gestão de resíduos sólidos

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Tecnologias sociais para gestão de resíduos sólidos recicláveis secos e prevenção de riscos no exercício profissional de catadores de materiais recicláveis/  Social technologies for managing dry recyclable waste and preventing risks in the professional pr

Tecnologias sociais para gestão de resíduos sólidos recicláveis secos e prevenção de riscos no exercício profissional de catadores de materiais recicláveis/ Social technologies for managing dry recyclable waste and preventing risks in the professional practice of recyclable material collectors

As condições primárias e insalubres vivenciadas pelos catadores de materiais recicláveis são originadas, dentre outros aspectos, da falta de implementação das políticas públicas voltadas à gestão de resíduos sólidos, do escasso desenvolvimento de tecnologias que otimizem as etapas da gestão integrada de resíduos sólidos e o exercício profissional desses trabalhadores. O objetivo deste trabalho foi desenvolver e avaliar tecnologias sociais para gestão de resíduos sólidos recicláveis secos e prevenção de riscos no exercício profissional de catadores de materiais recicláveis. O trabalho realizado de março de 2014 a março de 2019, em Campina Grande, estado da Paraíba, Brasil, seguiu os princípios das pesquisas participante e experimental e envolveu catadores de materiais recicláveis organizados em associação e famílias que aderiram à coleta seletiva. Foram desenvolvidos e avaliados quatro modelos de coletores para acondicionamento de resíduos sólidos recicláveis no interior e fora das residências; quatro modelos de carrinhos para coleta e transporte desses resíduos; dois modelos de mesas para triagem dos materiais recolhidos e um modelo de suporte para triagem e transporte no galpão da associação. Constatou-se que essas tecnologias favoreceram a coleta seletiva na fonte geradora, a destinação dos resíduos sólidos recicláveis secos aos catadores de materiais recicláveis e contribuíram para minimizar e/ou evitar os riscos que estavam submetidos os profissionais, sobretudo, os de acidentes e ergonômicos. Essas tecnologias foram resultantes de intensos trabalhos de Educação Ambiental que além de promover o processo de sensibilização, formação e mobilização, causou o sentimento de pertencimento, empoderamento e de autonomia aos catadores de materiais recicláveis. As tecnologias foram implantadas e aplicadas, atentando-se para os apontamentos indicados pelos catadores de materiais recicláveis: os efeitos positivos, as lacunas e as fragilidades, impondo aos pesquisadores a construção de novos projetos. Se a sociedade humana brasileira almeja colher os frutos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, deve investir de modo significativo em programas e projetos de Educação Ambiental e em estudos sobre tecnologias apropriadas à gestão integrada de resíduos sólidos e ao exercício profissional de catadores de materiais recicláveis. É essencial e urgente proporcionar condições de trabalho e vida dignas aos profissionais que estão diretamente relacionados com a reintrodução dos resíduos sólidos recicláveis secos ao setor produtivo e à efetivação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, os catadores de materiais recicláveis. Esses carecem de condições decentes de trabalho e de vida.
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Matriz de indicadores de sustentabilidade para a gestão de resíduos sólidos urbanos.

Matriz de indicadores de sustentabilidade para a gestão de resíduos sólidos urbanos.

O artigo apresenta uma matriz de indicadores de sustentabilidade para a gestão de resíduos sólidos urbanos e a forma de sua construção. A construção foi realizada baseando-se em informações adquiridas em referências nacionais e internacionais. Os indicadores foram organizados em uma matriz preliminar, a qual passou por um processo de validação externa, com especialistas, por meio do método Delphi. Para a realização deste método foram necessárias duas rodadas. A matriz final possui 6 dimensões de sustentabilidade: política, tecnológica, econômica/financeira, ambiental/ecológica, conhecimento e inclusão social, contemplando 42 indicadores e 126 descritores. A matriz elaborada poderá ser utilizada como instrumento de avaliação e planejamento da gestão dos resíduos sólidos em municípios.
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Indicadores de sustentabilidade para gestão de resíduos sólidos urbanos

