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Uso de psicofármacos na atenção psicossocial: uma análise à luz da gestão do cuidado.

Uso de psicofármacos na atenção psicossocial: uma análise à luz da gestão do cuidado.

Ao olhar para o fenômeno da medica- mentalização como instrumento de cuidado, percebe-se que este processo perpassa as diversas ambiências da gestão do cuidado, e se contrapõe às conquistas nos âmbitos da saúde metal e da saúde coletiva. Ressalta-se, pois, que o termo medicamentalização, aqui apresentado, se configura como o uso não médico de produtos medicinais para tratar problemas ou situações da vida, os quais não requereriam ‘tratamento farmacológico’, ou, ainda, a questões relacionadas à sobredoses ou à cronicidade de tratamentos farmacote- rapêuticos que não seriam necessários. Vale ainda dizer que a importância do medica- mento é reconhecida nesse âmbito, porém, quando está fundamentada no uso racional.
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Integralidade e humanização na gestão do cuidado de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva.

Integralidade e humanização na gestão do cuidado de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva.

Os resultados do estudo evidenciam que a integralidade na gestão do cuidado de enfermagem na UTI aponta alguns desaios em relação à complementaridade das ações de for- ma ampla e integradora. Observa-se que os proissionais de saúde, envolvidos na prestação desses cuidados, depa- ram com o crescente grau de exigência técnica, cientíica, afetiva, integrativa e social à promoção e à manutenção da saúde em situações críticas e emergenciais. Entretanto, a relação proissional, no ambiente da UTI, em muitas insti- tuições de saúde, ainda perpassa a organização do trabalho mecanicista, hierárquico e fragmentado e tem sido ponto de instabilidade entre autores que vislumbram uma relação mais lexível, dinâmica e cooperativa, pautada no diálogo e na construção coletiva, buscando satisfazer os interesses e necessidades de todos que fazem parte daquele contex-
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Gestão do cuidado em enfermagem no contexto do jogador de voleibol de alto rendimento

Gestão do cuidado em enfermagem no contexto do jogador de voleibol de alto rendimento

Objetivo: compreender a relação entre o fenômeno central “Gestão do cuidado no contexto do jogador de voleibol de alto rendimento: (sobre)vivendo na multidimensionalidade do ambiente esportivo” e as categorias que envolveram a perspectiva da gestão do cuidado à saúde do atleta no contexto do voleibol. Métodos: estudo qualitativo, guiado pela Teoria Fundamentada em Dados, realizado entre fevereiro e setembro de 2013, com 34 participantes em três grupos amostrais. Resultados: quatro categorias foram evidenciadas: Significando o cuidado, a saúde e a doença para o atleta de voleibol de alto rendimento; (Sobre)vivendo no limiar entre o ser atleta de alto rendimento e o ser humano; Despertando para a realidade do voleibol de alto rendimento; Desvelando possibilidades e potencialidades do cuidado à saúde no voleibol de alto rendimento. Conclusão: evidencia-se que há possibilidades concretas e palpáveis de inserção da gestão do cuidado a saúde e enfermagem no voleibol de alto rendimento.
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O significado da gestão do cuidado para docentes de enfermagem na ótica do pensamento complexo.

O significado da gestão do cuidado para docentes de enfermagem na ótica do pensamento complexo.

O movimento dialógico, defendido por Morin, indica que a proposta do Currículo integrado criou uma ordem a ser seguida, entretanto, na prática pedagógica, os sig- nificados atribuídos a gestão do cuidado ainda não são unificados. Assim, para vencer essa visão tradicional e frag- mentada compete aos gestores das instituições de ensino ultrapassar conceitos fechados e implementar estratégias para a articulação dessas vertentes.

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Manejo de risco na gestão do cuidado especializado a pessoas vivendo com aids.

Manejo de risco na gestão do cuidado especializado a pessoas vivendo com aids.

cuidado ofertado; e pela identiicação/intervenção dos/sobre os problemas potenciais ou já instalados, de natureza social. Ressalta-se a relevância da elaboração/utilização de tecno- logias para sistematizar a prática proissional e adequar a oferta das ações do ambulatório às necessidades identiicadas. Nesta perspectiva, a classiicação de risco dos usuários merece ser va- lorizada como tecnologia da gestão do cuidado especializado. O Enfermeiro, como um dos integrantes da equipe multipro- issional e que tem o cuidado como objeto de trabalho, pode se instrumentalizar e induzir a aplicabilidade prática desta tecno- logia no sentido de promover o cuidado alinhado às demandas locais, contribuindo com a melhoria da gestão do cuidado no ambulatório especializado e na rede de atenção à saúde.
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A produção e a gestão do cuidado: notas cartográficas dos atos cuidadores do enfermeiro...

