Guerra de 1932

Top PDF Guerra de 1932:

Acordos firmados e estratégias debatidas: a troca de telegramas entre os interventores do norte e o governo provisório durante a guerra de 1932

Acordos firmados e estratégias debatidas: a troca de telegramas entre os interventores do norte e o governo provisório durante a guerra de 1932

Nesse sentido, a integração ou não do Espírito Santo ao Norte não pode ser encarada, a priori, a partir de definições oficiais, mas se deve ter como base a ação dos sujeitos envolvidos nesse processo. Essa adesão ocorreu a partir da articulação do interventor capixaba que chegou ao poder indicado por Juarez e que reconhecia a autoridade do líder do Norte. Em momentos específicos, em especial os de crise política nacional, a aproximação desse estado com a corrente nortista foi mais forte, marcando claramente uma posição nos embates envolvendo o Governo Provisório. É significativo notar que o telegrama escrito por Punaro Bley data de 22 de junho de 1932, poucas semanas antes do início da Guerra de 1932. Durante esse conflito o Norte foi definido geográfica e politicamente por Juarez, em alguns telegramas enviados aos interventores da região, como do “Amazonas ao Espírito Santo” e os próprios interventores nortistas, durante o conflito, utilizaram essa definição para fazer referência a eles próprios.
Mostrar mais

19 Ler mais

Um Vice-reinado na República do pós-30: Juarez Távora, as interventorias do Norte e a Guerra de 1932

Um Vice-reinado na República do pós-30: Juarez Távora, as interventorias do Norte e a Guerra de 1932

Esta tese investiga a trajetória da região geopolítica conhecida como Norte, durante o Governo Provisório varguista (1930-1934). Ela começou a ser gestada no imediato pós- 30 e, nos anos seguintes, tornou-se uma das forças políticas mais ativas de todo o período. O Norte era formado pelo então território federal do Acre e os estado do Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Espírito Santo. Nesta conjuntura, as principais posições políticas e militares nesses estados passaram a ser ocupadas pelos que adotaram a autodesignação de revolucionários nortistas. A invenção e consolidação dessa identidade política tinha como elemento agregador o reconhecimento de Juarez Távora como grande líder e representante dos interesses da região junto ao Governo Provisório. Chamado ironicamente, por seus opositores, de “Vice-rei do Norte”, Távora liderou esse grupo durante todo o período, construindo uma importante aliança entre essa região geopolítica e o Governo Provisório. Desse modo, o Norte, seus revolucionários e seu líder foram os principais apoiadores de Vargas na defesa do projeto de centralização política, em oposição a outras correntes, sobretudo as que pregavam o retorno ao regime constitucional. Dessa forma, o Norte participou decisivamente do processo de radicalização que desembocou na guerra civil de 1932, enviando milhares de soldados para os campos de batalha e combatendo, dentro da região, os possíveis aliados do movimento rebelde liderado por São Paulo. Com o fim da guerra e confirmado o retorno do país ao regime constitucional, apesar da tentativa de permanecer como um grande bloco político, a região se fragmenta e os antigos laços que definiam a identidade dos revolucionários nortistas se dissolvem, assim como a liderança indiscutível de seu líder e herói, Juarez Távora.
Mostrar mais

321 Ler mais

Luto e culto cívico dos mortos: as tensões da memória pública da Revolução Constitucionalista de 1932 (São Paulo, 1932-1937).

Luto e culto cívico dos mortos: as tensões da memória pública da Revolução Constitucionalista de 1932 (São Paulo, 1932-1937).

Naqueles anos, a manhã do dia 9 foi dedicada à recepção dos corpos na Estação do Norte, ao cortejo cívico até o Cemitério São Paulo, onde mais uma vez a Liga das Senhoras Católicas mandou rezar missa de corpo presente, ao sepultamento e a orações cívicas junto aos túmulos que invariavelmente lem- bravam o sacrifício coletivo, os mártires individualizados e as qualidades ex- cepcionais desses homens comuns. Grande ‘multidão’ tomou parte da romaria cívica junto às autoridades e aos representantes dos voluntários e demais gru- pos engajados na guerra de 1932. O dia que havia começado com o hastear das bandeiras no largo de São Francisco, de onde se pôde ouvir a salva de 23 e 9 tiros lembrando o 23 de maio e o 9 de julho, continuava, depois do cortejo e da inumação, na parte da tarde, com o desfile que percorreu a avenida São João, onde se encontrava o cenotáfio. Em 1936, o desfile contou com uma bandeira paulista de duzentos metros de comprimento, carregada ao longo do trajeto por representantes das associações civis envolvidas no esforço de guer- ra. Em 1936 e 1937, o ar se enfeitou com as cores de São Paulo nas bandeirinhas agitadas pela assistência, assim como nos corpos das mulheres paulistas que se vestiam de preto, vermelho e branco, ou nos edifícios e casas comerciais onde o pavilhão das ‘treze listras’ pendia das janelas ou cobria as vitrines. En- quanto isso, nas cidades do interior, mais uma vez as romarias cívicas se repe- tiam em compasso com o que ocorria na capital, com grandeza e apelos sines- tésicos proporcionais aos recursos de cada localidade.
Mostrar mais

