Glaucoma de ângulo aberto

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XEN 45 Gel Stent: Cirurgia Minimamente Invasiva no Tratamento do Glaucoma de Ângulo Aberto.

XEN 45 Gel Stent: Cirurgia Minimamente Invasiva no Tratamento do Glaucoma de Ângulo Aberto.

Foi realizado um estudo prospetivo, não randomizado em doentes com glaucoma de ângulo aberto (GAA) resistente a TH, submetidos a implante de XEN45 Gel Stent. Todas as cirurgias foram realizadas pela mesma cirurgiã do departamento de Glaucoma do Centro Hospitalar de Lisboa Central. Foram excluídos doentes que apresentassem pelo menos uma das contraindicações mencionados anteriormente e aqueles a quem se perdeu o seguimento. Todos os doentes assinaram consentimento informado para o ato cirúrgico, previamente à intervenção.

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Mutações no gene MYOCTIGR em uma população brasi­ leira com glaucoma juvenil e glaucoma primário de ângulo aberto

Mutações no gene MYOCTIGR em uma população brasi­ leira com glaucoma juvenil e glaucoma primário de ângulo aberto

caram o gene MYOCITIGR como um dos genes relacionados com o glaucoma de ângulo aberto. Mutações de ponto no gene MYOC/TIGR (glicina para valina, glutamina para codon de terminação e tirosina para histidina) foram identificadas não apenas em pacientes com GJAA, como também em 4,4% dos pacientes com GP AA com história familiar positiva e em 2,9% dos pacientes com GPAA sem história de glaucoma na família.

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Concentração de proteínas no humor aquoso de pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto em tratamento clínico.

Concentração de proteínas no humor aquoso de pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto em tratamento clínico.

Foram incluídos neste estudo 22 pacientes (22 olhos) com GPAA não controlados clinicamente e 22 pacientes (22 olhos) sem glaucoma. Os pacientes do grupo GPAA seguiram os se- guintes critérios de inclusão: PIO acima da pressão alvo mesmo com o uso de medicação antiglaucomatosa máxima, alterações do disco óptico sugestivas de glaucoma, defeito de campo visual compatível com dano glaucomatoso, gonioscopia apre- sentando ângulo aberto 360 graus sem alterações patológicas e ausência de qualquer outra patologia ocular associada signifi- cante. As alterações do disco óptico consideradas sugestivas de glaucoma foram: escavação vertical maior que 0,5, assimetria de escavação entre os olhos maior que 0,2, defeito localizado da rima neural ou hemorragia peripapilar. As alterações de campo visual (Humphrey SITA 24–2, Carl Zeiss Meditec, Dublin, CA, EUA) consideradas sugestivas de glaucoma foram: defeito peri- métrico formado por três ou mais pontos adjacentes não perifé- ricos com p<5% no gráfico do “pattern deviation” ou índice “pattern standard deviation” (PSD) <5% ou “glaucoma hemi- field test” (GHT) fora dos limites normais.
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Influência do DNA mitocondrial no glaucoma primário de ângulo aberto sob a visão da cienciometria.

Influência do DNA mitocondrial no glaucoma primário de ângulo aberto sob a visão da cienciometria.

Objetivo: O glaucoma primário de ângulo aberto é uma doença degenerativa do nervo óptico que se encontra entre as principais causas de cegueira no mundo. Aspectos familiares já foram implicados como fatores importantes e comprovados em inúmeros estudos. Nesse artigo, apresentamos uma revisão sistemática dos trabalhos sobre glaucoma primário de ângulo aberto e DNA mitocondrial e fazemos uma análise estatística à luz dos conceitos da cienciometria. Métodos: A pesquisa bibliográfica de trabalhos envolvendo DNA mitocondrial e glaucoma primário de ângulo aberto foi realizada por meio da base de dados do sítio Scopus. Foi feito o levantamento a partir das palavras-chaves “Mitochondrial DNA” e “Glaucoma” em todos os campos para publicações no período compreendido de 1992 até agosto de 2012. Finalmente, foi realizada a estatística e cienciometria com os principais dados: autores que publicaram sobre o assunto DNA mitocondrial e glaucoma; revistas e outras publicações que tiveram trabalhos relaci- onados com o tema; Centros de Pesquisa e Universidades que mais publicaram e países onde foram realizados os estudos sobre DNA mitocondrial e glaucoma. Resultados: Identificamos que esses estudos têm aumentado sobremaneira ao longo dos últimos anos, mas ainda se encontram confinados, na maior parte, a alguns centros de pesquisa e concentrados em seletos grupos de autores na área da oftalmologia em países desenvolvidos. No Brasil, ainda não temos pesquisas publicadas sobre o assunto até o momento. Conclusão: Esses estudos são de fundamental importância para a elucidação das causas genéticas do glaucoma e para o desenvolvi- mento de novas terapias que não visem tão somente a diminuição da pressão intraocular.
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Complicações pós-operatórias precoces de trabeculectomia com mitomicina, em pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto.

