Geografia - Estudo e ensino(Superior) - Sobral(CE)

Top PDF Geografia - Estudo e ensino(Superior) - Sobral(CE):

Repositório Institucional UFC: As correntes do pensamentogeográfico e a Geografia ensinada no Ensino Fundamental: objetivos,objeto de estudo e a formação dos conceitos geográficos.

Repositório Institucional UFC: As correntes do pensamentogeográfico e a Geografia ensinada no Ensino Fundamental: objetivos,objeto de estudo e a formação dos conceitos geográficos.

Buscar refletir e analisar abordagens do pensamento geográfico permite a elaboração mais crítica de concepções pertinentes para nortear o trabalho do professor, pois, desde a compreensão das transformações da sociedade no espaço e da maneira como os alunos edificam o aprendizado, o educador se torna mais capacitado para proceder à mediação pedagógica, não apenas no campo da Geografia, mas também nas mais diversas áreas. Assim, exibir características e possibilidades do trabalho com a Geografia no ensino fundamental, problematizando os objetivos, o objeto de estudo e a formação dos conceitos e categorias, faz-se oportuno, na medida em que as informações podem ser disseminadas e (re) pensadas, fomentando um ensino-aprendizagem mais significativo e pertinente.
Mostrar mais

22 Ler mais

ONDE ESTÁ MINHA CIDADE? UM ESTUDO SOBRE O ENSINO DA GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL NO MUNICÍPIO DE IRANDUBA – AM

ONDE ESTÁ MINHA CIDADE? UM ESTUDO SOBRE O ENSINO DA GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL NO MUNICÍPIO DE IRANDUBA – AM

O relato apresenta uma pesquisa realizada no município de Iranduba, Estado do Amazonas, com professores e gestores de escolas de Ensino Fundamental, compreendendo como acontece o en- sino de Geografia na perspectiva do estudo do lugar. O objetivo foi analisar as metodologias de ensino utilizadas pelos professores, o processo de ensino e aprendizagem da Geografia no 3º e 4º ano do Ensino Fundamental, nas escolas municipais de Iranduba e identificar as práticas pedagó- gicas dos professores, nas aulas de Geografia em relação ao conteúdo específico sobre a cidade e o município. Esta pesquisa tem caráter qualitativo, se constitui em uma pesquisa-ação, teve como técnicas de pesquisa: pesquisa bibliográfica; pesquisa documental; aplicação de questionários, entrevistas e observação participante. Como resultado, verificou-se que os professores, na maioria das vezes, não trabalham os conteúdos sobre o município em sua totalidade por não terem acesso a dados atualizados sobre o tema. A falta de acesso aos conteúdos específicos sobre Iranduba, dificulta a compreensão do aluno em relação ao lugar em que vive, à sua cidade, ao seu lugar de vivência. Portanto, é necessário que sejam elaborados livros didáticos adequados à realidade de cada município, de modo a fazer com que o aluno possa ler o mundo em que vive de modo pleno. Palavras-chave: Ensino de Geografia; Lugar; Interdisciplinaridade.
Mostrar mais

17 Ler mais

Januário Língua O NEXO ENTRE CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DE ENSINO DA GEOGRAFIA EM MOÇAMBIQUE: Estudo de caso

Januário Língua O NEXO ENTRE CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DE ENSINO DA GEOGRAFIA EM MOÇAMBIQUE: Estudo de caso

Este questionário é parte integrante do estudo que estamos a realizar, no âmbito do ensino da disciplina de Geografia nas escolas moçambicanas, com particular incidência para os fundamentos teóricos e práticos sobre o ensino da Geogragfia no 2º Ciclo do Ensino Secundário Geral (ESG). Para isso precisamos da vossa colaboração, informando-nos, com toda sinceridade, sobre as formas que actualmente caracterizam o ensino da Geografia, assim como a reflexão individual/grupo decorrente do quotidiano da vossa actividade docente. O questionário é anónimo, portanto não pretendemos saber o nome do(a) professor(a) que respondeu às questões. Interessa-nos sim que as perguntas sejam respondidas com a maior exactidão possível.
Mostrar mais

196 Ler mais

O estudo do lugar no ensino de Geografia: os espaços cotidianos na geografia escolar

O estudo do lugar no ensino de Geografia: os espaços cotidianos na geografia escolar

