História da Europa

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História da Europa, das Conquistas e do Avanço Tecnológico: uma Perspectiva Bio-geográfica da História da Humanidade

História da Europa, das Conquistas e do Avanço Tecnológico: uma Perspectiva Bio-geográfica da História da Humanidade

Finalmente, há outro conjunto de factores que tem de ser considerado. Como se explica que tenham sido os europeus a chegar ao Novo Mundo antes dos Aztecas e Incas poderem chegar à Europa? Isso dependeu em primeira instância, da existência de navios capazes de atravessar os oceanos. Os europeus dispunham desses navios, mas os Astecas e os Incas, não. Estes navios existiam na Europa porque os países europeus dispunham de uma organização política capaz de financiar a sua construção. Igualmente importante foi o papel da escrita, que permitiu a rápida transmissão de informação, incluindo mapas, instrumentos de orientação e de navegação, relatos de anteriores viajantes, que motivaram novos exploradores.
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Translatio ad mundus: a transformação do mundo romano e a antiguidade tardia. Elementos teóricos para uma perspectiva historiográfica

Translatio ad mundus: a transformação do mundo romano e a antiguidade tardia. Elementos teóricos para uma perspectiva historiográfica

Nos últimos anos, com o surgimento gradual de novas abordagens acerca dos temas ligados às questões sobre as delimitações cronológicas entre um período e outro, especialmente a partir da década de 1970, vêm-se revelando uma rede de relações político-institucionais de caráter fundamental ao entendimento da própria história da Europa. Um momento que, por certo, nos oferece um rico quadro de abordagens, tanto históricas quanto historiográficas. E, não obstante, se passou a investigar as condições históricas em que essas relações eram produzidas, em geral, quadros de intensas disputas políticas. A averiguação dessas relações de poder levou parte dos especialistas envolvidos à investigações mais profundas sobre as condições históricas de sua sustentação, tendo em vista que, esses processos necessitavam, em grande parte, de certa estabilidade político-social para desenvolver-se. Isso não tirava a originalidade dos mesmos, mas forçava os pesquisadores a analisar mais profundamente em que condições temporais e materiais certos processos históricos realizaram-se e qual sua relação com outros fenômenos análogos, tais como religião e sociedade.
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A comunidade do eterno retorno do mútuo na trilogiaCelinaMartins

A comunidade do eterno retorno do mútuo na trilogiaCelinaMartins

A Trilogia Geografia de Rebeldes redinamiza a reescrita outra da História da Europa. O eterno retorno do mútuo instaura pactos de receptividade entre vestígios de vultos históricos convertidos em figuras que vivem a pujança do instante pleno para recomeçar o seu caminho de inovação e animar a sua nova entoação. A trilogia inaugura o pacto de não-anulação em que os animais de imaginários míticos diferenciados (Pégaso e Coração de Urso) integram a dinâmica textual enquanto figuras que contêm o germe do novo. A comunidade de Llansol convida a modificar o olhar automatizado, repensar a escrita como o espaço da Esfinge que perturba e formula perguntas sobre a violência do poder e o apelo da co-iluminação da noite obscura. No dia 27 de Março de 2011, o Espaço Llansol permitiu aos espectadores e leitores a possibilidade de experenciar o eterno retorno do mútuo em virtude da celebração do Dia Llansol, subordinado à temática “Sobreimpressões – A dimensão europeia da Obra de Maria Gabriela Llansol”. 12 Nesta nossa sociedade de saber mundializado, os seis lugares da
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O negro no livro “História do Pará”, de Benedicto Monteiro (2006)/ The black man in the book “História do Pará” by Benedicto Monteiro (2006)

O negro no livro “História do Pará”, de Benedicto Monteiro (2006)/ The black man in the book “História do Pará” by Benedicto Monteiro (2006)

