Geografia - Ensino fundamental II

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Inserção da realidade local no ensino de geografia no ensino fundamental II

Inserção da realidade local no ensino de geografia no ensino fundamental II

A leitura do mundo é construída a partir da vivência dos educandos, contextualizadas e trabalhados pelos educadores em sala de aula. A leitura do mundo dá significado ao que o educando lê nos livros, despertando sua curiosidade, sendo, portanto, necessário incorporar práticas que os auxiliem a compreender e vivenciar o conteúdo ensinado. O estudo da realidade local, fornece elementos importantes para obter um enriquecimento didático-pedagógico que permita ao educando superar o senso comum e reconhecer a história do meio em que vive, participando ativamente de cada processo. As discussões teóricas realizadas neste trabalho fundamentaram-se em Freire (1996), Santos (1994), Castellar (2000), Callai e Zarth (1988), Cavalcanti (2001) dentre outros, os quais colocam em pauta a discussão da inserção da realidade do educando na prática pedagógica e na forma como dialogam com os conteúdos curriculares formais. Assim, sob uma abordagem qualitativa realizou-se uma pesquisa local, a partir da observação participante proposta por Brandão (1998), com avaliação de entrevistas em sala e do cotidiano escolar, planos de aula e o projeto político- pedagógico, nas turmas iniciais do Ensino Fundamental II e educadores de Geografia, na escola EMEF Juracy Cardoso Viana, situada no município de Pinheiros/ES, no período de agosto de 2017 a julho de 2018, durante o estágio obrigatório realizado na instituição. Os resultados revelam que os educadores, de maneira geral, têm poucos recursos dentro da própria instituição e há necessidade de formação continuada a fim de garantir o desenvolvimento de atividades que contemplem no currículo o cotidiano do educando. O estudo sobre a realidade local deve ser inserido no currículo como importante instrumento de ensino- aprendizagem, a fim de capacitar não apenas o educando em conhecer a fundo seu lugar, mas despertar uma grande compreensão para o aprendizado tanto prático quanto teórico.
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As barreiras e oportunidades do processo de ensino-aprendizagem de geografia para o ensino fundamental II

As barreiras e oportunidades do processo de ensino-aprendizagem de geografia para o ensino fundamental II

O ensino da geografia para o ensino fundamental II abarca uma complexa e totalizante nuance e, por conseguinte, necessita-se de um olhar mais atencioso entre o docente e discente, o processo de formação de professor precisa atender a realidade de ensino atual para que o âmbito teórico não tangencie o prático. O objetivo geral deste trabalho é evidenciar a importância do processo de ensino- aprendizagem da geografia no ensino fundamental II, suas barreiras e oportunidades nos dias de hoje. A metodologia deste trabalho é fundamentada em conceitos que atendem o eixo de pesquisa, sendo assim, o presente estudo tem abordagem qualitativa exploratória. A investigação se desenvolve por meio do exame de livros da área, sites e artigos que fundamentam a clareza da temática, tais como a obra de Neto e Barbosa (2010) e a obra de Guerreiro (2012). Os resultados desta exploração revelam que o ensino de geografia para o fundamental II pode ser compreendido como um núcleo metodológico do saber, haja vista que o ensino de geografia, nesta esfera, busca preparar o discente sobre o conceito e relação entre a natureza e sociedade, bem como seu ensino integra o conhecimento adquirido pelas diferentes áreas da ciência geográfica.
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As  novas  tecnologias  e  suas  contribuições  na  geografia  do  ensino  fundamental  II:  na  escola  estadual  de  ensino  fundamental  Jovelina  Gomes,  Uiraúna-PB.

As novas tecnologias e suas contribuições na geografia do ensino fundamental II: na escola estadual de ensino fundamental Jovelina Gomes, Uiraúna-PB.

