica e a presença dos genes de virulência SAP1-3 em linhagens de Candida spp. Foram estudados 49 isolados, sendo 30 C. albicans e 19 Candida não-albicans (CNA). A determinação do perfi l de sensi- bilidade foi realizada conforme protocolo do Clinical and Laboratory Standards Ins tute. Para iden fi cação dos genes SAP1-3, foi u lizado método de PCR. Todas as amostras de C. albicans foram sensíveis ao fl uconazol, dentre as CNA 21% foram sensíveis e 68,4% foram SDD, 100% das linhagens de C. albicans e 94,7% de CNA foram sensíveis ao cetoconazol. Para itraconazol, 86,7% dos isolados de C. albicans e 42,1% de CNA foram sensíveis. Os genes mais frequentes nas linhagens de C. albicans foram SAP1 (56,6%,) e SAP2 (40%) se- guido de SAP3 (26%). As amostras de CNA apresentaram um predomínio de SAP2 (42,1%), seguido por SAP1 (10,5%), SAP3 não foi iden fi cado. As espécies de Candida apresentam diferenças signifi ca vas quanto ao perfi l de sensibilidade a azólico e em relação à presen- ça dos genes SAP1-3, sugerindo que esses fatores devem refl e r em uma terapêu ca e patogênese dis ntas para estas leveduras.
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Diagnóstico molecular e detecção de genes de virulência de Campylobacter jejuni em crianças com diarreia moderada a sea na cidade de Fortaleza – CE, Brasil.

Diagnóstico molecular e detecção de genes de virulência de Campylobacter jejuni em crianças com diarreia moderada a sea na cidade de Fortaleza – CE, Brasil.

Infecções porCampylobacter spp. são consideradasuma das causas mais comuns de gastroenterite ocasionada porcontaminação de água e alimentos. Campylobacter jejuni é a espécie mais bem caracterizada, e a investigação da epidemiologia, e dos genes de virulência, podem elucidar algum aspecto da patogenicidade deste micro- organismo. O objetivo desse estudo foi diagnosticar e identificar a presença de genes de virulência relacionados à Campylobacter jejuni em crianças com diarreia moderada a severa na cidade de Fortaleza – CE, Brasil. Este estudo faz parte de um projeto intitulado ―Diarrhea Enteric Card (DEC)‖, que teve como objetivo desenvolver um ensaio de PCR multiplex para o diagnóstico de bactérias patogênicas. O projeto teve aprovação nos comitês de ética local e nacional no Brasil (HIAS 80/06 e CONEPE 13523/2007, respectivamente). A extração de DNA foi realizada diretamente das amostras fecais oriundas de 436 criançascom diarreia moderada a severa, durantes os meses de maio de 2008 a abril de 2009, na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. O diagnóstico de C. jejuni foi realizado através de PCR convencional, utilizando o gene hipO. A detecção dos genes de virulência de C. jejuni foi realizada através das técnicas de PCR uniplex e multiplex. C. jejuni foi diagnóstico em 14% (61/436) das amostras, apresentando associação significante da presença do patógeno em crianças com idade entre 0-12 meses (P=0,0001) e com idade entre 12,1-24 meses (P=0,0427). A detecção dos genes de virulência foi realizada em 51 amostras positivas para a C. jejuni.A prevalência dos genes associados à virulência de C. jejuni foram detectados seguindo a proporção de amostras positivas:flgE, (92,2%, 47/51) eflaA, (76.5%, 39/51), relacionados à motilidade;cheW (90,2%, 46/51); cheA, (82,4%, 42/51) echeR,(66,6%, 34/51), relacionados à quimiotaxia bacteriana; cadF, (100%, 51
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Caracterização de genes de virulência de Escherichia coli de adesão difusa (DAEC)

Caracterização de genes de virulência de Escherichia coli de adesão difusa (DAEC)

