Gestão e Práticas de Ensino

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Gestão de práticas esportivas escolares no ensino fundamental no município de Santos.

Gestão de práticas esportivas escolares no ensino fundamental no município de Santos.

A presente pesquisa teve por objetivo analisar as condições das práticas esportivas escolares (PEEs) no ensino fundamental no município de Santos - SP sob o ponto de vista dos gestores escolares, com relação à: a) percentual de atendimento no âmbito público; b) descrição dos recursos materiais e fi nanceiros; c) caracterização dos recursos humanos; d) características do programa desenvolvido. Para isso, foram aplicados questionários junto aos gestores das escolas privadas (n = 12), municipais (n = 35) e estaduais (n = 12). Verifi cou-se que poucas crianças e jovens são atendidas nos programas no âmbito público. As instalações das escolas privadas e municipais são melhores que as da rede estadual; destaca-se que o município utiliza os espaços cedidos pela Secretaria Municipal de Esportes e pela Comunidade. De acordo com os gestores, o professor/treinador das PEEs não ministra Educação Física Escolar na mesma escola. Os gestores das escolas privadas e do município relataram que as PEEs não têm ligação com o Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola, o que aponta uma descrença dos gestores quanto à possibilidade educacional das PEEs. No âmbito público, pode-se pensar em estratégias para a democratização dessas práticas, com programas intersetoriais – que articulem diferentes secretarias e a participação da comunidade, de tal forma que os orçamentos possam ser otimizados e as PEEs valorizadas no contexto em que estão inseridas. Pretende-se que esse conhecimento subsidie futuras discussões sobre programas de iniciação esportiva no contexto escolar. U NITERMOS : Organização e gestão; Esporte escolar.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO DE EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO CRISTIANE SILVA DE ALMEIDA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO DE EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO CRISTIANE SILVA DE ALMEIDA

Nesta pesquisa, tivemos como objeto de estudo as práticas de gestão do CEFET/PA, com o intuito de verificar se, nesta instituição de ensino, há o favorecimento da democratização da gestão na Educação Profissional. Para isso, elaboramos os objetivos da pesquisa a fim de identificar a lógica de organização da gestão da Educação Profissional no CEFET/PA; verificar como a autonomia escolar está sendo desenvolvida pela gestão do CEFET/PA; descrever como ocorre a participação dos sujeitos representantes no Conselho Diretor do CEFET/PA e analisar como as ações escolares são planejadas na instituição. Por isso, utilizamos de procedimentos metodológicos coerentes com os nossos objetivos de estudo, priorizando, nesse caso, a análise qualitativa dos dados. O instrumento de coleta de dados, desta pesquisa, foi a observação não-participante e a entrevista semi-estruturada, realizada com seis gestores do CEFET/PA. A partir da análise dos dados obtidos, chegamos as seguintes conclusões: a) a dinâmica de organização interna do CEFET/PA apresenta características que evidenciam práticas centralizadoras, fragmentadas e pouco articuladas à realidade educacional; b) a autonomia escolar tem favorecido o desenvolvimento de parcerias com instituições privadas, comprometendo a qualidade do ensino ofertado na instituição, no momento da realização de convênios e parcerias com o setor privado; c) a participação dos sujeitos escolares apresenta limitações nos processos de tomada de decisão do Conselho Diretor, evidenciando, sobretudo em relação aos representantes externos; d) o planejamento escolar está sendo desenvolvido a partir de ações desarticuladas que evidenciam a falta de compreensão acerca do papel da instituição.
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MARESSA VALENTE DOS SANTOS A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO INCLUIR E O SEU GERENCIAMENTO NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE CARANGOLAMINAS GERAIS

MARESSA VALENTE DOS SANTOS A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO INCLUIR E O SEU GERENCIAMENTO NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE CARANGOLAMINAS GERAIS