Este trabalho de conclusão de curso proporciona um debate sobre o uso das novas tecnologias na prática docente e sua influência na aprendizagem discente. Sabendo da importância das tecnologias e como elas podem ser ferramentas valiosas no processo de ensino/aprendizagem, buscou-se a partir das observações in lócus, analisar o uso das novas tecnologias e suas contribuições na Geografia do Ensino Fundamental II, na escola Jovelina Gomes cidade Uiraúna-PB, dessa forma o interesse surgiu primeiramente a partir dos estágios supervisionados I, II e III no ano de 2013 a 2014 onde se teve as primeiras noções do problema em questão (uso das novas tecnologias pelos professores) como para fomentar a necessidade de informação sobre a temática. Para obtenção de informações nesta pesquisa foram realizadas observações e a utilização de questionários com 3 professores e 103 alunos do ensino fundamental II a fim de saber como os professores usam as tecnologias em sala de aula e como os alunos as concebem, na construção do conhecimento. Na análise dos dados percebeu que os professores reconhecem a utilização das tecnologias, porém, na prática do dia-a-dia, eles enfrentam dificuldades na utilização, sendo as quais não é explorada todo o seu potencial. Para tanto, este trabalho refletiu sobre a utilização das novas tecnologias e o potencial que ela apresenta na construção do conhecimento, assim, este trabalho é de grande importância para os futuros profissionais do ensino, já que traz uma serie de informações relacionadas à prática pedagógica, às dificuldades e possibilidades para uma postura ética perante a sociedade.
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A avaliação do ensino e da aprendizagem em geografia no ensino fundamental II: entre os documentos oficiais e o realizado na prática docente

A avaliação do ensino e da aprendizagem em geografia no ensino fundamental II: entre os documentos oficiais e o realizado na prática docente

O presente artigo busca compreender a relação entre as prescrições nos documentos oficiais e o que é realizado na prá- tica docente em sala de aula. Desse modo, serão enfatizadas as propostas avaliativas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação n. 9.394/96 – LDB – e dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN – de Geografia para o Ensino Fundamental II, especifi- camente do 9º ano. No primeiro caso, mostra-se que a avaliação exigida coincide com as atuais discussões de estudiosos sobre a avaliação do ensino e da aprendizagem, enquanto o segundo apresenta um novo modo de avaliar o ensino de Geografia, por meio dos conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Em seguida, são apontados os resultados da análise da relação entre o documento oficial e o que realmente acontece no ensino de Geografia na sala de aula.
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A paisagem no ensino de geografia: práticas pedagógicas no 6º ano do ensino fundamental II, município de São Paulo do Potengi/RN

A paisagem no ensino de geografia: práticas pedagógicas no 6º ano do ensino fundamental II, município de São Paulo do Potengi/RN

A escolha do 6º ano do Ensino Fundamental II para realizarmos nossa pesquisa se fundamentou nas orientações que os Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia de 1998 trazem para o ensino do conceito de paisagem na Educação Básica. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998, p. 51), ―a observação a caracterização dos elementos presentes na paisagem é o ponto de partida para uma compreensão mais ampla das relações entre sociedade e natureza‖. Nesse sentido, o documento afirma que é a partir do terceiro ciclo (6º ano) do Ensino Fundamental que os alunos passam de maneira mais subjetiva, a analisar as transformações que a natureza sofre por causa de atividades econômicas, hábitos culturais ou questões políticas, expressas de diferentes maneiras no próprio meio em que os alunos vivem. Por exemplo, por meio da arquitetura e de suas relações com o território da distribuição da população; os hábitos alimentares no campo e na cidade; a divisão e constituição do trabalho, das formas de lazer e, inclusive, mediante suas próprias características biofísicas, pode-se observar a presença da natureza e sua relação com a vida dos homens em sociedade. Segundo os Parâmetros Curriculares, é a partir do 6º ano que criança começa a compreender por que a natureza favorece o desenvolvimento de determinadas atividades em certos locais e não em outros e, assim, conhecer as influências que uma exerce sobre outra, reciprocamente.
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Open A Geografia Aplicada à Temática Ambiental no Ensino Fundamental II

