Gestão da Produção. Lean Manufacturing. Métricas para avaliação da maturidade.

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AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

processos implantados na administração pública pode ser um instrumento fundamental para se alcançar melhores resultados e proporcionar uma melhor utilização e controle dos recursos neles aplicados, além de fornecer aos formuladores de políticas e aos gestores de programas, dados importantes para o desenho de políticas mais consistentes e para a gestão pública mais eficaz. Dessa forma, o desafio que se coloca no âmbito da avaliação da implantação de mudanças na administração pública, pode ser estendido para a avaliação da implantação da GC em Instituições públicas. Assim, uma vez implantado um modelo de GC na AP, torna-se necessário desenvolver mecanismos para avaliar a maturidade da implantação da GC na organização. Avaliar, portanto, tem sua relevância porque permite à organização buscar eficiência, eficácia e efetividade em sua ação, com vistas à prestação de um serviço de excelência ao cidadão, objetivo central da organização pública (KETTL, 1996).
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Análise das principais métricas utilizadas por profissionais na avaliação da maturidade de projetos de lean

Análise das principais métricas utilizadas por profissionais na avaliação da maturidade de projetos de lean

As métricas lean são definidas como o processo contínuo que é responsável pelo aumento da produtividade na busca pela identificação e eliminação de desperdícios (KARIM; ARIF‐UZ‐ZAMAN, 2013; MARODIN et al., 2018). Tais métricas de avaliação devem possuir algumas propriedades básicas (SRINIVASARAGHAVAN; ALLADA, 2006): a) elas devem ser mensuráveis e estarem alinhadas com os objetivos estratégicos da empresa; b) elas devem permitir o controle e avaliação do desempenho; c) elas devem ajudar a compreender o cenário atual e ajudar na identificação de oportunidades de melhoria; d) elas devem ser atualizadas e realistas. São muitas as métricas para a mensuração de sistemas lean. Para entendê-las melhor, foi feito um levantamento na literatura. De acordo com Ghosh (2012), algumas das principais métricas utilizadas na avaliação de projetos de lean manufacturing consistem na redução dos índices de estoque, sendo a gestão de estoques um meio utilizado para descrever uma eficiência de negócios quando tratando do estoque físico de produtos em relação à oferta e procura; eficiência na utilização do espaço físico, que mede a quantidade de espaço requerida na fabricação de um produto; produtividade dos funcionários, que mede a produção por hora de cada funcionário, uma vez que os funcionários devem ser qualificados para as suas tarefas e trabalhar de forma efetiva nas atividades que agregam valor aos clientes; custo de conversão associado a cada processo produtivo, que corresponde aos custos necessários para converter matérias-primas em produtos acabados; redução do tempo de espera industrial (fabricação em tempo de espera), que refere-se ao tempo entre o momento em que o cliente solicita um produto e o momento em que ele o recebe.
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Modelos de maturidade da Eco-inovação: Lacunas e oportunidades para pesquisas futuras / Eco-innovation maturity models: Gap and opportunities for future research

Modelos de maturidade da Eco-inovação: Lacunas e oportunidades para pesquisas futuras / Eco-innovation maturity models: Gap and opportunities for future research

Os modelos de maturidade têm sido utilizados como instrumentos para avaliar elementos organizacionais e selecionar ações adequadas, apoiando a gestão e a implantação de melhorias nas empresas. Nesse sentido, diversas taxonomias de classificação têm sido propostas como base para a evolução da gestão da sustentabilidade no processo de inovação de novos produtos, apresentando qualitativamente a evolução dos estágios de maturidade. No entanto, apesar do aumento crescente de propostas de modelos de maturidade no campo de gestão da inovação e gestão ambiental corporativa, a literatura ainda é incipiente em estudos que classifiquem e analisem estes modelos em suas diversas abordagens e áreas de pesquisa e aplicação. Logo, torna-se pertinente compreender os modelos de maturidade voltados para inovação e sustentabilidade, assim como suas abordagens e ferramentas analíticas, afim de encontrar oportunidades para novas proposições nesse domínio de pesquisa. Através de uma revisão sistemática da literatura sobre modelos de maturidade de inovação e sustentabilidade, este estudo tem como objetivo apresentar lacunas e oportunidades para o avanço do campo, delineando orientações promissoras sobre características potenciais para novos modelos de maturidade da eco-inovação. Este trabalho foi desenvolvido a partir de uma estrutura analítica para explorar a diversidade de modelos de maturidade em inovação e sustentabilidade e apresentar sugestões de acordo com vários critérios de classificação (área de pesquisa, caracterização do modelo, princípio de maturidade, método de avaliação, nível de desenvolvimento e detalhe, entre outros). Os resultados revelam predominância de modelos de maturidade voltados à gestão ambiental corporativa e lacuna de modelos de maturidade especificamente de eco-inovação. Além disso, os modelos de maturidade analisados apresentam predomínio de características meramente descritivas e não se aprofundam nas características dos estágios. Destacam-se, portanto, oportunidades para o desenvolvimento de modelos de maturidade voltados à eco-inovação e, ainda, que apresentem características prescritivas, assim como um método de apoio à fase de avaliação da maturidade e à implementação de melhorias para evolução do desempenho organizacional.
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Fatores que contribuem para a maturidade em gerenciamento de projetos: o caso de um governo estadual.

