Gestão coletiva de bens comuns

Top PDF Gestão coletiva de bens comuns:

Gestão coletiva de bens comuns no extrativismo da mangaba no nordeste do Brasil.

Gestão coletiva de bens comuns no extrativismo da mangaba no nordeste do Brasil.

Tendo em conta esse debate, definimos gestão coletiva de bens comuns como o resultado de um processo de interação de indivíduos ou grupos para uso desses mesmos bens. O arranjo institucional existente para este fim pode ser, por um lado, composto por um conjunto de regras e valores consuetudinários, cujo acatamento é garantido através da “lei do respeito”, sem necessariamente passar por um acordo negociado. Por outro, considera, também, a gestão com procedimentos mais formais, como associação, assembléia, negociação, decisão, acordo, regras, monitoramento, sanções, assim como leis, governos e conselhos. Muitos desses elementos são característicos de uma sociedade letrada. Esse segundo caso refere-se a situações, nas quais os envolvidos não podem ser considerados um ator no sentido de Feeny et al. (2001) por causa do envolvimento de uma multiplicidade de atores com interesses diferentes, como descrito anteriormente, nos exemplos do lençol freático gigantesco na Alsácia, da pesca e da construção de represas de grande porte.
Mostrar mais

21 Ler mais

Gestão coletiva dos bens comuns na experiência dos bancos comunitários de desenvolvimento: o caso de Matarandiba

Gestão coletiva dos bens comuns na experiência dos bancos comunitários de desenvolvimento: o caso de Matarandiba

sistemas de finanças solidárias auto-organizados com base em Bancos Comunitários de Desenvolvimento (BCDs). Busca-se demonstrar sob quais condições um BCD é capaz de promover o acesso a serviços financeiros e bancários para uma população que vive em condições de pobreza. Trata-se de uma prática que tem por finalidade o suporte às economias de territórios empobrecidos, na tentativa de apoiar iniciativas individuais e coletivas, além do consumo local. Tal prática utiliza-se de uma série de instrumentos financeiros e não-financeiros para gerar renda no território, entre eles, microcrédito solidário, moeda social circulante local, educação financeira, correspondência bancária, apoio à comercialização, além de outros serviços financeiros e bancários como microsseguros. Para o alcance desse objetivo, buscou-se realizar um levantamento da literatura existente acerca do tema, procedendo um exercício teórico com base no paradigma paraeconômico de Ramos (1989) e na gestão coletiva dos bens comuns de Ostrom (2000). Em seguida, realizou-se um estudo exploratório do caso do BCD Ilhamar, situado na comunidade de Matarandiba, em Vera Cruz/BA. O intuito não é apresentar resultados conclusivos, porém, ampliar o entendimento sobre o tema e apontar suas possibilidades e desafios. Os resultados encontrados sugerem que o BCD Ilhamar contribui para a superação do acesso precário a serviços financeiros e bancários, bem como evidenciam que comunidades vivendo nessas condições podem se auto-organizar e criar iniciativas de cooperação, atuando por longos períodos, realizando a gestão dos recursos e solucionando problemas de acesso aos serviços financeiros.
Mostrar mais

179 Ler mais

Gestão coletiva dos bens comuns na experiência dos Bancos Comunitários de Desenvolvimento: o caso de Matarandiba

Gestão coletiva dos bens comuns na experiência dos Bancos Comunitários de Desenvolvimento: o caso de Matarandiba

sistemas de finanças solidárias auto-organizados com base em Bancos Comunitários de Desenvolvimento (BCDs). Busca-se demonstrar sob quais condições um BCD é capaz de promover o acesso a serviços financeiros e bancários para uma população que vive em condições de pobreza. Trata-se de uma prática que tem por finalidade o suporte às economias de territórios empobrecidos, na tentativa de apoiar iniciativas individuais e coletivas, além do consumo local. Tal prática utiliza-se de uma série de instrumentos financeiros e não-financeiros para gerar renda no território, entre eles, microcrédito solidário, moeda social circulante local, educação financeira, correspondência bancária, apoio à comercialização, além de outros serviços financeiros e bancários como microsseguros. Para o alcance desse objetivo, buscou-se realizar um levantamento da literatura existente acerca do tema, procedendo um exercício teórico com base no paradigma paraeconômico de Ramos (1989) e na gestão coletiva dos bens comuns de Ostrom (2000). Em seguida, realizou-se um estudo exploratório do caso do BCD Ilhamar, situado na comunidade de Matarandiba, em Vera Cruz/BA. O intuito não é apresentar resultados conclusivos, porém, ampliar o entendimento sobre o tema e apontar suas possibilidades e desafios. Os resultados encontrados sugerem que o BCD Ilhamar contribui para a superação do acesso precário a serviços financeiros e bancários, bem como evidenciam que comunidades vivendo nessas condições podem se auto-organizar e criar iniciativas de cooperação, atuando por longos períodos, realizando a gestão dos recursos e solucionando problemas de acesso aos serviços financeiros.
Mostrar mais

