Gestão da Energia

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Monitorização remota de smartphones: estudo e implementação de uma plataforma de controlo parental

Monitorização remota de smartphones: estudo e implementação de uma plataforma de controlo parental

rede de um Smartphone. Alguns estudos propõem novos modelos de optimização da gestão da energia na utilização dessas várias interfaces. Balasubramanian, et al. (2009), mediram os impactos na bateria de três interfaces de rádio: 3G, Wi-Fi e GSM. Eles concluíram que o consumo de energia está intimamente relacionado com as características da transferência e não apenas com o tamanho total dos dados transferidos. Na interface 3G, os estudos revelaram que a transferência intermitente de poucas centenas de bytes consome mais energia que a transferência contínua de um megabyte, porque foi verificado que a maior parte da energia consumida (cerca de 60%) acontece logo após a transferência dos dados. Esta característica pode ser minimizada através de frequentes e sucessivas transferências, desde que sejam realizadas no curto espaço de tempo em que é mantida a interface ligada. Nas redes GSM a maior parte da energia é gasta na transferência dos dados. Comparativamente com o 3G, o GSM é muito mais eficiente na gestão de energia logo após a transferência. Nas redes Wi-Fi a energia gasta na transferência é significativamente menor do que nas redes 3G independentemente do tamanho dos dados. Quando os custos de procura e associação aos Access Points são contabilizados as redes Wi-Fi são ineficientes comparavelmente às redes GSM mas ainda são mais eficientes que as redes 3G. O modelo que propuseram permite escalonar ou agregar as sincronizações das aplicações que podem tolerar atrasos na sincronização, minimizando o impacto negativo no consumo de energia, tornando as transferências em redes 3G mais eficientes.
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Metodologia para implementação e acompanhamento de um sistema de gestão de energia num edifício escolar

Metodologia para implementação e acompanhamento de um sistema de gestão de energia num edifício escolar

Antes de implementar o SGE deverá fazer-se uma revisão geral ao que já existe na escola, com a finalidade de compreender o estado atual da gestão da energia, as suas principais atividades e processos. Para isso devem fazer-se reuniões com as pessoas envolvidas na gestão de energia para recolher o máximo de informação necessária para a implementação, e iniciar-se a fase de sensibilização das pessoas chave quanto aos futuros elementos a conceber para o SGE. Também se determinará nesta fase como serão cumpridos os requisitos da norma de modo a alcançar a melhoria contínua do seu desempenho energético e do seu SGE, que poderá começar com a definição da equipa de energia.
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SGMIee – Software de gestão da medição inteligente de energia elétrica

SGMIee – Software de gestão da medição inteligente de energia elétrica

A modernização dos sistemas elétricos de potência é nos dias atuais um tema de relevância, com destaque à participação do consumidor na geração de energia elétrica e gestão da energia consumida. A automação da Medição Inteligente é uma das principais vertentes e o precursor das Redes Elétricas Inteligentes. Considerando-se este cenário, neste trabalho, apresenta-se um software de gestão da medição inteligente de energia elétrica, denominado SGMIee. Trata-se de uma ferramenta computacional, desenvolvida com tecnologias computacionais de código aberto e gratuito, utilizada para a aquisição, armazenamento, processamento, visualização e gerenciamento das informações registradas em uma infraestrutura de medição inteligente de eletricidade. A plataforma Java e a estrutura de banco de dados MySQL são as principais tecnologias utilizadas no desenvolvimento do software. O SGMIee tem sido aplicado a um sistema de medição inteligente de energia elétrica instalado na infraestrutura do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE), do Centro de Tecnologia (CT), da Universidade Federal do Ceará (UFC). O sistema de medição inteligente de energia elétrica utilizado é composto por 05 unidades de medidores eletrônicos inteligentes trifásicos, 01 unidade de interface de comunicação sem fio, 01 unidade de interface de comunicação via porta ótica e 01 unidade de equipamento In-Home Display (IHD). A infraestrutura de medição inteligente é baseada em uma rede RF e disposta em uma topologia Mesh, sendo utilizados os protocolos ABNT NBR 14522 e ZigBee para a realização da comunicação entre os equipamentos do sistema. Dados coletados de 05 medidores eletrônicos, instalados em quadros de distribuição de baixa tensão nas unidades do DEE, foram utilizados para testar e validar as funcionalidades do software proposto, sendo considerados aspectos normativos nacionais da área durante as análises dos resultados obtidos. As funcionalidades sobre página fiscal, consumo, faltas de energia, alarmes e gráficos foram implementadas no SGMIee, possibilitando-se o gerenciamento energético baseado em dados de medições e alarmes consultados de forma instantânea ou através de histórico. Após as análises, observou-se que os objetivos definidos para o SGMIee foram atendidos, sendo a disponibilização de uma ferramenta computacional para gerir os dados de medições de parâmetros elétricos, integrada a um cenário de medição inteligente de eletricidade a principal contribuição deste trabalho.
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A Gestão Ambiental na Hotelaria: O Caso de Portugal