Fatores que contribuem para a maturidade em gerenciamento de projetos: o caso de um governo estadual.

Ao se relacionarem os fatores obtidos com alguns dos temas em discussão no bojo do que se convencionou chamar de nova gestão pública, é possível encontrar em Martins e Marini (2010) uma série de convergências com discussões como: técnicas de planejamento estratégico, planejamento estratégico situacional, técnicas de ges- tão da qualidade total, implantação de metodologias de gerenciamento de projetos baseadas no PMBOK, constru- ção de agendas institucionais estratégicas, orientação de estruturas organizacionais para o alcance de resultados, modelagem de estruturas organizacionais, implementa- ção de técnicas de avaliação, monitoramento e ajustes, entre outras. Ainda é possível verificar a existência de alinhamento com outras temáticas, como ações estraté- gicas de gestão de recursos humanos (Marconi & Levy, 2010) por meio da preocupação dos gestores em melho- rar suas habilidades gerenciais, visualizando as políticas de treinamento e desenvolvimento como impactantes nos resultados organizacionais.
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Lean Manufacturing e gestão de projetos: a elaboração do termo de abertura do projeto/  Lean Manufacturing and project management: the elaboration of the project opening term

Lean Manufacturing e gestão de projetos: a elaboração do termo de abertura do projeto/ Lean Manufacturing and project management: the elaboration of the project opening term

Há expectativa de outros benefícios quantitativos gerados pela redução do desperdício de horas de mão de obra, porém esse ganho somente poderá ser confirmado posteriormente à implantação do projeto, visto que atualmente existem métricas para expor tempo gasto na produção de cada kit o quanto esse fator impacta no custo da célula.

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A perspectiva da indústria 4.0 sobre a filosofia de gestão Lean Manufacturing/  The industry 4.0 perspective on Lean Manufacturing management philosophy

A perspectiva da indústria 4.0 sobre a filosofia de gestão Lean Manufacturing/ The industry 4.0 perspective on Lean Manufacturing management philosophy

A simulação será uma ferramenta fundamental na Indústria 4.0, pois servirá para facilitar a avaliação de melhorias em cenários altamente dinâmicos e complexos (URIARTE; NG; MORIS, 2018). Simulações de produtos, materiais e processos de produção atualmente são utilizadas apenas nas fases de projeto. No futuro, as simulações abrangerão também operações da planta industrial, utilizando dados em tempo real para espelhar o mundo real em um modelo virtual, incluindo máquinas, produtos e pessoas, permitindo que se façam testes e melhorias virtualmente antes da aplicação na planta verdadeira, reduzindo os tempos de setup e aumentando a qualidade dos processos (RÜSSMANN et al., 2015).
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IMPLEMENTATION OF LEAN MANUFACTURING IN

