Hipertrofia Concêntrica

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Hipertrofia concêntrica secundária a hipertensão arterial em cadela – Relato de Caso

Hipertrofia concêntrica secundária a hipertensão arterial em cadela – Relato de Caso

Resumo: Foi atendido na rotina do UHV-UECE, no dia 03 de Julho de 2015 um paciente canino fêmea, da raça Poodle de 9 anos de idade, peso de 7,0 kg. O animal foi trazido pela proprietária ao UHV com a intenção de marcar uma ovário-salpingo- histerectomia (OSH) eletiva. Foram solicitados os seguintes exames: ecodopllercardiograma, eletrocardiograma e aferição da pressão arterial. Através dos resulatdos obtidos nos exames constatou-se que a paciente era cardiopata. Por conseguinte, nos exames foi observada uma hipertrofia concêntrica, dilatação Atrial esquerda e direita discreta. Além de espessamento de valva mitral e fluxo regurgitante em mitral, tricúspide e pulmonar de baixa intensidade. O animal foi tratado com Cloridrato de benazepril e após um mês de tratamento a pressão arterial foi normalizada, tornando-se possível a realização da OSH eletiva.
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.87 número3

Arq. Bras. Cardiol. vol.87 número3

relação entre a geometria ventricular esquerda e a dimensão do AE em pacientes com hipertensão arterial sistêmica, constataram que a hipertrofia concêntrica do VE se associa a maior VAE, traduzindo, portanto, maior grau de comprometimento da função diastólica, avaliada, também, pelo fluxograma mitral, do que a hipertrofia excêntrica. Nesse estudo, o grau de incremento da câmara atrial se correlacionou, similarmente, com a massa do VE, nos dois padrões de geometria ventricular. O mesmo grupo, em publicação anterior, havia demonstrado, todavia, que, em portadores de doença valvar aórtica crônica, o aumento volumétrico do AE está diretamente associado à massa do VE, no contexto da geometria concêntrica.
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Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar.

Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar.

ver insuficiência cardíaca a partir de 21 semanas após a in- dução da estenose aórtica. Assim, seria esperado o encon- tro de hipertrofia excêntrica no último período de estudo. Como somente 25% de nossos ratos apresentaram quadro de insuficiência cardíaca após as 21 semanas de evolução, é provável que a avaliação final tenha sido realizada enquanto a maioria dos animais se encontrava em fase compensada da hipertrofia ventricular esquerda e, portanto, ainda na fase de hipertrofia concêntrica. Entretanto, o aumento do peso do ventrículo direito no último período de avaliação mostra que já poderia estar ocorrendo a transição da fase de hiper- trofia ventricular esquerda compensada para a fase de insu- ficiência cardíaca.
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Correlação das Alterações Eletrocardiográficas com a Ressonância Magnética Cardíaca em Pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica

Correlação das Alterações Eletrocardiográficas com a Ressonância Magnética Cardíaca em Pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica

53 pacientes com CMH submetidos a ressonância magnética com gadolíneo, concluíram que a presença de fibrose está relacionada com ocorrência de arritmias ventriculares, dilatação ventricular e morte súbita. Observou-se que a hipertrofia concêntrica possui maior massa de fibrose em relação aos outros tipos de hipertrofia. A amplitude da onda R em DI foi maior na hipertrofia concêntrica, detectando um possível padrão eletrocardiográfico correlacionado a essa localização.

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Biomarcadores de Hipertrofia Ventricular Esquerda em doentes com Hipertensão Arterial

Biomarcadores de Hipertrofia Ventricular Esquerda em doentes com Hipertensão Arterial

Adicionalmente, num outro estudo, Yao et al investigou a utilidade da galectina-3 na identificação precoce das geometrias anormais do ventrículo esquerdo (VE) (isto é, hipertrofia concêntrica, hipertrofia excêntrica, remodelamento concêntrico) num grupo de pacientes hipertensos. (25) Um total de 107 pacientes com hipertensão, dos quais 55 tinham HVE, 52 sem HVE e 108 controlos foram incluídos neste estudo. (25) Os resultados mostraram que os níveis de galectina-3 foram significativamente maiores em hipertensos com HVE (12,5 ng / mL) comparado com aqueles sem HVE (7,3 ng / mL) e os controlos saudáveis (5,6 ng / mL). Definiu-se que, o ponto de cut-off ideal para identificar/predizer a existência de geometria anormal do VE em pacientes com hipertensão arterial foi de 11,43 ng / mL, com uma sensibilidade de 67,7 % e uma especificidade de 71,1%. Neste estudo, foi demonstrado que, o nível sérico de Gal-3 é independentemente correlacionado com IMVE em pacientes com hipertensão (25). Esse achado pode ser de importância clínica porque Gal-3 = 11,43 ng / mL provavelmente indica HVE precoce e prognóstico adverso em pacientes com hipertensão (25).
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.96 número3