Desde a regulamentação dos currículos escolares no século XIX no Brasil, os conteúdos de História eram voltados à história da Europa, afirmando que estudar o continente europeu era estudar a história da humanidade e da civilização, e esse fato acabou priorizando e destacando o branco colonizador nos livros didáticos, marginalizando outros personagens históricos importantes para a formação do país e do Estado do Pará, como o negro, e por muito tempo ele não era considerado um objeto de estudo tão interessante na historiografia brasileira, só quando se tratava das teorias raciais as quais estavam sendo debatidas na época. Mas agora, depois das reivindicações do Movimento Negro, foi criada a Lei 10.639/03 a qual torna obrigatório o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira nos currículos escolares, abrindo espaço para pesquisas sobre o assunto e ocorrendo mudanças nos livros didáticos tanto nacionais quanto regionais a fim de se adaptarem a Lei. Então, passados os anos desde a promulgação da Lei, de que forma esses materiais didáticos estão abordando o negro e sua história? Em quais assuntos tal personagem aparece? Quais fontes são utilizadas para falar sobre o negro? As imagens se referem somente à escravidão? Como esse projeto científico é baseado numa produção regional, essas questões estão focadas na História do Pará e para o objeto de estudo utilizado para a construção de tal análise historiográfica o qual é o livro do autor paraense Benedicto Monteiro, História do Pará (2006), utilizado em algumas escolas públicas do Estado, apesar de não ser necessariamente um livro didático. Para analisar as representações do negro na obra de Benedicto Monteiro, dialogamos com autores que tratam sobre o livro didático e sobre os negros nesse material, como Circe Bittencourt (2004), Warley Costa (2006), Itamar Freitas (2009) e as autoras Hebe Mattos, Martha Abreu, Carolina Vianna Dantas e Renata Moraes (2009). Esta pesquisa faz parte do projeto de Iniciação Científica intitulado Reflexos da Lei 10.639/03 na produção didática regional: representações do negro no livro didático de História da Amazônia (anos 1990-2000) desenvolvido na Faculdade Integrada Brasil Amazônia (FIBRA), localizada na cidade de Belém do Pará.
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Pré-história de um conceito: o mito de Europa

Pré-história de um conceito: o mito de Europa

Na manhã seguinte, a jovem Europa se junta às companheiras para passear e colher flores num prado florido à beira do oceano. Aqui, o que chama a atenção na construção de Mosco é um detalhe, que, assim como a narração do sonho trazida no início, funciona como prenúncio do episódio principal. Europa carrega uma corbelha (cesta) de ouro, admiravelmente trabalhada por Hefesto e dada de presente a Líbia, avó de Europa, quando do seu casamento com Posídon. Líbia a teria dado a Telefaassa e esta presenteado a filha Europa. É bastante expressiva a descrição da corbelha, na verdade uma écfrase, comum na literatura clássica, que faz lembrar a descrição das armas de Áquiles, também talhadas pelo deus Hefesto, no canto XVII da Ilíada. 43 Na corbelha, 44 descrita em detalhes minuciosos
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A Europa da Diferença

A Europa da Diferença

Víramos no início que o interesse por Portugal na Alemanha é substancialmente maior na segunda metade do século XVIII, como o prova um salto qualitativo e quantitativo nas obras e traduções, de algum modo relacionadas com Portugal, publicadas na época. Ora, a esse interesse não são alheias uma série de ocorrências que têm lugar no Portugal e também, mais genericamente, na Europa de meados do século XVIII. Referimo-nos à curiosidade provocada pelo terramoto de Lisboa, que mais justamente poderia ser considerado um verdadeiro abalo europeu, a vários níveis (filosófico, científico, das mentalidades); ao desenvolvimento de uma mentalidade pedagógica, característica da época, que dava um relevo especial à viagem de formação cultural que o jovem burguês deveria realizar após o final dos estudos; ao desenvolvimento rápido das vias de comunicação europeias com o consequente desenvolvimento comercial, que traz à Península Ibérica cada vez mais viajantes interessados nas relações comerciais com as nossas colónias americanas; e, finalmente, ao desenvolvimento daquilo a que poderemos chamar uma política diplomática das coroas europeias (exemplo disso é, entre outros, a vinda para Portugal, com as funções de chefe do exército português, do Conde de Lippe, nos finais da Guerra dos Sete Anos). 48
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A EUROPA DAS NAÇÕES OU A NAÇÃO EUROPA: Mitos de Origem Passados e Presentes