A Geografia, no estudo e análise de muitos autores, tem sido concebida como um instrumento de/para a construção de cidadania: Vlach (1991), Cavalcanti (2001, 2002), Callai (2005), Damiani (2001), Kaercher (2002), que discutem como o ato de conhecer o espaço pode colaborar para uma visão mais crítica do aluno diante da sociedade em que vive. Nessa perspectiva, o ensino de Geografia, como elemento do currículo escolar, pode contribuir para a formação de sujeitos conscientes de seus papéis no meio sócio-espacial do qual, ao mesmo tempo, são produtores e produtos. Callai afirma: “Consideramos que a leitura do mundo é fundamental para que todos nós, que vivemos em sociedade, possamos exercitar a cidadania” (2005, p. 228). O ato de conhecer transforma o aluno, o cidadão, contribuindo para que ele assuma novas posturas, exercitando a crítica diante dos fatos que lhe são impostos pela sociedade. A sala de aula pode e deve ser um local para o exercício da crítica, da criatividade da provocação.
Mostrar mais

159 Ler mais

Tecnologias computacionais e ensino de geografia: aplicação do Simcity como ferramenta para estudo e planejamento do uso e ocupação do solo em uma cidade / TECHNOLOGY BY COMPUTER AND TEACHING OF GEOGRAPHY:  APPLICATION OF SIMCITY AS A TOOL FOR STUDYING AN

Tecnologias computacionais e ensino de geografia: aplicação do Simcity como ferramenta para estudo e planejamento do uso e ocupação do solo em uma cidade / TECHNOLOGY BY COMPUTER AND TEACHING OF GEOGRAPHY: APPLICATION OF SIMCITY AS A TOOL FOR STUDYING AND PLANNING THE USE AND OCCUPATION OF LAND IN A CITY

É bastante visível a grande inserção das tecnologias computacionais em diversos setores da sociedade contemporânea, porém, ainda são muitas as parcelas da sociedade que não têm acesso aos reais benefícios de tais tecnologias. No caso específico da Geografia, destaca-se o ambiente urbano fortemente materializado nas cidades, sendo estas o principal lócus do homem contemporâneo. Nesse contexto, observam-se atualmente, principalmente no Brasil, diversos exemplos que vão desde planejamentos urbanos bem sucedidos até cidades que enfrentam diariamente sérias dificuldades em função da falta de planejamento. Sendo assim, esse trabalho busca, através do uso do software Simcity, identificar ferramentas metodológicas de ensino inserido no contexto da geografia urbana, destacando assim a grande necessidade de considerar o estudo e planejamento do uso e ocupação do solo em uma cidade. Com relação à funcionalidade propriamente dita, espera-se contribuir para uma sensibilização urbana já no ensino básico, através do contato com as várias problemáticas de uma cidade, exigindo, portanto, a idéia de planejamento como contribuição para a qualidade de vida nas cidades.
Mostrar mais

12 Ler mais

O ensino de história e geografia nos anos iniciais numa rede municipal de ensino: um estudo de caso

O ensino de história e geografia nos anos iniciais numa rede municipal de ensino: um estudo de caso

A presente pesquisa teve por objetivo identificar concepções que professores e alunos dos anos iniciais têm em relação às disciplinas de História e Geografia. O local escolhido para a pesquisa foi uma escola municipal na cidade de Lençóis Paulista, no interior de São Paulo. O tema do trabalho foi escolhido após observar uma minimização do ensino dos conteúdos das disciplinas supracitadas em detrimento dos conteúdos matemáticos e de língua materna. Além disso, existiam as dificuldades advindas da padronização do ensino, já que a referida rede de ensino utilizava material apostilado. O levantamento de dados, acompanhado da revisão bibliográfica, foi realizado junto a alunos e professores dos anos iniciais os quais participaram de uma entrevista semiestruturada. Autores como Callai (1999 e 2005), Cavalcanti (2005 e 1998) e Burke (1992) embasam teoricamente a pesquisa. Eles têm em comum uma nova concepção de ensino que valoriza os pequenos feitos que resultam nos grandes acontecimentos. O aluno, nessa perspectiva, assume importante papel como sujeito de transformação social. A pesquisa favoreceu tanto a análise das concepções dos professores e alunos, auxiliando na reflexão sobre práticas de ensino, como também levou a refletir sobre a formação de professores. A pesquisa apontou que o tipo de material utilizado e a prática adotada na escola podem prejudicar o acesso dos alunos à linguagem da natureza e da sociedade.
Mostrar mais