Os fatores de virulência e os sistemas responsáveis por sua secreção são frequentemente codificados por regiões do genoma denominadas ilhas de patogenicidade (PAIs) (Hacker e Kaper, 2000). PAIs foram inicialmente descritas como regiões cromossomais, mas posteriormente descobriu-se que também são encontradas em plasmídeos e nos genomas de bacteriófagos. O conceito de PAI foi introduzido no final dos anos 80 por Jörg Hacker e colegas, na Universidade de Würzburg, Alemanha, durante uma investigação sobre a base genética da virulência de linhagens uropatogênicas de E. coli (UPEC). O grupo observou que havia ligação genética entre determinantes codificadores de fímbrias e hemolisinas nessas linhagens, e que esse genes ligados poderiam sofrer co- deleção. A observação de que um único evento de deleção resultava na perda de dois conjuntos de genes de virulência ligados, bem como de segmentos de DNA distantes mais de 30 kb, levou à definição do conceito de ilhas de patogenicidade. De acordo com Hacker e Kaper (1999 e 2000), Winstanley e Hart (2001) e Schmidt e Hensel (2004) e, conforme ilustrado na Figura 4, PAIs são regiões do genoma que apresentam as seguintes características em comum:
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“Análise da viabilidade e expressão de genes de virulência de Streptococcus mutans em lesões dentinárias de crianças com cárie precoce da infância”

“Análise da viabilidade e expressão de genes de virulência de Streptococcus mutans em lesões dentinárias de crianças com cárie precoce da infância”

A cárie precoce da infância (CPI) é caracterizada pela presença de uma ou mais lesões em superfície dentária de crianças menores de 6 anos de idade, sendo considerada um problema de saúde pública. Streptococcus mutans (SM) é considerado o principal agente etiológico da doença e possui vários atributos de virulência que permitem sua sobrevivência na cavidade oral e, portanto, sua seleção em situações de estresse nesse ambiente. Neste contexto, este trabalho teve por objetivos: (a) padronizar um método de extração e purificação de RNA total para viabilizar estudos de expressão gênica bacteriana de lesões de cárie dentinária in vivo (capítulo 1); (b) identificar e quantificar SM metabolicamente ativo e analisar a expressão dos genes de virulência atpD, fabM, nox, pdhA e aguD em lesões dentinárias ativas e inativas (capítulo 2). Foi realizada a coleta de 29 amostras de dentina cariada ativa e de 16 amostras de lesões dentinárias inativas de crianças com CPI. As amostras foram submetidas à extração e purificação do RNA total por um método padronizado, com base no uso de lise mecânica e kit de extração comercial e, em seguida, submetidas às reações de transcrição reversa (RT) para obtenção do DNA complementar (cDNA). Com o intuito de comprovação da especificidade dos primers para os genes de virulência de SM em amostras in vivo, 06 amostras de cDNA foram amplificadas e submetidas ao sequenciamento de Sanger para cada primer. Após verificação da especificidade, reações em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real da transcrição reversa (RT-qPCR) foram executadas para todas as amostras. Os resultados obtidos mostraram que o RNA bacteriano pôde ser extraído em adequada quantidade e qualidade pelo protocolo padronizado, viabilizando seu uso em estudos de expressão de genes bacterianos em dentina cariada (Capítulo 01). Os resultados da RT-qPCR mostraram que, apesar da baixa quantificação em relação aos estreptococos e bactérias totais, SM viáveis foram detectados com quantificação semelhante em lesões ativas e inativas (p>0.05). Apesar disso, maior expressão dos genes de virulência pdhA e aguD foi detectada nas lesões inativas (p≤0,05) (Capítulo 02). Concluiu-se que, após padronização de uma técnica eficaz de extração de RNA, reações de RT-qPCR foram executadas com eficiência para identificação, quantificação e expressão gênica de SM em amostras de dentina humana cariada. SM estavam viáveis nos dois grupos de lesões, porém só nas lesões dentinárias inativas mostraram maior expressão dos genes pdhA e aguD, provavelmente para viabilizar sua atividade metabólica nas condições menos favoráveis à sua sobrevivência, inerentes a este substrato.
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Diagnóstico molecular e caracterização dos genes de virulência de infecção por Escherichia coli enteropatogênica em crianças no Semiárido Brasileiro

