Girassol (Helianthus annuus L.).

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Interações e viabilidade do plantio consorciado de pinhãomanso (Jatropha curcas) e girassol (Helianthus annuus L.)

Interações e viabilidade do plantio consorciado de pinhãomanso (Jatropha curcas) e girassol (Helianthus annuus L.)

Interações e viabilidade do plantio consorciado de pinhão- manso (Jatropha curcas) e girassol (Helianthus annuus L.) / Ricardo Coeli Simões Coelho.. Dissertação (Mestrado) -- Universida[r]

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Análise da fenologia do Girassol Helianthus annuus L. variedade anão

Análise da fenologia do Girassol Helianthus annuus L. variedade anão

mais diversas condições edafoclimáticas, cultivada em todos os continentes. No Nordeste Brasileiro, tem-se buscado estabelecer práticas de cultivo do girassol que permitam viabilizar sua exploração sob técnicas racionais e econômicas, principalmente, por ser uma planta de grande exigência nutricional. Nesse sentido objetivou-se com o presente trabalho conhecer o desenvolvimento fenológico do girassol Helianthus annuus L., em diferentes tipos de tratamentos com esterco animal. O experimento foi realizado em casa de vegetação situada na Universidade Estadual de Alagoas- UNEAL Campus I no período de outubro de 2016 a janeiro de 2017, o delineamento experimental foi inteiramente casualizado com quatro tratamentos (solo com esterco bovino, solo com esterco caprino, solo com esterco aviário e solo sem esterco) e cinco repetições. De acordo com os resultados obtidos constatou-se que houve um bom índice de germinação das sementes de girassol – IG com 95%. Os resultados demonstraram que, não houve diferença significativa no desenvolvimento fenológico das plantas de girassol cultivadas nos diferentes tipos tratamento com esterco animal ricos em matéria orgânica, levando em conta a comparação com os girassóis cultivados em solo sem esterco. O girassol teve um bom desenvolvimento com os fertilizantes naturais, e os substratos utilizados possibilitou observar que esse desenvolvimento foi o resultado de material rico em matéria orgânica e nutrientes necessários à planta.
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Consumo e Digestibilidade Aparente das Silagens de Milho (Zea mays L.), Sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench) e Girassol (Helianthus annuus L.).

Consumo e Digestibilidade Aparente das Silagens de Milho (Zea mays L.), Sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench) e Girassol (Helianthus annuus L.).

O milho (Zea mays L.) é originário do continente americano e adaptado às regiões tropicais e subtropicais (Fancelli & Lima, 1982). Sabe-se que o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de milho, sendo que os estados da região sul e sudeste concentram 70,00% do cereal produzido (IBGE, 2000). O sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench) é originário da África e adaptado às condições tropicais, possuindo ciclo vegetativo de 90 - 100 dias (Nascimento Jr., 1975). O girassol (Helianthus annuus L.) é cultiva- do em quase todos os continentes e, no Brasil, ocupa 22.000 ha de área plantada, com uma produção estimada de 11.000 t e rendimento médio de 500 kg de grãos/ha. Entretanto, em condições favoráveis, pode produzir até 4.000 kg/ha (Souza, 1998).
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Efeito dos serviços de polinização na produção e qualidade de sementes de girassol (Helianthus annuus L.)

Efeito dos serviços de polinização na produção e qualidade de sementes de girassol (Helianthus annuus L.)

As abelhas são as principais responsáveis pela manutenção das espécies de plantas nativas e cultivadas por apresentarem alta fidelidade, constância floral e comportamento especializado de coleta de recursos durante suas visitas sendo de grande importância para manutenção dos serviços de polinização. Dentre as plantas utilizadas na agricultura, 75% são dependentes direta ou indiretamente de agentes polinizadores. Apis melifera, é a principal espécie utilizada para a polinização de culturas agrícolas, no entanto devido ao seu recente declínio, abelhas nativas (Não-Apis) tem sido consideradas alternativas viáveis para serviços de polinização. Dentre os cultivos comerciais, destaca-se o girassol, oleaginosa de grande importância econômica mundial e que é beneficiado pela polinização por abelhas. Apis mellifera é um dos principais polinizadores desse cultivo, no entanto a presença de abelhas Não-Apis incrementam a produção por aumentar o número de visitas de A. mellifera. Em vista da típica utilização e da importância de A. mellifera para a polinização em cultivos de girassol e das dificuldades causadas pelo declínio de polinizadores, os objetivos do trabalho foram (i) identificar os visitantes florais em um cultivo experimental de girassol e avaliar a influência destes visitantes na polinização, produção e qualidade das sementes e (ii) verificar o efeito de diferentes grupos funcionais de polinizadores (Apis e Não-Apis) sobre a quantidade (peso) e qualidade (quantidade de óleo) das sementes. O estudo foi realizado na Fazenda Água Limpa (UFU), Uberlândia, MG entre os meses de junho e julho de 2012 em um plantio experimental de girassol (Helianthus annuus L.). Para avaliar a importância da polinização por abelhas na produção e qualidade das sementes de girassol realizou-se um experimento de exclusão
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EFEITO DO USO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS SOBRE A DIVERSIDADE DE POLINIZADORES E PRODUTIVIDADE DO GIRASSOL (Helianthus annuus L.)