76 Ler mais

O contributo das ideias prévias dos alunos no desenvolvimento da aprendizagem conceptual em História e em Geografia : um estudo com alunos do 3º ciclo do ensino básico

O contributo das ideias prévias dos alunos no desenvolvimento da aprendizagem conceptual em História e em Geografia : um estudo com alunos do 3º ciclo do ensino básico

No QMFH, a maioria dos alunos (n=21) voltou a referir a “Revolução do 25 de Abril” como sendo do seu conhecimento. Relembramos que, aquando da implementação do QMFH, estávamos a escassos dias de comemorar, na escola, a Revolução do 25 de Abril daí a amplitude de respostas. Em várias situações de aula debatemos o conceito polissémico de Revolução na tentativa de que os alunos não o confundam com outros como Manifestação ou Revolta já que quando trabalhamos o conceito de Revolução Industrial exploramos as suas múltiplas dimensões, não somente no plano político e social mas também nas suas abordagens económicas, técnicas, culturais ou outras. É difícil conduzir os alunos na compreensão de conceitos quando toda a sua vivência é marcada, em tempos de inúmeras manifestações contra a austeridade, por outros que podem, com esses, colidir. Clarificamos, por isso, o que os alunos já sabiam, para explorar conceitos como a Revolução Agrícola ou Revolução Industrial já que, nos conteúdos lecionados, interessava atentar a outras dimensões de uma Revolução. Curiosamente, os alunos referenciaram conceitos como a “Revolução Francesa” e a “Revolução Liberal” que seriam lecionados nas aulas que se seguiriam à nossa Intervenção Pedagógica mas que foram já objeto de estudo no 2º ciclo de estudos do ensino básico. Mesmo perante reflexões em grande grupo que clarificassem a compreensão do conceito de Revolução, pontualmente os alunos (n=1) aludem enquanto Revolução conceitos como “Revolução do Manuelinho” numa nítida confusão com Revolta, ou “Revolução contra o FMI” e “Revolução contra o desemprego” numa clara confusão com o conceito de Manifestação ou mesmo a referência a “I Guerra Mundial” e “II Guerra Mundial” numa associação inadequada a Conflito Mundial.
Mostrar mais

160 Ler mais

Olhar o ensino da História e da Geografia : um estudo de caso

Olhar o ensino da História e da Geografia : um estudo de caso

Foi nesta linha de pensamento que se desenvolveu o Projecto de Intervenção Pedagógica sobre o qual se elaborou o presente Relatório. O Projecto teve como principal finalidade promover a consciencialização dos alunos sobre a utilidade da Educação História e da Educação Geográfica. Foi implementado numa turma do 9.º ano de escolaridade da EB 2/3 de André Soares em Braga, composta por 19 alunos com idades compreendidas entre os 14 e os 16 anos. O Projecto desenvolveu- se em três fases, inspirado na proposta construtivista. A primeira fase consistiu na aplicação de um questionário para o levantamento das ideias prévias dos alunos. A segunda parte teve como ponto de partida alguns dos dados recolhidos do primeiro questionário, e consistiu na implementação de estratégias e instrumentos que promovessem a consciencialização dos alunos sobre a utilidade do estudo das disciplinas leccionadas. A terceira fase consistiu na aplicação de um questionário e correspondente análise de dados, que visou perceber a evolução das ideias expressas no questionário inicial, ou seja, indagar o impacto das estratégias e recursos adoptados na segunda fase.
Mostrar mais

123 Ler mais

O contexto espacial e o currículo de geografia no ensino médio: um estudo em Ilhabela...

O contexto espacial e o currículo de geografia no ensino médio: um estudo em Ilhabela...