Open A Geografia Aplicada à Temática Ambiental no Ensino Fundamental II

Os grandes avanços tecnológicos e a ampliação na capacidade de produção resultantes da ação transformadora do homem têm provocado alterações no meio ambiente e na sociedade. Estas mudanças causam uma série de problemas ambientais que vêm comprometendo a manutenção e a qualidade da vida no planeta. A busca por soluções faz-se necessária e urgente, a fim de garantir a sustentabilidade e, dessa forma, a conjugação entre a compreensão da complexidade que envolve a problemática do meio ambiente enquanto questão sócio-política, e a formação de uma consciência ambiental são extremamente relevantes. Considerando como base o ensino da Geografia, propomos uma reflexão acerca da relação desta disciplina e seu objeto - o espaço geográfico - com a Educação Ambiental. A partir dessa reflexão, esta dissertação teve como objetivo analisar as práticas pedagógicas de professores de Geografia no ensino fundamental II (6º ao 9º ano), relacionadas às questões ambientais. A pesquisa empírica foi desenvolvida nas escolas públicas estaduais situadas na zona urbana da cidade de Cajazeiras – PB, que possuem esta fase de ensino. Os dados foram obtidos por meio de levantamento bibliográfico, bem como através de questionários aplicados com estes professores com questões fechadas, que permitiram revelar o perfil dos entrevistados, e abertas que identificaram nas práticas cotidianas que os docentes possuem conhecimento acerca da importância da Geografia como uma disciplina base para a abordagem de temas ambientais, por tratar-se de uma ciência que tem como objeto de estudo o espaço produzido através das relações entre homem x homem e homem x meio, evidenciando, portanto, uma estreita relação com as questões voltadas à temática ambiental. Esta pesquisa revelou-nos através das falas dos sujeitos, que eles detêm conhecimentos dessas relações, e que se utilizam delas para inserir em sua prática estudos sobre o meio ambiente.
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ENSINO DE GEOGRAFIA, EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RESÍDUOS SÓLIDOS: UMA ANÁLISE DA PROBLEMÁTICA EM LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II

ENSINO DE GEOGRAFIA, EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RESÍDUOS SÓLIDOS: UMA ANÁLISE DA PROBLEMÁTICA EM LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II

Dentre os problemas ambientais emergentes, encontra-se a problemática dos resíduos sólidos urbanos, que vem, nas últimas décadas, se configurando em um dos problemas ambientais de mais difícil equacionamento, haja vista o alto padrão de consumo estabelecido na atualidade. Desse modo, torna-se imprescindível que tais questões sejam discutidas no âmbito escolar, na tentativa de formar cidadãos conscientes dos problemas que afetam o meio ambiente. Nesta perspectiva, o presente artigo consiste em um ensaio teórico que objetiva apresentar, a luz da literatura existente, uma reflexão sobre a importância do Ensino de Geografia para a formação do sujeito ecológico, utilizando para tanto a educação ambiental como instrumento de conscientização; assim como se analisará uma das principais ferramentas do ensino, qual seja, o livro didático, no caso presente será analisado os livros de Geografia do Ensino Fundamental II, descrevendo como a temática proposta é abordada de modo a contribuir para a formação de cidadãos conscientes com base nas discussões sobre as questões ambientais da atualidade.
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Potencialidades e limitações dos produtos de sensoriamento remoto para o processo de ensino-aprendizagem de geografia no Ensino Fundamental II

Potencialidades e limitações dos produtos de sensoriamento remoto para o processo de ensino-aprendizagem de geografia no Ensino Fundamental II