EFEITO DO USO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS SOBRE A DIVERSIDADE DE POLINIZADORES E PRODUTIVIDADE DO GIRASSOL (Helianthus annuus L.)

de plantas silvestres consideradas como daninhas, que frequentemente crescem entre as linhas de cultivo, principalmente em culturas frutíferas (FREE, 1993). Outros estudos apontam que os fungicidas podem afetar o número de visitas de polinizadores as flores do cultivo (SOLOMON & HOOKER, 1989), ou mesmo causar inviabilidade do pólen (GRANT, 1982). Apesar desses efeitos negativos o uso de defensivos agrícolas se vê ainda necessário como forma de garantir a produção agrícola, para suprir a demande mundial de alimentos, principalmente em monoculturas (ECPA, 2008), como o Girassol. No Brasil, o cultivo de girassol (Helianthus annuus L.) é uma importante alternativa econômica da maioria dos produtores de grão para a implantação de rotação de culturas, consórcio e sucessão de cultivos principalmente em períodos de entre safra (PORTO et al., 2007; SILVA et al., 2007). Helianthus annuus L. (Asteracea) é uma planta oleaginosa originária da América do Norte, usada primeiramente com espécie ornamental. A partir do século XVIII passou a ser utilizada comercialmente (DALL’AGNOL et al., 2005). Suas sementes podem ser utilizadas na alimentação humana ou para produção de rações de uso animal (PORTO et al., 2007). Da semente também é extraído o óleo, utilizado tanto na alimentação humana, sendo uma fonte rica em ácido linoléico, uma substância empregava na prevenção de doenças cardiovasculares e esclerose múltipla (UNGARO, 2000), como para a produção de biodiesel (PORTO et al., 2007).
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Efeitos de diferentes métodos de quebra da dormência no perfil protéico de embriões de girassol (Helianthus annuus L.)

Efeitos de diferentes métodos de quebra da dormência no perfil protéico de embriões de girassol (Helianthus annuus L.)

Sementes de girassol (Helianthus annuus L.) utilizadas nos experimentos foram colhidas e fornecidas pela EMBRAPA em dois lotes em diferentes períodos, um em julho de 2004 e outro em julho de 2005, sendo este último um híbrido, no município de Dourados – MT. Estas sementes foram armazenadas em freezer (-15°C) para mantê-las em estado dormente durante a fase experimental, pois esta espécie apresenta dormência nas sementes quando recém colhidas. Para cada experimento realizado foram selecionadas sementes uniformes em relação ao tamanho e coloração, e descartadas aquelas que apresentavam alguma injúria no tegumento ou nos tecidos embrionários.
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Avaliação do potencial fitorremediador da mamona (Ricinus communis L.) e girassol (Helianthus annuus L.) quanto à remoção de chumbo e tolueno em efluentes sintéticos.

Avaliação do potencial fitorremediador da mamona (Ricinus communis L.) e girassol (Helianthus annuus L.) quanto à remoção de chumbo e tolueno em efluentes sintéticos.