A produção e a gestão do cuidado: notas cartográficas dos atos cuidadores do enfermeiro...

Este é um estudo situado dentro da abordagem qualitativa, que teve como intuito partir para uma “viagem” nos territórios da gestão e do cuidado. Questionamentos circundaram o momento de escrita acerca da formação e do trabalho do enfermeiro no contexto hospitalar, tendo como pano de fundo os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Questiona-se: no contexto hospitalar, o atos cuidadores do enfermeiro estão centrados nas demandas dos usuários, como um elemento articulador de saberes e práticas, tendo em vista as propostas de integralidade e humanização? O objetivo delineado foi cartografar os atos cuidadores do enfermeiro no contexto hospitalar, analisando as linhas postas em ação e as superfícies predominantes, com suas potências e resistências, para a produção da vida. Buscou-se tônus teórico às inquietações postas, com a construção um mapa conceitual que abordasse o cuidado, a gestão do cuidado e as implicações do hospital com a temática, sendo possível, lançar mão de uma trama conceitual, com destaque aqui para alguns conceitos pertencentes à esquizoanálise, à saúde coletiva e outros referentes a área da enfermagem. No segundo momento da construção do mapa, realizou-se a desnaturalização das práticas de cuidado, fazendo uso da Genealogia Foucaultiana, culminando com a criação de quatro configurações das práticas de cuidado, objetivando desbloquear o tempo histórico para que, através de uma problematização de objetos tidos, como evidentes, se pudesse ressignificar o presente. As estratégias de produção do conhecimento constituíram-se de dois momentos: a utilização da Genealogia Foucaultiana, que possibilitou parte da construção do mapa conceitual. No segundo momento, realizou-se uma cartografia dos atos cuidadores do enfermeiro no contexto hospitalar. Selecionou-se uma unidade de internação de um hospital filantrópico, que presta atendimento a usuários do SUS. Efetuaram 62 horas de observações focadas no trabalho dos enfermeiros
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Gestão do cuidado de enfermagem ao adolescente que vive com HIV/AIDS.

Gestão do cuidado de enfermagem ao adolescente que vive com HIV/AIDS.

Objetivo: Caracterizar a gestão do cuidado de enfermagem ao adolescente que vive com HIV/AIDS por transmissão vertical, frente ao processo de transição do atendimento em Serviços de Referência no Tratamento de HIV/AIDS (infantil e adulto) em um estado do Sul do Brasil, propondo estratégias para a transição deste atendimento. Métodos: Pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva. Os dados foram coletados por meio de observação participante e entrevista individual semiestruturada, sendo analisados e interpretados segundo Bardin. Resultados: Da análise dos dados emergiram três categorias, que apontaram os desafios na gestão do cuidado, o envolvimento incipiente do enfermeiro e as estratégias a serem utilizadas na transição do adolescente. Conclusão: Revela a importância do enfermeiro nesse processo de transição, com participação ativa no planejamento, gestão e execução das ações, em suas competências.
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GESTÃO DO CUIDADO DA TUBERCULOSE: INTEGRANDO UM HOSPITAL DE ENSINO À ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.

GESTÃO DO CUIDADO DA TUBERCULOSE: INTEGRANDO UM HOSPITAL DE ENSINO À ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.

A partir do alcance do objetivo proposto, pôde-se perceber a maneira pela qual a gestão do cuidado pode contribuir para o vislumbre de um cuidado mais próximo da integralidade ao portador de TB, que necessita de internação hospitalar duran- te seu tratamento. A articulação entre os níveis da assistência à saúde pode possibilitar ininterrupção do tratamento e, com isso, promover a redução do abandono e adesão à terapêutica.

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Gestão do cuidado à tuberculose: da formação à prática do enfermeiro.

Gestão do cuidado à tuberculose: da formação à prática do enfermeiro.