Complicações pós-operatórias precoces de trabeculectomia com mitomicina, em pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto.

Este é um estudo retrospectivo por meio de aná- lise de prontuários de pacientes registrados no setor de glaucoma do serviço de oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC, submetidos à cirurgia no período de 21 de janeiro a 18 setembro de 2008. Os pacientes ava- liados quanto ao sexo, idade e raça. Foram incluídos to- dos os pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto em uso ou não de medicação hipotensora, submetidos à trabeculectomia com mitomicina. Foram excluídos pacientes com glaucomas secundários, sub- metidos à cirurgia filtrante prévia ou procedimentos que manipulavam conjuntiva superior. Dos 43 pacientes ana- lisados, 25 eram do sexo masculino, 18 do sexo feminino, e 19 eram negros e a idade variou de 51 a 82 anos (mé- dia 68 anos). A indicação de trabeculectomia era basi- camente devido à manutenção de pressão intraocular
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Análise discriminante dos pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto através do exame de Doppler colorido e do campo visual.

Análise discriminante dos pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto através do exame de Doppler colorido e do campo visual.

Métodos: Foram avaliados prospectivamente 36 pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto em uso de medicação antiglaucomatosa (grupo glaucoma) e 20 voluntários normais (grupo controle). Analisou-se a distri- buição dos grupos quanto ao sexo, idade, espessura corneana central, pressão intraocular, índices globais da perimetria computadorizada Octopus (“mean defect” e “loss variance”) e os parâmetros do Doppler colorido (velocidade sistólica máxi- ma e índice de resistência).

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Progressão atípica de perda visual em paciente com glaucoma primário de ângulo aberto.

Progressão atípica de perda visual em paciente com glaucoma primário de ângulo aberto.

A dolicoectasia da artéria carótida interna (ACI) é uma condição rara que pode ser acompanhada de manifestações neuro- oftalmológicas, como perda da acuidade e alteração do campo visual decorrente da compressão do nervo óptico (NO). O objetivo é relatar um caso de paciente do sexo masculino, 67 anos, portador de glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA) com evolução atípica, assimetria de escavação, palidez da rima do NO à esquerda, devido à neuropatia óptica compressiva à esquerda, por seg- mento dolicoectásico da ACI. O diagnóstico foi baseado na história clínica, aspecto do NO e exames de neuroimagem.
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Nível de conhecimento sobre glaucoma primário de ângulo aberto entre os estudantes de medicina.

Nível de conhecimento sobre glaucoma primário de ângulo aberto entre os estudantes de medicina.

