grupos de leitores

Top PDF grupos de leitores:

TRAÇANDO O PERFIL DE BONS LEITORES E DE LEITORES COM DIFICULDADES DE COMPREENSÃO

TRAÇANDO O PERFIL DE BONS LEITORES E DE LEITORES COM DIFICULDADES DE COMPREENSÃO

Tanto a frequência de leitura quanto o número de livros lidos nos últimos 12 meses são indicadores da exposição a impressos (print exposure) por parte desses dois grupos de leitores. Vários estudos (ANDERSON et al., 1988; CIPIELEWSKI; STANOVICH, 1992; SPEAR-SWERLING et al., 2010) já obtiveram evidências de que a leitura, além da realizada na escola, contribui para o desenvolvimento de vários processos componentes da compreensão leitora. Mol e Bus (2011) realizaram uma meta-análise de 99 pesquisas sobre a exposição a impressos da pré-escola ao ensino universitário, observando que, ao longo de seu desenvolvimento, os estudantes que leem livros por entretenimento, inclusive textos técnicos, têm melhor compreensão leitora, vocabulário mais extenso e maior habilidade de soletração quando comparados aos que leem com menor frequência. A exposição a impressos é tanto uma consequência do desenvolvimento da leitura quanto um contribuinte para o aperfeiçoamento dessa habilidade (CIPIELEWSKI; STANOVICH, 1992). Sendo assim, o fato de os BL em nossa pesquisa lerem maior número de livros e com mais frequência do que os LDC sugere que, se não houver nenhuma intervenção, a lacuna entre o desempenho em compreensão leitora dos dois grupos tende a aumentar com o passar dos anos.
Mostrar mais

12 Ler mais

As categorias conhecimento e processos de Perfetti na leitura em língua materna: um experimento.

As categorias conhecimento e processos de Perfetti na leitura em língua materna: um experimento.

Com base na análise dos dados, verificamos que a maior diferença entre os dois grupos de leitores, em termos de utilização de estratégias, resumiu-se à utilização mais freqüente, pelos leitores classificados como mais proficientes, das estratégias que previam algum tipo de conhecimento prévio com relação aos vocábulos – ainda que isso não significasse o conhecimento do significado do vocábulo previamente à leitura do texto, como foi ilustrado pela transcrição dos excertos de protocolos verbais. A principal falha na inferência lexical se deveu a problemas no monitoramento da compreensão, ocasionados, em grande parte, pela impossibilidade de utilizar os indícios contextuais disponibilizados pelo texto, um dos maiores obstáculos para a tentativa bem-sucedida de inferir vocábulos desconhecidos, de acordo com Laufer (1997).
Mostrar mais

21 Ler mais

Habilidades lingüístico-cognitivas em leitores e não-leitores.

Habilidades lingüístico-cognitivas em leitores e não-leitores.

Dentre os caminhos para descrever a relação entre o desenvolvimento cognitivo e o aprendizado da linguagem escrita, optou-se, neste estudo, pela realização de uma análise comparativa entre grupos de leitores e não-leitores formados por crianças de desenvolvimento típico. Neste sentido, foram examinadas diferenças entre crianças leitoras e não- leitoras de mesma idade, cursando a classe de alfabetização de uma mesma escola, no desenvolvimento de habilidades lingüístico- cognitivas, em particular daquelas relacionadas ao processamento fonológico. A compreensão da influência da alfabetização nestas habilidades traz implicações relevantes para a clínica e para a educação.
Mostrar mais

6 Ler mais

A literatura de Hamilton Borges entre seus leitores

A literatura de Hamilton Borges entre seus leitores

De acordo com Iser (1999), todo texto proporia um tema e a partir de seus vazios e omissões, o leitor desenvolveria seu horizonte próprio, ou melhor, complementaria com seu repertório os sentidos do texto. Como mecanismo controlador, logo após a leitura, o mesmo texto continua a propor outros temas ao leitor que vai se envolvendo paulatinamente e ativamente no processo de interpretação, via formulação de hipóteses e inferências e também de confirmação ou rejeição do que elaborou neste processo. E assim por diante, como num jogo de adivinhação, no decorrer da leitura, o leitor formula várias ideias e aguarda o desenrolar do texto para verificar sua validade. E parece estar exatamente aí um dos pontos centrais da obra de arte: sua capacidade de adaptar-se a múltiplos leitores, a múltiplas situações. As respostas distintas e semelhantes, ao mesmo tempo, reforçam a concepção de Iser (1999) e deixam subtendido que os textos tiveram uma significação importante na vida de cada um desses leitores, como pode ser visto nas respostas abaixo da leitora A2. Para ela, a literatura de Hamilton Borges:
Mostrar mais