Eu acho que é tudo isso, eu acho que aluno do Ensino Médio quando ele chega ao terceiro ano ele tem que estar consciente, preparado. Não preparado, porque nós não qualificamos ninguém, mas eles têm que ter em mente aquilo que ele... algo pro futuro dele, então a função do Ensino Médio eu acho que é tornar o aluno crítico e.. pra que eles possam se preparar para o trabalho porque a escola pública, ela assim prepara o aluno enquanto um ser crítico, mas ela não prepara ele para aquele trabalho que ele possivelmente vai fazer né... Através do Ensino Médio ele vai ter a consciência do que fazer, do que buscar, fazer um curso técnico, fazer uma faculdade e muitos deles é... assim... eles tem ali no Ensino Médio já uma base do que eles querem pra vida deles. Nessa cidade, eles têm muito pouca perspectiva, como eu já falei pra você. Acho que de 100 alunos daqui que se formam, nessa escola, é... 10 vão buscar um ensino superior. Tá, então é difícil porque eles não tem campo de trabalho, a locomoção é difícil né...pra eles...o acesso à escola, à escola pública né... federal, é difícil né...muito difícil até mesmo pra particular, eles não tem muito acesso, não é só a falta de "verdinho".... o acesso, o trânsito... Depois do EM que eles vão começar a pensar numa forma de juntar dinheiro, de fazer... de ter perspectiva do que eles querem fazer. Eu, eu, eu....a gente, fazendo uma pesquisa em sala de aula, é lógico que há um incentivo, eu incentivo muito eles, falo pra eles que a mão-de-obra nessa cidade chega de fora, porque aqui não existe mão-de-obra qualificada, então eles têm que se qualificar pra estar trabalhando, tem muito emprego aqui pra mão-de-obra qualificada, mas assim, os nossos alunos são grande parte filhos de pessoas que trabalham em temporada, são pessoas que têm os pais que têm condições de ter pousadas ou hotéis. Então, as perspectivas dele maior é em hotelaria, em turismo tá....Então, mão-de-obra, profissionais para a educação, muito raro aqui, muito pouco.
Mostrar mais

219 Ler mais

O ESTUDO DA CARNAÚBA NO ENSINO DE GEOGRAFIA NO MUNICÍPIO DE COREAÚ (CE)

O ESTUDO DA CARNAÚBA NO ENSINO DE GEOGRAFIA NO MUNICÍPIO DE COREAÚ (CE)

Finalmente, ao perguntar por que da carnaúba permanece sempre verde, os três (das tur- mas “A”, “B” e “C”) associaram à profundidade das raízes, com isso a mesma absorve mais água do subsolo, e pelo fato de as folhas possuírem uma espécie de cera, que com isso bloqueia a eva- poração. Nos relatos dos professores das turmas “B” e “C”, ficou explícita a abordagem pautada no ensino tradicional, pois os mesmos em nenhum momento fizeram interação entre o natural e o social. Isso deixa claras as dificuldades e a falta de conhecimento de um professor que leciona em áreas não específicas.
Mostrar mais

10 Ler mais

ENTENDENDO O PASSADO DO ENSINO DE GEOGRAFIA NA REDE PÚBLICA DE MT ATRAVÉS DA HISTÓRIA DE VIDA DOS PROFESSORES APOSENTADOS: uma alternativa para pensar o futuro

ENTENDENDO O PASSADO DO ENSINO DE GEOGRAFIA NA REDE PÚBLICA DE MT ATRAVÉS DA HISTÓRIA DE VIDA DOS PROFESSORES APOSENTADOS: uma alternativa para pensar o futuro

Acreditamos, portanto, que este estudo possibilitará não só ao CEFAPRO de Rondonópolis, mas a todos os outros, pensarem políticas públicas que possibilitara o desenvolvimento da melhoria da qualidade do ensino e de maneira especial o ensino de Geografia, onde os estudantes passem de memorizadores de nomes de acidentes geográficos e locais com suas respectivas capitais para a leitura e interpretação do espaço e sua correlação com a vida cotidiana de cada um deles e de sua família, e assim interferir na produção desse espaço na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Mostrar mais