A Gestão Ambiental na Hotelaria: O Caso de Portugal

de gestão ambiental, se possuem uma política de gestão ambiental formal e se possuem um certifi- cado ou rótulo de qualidade ambiental. Por sua vez, o segundo grupo de questões permite identificar o tipo de medidas de gestão ambiental adotadas pelos hotéis portugueses. Estas práticas foram ava- liadas através de uma checklist com 62 exemplos de PGA categorizadas em nove grupos: gestão do consumo de energia; gestão do consumo de água; gestão de resíduos sólidos; gestão de materiais perigosos; gestão de efluentes e emissões; gestão do ambiente interior; gestão do ambiente exterior e biodiversidade; política de compras orientada pelo ambiente e comunicação ambiental. Estas práticas foram identificadas com base na revisão da litera- tura: Bohdanowicz (2005); Bohdanowicz (2006a); Bohdanowicz (2006b); Enz e Siguaw (1999); Kirk (1995); Kirk (1996); Kirk (1998); Knowles (1998); Knowles et al. (1999); Le et al. (2006); Middleton e Hawkins (1998); Pinheiro (2006); Stabler e Brian (1997) e Viegas (2008).
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Mercado ibérico de energia eléctrica

Mercado ibérico de energia eléctrica

No sector da produção é necessário realizar a alienação do monopólio, distribuir a produção existente por diversos investidores, para garantir competitividade no sector. Caso esta não seja realizada de forma equilibrada, existe a possibilidade de empresas garantirem grande parte do mercado desencorajando assim a entrada de novos produtores. Isto implicaria um menor número de produtores, permitindo assim a manipulação dos preços no MEE, eliminando a competitividade que é necessária para o mercado se auto-regular. Por esse motivo foi imposto um limite na percentagem que cada empresa podia ter da capacidade total disponível nesse mercado, (por exemplo, na Argentina situa-se nos 10%) [8], de forma a garantir a fiabilidade (capacidade disponível) do sistema e limitar a volatilidade dos preços em casos de variações inesperadas na demanda/produção. Caso exista esta variação, seria aplicado de um pagamento “premium” por parte do estado, ou dos consumidores, para garantir uma reserva de produção. No entanto, o pagamento por capacidade teria de ser bem monitorizado de forma que não fosse possível o aproveitamento financeiro do mesmo pelos produtores. Para garantir investimento privado é necessário que existam certezas quanto ao retorno que cada unidade vai gerar, diminuindo assim os riscos financeiros associados à produção de energia, algo que num mercado livre por si só não seria possível. Uma hipótese seria a existência de contratos futuros de fornecimento de energia eléctrica de forma a garantir receitas fixas durante um período de tempo. Desta forma, estes contratos facilitariam não só o acesso ao financiamento das empresas, mas também iriam prevenir a manipulação do mercado (menor capacidade disponível). Porém, salienta-se que teria que existir sempre uma bolsa de transferência de energia eléctrica para servir como mecanismo de balanceamento [6].
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MATHEUS MARQUES DE SOUSA FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO NA IMPLANTAÇÃO DO MEG ® EM UMA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA ELÉTRICA