19 Ler mais

Os batalhões provisórios: legitimação, mobilização e alistamento para uma guerra nacional

Os batalhões provisórios: legitimação, mobilização e alistamento para uma guerra nacional

Esta pesquisa pretende analisar a formação dos batalhões provisórios cearenses para a Guerra de 1932. Este conflito, mais conhecido como “Revolução Constitucionalista de 32” foi, por muito tempo, analisado privilegiando o estado de São Paulo, mas pesquisas recentes apontam para um forte envolvimento de toda a Nação a partir de relevantes instituições federais, como as Interventorias estaduais e as Forças Armadas. Dessa forma, o primeiro capítulo busca compreender a construção da legitimação para a guerra, a partir de vários discursos e pronunciamentos oficiais que circularam no estado, ressignificados no contexto da guerra, como a “Revolução de 30” e a política de combate à seca. Além disso, este capítulo averigua diversas ações contrárias ao Governo Provisório que procuravam desestabilizar a força federal no Ceará. O segundo capítulo analisa o impacto da guerra no Ceará e a mobilização da população em torno da legitimação construída pelos apoiadores do governo Vargas no estado. A mobilização da população é bem maior que o número de alistados que foram enviados ao front, como pode ser percebido através das várias manifestações que ocorreram durante a guerra, oriundas de diversas entidades e pessoas, e das mais variadas formas. Também é analisada a estrutura estatal construída para a formação e treinamento dos batalhões provisórios, em diálogo com a política federal de combate aos revoltosos, o Exército Nacional e a Interventoria local. O último capítulo tem como objetivo analisar a heterogeneidade dos batalhões provisórios e como diversos sujeitos, com experiências sociais distintas, se integraram nas forças provisórias. Também procuro perceber as diversas tensões que estão relacionadas com esse processo, através dos diversos usos políticos e das contradições que marcaram o alistamento.
Mostrar mais

213 Ler mais

Guerra assimétrica reversa.

Guerra assimétrica reversa.

Comunidade Internacional), destruição do Grupo Guerrilheiro Maoísta Sendero Luminoso no Peru (pelo controvertido governo Alberto Fujimori no final dos anos 90, não obstante algumas ações isoladas do grupo, após o término daquele governo; em 2002 – ataque a bomba a embaixada norte-americana e, em julho de 2003, sequestro de funcionários argentinos que trabalhavam no gasoduto de Ayacucho), além do episódio mais recente (e amplamente mencionado neste trabalho) da Segunda Ofensiva Russa na Chechênia (1999- 2009), em que o exército russo impôs, em termos plenos (e indiscutíveis), a sua vontade política, como ainda da Operação Chumbo Fundido (conduzida por Israel, na Faixa de Gaza, em janeiro de 2009, em que morreram 1.387 palestinos, encerrando, em definitivo, o lançamento de foguetes contra o território israelense), da chamada “Guerra dos Cinco Dias” (no início de agosto de 2008, em que uma desproporcional força militar impôs uma “pax” russa na Geórgia) e da dura repressão desencadeada por
Mostrar mais

15 Ler mais

Guerra de imagens e imagens da guerra: estupro e sacrifício na Guerra do Iraque.