Objetivo: Avaliar o conhecimento dos alunos de graduação do curso de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora em relação ao glaucoma primário de ângulo aberto. Métodos: Neste estudo transversal, aplicou-se aos alunos dos 5º e 6º ano um questionário contendo 11 questões referentes a epidemiologia, fatores de risco, sintomas, diagnóstico, tratamento, consequências do glaucoma e por último se consideram os conhecimentos adquiridos na universidade como suficientes. Características dos alunos (idade, sexo, especialidade pretendida) foram identificadas. Resultados: Entre os estudantes, 52,9% eram mulheres. A origem genética da doença foi identificada por 22,5%. Quase a metade (46,1%) não sabia que o glaucoma na maioria das vezes é assintomático. Aproximada- mente 1 em cada 3 alunos não sabia que a cegueira do glaucoma era irreversível. A grande maioria (91,2%) identificou corretamente que a tonometria era um exame importante na avaliação do glaucoma e que o tratamento poderia ser clínico (70,6%) ou cirúrgico (71,6%). Porém, poucos alunos deram a real importância para os exames de fundoscopia (35,3%) e campimetria (28,7%). Quase a totalidade (95,1%) dos entrevistados considerou o próprio conhecimento como insuficiente. Conclusão: A maioria dos entrevista- dos acha que o conhecimento sobre glaucoma primário de ângulo aberto adquirido na graduação é insuficiente. Tal desconhecimen- to pode levar a oportunidades de diagnóstico perdidas e gerar consequências graves tanto do ponto de vista individual (cegueira) quanto do ponto de vista coletivo (impacto para o sistema de saúde e sociedade).
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Avaliação do comportamento da pressão intraocular em pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto assimétrico submetidos ao teste provocativo da ibopamina.

Avaliação do comportamento da pressão intraocular em pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto assimétrico submetidos ao teste provocativo da ibopamina.

Os critérios de inclusão foram pacientes com > ou = 40 anos de idade; glaucoma primário de ângulo aberto (definido como defeito localizado ou difuso de rima neural e com defeitos característicos em campo visual); gonioscopia compatível com ângulo aberto (definida como seio camerular aberto até pelo menos o esporão escleral em 360°); uso de medicações idêntico em am- bos os olhos (monoterapia ou terapia conjugada); assimetria no valor do “mean deviatio” (MD) maior ou igual a cinco decibéis (5 db) entre um olho e outro.

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Estudo morfométrico comparativo entre olhos com configuração daíris em platô e olhos com glaucoma primário de ângulo aberto e seiocamerular estreito

Estudo morfométrico comparativo entre olhos com configuração daíris em platô e olhos com glaucoma primário de ângulo aberto e seiocamerular estreito

A presença do fechamento angular primário não relacionado ao bloqueio pupilar vem sendo relatada como um achado bem mais comum do que se esperava, particularmente o mecanismo da íris em platô. Assim, uma comparação morfométrica entre olhos portadores da configuração da íris em platô e olhos portadores de glaucoma primário de ângulo aberto e seio camerular estreito foi feita através de estudo prospectivo de uma série de casos. Vinte olhos de 11 pacientes portadores da configuração da íris em platô (Grupo 1) e 45 olhos de 27 pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto e seio camerular estreito (Grupo 2) foram analisados. As medidas dos parâmetros biométricos oculares foram realizadas utilizando um ceratômetro, um paquímetro ultrassônico, um ecobiômetro e um biomicroscópio ultrassônico. Como resultado, os olhos do Grupo 1 apresentaram maior espessura central da córnea com diferença estatisticamente significativa quando comparados aos olhos do Grupo 2. Os olhos do Grupo 1 apresentaram menor comprimento axial do que os olhos do Grupo 2, com diferença estatisticamente significativa. Os olhos do Grupo 1 apresentaram câmara anterior mais rasa do que os olhos do Grupo 2. A distância da faixa trabecular ao processo ciliar, a distância da íris ao processo ciliar, a distância íris-zônula e a espessura iriana máxima junto à borda pupilar foram estatisticamente menores no Grupo 1. Em conclusão, além de apresentarem menor comprimento axial, os olhos de pacientes com configuração da íris em platô possuem o segmento anterior significativamente diferente do segmento anterior dos olhos de pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto e seio camerular estreito.
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Localização e freqüência das alterações de campo visual no glaucoma primário de ângulo aberto na estratégia SITA (Swedish Interactive Threshold Algorithm).

Localização e freqüência das alterações de campo visual no glaucoma primário de ângulo aberto na estratégia SITA (Swedish Interactive Threshold Algorithm).