180 Ler mais

DISSERTAÇÃO_Gestão coletiva de bens comuns possibilidades para o parque nacional da serra da canastra – MG

DISSERTAÇÃO_Gestão coletiva de bens comuns possibilidades para o parque nacional da serra da canastra – MG

Nesta dissertação, investiga-se a partir da ótica dos atores envolvidos o entendimento que os mesmos têm sobre as regras para a gestão do Parque Nacional da Serra da Canastra. Nesse sentido, a pergunta da pesquisa foi: Quais as possibilidades e alternativas para a efetivação de uma gestão coletiva e cooperativa no Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais? O objetivo geral foi analisar as possibilidades e alternativas para a efetivação de uma gestão coletiva e cooperativa no Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais. Especificamente, pretendeu-se: a) Identificar os atores envolvidos na gestão do Parque Nacional da Serra da Canastra; b) Descrever os conflitos existentes e os arranjos institucionais que envolvem a gestão do Parque Nacional da Serra da Canastra; c) Analisar os princípios de gestão coletiva presentes e ausentes na gestão do Parque Nacional da Serra da Canastra; e d) Apresentar alternativas para a gestão coletiva para o Parque Nacional da Serra da Canastra. Discutimos a gestão coletiva de bens comuns que assume importância sobretudo quando se trata de analisar bens naturais. Diversos autores têm se dedicado ao estudo desse tema, todavia, o norte teórico do estudo foram os trabalhos de Elinor Ostrom. A metodologia de pesquisa é de natureza qualitativa e descritiva. O PNSC abrange seis municípios do estado de Minas Gerais: Capitólio, Delfinópolis, Sacramento, São João Batista do Glória, São Roque de Minas e Vargem Bonita e sua administração tem sede no município de São Roque de Minas. Os dados foram coletados por meio de entrevistas, pesquisa documental e observação. Os resultados foram analisados por meio das categorias teóricas de Ostrom (1990), a saber: fronteiras bem definidas; coerência entre as regras de apropriação e provisão com as condições locais; arranjos de decisão coletiva; monitoramento de usuários e recursos; sanções graduais; mecanismos de resolução de conflitos; reconhecimento mínimo de direitos de organização; e alinhamento e articulação intersetorial na gestão. Em todas as categorias teóricas encontrou-se limitações para uma gestão coletiva dos recursos comuns, no entanto, observou-se que a gestão atual do PNSC tem buscado uma aproximação com os diferentes atores e proporcionado uma ampliação nas possibilidades de uma gestão coletiva. Sabe-se que gerir é um processo e o objetivo de instaurar uma gestão coletiva é um processo pedagógico que requer a conscientização dos envolvidos por ser essa uma gestão própria e específica por se tratar de gerir um bem comum cuja propriedade é também comum. Nesse sentido entende- se que há elementos que podem ser modificados para uma gestão mais cooperativa.
Mostrar mais

106 Ler mais

Gestão de bens comuns e inovação social : o caso do Banco Comunitário dos Cocais

Gestão de bens comuns e inovação social : o caso do Banco Comunitário dos Cocais

Em 2005, ao assumir a prefeitura de São João do Arraial, o Sr. Francisco Lima iniciou um processo de discussão coletiva com a população sobre os problemas econômicos e sociais enfrentados pelo município, buscando encontrar soluções conjuntas para esse problema - principalmente com o intuito de diminuir a dependência da população em relação à prefeitura - a partir do fortalecimento da economia local e o fomento ao empreendedorismo. Nessa época, a única forma de acesso à cidade era através de estradas de terra batida, o que limitava a locomoção da população para o restante do estado, como também impedia a oferta de serviços por parte dos prestadores devido à dificuldade de acesso e a pouca circulação de recursos financeiros no município. São João do Arraial não possuía agência bancária pertencente ao sistema financeiro convencional, como até hoje, 20 anos após sua fundação, ainda não possui. O pagamento dos funcionários da prefeitura era feito em espécie, tendo o dinheiro que ser sacado em outro município e trazido para cidade, o que atraía os assaltantes para a região, gerando medo na população que passava a sofrer com os constantes assaltos.
Mostrar mais

162 Ler mais

Participação democrática na gestão dos bens naturais comuns e populações nativas no Litoral Sul do Paraná.