Arq. Bras. Cardiol. vol.96 número3

O coração pesou 474 gramas. Havia hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo e áreas de infarto transmural em organização na parede anterolateral do ventrículo esquerdo (Figura 3) e na parede anterior do ventrículo direito, onde se notava ramo coronariano epicárdico ocluído (Figura 4). O exame histológico do miocárdio confirmou tratar-se de infarto com cerca de 7-14 dias de evolução. As artérias coronárias epicárdicas foram dissecadas e submetidas a exame histológico, sendo evidenciado processo inflamatório agudo acometendo todas as camadas arteriais, com necrose fibrinoide da parede e trombose aguda de segmentos distais da artéria interventricular anterior e de artérias ventriculares anteriores direitas (Figura 5). Não havia lesões granulomatosas ou número significativo de eosinófilos no infiltrado inflamatório. Nos segmentos acometidos, a pesquisa histoquímica de agentes infecciosos (bactérias e fungos) resultou negativa. Havia espessamento fibrointimal concêntrico do 4º centímetro da artéria interventricular anterior e trombose oclusiva organizada de ramo coronariano epicárdico da parede anterior do ventrículo direito. Não havia lesões ateroscleróticas obstrutivas nas artérias coronárias. Os pulmões pesaram 1.706 g em conjunto e apresentavam extenso edema e hemorragia alveolar.
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Remodelamento cardíaco: análise seriada e índices de detecção precoce de disfunção ventricular.

Remodelamento cardíaco: análise seriada e índices de detecção precoce de disfunção ventricular.

a partir da 12ª semana em razão do aumento do peso corporal dos ratos; no GEAo o IMVE manteve-se estável. Como esse parâmetro não é diretamente proporcional ao peso corporal, em situação de perda e ganho de peso corporal os valores normalizados estarão aumentados ou diminuídos, respectivamente. Vários parâmetros indicadores de hipertrofia, como EDPP, EDSIV e ERelVE, apresentaram- se alterados a partir da 3ª semana e o IMVE após a 6ª semana. A análise da ERelVE indicou que a EAo acarretou, precocemente, hipertrofia concêntrica do VE, mantida até o final do experimento. A remodelação ventricular esquerda pelo ECO foi confirmada pela avaliação estrutural cardíaca após o sacrifício dos ratos (Tabela 1).
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Hipertensão pulmonar em pacientes com hipertrofia adenoamigdaliana.

Hipertensão pulmonar em pacientes com hipertrofia adenoamigdaliana.

A avaliação da hipertrofia adenoideana foi avaliada tanto pelo Rx simples de cavum quanto pela vídeo-nasofi- broscopia. Estas variáveis também foram classificadas em quatro diferentes níveis, dependendo da obstrução eviden- ciada ao exame. Os mesmos critérios utilizados para se ava- liar o grau de obstrução produzido pela hipertrofia amigdaliana foram empregados para a avaliação da obstru- ção promovida pelo aumento do tecido adenoideano. O grau de hipertrofia adenoideana evidenciado à vídeo-naso- fibroscopia foi posteriormente correlacionado à obstrução proporcionada pela vegetação adenoideana ao Rx simples de cavum. A vídeo-nasofibroscopia foi realizada com endoscópio flexível (Machida 3.2 mm ® ), câmera de vídeo
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Amiloidose manifestando-se com pseudo-hipertrofia muscular.

Amiloidose manifestando-se com pseudo-hipertrofia muscular.

a existência de dez casos anteriormente publicados, nos quais também foram descritos os achados de macroglossia, disartria e fraqueza, além da pseudo-hipertrofia. Os autores mencionados chamaram a atenção para a presença de car- diomiopatia – à semelhança do caso 1, embora ausente no caso 2 – como sintoma presente na paciente relatada e que não havia sido observada nos casos anteriores. A paciente 1 apresentou morte súbita ainda na enfermaria, sendo poste- riormente atribuída a seu envolvimento cardíaco.