Threshold Algorithm – segundo sua freqüência e localização em pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA). Métodos: Realizamos análise retrospectiva de 6.200 prontuários. Avaliamos o exame de campo visual dos pacientes que preenchiam os critérios de inclusão e os dividi- mos em glaucoma leve, moderado e grave de acordo com a classificação de Hodapp. Definimos os seguintes defeitos glaucomatosos: degrau nasal, escotoma paracentral, escotoma arqueado, escotoma Seidel, defeito temporal em cunha, diminuição generalizada de sensibilidade, escotoma anular e campo tubular. Utilizamos diagrama que correlaciona os pontos do campo visual com as regiões do disco óptico e avaliamos as regiões mais acometidas de acordo com a densidade de pontos comprometidos. A análise estatística foi realizada aplicando-se o teste t de Student. Resultados: Selecionamos 152 pacientes com idade média de 66,5±9,6%, sendo 59,9% do sexo feminino. No glaucoma leve o defeito campimétrico mais freqüente foi o degrau nasal superior, seguido respectivamente pelo escotoma paracentral e degrau nasal inferior. A diminuição generalizada de sensibi- lidade, apesar de rara, ocorreu em 7,8% desses pacientes. A região superior foi mais acometida que a inferior. Conclusão: O degrau nasal superior e o escotoma paracentral foram os defeitos mais freqüentemente observados no glaucoma primário de ângulo aberto em fase inicial pela estratégia SITA, e o hemicampo superior foi a região mais acometida. A diminuição gene- ralizada de sensibilidade foi defeito glaucomatoso precoce.
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Estudo pressórico da esclerectomia profunda com implante de SkGel no glaucoma primário de ângulo aberto.

Estudo pressórico da esclerectomia profunda com implante de SkGel no glaucoma primário de ângulo aberto.

Objetivo: Avaliar a eficácia, em termos de redução da pressão intraocular (PIO) da esclerectomia profunda não penetrante (EP) com uso de implante de SkGel. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, retrospectivo através da revisão de prontuários do Instituto de Oftalmologia Tadeu Cvintal. Foram avaliados 45 olhos de 37 pacientes submetidos à EP com implante de Skgel nos últimos 10 anos por glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA). O estudo analisou resultados pressóricos após 12 meses de acompanhamento em um período de 10 anos, de 1997-2007. Todos os pacientes apre- sentavam PIO não controlada com medicação hipotensora ocular máxima tolerada ou PIO controlada, porém com dano glaucomatoso em progressão. Resultados: A popula- ção global estudada foi composta de 37 pacientes, sendo 23 (62,16%) mulheres e 14 (37,83%) homens, com um total de 45 olhos. A média de idade da população em estudo foi de 57,4 +/- 14,5 anos. A PIO média pré-operatória foi de 20,50 +/- 6,40 mmhg, após 12 meses de acompanhamento, a PIO média pós-operatória foi de 14,00 +/- 3,90 mmhg. A redução média da PIO foi de - 6,50 mmhg +/- 7,20 mmhg. As taxas de sucesso abso- luto (PIO<21mmhg sem medicação hipotensora) e relativo (PIO<21mmhg com medi- cação hipotensora) observadas foram de 71,10% e de 26,70% respectivamente. Con- clusão: A EP não penetrante com uso de implante mostrou-se no presente estudo ser uma ótima alternativa aos procedimentos cirúrgicos antiglaucomatosos em pacientes com GPAA.
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Eficácia da combinação fixa de timolol 0,5% e brinzolamida 1% no tratamento do glaucoma primário de ângulo aberto e na hipertensão ocular.

Eficácia da combinação fixa de timolol 0,5% e brinzolamida 1% no tratamento do glaucoma primário de ângulo aberto e na hipertensão ocular.

Objetivo: Avaliar a eficácia e conforto dos pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA) ou hipertensão ocular (HO) em uso da combinação fixa de timolol 0,5% e brinzolamida 1%. Métodos: Foram acompanhados prospectivamente 26 pacientes portadores de GPAA ou HO, num total de 50 olhos que foram instituídos a utilizarem a combinação fixa de timolol 0,5% e brinzolamida 1%. As avaliações foram feitas por um único examinador por tonometria de aplanação (Goldman) em 7 e 30 dias. Os possíveis efeitos colaterais e intole- rância foram descritos pelos próprios pacientes através da pergunta: “Você sentiu alguma alteração ao pingar a medicação prescrita?” Os dados foram coletados e analisados estatisticamente. Resultados: Os valores de pressão intraocular (PIO) foram significativamente menores nas avaliações de 7 e 30 dias (p<0,001). A média da redução da PIO foi de 38%, variando de uma média inicial de 23,8 mmHg para 14,6 e 14,4 mmHg nos dias 7 e 30, respecti- vamente. Dos 26 pacientes incluídos apenas 4 relataram alguma queixa ao pingar o colírio, sendo que as queixas variaram de ardência, leve queimação e embaçamento. Conclusão: A combinação fixa de timolol 0,5% e brinzolamida 1% mostrou-se eficaz no tratamento de pacientes com GPAA e HO com eficácia semelhante a da literatura e apresentou um baixo índice de efeitos desconfortáveis relatados pelos usuários da medicação.
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Influência da postura na pressão intra-ocular e nos defeitos de campo visual no glaucoma primário de ângulo aberto e glaucoma de pressão normal.