MATHEUS MARQUES DE SOUSA FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO NA IMPLANTAÇÃO DO MEG ® EM UMA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA ELÉTRICA

h) geração de valor (Check): alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência e que atendam às necessidades e expectativas das partes interessadas. O processo de avaliação inicia-se quando a organização inscreve-se no prêmio e abre a oportunidade de ser avaliada e de receber feedback sobre a sua gestão. Antes, a fundação pedia que os inscritos elaborassem um Relato Organizacional descrevendo suas práticas e sua estrutura. Na 21ª edição, a FNQ solicita que seja feito uma descrição do Perfil Organizacional, o envio dos resultados das organizações e que estas empresas auto avaliem seus processos de acordo com os Fundamentos e Temas dentro de um ciclo PDCL propostos por ela.
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Gerenciamento de Risco: Análise dos Formulários de Referência Divulgados pelas Empresas do Setor de Energia e Saneamento

Gerenciamento de Risco: Análise dos Formulários de Referência Divulgados pelas Empresas do Setor de Energia e Saneamento

O presente estudo objetiva analisar a menção dos stakeholders nos Formulários de Referência das empresas dos segmentos de Energia e de Saneamento Básico listadas na B3. A amostra consiste em 39 empresas, das quais buscou-se os Formulários de Referência relativos ao período de 2010 a 2019, resultando num total de 366 Formulários de Referência analisados. Os stakeholders mais mencionados foram Funcionários (30%), Concorrentes (27%) e Investidores (15%). Por outro lado, os stakeholders menos citados foram Terceiros (13%), Fornecedores (8%), Clientes (4%) e Governo (3%). Por fim, as empresas demonstram grande preocupação com gestão de risco aos seus stakeholders, tendo em vista o impacto financeiro possível sobre eles, sobre a empresa e sobre a economia.
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Dez anos de estudo sobre o impacto do uso de modelos de excelência na qualidade do fornecimento (DEC e FEC) e satisfação de clientes no setor de distribuição de energia elétrica brasileiro

Dez anos de estudo sobre o impacto do uso de modelos de excelência na qualidade do fornecimento (DEC e FEC) e satisfação de clientes no setor de distribuição de energia elétrica brasileiro

Quanto aos fins, a pesquisa pode ser classificada como exploratória, descritiva e explicativa. Exploratória porque, embora existam diversos estudos parciais que abordam o uso de modelos de gestão ou resultados das empresas no setor elétrico brasileiro, não se verificou a existência de estudos que discutem o impacto da adoção de modelos de gestão por estas organizações, nem sua influência nos indicadores não financeiros mais relevantes sob o ponto de vista que a pesquisa tem a intenção de abordar.

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Repositório Institucional da UFPA: Planejamento energético para pequenas comunidades da Amazônia: um estudo de caso da comunidade quilombola de Genipaúba - Abaetetuba - Pará

Repositório Institucional da UFPA: Planejamento energético para pequenas comunidades da Amazônia: um estudo de caso da comunidade quilombola de Genipaúba - Abaetetuba - Pará

A metodologia adotada neste trabalho abrange primeiramente a identificação da comunidade alvo e o levantamento de informações sócio-econômicas-culturais-produtivas do município através de pesquisa em bases de dados. A comunidade do Rio Genipaúba foi escolhida como alvo desta dissertação por se tratar de uma comunidade bem estruturada, de fácil acesso e por ter um projeto de eletrificação a partir de fontes renováveis de energia juntamente ao governo do Estado do Pará. Realizou-se um levantamento de dados em instituições como: Governo do Estado do Pará; Universidade Federal do Pará (UFPA); Coordenadoria do Desenvolvimento Metropolitano de Belém (CODEM); Centrais Elétricas do Pará (CELPA); entre outros.
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Planejamento e Políticas Públicas: uma análise sobre a Gestão Energética Descentralizada...

Planejamento e Políticas Públicas: uma análise sobre a Gestão Energética Descentralizada...