Como um dos membros da equipe de saúde, o enfermei- ro é um ator importante para efetivação do cuidado da TB na medida em que gerencia as ações de controle e compre- ende a complexidade envolvida nesse processo. No entanto, considera-se necessário que sua formação esteja voltada para o desenvolvimento de habilidades e competências que favo- reçam o cuidado integral e humanizado, conforme preconiza o Sistema Único de Saúde (SUS). A formação desses profis- sionais, no campo da educação superior, deve promover prá- ticas reflexivas como forma de integrar os diferentes tipos de conhecimento para a produção do cuidado das pessoas, es- pecificamente neste estudo, aos doentes de TB. Diante deste contexto questiona-se: a formação do enfermeiro está voltada para promover a gestão do cuidado à TB?
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Organização dos serviços de saúde e a gestão do cuidado à tuberculose.

Organização dos serviços de saúde e a gestão do cuidado à tuberculose.

A efetivação da gestão do cuidado à TB ainda permanece como um dos desafios para a gestão em saúde do município estudado. Fica evidente, nos discursos dos AM, fragilidades conceituais, tanto no que rege a política local, quanto da or- ganização dos serviços de saúde que aponte para o fortalecimento da gestão do cuidado à TB, ar- ticulado no que se baseia o plano de saúde local. Sugere-se que a gestão dispare processos de discussão e reflexão sobre a gestão do cuidado junto aos AM, uma vez que exercem atividades gerenciais. Primeiramente, sobre os processos instituintes aos quais estão envolvidos, que de- vem perpassar a ruptura de práticas hegemôni- cas instituídas e de saberes reducionistas do pro- cesso saúde-doença-cuidado para práticas demo- cráticas, de inclusão e de solidariedade. Segundo, na perspectiva da cogestão, a TB deve ser com- preendida não apenas como uma doença, mas como problema mundial de saúde que precisa ser enfrentado nos aspectos de vulnerabilidade social, do estigma, da subjetividade e de singula- ridade dos sujeitos envolvidos.
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As potencialidades da enfermeira na gestão do cuidado em saúde.

As potencialidades da enfermeira na gestão do cuidado em saúde.

En este artículo hicimos un ensayo sobre las cuestiones de la subjetividad que están en juego en la gestión de cuidados en servicios de salud por la enfermera. Así, buscamos elementos en los estudios desarrollados sobre planificación e gestión, en la Sociología del Cotidianoey igualmente en la Teoría Feminista, mayormente en los aspectos referentes a la gestión del cuidado en salud. Hemos concluido que hay necesidad de actualizarse las potencialidades de la enfermera como gerente y así, auxiliar en la revalorización de aspectos y sentimientos hasta hoy desconsiderados en el espacio- tiempo de la institución de salud, tales como, la subjetividad, la relacionalidad, el deseo, la creatividad, la responsabilidad, entre otros. Descriptores: rol de enfermería; organización y administración; manejo de atención al paciente
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A morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstói: elementos para se pensar as múltiplas dimensões da gestão do cuidado.

A morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstói: elementos para se pensar as múltiplas dimensões da gestão do cuidado.

Isto posto, é necessário que se façam dois esclarecimentos. O primeiro é que, em princípio, a cada uma de tais estratégias corresponderiam modos distintos de se fazer a gestão. Enquanto seria possível associar ao paradigma instrumental um modo de se fazer a gestão mais “autoritário”, vertical (“topo- base”) e heterônomo, no sentido de ser mais controlador e mais capturador da autonomia dos trabalhadores, ao paradigma de base comunicativa estariam associados modos mais “democráticos” e participativos de se fazer a gestão. O segundo esclarecimento vem quase no sentido de negar o primeiro, ao afirmarmos que tais estratégias nunca poderão ser encontradas como formas puras, como tipos-ideais weberianos (Weber, 1991). Nas condições reais do processo de gestão, as duas estratégias quase sempre se apresentam de forma mesclada. Um componente comunicativo há de existir sempre, mesmo nos modos mais instrumentais de se fazer a gestão, tendo em vista a incontornável necessidade de alguma negociação com os trabalhadores de saúde, por conta do seu protagonismo, da defesa que fazem de algum grau de autonomia no controle do seu trabalho e, não menos importante, pelo fato de que os trabalhadores são produtores, sobretudo por suas pertenças profissionais, de sentidos para o seu trabalho irredutíveis aos sentidos que a direção pretende impor. Por outro lado, mesmo nas propostas ditas mais democráticas, participativas, em grau menor ou maior, sempre será possível reconhecer alguma instrumentalização ou “funcionalização” dos trabalhadores pelos dirigentes, no sentido apontado acima. Como reconhece Campos (2007), “Não há trabalho em ato (vivo) que não se apóie em algum trabalho prévio (morto). O desafio estaria em lidar com este fato inexorável e não prometer ou sugerir a possibilidade de fluxos espontâneos em que haveria criação ex-nihil. Nesse sentido, admito que todo trabalhador, em alguma medida, estará obrigado a assumir algum grau de ’funcionalidade’. Todos somos, em algum grau, ´trabalhadores funcionais’ à organização, às necessidades e interesses dos outros, sejam usuários ou colegas de equipe”.
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Experiência da atenção integral à saúde individual e familiar com enfoque na responsabilização, vínculo médico-paciente, ética e profissionalismo no Currículo Médico Integrado .

