Gestão da responsabilidade social

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A Gestão da Responsabilidade Social Empresarial

A Gestão da Responsabilidade Social Empresarial

O balanço social vem sendo considerado a melhor e mais eficaz demonstração das ações sociais desenvolvidas pelas empresas, decorrentes de sua responsabilidade social para com a preservação do meio ambiente, qualidade dos produtos fabricados e conseqüências de sua utilização, qualidade de vida dos seus trabalhadores e dependentes, e da comunidade em que se encontram inseridas. O trabalho teve como objetivo conhecer, através de uma pesquisa de campo, como as empresas estão cumprindo sua função social, tendo-se, para tanto, dirigido questionários para 60 (sessenta) empresas identificadas no site do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), que publicam balanço social no modelo proposto por este órgão. Obteve-se respostas de 12 (doze) empresas, representando um retorno de 20% dos questionários enviados. A pesquisa revelou que cresce a conscientização das empresas em relação à sua responsabilidade social, que as mesmas estão identificando benefícios decorrentes da publicação do balanço social, e que estão utilizando esta demonstração como ferramenta de gestão.
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Gestão da Responsabilidade Social e o Perfil dos Gestores: análise das organizações de Blumenau-SC

Gestão da Responsabilidade Social e o Perfil dos Gestores: análise das organizações de Blumenau-SC

Com relação ao objeto deste estudo, pode-se afirmar que o perfil dos entrevistados é propício para encarar esse desafio, com destaque para a formação na área humana da maioria, entretanto, esses mesmos gestores ainda não são capacitados, especificamente, na área de responsabilidade social, isso pode afetar o desempenho da gestão. A RS é um processo de gestão que indica investimentos em todas as áreas de uma organização e já existem na sociedade e no mercado experiências em modelos consolidados que podem favorecer sua gestão. Adverte-se que os modelos, certificações, entre outros servem de apoio, para evitar riscos, contudo precisam ser adaptados a cada realidade e exigem discussão coletiva para serem ajustados. Outro fator fundamental na formação e atuação específica deve-se ao fator comprometimento e foco de trabalho, fortalecendo o engajamento da equipe e dos assistidos. Esse é um empecilho no atual estágio embrionário em que se encontra a RS nas organizações estudadas. Os gestores, atualmente, não contam com um sistema de gestão, composto por dados do desempenho social da organização, diminuindo dessa maneira seu poder de decisão.
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Organização das informações do balanço social em instituição financeira como instrumento de gestão de sua responsabilidade social

Organização das informações do balanço social em instituição financeira como instrumento de gestão de sua responsabilidade social

Atualmente, está havendo uma retomada da consciência social das empresas, e isso vem sendo demonstrado através da elaboração do balanço social. Nesse sentido, o presente trabalho desenvolve um estudo sobre o balanço social em instituição financeira como instrumento de gestão e informação de sua responsabilidade social. O objetivo geral consiste em desenvolver uma proposta de organização das informações do balanço social em instituição financeira, de modo a servir de instrumento de gestão de sua responsabilidade social. O trabalho inicia-se com a revisão de literatura, destacando a contribuição da responsabilidade e contabilidade social para a gestão dos negócios da organização. Apresenta a discussão sobre a responsabilidade social em instituições financeiras e aspectos sobre a Account Ability 1000 - AA1000. Faz a descrição do instrumento de balanço social, desde aspectos conceituais e históricos, até usuários, legislação e modelos. Faz ainda uma abordagem da demonstração do valor adicionado. Finalmente, apresenta o estudo de caso do Banco do Brasil, descrevendo e analisando a organização das informações do balanço social nesta organização. Em seguida apresenta-se a proposta de organização das informações do balanço social em instituição financeira. Conclui-se que a organização das informações do balanço social constitui-se em importante suporte de gestão da responsabilidade social na instituição financeira estudada.
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ANÁLISE DA GESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL INTERNA DE UMA EMPRESA DO TERCEIRO SETOR