Diagnóstico molecular e caracterização dos genes de virulência de infecção por Escherichia coli enteropatogênica em crianças no Semiárido Brasileiro

De forma a prover uma melhor exposição dos achados do estudo, a Seção de Resultados será dividida em cinco subtópicos: 1) Caracterização da população de estudo, onde será caracterizada toda a população de crianças utilizadas no estudo, quanto ao número de crianças em cada família, cidades participantes, fatores socioeconômicos, condições sanitárias, sintomatologia associada ao quadro diarreico; 2) Prevalência de EPEC, apresentando as frequências de agentes etiológicos relacionados à diarreia em crianças do Semiárido Brasileiro; 3) Dados clínicos, onde todas as crianças envolvidas serão caracterizadas quanto aos seguintes parâmetros clínicos: dor abdominal, muco nas fezes, febre, desidratação e vômito. 4) Distribuição geográfica dos isolados de EPEC, onde as amostras EPEC serão analisadas em relação às cidades do estudo onde foram diagnosticadas; 5) Pesquisa dos genes de virulência de EPEC, que mostrará a distribuição de positividade dos genes de virulência pesquisados no estudo, isoladamente e em combinação, entre as amostras positivas para EPEC dos grupos caso e controle.
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Caracterização fenotípica e genotípica, sensibilidade a  e detecção de genes de virulência de cepas clínicas e ambientais de Burkholderia pseudomallei

Caracterização fenotípica e genotípica, sensibilidade a e detecção de genes de virulência de cepas clínicas e ambientais de Burkholderia pseudomallei

Cheng e Currie (2005), em um artigo de revisão, mostraram resultados de sensibilidade de vários autores ao revelarem que os carbapenêmicos (imipenem e meropenem) e a ceftazidima eram as drogas com melhores taxas de sensibilidade. No genoma de B. pseudomallei , sete genes codificam betalactamases de classes A, B e D da classificação de Amber (HOLDEN et al., 2004). Em termos de funcionalidade, a mais importante destas betalactamases é a da classe A, penA, codificada pelo gene blaA , que hidrolisa a maioria das cefalosporinas, mas é inibida pelo clavulanato (CHEUNG et al., 2004). Resistência adquirida aos betalactâmicos, durante o tratamento com betalactamico/inibidor de betalactamase ou ceftazidima, resulta da depressão da enzima cromossomial, da insensibilidade à inibição do inibidor de betalactamase ou da produção de uma betalactamase específica para ceftazidima (GOLFREY et al., 1991). Provavelmente as cepas deste experimento com sensibilidade diminuída a amoxicilina/clavulanato e ceftazidima (cepas CEMM 03-06-042 e CEMM 03- 06-043) que apresenta este fenótipo, sejam portadoras do gene que codifica essas enzimas o que suscita estudos posteriores de caracterização molecular destas cepas, uma vez que são cepas ambientais isoladas do Município de Tejuçuoca. A superexpressão de betalactamase D, OXA-42 e OXA-43, pode também ser responsável pela resistência a ceftazidima em alguns isolados (NIUMSUP et al., 2002). As cepas clínicas que apresentaram sensibilidade diminuída apenas a amoxicilina/clavulanato (CEMM 03-06-034 e CEMM 03-06-038), com CIM elevadas, possivelmente tenham um mecanismo de resistência associado à mutação no gene bla A, como evidenciado por Tribuddharat et al. (2003).
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Expressão de genes de virulência de Staphylococcus aureus isolados de mastite bovina em resposta a concentrações subinibitórias de antimicrobianos

Expressão de genes de virulência de Staphylococcus aureus isolados de mastite bovina em resposta a concentrações subinibitórias de antimicrobianos