O processo de inclusão educacional emerge em nosso país, na década de 1990, intencionando a ruptura com um sistema educacional segregador e redimensionando o significado de educação especial na perspectiva de um paradigma inclusivo. Na tentativa de atender às novas demandas provenientes do projeto de inclusão educacional, o Sistema Estadual de Educação Mineiro por meio da Secretaria de Estado de Educação/SEE/MG implantou o Projeto Incluir, a partir de 2005, objetivando estimular e garantir o acesso, a permanência e o desenvolvimento desses alunos nas escolas regulares. Esse projeto visa à articulação entre as esferas central – regional – unidades escolares e, ainda, a organização de uma rede de apoio com diversas instituições da sociedade para que seus objetivos se efetivem. Dada a importância da proposição de ações educacionais voltadas às classes minoritárias, a presente pesquisa visou a avaliar o gerenciamento da implantação do Projeto Incluir na Superintendência Regional de Ensino de Carangola. A metodologia utilizada foi o estudo de caso e as informações e dados utilizados foram coletados por meio do Sistema de Gestão e Monitoramento de Projeto/SIGESPE, Sistema de Administração Escolar/SIMADE e arquivos da Equipe do Serviço de Apoio à Inclusão/SAI que continham informações sobre a formação dos docentes, ações desenvolvidas pela equipe, relatórios de monitoramento da implantação do projeto. Nas unidades escolares foram feitas entrevistas aos diretores e leitura do Livro de Atas de Reuniões Pedagógicas. A análise dos dados permitiu que fossem apresentadas considerações a respeito do paradoxo entre integração e inclusão; inclusão e qualidade do ensino, inclusão e atendimento educacional especializado, formação de Rede de Apoio e por fim, a importância da ressignificação da gestão de projetos no âmbito da regional. Objetivou-se com essa pesquisa apresentar à Direção da SRE de Carangola e aos integrantes da Equipe do SAI um plano de ação que visa à interferência na realidade apresentada, organizar e intensificar as ações de implantação do Projeto Incluir almejando por fim, a promoção de práticas educacionais inclusivas.
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Razão e sensibilidade no ensino de administração: a literatura como recurso estético.

Razão e sensibilidade no ensino de administração: a literatura como recurso estético.

Vale ressaltar que ensinar administração é tão complexo e desafiador quanto ensinar outras áreas de ciências sociais que lidam com a dimensão humana em sua grandeza, vilanias e paixões. Em um campo complexo que tem o poder como conceito-chave, o aprendizado se dará pelo encontro com as teorias e pela compreensão das razões dos que exercem as práticas. Por exem- plo, Knights e Willmott (1999) se valem de quatro romances (Nice work; The remains of the day; The bonfire of the vanities; The unbearable lightness of being) para ensinar questões organizacionais ligadas a poder e identidade. De fato, aprender sobre poder e gestão pode ser uma aventura, na descoberta do huma- no no que tem de brasileiro e universal, como este artigo pretende argumentar, defendendo a literatura como recurso estético.
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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

O documento está dividido em quatro unidades. A unidade I demonstra como a relação desenvolvimento-aprendizagem é cotejada pelas principais correntes psicológicas (behaviorismo, construtivismo e sociointeracionismo), além de evidenciar as condições em que ocorre a aprendizagem dos alunos e o que pode favorecê-la no âmbito da escola. Os temas possibilitam à equipe gestora analisar e tomar decisões relativas a questões de ensino e aprendizagem. Já a unidade II analisa o trabalho coletivo na escola, a organização (ensino, o tempo e o espaço), o currículo, a LDB e o trabalho pedagógico. Aborda, ainda, a importância do papel do gestor como articulador do trabalho da equipe escolar na busca coletiva de soluções apropriadas ao contexto da instituição. As condições facilitadoras da aprendizagem dos alunos em sala de aula são abordadas na unidade III, incluindo também a questão da interação entre processo de ensino e aprendizagem - professor e aluno - para se alcançar o conhecimento. Essa unidade ressalta ainda a atuação do gestor na promoção de condições, para que a relação aluno-professor-conhecimento seja proveitosa para todos. Na última unidade, o tema gerador é a avaliação do rendimento escolar, discutindo o papel da avaliação e sua importância para a aprendizagem e abordando esses processos em uma nova dimensão, com vistas a construir uma escola democrática. Ao final de cada unidade do caderno de estudos do Módulo IV, a autora recomenda leituras e, para cada obra, tece uma apresentação. Além do caderno de estudos, faz parte dos materiais instrucionais o caderno de atividades com práticas para discussão, abordando problemas comuns ligados ao ensino e à aprendizagem.
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 SÃO FINAL