Este trabalho tem como objetivo principal analisar as potencialidades e limitações dos produtos de sensoriamento remoto para processo de ensino-aprendizagem de Geografia no ensino fundamental II. Por meio da aplicação de questionário, procuramos: Conhecer as concepções dos alunos e professores de Geografia a respeito do sensoriamento remoto e seus produtos; Identificar como os alunos e professores veem os produtos do sensoriamento remoto (fotografias aéreas e imagens de satélites) no processo de aprendizagem dos conteúdos da disciplina de Geografia; Diagnosticar o papel que os produtos de sensoriamento remoto podem desempenhar no ensino da cartografia na disciplina de Geografia a partir dos olhares de alunos e professores e, por fim, buscamos verificar como os alunos e professores percebem os produtos de sensoriamento remoto no estudo dos problemas socioambientais do bairro onde se localiza a escola. Quanto aos procedimentos metodológicos, realizamos um levantamento bibliográfico de autores que abordam a questão das novas tecnologias e do ensino-aprendizagem de Geografia. No que se refere ao recorte espacial, a presente pesquisa foi realizada em oito escolas públicas municipais do polo 01 de ensino da cidade de João Pessoa-PB. Fazem parte desse polo os seguintes bairros: Bancários, Jardim Cidade Universitária e Mangabeira. Os mesmos estão localizados na zona Sul do município supracitado. Para a delimitação dos sujeitos da pesquisa, definimos que seriam os professores de Geografia e também os alunos do sétimo ano do ensino fundamental II. De acordo com os resultados da pesquisa qualiquantitativa analisado à luz dos autores consultados, evidenciamos que os produtos do sensoriamento remoto, apoiados por outras ferramentas podem contribuir para ampliar as possibilidades do processo de ensino e aprendizagem de Geografia. De outra parte, percebemos também que diante da apropriação e expansão de novas tecnologias pela sociedade, se faz necessário pensarmos cada vez mais a respeito de estratégias didático-pedagógicas para serem implementadas no âmbito do ensino de Geografia. Tal aspecto requer capacitações dos professores, interesse em mudar suas práticas, dedicação, remunerações e aperfeiçoamento profissional.
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O GOOGLE EARTH COMO PROCEDIMENTO METODOLÓGICO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DA GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL II

O GOOGLE EARTH COMO PROCEDIMENTO METODOLÓGICO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DA GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL II

A presente dissertação discute o uso do Google Earth como procedimento metodológico no processo de ensino e aprendizagem da educação geográfica com os alunos do Ensino Fundamental II da Escola Estadual Caetano de Campo, sendo realizada no 1º semestre de 2013. A popularização e difusão de softwares que abordam informações geográficas são realidades cada vez mais presentes nas escolas públicas brasileiras, e consequentemente demandam novas habilidades tanto dos docentes quanto dos alunos. Dessa maneira os objetivos dessa pesquisa estão articulados ao papel do computador, através do mosaico de imagens de satélites de diferentes paisagens em diversas escalas e temporalidades presentes no software Google Earth, como recurso didático-mediático no processo de ensino aprendizagem em geografia. Esta pesquisa apresenta procedimento metodológico experimental-indutivo sendo avaliada de forma quantitativa e qualitativa. Os conteúdos escolhidos para a realização deste experimento foram: Cartografia, Europa e Globalização estando de acordo com a proposta curricular do estado de São Paulo. Dessa forma os resultados demonstraram que os educandos se motivaram para o desafio de se estudar como novas tecnologias, melhorando o desempenho em atividades e provas, entretanto os alunos apresentaram dificuldades nas ações procedimentais inerentes ao raciocínio geográfico como a orientação e localização dos fenômenos geográficos. Estas dificuldades se devem ao fato dos alunos não dominarem inicialmente a linguagem do software e de carências acadêmicas não desenvolvidas ao longo de sua formação básica. Portanto consideramos que o uso do Google Earth como recurso didático, de fato potencializa o processo de ensino e aprendizagem, e que novos estudos devem ser feitos para investigar e propor adaptações desse software como recurso pedagógico aplicado a educação geográfica.
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Tecnologias da informação e comunicação nas aulas de geografia: seus usos no ensino fundamental II nas escolas públicas estaduais de Uberlândia-MG

Tecnologias da informação e comunicação nas aulas de geografia: seus usos no ensino fundamental II nas escolas públicas estaduais de Uberlândia-MG