RESUMO: O desenvolvimento de pesquisas que visam atenuar ou até mesmo eliminar os impactos ambientais proporcionados pelas ações antropogênicas, sobretudo pelo reflexo direto dos resíduos industriais nos compartimentos bióticos como solo, água e ar, ganharam maior espaço nos ambientes acadêmicos e na iniciativa privada. Uma técnica de remediação natural é a fitorremediação que consiste na utilização de vegetais (árvores, arbustos, plantas rasteiras e aquáticas) e de sua microbiota associada com o fim de remover, degradar ou isolar substâncias tóxicas ao ambiente. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o potencial fitorremediador da mamona (Ricinus communis L) e girassol (Helianthus annuus L), culturas adaptadas da região agreste do Rio Grande do Norte, quanto à redução das concentrações de chumbo e tolueno presentes em efluentes sintéticos que simulam as características da água de produção tratada originada no pólo petroquímico de Guamaré. O experimento foi conduzido em blocos casualizados em 4 réplicas. Foram utilizadas sementes da variedade BRS Energia para o desenvolvimento das mudas de mamona e Catissol 01 para o girassol, ambas cedidas pela EMPARN (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte). As concentrações de chumbo testadas foram 250, 500 e 1000 µ g/L denominados de T2, T3 e T4, respectivamente, para o tolueno as concentrações utilizadas foram 125, 256 e 501 µg/L, denominadas de T5, T6 e T7, respectivamente. Os dados obtidos para remoção de chumbo em relação ao efluente aplicado nos sistemas mamona e girassol foram de 43,89 e 51,85 % (T2), 73,60 e 73,74% (T3) e 85,66 e 87,80% (T4), respectivamente, e para o tolueno foram aproximadamente 52,12e 25,54% (T5), 55,10 e 58,05% (T6) e 79,77 e 74,76% (T7), para mamona e girassol, respectivamente. A partir dos dados obtidos pode-se inferir que mecanismos envolvidos na redução dos contaminantes foram o da fitoextração, com relação ao chumbo e fitodegradação para o tolueno. Contudo pode- se concluir que as culturas mamona e girassol podem ser utilizadas em sistemas de pós- tratamento de efluentes industriais que apresentem este tipo de contaminante.
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AVALIAÇÃO FENOLÓGICA DE CULTIVARES DE GIRASSOL (Helianthus annuus, L.) EM UBERABA/MG – SAFRA 2009

AVALIAÇÃO FENOLÓGICA DE CULTIVARES DE GIRASSOL (Helianthus annuus, L.) EM UBERABA/MG – SAFRA 2009

RESUMO: O girassol (Helianthus annuus, L.) pode ser utilizado na fabricação de ração, silagem, óleo para consumo humano, na floricultura e alimentação de pássaros, além de ser excelente matéria prima para produção de biodiesel. O objetivo do presente trabalho foi avaliar as características agronômicas de 18 genótipos de girassol na época da safrinha em Uberaba, Minas Gerais. O experimento foi instalado no dia 10/03/2009, utilizando-se o espaçamento de 0,75 m entre linhas. O ensaio foi conduzido em delineamento em blocos ao acaso (DBC). Os tratamentos foram constituídos por 18 cultivares. Houve diferença significativa (p<0,05) em relação ao rendimento de aquênios, em que quatro cultivares apresentaram produtividade superior à média geral. Também, foi constatada diferença (p<0,05) em relação à altura de planta e altura de capítulo. A cultivar HLT 5004 foi inferior às demais apresentando o menor valor em massa de 1.000 aquênios. As cultivares ZENIT, EXP 1452 CL, AGROBEL 960 (T) e M 734 (T) foram superiores às demais apresentando os maiores valores de tamanho de capítulos. Em relação ao número de dias após a semeadura em que cada cultivar entrou no florescimento e atingiu o estádio reprodutivo, observaram-se médias baixas indicando que são cultivares de ciclo mais curto. O girassol pode ser utilizado na época da safrinha como mais uma opção no esquema de rotação de culturas em Uberaba/MG.
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Germinação e crescimento inicial de girassol (Helianthus annuus L.) sob diferentes substratos submetidos a estresse salino / Germination and initial growth of sunflower (Helianthus annuus L.) under different substrates submitted to saline stress

Germinação e crescimento inicial de girassol (Helianthus annuus L.) sob diferentes substratos submetidos a estresse salino / Germination and initial growth of sunflower (Helianthus annuus L.) under different substrates submitted to saline stress

Para Leonardo et al. (2007), em condições salinas ocorre a redução da disponibilidade de água às plantas com a redução do potencial total da água no solo, assim, a salinidade provoca um maior gasto de energia para a absorção da mesma. Bonacin (2002), estudando o crescimento de plantas, produção e características das sementes de girassol (Helianthus annuus L. cv. Embrapa 122-V2000), observou que houve decréscimo do número de folhas verdes, durante as avaliações, caracterizando a fase final da maturação com a senescência e a perda de folhas, e a consequente redução da fitomassa fresca e seca das folhas.
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Caracterização dos grãos, torta e óleo de três variedades de girassol (Helianthus annuus L.) e estabilidade do óleo bruto

Caracterização dos grãos, torta e óleo de três variedades de girassol (Helianthus annuus L.) e estabilidade do óleo bruto