SÃO FINAL

O presente estudo teve como finalidade identificar os conhecimentos dos docentes do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) bem como as práticas pedagógicas (gestão de comportamento e estratégias de ensino-aprendizagem) adotadas em situação de PHDA. Estudos prévios (e.g. Sciutto, Terjesen & Frank, 2000) sugerem que os docentes têm um baixo conhecimento sobre a PHDA, muito embora se estime que 5% das crianças em idade escolar a possuam (Barkley, 1998; DuPaul & Stoner, 2003; Lorente & Ávila, 2004). A literatura indica ainda que as práticas pedagógicas são especialmente influenciadas pela exposição com crianças com PHDA, ou seja, o contacto dos docentes com crianças com a perturbação e tempo de serviço dos mesmos (Sciutto et al., 2000 & Blotnicky-Gallant et al., 2015).
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Gestão do conhecimento em redes de franquia

Gestão do conhecimento em redes de franquia

Associando o crescimento e a legislação que rege o sistema de franquias no país, questionamentos são feitos em relação à realidade atual no Brasil, comparado com o que está estabelecido na lei em relação à transferência de tecnologia e gestão do conhecimento, além de estudar como as normas legais têm sido aplicadas. Segundo a lei, as franqueadoras não somente devem ceder o direito de uso da marca ou patente e distribuição de produtos ou serviços, mas também transferir tecnologia de implantação e administração dos negócios, bem como os seus sistemas operacionais. Foi desenvolvido um estudo comparativo entre duas redes de franquias do DF e Goiânia, do segmento de ensino de idiomas estrangeiros para identificar melhores práticas de gestão do conhecimento e aprendizagem, com base na experiência e relacionamento entre franqueadores e franqueados. São apresentados os resultados de entrevistas com fraqueados e a revisão de literatura recente no sentido de identificar melhores práticas de gestão do conhecimento e aprendizagem no sistema de franquias.
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MÁRCIA BAIMA TALEIRES DE VASCONCELOS COMPROMETIMENTO ORGANIZACIONAL EM UMA IES PÚBLICA: ANÁLISE DO SUPORTE ORGANIZACIONAL COMO ANTECEDENTE E DA CIDADANIA ORGANIZACIONAL COMO CONSEQUENTE

MÁRCIA BAIMA TALEIRES DE VASCONCELOS COMPROMETIMENTO ORGANIZACIONAL EM UMA IES PÚBLICA: ANÁLISE DO SUPORTE ORGANIZACIONAL COMO ANTECEDENTE E DA CIDADANIA ORGANIZACIONAL COMO CONSEQUENTE