Indicadores de sustentabilidade para gestão de resíduos sólidos urbanos

A sustentabilidade da gestão de resíduos urbanos vai além da mera disposição adequada do lixo em aterros ou qualquer outro tipo de destinação final convencional de resíduos. O Ministério das Cidades, por intermédio da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, com o apoio do Programa de Modernização do Setor de Saneamento – PMSS, gerou, em 2002, um diagnóstico detalhado do Brasil na área de resíduos sólidos, que teve por objetivos: (a) promover o conhecimento da situação atual e as perspectivas dos sistemas municipais de resíduos sólidos; (b) estabelecer as bases definidoras de políticas e estratégias para o desenvolvimento deste segmento; (c) identificar problemas e deficiências no manejo de resíduos sólidos; (d) conhecer progressos alcançados, comparar resultados, fazer ajustes pertinentes ou modificações nas metas traçadas; e, como conseqüência, (e) difundir soluções inovadoras e tecnologias adequadas que tiveram êxito no país (BRASIL, 2002b).
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GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E A LOGÍSTICA REVERSA DE RESÍDUOS ELETRÔNICOS

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E A LOGÍSTICA REVERSA DE RESÍDUOS ELETRÔNICOS

Luciano Bispo dos Santos 1 Elmo Rodrigues da Silva 2 Jéssica de Oliveira Loureiro 3 RESUMO: O acelerado avanço tecnológico de equipamentos eletrônicos vem ocorrendo em um curto espaço de tempo. Resultando um aumento no descarte de resíduos sólidos tecnológicos. O artigo parte da análise de como as micros e pequenas empresas enfrentam algumas dificuldade de implantar ferramentas viáveis um descarte adequado. Com isso, foi preciso o surgimento de lei com alternativas sobre o descarte desse material, como a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Que buscou estabelecer formas de como as organizações solucionariam esse problema visando o crescimento da mesma e tendo um desenvolvimento sustentável. Desta forma, o artigo é baseado em um estudo de caso dentro da empresa Real Toner Impressoras sobre o processo de gestão de resíduos sólidos com observação direta e como objetivo, analisar e reverter o principal problema, o descarte desses resíduos sólidos. Propondo a implantação de logística reversa como tratamento ideal, como a no final do ciclo de vida desse material e que seja adequada às realidades operacional, financeira e gerencial da empresa.
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Gestão de resíduos sólidos em São Paulo: desafios da sustentabilidade.

Gestão de resíduos sólidos em São Paulo: desafios da sustentabilidade.

Isso significa que não é suficiente equacionar problemas de remuneração de contratos de coleta e de disposição final e enviar os resíduos para aterros sani- tários privados devidamente licenciados. Torna-se necessário definir estratégias para promover a redução de resíduos nas fontes geradoras, por meio de educa- ção ambiental permanente, a coleta seletiva com inclusão de catadores e metas de redução de disposição de resíduos no solo, por meio de um plano de gestão abrangente, integrado e pactuado com a sociedade. A cidade de São Paulo, dada sua centralidade no espaço metropolitano, também demanda uma política e um plano municipal de gestão de resíduos sólidos articulado com um plano metro- politano. Os desafios que se colocam para evoluir da situação atual de falta de política, de estratégias e de uma visão de planejamento para o equacionamento da gestão dos resíduos demandam ações concretas e vontade política da admi- nistração.
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Gestão de resíduos sólidos não convencionais: o caso do GERESOL - Centro de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Jundiaí – SP

Gestão de resíduos sólidos não convencionais: o caso do GERESOL - Centro de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Jundiaí – SP

O caso do Centro de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – GERESOL, implantado pela Prefeitura de Jundiaí – SP, apresenta soluções para destinação final de resíduos não convencionais, contribuindo com proposições de sistemas viáveis para sua gestão ambiental e empresarial. A disposição desses resíduos, tais como, entulhos da construção civil, madeiras, galhos de árvores, pneus e outros, no caso estudado, se mostrou viável econômica e ambientalmente, indicando um caminho para solução de problemas que se apresentam para Prefeituras, no atendimento de regulamentações legais vigentes, para a reciclagem ou destinação final cada vez mais difícil e custosa desse tipo de resíduo.
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GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM MEGAVENTOS: ASPECTOS CONCEITUAIS

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM MEGAVENTOS: ASPECTOS CONCEITUAIS

Com a sanção da Lei federal 6.398 é que, efetivamente, o Brasil passa ter um olhar di- ferenciado para as questões ambientais, e dos anos 1980 aos dias de hoje se tem buscado editar normas, resoluções e leis que buscam aperfeiçoar e implementar uma política de estado volta- do para um caminho que possibilite o uso dos recursos naturais de forma sustentável. Dentre dos documentos mais importantes assinados na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio ambiente e Desenvolvimento em 1992 no Rio de Janeiro (Rio-92) está a Agenda 21, momento de grande importância para as políticas de gestão de resíduos sólidos, apresentando propostas pertinentes voltadas para redução do volume de resíduos, reaproveitamento, tratamento e dis- posição final. (GOMES, 2014).
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Gestão de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte: sistematização de diretrizes e procedimentos.