Neste trabalho, alguns dos genes que codificam importantes fatores de virulência foram avaliados por PCR convencional para subsidiar a escolha dos genes cujas expressões seriam avaliados por RT-PCR em tempo real. O fator mais prevalente foi a adesina clfB, que ocorreu em 83,5 % dos isolados, enquanto que o fator de agregação A (clfA), mostrou-se presente em apenas 38,8 % deles. Esses dois genes estão relacionados com a produção de proteínas que interagem com o fibrinogênio, presente na matriz extracelular da célula hospedeira. Estudos realizados por Fitzgerald et al. (2000) relataram a prevalência de clfA em 74,3 % dos isolados de mastite bovina da Irlanda e dos EUA, o que contrasta com os resultados obtidos em nossos experimentos. Entretanto, 93% dos isolados avaliados possuem um dos dois genes, indicando um importante papel desses fatores na virulência dos isolados bovinos. Como as bactérias foram obtidas de rebanhos leiteiros da região Sudeste, a alta prevalência de clfB pode ser sugestivo de que a prevalência dessa proteína no rebanho nacional também seja alto.
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Detecção de genes de virulência em diferentes fagotipos e ribotipos de Salmonella...

Detecção de genes de virulência em diferentes fagotipos e ribotipos de Salmonella...

Amostras de Salmonella Enteritidis livres de plasmídeos permaneceram totalmente virulentas para galinhas (HALAVATKAR, BARROW, 1993). Salmonellas tifóides causam doença invasiva e não possuem os genes spv (ROTGER et al. 1999). No entanto, segundo Fierer et al. (1993), Salmonellas que possuem plasmídeos são isoladas de infecções sistêmicas naturais em animais e humanos indicando que eles possuem um papel importante na patogenicidade desta doença. Para Barrow et al. (1989), genes cromossomais também são importantes como determinantes de virulência, particularmente na capacidade para sobreviver e multiplicar em células do sistema reiculoendotelial. Roudier et al. (1990) em um estudo, introduziram um plasmídeo de virulência pertecente aos sorotipos Dublin, Typhimurium e Clolerasuis em sorotipos isentos como Heidelburg e Newport, conferindo para estas últimas a capacidade de causar virulência em camundongos, porém quando introduzido para outros sorotipos como o Derby e Sainpaul não.
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Detecção de Escherichia coli shigatoxigênica (STEC) e enteropatogênica (EPEC) isoladas de búfalos leiteiros no Estado de São Paulo

Detecção de Escherichia coli shigatoxigênica (STEC) e enteropatogênica (EPEC) isoladas de búfalos leiteiros no Estado de São Paulo

bioquímica e sorogrupagem dos isolados e o perfil de resistência das estirpes de STEC e EPEC isoladas frente a diferentes drogas antimicrobianas. Foram isoladas 33 estirpes de E. coli, das quais 21 (63,6%) STEC e 12 (36,4%) EPEC, que apresentaram 23 perfis genéticos diferentes. Todos os isolados apresentaram mais de um gene de virulência. De todos os genes estudados apenas o bfp não foi encontrado nas amostras analisadas. As estirpes isoladas apresentaram sensibilidade a maioria dos antimicrobianos testados. O sorogrupo mais freqüente foi o O26, seguido do O157. As estirpes estudadas apresentaram genes de virulência que estão relacionados à graves doenças no homem. Pelos resultados pode-se dizer que búfalos são importantes reservatórios de STEC e EPEC e a presença desses isolados com determinados perfis genéticos devem ser melhor estudados.
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Caracterização fenotípica e molecular de isolados de Listeria monocytogenes obtidos em uma planta de processamento de carne bovina

Caracterização fenotípica e molecular de isolados de Listeria monocytogenes obtidos em uma planta de processamento de carne bovina