O comprometimento organizacional propicia o alcance dos objetivos organizacionais, de modo que a organização possa atingir uma performance eficiente e eficaz. O estudo deste construto se faz imprescindível para a Instituição de Ensino Superior (IES) pública que almeja a adoção de políticas e práticas de gestão de pessoas capazes de conduzir seus integrantes a um adequado e elevado desempenho, bem como, a uma alta produtividade com vistas à prestação dos serviços necessários aos cidadãos, tendo por escopo o desenvolvimento social. O presente estudo trata das possíveis relações estabelecidas entre o comprometimento organizacional, seus antecedentes e consequentes. O objetivo geral deste trabalho consistiu em investigar a influência do suporte organizacional na produção do comprometimento organizacional nas dimensões afetiva, normativa e de continuação e a geração da cidadania organizacional, nas dimensões divulgação da imagem organizacional, sugestões criativas e colaboração com os colegas como um consequente dessa relação. Para o atingimento deste objetivo geral foram elaborados os seguintes objetivos específicos: 1) investigar a ocorrência de relações entre o comprometimento organizacional e o antecedente suporte organizacional; 2) verificar possíveis diferenças/(distinções) nas relações investigadas do comprometimento organizacional com o seu antecedente suporte organizacional; 3) examinar a cidadania organizacional como consequente da relação entre o comprometimento organizacional e o antecedente suporte organizacional e 4) analisar possíveis diferenças nas relações estabelecidas entre as dimensões do comprometimento organizacional e as dimensões da cidadania organizacional. Buscando fundamentar o presente estudo, optou-se pelo framework teórico conceitual de Meyer e Allen (1991, 1993). A pesquisa desenvolvida caracteriza-se por ser de natureza quantitativa quanto aos fins e exploratória, descritiva e explicativa quanto aos meios, revela-se ainda, pesquisa de levantamento e de corte transversal. O universo populacional abrange os integrantes do corpo gerencial intermediário de uma IES pública, lotados em todos os campi da Instituição e o universo amostral compõe-se 265 servidores públicos, ocupantes de função gerencial de nível intermediário, que equivale a 36% da população estimada. Os resultados apontaram que o suporte organizacional é um preditor do comprometimento organizacional apenas quanto às dimensões afetiva e normativa deste construto, sendo também preditor do efeito gerado a partir das relações entre essas duas variáveis (comprometimento organizacional e suporte organizacional), manifestado sob a forma de cidadania organizacional.
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VIABILIDADE TÉCNICA PARA IMPLANTAÇÃO DO LABORATÓRIO DE GESTÃO DAS OPERAÇÕES NA ENGENHARIA

VIABILIDADE TÉCNICA PARA IMPLANTAÇÃO DO LABORATÓRIO DE GESTÃO DAS OPERAÇÕES NA ENGENHARIA

Este estudo visa avaliar viabilidade de implantação de um laboratório de ensino de práticas das disciplinas de gestão de operações dos cursos de engenharia, com o objetivo de atender as atividades experimentais e também para atuar no estudo e desenvolvimento de pesquisas. Basicamente a implementação de uma inovação tecnológica na construção das instalações laboratoriais requer laboratórios multidisciplinares e específicos com os mais inovadores recursos, visando dar base ao corpo docente na construção da qualidade do ensino e na formação dos alunos, conquistando com isso um melhor ganho na aprendizagem e favorecendo um futuro ético dos profissionais formados pela instituição.
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GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO: EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS, NACIONAIS E NO MUNICÍPIO  DE BELO JARDIM/PE

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO: EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS, NACIONAIS E NO MUNICÍPIO DE BELO JARDIM/PE

Diversas iniciativas de sucesso relacionadas à compostagem de resíduos têm sido adotadas por escolas da Nova Zelândia voltadas à educação de crianças. A escola Waiheke Primary, localizada na cidade de Auclanda, por exemplo, possui três sistemas diferentes de compostagem e reciclagem para as sobras de alimentos produzidas: o Bokashi (adubo orgânico), um minhocário e a compostagem tradicional (KENNEDY et al., 2009). Através destas práticas, as crianças passam a cuidar do meio ambiente e são incentivadas a trabalhar em equipe.