 Iluminação Pública Eficiente (2011): Para reduzir o consumo de energia elétrica em Belo Horizonte, Minas Gerais, através da utilização de tecnologias eficientes na iluminação pública. Pretende fazer uma análise do consumo de eletricidade da cidade, fazer um inventário de iluminação pública e levantar possíveis tecnologias de iluminação para a cidade; Selecionar a melhor tecnologia de economia de energia com a empresa; Estimar o potencial de poupança de eletricidade e de redução de emissões; Trabalhar com o banco de desenvolvimento estatal BDMG, KfW e outras instituições a analisar os riscos, barreiras e suporte de mecanismos de desenvolver um plano de negócios para a cidade, cobrindo responsabilidades, aspectos técnicos e de custo de investimento, cálculo NPV e plano de financiamento; Realizar um workshop para cerca de 20 agentes locais sobre o plano de negócios, a forma de implementação e o que se espera como resultados; Compilar a aprendizagem do projeto em um estudo de caso sobre a aplicação da iluminação pública eficiente para outras cidades brasileiras. O impacto esperado do projeto é: Redução de aproximadamente 20% do consumo de energia elétrica da cidade, com a redução significativa das emissões de CO2 correspondente; Incentivar a criação local de mercados para as tecnologias de iluminação eficientes em Minas Gerais ESCOs e fornecedores de tecnologias eficientes; Atração dessas empresas para o Estado, gerando investimentos e promoção da criação de emprego local; A atenção pública para Minas Gerais como um líder em iluminação pública eficiente. O projeto foi concluído e a principal instituição implementadora foi Thomson Reuters (Markets) Norge AS., já a instituição financiadora foi a REEEP, mas não foi encontrado o relatório com os resultados do projeto. (Sítio REEEP: http://www.reeep.org/projects/efficient-street-lighting-minas-gerais) (Sitio IPEEC: http://www.ipeec.org/solutions/projectlist/id/108.html)
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Valorização energética de resíduos industriais têxteis e poliméricos

Valorização energética de resíduos industriais têxteis e poliméricos

Uma corrente de alta tensão é feita passar entre dois eléctrodos, criando um arco de alta intensidade de plasma. A temperatura na linha central do arco de plasma pode atingir os 50000ºC. Devido a estas altas temperaturas todo o resíduo é destruído e decomposto nos seus componentes básicos. O perfil de temperatura do gás resultante da câmara de gasificação vai dos 3000 aos 8000ºC, possibilitando assim a recuperação de calor do mesmo e permitindo produzir vapor para produção de energia eléctrica. O reactor é construído em material refractário e tem que ser pré-aquecido a um mínimo de 1100ºC antes de entrar em funcionamento, operando a pressão atmosférica [9]. O gás resultante é composto fundamentalmente por hidrogénio, monóxido de carbono, com traços de metano, acetileno e etileno. Pode ser utilizado como combustível (tem cerca de ¼ do poder calorífico do gás natural) ou transformado noutros produtos de interesse (metanol, etanol). Antes de ser utilizado tem que ser purificado para remoção de partículas e de gases orgânicos e ácidos. Os resíduos resultantes da limpeza do gás de síntese são recirculados [43]. O resíduo sólido inerte resultante, escória vítrea, pode ser utilizada para materiais de construção [43,48].
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Previsão de demanda de potência em sistema híbrido de armazenamento de energia em veículos elétricos utilizando redes Narx/   Power demand forecasting on hybrid energy storage system in electric vehicles using Narx networks

Previsão de demanda de potência em sistema híbrido de armazenamento de energia em veículos elétricos utilizando redes Narx/ Power demand forecasting on hybrid energy storage system in electric vehicles using Narx networks