Guerra de imagens e imagens da guerra: estupro e sacrifício na Guerra do Iraque.

que primeiro me fere é a absoluta serenidade emocional dos homens revelada por suas posturas corporais. Os três homens aparecem calmos, controlados, como se estivessem realizando uma tarefa burocrática. Não se trata aqui, portanto, da violação de guerra cometida por soldados tornados momentaneamente insanos pelo álcool, pela onipotência e ou pela impunidade garantida; não se trata do estereótipo disseminado que associa o estupro aos impulsos dos soldados sexualmente frustrados por uma longa abstinência sexual e que assim o justifica. Há uma calma bizarra nos seus gestos, uma sobriedade que contrasta fortemente com o desespero descomedido registrado no rosto das mulheres. E que contrasta também com a satisfação sádica dos soldados que torturavam em Abu Ghraib espetacularizada em fotos que tiveram ampla divulgação. Aqui, ao contrário, não há irrupção de uma irracionalidade extática, a libido não parece ter se apossado de seus corpos; há moderação, refreamento, o foco permanente precisa o contorno dos seus corpos, como se os movimentos fossem comedidos e econômicos. A indiferença que beira o aborrecimento dos soldados diante do desvairado sofrimento das mulheres me interpelou agudamente, causando uma estranheza profunda.
Mostrar mais

21 Ler mais

Peculiaridades e paradoxos do nacionalismo integralista(1932-1964)

Peculiaridades e paradoxos do nacionalismo integralista(1932-1964)

ria passou a reivindicar a unidade histórica entre Brasil e Portugal, ao mesmo tempo em que assumia uma posição pública de apoio à declaração de guerra brasileira ao Eixo e de forma clandestina negociava com agentes alemães e italianos para que fosse reconhe- cido como líder político do Brasil em uma “Ordem Nova” que se instauraria com a vitória do nazifascismo. Finalmente, no pós- -guerra, em um contexto em que forçosa- mente tinha que se apresentar como demo- crático e no qual intervia institucionalmente através de um partido político, o integra- lismo abandonou definitivamente os traços de nacionalismo econômico e assumiu uma plataforma estritamente liberal, aliando-se à bloco privatista e internacionalizante, o que era compensado simbolicamente com a rei- vindicação do nacionalismo em termos cul- turais e simbólicos e com medidas inóquas como a defesa da alteração do hino nacional. A despeito das distinções importantes, não é possível afirmar que em qualquer mo- mento o integralismo expressasse um proje- to nacional claro e consistente, ainda que na década de 1930 sua afirmação tivesse maior importância para o movimento e no decorrer de sua trajetória posterior tenha se afastado progressivamente de qualquer perspectiva nesse sentido.
Mostrar mais

15 Ler mais

Produção da enfermagem psiquiátrica no Brasil, 1932-1993.

Produção da enfermagem psiquiátrica no Brasil, 1932-1993.

Verificamos que as publicações estão centradas na assistência; enfermagem psiquiátrica e saúde mental; no relacionamento terapêutico; no doente e doença mental; na função do en[r]

12 Ler mais

Política e violência em Soledade – RS (1932-1938)

Política e violência em Soledade – RS (1932-1938)

Podemos identificar os motivos apresentados para a legitimação da luta armada no documento, dentre os quais estavam o compromisso com os chefes políticos e a crítica à ditadura. Ainda percebemos que, no referido documento, existe uma referência explícita a “outros municípios”, porém, até onde foi possível averiguar, não há nenhuma relação direta com os demais focos de resistência ocorridos no Rio Grande do Sul, não existindo uma unidade entre estes acontecimentos contestatórios. Por fim, chamamos a atenção para as assinaturas constantes no documento; essas apresentam os nomes de uma parcela significativa da elite política e econômica do município de Soledade. O grupo político oposicionista de 1932, composto por membros tanto do PL quanto do PRR, e que assinaram o manifesto, estiveram associados com acontecimentos que se seguiram ao levante político-militar ocorrido em Soledade. Esses foram identificados em ocorrências políticas que marcaram o município, principalmente entre os anos de 1933 e 1935. Nesse período, a oposição vivenciou forte repressão e cerceamento imposto à livre expressão das suas atividades político- partidárias. Essa repressão chegou a gerar um dos crimes que abalou o município, o assassinato de Kurt Spalding, ocorrido no decorrer do pleito eleitoral de 1934, tendo repercussão na política estadual.
Mostrar mais

259 Ler mais

Imprensa integralista, imprensa militante (1932-1937)

Imprensa integralista, imprensa militante (1932-1937)