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5 NA G OVERNANÇA DAS TI

5 NA G OVERNANÇA DAS TI

O COBIT encontra-se na quinta versão e integra o conteúdo das principais frameworks publicadas pelo ISACA: COBIT 4.1, Val IT, Risk IT, Business Model for Information Security (BMIS), IT Assurance Framework (ITAF), Taking Governance Forward (TGF) e Board Briefing on IT Governance 2nd Edição, e está alinhado com os mais atuais e relevantes standards e frameworks utilizados na gestão corporativa: COSO, COSO ERM, ISO/IEC 31000 e integra com outros conjuntos de boas práticas e metodologias, como ISO 27000, Information Technology Infrastructure Library (ITIL), Body Project Management of Knowledge (PMBOK), PRINCE2 e The Open Group Architecture Framework (TOGAF). Desta forma, o COBIT 5 permite que a organização o utilize como um integrador de frameworks e standards de governança e de gestão (Darveau 2013; ISACA, 2012).O COBIT 5 ajuda as organizações a criar valor para TI, mantendo o equilíbrio entre a realização de benefícios e a otimização dos níveis de risco e o uso de recursos. Tem como objetivos, oferecer uma framework abrangente que auxilia as organizações a otimizar o valor gerado pelas TI, permitir que as TI sejam governadas e geridas de forma holística para toda a organização, criar uma linguagem comum entre as TI e negócio para uma melhor governança e gestão das TI (Dourado, 2014). Alguns dos benefícios da adoção do COBIT 5 para uma organização são:
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Configuração de competências coletivas a partir das práticas de gestão de pessoas

Configuração de competências coletivas a partir das práticas de gestão de pessoas

A fundamentação teórica apresentada confirma a relevância da pesquisa no sentido de apontar a necessidade de produção de novos estudos teóricos e empíricos acerca do tema de competências coletivas e das práticas que favoreçam a configuração destas. Pode-se afirmar, a partir do referencial bibliográfico, que há uma heterogeneidade tanto do entendimento do significado como dos principais conceitos envolvidos neste construto. A metodologia utilizada atribuiu qualidade à pesquisa a partir do emprego: (a) da fundamentação teórica abordando os principais tópicos necessários ao cumprimento dos objetivos; (b) da metodologia aplicada, considerando triangulação de dados obtidos por análise documental, grupo focal, entrevistas semiestruturadas e observação participante; e (c) de achados que possam contribuir para novas investigações. Esta pesquisa partiu da identificação das práticas de gestão de pessoas capazes de contribuir para a manifestação de competências coletivas. Depois disso, foi possível, através dos atributos das competências coletivas, caracterizar a forma como as práticas identificadas contribuem para configuração de competências coletivas no nível gerencial. Por último, foi possível propor uma abordagem para o estudo das práticas capazes de contribuir para a configuração de competências coletivas, agregando assim para novos estudos empíricos.
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Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

As reflexões de Boaventura nos ajudam a compreender, portanto, que se pretendemos elaborar e efetivar políticas e práticas educativas de caráter inter- multiculturais, que promovam o diálogo entre as diferentes culturas e evidenciem a igual dignidade de todos os seres humanos, contemplando questões de gênero, raça classe, etnia, entre outras, devemos ter bem claro, a compreensão de inter-multiculturalismo que referenciará a nossa intencionalidade e, nesse debate, Mclaren (1997) colabora com seus estudos sobre uma Concepção de Educação Multicultural Critica e sua opção pelo Multiculturalismo Critico, que compreende a cultura e a democracia numa relação política de conflito e não de consenso e, a diferença, como produto da história, cultura, poder e ideologia. A diversidade é afirmada dentro de uma política de crítica e compromisso com a justiça social e não como uma meta. A resistência deve levar em consideração uma intervenção no conflito social com objetivos de fornecer acesso igualitário aos recursos sociais e transformar as relações de poder dominantes, que limitam estes acessos devido aos privilégios de classe, de raça e gênero. As diferenças, dentro da cultura, são definidas como diferenças políticas e não apenas como diferenças textuais, lingüísticas e formais. As relações de poder estruturais e globais não são ignoradas, ele não abandona o conceito de totalidade e não busca interrogar a diferença como condição retórica, mas visa, sobretudo, intervir criticamente nas relações de poder que organizam a diferença.
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GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA: UMA ALTERNATIVA PARA A REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA - MG

GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA: UMA ALTERNATIVA PARA A REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA - MG

Acredita-se, também, que poderá ocorrer resistência por parte dos gestores e até mesmo do Sindicato de Professores com relação à implementação do curso e dos seminários, embora não tenham caráter obrigatório. Como forma de minimizar possíveis dificuldades neste sentido, aponta-se a realização de um trabalho de conscientização, a ser desenvolvido pela Secretaria de Educação, junto aos gestores e demais profissionais da educação do município, com intuito de mostrar a importância da formação conceitual e da troca de experiências como importantes ferramentas de superação das dificuldades vivenciadas no dia a dia da gestão na rede. A apresentação do diagnóstico em relação ao desdobramento da política de seleção, formação e acompanhamento do gestor na rede, constante desta dissertação, poderia servir de instrumento para este fim, além de reuniões, e palestras que abordassem a importância do treinamento e da formação voltados para habilidades e competências na gestão educacional.
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ANTONIA DALILA SALDANHA DE FREITAS GESTÃO FINANCEIRA DA POLÍTICA DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO E INTEGRAL DO CEARÁ

ANTONIA DALILA SALDANHA DE FREITAS GESTÃO FINANCEIRA DA POLÍTICA DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO E INTEGRAL DO CEARÁ

O referido programa se efetiva através de um conjunto de seis ações, em busca da elevação do desempenho acadêmico dos alunos do Ensino Médio, as quais contemplam: 1. Superintendência Escolar - focada no fortalecimento da gestão; 2. Primeiro Aprender – voltado à consolidação de competências avançadas de leitura e de raciocínio lógico-matemático; 3. Professor Aprendiz – destaque dado ao protagonismo docente, dado que essa ação contempla a produção de material didático e a formação entre pares; 4. Avaliação Censitária do Ensino Médio – uso da avaliação externa (Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará - SPAECE) como instrumento indutor da melhoria da qualidade do ensino; 5. Pré- Vest – ênfase no protagonismo discente, na progressão de seus estudos; 6. Articulação do Ensino Médio à Educação Profissional – focada na oferta de melhores oportunidades de preparação para o trabalho, concebendo a escola de Ensino Médio como local privilegiado para a educação de nível técnico e de qualificação profissional.
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EXPANSÃO E FINANCIAMENTO DO SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR FEDERAL: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

EXPANSÃO E FINANCIAMENTO DO SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR FEDERAL: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

No arcabouço do PNE, com a designação de Expansão II, por meio do Decre- to nº. 6.096/2007, é lançado também o programa Reuni. Suas diretrizes foram pautadas em seis dimensões: a) “ampliação da oferta de educação superior pública, por meio de redução das taxas de evasão ”, expandindo políticas de inclusão e assistência aos estudantes, preenchimento de vagas ociosas, e aumento de vagas, notadamente no período noturno; b) reestruturação acadêmico-curricular, diversificando as modalidades da graduação, bem como reorganizando os cursos de graduação; c) renovação pedagógica da educação superior, buscando atualizar metodologias de ensino e aprendizagem, elevando sua qualidade; d) mobilidade intra e interinstitucional, e; e) articulação da pós-graduação com a graduação, buscando desenvolver e aperfeiçoar qualitativamente cursos de graduação visando melhoria na educação básica. Em suma, o objetivo central foi o de criar conjunturas para ampliar o ingresso e permanência no nível de graduação, valendo-se da estrutura física e dos recursos humanos existentes nas universidades federais, logrando como meta global, a progressão gradual da taxa de conclusão média de 90% nos cursos de graduação presenciais, e a relação de alunos da graduação por professor ao final dos cinco anos da adesão teria que ser de 18 (BRASIL, 2007b).
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UFRGS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL EE - ESCOLA DE ENGENHARIA DELET - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PLANO DE ENSINO