O uso de múltiplas fontes de energia na alimentação de veículos puramente elétricos possibilita melhorar seu desempenho, aumentando sua autonomia e prolongando a vida útil do banco de baterias embarcado, que é o elemento de maior custo deste tipo de automóvel. Neste trabalho, é proposto o uso de técnicas de inteligência computacional na gestão de um sistema híbrido de armazenamento de energia baseado em bateria e supercapacitor, ambos embarcados em um veículo elétrico. Para isso, é apresentada uma metodologia de previsão e separação da demanda das frações de potência utilizando uma rede neural baseada no Modelo Autorregressivo Não Linear com Entradas Exógenas (NARX). A partir das simulações realizadas e dos ajustes dos parâmetros da rede, encontrou-se um erro muito pequeno em relação aos sinais previstos. Com base nos resultados obtidos é possível concluir que o método proposto se mostrou bastante eficiente e promissor para a aplicação em cálculo de demanda de energia em veículos elétricos.
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CASO DE ESTUDO DA FCT-UNL Vânia Andreia Ferrão de Jesus

CASO DE ESTUDO DA FCT-UNL Vânia Andreia Ferrão de Jesus

17 As IES têm a responsabilidade de agir de forma responsável perante os ecossistemas e, para tal, é necessário contabilizar os custos sociais e ecológicos de todos os consumos dos campi (alimentos, energia, água, materiais), bem como dos resíduos (resíduos sólidos, efluentes e outros desperdícios), além das políticas instituídas (Ferreira, A.J.D. et al. citando Vega et al., 2003). Estas instituições devem ser capazes de incutir nos seus alunos qualidades que lhes permitam criticar, construir e agir com autonomia e determinação (Wals, A.E.J.; Jickling, B., 2002). Estes autores defendem que, para além destas qualidades, as IES devem proporcionar aos seus alunos o desenvolvimento de competências para lidar com incertezas, situações mal definidas e questionar normas, valores, interesses e a realidade.
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Impasses na constituição de mecanismo de mudança climática: a experiência de uma empresa brasileira de geração de energia elétrica proveniente do lixo.

Impasses na constituição de mecanismo de mudança climática: a experiência de uma empresa brasileira de geração de energia elétrica proveniente do lixo.

Do lixo recebido pela empresa de limpeza urbana (COMLURB), são retirados os materiais recicláveis e os não combustíveis. Os gases e vapores produzidos pela combustão, em temperatura de 850 graus, são esfriados e lavados para evitar a contaminação, processo do qual resultam sais minerais e água pronta para reutilização. As cinzas e o restante não-inflamável equivalem a 80% dos resíduos utilizados e, junto com os sais decantados, destinam-se à produção de pisos e ladrilhos (Depoimento de L.C.M. em entrevista concedida em 28 de junho de 2006). Compreende-se que a Usinaverde recicla lixo, utiliza rejeitos e dá um uso energético a esses rejeitos. Vista por esse ângulo, então, em pequena escala, o entrevistado argumenta que a empresa gera beneficio econômico, energia e em- prego; portanto, para ele, a usina está associada a soluções para um problema ambiental e social. Entretanto, não é assim que avaliam grupos ambientalistas brasileiros, conforme ele mesmo aponta. Quando indagado, em visita à empresa, como se posiciona em relação às controvérsias ambientais em torno da Usinaverde, o seu gestor argumentou que projetos como a Usinaverde carregam um legado herdado da sua associação, no mundo, com o processo de incineração, pois expli- ca que “os incineradores são fontes de contaminantes orgânicos persistentes (COP), por provocar danos à saúde e afetar a cadeia alimentar”. Para o entrevis- tado, a Usinaverde adota a “queima controlada e busca tecnologias mais avança- das que venham reduzir a emissão desses componentes”. Explica o gestor que, como a Usinaverde foi projetada pelo Centro de Estudos Integrados sobre o Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (Centro Clima) da UFRJ, seus idealizadores estão atentos para o lado polêmico do projeto. Portanto, segundo ele, persegue-se a minimização dos impactos negativos uma vez que a Usinaverde está entre os 72 projetos brasileiros, cujo foco é produção de energia, já aprovados no Brasil pelo Comitê Interministerial de Mudança Global do Clima, uma das etapas prévias para passar pelos trâmites das Nações Unidas e, finalmente, entrar no mercado de carbono e se legitimar com a possibilidade de render créditos de carbono no MDL do Protocolo de Quioto. Explicou que seus créditos virão da redução de gases que aquecem a Terra, isto é, o metano gerado pelo lixo e o dióxido de carbono deriva- do da geração elétrica por combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão, e também dos caminhões que transportam lixo para locais distantes.
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XVIII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – ENANCIB 2017 23 a 27 de outubro de 2017 – Marília – SP 1 INTRODUÇÃO