Influência da postura na pressão intra-ocular e nos defeitos de campo visual no glaucoma primário de ângulo aberto e glaucoma de pressão normal.

encontrou maiores variações da PIO com a mudança de posição em olhos de pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto que apresenta- vam maiores defeitos de campo visual, comparados aos olhos contra-laterais. Foi encontrado também, em outro trabalho, correlação entre a progressão de defeitos de campo visual e o aumento da PIO provocada pela alte- ração da postura em pacientes portadores de GPN 10

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Resultados pressóricos da esclerectomia profunda não penetrante no tratamento do glaucoma primário de ângulo aberto.

Resultados pressóricos da esclerectomia profunda não penetrante no tratamento do glaucoma primário de ângulo aberto.

Objetivo: O presente estudo tem como objetivo avaliar a eficácia, por meio da análise de seus resultados pressóricos, da esclerectomia profunda não penetrante para tratamento cirúrgico do glaucoma primário de ângulo aberto. Métodos: Estudo retrospectivo de 104 olhos operados pela técnica de esclerectomia profunda não penetrante de 1999 a 2002. Nos casos em que havia risco para falência da bolsa filtrante (idade inferior a 45 anos, negros, cirurgia ocular prévia) a mitomicina C foi utilizada. A análise dos resultados foi feita avaliando-se a pressão intra-ocular final. A taxa de sucesso foi calculada para toda a população e separando os grupos com e sem utilização de mitomicina C. Resultado: Para uma pressão intra-ocular pré-operatória média de 22,57±4,92 mmHg, os autores encontraram uma pressão intra-ocular pós-operatória média de 14,22±2,89 mmHg com tempo médio de acompanhamento de 19,4 meses. A mitomicina C foi utilizada em 80 olhos. O sucesso absoluto (pressão <18 mmHg sem medicação) para a população estudada foi de 82,7%. A taxa de sobrevida ao final de 3 anos foi de 79,3% para o grupo com mitomicina C e de 67,9% para o grupo sem mitomicina C. Conclusão: Embora haja ainda falta de estudos prospectivos randomizados para se avaliar o real valor desta modalidade cirúrgica, estes resultados demonstram sua eficácia a longo prazo.
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Relação entre a espessura corneana e a gravidade de defeito de campo visual no glaucoma primário de ângulo aberto.

Relação entre a espessura corneana e a gravidade de defeito de campo visual no glaucoma primário de ângulo aberto.

Os pacientes incluídos no estudo tinham idade maior que 35 anos, eram portadores de glaucoma primário de ângulo aberto e apresentavam pressão intra-ocular menor que 19 mmHg nas últimas três medidas realizadas no ambulatório, durante o intervalo de 18 meses com medições da pressão intra-ocular a cada 6 meses. Todos apresentavam alterações características de glaucoma ao exame do nervo óptico e do campo visual (10-11) . Nenhum dos pacientes poderia ter história

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM GENÉTICA ASSOCIAÇÃO DO POLIMORFISMO G894T DO GENE eNOS COM GLAUCOMA PRIMÁRIO DE ÂNGULO ABERTO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM GENÉTICA ASSOCIAÇÃO DO POLIMORFISMO G894T DO GENE eNOS COM GLAUCOMA PRIMÁRIO DE ÂNGULO ABERTO