Participação democrática na gestão dos bens naturais comuns e populações nativas no Litoral Sul do Paraná.

A governança dos bens naturais comuns na baía de Guaratuba transita por uma gestão onde há desde uma escolha individual, passando por um conjunto de regras e valo- res consuetudinários, que surgem dos costumes e práticas tradicionais de uma população nativa, cujo acatamento é garantido através do respeito, sem necessariamente passar por um acordo negociado; e também por um arranjo institucional, com procedimentos mais formais, como: associação, assembleia, negociação, decisão, acordos, regras, conselhos, governos, leis. Apesar de existirem esses distintos processos eles estão pouco integrados. A gestão é coletiva, mas as instâncias mais oficiais interagem pouco com as outras esferas e vice-versa. A gestão baseada na unidade familiar e no imaginário de território é parcial ou totalmente invisível às instâncias de governança mais formais. As instâncias oficiais (sejam os conselhos gestores ou as associações formalizadas) parecem não ser legítimas para a população nativa.
Mostrar mais

22 Ler mais

Plano de coleta seletiva solidária dos resíduos recicláveis no campus da universidade federal de santa catarina: um exercício de governança de bens comuns

Plano de coleta seletiva solidária dos resíduos recicláveis no campus da universidade federal de santa catarina: um exercício de governança de bens comuns

O presente trabalho aplica a governança de bens comuns na elaboração coletiva de recursos de planejamento para a coleta seletiva solidária (CSS) dos resíduos sólidos do campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), como instrumento de orientação aos gestores públicos para a promoção da coleta seletiva. Instituída pelo Decreto Federal nº 5.940/2006, a coleta seletiva solidária busca contribuir para melhores condições ambientais e de inclusão social dos catadores de materiais recicláveis. Assim, o objetivo geral deste trabalho é elaborar recursos de planejamento para a coleta seletiva solidária na UFSC a partir de modelo de governança de bens comuns. Para a consecução deste objetivo, os seguintes procedimentos metodológicos foram utilizados: a) diagnóstico estratégico; b) aplicação do modelo de governança GATS na construção do Plano de Coleta Seletiva Solidária (PCSS) da UFSC; e c) pesquisa de opinião dos envolvidos na elaboração do plano, com coleta de amostragem intencional dirigida. Como resultados, foram produzidos: banco de experiências sobre CSS em IFES; matriz de planejamento estratégico para a implantação da CSS na UFSC; e avaliação e síntese das potencialidades da aplicação do modelo de governança GATS na elaboração do PCSS da UFSC. O trabalho tem a expectativa de servir como uma contribuição prática ao planejamento e avanço da gestão de resíduos sólidos recicláveis na UFSC e em IFES, para conformidade com a política nacional de resíduos sólidos e do Decreto nº 5940/2006, considerando o contexto da coleta seletiva solidária e da valorização dos resíduos sólidos como um bem comum.
Mostrar mais

157 Ler mais

A Teoria dos Bens Comuns e a Teoria da Emancipação como Instrumento de Construção de um Estado Democrático Socioambiental e a Responsabilidade Jurídica na Espanha e Brasil

A Teoria dos Bens Comuns e a Teoria da Emancipação como Instrumento de Construção de um Estado Democrático Socioambiental e a Responsabilidade Jurídica na Espanha e Brasil

Esta dupla limitação sugerida acima, com relação ao Estado e à ordem global, in- ternacional, são exemplos de como o avanço corporativo deve ser limitado sob pena de privação dos bens comuns. Por exemplo, empresas multinacionais compram nascentes de água para que possam lucrar na sua escassez com o argumento de que estão a fazer um bem social de proteção coletiva quando, em verdade, buscam egoisticamente o lucro e olvidam de qualquer zelo com a Teoria da Solidariedade Intergeracional que, como se sabe, sustenta-se, perfunctoriamente, na preocupação incessante da preservação de um meio ambiente ecologicamente equilibrado para as gerações vindouras, tratando, assim, os bens ambientais não como fonte inesgotável de riqueza e sim, acertadamente, como uma riqueza que pertence à humanidade. Nesse sentido
Mostrar mais