ANÁLISE DA GESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL INTERNA DE UMA EMPRESA DO TERCEIRO SETOR

RESUMO: A responsabilidade social empresarial externa caracteriza-se pela participação direta nas ações comunitárias da região onde a empresa está inserida, apoiando assim o desenvolvimento da comunidade em geral. Já a responsabilidade social empresarial interna tem como foco o bem estar de seus funcionários e dependentes, de forma a levá-los a uma maior dedicação, empenho e lealdade, atingindo assim a máxima produtividade e qualidade dos serviços prestados. O presente estudo buscou entender a gestão da responsabilidade social, em especial a interna, de uma empresa do terceiro setor. Para tanto, foi realizado um estudo de caso através da aplicação de questionários em seis funcionários de uma das unidades operacionais de uma organização não-governamental (ONG), situada na cidade de Franca-SP. Os dados mostraram que os participantes conhecem o tema “responsabilidade social” em suas duas principais vertentes, ou seja, responsabilidade social interna e externa, bem como consideram algumas práticas de responsabilidade social externa como sendo também responsabilidade social interna e identificam a gestão da responsabilidade social externa e interna na empresa em que trabalham.
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Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA º Semestre de 2010

Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA º Semestre de 2010

O presente documento constitui o segundo Relatório de Gestão da Responsabilidade Social da Sanitop, no âmbito do referencial normativo SA 8000. Este documento é emitido voluntariamente, como forma de divulgar o nosso empenho rumo a uma evolução sustentável e assente em compromissos com os nossos stakeholders.

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O PAPEL DAS EMPRESAS NO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: A GESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

O PAPEL DAS EMPRESAS NO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: A GESTÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

O tema deste estudo é o papel das empresas no desenvolvimento sustentável: a gestão da responsabilidade social corporativa por meio de parcerias sociais. Desenvolvimento sustentável é um grande objetivo de todo o conjunto da sociedade. O desafio é promover este crescimento e mudança com sustentabilidade, sem prejuízo das condições econômicas, sociais e ambientais. Mas o atual cenário nestas três dimensões é preocupante, caracterizando uma crise de sustentabilidade na qual participam os setores representativos da sociedade, governos, empresas privadas e sociedade civil, e sobre a qual todos têm responsabilidade de ação. Nas empresas, a ética da co-responsabilidade e a postura de participação nas questões de interesse público originou a prática da responsabilidade social corporativa, entendida como um indicador de sua legitimidade e relevância em seu segmento e regiões de atuação. Nesta ótica, responsabilidade social corporativa é uma estratégia empresarial de desenvolvimento dos negócios associado ao desenvolvimento das comunidades em que a empresa atua, dentro da lógica de que não há como existir uma empresa forte em uma sociedade carente e sem condições de consumir. Quanto mais a prática de responsabilidade social corporativa estiver vinculada a políticas públicas, para garantir escala e abrangência da ação, maior será o seu potencial de contribuição ao desenvolvimento sustentável e de retorno do investimento social privado. Resultados concretos serão mais significativos à medida que existirem iniciativas conjuntas entre os três setores da sociedade, num movimento integrado de responsabilidade compartilhada e parceria. Parceria social é uma alternativa privilegiada de gestão do investimento social das empresas, numa articulação de visões, competências e recursos, visando ação conjunta sobre questões de interesse público e obtenção de resultados proporcionais ao problema a ser enfrentado e ao trabalho a ser realizado. Este trabalho pretende analisar a prática de parcerias sociais como estratégias efetivas para empresas, governos e organizações da sociedade civil que se dispõem a trabalharem juntos e construírem uma mudança cultural e uma nova dinâmica de interação e complementaridade entre eles, cooperando para a transformação positiva dos indicadores do desenvolvimento sustentável.
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A relação entre gestão de resultados e responsabilidade social empresarial