Experiência da atenção integral à saúde individual e familiar com enfoque na responsabilização, vínculo médico-paciente, ética e profissionalismo no Currículo Médico Integrado .

As atividades teórico-práticas do submódulo Saúde Coletiva também são realizadas nas mesmas UBSs em encontros com grupos de dez alunos supervisionados por docentes do De- partamento de Medicina Preventiva e apoio dos tutores de Saúde Coletiva. Este submódulo tem como principais objeti- vos conhecer o trabalho em saúde e a gestão do cuidado na atenção básica, envolvendo as necessidades de saúde, as ações e tecnologias de cuidado, os fluxos da atenção, o trabalho em equipe, as responsabilidades, a multiprofissionalidade e o olhar dos usuários sobre as ações e o serviço, assim como ana- lisar as informações disponíveis no Núcleo de Saúde Coletiva da unidade e ações de Vigilância da Saúde.
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Ciênc. saúde coletiva  vol.22 número6

Ciênc. saúde coletiva vol.22 número6

A pesquisa previu ainda uma avaliação quali- tativa em profundidade, através da realização de estudos de casos, voltado à análise da singulari- dade dos processos organizacionais e dos desa- fios enfrentados na introdução de mudanças na forma de gestão e produção do cuidado. Os casos foram selecionados a partir das experiências/ini- ciativas de gestão do cuidado hospitalar levanta- das através do inquérito. Para a seleção dos hos- pitais foram considerados os seguintes critérios gerais: a) iniciativas que expressem ou traduzam uma compreensão integral do cuidado; b) apre- sentem propostas, dispositivos e processos de in- tervenção favorecedores do aumento da respon- sabilização dos profissionais com a qualidade do cuidado, do trabalho em equipe e da autonomia dos pacientes; e c) experiências cujo processo de organização e gestão do cuidado tenha envolvido ou tenha tido impacto sobre o hospital como um todo (não restrito a um setor ou serviço isolado).
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Informação, educação e trabalho em saúde: para além de evidências, inteligência coletiva :: Brapci ::

Informação, educação e trabalho em saúde: para além de evidências, inteligência coletiva :: Brapci ::

Mais recentemente, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desenvolve cursos de especialização nessa área, nos âmbitos da pós-graduação lato sensu e para técnicos, inicialmente no município do Rio de Janeiro e, posteriormente, em Porto Alegre, Manaus e Brasília (FERLA et al., 2005), mas ainda com pequena abrangência. Essas atividades têm servido como laboratório para a construção de novos sentidos e novas potencialidades para a informação na saúde, em particular no que diz respeito à autonomia de uso a partir das demandas locais. Também é oportuno registrar que, desde 2002, mas principalmente a partir dos projetos Reuni, em 2008, a maior parte dos novos cursos de graduação em saúde coletiva toma o uso da informação para a gestão, nominada na capacidade de “análise de políticas e sistemas e serviços de saúde”, como desafio pedagógico na formação dos profissionais (CECCIM et al., 2012). Espera-se a formação de capacidades de uso da informação, efetivamente, no âmbito local, em maior escala, a partir dessas iniciativas com o desenvolvimento de habilidades profissionais que, ao mesmo tempo em que dominem técnicas e tecnologias dos sistemas nacionais também fortaleçam localmente competências para o uso criativo e inovador das informações.
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Interface (Botucatu)  vol.13 suppl.1

Interface (Botucatu) vol.13 suppl.1

A exemplo de outras experiências de formação e da gestão do trabalho em saúde, o cuidado ao doente e ao sofrimento causado pela doença se revelou como o grande mobilizador nas escolhas desses alunos, ratificando a imagem social e cultural de que ser profissional de saúde é, antes de tudo, ser um cuidador de doenças, e não da promoção da saúde de pessoas com necessidades distintas, que nem sempre estão relacionadas à doença e ao sofrimento dela decorrente.