A EUROPA DAS NAÇÕES OU A NAÇÃO EUROPA: Mitos de Origem Passados e Presentes

Resumo: Este artigo começa por descrever os mitos de há muito padronizados da re-orientação dos espaços europeus trazida pela migração dos povos germânicos concomitante ao desmembramento do Império Romano. O posterior acréscimo de mitos de identidade em torno dos espaços ocupados tem sido cada vez mais debatido. Onde antes os mitos de origem espacial prevaleciam em histórias nacionais, ao longo do tempo eles sofreram mudanças no sentido de se tornarem mitos de essências nacionais ou étnicas, mitos que ainda possuem muita atração em lugares como Flandres, Catalunha ou partes da antiga Europa de Leste. Hoje, no entanto, assistimos a chamadas na Europa para histórias de identidade que transcendem a etnia, embora a questão permaneça quanto à forma como a história europeia pode ser reescrita para enfatizar a unidade sobre a especificidade étnica. A própria legitimidade de uma tal abordagem revisionista também não é clara. O que pode ser feito, por exemplo, com a herança cristã da Europa, quando a Europa é, sem dúvida agora pós-cristã em muitos aspectos? Em qualquer caso, os mitos que iriam estabilizar uma identidade europeia ainda não existem. Além do mais, as referências europeias estão cada vez mais amplas, incluindo, no mínimo, um grau de americanização e da presença do Islão. Tudo isto são coisas com que a Europa terá de lidar antes que se possa dizer que os hipotéticos mitos de identidade pan-europeus existem, tampouco são validados na vida dos seus cidadãos.
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Interface Ubíqua, Interoperativa e Escalável para uma Plataforma de Serviços PLN em Big Data

Interface Ubíqua, Interoperativa e Escalável para uma Plataforma de Serviços PLN em Big Data

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O Tratado de Londres (1949): o Conselho da Europa

O Tratado de Londres (1949): o Conselho da Europa

Os sofrimentos e os horrores das duas guerras mundiais levaram muitos europeus a considerar que só através da cooperação no espaço europeu se poderia salvaguardar a paz na Europa. Uma Europa dividida por uma fronteira ideológica, que levou a sua parte ocidental a unir-se na defesa dos valores comuns e a acelerar o tão difícil processo de reconciliação, minado pelos ressentimentos e desconfianças mútuas. Se no imediato pós-guerra a influência do poder norte- americano foi decisiva na moldura do estreitamento dos laços, através do Plano Marshall e da Organização Europeia de Cooperação Económica, a partir do Tratado de Bruxelas (17 de Março de 1948) e, principalmente, do Congresso da Haia, que teve lugar de 7 a 10 de Maio de 1948, o espírito europeu impôs-se per si. Houve uma aliança conjuntural favorável entre políticos com visão de futuro e uma opinião pública esclarecida pelo sofrimento do passado próximo. Neste contexto, o Congresso da Haia, presidido por Winston Churchill, pode ser considerado como o momento alto do processo de maturação e de tomada de consciência da necessidade imperiosa de unir a Europa Ocidental. Um momento simbólico de reconhecimento do espírito europeu, que conseguiu fundir as diferentes correntes pró-europeias num “Movimento Europeu” unificado. Criou-se um dinamismo novo capaz de colocar a questão europeia no centro do debate político. Alguns dos políticos e intelectuais mais brilhantes debateram o futuro da Europa. Das várias correntes em presença, duas dominaram e extremaram o debate: uma primeira intergovernamental, liderada pelos britânicos, e uma segunda federal, liderada pelos franceses e belgas. Das três resoluções aprovadas no Congresso uma dizia respeito à criação de uma “Assembleia Parlamentar Europeia”. Dava-se, assim, seguimento à proposta feita por Churchill em 1944, e reiterada no célebre discurso de Zurique, em 19 de Setembro de 1946, que propunha a criação de um “Conselho da Europa”, como um primeiro passo para a criação dos “Estados Unidos da Europa” (sem o Reino Unido, obviamente), à volta de uma liderança franco-alemã.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE HUMANIDADES DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL MONYSE RAVENNA DE SOUSA BARROS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE HUMANIDADES DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL MONYSE RAVENNA DE SOUSA BARROS

Um reconhecido historiador francês, Philip Ariès, nos alerta para que não se confunda sentimento de infância com afeição pelas crianças, pois as mais diversas manifestações de afeto estavam presentes nas sociedades antigas. O autor fala de um sentimento de infância que “corresponde à consciência da particularidade infantil, essa particularidade que distingue essencialmente a criança do adulto, mesmo jovem”, criando um universo de sociabilidade próprio para ela.O pesquisador que em sua principal obra, História social da Criança e da Família, mostra como a iconografia representava a criança na família, afirma que a arte medieval, até por volta do século XII, não conhecia a infância ou não a representava. Para Ariès, isso não significava falta de habilidade dos pintores da época, mas sim uma falta de lugar para a infância nesse mundo. A infância nos séculos X e XI era vivenciada sem prender a interesses colocados como importantes na vida das pessoas, de acordo com o historiador, “a infância era um período de transição, logo ultrapassado, e cuja lembrança também era logo perdida 176 ”.
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A Europa do Conhecimento