13 Ler mais

Aprendizagem de pseudopalavras em leitores normativos

Aprendizagem de pseudopalavras em leitores normativos

O padrão dos movimentos oculares dos participantes ao longo de cada sessão e entre as sessões pode ser interpretado pelo Modelo da Dupla Via (Coltheart, Rastle, Perry, Langdon, & Ziegler, 2001) que assume que os leitores recorrem a duas estratégias de conversão fonológica: a via sublexical e a via lexical. Porém, e de acordo com este modelo, aquando de uma primeira exposição a um novo estímulo (palavra não familiar ou pseudopalavra) o leitor terá que adotar procedimentos de conversão grafema-fonema. A leitura pela via sublexical envolve um processamento serial e sequencial de todo o item, o que torna a sua leitura mais lenta e sensível ao comprimento (i.e., quanto mais comprido mais tempo demorará a ler). No entanto, a exposição repetida torna os itens familiares através da criação de uma representação lexical do mesmo e o mesmo passará a ser lido pela via lexical. Quando ocorre esta transição por via da familiarização a leitura será mais rápida e independente do comprimento do estímulo.
Mostrar mais

76 Ler mais

DOUTORADO EM LÍNGUA PORTGUESA SÃO PAULO 2015

DOUTORADO EM LÍNGUA PORTGUESA SÃO PAULO 2015

O texto de Luís Martins exemplifica o gênero crônica do cotidiano, redigido de forma não literária e acadêmica, pois os leitores do jornal eram de novos leitores, ou seja, o [r]

274 Ler mais

A última entrevista com Castro Alves

A última entrevista com Castro Alves

Penso que vigora sempre o mesmo amor à humanidade, sob roupagens diversas: amor coletivo e amor pessoal, e não saberia dizer qual o mais importante.. Acho que o poeta deve f[r]

8 Ler mais

EVASÃO, UM PROBLEMA COMUM, ORIGENS DIVERSAS: UM ESTUDO SOBRE A EVASÃO ENTRE OS DIFERENTES GRUPOS DE ALUNOS DA UFJF – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EVASÃO, UM PROBLEMA COMUM, ORIGENS DIVERSAS: UM ESTUDO SOBRE A EVASÃO ENTRE OS DIFERENTES GRUPOS DE ALUNOS DA UFJF – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Para justificar o tratamento desigual dado aos grupos de alunos que se enquadram na situação de cotistas, o principal fator é a procedência da escola do aluno, ou seja, se a instituição em que ele cursou o ensino médio é, nesse caso, pública. Para se ter uma ideia da desproporcionalidade da inclusão de alunos procedentes de escola pública no ensino superior da rede federal, o censo 2014 mostra um percentual de 47,7% de alunos de escola pública, 36,2% de alunos de escolas privadas e 16,1% que não informaram. Entretanto, a rede estadual, federal e municipal é responsável por 87,2% das matrículas no ensino médio do país, ficando a escola privada com 12,8%, segundo dados do censo da educação básica de 2013. Isso demonstra o quão desproporcional ainda é a quantidade de alunos oriundos de escolas públicas que conseguem ingressar no ensino superior público federal, mesmo com a instituição da política de cotas.
Mostrar mais

99 Ler mais

A GALERIA MACHADIANA

A GALERIA MACHADIANA

Esta pintura faz parte de uma seleção de obras conhecidas nos meios intelectuais e pela aristocracia brasileira do século XIX. Machado de Assis explora este repertório visual na descrição de seus personagens. Acreditamos que os leitores de seu tempo, em sua maior parte, conheciam as várias referências apresentadas (inclusive as de obras de arte), como podemos notar ainda no livro Ressurreição, onde o personagem Luis Batista descreve um capricho de sua amante e a semelhança desta com outra gravura:

16 Ler mais

“Livros para leitores”: a atuação de Benjamin Costallat para a ampliação do público leitor no Rio de Janeiro dos anos 20

“Livros para leitores”: a atuação de Benjamin Costallat para a ampliação do público leitor no Rio de Janeiro dos anos 20