Gestão de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte: sistematização de diretrizes e procedimentos.

Um novo estilo de vida, com mudanças nos padrões de consumo e de geração de resíduos, se impõe para humanidade. No Brasil, o crescimento das cidades e, ao mesmo tempo, o aumento de consumo de produtos industrializados, são fatores comuns a praticamente todos os municípios. Deste modo, graves problemas têm sido acarretados, no que diz respeito à gestão inadequada dos resíduos sólidos urbanos (RSU) gerados. Em função do seu grande número, os municípios de pequeno porte contribuem com os problemas ambientais e sociais decorrentes. Assim, uma das principais medidas a serem tomadas para corrigir esta situação é o estabelecimento de Planos da Gestão dos RSU (PGRSU) gerados em tais municípios. O presente trabalho levantou alguns conceitos e modelos de gestão e gerenciamento de RSU, visando fornecer orientações para elaboração de PGRSU para municípios de pequeno porte, embasados nos conceitos de minimização. Os municípios de pequeno porte podem contar com algumas facilidades no que diz respeito a uma gestão mais integrada dos diferentes resíduos, em especial a comunicação com a população, a fiscalização das medidas propostas, a organização da sociedade no processo gestão dos RSU. Além disto, a quantidade de resíduos gerados é menor e os processos de segregação, coleta e disposição podem ser mais simplificados. Por outro lado, tais municípios enfrentam dificuldades para a implantação de uma boa gestão dos RSU, entre elas a falta de recursos financeiros e humanos. Levando em conta tais características, foram sistematizadas algumas diretrizes e estabelecidos alguns procedimentos que melhor se adaptem aos referidos municípios, contemplando soluções simplificadas, de baixo custo, acessíveis a técnicos e administradores sem especialização no tema e que envolva a população. Tais orientações foram aplicadas a um caso específico de município de pequeno porte (Itamogi-MG). Como produto final, foi elaborado um PGRSU, incorporando características locais previamente identificadas, tanto de ordem geral como relativas aos RS. A metodologia empregada nesta elaboração mostrou-se adequada para definir uma gestão dos RSU que atenda as necessidades e limitações desses municípios.
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GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO SETOR DE REFEIÇÃO COLETIVA

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO SETOR DE REFEIÇÃO COLETIVA

Embora amplamente discutida, a gestão ambiental ainda está à margem de alguns ramos empresariais. Entre as indústrias nacionais que ainda não despertaram para o gerenciamento ambiental, pode-se citar o segmento de refeições coletivas, que, mesmo considerado recente, surgiu como consequência do desenvolvimento industrial das últimas décadas e já deveria ter atentado para o fato de que os resíduos provenientes de suas atividades constituem considerável parcela de poluentes e sua disposição adequada é primordial para a preservação do meio ambiente (NUTRINEWS, 2009). O preparo industrial de alimentos de forma sustentável não deve estar apenas relacionado à produção, transformação e separação, processos que utilizam grandes quantidades de recursos naturais e geram resíduos de diversos tipos. É preciso considerar também que, na fase de industrialização, têm-se o consumo de energia e a produção de resíduos sólidos, líquidos e gasosos. Mesmo após o ciclo de produção estar completo e o produto final chegar à mesa dos consumidores, o impacto continuará presente, devido ao descarte das sobras, das embalagens e das substâncias utilizadas na higienização dos utensílios, dos equipamentos e das instalações.
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A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

A busca de conceitos modernos de gestão dos resíduos sólidos que apontem para a redução na fonte, reaproveitamento, reciclagem e participação comunitária (IBAM, 1995) não significará a inclinação dos administradores e legisladores e técnicos somente para a coleta seletiva de objetos recicláveis e outras embalagens presentes nos resíduos domiciliares. Deverá constituir, no ponto de vista do saneamento ambiental, o progresso de atuações unificadas que agridam o conjugado das dificuldades, permitindo, além da coleta seletiva indispensável, expectativas competentes para o descarte e reaproveitamento de resíduos sólidos, recursos para os demais resíduos e a resolução dos principais problemas que vêm sendo causados pelos descartes indevidos.
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Avaliação estratégica de um plano de gestão de resíduos sólidos com foco nos resíduos orgânicos