XVIII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – ENANCIB 2017 23 a 27 de outubro de 2017 – Marília – SP 1 INTRODUÇÃO

Foi imperioso saber o porquê a quantidade de “outras” formações de nível superior ser tão alta em contratos de serviços arquivísticos, por exemplo, igual a de bibliotecários. Que outras formações têm contribuído para a gestão de documentos? Há interdisciplinaridade na execução das atividades? Ao analisar-se a questão, foi verificado que, na verdade, os profissionais de outras formações de nível superior, inclusive alguns administradores, atuam, na verdade, como técnicos de arquivo. Estes trabalhadores não exercem suas profissões. Isso talvez ocorra por falta de oportunidade em suas áreas de origem. Outra possibilidade é a dos técnicos terem se formado em outras áreas após estarem trabalhando com gestão de documentos.
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Responsabilidade social na banca : caso aplicado à Guiné-Bissau

Responsabilidade social na banca : caso aplicado à Guiné-Bissau

A política de Ambiente concretiza um dos eixos de ação da estratégia de sustentabilidade da CGD. Os compromissos assumidos neste âmbito assentam em três pilares: (1) O cumprimento da legislação ambiental e outros requisitos aplicáveis; (2) Adoção de uma atitude pró-ativa de prevenção da poluição; (3) E a melhoria contínua do desempenho ambiental. A CGD tem reconhecido a necessidade de desenvolver políticas e práticas de gestão ambiental, assentes nas melhores práticas internacionais, entre as quais a Declaração Internacional da Banca sobre Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Carbon Disclosure Project e UNEP-FI.Neste contexto, a integração do ambiente é vista pela CGD como um dos fatores determinantes na criação de valor e na Sustentabilidade do negócio, apoiando e fortalecendo a estratégia, marca e valores corporativos; a responsabilidade na preservação do ambiente, gerindo e monitorizando os impactos diretos e indiretos da sua atividade, produtos e serviços; e a promoção e participação dos Stakeholders, considerando as suas expectativas na tomada de decisões. O programa estratégico para as alterações climáticas da CGD - A caixa carbono zero - concretiza a estratégia da CGD para as Alterações Climáticas. Emitido em 2007, o Programa levou a CGD na liderança do sector financeiro nacional, na resposta às novas exigências de uma economia de baixo carbono. (Relatórios de Sustentabilidade, CGD, 2010).
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Implementação, avaliação e otimização de soluções custo eficazes para valorização de resíduos e de águas residuais

Implementação, avaliação e otimização de soluções custo eficazes para valorização de resíduos e de águas residuais

com grelhas móveis, em face de sua simplicidade, bem como seu custo, quando comparado com outras tecnologias como gaseificação e plasma (Psomopoulos, Bourka & Themelis, 2009). Esta tecnologia traz como benefícios ambientais a diminuição da dependência de aterros sanitários devido a drástica diminuição do volume destinado aos mesmos (de 90-95 %), minimizando a necessidade de criação de novos espaços e eliminando a emissão de metano, potente gás do efeito estufa. Secundariamente, mas não menos importante, ela também acarreta economia em transporte, tráfego, combustível, equipamentos, mão-de-obra e logística. Sua localização é considerada estratégica, pois estará inserida no centro de carga da geração de RSU da cidade e com facilidade de inserção da energia produzida na rede de distribuição. A salientar que a motivação do uso da tecnologia WTE se dá pelo fato da disponibilidade de “energia” ser uma condição para o desenvolvimento em todos os países no mundo. Porém o grande desafio é o estabelecimento do equilíbrio entre as energias convencionais, no caso as fósseis, e as renováveis, a mesma importância deve ser dada à sustentabilidade do projeto atendendo seus três pilares, o econômico, o social e o ambiental. Também relevante, é o aumento da população concomitantemente com a melhoria do padrão de vida e consequentemente com o aumento do consumo e do aumento da geração de resíduos. Por exemplo, para o ano de 2020 a previsão de geração de resíduos no mundo é de 18 bilhões de toneladas. Nesse contexto o Brasil se insere, haja vista o aumento populacional bem como seu aumento de renda per capita e consumo.
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Componentes Web/Mobile inovadores para soluções de gestão e distribuição de energia