Várias proteínas estão associadas à atividade patogênica de L. monocytogenes em células hospedeiras, como as internalinas, listeriolisina, fosfolipases e actina. Os genes que codificam para estes fatores de virulência são expressos sob o controle do regulon PrfA, que é seletivamente ativado no processo de invasão celular (de las Heras et al., 2011). Além da subtipagem e caracterização da presença de genes de virulência, a caracterização do perfil de susceptibilidade a antimicrobianos vem sendo recomendada pela Organização Mundial de Saúde para caracterização de isolados clínicos. L. monocytogenes é sensível à maioria dos antimicrobianos e alguns estudos sugerem que isolados de origem humana e ambiental apresentam baixa frequência de resistência (Korsak et al., 2012; Morvan et al., 2010; Vitas et al., 2007). Por outro lado, diversos estudos têm demonstrado aumento das taxas de resistência a antimicrobianos em isolados de L. monocytogenes obtidos de produtos de origem animal e ambientes industriais (Conter et al., 2009; Lungu et al., 2011; Pesavento et al., 2010).
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Avaliação dos padrões de susceptibilidade antimicrobianas e sorogrupos de cepas de Escherichia coli isoladas de bovinos leiteiros, portadoras e não portadoras dos genes stx1, stx2 e eae

Avaliação dos padrões de susceptibilidade antimicrobianas e sorogrupos de cepas de Escherichia coli isoladas de bovinos leiteiros, portadoras e não portadoras dos genes stx1, stx2 e eae

RESUMO - O presente estudo foi realizado no período de janeiro de 2012 a janeiro de 2013 em fazendas leiteiras da região de Dracena, São Paulo. Durante o período, foram coletadas 800 amostras de fezes com suabes retais em vacas leiteiras. Essas amostras foram levadas para o Laboratório de Microbiologia do Campus Experimental de Dracena, onde foram isoladas e identificadas 561 amostras para Escherichia coli. Após o isolamento foram extraídos os DNAs de todas as amostras pelo método da fervura e por PCR o DNA foi amplificado para se detectar a presença dos genes de virulência de E. coli pertencentes ao grupo STEC, produtora de toxina tipo shiga em 446 amostras. De todas as cepas isoladas 90 eram portadoras do gene stx1, 97 do gene stx2, 45 do gene eae, 37 dos genes stx1 e stx2, 110 dos genes stx1 e eae e 67 dos genes stx2 e eae. Foram isoladas também 115 cepas que não eram portadoras de nenhum dos genes de virulência de STECs do estudo. Todos os isolados de E. coli portadores de cada gene de virulência foram avaliados quanto a resistência frente a 10 antimicrobianos. Os percentuais de resistências aos antimicrobianos foram maiores para a lincomicina, penicilina e novobiocina e menores para ampicilina, neomicina e tetraciclina. Foram identificados os sorogrupos, dos quais os mais frequentes entre os isolados portadores do gene de virulência stx1 foram o O119 e O114; do gene de virulência stx2 foram os sorogrupos O9 e O8; e do gene de virulência eae foram os sorogrupos O9, O8 e O127. Todos os isolados de E. coli apresentaram multirresistência e a maioria apresentou maior percentagem de multirresistência contra 2 a 3 e contra 10 antimicrobianos. Não foi verificado estatisticamente relação entre os padrões de virulência e os padrões de resistência aos antimicrobianos entre as amostras.
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ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO MOLECULAR DA RESISTÊNCIA A CARBAPENÊMICOS E FLUORQUINOLONAS E SUA ASSOCIAÇÃO COM SISTEMA DE SECREÇÃO TIPO III EM Pseudomonas aeruginosa

ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO MOLECULAR DA RESISTÊNCIA A CARBAPENÊMICOS E FLUORQUINOLONAS E SUA ASSOCIAÇÃO COM SISTEMA DE SECREÇÃO TIPO III EM Pseudomonas aeruginosa

Introdução: Vem sendo observado a disseminação global de diferentes variantes de P. aeruginosa que está frequentemente associada a maior virulência ou a emergência de novos genótipos de resistência aos antimicrobianos. Há poucos estudos descrevendo a associação do Sistema de Secreção Tipo III (TTSS) com resistência aos antibióticos e evolução dos pacientes com pneumonia e bacteremia. Objetivos: Determinar a relação entre resistência a fluorquinolonas e carbapenêmicos e a virulência de Pseudomonas aeruginosa pelo Sistema de Secreção Tipo III e sua associação com pior prognóstico em pacientes com Pneumonia Associada a Ventilação Mecânica (PAV) e bacteremia, identificar mutações na Região Determinante de Resistência as Quinolonas (QRDR), genes para Metalo-β-Lactamase (MβL), genes de virulência (algD, lasB e toxA) e disseminação clonal das amostras produtoras de MβL. Material e Métodos: Foi realizada uma coorte retrospectiva para determinar os fatores de risco para mortalidade em 30 dias em pacientes com primeiro episódio de bacteremia (157 pacientes) e PAV (60 pacientes) por P. aeruginosa. Os genes bla IMP , bla VIM , bla SIM , bla GIM e bla SPM , os
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Susceptibilidade de duas linhagens comerciais de frango de corte no desenvolvimento de dermatite necrótica e possível relação dos genes iss e iutA de Escherichia coli com a reprodução experimental da doença