O girassol (Helianthus annuus L.) está entre as cinco maiores culturas oleaginosas produtoras de óleo vegetal comestível do mundo (7,88% da produção mundial de oleaginosas na safra 2003/04 ) ficando atrás apenas da soja (56,3%), da canola (11,69%), algodão (10,46%) e do amendoim (9,58%). Os maiores produtores mundiais de girassol são a Rússia, a Argentina e os Estados Unidos (OLIVEIRA; VIEIRA, 2004). No Brasil a produção de girassol e o consumo de óleo vêm crescendo significativamente nos últimos anos. Em 1997 a cultura ocupava uma área de 11 mil hectares, sendo que, em 2002, saltou para 45 mil hectares. A demanda mundial pelo óleo de girassol vem crescendo, em média, 1,8% ao ano e, o Brasil, cresce em média 13%. Além de ser alternativa econômica na rotação de culturas de grãos, o girassol se destaca pela crescente demanda do setor agroindustrial e comercial e, pela excelente qualidade do óleo (OLIVEIRA; VIEIRA, 2004). O óleo de girassol apresenta um elevado teor de ácidos graxos insaturados, principalmente de ácido linoléico (em torno de 70%) e ácido oléico (em torno de 20%). As variações que ocorrem na concentração e composição em ácidos graxos ocorrem em função da variedade, de mudanças climáticas durante seu cultivo e grau de maturação (PEREZ et al., 2004). A torta resultante da extração do óleo rende um material rico em proteínas, que pode ser utilizado na produção de rações. Os grãos de girassol também pode ser utilizados na silagem para alimentação animal e para consumo humano direto e, além disso, seu cultivo pode ser associado a apicultura (OLIVEIRA; VIEIRA, 2004; EMBRAPA, 2005).
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Visitas  de  abelhas  e  produtividade  do  girassol  (Helianthus  annuus L.)

Visitas de abelhas e produtividade do girassol (Helianthus annuus L.)

Com o objetivo de estudar o efeito de visitas de abelhas sobre que a produtividade do girassol (Helianthus annuus L) foi instalado um experimento na Estação Experimental da Universidade Federal da Fronteira Sul, em Cerro Largo, Rio Grande do Sul, Brasil, em agosto de 2013. Os experimentos para a avaliação foram organizados em blocos ao acaso, em esquema de parcelas subdivididas, com quatro tratamentos e 10 repetições. Os tratamentos foram constituídos pela combinação de dois híbridos de girassol (Syn 034A e 101 CF) e dois testes de polinização: livre visitação dos visitantes florais e exclusão de visitantes florais. As variáveis avaliadas foram: diâmetro do capítulo, massa do capítulo, massa dos aquênios por inflorescência, massa de 1000 aquênios, número de aquênios por inflorescência e produtividade total de aquênios. O experimento de exclusão revelou que as abelhas visitantes contribuíram significativamente para a polinização e reprodução do girassol. Exceto para a massa de 1000 aquênios, todas as variáveis dos capítulos de girassol que haviam sido isoladas dos visitantes florais, apresentaram resultados significativamente menores (p < 0,05) do que os capítulos expostos as vistas de abelhas. Estes resultados também demonstram a importância econômica dos serviços de polinização para maximizar a produtividade e reduzir a necessidade de expansão de terras cultiváveis, contribuindo para uma agricultura sustentável.
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Estudo da entomofauna associada ao girassol (Helianthus annuus L., Asteraceae), nas fases iniciais de seu desenvolvimento

Estudo da entomofauna associada ao girassol (Helianthus annuus L., Asteraceae), nas fases iniciais de seu desenvolvimento

Abstract: Sunflower (Helianthus annuus: Asteraceae) is a crop of great economic importance, and its pro- ducts are either used for the manufacture of edible oils, feed or biofuels. However, this crop has been syste- matically subdued by Chlosyne lacinia (Lepidoptera; Nymphalidae), whose young forms, popularly known as sunflower caterpillars, can cause damage that could compromise the photosynthetic function of the plant. Given this problem, this study aimed to inventory the entomofauna associated with sunflower cultivation, from planting to the formation of flower buds, thus characterizing its vegetative phase, which in this species was around 50 days between end of March and mid-May 2016, which was made possible by the use of we- ekly Moerick traps. At each collection, the material was taken to the entomology laboratory, sorted, sorted in order and deposited in properly labeled 70% alcohol bottles for later identification at family, gender and species level, recording in each case which the role played by each identified insect. There were 2637 dip- teras, of which 1834 were from the Dolichopodidae family, important predators of small invertebrates, such as sunflower caterpillars; followed by representatives of the Agromysidae family, mining flies, responsible for the formation of extensive leaf galleries, impairing photosynthetic functions, with 247 representatives. The second highest order was the Hemiptera, with 493 representatives of the Aphididae family, insects res- ponsible for sucking the elaborate sap, further weakening the plant.
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Absorção de nutrientes por duas cultivares de girassol (Helianthus annuus, L.) em condições de campo: IV. Acúmulo de micronutrientes.