Glaucoma pode ser definido como uma degeneração progressiva da camada de fibras nervosas da retina que resulta na morte das células ganglionares, eventualmente causando cegueira. É a primeira causa de cegueira irreversível no mundo. A fisiopatologia do glaucoma não é totalmente elucidada, embora se tenha conhecimento de vários fatores de risco como alterações genéticas, raciais, idades e aumento da pressão intraocular. Este estudo trata-se de um caso- controle onde foram analisadas 116 amostras sendo 32 pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto (18 homens e 14 mulheres; variação de idade 65-89 anos) e 84 controles (44 masculinos e 40 femininos; variação de idade 65-86 anos). As amostras foram submetidas à extração de DNA, em seguida à PCR e analisadas em gel de agarose a 2%, corados com brometo de etídio a 5 g/mL. Na investigação do polimorfismo G894T do gene eNOS foi encontrado no grupo caso 0% (0/32) de homozigotos para o alelo selvagem (GG), 93,75% (30/32) de heterozigotos (GT) e 6,25% (2/32) homozigotos para o alelo polimórfico (TT). No grupo controle foi encontrado 9,52% (8/84) de homozigotos para o alelo selvagem (GG), 82,14% (69/84) de heterozigotos (GT) e 8,33% (7/84) de homozigotos para o alelo polimórfico (TT). Não houve diferença estatística significante. Quanto a frequência alélica do gene eNOS (G894T) no grupo caso foi encontrado 46,8% do alelo selvagem (G) e 53,2% do alelo T, já no grupo controle a frequência do alelo G foi de 50,5% e 49,5% do alelo T. Não houve diferença estatística significante. Da mesma forma não houve relação estatisticamente significativa do polimorfismo com hipertensão arterial, gênero, diabetes e etinia. São muitas as possíveis interações desses polimorfismos e o desenvolvimento de glaucoma, mas ainda são necessários mais estudos para uma maior elucidação destas associações.
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Estudo comparativo entre o tonômetro de aplanação de Goldmann e o tonômetro de contorno dinâmico de Pascal no glaucoma primário de ângulo aberto e olhos normais.

Estudo comparativo entre o tonômetro de aplanação de Goldmann e o tonômetro de contorno dinâmico de Pascal no glaucoma primário de ângulo aberto e olhos normais.

Objetivo: Comparar as medidas da pressão intra-ocular (PIO) obtidas com o tonômetro de aplanação de Goldmann (TAG) e o tonômetro de contorno dinâmico (TCD) e correlacioná-las com a espessura central da córnea (ECC). Métodos: Estudo transversal, com os pacientes divididos em dois grupos: glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA) e olhos normais (ON).As medidas da PIO foram obtidas em todos os pacientes com o TAG e o TCD. Um examinador realizou as tonometrias com o TAG e outro examinador com o TCD. A ECC foi obtida pelo paquímetro ultrassônico. Os resultados foram avalia- dos através do teste Z para amostras independentes, teste t de Student para amostras relacionadas, teste de correlação linear de Pearson e gráfico de Bland-Altman. Resulta- dos: Foram incluídos 134 olhos de 71 pacientes. O grupo GPAA foi constituído por 85 olhos de 45 pacientes e o grupo ON por 49 olhos de 26 indivíduos com olhos normais. Não houve diferença significativa da ECC entre os dois grupos em ambos os olhos (p= 0,54 OD; p= 0,71 OE). As tonometrias realizadas com o TCD foram maiores nos dois grupos (GPAA: p< 0,01; ON: p= 0,01). Houve correlação significativa entre as tonometrias do TAG e do TCD nos dois grupos separados ou em conjunto (p< 0,001). Não houve correla- ção significativa entre o TAG ou o TCD e a ECC, exceto no olho direito dos dois grupos em conjunto (p= 0,03; r 2 = 0,07). O gráfico de Bland-Altman mostrou pouca concordância
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Correlação e correspondência topográfica entre espessura da camada de fibras nervosas da retina e campo visual no glaucoma primário de ângulo aberto.