Susceptibilidade de duas linhagens comerciais de frango de corte no desenvolvimento de dermatite necrótica e possível relação dos genes iss e iutA de Escherichia coli com a reprodução experimental da doença

O fato de os genes de virulência estarem presentes so- mente nos isolados originários de celulite está de acordo com o observado por Delicato et al. (2003) e Barbieri et al. (2015), os quais verificaram que os genes iut A e iss estão dentre os encontrados com maior frequência nos isolados obtidos de colibacilose do que nos isolados provenientes de amostras fecais de aves sadias. Vieira et al. (2014) ob- servaram mais de 60% de positividade para o gene iss em amostras de celulite, sendo sua presença considerada um forte marcador de virulência em estirpes patogênicas para aves. Da mesma forma, Schouler et al. (2012) relataram que o gene iutA está presente em mais de 80% de isola- dos de E. coli patogênicos. Estes dados demonstram que os genes de virulência participam na patogenia da coliba- cilose, favorecendo a instalação e manutenção do quadro infeccioso no hospedeiro. Apesar de trabalhos anteriores relatarem uma alta diversidade genética de virulência e patogenicidade de APEC (Schouler et al. 2012), com os re- sultados encontrados neste estudo, pode-se sugerir que os genes iss e iutA, quando presentes simultaneamente, tor- nam a bactéria mais apta ao desenvolvimento de derma- tite necrótica.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS – GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS – GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS

norfloxacina. Estes dados demonstram a necessidade de monitoramento quanto o uso desses antimicrobianos já que eles são a droga de eleição para tratamento das gastrenterites em animais e da campilobacteriose em humanos, respectivamente. A associação de fatores de risco e infecção por Campylobacter spp. em crianças demonstrou: aumento da probabilidade de 3,57 vezes de ter diarréia, 0,49 vezes mais chances quando em contato com pets e 1,4 vezes mais provável quando em antibioticoterapia, porém, todos sem significância estatística (p>0,05). Quando as mesmas associações foram realizadas para caninos, as probabilidades aumentaram 7,38 vezes para a presença de diarréia e 57,41 mais chances quando em uso de antibióticos (p<0,05). A presença dos quatro genes de virulência nas cepas isoladas de cães aumentou em 11,36 vezes a probabilidade de o animal ter diarréia (p<0,05). Apesar de não ter havido neste estudo uma associação positiva entre o convívio com pets e a infecção de crianças por Campylobacter spp. novas investigações mais abrangentes devem ser realizadas, assim como, deve-se estabelecer a relação epidemiológica por métodos moleculares entre cepas isoladas de infecções humanas e animais.
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Detecção e caracterização de Escherichia coli potencialmente patogênicas em aves selvagens e pombos-domésticos na cidade de Jaboticabal-SP

Detecção e caracterização de Escherichia coli potencialmente patogênicas em aves selvagens e pombos-domésticos na cidade de Jaboticabal-SP