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Hipoacusia neurossensorial em crianças com hipertrofia adenotonsilar

Hipoacusia neurossensorial em crianças com hipertrofia adenotonsilar

Métodos: Trata-se de um estudo caso-controle no qual foram recrutadas crianças com hipertrofia adenotonsilar e seus respectivos controles. Todos os sujeitos realizaram exames de audiometria tonal, impedanciometria, emissões otoacústicas transientes e emissões otoacústicas por produto de distorção. Resultados: Participaram do estudo 32 crianças com HAT e 37 controles com idades entre cinco e 13 anos, de ambos os sexos. Não houveram diferenças significativas entre os grupos em relação a gênero (p=0,763), idade (p=0,349), peso (p=0,653) e raça (p=0,285). Em relação à audiometria tonal, o grupo HAT não apresentou diferença entre o grupo controle em ambas as orelhas, porém, o grupo com HAT apresentava discretas quedas nas altas frequências. As emissões otoacústicas transientes (EOAT) e por produto de distorção (EOAPD) estavam presentes no grupo controle e em estudo em ambas orelhas. No grupo HAT, as EOAT estavam presentes na orelha direita 100% das crianças, mas apenas em 30% na orelha esquerda; as EOAPD estavam presentes na orelha direita de apenas 12% das crianças, mas em 68% delas na orelha esquerda.
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Uma introdução ao livro de Josué

Uma introdução ao livro de Josué

Ao se levar em conta essa divisão, poderemos esquematizar o livro na forma concêntrica no formato abertura (A), desenvolvimento (B) e conclusão (A). Um molde hebraísta salientaria qual [r]

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O efeito de diferentes intensidades de aquecimento para o treino da força no supino

O efeito de diferentes intensidades de aquecimento para o treino da força no supino

Depois de descansarem 5 min de forma passiva, cada indivíduo realizou o treino, constituído por 3 séries de 6 repetições com a carga de 80% 1RM. Esta é uma série habitualmente utilizada com cargas de referência para treino de hipertrofia. O treino de hipertrofia muscular e o aumento da massa muscular, que provoca o crescimento visível da musculatura (Marques, 2004). O processo de crescimento é consequência da exigência física à qual é submetido o corpo ou devido aos estímulos hormonais que atuam em determinados tecidos. A carga na hipertrofia poderá contemplar valores entre os 70% a 90% de 1RM, 3 a 5 séries e 6 a 12repetições por série, com a velocidade máxima de execução da fase concêntrica. A tensão máxima só é atingida nas últimas repetições. Só é adequado a principiantes se o número de repetições não for o máximo possível (Marques, 2004). Também se pode considerar um treino de força explosiva (ou rápida), com intensidades de 70 a 90% do 1RM, 6 a 8 repetições e 3-5 séries, com uma velocidade máxima explosiva, sendo o seu objetivo primário melhorar a força explosiva (Marques, 2004).
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Hipertrofia muscular em desenervaçao: relato de dois casos com estudo histoquímico e histométrico dos músculos normais e hipertróficos.

Hipertrofia muscular em desenervaçao: relato de dois casos com estudo histoquímico e histométrico dos músculos normais e hipertróficos.

lados nos casos 1 e 2, hipertrofia de fibras do tipo I em ambos os lados no caso 2 ; somente no quadriceps direito no caso 1 é que existia hipertrofia. de fibras do tipo I, conforme hi[r]

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PERFIL DO DESEMPENHO NEURONEUROMUSCULAR, MARCHA E EQUILÍBRIO EM INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO EM COMPARAÇÃO A CONTROLE PAREADOS

PERFIL DO DESEMPENHO NEURONEUROMUSCULAR, MARCHA E EQUILÍBRIO EM INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO EM COMPARAÇÃO A CONTROLE PAREADOS

Foi utilizado um dinamômetro isocinético da marca Biodex System 3 (Biodex Medical Systems, Shirley, New York, USA) para avaliar o desempenho neuromuscular durante o exercício de extensão concêntrica do joelho e flexão excêntrica do joelho. No presente estudo, foram utilizadas as seguintes variáveis: pico de torque (PT) (N.m) normalizado pelo peso corporal (N.m/kg), trabalho total (TT) (em Joules), potência média (PM) (J/s) e o tempo para se atingir o pico de torque (TPT, em ms). Além dessas medidas instantâneas, foi calculado também a relação força neuromuscular excêntrica dos isquiossurais e a força neuromuscular concêntrica do quadríceps, também chamada de relação isquiossurais-quadríceps funcional (I/QF). Por fim, foram analisadas também a diferença do pico de torque (DPT) entre o lado parético e não parético (G AVC ), não dominante e dominante (G CONT ), além da soma do pico de
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Anuloplastia concêntrica do anel mitral, isolada ou associada à ressecção quadrangular, em crianças e jovens.

Anuloplastia concêntrica do anel mitral, isolada ou associada à ressecção quadrangular, em crianças e jovens.