A relação entre gestão de resultados e responsabilidade social empresarial

Todavia, pouco se sabe sobre a associação entre a gestão de resultados e a responsabilidade social empresarial. Com maior frequência, a literatura sugere uma relação negativa entre RSE e gestão de resultados, isto é, as práticas sustentáveis conduzem os gestores a comportarem-se de forma mais ética. Este comportamento traduz-se em maior qualidade e transparência dos resultados apresentados (Chih et al., 2008; Calegari et al., 2010; Hong & Andersen, 2011; Kim et al., 2012; Choi et al., 2013; Pyo & Lee, 2013; Scholtens & Kang, 2013; Bozzolan et al., 2015; Cho & Chun, 2016). No entanto, Petrovits (2006), Gargouri et al. (2008), Prior et al. (2008) e Salewski & Zülch (2014) aferem que a relação entre as duas variáveis é positiva. Chih et al. (2008), Yip et al. (2011) e Kyaw et al. (2017) sugerem ainda que a relação entre gestão de resultados e RSE é mista, onde os gestores, devido a fatores contextuais, tais como, o sistema legal e político ou o nível de investimento em políticas sustentáveis, colocam de parte os seus julgamentos mais éticos. Deste modo, a presente investigação surge com o objetivo de preencher um gap na literatura, através da análise da associação entre a responsabilidade social empresarial e a gestão de resultados, na perspetiva europeia, bem como perceber se a relação se mantém igual em diferentes cenários económicos.
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Gestão de custos ambientais e de responsabilidade social: uma proposta de arquitetura de dados de sustentabilidade

Gestão de custos ambientais e de responsabilidade social: uma proposta de arquitetura de dados de sustentabilidade

Um conceito modernamente aceito explicita que a existência das entidades não pode justificar-se, exclusivamente, pela capacidade que elas demonstrarem de gerar lucros a seus proprietários (Tinoco, 2001). Desse tipo de visão empresarial derivam programas comunitários, ações de melhoria da qualidade de vida dos colaboradores internos, políticas de benefícios sociais, ações de preservação e recuperação do meio ambiente, entre outras atividades relacionadas à responsabilidade social. Para Henderson (2001), tal necessidade tem se acentuado no mundo contemporâneo, como decorrência das mutações ocorridas na escala de valores e crenças do ser humano, delineadas pela Revolução Industrial. Essas mutações evoluíram para os tempos atuais como responsabilidade social. Esta, entendida como a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras (INSTITUTO ETHOS, 2008). Ou seja, responsabilidade social (BNDES, 2000) como um conceito associado ao reconhecimento de que as decisões e os resultados das atividades daas organizações alcançam um universo de agentes sociais muito mais amplo do que o composto por seus sócios e acionistas (shareholders). Enfatiza o impacto das atividades empresariais para os agentes com os quais interagem (stakeholders): colaboradores; fornecedores; clientes; consumidores; investidores; competidores; governo e comunidade.
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Responsabilidade social das empresas: novo modelo de gestão para o desenvolvimento sustentável

Responsabilidade social das empresas: novo modelo de gestão para o desenvolvimento sustentável

Embora as empresas reconheçam, cada vez mais, a sua responsabilidade social, em muitos casos, é necessário adoptar procedimentos de gestão que refl ictam esse reconhecimento (Braga et al., 2002). Uma vez que têm de integrar o conceito na sua gestão corrente, envol- vendo toda a cadeia de produção, os trabalhadores e gestores necessitam de formação e reconversão para adquirirem as competências necessárias. As empresas pioneiras poderão contribuir, pela difusão de boas práticas, para a generalização de procedimentos social- mente responsáveis (Comissão das Comunidades Europeias, 2001). A fi gura 2 esquematiza as etapas do processo de gestão do RSE.
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RESPONSABILIDADE SOCIAL INTERNA: ESTUDO DA GESTÃO DE PESSOAS DE UMA CONSTRUTORA DE FORTALEZA