RESUMO - Escherichia coli que causam doenças fora do intestino são conhecidas como E. coli patogênicas extraintestinais (ExPEC) e incluem E. coli uropatogênica (UPEC), isoladas de infecção do trato urinário, E. coli associada à Meningite Neonatal (MNEC), isoladas de humanos recém-nascidos e E. coli patogênica para aves (APEC), responsável pela colibacilose aviária. Esses patótipos possuem similaridades genéticas entre si, sugerindo que APEC tenha um potencial zoonótico. O presente trabalho teve como objetivo detectar e caracterizar estirpes de E. coli que possuem genes de virulência relacionados a APEC em aves selvagens e pombos-domésticos, tanto de cativeiro quanto de vida livre, aparentemente saudáveis. Das 500 amostras, foram obtidos 49 isolados que foram analisados por PCR quanto à presença de genes de virulência, submetidos ao teste de patogenicidade in vivo, ao teste de suscetibilidade a antimicrobianos, tiveram a relação epidemiológica estabelecida por PFGE e os sorotipos e grupos filogenéticos identificados. Os genes de virulência e alguns antígenos somáticos e flagelares encontrados nos isolados foram anteriormente associados a estirpes de APEC de alta virulência e também foram detectados em ExPEC humanas. A maior parte dos isolados pertencia aos grupos filogenéticos B1 e B2, previamente descritos como grupos que albergam isolados patogênicos oriundos de animais e os que causam infecções extraintestinais, respectivamente, além disso, esses grupos possuíam os isolados com maior número de genes de virulência e de alta virulência, enquanto a maioria dos isolados do grupo D foram não virulentos. Os pombos-domésticos de cativeiro tiveram o maior número de isolados multirresistentes aos antimicrobianos (100,0%), seguido pelas aves selvagens domiciliadas (75,0%), aves selvagens de vida livre (53,3%) e pombos-domésticos de vida livre (26,3%). A análise de similaridade por PFGE mostrou alta heterogeneidade entre os isolados, mesmo entre os grupos de cada ave, indicando que não existem clones prevalentes nas E. coli desses animais. Os resultados mostraram que aves selvagens e pombos- domésticos são reservatórios de E. coli contendo genes de virulência relacionados a APEC e multirresistentes a antimicrobianos, sendo potencialmente patogênicas para humanos e outros animais, podendo transmitir esse patógeno ao contaminar o ambiente, representando um risco à saúde pública.
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Isolamento, caracterização e genômica comparativa de patógenos de mastite bovina

Isolamento, caracterização e genômica comparativa de patógenos de mastite bovina

A patogênese de S. aureus é muito complexa e a sua virulência depende da produção de uma série de fatores de virulência cujas expressões são coordenadamente controladas por diversos reguladores globais (Oscarsson et al., 2015). Ainda não é conhecido como ocorre a regulação desses fatores nas diferentes manifestações clínicas observadas nos animais, porém alguns estudos já conseguiram associar a presença de genes de virulência com os sintomas. A comparação entre genomas de estirpes de S. aureus isoladas de mastite grangrenosa ou subclínica em ovelhas mostrou que o isolado de mastite gangrenosa possuía versões variantes de uma série de genes entre eles fatores de virulência, distinguíveis por MLVA, além de não apresentar o gene codificador da proteína de ligação ao fibrinogénio proteína B (fnbB) (Vautor et al., 2009). Em outro trabalho onde isolados causadores dos mesmos tipos de mastite foram comparados, os resultados indicaram que o conteúdo de elementos genéticos móveis, genes de vias de metabolismo do ferro, de reguladores e de produção exoproteína variavam entre os isolados das diferentes manifestações. Em particular, o isolado de mastite grangrenosa produziu níveis relativamente elevados de exoproteínas, incluindo toxinas e proteases conhecidas como sendo importantes para virulência (Le Maréchal et al., 2011). Embora o fator hospedeiro não pudesse ser descartado, os dados obtidos pelos pesquisadores suportaram a hipótese que diferentes estirpes de S. aureus, com diferentes conteúdos gênicos, podem ter potenciais de virulência diferentes em mastite de ruminantes.
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Carcaterização denotípica e genotípica de Escerichia coli produtora de toxina shiga (STEC) isoladas de bovinos de corte no Estado do Paraná

Carcaterização denotípica e genotípica de Escerichia coli produtora de toxina shiga (STEC) isoladas de bovinos de corte no Estado do Paraná

Neste trabalho, cepas de STEC previamente isoladas de fezes bovinas foram caracterizadas usando PCR multiplex para determinar os genes de virulência ( stx 1 , stx 2 , ehxA, eaeA e saa [r]

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Virulência de isolados de Colletotrichum gloeosporioides de populações selvagens de Stylosanthes spp.