Este trabalho de pesquisa teve como objetivo analisar o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação - TIC nas Escolas Públicas Estaduais de Uberlândia, Minas Gerais. Suas aplicações por professores de Geografia dos anos finais do Ensino Fundamental II. A pesquisa foi desenvolvida em uma escola da área urbana, central, e escolhidas após levantamento das informações em 18 das 54 Escolas da Rede Pública Estadual de Uberlândia, MG, com a finalidade de saber quais possuíam Laboratório de Informática e se os mesmos estavam sendo utilizados por seus docentes. Para saber se as Escolas possuíam laboratórios de informática, e utilizavam as TIC, foi utilizado o método de pesquisa direta com questionário e entrevista para ser respondido por diretores das Escolas e pelos professores participantes que realmente utilizam as TIC em suas aulas. Primeiramente foi realizado o quantitativo dos aparelhos de computadores e em seguida feito o qualitativo em relação à prática dos professores de Geografia. Esta dissertação apresenta os conceitos e a história das tecnologias; as Tecnologias da Informação existentes nas Escolas Estaduais de Uberlândia, e sua utilização por profissionais do Ensino e as metodologias para trabalhar com as TIC assim como as dificuldades encontradas na aplicação em sala durante as aulas de Geografia.
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Práticas de ensino de geografia com educanda deficiente intelectual no ensino fundamental II da EMEF “Tito dos Santos Neves” - Nova Venécia - ES

Práticas de ensino de geografia com educanda deficiente intelectual no ensino fundamental II da EMEF “Tito dos Santos Neves” - Nova Venécia - ES

Considerando a educação especial, na perspectiva da educação inclusiva e os desafios para efetivá-la no contexto da educação básica, o presente estudo teve como objetivo problematizar as práticas educacionais desenvolvidas com uma educanda deficiente intelectual, na disciplina de geografia, no contexto da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) "Tito dos Santos Neves", da rede municipal de ensino de Nova Venécia-ES. Para tanto, esse estudo, que se beneficiou de elementos da pesquisa-ação colaborativo-crítica, foi realizado em três momentos metodológicos: primeiro, uma revisão bibliográfica sobre o tema da pesquisa foi desenvolvida. Posteriormente, foi realizada uma pesquisa de campo, através da aplicação de questionário, da observação das aulas de geografia, bem como o planejamento e o desenvolvimento de atividades colaborativas, envolvendo a professora de geografia, a professora especialista e o estagiário que atuam com a estudante com deficiência intelectual. Desta forma, o trabalho colaborativo desenvolvido nesta pesquisa proporcionou experiências formativas para os profissionais participantes da pesquisa, ao permitir que estes compartilhassem seus saberes, e ao mesmo tempo permitir que estes repensem as suas práticas pedagógicas a partir da relação estabelecida com outros profissionais e com os próprios estudantes. Por fim, os dados obtidos foram tabulados e interpretados. Desse modo, foi possível refletir sobre os desafios e as possibilidades para efetivação do processo de inclusão educacional dessa estudante. Com o presente estudo foi possível perceber que a educação inclusiva é um processo que requer estudos, observação, planejamento, e principalmente conhecimento teórico sobre as especificidades de cada indivíduo. Também foi constatado a necessidade de uma formação continuada para os profissionais que atuam com alunos com deficiência, para que tenham as competências necessárias para promover uma educação inclusiva. E por fim, observou-se que no presente contexto, a inclusão social já não representa uma barreira para efetivação do processo educacional de alunos com deficiência.
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Geografia escolar e as representações sociais dos estudantes do ensino fundamental II sobre avaliação

Geografia escolar e as representações sociais dos estudantes do ensino fundamental II sobre avaliação

O objetivo da pesquisa foi investigar as representações sociais de estudantes de três turmas de 6° anos e duas turmas de 9° anos de um colégio estadual localizado na cidade de Foz do Iguaçu/PR em 2018. Foram utilizados procedimentos primários - coleta de informações nestas salas de aulas, o professor pesquisador lançou a seguinte pergunta: Como você se sente quando houve a frase: amanhã teremos avaliação de geografia? Os estudantes foram orientados a desenharem e escreverem frases curtas sobre o que sentiam. E procedimentos secundários - foram realizadas leituras em trabalhos acadêmicos sobre a temática avaliação da aprendizagem escolar.
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A importância do trabalho de campo para o ensino da Geografia no fundamental II.

A importância do trabalho de campo para o ensino da Geografia no fundamental II.