Componentes Web/Mobile inovadores para soluções de gestão e distribuição de energia

A solução Diamond começou a ser planeada em 2010, projeto que se inseriu numa apresentação da CGI ao QREN (Quadro de Referência Nacional), assim, pensou-se na criação de uma solução/ projeto diferenciador, que pudesse ser realizada e integrada no mercado das empresas de distribuição de água, saneamento, gás e eletricidade. Após uma análise interna e uma análise de mercado foi notada a existência de várias soluções para a gestão de ocorrências na rede elétrica, contudo situação inversa à verificada para as redes de água, de saneamento e de gás, daí a oportunidade de desenvolvimento do produto Diamond, uma solução adaptável a qualquer um dos mercados.
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Energia e sustentabilidade: desafios do Brasil na expansão da oferta e na gestão da demanda

Energia e sustentabilidade: desafios do Brasil na expansão da oferta e na gestão da demanda

A Light, uma das distribuidoras de energia do estado do Rio de Janeiro, inten- sificou, ao longo de 2013, ações de combate às perdas comerciais de energia e, dentre essas, a de maior destaque é o Programa Light Legal. Associado à medição eletrônica e por meio de equipes de campo em áreas com aproximadamente 15 mil clientes e altos índices de perdas comerciais e inadimplências, chamadas de Áreas de Perda Zero (APZs), o Programa realiza a prestação de serviços de energia elétrica, como verificação dos medidores, dicas de consumo eficiente e segurança, dentre outras atividades. O objetivo é reduzir os índices de perdas, diminuir o desloca- mento das equipes e aproximar o cliente à empresa por meio de parcerias com micro-empreendedores locais. Segundo o relatório de Sustentabilidade da Light 2013, a perda comercial nas áreas selecionadas, que em janeiro de 2013 era de 24,8%, chegou a 20,3% em dezembro de 2013, e a adimplência chegou a quase 100%. Nas áreas em que o Programa está presente e que contam com Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a adimplência teve um aumento médio de 9,6% para 98,5% no período de 2009 a 2013.
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Agências regulatórias e federalismo: a gestão descentralizada da regulação no setor de energia.

Agências regulatórias e federalismo: a gestão descentralizada da regulação no setor de energia.

O interesse dos estados na época da criação da Aneel não era apenas preservar o que a Constituição Federal já garantia, mas assegurar a manuten- ção do poder de fato que os estados exerciam sobre a distribuição dos servi- ços de energia com as empresas estaduais de energia elétrica. Como já foi dito, cerca de 80% da distribuição de energia estavam sob controle estadual. O governo federal conseguiu aprovar a tramitação do projeto de lei em regime de urgência, garantindo uma tramitação mais rápida e a limitação na apresentação de emendas. A estratégia do relator, o deputado José Carlos Aleluia, era negociar o projeto com vários atores para apresentar um substitu- tivo representativo e fácil de aprovar no plenário (O Estado de S. Paulo, 1996). O substitutivo apresentado pelo relator em julho de 1996 ampliou a abran- gência do projeto de lei, incluindo um capítulo tratando do regime econômi- co-financeiro das concessões e outro sobre licitações, e retirou o capítulo sobre o Conselho de Energia. Sobre a descentralização, o substitutivo mante- ve a previsão da articulação entre estados e União para o aproveitamento dos potenciais energéticos, mas excluiu qualquer referência à delegação de ativi- dades de fiscalização e controle aos estados.
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