Virulência de isolados de Colletotrichum gloeosporioides de populações selvagens de Stylosanthes spp.

Populações de fungos que ocorrem naturalmente em populações selvagens de Stylosanthes no Brasil, apesar de expressar elevada variabilidade genética (Kelemu et al., 1999; Weeds et al., 2003) e de apresentar variabilidade em virulência superior à das populações da Austrália, Índia e China (Chakraborty et al., 1996, 2004b), não são, na maioria, constituídas por raças portadoras de muitos genes de virulência individualmente. Porém, as raças são portadoras de grande plasticidade genética, em especial, em razão de o fungo apresentar reprodução sexuada nas condições de campo no Brasil (recombinação genética). Assim, é possível inferir que a estratégia de melhoramento para resistência ao fungo, que deve a ser priorizada no Brasil, é a que privilegia a resistência parcial, que normalmente é quantitativa, não é raça específica e se caracteriza por um progresso lento da doença no campo. Deste modo, possivelmente seria evitada a seleção de raças complexas, como acontece, por exemplo, no Brasil, em espécies como aveia (Vieira et al., 2006) e trigo (Chaves & Barcellos, 2002) em relação à ferrugem- da-folha, cujo melhoramento visando à resistência do tipo raça específica ocasionou a seleção de raças do fungo muito complexas, por causa da grande pressão de seleção exercida sobre as populações do patógeno.
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Virulência e formação de biofilme microbiano por Enterococcus faecalis isolados de swabs cloacais de frangos de corte infectados com Eimeria spp.

Virulência e formação de biofilme microbiano por Enterococcus faecalis isolados de swabs cloacais de frangos de corte infectados com Eimeria spp.

A frequência do gene agg observado no presente estu- do está de acordo com outros estudos com E. faecalis de isolados de amostras clínicas e alimentares (Eaton & Gas- son 2001, Franz et al. 2001, Mannu et al. 2003, Martín et al. 2006, Barbosa et al. 2010). O gene agg apresentou maior frequência nos E. faecalis isolados dos frangos, que recebe- ram dieta suplementada de anticoccidiano (92,3%) quan- do comparado ao grupo que não recebeu anticoccidiano (70,5%). A diferença entre os índices apresentados pode estar relacionada ao quadro diarreico causado pela Eimeria spp. , que causa uma modificação estrutural das vilosidades intestinais, levando a um encurtamento destas, resultando em diminuição da capacidade de absorção e predispõe os frangos a disbacteriose (Williams 2005). A função da pro- teína Agg tem sido relatada na bibliografia, como sendo responsável pelo aumento da aderência de Enterococcus ao epitélio intestinal e renal. Esta destruição das células epite- liais do intestino pode ter sido uma das causas da redução na frequência do gene agg nos E. faecalis isolados do grupo de frangos que não recebeu anticoccidiano. Em E. faecalis o gene agg e stá localizado em um plasmídeo responsivo a feromônios, causando agregação entre células doadoras e receptoras, facilitando a transferência de plasmídeos que podem carrear genes de virulência e resistência antimicro- biana (Barbosa et al. 2010). Portanto, um epitélio intestinal com possíveis danos teciduais e maior absorção de líqui- dos pelo interstício e luz intestinal, torna-se um ambiente desfavorável para agregação celular e posterior processo de estabelecimento de biofilme microbiano neste ambien- te de crescimento. Apesar da diferença no percentual dos dois grupos tratados, os frangos que não receberam anti- coccidiano na dieta também apresentaram alto percentual de genes dos fatores de virulência. Esses resultados con- cordam com os apresentados por Hume et al. (2012) que demonstram efeitos negativos da infecção por Eimeria, modificando a população microbiana do ceco. Tal fato foi anteriormente relatado, demonstrando que esse gênero de coccídios pode desenvolver um papel importante na pa-
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