UFRGS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL EE - ESCOLA DE ENGENHARIA DELET - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PLANO DE ENSINO

Nas aulas práticas em laboratório, serão desenvolvidas atividades em grupo, com o objetivo de proporcionar ao aluno a oportunidade de verificar na prática a obediência que as experiências de laboratório guardam com os princípios teóricos estudados, bem como os cuidados necessários a fim de ter-se um bom desempenho em procedimentos de medida, e a prática de trabalho em equipe. Estas aulas são essenciais e não podem ser substituídas por estudo individual, sendo de presença obrigatória (ausência máxima de 25%).

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UMA NOVA PROPOSTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM: PROJETO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

UMA NOVA PROPOSTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM: PROJETO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Diferente da ideia de um curso técnico, cada área escolhida atende ao requisito nuclear da noção de empregabilidade, ou seja, leva em consideração a possibilidade de ocupação de postos de trabalho múltiplos e inespecíficos, conforme apresenta o manual do Reinventando o Ensino Médio. Esse manual estabelece uma proposta de estrutura curricular para o projeto, apresentando inclusive os conteúdos da fase inicial, ou seja, do 1º ano e, também, dos demais anos até a conclusão do ensino médio do aluno. A carga horária está dividida em um momento teórico/instrumental, denominado “Conteúdos da Área”, ocupando 60% da carga horária, contendo 3 módulos-aula semanais, distribuídos em 3 ou 4 disciplinas, e outro denominado “Conteúdos Práticos”, correspondendo a 40% da carga horária, em 2 módulos-aula, com 1 ou 2 disciplinas, onde estão previstas visitas técnicas extrapolando os muros da escola. Para o conteúdo curricular de cada área de empregabilidade foram criados Currículos Básicos Comuns de Empregabilidade (CBCEs), similares aos CBCs já existentes, englobando os assuntos da formação geral e da área específica.
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Práticas avaliativas na gestão da Atenção Básica à Saúde: estudo de caso em Camaquã e Canguçu (RS).

Práticas avaliativas na gestão da Atenção Básica à Saúde: estudo de caso em Camaquã e Canguçu (RS).

O artigo aborda a gestão municipal do Sistema Único de Saúde (SUS) a partir das práticas avaliativas realizadas em Camaquã e Canguçu (RS). Apresenta estudo de casos múltiplos, qualitativo, com análise de dados de observação participante, entrevistas semiestruturadas e documentos locais. Foram conside- rados os tipos de práticas avaliativas (cotidiana, normativa, pontual, de monitoramento ou investigação avaliativa) e a origem dos avaliadores (internos ou externos). Identificaram-se o predomínio de práticas avaliativas cotidianas exercidas por agentes internos e a presença de práticas normativas induzidas por agentes externos. Conclui-se que a mediação sociopolítica é a principal estratégia gestora para considerar a diversidade de atores e suas avaliações sobre um sistema de saúde que pretende atuar em rede e que tem a participação como diretriz constitucional.
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PRÁTICAS INOVADORAS E ESTILO DE LIDERANÇA NA GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL PARAENSE

PRÁTICAS INOVADORAS E ESTILO DE LIDERANÇA NA GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL PARAENSE

Na mesma direção Jun e Weare (2011) estudaram a relação entre motivação institucional e programas inovadores de “e-governo” na gestão pública também em municípios dos Estados Unidos. Para os autores as motivações externas são mais significativas para que estas inovações sejam implantadas e que esta é uma tendência na gestão municipal daquele país. Os fatores externos também são apontados por Boyne et al (2005) nas experiências de gestão municipal no mesmo país. No entanto, estes autores sustentam que grande parte dos estudos de inovação na gestão não se volta para a inovação em si, e sim para adoção de práticas planejadas em outras esferas, demonstrando ainda que a inovação só é bem-sucedida quando concentrada em um número limitado de serviços e a partir de uma experiência prévia.
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