IMPLEMENTATION OF LEAN MANUFACTURING IN

Only a few years ago, Brazil was full of optimism as rising global demand for resources led to an export and consumption boom (Elstrodt, Manyika, Remes, Ellen, and Martins, 2014, p. 1). However, Brazil´s gross domestic product growth slowed down dramatically, starting in 2012, bringing the longer terms issues of weak income growth and productivity performance to the forefront (Elstrodt, Manyika, Remes, Ellen, and Martins, 2014, p. 1). After a decade of rapid growth, the Brazilian economy is losing its momentum. Productivity in Brazil has stagnated. The current economic crisis, intense competition and rising customer claims place high demands on industry in Brazil. The concept of LM forms a reliable basis that leads to top operative performance, with the objective to reduce inventory, enhance process efficiencies, eliminate waste, and increase value for the customer by increase productivity by providing more output with a minimized amount of an organization’s resources (Shah and Ward, 2007, p. 791). However, in reality, many organizations are not able to transform themselves into LM organizations that can be recognized as being excellent companies. It has been reported that many Lean Manufacturing Implementations, even those undertaken with the best intentions, are often destined for failure at some point of their implementation (Nordin, Deros, and Rahman, 2012, p. 102).
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Alguns Recursos da Filosofia de Gestão e Produção Lean

Alguns Recursos da Filosofia de Gestão e Produção Lean

O Value Strem Mapping (VMS) (Rother e Shook, 2003), apresenta-se na Filosofia de Gestão e Produção Lean, como uma metodologia que irá permitir identificar e desenhar fluxos de materiais e informação, associados aos materiais e processos presente numa cadeia produtiva. Para se entender melhor do que trata o Value Stream é necessário conseguir visualizar o que é o value stream ou a cadeia de valor. Segundo Tapping e Shucker, (Tapping e Shucker, 2003), uma a cadeia de valor pode ser analogicamente vista como um rio onde tudo o que está a jusante é influenciado pelo que vem a montante. Seguindo esta analogia, o processo final mais a jusante é o consumidor que compra o bem ou serviço produzido pela companhia. É, então, interessante certificar que o produto chegue ao cliente o mais suavemente possível, comparando essa “suavidade” a um fluxo laminar da água do rio, em contraponto com um fluxo caótico, turbulento, que este também pode ter, nomeadamente nas alturas de condições climatéricas adversas.
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Lean Manufacturing   Uma história de Sucesso em Portugal

Lean Manufacturing Uma história de Sucesso em Portugal

Uma das maneiras de começar a implementar o projeto LEAN é criar o Value Stream Mapping, VSM. O VSM é uma ferramenta apresentada por John Shook e Mike Rother (Rother & Shook, 2003) que tem como objetivo, representar a cadeia de valor, desde a entrega de matéria por parte dos fornecedores até à entrega do produto final ao cliente (Womack & Jones, 1996).O VSM permite à organização visualizar todo o percurso de um produto ou serviço, ao longo de todo o seu processo, ou seja, desde a ordem do cliente até à entrega final ao mesmo. Usando o VSM irá ajudar a organização a descobrir e a determinar o melhor plano para o LEAN, pois irá ajudar a emprea a focar-se apenas naquilo que é importante. Significa trabalhar através do processo de cadeia de valor 24 garantindo assim ao gestor ter uma visão global dos projetos, não se concentrando apenas em partes dos mesmos, é o método de criar a “one page picture” de todo o processo. O VSM é muito utilizado tal como os 5’S analisados na secção anterior, em empresas industriais pois torna-se um método muito útil, é um método simples e eficaz, que numa fase inicial de implementação deste projeto ajuda a organização a entender e a reconhecer
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Rev. Bras. Enferm.  vol.68 número1

Rev. Bras. Enferm. vol.68 número1

Há várias décadas, numerosos apelos e reflexões sobre como construir a ciência de enfermagem e alcançar visibilidade no mundo científico levaram seus pesquisadores a empreender esforços para produzir conheci- mentos que contribuíssem para o bem estar das pessoas, melhoria da qualidade de vida, alívio do sofrimento e transformação da realidade em que vivemos. Além de produzir conhecimentos, foi preciso investir em di- vulgação, para que pudesse ser socializado, promovesse o diálogo entre os pares e a transformação da prática. Com a utilização de métricas para a avaliação de qualidade da produção, a comunidade científica percebeu que não bastava publicar, era preciso que os pesquisadores consumissem o conhecimento gerado por outros pesquisadores, citando-os e dialogando com os resultados de outras pesquisas através dos seus artigos.
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: Brapci ::

: Brapci ::