Avaliação estratégica de um plano de gestão de resíduos sólidos com foco nos resíduos orgânicos

Um dos grandes problemas atualmente é a gestão correta dos Resíduos Sólidos produzidos em toda atividade humana. Em 2010 foi aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos que traz diretrizes e instrumentos para lidar com essa problemática, sendo uma dos principais o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos – PGIRS. O presente trabalho teve como objetivo realizar uma Avaliação Estratégica de um PGIRS aplicado a um município de médio porte. A partir de dados gerais sobre a situação dos Resíduos Sólidos, foi descrito um Cenário Inicial e então foram propostos Cenários, com horizonte de 20 anos, para a segregação, tratamento e disposição final desses resíduos. Em cada cenário foi levantado os custos relativos a cada etapa e o volume ocupado em aterro na disposição final. Por fim, fez-se a comparação entre os cenários, levando em conta o volume ocupado e os custos envolvidos.
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A ANÁLISE DA GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO À LUZ DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

A ANÁLISE DA GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO À LUZ DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Dessa forma, embora o processo legislativo da PNRS esteja completo, os desafios da gestão de resíduos sólidos continuam. Uma das principais dificuldades atuais dos gestores públicos é cumprir as determinações impostas pela PNRS, principalmente a meta de erradicar os lixões e implementar um sistema de coleta/descarte mais sustentável, continuado e seguro. A formalização do Plano Nacional responsável por executar as determinações da PNRS ocorreu em 2011, e atualmente o Governo Federal iniciou seu processo de atualização através do Planares 2020, na cidade do Rio de Janeiro; formalizou-se o Plano Municipal em 2014. Entretanto, no Estado do Rio de Janeiro ainda há uma significativa quantidade de municípios sem a delimitação de um plano de gestão. Segundo dados do Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento, somente 17 municípios dentre os 63 declarantes, formularam seus respectivos planos (SNIS, 2017). Destaca-se que Duque de Caxias, o principal território do lixo no século XX, endereço por cerca de 30 anos do maior lixão da America Latina, não tem plano estabelecido.
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GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO EM UBERLÂNDIA, NO CONTEXTO DA IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO EM UBERLÂNDIA, NO CONTEXTO DA IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Esta pesquisa apresentou como objetivo analisar a gestão de resíduos de construção e demolição (RCD) no município de Uberlândia no contexto da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e sugerir ações com o propósito de melhorar o gerenciamento. Metodologicamente, utilizou-se de visitas às secretariais municipais envolvidas com resíduos, aos pontos de deposição irregular, as empresas transportadoras de RCD para aplicar um questionário e observar se as áreas de transbordo e triagem de entulho estão conforme as normas técnicas da ABNT sobre resíduos. Os resultados mostraram que, em Uberlândia, foram coletados em 2012, aproximadamente 452 mil toneladas de RCD, sendo 6,66% dos Ecopontos, 39,41% das empresas transportadoras e 53, 93% dos pontos críticos. Como princípio da PNRS é a não geração, faz-se necessário uma gestão integrada entre o poder público e as empresas particulares que coletam e transportam o entulho. Observou-se que os pontos críticos localizam próximos às Unidades de Conservação, a Área de Proteção Permanente, a escolas e outros são pontos de concentração de desocupados. Outra questão observada é a mistura com outros tipos de resíduos e a também uma periodicidade de limpeza. Os avanços que ocorreram nos últimos 8 anos foram apenas a criação dos Ecopontos. Mesmo assim, é encontrada em locais próximos a eles, a deposição irregular de entulhos. São apresentadas sugestões como parcerias com carroceiros, associações de bairro, educação ambiental com das concencionárias de energia e de autarquia de abastecimento público, além de palestras nos mutirões nos bairros.
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Avaliação do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos em municípios da Zona da Mata de Minas Gerais utilizando indicadores de sustentabilidade em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Avaliação do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos em municípios da Zona da Mata de Minas Gerais utilizando indicadores de sustentabilidade em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Não existe, porém, um gestor específico para os RSU, e o corpo técnico é composto por um engenheiro ambiental da prefeitura e um gerente da coleta. Além destes há apenas o motorista e dois garis. Os gestores municipais de Acaiaca fornecem informações anuais ao SNIS, tanto para água e esgoto, quanto para resíduos sólidos. O município não participa de nenhum consórcio público que possui como finalidade específica a gestão de resíduos sólidos. Não há um programa de treinamento e capacitação dos funcionários e nem um programa de segurança e prevenção de acidentes desenvolvido e aplicado no setor de resíduos sólidos. O custo estimado dos serviços de GRSU é de R$ 6.000,00 por mês. No entanto, não há uma taxa ou para a cobrança da população. Há um investimento previsto do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) para construção de uma IRR, no entanto a construção está parada e o recurso bloqueado.
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Repositório Institucional UFC: Atuação das associações de catadores na coleta seletiva no município de Fortaleza-CE