15 Ler mais

Gestão democrática: uma construção coletiva

Gestão democrática: uma construção coletiva

Os órgãos colegiados são grupos representativos da comunidade escolar, mediante os quais, preferencialmente, a gestão democrática se realiza. Sendo canais pelos quais se efetiva a participação da comunidade escolar nos destinos da escola pública. São exemplos de órgãos colegiados: a associação de pais e mestres, funcionários (APMF), o grêmio estudantil, o conselho de classe, representantes de sala e o conselho escolar. .Segundo Luce “eles devem ter funções deliberativas, consultivas e fiscalizadoras”, de modo que possam participar e avaliar todo o processo de gestão escolar. Dentre os órgãos colegiados , o Coselho Escolar é sem dúvida o mas importante . É um órgão que congrega, além da Direção , participantes dos demais colegiados e representantes da comunidade escolar.
Mostrar mais

55 Ler mais

GESTÃO DE BENS COMUNS

GESTÃO DE BENS COMUNS

Using time–series data drawn from the United Nations national accounts databases, this study applies the econometric Granger causality methodology to investigate the relationship betwe[r]

20 Ler mais

Métodos de Controlo mais adequados à Gestão dos bens existentes nas OGFE

Métodos de Controlo mais adequados à Gestão dos bens existentes nas OGFE

Todo o pessoal que lida com as existências existentes está regulado pela norma interna de gestão de armazéns que contém as suas atribuições e competências. O modo de funcionamento dos armazéns está organizado com o auxílio de vários documentos como guias de recepção, guias de encaminhamento, guias de remessa e guias de transferência. Contudo esta não é a única norma interna, pois existe outra para a inventariação dos armazéns. Pelas entrevistas realizadas foi possível apurar que as normas existentes são aplicadas e cumpridas sendo preocupação permanente a sua actualização. Para reduzir o número de erros a norma da inventariação dos armazéns foi actualizada, pois anteriormente quando eram recebidas existências num armazém era realizada a contagem pelo funcionário de armazém e de seguida era enviado um documento para que fosse registado informaticamente, contudo o funcionário não recebia a confirmação se as quantidades inseridas no sistema estavam de acordo com as suas contagens, com esta alteração este ciclo é concluído e não deixa margem para dúvidas. Já foi referido que o controlo realizado no estabelecimento passa pela informática, a aplicação informática utilizada funciona no sistema operativo AS 400 IBM. Esta é uma importante ferramenta utilizada no controlo. Esta possibilita conhecer em que armazém se encontram as existências, as quantidades disponíveis e a partir desta é ainda possível retirar dados para o Excel onde são tratados individualmente para realizar uma análise ABC que pode ser realizada individualmente ou ao conjunto dos armazéns. Na mesma tabela de Excel as existências estão também classificadas por prioridades, as que estão classificadas na 1ª prioridade (NR1) não têm stock suficiente para 3 meses de consumo e o montante de encomendas por satisfazer é superior ao stock existente. Os classificados na 2ª prioridade (NR2) têm stock suficiente para o consumo de 3 meses, mas as encomendas por satisfazer são superiores a esse stock. As existências classificadas na 3ª prioridade (NR3) não têm stock suficiente para 3 meses de consumo, mas as encomendas para satisfazer não são superiores a esse stock.
Mostrar mais

119 Ler mais

Gestão Estratégica de Custos e Gestão Econômica: Principais Conceitos e Premissas Comuns

Gestão Estratégica de Custos e Gestão Econômica: Principais Conceitos e Premissas Comuns

Consideram ainda, que os conceito do ABC e da “Theory of Contraints”, do custeio direto e da margem de contribuição são mutuamente exclusivos para o atendimento da mesma finalidade. Ora, como se pode observar ao longo do presente trabalho o target consting , conceito subjacente à gestão estratégica de custos, observa à teoria das restrições, compreendendo o mercado como a principal e mais importante restrição que comanda todo o processo de produção.Considera que gargalos resolvidos no fluxo de produção terão significado igual à formação de estoques de produtos acabados, caso o preço de mercado não seja observado.
Mostrar mais