11 Ler mais

O ensino de Geografia como

O ensino de Geografia como

Abreu (2000), em um importante artigo em que discute os fundamen- tos de “uma Geografia do Passado” com o objetivo de defender a Geografia Histórica enquanto um campo de investigação, afirmava que existe uma “ver- dadeira ditadura do presente” que reduz todo e qualquer estudo geográfico ao acondicionamento do fenômeno espacial ao presente atual. Ora, a que nos serve recuperar esse estudo de Geografia Histórica para refletir a Geografia Es- colar? Primeiro, que não é uma exclusividade da Geografia estudar a realidade ou o presente. Até porque, no campo pedagógico, de Dewey aos educadores contemporâneos, todos afirmam que qualquer conhecimento escolar para ser apropriado significativamente pelos estudantes precisa estar fortemente relacio- nado ao cotidiano, ao vivido, ao presente, ou ainda, à realidade deles. Segundo, e ainda pior para a Geografia Escolar, a demarcação, a apropriação e a simplifica- ção do presente ou da realidade como sendo o próprio objeto geográfico pode reduzir o estudo dos fenômenos espaciais realizados nas escolas a apresentação de “atualidades”, quase que transformando a disciplina em uma “geografia jor- nalística”, ou ainda em um espaçotempo escolar de “contextualizações” para ou- tras disciplinas, ou que reduza o interesse dos alunos a obterem bons resultados nas avaliações de macro escala em virtude de situarem contextualmente os itens a serem respondidos, a exemplo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) e vestibulares.
Mostrar mais

22 Ler mais

CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE GEOGRAFIA Geografia no ensino fundamental

CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE GEOGRAFIA Geografia no ensino fundamental

A categoria de espaço geográfico, como objeto de estudo dos geógrafos, deve ter um tratamento didático que possibilite a interação dos alunos. Por um lado, a compreensão do espaço geográfico será trabalhada sempre que se estudar a paisagem, o território e o lugar; por outro, a questão da representação espacial, no contexto dos estudos, é um caminho importante para compreender a espacialidade dos fenômenos (ampliando a noção de espaço), para entender a função social da linguagem cartográfica, bem como os processos histórico-sociais de sua construção. Sendo assim, o professor deve abordar, simultaneamente, dois eixos: a leitura e a produção da linguagem cartográfica. A compreensão desse sistema de representação ocorre quando há sucessivas aproximações dos dois eixos, não sendo o primeiro condição para o segundo, isto é, para se fazer mapas não é necessário que se aprenda a lê-los antes. Sem dúvida, essa é uma linguagem complexa que envolve diferentes aspectos e não é possível aos alunos dar conta de todos, principalmente nos primeiros ciclos, quando ainda têm muita dificuldade em definir outros referenciais espaciais que não estejam vinculados a si mesmos. Isso quer dizer que muitas vezes farão mapas que não respeitam um sistema único de projeções (vertical ou oblíqua), não mantêm a proporcionalidade, não sistematizam símbolos, etc. Assim, cabe ao professor criar diferentes situ- ações nas quais os alunos tenham de priorizar um ou outro aspecto, tanto na produção quanto na leitura, para que, gradualmente, consigam coordená-los, apropriando-se tanto das convenções como do funcionamento dessa linguagem.
Mostrar mais

40 Ler mais

CONHECENDO A GEOGRAFIA DO BAIRRO EM SALA DE AULA: ESTRATÉGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM APLICADA EM UMA ESCOLA DA ZONA LESTE DE MANAUS

CONHECENDO A GEOGRAFIA DO BAIRRO EM SALA DE AULA: ESTRATÉGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM APLICADA EM UMA ESCOLA DA ZONA LESTE DE MANAUS

O estudo geográfico precisa ser ministrado de forma ajustada, de maneira que reproduza os conhecimentos construídos pela cultura, com possibilidades de construção e reconstrução daquele conteúdo, evidenciando aos alunos e professores que a transformação da sociedade é dinâmica. Segundo Fialho (2008) é necessário valorizar o cotidiano e as relações humanas com o lugar, objetivando a formulação de fundamentos a partir dos saberes cotidianos até alcançar a compreensão das relações humanas e organizações espaciais. Nessa perspectiva Callai (2010), argumenta o seguinte:
Mostrar mais

9 Ler mais

AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE O CONCEITO E A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA

AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE O CONCEITO E A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA

O presente estudo é resultado das discussões acerca do conceito e da importância do ensino de Geografia na disciplina de Conteúdo e Metodologia do Ensino de Geografia, ministrada no 6º Período do Curso de Pedagogia do Centro Universitário de Patos de Minas em 2008. Este trabalho busca contribuir com algumas reflexões sobre o ensino de Geografia a partir do seu conceito como disciplina comprometida em tornar o mundo compreensível, explicável e passível de transformações pelas sociedades que nele vivem. Para efetivar a pesquisa utilizamos a metodologia das representações sociais. A análise dos dados foi organizada em categorias, considerando a Geografia Tradicional e Crítica. Verificamos que a maioria das alunas tem uma representação social do ensino de Geografia como uma disciplina destinada a fornecer informações soltas sobre as partes do mundo. Esse “ensino de Geografia” se sustenta nos pressupostos teórico- metodológicos da Geografia Tradicional, com bases filosóficas no Positivismo. Defendemos que os docentes que ministram as metodologias de ensino nos cursos de formação de professores com habilitação para atuar nas séries iniciais do ensino fundamental, tenham formação específica na área do conteúdo em que ministra. Concluímos afirmando que o ensino de Geografia deve permitir a decodificação da realidade sob o olhar espacial e que nas séries iniciais é, por excelência, uma disciplina que, junto com as demais da área de ciências humanas, favorece o processo de alfabetização da criança ao aprender a ler e escrever a partir do mundo e da vida.
Mostrar mais

10 Ler mais

As avaliações externas e o ensino de geografia nas séries iniciais do ensino fundamental em Manaus

As avaliações externas e o ensino de geografia nas séries iniciais do ensino fundamental em Manaus

O presente trabalho tem como objetivo abordar o ensino de Geografia no Ensino Fundamental, propondo uma reflexão sobre as avaliações externas aplicadas pelo MEC e a estratégia interdisciplinar de ensino como caminho para a compreensão do espaço geográfico por meio da articulação dos saberes essenciais para o aprendizado da criança. No texto, apresenta-se uma reflexão sobre a metodologia de ensino da Geografia nas séries iniciais e sua importância nesta fase. Com base em observações feitas em uma escola pública do Ensino Fundamental de Manaus, foi possível perceber que o ensino contemporâneo da Geografia ainda possui um caráter tradicional, não desperta o interesse das crianças com relação ao objeto de estudo, mantendo-os afastados da construção e reconstrução de novos conhecimentos. Neste trabalho busca-se apresentar uma Geografia que trabalhe a realidade da criança, na busca de uma melhor compreensão do espaço geográfico.
Mostrar mais

12 Ler mais

Os conhecimentos docentes e a abordagem do relevo e suas dinâmicas nos anos finais do Ensino Fundamental

Os conhecimentos docentes e a abordagem do relevo e suas dinâmicas nos anos finais do Ensino Fundamental

Interpreta-se que tais objetivos explicitem como finalidade para o segmento do Ensino Fundamental o desenvolvimento de uma compreensão do espacial, derivada de um processo crítico, mediado pelo conhecimento de aspectos socioculturais e ambientais. Considera-se que a relevância do conhecimento esteja mais demarcada nesse nível de ensino, do que no nível antecedente, embora atrelada à função socializadora pertinente aos processos educativos. Tal percepção foi reforçada durante o mestrado, quando se entrevistou docentes que atuam nesse nível de ensino, na Rede Municipal de Belo Horizonte, e os mesmos afirmaram “[...] é que nesses anos de estudo a gente (professores) pode trabalhar o conteúdo e fazer o aluno pensar na vida dele” (depoimento oral concedido à pesquisadora, em 2002). Infere-se, que para o segundo segmento do Ensino Fundamental, pretende-se a conciliação entre a aprendizagem de conteúdos, conceitos, habilidades, com vistas a favorecer ao aluno a reflexão sobre a própria vivência e dos demais sujeitos sociais. Assim, os docentes dessa fase escolar foram eleitos como os sujeitos que comporiam a amostra de pesquisa. Afinal, pressupõe-se que tais professores compreendam que compete a esse segmento escolar favorecer aos educandos, a partir dos conhecimentos da Geografia, a percepção de que é possível reinventar, recriar, reorganizar situações cotidianas.
Mostrar mais

151 Ler mais

Open Os exercicios nos livros didáticos de geografia no Brasil: Mudanças e permanêncis

Open Os exercicios nos livros didáticos de geografia no Brasil: Mudanças e permanêncis