RESPONSABILIDADE SOCIAL INTERNA: ESTUDO DA GESTÃO DE PESSOAS DE UMA CONSTRUTORA DE FORTALEZA

A responsabilidade social tem sido inserida nas organizações como resultado de mudanças sociais que as impactam fortemente. Nesse contexto, a gestão empresarial passa a ter engajamento em ações que visam minimizar os impactos socioambientais decorrentes do crescimento. No entanto, autores que debatem o tema da respon- sabilidade social chamam atenção para o fato de que a empresa VXVWHQWiYHO EXVFD XP HTXLOtEULR HQWUH DWXDomR H[WHUQD H LQWHUQD 1HVWHVHQWLGRUHTXHUVHXPDUHÀH[mRVREUHFRPRDVHPSUHVDVSR- dem promover a responsabilidade social para os colaboradores. (VWHHVWXGRSURS}HDUHÀH[mRDFHUFDGDUHODomRJHVWmRGHSHVVRDV e responsabilidade social interna, por meio de uma pesquisa qua- litativa em uma empresa do ramo da construção civil do Ceará. As práticas de responsabilidade social interna foram apresentadas por LQWHJUDQWHV WUrV QtYHLV KLHUiUTXLFRV GD HPSUHVD H DQDOLVDGDV SRU um grupo de colaboradores operacionais. Constatou-se que existe na organização uma forte cultura voltada para a responsabilidade social, e que as práticas de gestão de pessoas são norteadas por VHXVSULQFtSLRV$UHVSRQVDELOLGDGHVRFLDOpGHVVDIRUPDXPHOH- mento pertinente para a vantagem competitiva da empresa. Palavras-chave: Responsabilidade social. Responsabilidade so- cial interna. Gestão de pessoas.
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GESTÃO DO TERRITÓRIO E RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS DE MINERAÇÃO NO ESTADO DO PARÁ

GESTÃO DO TERRITÓRIO E RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS DE MINERAÇÃO NO ESTADO DO PARÁ

Além de proporcionar a expansão de cadeias produtivas, a agregação de valor e adensamento de conhecimento podem também nortear a Gestão do Território na pesquisa sobre as ações das empresas mineradoras no que se refere à sua Responsabilidade Social na região explorada, desenvolvendo e inovando atitudes responsáveis e sustentáveis alinhadas à ABNT NBR-16001. A norma em questão é um conjunto de elementos inter-relacionados criados para estabelecer e atingir políticas e objetivos, que precisam estar integrados em toda a organização da empresa estruturada na metodologia PDCA (Plan – Do – Check – Act ou planejar – fazer – verificar – agir).
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A responsabilidade social como estratégia de gestão empresarial : um estudo do caso CST

A responsabilidade social como estratégia de gestão empresarial : um estudo do caso CST

contestações apresentadas é o fato de que a discussão envolvendo a responsabilidade social é relativamente recente, e dada a complexidade do assunto, a “cidadania empresarial”, se puder ser atingida, será num passo bem adiante do que nos encontramos atualmente. Portanto, a crítica pode ser direcionada também ao uso indiscriminado do conceito, sem que ocorram mudanças substanciais na gestão dos negócios, buscando de forma mais intensiva o bem comum, que está estreitamente associado à idéia de cidadania, ao invés da restrita maximização de lucro para um grupo específico. Buscando aprofundar o escopo e a abrangência da responsabilidade social Motta (1999) analisa que na Revolução Industrial, o progresso estava ligado ao desenvolvimento tecnológico. No pós-industrialismo, a tecnologia associa-se à informação. E a tendência para um futuro próximo é o progresso aliado com a transformação social, baseada em novos padrões valorativos para a sociedade. Com isso, acredita-se que não será a inovação tecnológica a principal responsável pelas grandes transformações, mas sim a produção influenciada por novas imposições valorativas, que pressupõem a sustentabilidade do progresso. Diante disso, percebe-se o avanço de modelos que enfatizam a qualidade, a preservação ambiental, a eqüidade, a revalorização da pessoa no trabalho, a melhoria da vida humana tanto no âmbito material quanto no espiritual e ético.
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Gestão Empresarial Voltada Para a Responsabilidade Social - o Caso Santa Elisa

Gestão Empresarial Voltada Para a Responsabilidade Social - o Caso Santa Elisa

As empresas estão tendo de competir num ambiente de negócios cada vez mais complexo, no qual as questões ambientais e sociais são crescentemente importantes para assegurar o sucesso e a sustentabilidade dos negócios. Nesse contexto, as organizações que aplicam políticas sociais no planejamento de seus negócios, antecipam-se às mudanças nas expectativas da sociedade e integram os interesses dos acionistas, empregados, consumidores, fornecedores e comunidade como um todo. Considerando-se que ainda são poucos os estudos sobre a atuação social das empresas no Brasil - principalmente os de caráter acadêmico -, o objetivo deste trabalho é analisar os impactos de uma gestão que incorpora a dimensão social e ambiental na execução de suas operações e, mais especificamente, o impacto sobre os recursos humanos utilizados pelas empresas para atingirem seus objetivos. Será apresentado um estudo de caso da primeira usina do mundo a conquistar a certificação SA 8000 que estabelece padrões de responsabilidade social para as empresas. É esperado que os resultados deste trabalho sejam relevantes para as organizações interessadas no processo de incorporação da Responsabilidade Social, fornecendo uma contribuição para que os empresários possam compreender os efeitos dessa atuação como vantagem competitiva.
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PERCEPÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DA FACULDADE CAPIVARI PARA O DESENVOLVIMENTO DO ENTORNO: DA RESPONSABILIDADE SOCIAL À GESTÃO SOCIAL

PERCEPÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DA FACULDADE CAPIVARI PARA O DESENVOLVIMENTO DO ENTORNO: DA RESPONSABILIDADE SOCIAL À GESTÃO SOCIAL

O trabalho pretende analisar a contribuição da Faculdade Capivari para o desenvolvimento sustentável de seu entorno, a partir das perspectivas da responsabilidade social e da gestão social. Observa, em seus objetivos específicos a necessidade de identificar e descrever ações e projetos institucionais para posteriormente analisá-los de acordo com o referencial teórico de apoio. A revisão de literatura foi construída de modo dedutivo, e inicia-se com uma reflexão e evolução histórica dos termos “crescimento econômico” e “ecodesenvolvimento”, bem como o papel das Instituições de Ensino Superior no projeto de desenvolvimento do país, descrevendo suas crises e a necessidade de estar inserida na comunidade sustentavelmente. Em continuidade, discorre sobre as teorias de responsabilidade social, ademais frisa sobre a importância da não vinculação à fins estratégicos, considerando que a responsabilidade social é indicador de avaliação institucional pela Lei n. 10.861 de abril de 2006. Por fim, apresenta a gestão social como possibilidade de complementaridade às teorias de responsabilidade social, em qual o foco é a cidadania deliberativa, e não somente a consentida ou a filantropia. Os resultados delinearam-se a partir da aplicação de questionários semi-estruturados ao corpo docente, discente e técnico-administrativo; e de roteiro de entrevista aos membros do Conselho Superior e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. As considerações finais permitem inferir que a Faculdade Capivari contribui substantivamente para o desenvolvimento sustentável do seu entorno, contudo mais a partir dos pressupostos da responsabilidade social, do que da gestão social. Percebeu-se que a instituição objeto de estudo de caso possui um ambiente propício para o processo dialógico de gestão, e este deve ser encarado como desafio na gestão da Instituição, quanto a abordagem teórica pretendida neste estudo.
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Função Da Gestão De Pessoas No Processo  Endógeno De Responsabilidade Social

Função Da Gestão De Pessoas No Processo Endógeno De Responsabilidade Social

O conceito de qualidade de vida nunca esteve tão em evidência dentro e fora das organizações como nos dias atuais. Realizar ações que desenvolvam o ambiente social em que está inserida pode proporcionar às organizações, a construção de um clima organizacional desejado e propício à realização profissional das pessoas e esses são desafios constantes do profissional da gestão de pessoas, que busca a concretização dos objetivos da organização por intermédio de estratégias voltadas para o desenvolvimento do capital humano. Este artigo objetiva mostrar que uma das vertentes da responsabilidade social empresarial é a sua aplicação internamente na organização, por meio da valorização dos seus colaboradores, proporcionando oportunidades de conhecimento que elevem a sua qualidade de vida e os motivem para uma cultura de cooperação e mudança social.
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Análise comparativa das normas de gestão de responsabilidade social e sua abrangência

Análise comparativa das normas de gestão de responsabilidade social e sua abrangência

Não existem dados disponíveis quanto ao número de organizações que adotam e implantam um sistema de gestão de responsabilidade social conforme padrão normativo. A exceção é a norma SA 8000, que apresenta esses dados (número de empresas certificadas no mundo, países e segmentos de marcado abrangidos) para consulta pública no portal da organização responsável pelo reconhecimento dos certificados, credenciamento de organizações acreditadoras e definição de regras para certificação, a SAAS (2014). As demais normas, mesmo certificáveis, como a norma brasileira NBR 16.001 ou a SR-10, não permitem avaliar a extensão nem a abrangência desses modelos de gestão nas organizações, o que nos limita a avaliação de sua aplicabilidade e adequação.
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Vista do A INTERFACE DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NA GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS

Vista do A INTERFACE DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NA GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS

Este estudo tem como objetivo apresentar uma abordagem teórica da interface da responsabilidade social na gestão de recursos naturais. Utiliza-se das definições de organização, gestão e responsabilidade social fundamentado no pressuposto de que os modelos de gestão são baseados em um sistema de valores e que eles refletem no modo como as organizações operam. A compreensão da importância desta interface permite uma reflexão sobre as variáveis integrantes do modelo GREEN, em uma perspectiva contemporânea, e, ao mesmo tempo, ampliar o leque de possibilidades nas discussões entorno das dinâmicas dos processos naturais e sociais, sobretudo em relação ao uso dos recursos naturais. Evidencia a responsabilidade social na gestão de recursos naturais, tomando como referencial o trabalho dos autores: Carrol (1991), Vieira e Weber (2002); e Ashley (2003),. A abordagem engloba a importância dos valores morais e éticos no funcionamento de um sistema de gestão, as organizações como fonte aglutinadora de pessoas em busca de soluções de problemas e, por fim, a melhoria da qualidade da gestão de recursos naturais, em decorrência da inclusão de novos métodos de gestão com base na responsabilidade social.
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COMPLEXIDADES DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL NO BRASIL: TERCEIRIZAÇÃO E GESTÃO PARTICIPATIVA

COMPLEXIDADES DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL NO BRASIL: TERCEIRIZAÇÃO E GESTÃO PARTICIPATIVA

Este artigo ocupa-se de duas questões originadas de pesquisas sobre a responsabilidade social com os empregados. A primeira: Maiores níveis de gestão participativa na empresa enfraquecem as relações dos empregados com os sindicatos, como argumentam Heckscher (1996), Zibas (1997) e Tuma (1999)? A segunda: Como estabelecer responsabilidade social nas políticas de recursos humanos com terceirizados sem gerar risco de passivo trabalhista, considerando a legislação brasileira? Foram analisados os resultados de pesquisas exploratórias realizadas por meio de estudos de caso por um grupo de pesquisa de um Programa de Pós-Graduação em Administração. Trata-se, portanto, de análise de dados secundários. A estratégia de pesquisa adotada foi de natureza qualitativa, de caráter descritivo. A análise dos dados permitiu responder que existe relação entre a avançada gestão participativa, como percebida pelos empregados, e a fraca relação da empresa com o sindicato de trabalhadores, mas apenas quando se trata de empregados que recebem altos salários e apenas nas empresas de serviços. Com relação à segunda questão norteadora deste artigo, observa-se que para haver relação de emprego é necessário haver os quatro requisitos impostos pela legislação: pessoalidade, subordinação, não-eventualidade e onerosidade. Quando a empresa oferece ao terceirizado os mesmos benefícios e condições de trabalho que oferece para seus empregados, ela corre o risco de ter estabelecido com o terceirizado um vínculo de emprego, o que aumenta o risco de passivo trabalhista da organização que terceirizou.
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A gestão da comunicação e da informação nas empresas contemporâneas sob a ótica da responsabilidade social

A gestão da comunicação e da informação nas empresas contemporâneas sob a ótica da responsabilidade social