Em relação à obra de José Chasin as críticas foram mais duras, citaremos apenas as principais. Para Trindade, o trabalho de Chasin já parte de um determinismo que atrapalha toda a sua obra: que só existiria o fascismo no Brasil se o capitalismo tivesse tido um estágio superior. Para comprovar tal premissa, o autor utilizou apenas a produção de Plínio Salgado na sua tese de que o integralismo não possui influência do fascismo, defendendo, inclusive, a visão “oficial” de Salgado de que o integralismo teria sido uma ideologia baseada em elementos puramente brasileiros. Para Trindade, um dos principais problemas metodológicos de Chasin foi ter utilizado textos não apenas dos anos de 1930 (1932-1937, período de vigência da AIB), mas também obras do pós- guerra. O ponto central desta questão em utilizar indiscriminadamente textos do pós- guerra está na adulteração sofrida no período de redemocratização, quando as obras sofreram alterações para renegar o caráter fascista e antidemocrático da extinta AIB, alvo principal daqueles que se opunham à reestruturação do integralismo como partido político. Assim, mais uma vez Chasin estaria defendendo o ponto de vista “oficial” dos integralistas.
Mostrar mais

388 Ler mais

Quem brinca seus males espanta: estudo exploratório do brincar em crianças hospitalizadas com câncer

Quem brinca seus males espanta: estudo exploratório do brincar em crianças hospitalizadas com câncer

Na pesquisa realizada por Oliveira (1997) a mãe está presente na fala das crianças em todos os momentos de seu adoecimento: é a que percebe a doença ou a primeira a ser solicitada pelo[r]

146 Ler mais

A narrativa norte-americana e a Segunda Guerra Mundial

A narrativa norte-americana e a Segunda Guerra Mundial

Como observado por Meek, todo o mundo sabe quem foram Churchill, Hitler e Stalin, e o mesmo pode ser dito de nomes de lugares como Stalingrado, Dunkirk, Pearl Harbor e Hiroshima, todos com conotações emocionais mais fortes que Somme e Verdun (Primeira Guerra Mundial), Inchon (Korea) ou Dien-Bien Phu (Vietnam). É como se os nomes do primeiro grupo de lugares fossem circundados por um halo quase lendário que invoca imagens, lembranças, noções e conceitos que ultrapassam o contexto histórico. Pearl Harbor, por exemplo, invoca significados que ultrapassam a instalação militar daquele nome no Havaí e até mesmo o ataque histórico japonês lançado sobre a base naval em 7 de dezembro de 1941, identificado pelo Presidente Roosevelt em seu programa de rádio ao anunciar a entrada dos Estados Unidos na guerra como “o dia que para sempre será lembrado por sua infâmia”. Como argumentado por Dana Polan, a expressão “Pearl Harbor” chega mesmo a sugerir uma “unidade mediadora” da população civil norte-americana em resposta à pergunta “Onde estava você em 7 de dezembro de 1941”? 5 Seja qual for a resposta dada, ela representa uma promessa de
Mostrar mais

11 Ler mais

Um clássico na política

Um clássico na política

Nas novas condições do desenvolvimento do capitalismo e com o “Estado ampliado”, segundo Gramsci, a passagem da guerra de movimento para a guerra de posição seria a questão fundamental da teoria política do pós-Primeira Guerra Mundial. E “o objeto da guerra de posição é a obtenção da hegemonia política antes da chegada ao poder; seu teatro é a sociedade civil, e o epicentro, a luta política na- cional” (p. 213). Vacca nota também que Gramsci vai superar a noção de hegemonia do proletariado e elaborar a de hegemonia política e que essa só se constrói na competição permanente pela direção po- lítica. Assim, o “horizonte dos Cadernos não é mais a ‘hegemonia do proletariado’, mas a teoria da política como luta pela hegemonia, que pressupõe uma revisão geral do marxismo em termos de ilosoia da práxis” (p. 89). Nesse sentido, revolução passiva, guerra de posição, hegemonia, Estado ampliado não podem ser dissociados – “o conceito de guerra de posição conjuga-se com o de revolução passiva e, juntos, articulam o dispositivo analítico da teoria da hegemonia” (p. 207).
Mostrar mais

5 Ler mais

Antropofagia: “a única filosofia original brasileira”?

Antropofagia: “a única filosofia original brasileira”?