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Política Nacional de Humanização e formação dos profissionais de saúde: revisão integrativa.

Política Nacional de Humanização e formação dos profissionais de saúde: revisão integrativa.

Para a construção de uma nova forma de cuidado com os usuários dos serviços de saúde pautados na humanização, le- va-se em consideração que o usuário deva ter uma abordagem integral e humana. Portanto, devem ser respeitados os seus saberes que são ligados a sua cultura e que dão sustentação a sua forma de perceber seu processo de adoecimento (7) .

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Apoio institucional e cogestão: a experiência da Política Nacional de Humanização no Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal (DF), Brasil.

Apoio institucional e cogestão: a experiência da Política Nacional de Humanização no Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal (DF), Brasil.

No início de 2011, com o novo governo, o apoio foi comprometido devido à troca de diretores e equipes que haviam promovido as inovações citadas acima. Em fevereiro deste ano, realizamos reuniões com o diretor de Projetos Estratégicos da Secretaria de Estado da Saúde do DF, ligado ao gabinete do secretário de Saúde, para retomada da parceria entre PNH/MS e SES/DF. Esse Escritório assume a PNH como política estruturante no enfrentamento da superlotação nos PS’s da Rede. Em junho, como decorrência do apoio intensivo àquela diretoria, foi criada nova coordenação geral PNH-SES/DF, com recomposição da equipe – apoiadores institucionais formados no curso de Gestão – para constituição do grupo condutor da Política, que passa a atuar em cogestão. Este Colegiado de coordenadores regionais PNH SES/DF, com as 16 regionais de Saúde, reúne-se semanalmente até o presente momento, com apoio intensivo dos consultores.
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Percepções da enfermagem sobre gestão e cuidado no abortamento: estudo qualitativo.

Percepções da enfermagem sobre gestão e cuidado no abortamento: estudo qualitativo.

Não tem um cuidado especial, mas a gente tenta prestar o máximo de segurança para elas, no aspecto físico e no aspecto psicológico. A gente conversa com elas, faz os procedimentos técnicos e dá auxílio emocional. Quando o aborto é provocado, tem aquelas que não icam muito preocupadas e tem aquelas que vêm demolidas. Para estas, a gente tenta dar um suporte psicológico maior: ica em volta, conversa, escuta. Às vezes, elas choram muito. Às vezes, não querem a nossa presença, outras vezes querem atenção. Então, tem que ter muito cuida- do para lidar com esta situação. Se observar e ver que a coisa está icando séria, que a paciente está icando muito deprimida, a gente chama um proissional da psicologia para icar junto, para ter um papo mais aprofundado, que a gente não consegue dar. Aquelas que não provocaram querem aquele cuidado, porque é como se um sonho fosse embora. Normalmente, elas se abrem e contam como aconteceu (E1, TE3, E5, TE7, TE11, TE13, TE16, E17).
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Regionalização da saúde: cartografia dos modos de produção do cuidado e de gestão em saúde

Regionalização da saúde: cartografia dos modos de produção do cuidado e de gestão em saúde

O ritual da visita é uma de suas formas mais evidentes. No século XVII, o médico, vindo de fora, juntava à sua inspeção vários outros controles - religiosos, administrativos; não participava absolutamente da gestão cotidiana do hospital. Pouco a pouco a visita tornou-se mais regular, mais rigorosa, principalmente mais extensa: ocupou uma parte cada vez mais importante do funcionamento hospitalar [...] A inspeção de antigamente, descontínua e rápida, se transforma em uma observação regular que coloca o doente em situação de exame quase perpétuo. Com duas consequências: na hierarquia interna, o médico, elemento até então exterior, começa a suplantar o pessoal religioso e a lhe confiar um papel determinado mas, subordinado, na técnica do exame; aparece então a categoria do “enfermeiro”; quanto ao próprio hospital, que era antes de tudo um local de assistência, vai tornar- se local de formação e aperfeiçoamento científico: viravolta das relações de poder e constituição de um saber. O hospital “bem disciplinado” constituirá o local adequado da “disciplina” médica [...]. (FOUCAULT, 2014b, p. 181-182, grifos meus, aspas do autor).
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