A presente dissertação analisa o surgimento e as transformações dos exercícios nos livros didáticos de Geografia publicados no Brasil. A pesquisa analisou as mudanças e permanências no ensino da Geografia escolar a partir dos exercícios que compõem os livros didáticos do Ensino Secundário dessa disciplina no período entre 1880 até a década de 1930. A primeira data corresponde ao período de crença no progresso da sociedade brasileira, expresso numa ruptura metodológica e epistemológica no campo do ensino, que, antecede a Proclamação da República no Brasil, a partir das reformas pedagógicas que propunham renovações dos métodos, por um saber mais prático, que se apoiava nos elementos pedagógicos ofertados pela execução dos exercícios e a última a organização de um novo projeto educacional, marcado pela institucionalização de uma orientação francesa na Geografia escolar, em que Carlos Miguel Delgado de Carvalho e Raja Gabaglia propõem mudanças que rompem com a abordagem metodológica tradicional da época. O estudo tomou por base os exercícios presentes nos livros didáticos destinados ao Ensino Secundário a partir da análise das obras: Methodologia do ensino geográfico, de Delgado de Carvalho (1925) e Práticas de Geographia, de Raja Gabaglia, publicado na década de 20 do século XX. Procuramos compreender a influência de determinados saberes metodológicos no processo de inserção dos exercícios nesses manuais, bem como a forma como os exercícios expressam tais saberes nos livros didáticos da época. Nessa perspectiva, o estudo pauta-se em uma reflexão histórica sobre as metodologias aplicadas ao ensino da Geografia escolar e, busca compreender o papel do livro didático para a disciplina. Em nossas análises buscamos entender quais as intenções e os interesses pedagógicos que estavam refletidos na elaboração dos exercícios. Para fazer essa discussão, partimos de alguns questionamentos e indagações: Para que grupos os exercícios foram pensados? Por que os livros trazem exercícios? Qual sua relação com os ideais da Escola Nova? E, por que esse novo método passa a ser recomendado aos livros didáticos? Assim o presente trabalho traz uma discussão das abordagens dada aos exercícios nos livros didáticos de Geografia no Ensino Secundário, buscando entender suas finalidades e objetivos de aprendizagem e, também como esses se configuram como estratégias importantes para entendermos a noção de Geografia escolar e sua relação com os discursos políticos, econômicos, culturais, entre outros, difundidos no período estudado.
Mostrar mais

147 Ler mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO UTILIZADOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PARANÁ

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO UTILIZADOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PARANÁ

O livro “Geografia” – Ensino Médio – volume único (SEED/PR) também conhecido como livro didático público (LDP), foi construído por professores da Rede Estadual de Ensino do Estado do Paraná, cuja ideia principal era produzir materiais educacionais que fossem fruto e ao mesmo tempo incentivo de colaboração para trocas de conhecimentos e experiências entre os diversos segmentos da sociedade. O LDP está pautado nas Diretrizes Curriculares para a Educação Básica - Geografia, na qual a proposta de trabalho de todos os conteúdos geográficos se daria através da abordagem de quatro conteúdos estruturantes, os quais são entendidos como conhecimentos de grande amplitude, considerados fundamentais para o entendimento do objeto de estudo da disciplina, no caso da Geografia, o espaço geográfico (PARANÁ, 2008). Sendo quatro os conteúdos estruturantes de Geografia: dimensão econômica do espaço geográfico, dimensão política do espaço geográfico, dimensão cultural e demográfica do espaço geográfico e dimensão socioambiental do espaço geográfico. Deste modo, o livro está estruturado dentro destes conteúdos, contendo aproximadamente quatro capítulos para cada conteúdo.
Mostrar mais

13 Ler mais

UNIVERSIDADE FERDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

UNIVERSIDADE FERDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

Neste caso, será apresentado o conceito de paisagem no ensino de geografia para alunos com deficiência visual, através de atividades sensoriais com propostas para uma metodologia que aguce os sentidos e que apresentem a paisagem como uma composição de fatores humanos e naturais. Como cita Claval (2001, p.62) “o objetivo da Geografia atual é compreender a maneira como as pessoas vivem sobre a Terra [...], dão sentido e tentam modificar as realidades nas quais vivem”. A paisagem é uma leitura do espaço e, através de diferentes metodologias, se irá favorecer a esse aluno a compreensão da realidade que o cerca. A ciência geográfica apresenta, de acordo com as diferentes correntes 16 , categorias consideradas essenciais para a compreensão do seu estudo. As principais categorias geográficas são paisagem, lugar, território, região e espaço. A paisagem é, portanto, considerada um conceito-chave da Geografia. Nesse sentido, pensa Castro:
Mostrar mais

175 Ler mais

Show all 10000 documents...