Como sugestão para trabalhos futuros, há a necessidade de aprofundamento do estudo relativo aos modelos de maturidade, semelhanças e diferenças entre os mesmos. Sobretudo, sugere-se um aprofundamento dos estudos relativos à utilização do modelo CMMI, especialmente nos estudos relacionados à área de Tecnologia da Informação. Assim também, recomenda-se a realização de trabalhos sobre a avaliação da maturidade em gerenciamento de projetos nas organizações, realizando um comparativo com as pesquisas já efetuadas. Adicionalmente, sugere-se abranger demais bases de dados de pesquisa de artigos e conferir um enfoque qualitativo às publicações, através de um relato histórico das mesmas e uma mensuração das perspectivas do desenvolvimento da maturidade em projetos.
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FACE - FACULDADE DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS PROGRAMA DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO

FACE - FACULDADE DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS PROGRAMA DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO

Para Lambert, Cooper e Pagh (1998), cadeia de suprimentos é o alinhamento de empresas por meio das quais produtos e serviços são levados ao mercado. Para Mentzer.(2001), configura- se como uma cadeia de suprimentos todo agrupamento de três ou mais entidades (organizações ou indivíduos) diretamente envolvidos de montante a jusante nos fluxos de produtos, serviços, finanças e/ou informação para atendimento ao cliente. Já para Pires (2009), a cadeia de suprimentos constitui-se de uma rede de companhias autônomas, que são efetivamente responsáveis pela obtenção, produção e liberação de um determinado produto e/ou serviço ao cliente final. Embora não haja conflito entre as ideias dos autores, algumas definições se expressam de forma mais compreensível e prática. A definição de Mentzer (2001), por exemplo, remete imediatamente ao arranjo simples de apenas três atores principais: fornecedor, organização e cliente ou consumidor. Porém, analisando-se o desdobramento desse arranjo aparentemente simples, fica evidenciado que a cadeia de suprimento será tão complexa quanto complexo for o processo produtivo do bem ou serviço a ser entregue.
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Boas Práticas e Orientações para o Controlo da Asma no Adulto e na Criança – Normas de Orientação Clínica

Boas Práticas e Orientações para o Controlo da Asma no Adulto e na Criança – Normas de Orientação Clínica

O registo diário do Débito Expiratório Máximo Instantâneo – Peak Expiratory Flow (PEF) calculado duas vezes por dia, registando-se de cada vez a melhor de três determinações, durante um período de duas semanas, pode ser um auxiliar com utilidade individual, por um curto período, após o diagnóstico de asma para monitorizar a resposta à terapêutica, na avaliação de risco de agravamento dos sintomas em ambiente laboral, sendo recomendado o seu uso nos doentes com asma grave e com fraca perceção dos sintomas (GINA, 2014).

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Ambient. constr.  vol.13 número3

Ambient. constr. vol.13 número3

Os quatro últimos artigos referem-se à área de tecnologia de materiais de construção, podendo ser destacados os seguintes temas: influência dos policarboxilatos na hidratação do cimento Portland, materiais compósitos particulados em matriz epóxi reforçados com serragem, cimento e silicato de magnésio, produção de grautes para alvenaria estrutural com agregado reciclado, adição de látex nas pastas de cimento branco.

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COMPLEMENTARIDADE ENTRE O LEAN MANUFACTURING E O QUICK RESPONSE MANUFACTURING: ESTUDOS DE CASOS

COMPLEMENTARIDADE ENTRE O LEAN MANUFACTURING E O QUICK RESPONSE MANUFACTURING: ESTUDOS DE CASOS

A abordagem Lean Manufacturing (LM) e as suas técnicas foram amplamente estudadas e analisadas por pesquisadores da área de planejamento da produção pela capacidade de melhoria de produtividade da indústria. Mesmo assim, tal abordagem tem encontrado diversas dificuldades para tratar todos os ambientes produtivos, especialmente àqueles que têm alta variedade de produtos e baixo volume. Portanto, ela vem sendo integrada com outras abordagens para potencializar a sua ação, como o Quick Response Manufacturing (QRM). Porém, a integração do LM com o QRM tem sido pouco estudada. Com o objetivo de preencher esta lacuna, esta pesquisa aborda como o QRM complementa o LM em ambientes de alta variedade, a fim de ampliar os efeitos de melhoria das duas abordagens em conjunto. Para isto, a pesquisa adotou o estudo de caso múltiplo com objetivo de determinar o comportamento das duas abordagens dentro do contexto de alta variedade. Foram analisadas duas organizações em que as abordagens fornecessem propostas de melhorias para encontrar elementos complementares entre elas. Os dados foram coletados através de entrevistas, análise documental e observações diretas nos casos. Como resultado encontrou-se que o QRM complementa o LM na inserção da dinâmica de sistemas. Com isso, ferramentas como simulação, tratamento de lead time, e análise de utilização são mais fáceis de incorporar nas oportunidades de melhoria. A unificação entre o Mapeamento do Fluxo de Valor (MFV) e Manufacturing Critical-Path Time (MCT) consegue detectar desperdícios utilizando as
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Lean manufacturing aplicada à otimização de implantações