18 Ler mais

Gestão e destinação dos bens apreendidos no processo penal

Gestão e destinação dos bens apreendidos no processo penal

O projeto para gerenciamento de bens apreendidos e confiscados na América Latina, conhecido pela sigla BIDAL, é um exemplo de um novo tipo de iniciativa lançada pela Secretaria Executiva da CICAD e dos Estados Unidos, depois de analisar qual seria a melhor maneira para ajudar as comissões nacionais de drogas para resolver a recorrente falta de financiamento para a implementação de programas de leis de drogas e, por sua vez, contribuir para o objetivo principal da apreensão de bens, ou seja, privar aqueles que lavam valores, assim como os traficantes, dos lucros gerados por suas atividades ilegais.Segundo a experiência da CICAD e de muitos especialistas da região, os bens apreendidos pelos Estados membros de traficantes de drogas e oriundos da lavagem de dinheiro são um recurso não aproveitado. Com frequencia os bens apreendidos não são administrados corretamente ou usados para ajudar os Estados-Membros para enfrentar os desafios que representam para a sociedade civil o tráfico de drogas. A autora participou, como observadora, do seminário nacional sobre investigação patrimonial, administração e destinação de bens apreendidos e confiscados/perdidos – projeto Bidal, 2015, Brasília-DF, nos dias 13 e 14 de maio de 2015.
Mostrar mais

171 Ler mais

Aquisição de bens comuns por pregão eletrônico e a questão da qualidade. o caso de ces da universidade federal de Campina Grande.

Aquisição de bens comuns por pregão eletrônico e a questão da qualidade. o caso de ces da universidade federal de Campina Grande.

Buscando seguir cada vez mais os principios constitucionais que devem nortear o setor publico - Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiencia - a Administragao vem a[r]

52 Ler mais

Contribuições para um modelo de gestão da água para a produção de bens e serviços...

Contribuições para um modelo de gestão da água para a produção de bens e serviços...

Esta dissertação apresenta o conceito de pegada hídrica (water footprint). Entendido como um conceito de grande valia para o gerenciamento sustentável dos recursos hídricos, inicialmente buscou-se, por meio da realização de uma pesquisa bibliométrica, a identificação de uma publicação científica que versasse sobre um modelo estruturado de gestão da água para o setor produtivo elaborado a partir do conceito de pegada hídrica. Como não foi identificado nenhum estudo neste sentido, foi proposto o desenvolvimento de uma pesquisa que resultasse em um modelo estruturado de gestão da água a partir dos conceitos de pegada hídrica. Para isso, primeiramente foi feita uma pesquisa qualitativa e exploratória,através de entrevistas com especialistas no tema, com o objetivo de identificar suas contribuições para um modelo de gestão da água a partir das aplicabilidades do conceito de pegada hídrica. Através das contribuições fornecidas pelo painel de especialistas, bem como do entendimento do autor do conteúdo da pesquisa bibliográfica realizada, foi proposto um modelo de gestão da água para a produção de bens e serviços a partir do conceito de pegada hídrica, estruturado na forma do modelo de gestão PDCA (Plan-Do-Check-Action). Assim, acredita-se que o resultado final deste modelo possa ser aplicável a uma empresa real, pois este conta com elementos de gestão elaborados a partir de boas práticas empresariais de gestão da água, aprimorados através do conteúdo do referencial teórico e das contribuições vivenciadas pelos especialistas no conceito de pegada hídrica. Ele proporciona uma visão holística de todo o processo necessário para o gerenciamento sustentável dos recursos hídricos por uma organização e envolve a participação de diversas partes interessadas e a cadeia de suprimentos. Também, conta com uma forma inovadora e abrangente de contabilização do uso e consumo da água e descarte de efluentes, proporciona uma gestão de riscos adequada e pode servir como um dos subsídios necessários para a elaboração de estratégias operacionais e comerciais, contribuindo de maneira importante para o desenvolvimento sustentável de uma organização.
Mostrar mais

182 Ler mais

Governando os comuns ou para os comuns? Gestão de áreas protegidas e os arranjos institucionais da política ambiental no Estado de São Paulo

Governando os comuns ou para os comuns? Gestão de áreas protegidas e os arranjos institucionais da política ambiental no Estado de São Paulo