Absorção de nutrientes por duas cultivares de girassol (Helianthus annuus, L.) em condições de campo: IV. Acúmulo de micronutrientes.

Esta normal ida de significa que houve suficiente para o desenvolvimento das plantas durante todo seu ciclo... Boron fertili-.[r]

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Absorção de nutrientes por duas cultivares de girassol (Helianthus annuus L.) , em condições de campo: I. Concentração de macronutrientes.

Absorção de nutrientes por duas cultivares de girassol (Helianthus annuus L.) , em condições de campo: I. Concentração de macronutrientes.

O ponto de inflexão e de mínimo, em média, são ve- rificados aos 52 e 18 dias, respectivamente, e, juntame£ te com o ponto de mínima concentração (85 dias), mostram claramente a tend[r]

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Acúmulo de matéria seca por duas cultivares de girassol (Helianthus annuus L.), em função da idade e da adubaçao.

Acúmulo de matéria seca por duas cultivares de girassol (Helianthus annuus L.), em função da idade e da adubaçao.

Das seis doses de adubo, foram escolhidas, para es tudar o acúmulo de matéria seca em função da idade, as que ocasionaram a melhor e pior produção de matéria seca e/ou produção de grã[r]

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Utilização de técnicas multivariadas na avaliação da divergência genética de populações de girassol (Helianthus annuus L.)

Utilização de técnicas multivariadas na avaliação da divergência genética de populações de girassol (Helianthus annuus L.)

O girassol teve como centro de origem a América do Norte. Evidências arqueológicas indicam que os índios norte-americanos já o cultivavam no Arizona e Novo México há cerca de 3000 a.C. Os primeiros contatos entre a América do Norte e a Europa ocorreram através da Espanha, onde exploradores espanhóis fizeram as primeiras introduções de girassol na Europa. A primeira documentação da presença da planta na Europa foi em meados de 1568, pelo herbarista Dodonaeus. O girassol era cultivado, até então, como planta ornamental, e a descoberta da utilização do girassol como planta oleaginosa ocorreu na Inglaterra em 1716, segundo Fick (1978), quando Artur Bunyan patenteou um processo de extração de óleo de girassol. O início da produção de óleo de girassol em escala comercial ocorreu em 1830, na Rússia, conforme citado em Skoric (1992). A Rússia tem sido o segundo maior produtor de óleo de girassol no mundo, e os méritos pela produção são creditados aos programas de melhoramento, que aumentaram a produtividade e a porcentagem de óleo nas sementes.
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Aplicação de inseticida e seus impactos sobre a visitação de abelhas (Apis mellifera L.) no girassol (Helianthus annuus L.)

Aplicação de inseticida e seus impactos sobre a visitação de abelhas (Apis mellifera L.) no girassol (Helianthus annuus L.)

No final da tarde, quando as abelhas não se encontravam mais na cultura, aplicou-se 500 ml.ha -1 p.c. do inseticida imidacloprido + beta- ciflutrina, no terço médio inferior das plantas, utilizando-se de equipamento de pulverização manual. O produto cujo grupo químico corresponde a um neonicotinóide + piretróide não possui registro para a cultura do girassol, no entanto, é recomendado para controle de percevejo na soja.

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Avaliação da capacitade antioxidante e identificação e quantificação de compostos fenólicos de sementes e cascas de novos cultivares de girassol (Helianthus annuus L.)

Avaliação da capacitade antioxidante e identificação e quantificação de compostos fenólicos de sementes e cascas de novos cultivares de girassol (Helianthus annuus L.)

Em relatório divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB (2011), o girassol ocupa a quarta posição de maior safra de oleaginosas do mundo e a quinta em área cultivada (1º soja, 2º algodão, 3º amendoim). De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, 2016), a Ucrânia ocupa a posição de maior produtora de grãos de girassol, acompanhada da Rússia. Alguns países da União Europeia, Argentina e Turquia também têm se destacado tanto em produção, como no consumo dessa oleaginosa. O Brasil é um produtor pouco expressivo de girassol, tendo contribuído com apenas 0,5% da produção mundial, aproximadamente, porém mesmo não participando do ranking de cultivo, a produção nacional cresceu 317% nos últimos cinco anos (USDA, 2016).
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