Lean manufacturing aplicada à otimização de implantações

A origem do conceito lean, começou a ser desenvolvido durante a década de 1950, por Taichii Ohno e Eiji Toyoda( cuja família conduzia os destinos da Toyota desde 1937), no seio da Toyota Motor Company. Logo após a segunda guerra mundial o Japão atravessava uma grave crise económica (Liker e Meier,2006), isso fez com que perante esta crise, Eiji Toyoda, assim como Taiichi Ohno, ao visitarem e estudarem a fábrica da Ford, em Detroit, durante três meses (Womack, Jones e Ross, 1990) onde verificaram algumas falhas, como o facto de se produzir em grandes quantidades, o que levava a um desgaste acrescido das máquinas e a grandes acumulações de material.
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Lean seis sigma: uma contribuição bibliométrica  dos últimos 15 anos

Lean seis sigma: uma contribuição bibliométrica dos últimos 15 anos

O Lean Manufacturing é uma filosofia de gestão que surgiu no Japão, na Toyota Motors Company, após a segunda Guerra Mundial, como resultado da necessidade de sobrevivência no mercado automobilístico japonês (MERCADO, 2014). Forçado pela escassez de capital e recursos, Eiji Toyoda instruiu seus trabalhadores para eliminar todos os desperdícios. Sendo que desperdício foi definido como qualquer coisa que não seja a quantidade mínima de equipamentos, materiais, peças, espaço e tempo que são absolutamente essenciais para agregar valor ao produto (RUSSELL e TAYLOR, 2000). Assim, o executivo Taichi Ohno e associados iniciaram a criação de um sistema de produção de caráter alternativo, denominado Toyota Production System (STP – Sistema Toyota da Produção).
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RELATÓRIO DE ENSAIO Nº MATU 4403313-14-A Versão 02

RELATÓRIO DE ENSAIO Nº MATU 4403313-14-A Versão 02

Plano de Amostragem conforme Portaria 2914/11 - Ministério da Saúde, para mananciais de captação, saída do tratamento e sistema de distribuição de água. Amostragem realizada pelo cliente[r]

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Framework generativa para edge devices

Framework generativa para edge devices

Esta dissertação apresentou o desenvolvimento de uma framework generativa para edge devices, que incidiu sobre as camadas HAL (Hardware Abstraction Layer) e OSAL (Operating System Abstraction Layer) da pilha de software TIMAC para WSNs (Wireless Sensor Networks) da TI (Texas Instruments). As bibliotecas da TIMAC foram desenvolvidas em linguagem C e como mecanismo de gestão da variabilidade do código, utilizaram compilação condicional. Embora a compilação condicional apre- sente excelentes resultados ao nível do código executável gerado aquando da compi- lação, ao nível da gestão da variabilidade, apresenta um código de difícil manutenção e muito suscetível a erros. Isto acontece devido à existência de inúmeras diretivas de pré-processamento espalhadas pelo código das bibliotecas (#ifdef, #else, #endif e #elseif ). Após análise dos vários mecanismos de gestão da variabilidade do código existentes, verificou-se que o template metaprogramming era uma boa alternativa ao mecanismo utilizado pela Texas Instruments, sendo escolhido como mecanismo de gestão de variabilidade utilizado para o desenvolvimento da framework.
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A OMS inclui um número muito maior de produtos químicos

A OMS inclui um número muito maior de produtos químicos

It is essential that an overall management strategy is im- plemented in which multiple barriers, including source water protection and appropri- ate treatment processes, as well as prot[r]

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