A informação e a comunicação se tornaram insumos estratégicos para as empresas, um valor agregado aos seus negócios e por meio delas, vantagem competitiva. Além disso, a responsabilidade social empresarial (RSE) despontou como princípios que agregam valores a sua imagem e reputação, sendo considerada na atualidade, uma postura empresarial. Desse modo, as empresas se deparam com um novo paradigma de gestão empresarial, onde a forma tradicional de se fazer negócios requer uma maior atenção na condução da comunicação interna e externa, considerando-se que seus públicos passaram a observar aspectos que vão além das características funcionais de seus produtos e operacionais de seus serviços, passando a incorporar em seus processos de decisão de compra aspectos intangíveis como a RSE. Com base nessas concepções contemporâneas de gestão, esta dissertação teve como foco de atenção oferecer subsídios à melhor compreensão deste novo cenário empresarial, considerando que a RSE, para ser incorporada nesses novos paradigmas de gestão empresarial requer, necessariamente, uma transformação nas formas de gerenciamento da informação e da comunicação — entendidas como ferramentas estratégicas que permitem a geração do conhecimento, a criação de valor e a aquisição de uma consciência da conduta ética e corporativa da empresa, como espelho de cultura organizacional e refletida para seus públicos internos e externos. Para tanto, os procedimentos metodológicos foram apoiados em estudo de caso junto a uma empresa de comércio varejista da cidade de Bauru, considerada como uma empresa socialmente responsável. Assim, procedeu-se ao desenvolvimento de uma pesquisa de campo, de caráter exploratório-descritivo e mediante o uso da técnica de entrevistas estruturadas, as quais foram realizadas com as lideranças consideradas como sendo mais representativas da empresa — direção, gerências de loja, responsável pelo departamento de RSE e agência de propaganda. Os resultados indicam, em linhas gerais que: há diversas situações onde aparecem forças contrárias a incorporação dos princípios de RSE e que ao atuarem no interior da empresa criam fissuras corporativas que necessitam de ajustamento.Como conclusão observou-se que, para promover a RSE como mote da gestão da empresa, é necessário que seja implantada primeiramente uma política de comunicação e informação, constituídas a partir de um estudo aprofundado de sua cultura organizacional. Além disso, é imprescindível que exista uma política de RSE clara, comunicada e disseminada entre os stakeholders. Ao final, são efetuadas algumas recomendações em forma de subsídios àqueles interessados em implantar a RSE em suas organizações, destacando-se o papel da comunicação produtiva nos processos gerenciais decorrentes.
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RESPONSABILIDADE SOCIAL DA EMPRESA: a área de gestão de pessoas como mediadora entre a organização e a comunidade

RESPONSABILIDADE SOCIAL DA EMPRESA: a área de gestão de pessoas como mediadora entre a organização e a comunidade

A inclusão da responsabilidade pela gestão e execução de projetos de Ação Social na agenda das áreas de recursos humanos tem trazido sinergias e desafios. Área historicamente criada visando a gestão de funcionários da empresa tem, agora, dois públicos distintos entre si sob sua visão e cuidado. O primeiro com relações inerentes a um contrato de trabalho e que se orienta pelas políticas organizacionais, princípios de gestão e controle da empresa, e o segundo cuja relação não caminha pela hierarquia. Esta pesquisa buscou, então, contribuir com a implementação da responsabilidade social da empresa, em particular com a gestão das relações com a comunidade realizadas a partir da área de recursos humanos. Para tanto, fez reflexão teórica examinando o contexto da gestão empresarial, o management e o manager localizando a responsabilidade social da empresa como um modelo de gestão empresarial, a partir das ciências da gestão. Sistematizou conceitos que gravitam em seu entorno como: filantropia empresarial, empresa-cidadã, investimento social privado, marketing de causas sociais. Examinou, ainda, a interação da ética nos negócios e do terceiro setor com este modelo de gestão. Este trabalho trouxe, igualmente, reflexões sobre o histórico de atuação da área de recursos humanos, modelos de gestão de pessoas e sobre a interação existente entre a área e a gestão socialmente responsável. Apresentou um modelo conceitual para apoiar processos de negociação de papéis entre a função de que recursos humanos e a gestão da empresa. Para gerar discernimento sobre todas estas questões, este estudo se sustentou em pesquisa realizada nas áreas de recursos humanos em dez empresas da região metropolitana de São Paulo. Teve como objetivo geral verificar a maneira como as áreas de recursos humanos estão gerenciando o tema da responsabilidade social da empresa, no que se refere às relações com a comunidade. Alguns objetivos específicos foram igualmente perseguidos. O primeiro buscou verificar a compreensão sobre este tema a partir do olhar dos gestores e dirigentes da área pesquisada, bem como sua implementação como modelo de gestão. O segundo buscou verificar alguns perfis de motivação das empresas, como estas motivações se traduzem em ações práticas junto à comunidade e como são geridas. O terceiro buscou conhecer a percepção das organizações sobre os desafios colocados para a Ação Social, quando executada a partir da empresa e gerida pela área de recursos humanos. Ao final, foram feitas recomendações para pesquisas sobre a real implementação deste modelo de gestão. Conclui-se a favor do desenvolvimento de competências dos profissionais da área de recursos humanos no sentido de potencializar o seu novo papel de articulação entre o privado e o interesse público.
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