No decorrer desta monografia, ao nos debruçarmos sobre as atividades literária e editorial de Benjamim Costallat na cidade do Rio de Janeiro nos anos 1920, foi [r]

113 Ler mais

Despertai!: conhecendo quem são seus leitores

Despertai!: conhecendo quem são seus leitores

Reino de Deus. Cesário Lange, SP: Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 1993. p. 43. Livro que conta a história das Testemunhas de Jeová, desde a sua origem até os dias atuais. Por ser um livro escrito por Testemunhas de Jeová, ele tende a elogiar e a enaltecer os feitos dessa organização e de seu fundador. Assim como todas as publicações produzidas pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, o livro não recebe a assinatura de seus autores, pois conforme o fundador da organização, assinar implica requerer mérito por ter recebido do Senhor o privilégio de poder reagrupar os ensinamentos bíblicos que foram repartidos por diversos grupos religiosos. A Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados tem todos os direitos reservados pelas publicações. Para efeito de clareza, as fontes de pesquisas serão citadas pelo nome, ano de publicação e páginas das publicações da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. O uso de textos próprios da sociedade deve-se ao fato de haver poucas fontes históricas e críticas a respeito desse grupo.
Mostrar mais

163 Ler mais

A obra, o escritor e seus leitores

A obra, o escritor e seus leitores

Em seu livro Os leitores de Machado de Assis, um velho problema de nosso país – a leitu- ra – é abordado. Como avalia essa questão? Esse é um problema crônico no Brasil. Enquanto Machado produzia sua obra descobriu-se que mais de 80% da população brasileira era analfa- beta. O interessante é que ele soube encarar de frente a carência e o despreparo dos leitores brasileiros, fazendo uma literatura que convida à refl exão sobre as condições difíceis da produ- ção e difusão da literatura no Brasil. Nesse sen- tido, lê-lo hoje pode nos ajudar a construir uma perspectiva histórica para a questão da leitura, que permanece como problema.
Mostrar mais

22 Ler mais

A ESCOLA E A FORMAÇÃO DE LEITORES

A ESCOLA E A FORMAÇÃO DE LEITORES

Este artigo pretende suscitar uma reflexão sobre a formação de leitores nas séries iniciais do ensino fundamental. Deste modo, o trabalho traz questionamentos sobre prática pedagógica e, sobretudo, a respeito do incentivo da leitura em sala de aula, além de propor algumas ações que podem auxiliar a escola no sentido de levar a criança a se tornar um leitor. Portanto, ressalta-se a importância do professor e da escola no ensino da leitura por meio da literatura na formação pessoal e intelectual do ser humano desde o início de seu aprendizado em sala de aula.

12 Ler mais

Gramsci: suas obras e seus leitores

Gramsci: suas obras e seus leitores

centrais, assim com o sobre a crise do E stado gerencial financeiro, liberal social, de. dem ocracia delegativa, dos países periféricos[r]

3 Ler mais

O educador e a leitura de imagens

O educador e a leitura de imagens

A formação dos educadores apresenta muitas lacunas. A informação teórica que recebem está desvinculada da prática e a teoria não basta para sabermos como nossos educandos são. Os professores não recebem orientações sobre como lidar com as várias situações que se apresentam nas salas de aula, adequando os conteúdos à realidade dos alunos e em estabelecer uma relação dialógica com eles, devido à imagem autoritária que trazem da escola que freqüentaram enquanto alunos e em formar leitores, uma vez que eles também não são leitores habituais. Quando me refiro à leitura, falo da leitura das palavras e da leitura das imagens. Embora o contato com a linguagem visual faça parte do cotidiano dos nossos educadores, falta-lhes o hábito de refletir sobre as várias possibilidades de leitura desse código. O acesso a uma produção visual em vários suportes também lhes é dificultado, por não possuírem tempo e condições econômicas, ficam sem esse contato que é essencial, pois “é uma forma de prepará-los para compreender e avaliar todo tipo de imagem, conscientizando-se de que estão aprendendo com estas imagens”. (BARBOSA, 1995 apud ROSSI, 2003, p.10). Ao mesmo tempo, a vivência com as artes visuais é uma forma de ampliar o repertório do indivíduo, fator importante quando consideramos a necessidade que tem de recorrer a esse repertório nos momentos em que atua como educador. Um maior domínio da linguagem visual e da linguagem escrita fornecerá ao educador melhores condições de pensar o mundo juntamente com seus alunos.
Mostrar mais