Em 1982, o então governador André Franco Montoro iniciou o processo de regularização fundiária no Vale do Ribeira, com a realização de ações discriminatórias e legitimação de posses de pequenos proprietários. Durante a década de 90 verificou-se esforços para integração institucional e implementação de uma política voltada à priorização do conhecimento da indisciplina da malha fundiária. No entanto, a falta de políticas voltadas para a resolução definitiva da questão fundiária não viabilizou ações decisivas para acabar com estes conflitos (COSTA NETO, 2006). O resultado foi o grande dispêndio de recursos com esta finalidade, não priorizando outras ações, como a gestão das unidades de conservação, com elaboração dos planos de manejo e constituição de conselhos.
Mostrar mais

166 Ler mais

Transparência nas compras públicas municipais: uma análise nas aquisições de bens e serviços comuns nos municípios alagoanos

Transparência nas compras públicas municipais: uma análise nas aquisições de bens e serviços comuns nos municípios alagoanos

Mesmo entendendo que a utilização da Internet não é algo novo e que já é uma realidade na própria gestão pública, sendo cada vez vais acessível devido à capilaridade e os valores cobrados pelos serviços, na elaboração da proposta do quadro 08 foi considerado que a restrição orçamentária e financeira é uma realizada no setor público e que os municípios têm sido muito afetados. Assim, as ações propostas buscam utilizar os meios já disponíveis na prefeitura, realizando então uma reformulação dos procedimentos atualmente adotados no intuito de garantir a comissão de licitação as condições necessárias para utilização da ferramenta e assim favorecer o aumento da transparência.
Mostrar mais

81 Ler mais

ALTERNATIVAS PARA A GESTÃO DE RESÍDUOS DE BENS MÓVEIS PERMANENTES DA UFSC

ALTERNATIVAS PARA A GESTÃO DE RESÍDUOS DE BENS MÓVEIS PERMANENTES DA UFSC

118 O histórico do setor de manutenção da universidade é longo e merece um estudo a parte deste trabalho, contudo a partir das conversas e visitas técnicas aos setores foi possível se traçar um entendimento mínimo acerca deste. Aproximadamente duas décadas atrás os serviços de manutenção na UFSC compreendiam um maior número de servidores técnicos administrativos, funções hoje ocupadas por equipes de empresas terceirizadas. O NUMA, por exemplo, já gerenciou recursos próprios para a realização de suas atividades e hoje, por não possuir recursos próprios, só é capaz de atender as solicitações onde o pesquisador consiga arcar com os custos de material para a reutilização, recuperação ou transformação do bem. Além disso, os setores antigos costumavam produzir mais móveis e bens permanentes, estes com materiais de qualidade bastante superior aos adquiridos hoje em dia, fato observado pelo número de móveis antigos ainda em uso no patrimônio da universidade.
Mostrar mais

332 Ler mais

AS ÁGUAS COMUNS

AS ÁGUAS COMUNS

notadamente nos atuais, tem sido esta que se relaciona com o que os tratadistas de língua francêsa qualificam de droits de riveraineté (P la n io l-R ip e r t , Traité Pratique de D roit Civil Français, 2? ed., Paris, 1952, vol. III, n" 492, pág. 486) e que diz respeito, entre nós, aos direitos de utilização das cha- madas “ águas comuns” , vale dizer, das águas das “ correntes não navegáveis ou flutuáveis e de que estas não se façam” (A rt. 7" do Código de Ãguas), as quais, brotadas ou formadas áliunde, vêm a fluir, posteriormente, de maneira natural, pelas propriedades de ribeirinhos inferiores.
Mostrar mais

25 Ler mais

Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

As possibilidades participativas na escola se abrirão, desde que a escola se abrir para a autonomia e se a comunidade escolar estiver realmente interessada e comprometida com um novo desenho de gestão escolar, incluindo também a administração e desempenho em sala de aula. Não é uma tarefa simples, porque a escola é um pequeno mundo, onde criam relações de conflito e disputa de poder, além do que há uma forte tradição cultural de tudo ser decidido sem a participação das pessoas que vivem as relações, através de procedimentos autoritários e burocráticos. Participar ainda parece ser algo muito novo não só para o corpo escolar como para todos os cidadãos brasileiros.
Mostrar mais

31 Ler mais

Show all 10000 documents...