O trabalho de campo é um instrumento didático que tem sido amplamente utilizado pelos professores de Geografia do Ensino Fundamental numa intenção de associar teoria e prática, mas tem se percebido os cuidados que vários autores faz acerta de não transformar esses trabalhos em passeios, excursões e até mesmo palestras, fugindo dos moldes de um trabalho de pesquisa propriamente dito, onde os alunos possam ser parte do processo de percepção e análise dos fenômenos que foram propostos para o estudo. Em vista disso é que se propõe analisar a eficácia do trabalho de campo na disciplina de Geografia no Ensino Fundamental II. O objetivo deste trabalho é realizar uma análise a respeito da importância do trabalho de campo no ensino de Geografia na segunda fase do Ensino Fundamental II. Para a realização da pesquisa foi feito um levantamento bibliográfico a partir da leitura e fichamento de textos em livros, artigos, periódicos, revistas eletrônicas, e outros meios que subsidiaram a temática. Como resultado do trabalho percebeu-se o quanto o processo de ensino e aprendizagem se tornam mais dinâmicos e eficientes quando saem da sala de aula e se propõe a um estudo de campo. Concluiu-se, portanto, que os trabalhos de campo, como recurso educacional e atividade destinada a facilitar a aprendizagem, precisam ser planejados de acordo com clara proposta pedagógica. Ao se executar trabalhos de campo, é essencial a análise escalar dos ambientes, pois partindo de um estudo local (possibilitado pelas atividades de campo), ou seja, o focar para a relação local/global.
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Ensino Fundamental II 6º Ano

Ensino Fundamental II 6º Ano

09 cadernos grandes de capa dura, para as disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Inglês, Filosofia, Literatura, Educação Física.. (USO OBRIGATÓRIO).[r]

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A  importância  das  aulas  de  campo  para  o  ensino  de  geografia  no  ensino  fundamental.

A importância das aulas de campo para o ensino de geografia no ensino fundamental.

Essa pesquisa teve como objetivo analisar a percepção de professores e alunos acerca da importância das aulas de campo no ensino de geografia no ensino fundamental II na Escola de Ensino Fundamental Doutor Jarismar Gonçalves Melo, no município de Ipaumirim, Ceará. Trata-se de um estudo de campo, de cunho descritivo e qualitativo, cuja amostra foi formada por 25 alunos de uma turma do 9º ano. A coleta de dados foi realizada a partir da aplicação de questionário junto à professora e aos alunos e a análise de dados foi realizada a partir de abordagem qualitativa, envolvendo discussões com base em posicionamento crítico com relação aos achados. Os resultados demonstraram, do ponto de vista da professora entrevistada, que as aulas de campo são importantes mas dependem de apoio da gestão escolar e da disponibilidade de recursos humanos e materiais, ao passo que do ponto de vista dos alunos as aulas de campo são fundamentais, porém não são realizadas pela professora. O estudo permitiu concluir que, apesar da importância das aulas de campo, muitas dificuldades ainda se interpõem, dificultando a efetivação dessa estratégia em um maior número de turmas.
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Geografia II

Geografia II

A perspectiva sistêmica é um instrumento de ensino e aprendizagem de grande ajuda aos professores do Ensino Fundamental e Médio de Geografia. Na medida em que o papel do professor não é mais de detentor dos conhecimentos, mas de um orientador, um instigador e incentivador da pesquisa e da busca, pelo próprio aluno, da construção do seu espectro de conhecimento. O ensino de que se está falando é algo muito mais complexo e desafiador. Envolve o processo de “fazer” Geografia. É preciso fornecer ao aluno instrumentos que lhe permitam buscar novos saberes, seja na escola ou fora dela, que lhe garantam uma compreensão do mun- do e da sociedade nas quais está inserido. Nesse sentido, o relevo, vegetação, solo, clima, hidrografia, ou qualquer outro componente, mesmo os antrópicos, podem ser considerados na análise geossistêmica desde que haja uma homogeneidade, uma relação recíproca em seu arcabouço (LOPES, 2009).
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A utilização de novas tecnologias no processo de ensino aprendizagem da Geografia no fundamental II nas escolas públicas de Esperança – PB

A utilização de novas tecnologias no processo de ensino aprendizagem da Geografia no fundamental II nas escolas públicas de Esperança – PB