Repositório Institucional UFC: Atuação das associações de catadores na coleta seletiva no município de Fortaleza-CE

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) entrou em vigência em 2010, embasando diversos pontos da gestão de resíduos sólidos, dentre eles a inclusão de associação de catadores e sua importância na cadeia produtiva do gerenciamento desses materiais. Com a finalidade de analisar a atuação das associações de catadores na coleta seletiva no município de Fortaleza, a partir da PNRS, foram feitas pesquisas em campo através de visitas a três associações de catadores na capital e levantamento de dados junto à Prefeitura sobre a coleta seletiva realizada pelo município através dos ecopontos. Foram destacadas também parcerias entre instituições públicas e privadas e associações de catadores como forma de incentivo à atividade desempenhada por essas organizações. Foram obtidas informações sobre as atividades desempenhadas nesses locais e os quantitativos de resíduos processados. Foi constatada a contribuição de forma positiva das associações de catadores e a sua necessidade de estruturação como determina a legislação.
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A Gestão Ambiental na Hotelaria: O Caso de Portugal

A Gestão Ambiental na Hotelaria: O Caso de Portugal

de gestão ambiental, se possuem uma política de gestão ambiental formal e se possuem um certifi- cado ou rótulo de qualidade ambiental. Por sua vez, o segundo grupo de questões permite identificar o tipo de medidas de gestão ambiental adotadas pelos hotéis portugueses. Estas práticas foram ava- liadas através de uma checklist com 62 exemplos de PGA categorizadas em nove grupos: gestão do consumo de energia; gestão do consumo de água; gestão de resíduos sólidos; gestão de materiais perigosos; gestão de efluentes e emissões; gestão do ambiente interior; gestão do ambiente exterior e biodiversidade; política de compras orientada pelo ambiente e comunicação ambiental. Estas práticas foram identificadas com base na revisão da litera- tura: Bohdanowicz (2005); Bohdanowicz (2006a); Bohdanowicz (2006b); Enz e Siguaw (1999); Kirk (1995); Kirk (1996); Kirk (1998); Knowles (1998); Knowles et al. (1999); Le et al. (2006); Middleton e Hawkins (1998); Pinheiro (2006); Stabler e Brian (1997) e Viegas (2008).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA

De inicio foi realizada uma investigação teórica (fonte de dados secundários) ; com a finalidade de abarcar um maior número de informações sobre o tema pesquisado e, assim, dar forma e conteúdo ao estudo proposto. No caminhar das leituras, muitos questionamentos foram elucidados e, à medida que os conceitos foram evoluindo, outros novos questionamentos foram surgindo. Para a consecução do trabalho, foram realizadas leituras teóricas sobre o tema estudado com ênfase para o conceito de espaços urbanos, geografia humana, pensamento social, questões sócioambientais, gestão de resíduos, educação ambiental, coleta seletiva, políticas públicas, modelo de gestão. Estes temas serviram para nortear e apoiar a redação. Sem esses conceitos, seria muito difícil apresentar as idéias com clareza. Destaca-se que ao se buscar soluções para que os materiais de potencial reciclável sejam tratados como mercadoria logística autosustentável, foram necessárias muitas leituras. Para aprimorar a parte técnica e elaborar novos conceitos, foram utilizadas importantes leituras como : “O lixo Municipal: Manual de Gerenciamento Integrado” (2000) sob a coordenação de Maria Luiza Otero D’Almeida e André Vilhena; Paulo Roberto Leite em “Logística Reversa Meio Ambiente e Competividade”, (2003); José Ribamar B. Chehebe, em a “A Análise do Ciclo de Vida de Produtos: Ferramenta Gerencial da ISO 14000” (2002). José Dantas de Lima, em a “Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil” (2001).
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IDENTIDADE(S) DO CAMPO E POLÍTICAS PÚBLICAS