139 Ler mais

A literatura e suas apropriações por jovens leitores

A literatura e suas apropriações por jovens leitores

Importa analisar o instrumento de avaliação do ponto de vista das concepções e/ou teorias que lhes são subjacentes. Percebe-se, nesse sentido, o quanto já existem ali presentes elementos indicadores de uma direção teórica que se interessa também pelas condições do processamento da leitura, mais especificamente no item "informações sobre a leitura", e não mais por aspectos restritos ao conteúdo da narrativa lida. Essa direção aponta a abertura para uma incipiente sociologia da leitura, embora percebamos o caráter contraditório das questões colocadas, quando em contraponto com as condições dadas aos sujeitos leitores submetidos à avaliação. Por exemplo, a primeira pergunta sobre as estratégias utilizadas para a escolha não apresenta ou menciona o fato de ter sido a escolha restrita a dois títulos indicados pela professora. Ao perguntar aos alunos sobre os procedimentos seletivos usados na escolha, dever-se-ia incluir, na questão, o fato de as estratégias estarem de antemão orientadas. Além disso, não se consegue estabelecer os objetivos para algumas dessas questões, a não ser aquelas estritamente quantitativas, como a segunda, quando se sabe que a função da avaliação era verificar se os alunos leram ou não o livro.
Mostrar mais

269 Ler mais

AS CARTAS DOS LEITORES NA IMPRENSA PORTUGUESA

AS CARTAS DOS LEITORES NA IMPRENSA PORTUGUESA

As opiniões públicas, no dizer deste autor, têm um potencial de influência (entendida aqui como uma forma simbolicamente generalizada de comunicação, que governa as interacções em virtude da pura sugestão retórica, segundo parsons) sobre o comportamento eleitoral dos cidadãos ou sobre a formação da vontade política nos organismos oficiais. A influência política, porém, só se transforma em poder político – capacidade para tomar decisões vinculativas – quando determina o comportamento dos eleitores, dos membros ou funcionários do governo, entre outros agentes. Mas o espaço público político só pode cumprir a sua função de percepção e tematização dos problemas respeitantes à sociedade global, na medida em que integra os contextos de comunicação dos indivíduos potencialmente afectados, sendo sustentado por um público que inclui a totalidade dos cidadãos (cfr. Habermas, 2001: 445). Mais duas questões emergem daqui: será que as intervenções dos leitores na imprensa, sobretudo no espaço das cartas ao director, conseguem exercer influência política, tal como Parsons a definiu, e assim ter poder para orientar comportamentos políticos? e será que este mesmo espaço das cartas dos leitores consegue reflectir a diversidade de realidades comunicacionais do público em geral, em termos de temáticas e formas de expressão?
Mostrar mais

418 Ler mais

FALSA MODERNIDADE, FALSOS LEITORES

FALSA MODERNIDADE, FALSOS LEITORES

Essa ação histórica se dá a todo momento com ou sem consciência por parte dos leitores e dos próprios autores. A tradição permanece, mesmo nos momen- tos de ruptura, como um fio condutor quase imperceptível em muitos casos. Mas isso não quer dizer falta de originalidade. Ela reside justamente na capacidade do autor de encontrar novos caminhos sem utilizar um martelo para destruir o que já foi dito.

8 Ler mais

Os incomuns leitores de Clarice

Os incomuns leitores de Clarice

Dessa forma, um passeio pelo sistema literário em companhia de uma autora individual, de uma de suas obras específicas e de alguns de seus leitores registrados desvela a natureza dinâmica do sistema literário, que, longe de ser apenas uma estrutura conceitual abstrata, permite que seja vislumbrada a sua constituição no âmbito do empírico, atra- vés dos sujeitos e objetos implicados numa trama cujos pontos de contato entre seus elementos formadores podem indiciar a própria formação do lugar dos bens culturais na sociedade. Em que pese o “valor” que a literatura como bem cultural pode ter (ou não) para a comunidade em que é produzida e para a qual é destinada.
Mostrar mais

8 Ler mais

O uso de leitores de tela no TelEduc.

O uso de leitores de tela no TelEduc.

Dissertação (Mestrado) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. BRASIL[r]

16 Ler mais

Show all 10000 documents...