A técnica de anuloplastia concêntrica sem prótese aqui descrita, associada ou não à quadrantectomia com plicatura do anel póstero-medial, tem como finalidade estabilizar o mecanismo funcional da valva mitral, ajustando a coaptação dos seus folhetos, sem a necessidade de encurtar, alongar ou transferir cordas. Esta técnica foi utilizada em 41 crianças e adolescentes, que apresentam uma curva actuarial de sobrevida de 92,7%, com 86,8% de pacientes livres de reoperações, no período de 7 meses a 15 anos.

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Influência do nível de força máxima na produção e manutenção da potência muscular.

Influência do nível de força máxima na produção e manutenção da potência muscular.

mais fortes e mais fracos a um teste de resistência de força até a falha concêntrica no exercício supino e observaram que o grupo composto por indivíduos mais fracos executou 6,0 ± 1,5 repetições a 90% de 1RM, enquanto que os sujeitos mais fortes realizaram 4,0 ± 1,3 repetições na mesma intensidade de esforço. Estes resultados corroboram com outros estudos que investigaram o desempenho da resistência de força entre indivíduos com maior e menor nível de F max (8-11) .

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Efeito imediato da estimulação elétrica neuromuscular seletiva do músculo VMO em pacientes com síndrome da dor femoropatelar

Efeito imediato da estimulação elétrica neuromuscular seletiva do músculo VMO em pacientes com síndrome da dor femoropatelar

Para a avaliação isocinética, as voluntárias foram posicionadas na cadeira do dinamômetro com o encosto reclinado em 5° em relação à posição vertical, com o quadril a 85° de flexão, e com a parte superior do tórax estabilizada por dois cintos em “X”, enquanto uma cinta transversa fixava a pelve. O apoio do braço de alavanca do dinamômetro foi posicionado na região distal da perna, 5 cm acima do maléolo medial, de forma a permitir um arco completo de dorsiflexão do tornozelo. O eixo mecânico de rotação do dinamômetro foi alinhado com o epicôndilo lateral do fêmur (eixo de rotação da articulação do joelho, Figura 04). O joelho foi posicionado a 90° de flexão e a voluntária foi orientada a realizar o arco de movimento completo do joelho, de 90° a 0º (contração concêntrica do quadríceps) e de 15º a 90º (contração excêntrica do quadríceps), em uma velocidade de 30º/seg. A velocidade mais baixa foi selecionada por gerar menos dor durante a realização dos testes e por esta velocidade minimizar o risco de lesões no joelho, principalmente nos meniscos.
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Efeito do método agonista-antagonista comparado ao tradicional no volume e ativação muscular

Efeito do método agonista-antagonista comparado ao tradicional no volume e ativação muscular

Uma semana antes dos testes, as cargas para 10RM foram determinadas para cada sujeito nos exercícios de supino vertical (SV) e remada sentada aberta com a pegada aberta (RA), em dois dias distintos com intervalo de 48–72 horas en- tre as sessões de teste, sendo utilizada entrada alternada para ambos os exercí- cios. O teste de 10RM teve como finalidade realizar 10 repetições consecutivas com o máximo de carga, em cadência constante e duração de 4 segundos por repetição (2 segundos para fase concêntrica e 2 segundos para fase excêntrica) controlada com auxílio de um metrônomo (M&M SYSTEME GERMANY, version 2.0). O teste de 10RM foi realizado seguindo o protocolo proposto por Baechle e Earle 14 , sendo a carga inicial estimada de acordo com o peso habi-
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Análise biomecânica do movimento de agachamento: estudo de caso/ Biomechanical analysis of squat movement: case study

Análise biomecânica do movimento de agachamento: estudo de caso/ Biomechanical analysis of squat movement: case study

Na fase excêntrica, no ato de agachar, são usados flexores plantares, extensores do joelho, extensores do quadril e extensores da coluna que por serem músculos posturais encontram-se contraídos antes da fase de preparo e após a fase de desaceleração. Similarmente, na fase concêntrica, quando retorna à posição inicial, são usados os mesmos grupos musculares para realizar os movimentos articulares de flexão plantar, extensão do joelho, extensão de quadril e extensão de tronco que são empregues durante todo o agachamento.

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Lista de hospedeiras do virus de vira-cabeça.

Lista de hospedeiras do virus de vira-cabeça.

Tomam a forma de anéis cloróticos ou necróticos, lesões necróticas com zonação concêntrica ou risca das nervuras.. A necrose manifesta- se também na haste e há queda das folhas como sin[r]

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