Correlação e correspondência topográfica entre espessura da camada de fibras nervosas da retina e campo visual no glaucoma primário de ângulo aberto.

portadores de glaucoma primário de ângulo aberto. Métodos: Foram investigadas as seguintes correlações: 1- Correlação entre a média da sensibilidade dos quadrantes e do ponto de fixação do campo visual, em decibéis, e a média da espessura da camada de fibras nervosas da retina correspondente, em micra, sem classificação dos olhos dos pacientes quanto ao estadio do comprometimento perimétrico. 2- A mesma correla- ção anterior, porém, com os olhos dos pacientes distribuídos em classes quanto à alteração perimétrica. 3- Correlação entre os índices globais do campo visual e os índices numéricos do analisador de espessura da camada de fibras nervosas da retina. 4- Correlação entre a média dos valores do gráfico “total deviation” do campo visual e o desvio da normalidade da camada de fibras nervosas da região correspondente. 5- Investigou-se a freqüência de correspondência topográfica entre os defeitos perimétricos e as alterações da camada de fibras nervosas da retina. Utilizou-se o coeficiente de correlação de Spearman, sendo o nível de rejeição para a hipótese de nulidade fixado num valor menor ou igual a 0,05 (5%). Resultados: Observou-se as seguintes correlações estatisticamentes significantes, mas de forma muito pouco intensa: 1- GDX total e Campo visual total; GDX superior e Campo visual nasal inferior; GDX inferior e Campo visual nasal superior; GDX nasal e Campo visual temporal; GDX superior e Campo visual inferior; GDX inferior e Campo visual superior. 2- GDX inferior e Campo visual nasal (medial) superior dos pacientes classificados como graves. 3- Nos olhos classificados como normais: PSD e EM; CPSD e SI.Nos olhos classificados como discretos: SF e SN. Nos olhos classificados como moderados: SF e SI. Nos olhos classifica- dos como graves: MD e SN; MD e EM; MD e S; CPSD e EM. 4- DN t e TD t; DN s e TD ni; DN i e TD ns. 5- Encontramos correspondência positiva (+) em 36 olhos (51,43% dos casos) e correspondência negativa (-) em 34 olhos (48,57% dos casos). Conclusões: Concluiu-se que houve poucas correlações significantes entre esses dois exames, e que as existentes foram muito fracas. Conclui-se, também, que houve corres- pondência topográfica, na análise dos setores mais comprometidos, em 51,43% dos casos.
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Efeitos da leitura, exercício e exercício sob leitura na pressão intra-ocular de portadores de glaucoma primário de ângulo aberto ou hipertensão ocular controlados clinicamente com medicação tópica.

Efeitos da leitura, exercício e exercício sob leitura na pressão intra-ocular de portadores de glaucoma primário de ângulo aberto ou hipertensão ocular controlados clinicamente com medicação tópica.

Objetivo: Verificar a pressão intra-ocular (Po) em indivíduos usuários de análogos de prostaglandina, prostamida ou beta-bloqueador em por- tadores de glaucoma primário de ângulo aberto ou hipertensão ocular após leitura, exercício e exercício sob leitura. Métodos: Quarenta indiví- duos (79 olhos), subdivididos em 5 grupos: G1 (portadores de hiperten- são arterial e glaucoma ou hipertensão ocular usando análogos de prostaglandinas ou prostamidas); G2 (portadores de hipertensão arterial e glaucoma ou hipertensão ocular usando beta-bloqueador); G3 (indiví- duos sem hipertensão arterial e portadores de glaucoma ou hipertensão ocular em uso de análogos de prostaglandinas ou prostamidas); G4 (indivíduos sem hipertensão arterial e portadores de glaucoma ou hiper- tensão ocular em uso de beta-bloqueador) e G5 (indivíduos sem hiper- tensão arterial e sem glaucoma ou hipertensão ocular), tiveram a pressão intra-ocular verificada antes e após realizarem leitura, exercício e exercício sob leitura. Cada teste foi realizado em dia distinto e sempre no período vespertino. Resultados: Não houve diferença estatisticamente significante na média da pressão intra-ocular inicial e final nos diferentes grupos do estudo quando submetidos à leitura, exercício e exercício sob leitura. Conclusão: Ler e fazer exercícios individualmente ou concomitantemente, não representa fator de agravo da pressão intra-ocular em portadores de glaucoma primário de ângulo aberto ou hipertensão ocular em usuários de análogos de prostaglandinas ou prostamidas ou beta-bloqueador.
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