Essa possibilidade, de processos sociologicamente e semioticamente produtivos baseados na assunção ou na aproximação do ponto de vista do inimigo, uma verdadeira semiofagia, conjuga-se com o famoso etnocentrismo ameríndio. E conjuga-se também com aquela característica universalmente notada entre os povos selvagens, nomeada por Tylor de “animismo”, base da presunção de “onipotência dos pensamentos” acusada por Freud nos selvagens e nas crianças. Como sabem os etnólogos, isso aproxima a guerra da caça, não porque a guerra seja uma forma da caça, mas porque a caça é uma forma da guerra — é uma relação entre sujeitos (e não apenas entre os indígenas. Lembremos de seu Lico, em uma anedota contada por Mauro Almeida: “Caçar é como uma guerra. Você não sabe o que vai encontrar e nem quem vai ganhar. É como se a gente tivesse no lugar do Bush querendo pegar o terrorista Saddam”).
Mostrar mais

17 Ler mais

COERÊNCIA TEXTUAL: ANALISANDO UMA PRODUÇÃO DE TEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

COERÊNCIA TEXTUAL: ANALISANDO UMA PRODUÇÃO DE TEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

Tomando o texto em seu caráter sociointeracionista, configura-se também como objetivo deste trabalho destacar que é possível trabalhar com as produções textuais de sala de [r]

12 Ler mais

O direito subjetivo à nomeação dos concursados aprovados e os limites de despesas com pessoal

O direito subjetivo à nomeação dos concursados aprovados e os limites de despesas com pessoal

Vislumbra-se, conforme exposto ao longo deste ensaio, que os aprovados no concurso possuem direito subjetivo presumido à nomeação e à prorrogação do prazo de validade, inteligência que[r]

16 Ler mais

Urban development and the importance of chamfers in corners lots: the case of Juína municipality, Mato Grosso State

Urban development and the importance of chamfers in corners lots: the case of Juína municipality, Mato Grosso State

In this context, the present study aimed at identifying and analyzing urban development in the city of Juína, MT, focusing on corner lots chamfers and their importance to mobility, acc[r]

14 Ler mais

Ciclos econômicos na produção, preço e exportação de cacau no Brasil

Ciclos econômicos na produção, preço e exportação de cacau no Brasil

Em termos regionais, os estados do Pará e da Bahia respondem pela maior parte da produção, seguidos por pequenas produções nos estados de Rondônia, Espírito Santo, Mi[r]

21 Ler mais

Airport pavement roughness evaluation based on cockpit and center of gravity vertical accelerations

Airport pavement roughness evaluation based on cockpit and center of gravity vertical accelerations

The main objective of this study is to evaluate the effect of airport pavement roughness on air- craft dynamic response in terms of IRI, BBI and vertical accelerations at the[r]

13 Ler mais

O Ciberataque como Guerra de Guerrilha O Caso dos Ataques DoSDDoS à Estónia, Geórgia e ao Google - China

O Ciberataque como Guerra de Guerrilha O Caso dos Ataques DoSDDoS à Estónia, Geórgia e ao Google - China

“O PAIGC atacou o destacamento de Cantacunda (Geba) no Leste causando um morto e 11 desaparecidos entre a população. Este tipo de ataques contra destacamentos de pequenos efetivos revelava-se cada vez mais rentável para os guerrilheiros. Os comandos militares portugueses demoraram algum tempo a perceber que a guerra tinha passado a um patamar superior e que estes pequenos postos guarnecidos por uma secção, ou por um pelotão eram incapazes de garantir a sua defesa. Os militares portugueses pertenciam à Companhia de Artilharia 1690. Esta operação do PAIGC foi comandada pelo comandante Gazela. Os militares portugueses foram levados para Conacri. Cantacunda era um dos destacamentos da Companhia de Artilharia 1690 que tinha a sede na tabanca de Geba, na zona do Oio e que se dispersava por vários outros destacamentos entre os quais Sinchã Jobel e Samba Culo. O destacamento de Cantacunda caracterizava-se pelas péssimas condições das instalações do pessoal e pelos deficientes meios e condições de defesa. Ficava a 50 Km da sede da companhia. Sem luz elétrica, não dispunha de um simples gerador, estava junto à floresta e perto da base de Samba Culo, do PAIGC e como armamento dispunha de umas ultrapassadas metralhadoras Dreyse e Breda, morteiros de 81 mm e 60 mm. Os abrigos eram uns buracos de difícil acesso e sem condições interiores. O efetivo era de um pelotão, normalmente, embora no dia deste a taque estivessem lá duas secções de atiradores” (Afonso, 2010:446-447)
Mostrar mais

74 Ler mais

Show all 7551 documents...