IDENTIDADE(S) DO CAMPO E POLÍTICAS PÚBLICAS

dos. Atendendo à evolução conhecida nos últimos anos, com um grande fluxo mi- gratório das zonas rurais para as urbanas, com destaque para a capital do país, hou- ve a necessidade de atuali-zar o referido plano, o que foi feito em 2010-2011, tendo originado o PA-GIRSU-Plano de Ação de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Ur- banos de São Tomé e Príncipe. De acordo com os dados constantes na caracteriza- ção efetuada para a elaboração deste pla- no (TESE, 2010) menos de 40% da popula- ção total do arquipélago é abrangida pelo sistema de recolha de resíduos sólidos e na capital do país um número elevado de pessoas sofrem diretamente os efeitos da ausência de contentores e de vazadouros/ aterros controlados, para o tratamento fi- nal dos lixos. A cidade dispõe de um sis- tema ainda muito rudimentar e vulnerável de gestão de resíduos sólidos urbanos. Os resíduos que são colocados nos contento- res disponibilizados pela Câmara Distrital são recolhidos e depois transportados a Lixeira de Penha. Na análise das lacunas verificadas no Sistema de Gestão dos RSU em STP (TESE, 2010), identificam- -se: insuficiência e desgaste dos meios de recolha, a ausência de planeamento ade- quado; insuficiência do território nacional abrangido pela recolha; ausência de locais de armazenamento temporário intercalar dos resíduos; inexistência de aterros sani- tários; e não controle do acesso de pes- soas à atual lixeira da Penha nem controle dos resíduos aí depositados. Daqui ad- vêm, ainda de acordo com o PA-GIRSU,
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Índice de adequação do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos como ferramenta para o planejamento: aplicação no estado de São Paulo.

Índice de adequação do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos como ferramenta para o planejamento: aplicação no estado de São Paulo.

Considerando as diretrizes de gestão e gerenciamento da Política Nacional dos Resíduos Sólidos e a necessidade de uma visão ampla da problemática dos resíduos sólidos urbanos, este artigo propôs uma metodologia qualitativa de análise regional dos resíduos sólidos urbanos, baseada em um índice aplicado como ferramenta de planejamento. Apresentou-se, também, um panorama dos resíduos sólidos urbanos gerados no estado de São Paulo. Para o desenvolvimento do método, foram usados dados de geração de resíduos, população e desenvolvimento humano. Planilhas de cálculo e sistema de informações geográficas foram empregadas como ferramentas. Um índice de adequação do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos foi gerado a partir da atribuição de pesos para variáveis de população, geração de resíduos sólidos urbanos, coleta seletiva e dos resíduos de serviço de saúde e participação em consórcios intermunicipais. Foi obtida uma equação para estimativa da geração de resíduos sólidos urbanos em função da população do estado de São Paulo, com R²=0,9977. O índice de adequação do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos não apresentou tendência espacial, mas possibilitou identificar municípios com maiores problemas na gestão de resíduos sólidos urbanos. Uma análise dos aterros regionais foi realizada, os quais, em sua maioria, estão localizados próximos aos municípios de maior porte do estado de São Paulo. Existe necessidade de aumentar a quantidade de aterros regionais próximos aos municípios de menor porte da parte Oeste do estado. A metodologia do índice de adequação do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos se mostrou adequada para uma análise regional da problemática de resíduos, podendo ser adaptada para outras áreas de estudo, em regiões administrativas diversificadas. Não foi encontrada correlação entre os dados de geração e de desenvolvimento humano.
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MODELOS DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

MODELOS DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Pode-se ressaltar, ainda, o problema relacionado à desvalorização imobiliária das residências situadas na vizinhança das áreas de disposição de lixo. A desvalorização dos terrenos no entorno destas áreas, tanto para moradia como para o comércio, provoca o deslocamento dos catadores de lixo e de pessoas que, apesar de não sobreviverem do lixo, se sujeitam a morar no local por falta de melhores condições econômicas. Enfim, os resíduos sólidos descartados, sem que sejam submetidos a tratamento adequado, poderão resultar em sérios danos ao meio ambiente, tais como a poluição: • Do solo: alterando suas características físico-
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