É importante considerar o uso das novas tecnologias no processo educativo, porém existe a necessidade da reflexão sobre a prática, a fim de que não se faça uso de tal tecnologia apenas por modismo. Desconsiderar todos os outros recursos como “tradicionais” em sala de aula (como o quadro, o apontador ou giz, o livro didático), não significa necessariamente melhorar a qualidade do ensino. O grande desafio que se apresenta para os docentes e discentes em mútua relação é estabelecer o ponto de equilíbrio entre o tradicional e o inovador. Mas, podemos afirmar que os modelos de ensino pautados apenas em materiais “superficiais” têm si mostrado insuficientes frente à realidade tecnológica na qual a Educação se insere na atualidade.
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A importância do uso da cartografia no ensino da geografia nas séries do ensino fundamental I e II

A importância do uso da cartografia no ensino da geografia nas séries do ensino fundamental I e II

O conceito de cartografia mais bem aceito é da Associação Cartográfica Internacional (International Cartographic Association – ICA apresentou a definição de Cartografia, em sua publicação Multilingual Dictionary of Technical Terms in Cartography, 1973, como: “A arte, ciência e tecnologia de mapeamento, juntamente com seus estudos como documentos científicos e trabalhos de arte. Apresenta-se como um conjunto de estudos e operações científicas, técnicas e artísticas que, tendo por base os resultados de observações diretas ou da análise de documentação, se voltam para a elaboração de mapas, cartas e outras formas de expressão ou representação de objetos, elementos, fenômenos e ambientes físicos e sócio-econômicos, bem como a sua utilização”. ICA. Multilingual Dictionary of Technical Terms in Cartography. International Cartographic Association, Commission II. Wiesbaden, Franz Steiner Verlag, 1973, 573p.
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Atividades remotas no ensino de ciências no ensino fundamental II

Atividades remotas no ensino de ciências no ensino fundamental II

O potencial das TIC, quando utilizadas no Ensino das Ciências, está relacionado com a reestruturação do currículo e a redefinição das pedagogias de ensino. Estas tecnologias facilitam o acesso a um imenso conjunto de informação e recursos cuja utilização implica o desenvolvimento de capacidades de avaliação, de interpretação e de reflexão crítica (Osborne & Hannessy, 2003). Segundo Murphy (2003) as TIC podem ser integradas no ensino das ciências como uma ferramenta, como uma fonte de referência, como um meio de comunicação e como um meio para exploração. Dessa forma, e segundo Santos (2007) os principais benefícios do uso das TIC no ensino das ciências são que o ensino das ciências pode se tornar mais interessante e relevante para os alunos, uma vez que há mais tempo dedicado à observação, discussão e análise dos conceitos. Para os autores Osborne e Hannessy (2003), a utilização apropriada das TIC tem potencial de transformação na educação em ciência e na aprendizagem do aluno, sendo apenas encontrado em alguns professores que sabem fazer uso da ferramenta. As TIC precisam se enraizar cada vez mais nas estratégias de todos os professores, uma vez que convida o aluno a experimentar outras formas de obtenção de conhecimento.
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A diferença geografia física – geografia humana no ensino fundamental: uma reflexão teórica

A diferença geografia física – geografia humana no ensino fundamental: uma reflexão teórica

Assim, para o positivismo, os estudos devem restringir-se aos aspectos visíveis do real, mensuráveis, palpáveis. Como se os fenômenos se demonstrassem diretamente ao cientista, o qual seria mero observador. Daí a limitação de todos os procedimentos de analise à indução, posto como a única via de qualquer explicação cientifica. Tal postura aparece na Geografia através da desgastada máxima - "A geografia é uma ciência empírica, pautada na observação" - presente em todas as correntes dessa disciplina. Em primeiro lugar, coloca-se algo que é comum a todas as ciências - o referir-se ao real como um elemento de especificidade da Geografia. E mais, numa visão empobrecedora da realidade, reduz-se esta a mero empirismo. A descrição, a enumeração e classificação dos fatos referentes ao espaço são momentos de sua apreensão, mas a Geografia Tradicional se limitou a eles; como se eles cumprissem toda a tarefa de uma trabalho científico" (MORAES, 1999, p. 21-22).
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