A Europa do Conhecimento

nas políticas domésticas inter -relacionadas com a promoção da mobilidade académica na direção do modelo do Processo de Bolonha, no caso da Alemanha e da Itália. Ambos os países foram promotores da Declaração de Bolonha desde o seu início, da Declaração da Sorbonne, e partilham uma longa tradição de mobilidade académica que remonta a muito antes de Bolo- nha. Em 1998, à luz da sobreposição das prerrogativas políticas nacionais no setor do Ensino Superior na Europa, perceberam a necessidade e a urgência de reformar o sistema de Ensino Superior, e de aumentar a sua qualidade, desempenho e inter- nacionalização, sendo que esta última se tornou, mais tarde, no núcleo do Processo de Bolonha. No entanto, quando se fala em mobilidade académica, a Alemanha e a Itália apresentam um desempenho muito diferente. Considerando as diversas semelhanças entre os dois países mas também a escassez de contribuições de políticas públicas orientadas para a mobilida- de académica no âmbito do Processo de Bolonha, ambos os países foram selecionados como estudos de caso para esta análise, com um foco na promoção doméstica da mobilidade académica estimulada pelo Processo de Bolonha, para avaliar a ocorrência de convergência nas políticas domésticas. Para tal, propomos um desenho de pesquisa qualitativa original, baseado em análise documental, para analisar este amplo pilar transversal.
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A Democracia na Europa

A Democracia na Europa

Finalmente, as democracias tendem a estabelecer relações de cooperação e a não fazer a guerra entre si. Democracias nacionais consolidadas e de qualidade são condição essencial para a paz na Europa. No pós-Guerra Fria, a principal clivagem na arena inter- nacional é aquela que opõe democracias a não-democracias, e não tanto as clivagens étnicas, religiosas ou civilizacionais (Gaspar, 2016). Assistiu-se a uma expansão da demo- cracia no-pós 1989, tanto em número de regimes como na quantidade de pessoas que vivem sob essa forma de regime, mas ao mesmo tempo as potências revisionistas não- -democráticas (a Rússia, desde 2008 com as intervenções na Geórgia, na Ucrânia e na Síria; a China, o Irão, a Turquia e a Venezuela) desejam o fim da ordem liberal internacio- nal e afirmam-se cada vez mais na arena internacional combatendo essa ordem da qual a UE, NATO e mundo das democracias faz parte. Mais ainda, o “Brexit” e a vitória popu- lista de Donald Trump nos EUA põem em causa a ordem liberal internacional e a impor- tância da UE, pela primeira vez desde 1945 “a partir de dentro” do próprio universo democrático ocidental. A saída do Reino Unido da UE mostra uma divisão sem prece- dentes e a reversibilidade do processo de integração europeia. Trump também parece desejar o fracasso da UE e a sua substituição por regimes populistas a nível nacional, assim como o fim da NATO e da cooperação comercial livre e a sua substituição por um agressivo modelo económico internacional mercantilista e protecionista (Gaspar, 2017).
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S ÃO AS EMPRESAS PRIVADAS MAIS RENTÁVEIS DO

S ÃO AS EMPRESAS PRIVADAS MAIS RENTÁVEIS DO

 EuropaOcidental - contem os países que compõem a Europa Ocidental segundo os critérios da UNESCO (lista dos países no anexo 2). Será assim que se irá fazer a comparação e análise da rendibilidade das empresas públicas da Europa Ocidental (valor 1) com os países da Europa de Leste (valor 0). Será com esta variável que se irá determinar e analisar a hipótese H3. Para se estudar esta variável usa-se a mesma metodologia da variável CRISE. Assim, criou-se três variáveis dummy entre a variável EuropaOcidental e a variável PUB sendo que (1) DPNEOc – empresas privadas fora da Europa Ocidental (2) DPEOc – empresas privadas da Europa Ocidental e (3) DPUBEOc – empresas públicas da Europa Ocidental, ficando-se assim com um grupo de base que será as empresas públicas fora da Europa Ocidental. Portanto, ao avaliar o βeta da variável DPUBEOc vamos ter a diferença no ROE/ROA das empresas públicas da Europa Ocidental com as empresas públicas da Europa Oriental e tirar as devidas conclusões.
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Rev. Saúde Pública  vol.40 número4

Rev. Saúde Pública vol.40 número4

Todo caso suspeito de sarampo deve ser notificado imediatamente à Vigilância Epidemiológica, com especial atenção às pessoas com história recente (30 dias) de viagem à Europa, ou que tiveram contato com pessoas que viajaram ao exterior, para imediata realização das medidas de prevenção e controle (va- cinação de rotina, vacinação de bloqueio, busca ati- va de casos, busca de faltosos, e outras), no intuito de evitar a reintrodução do vírus do sarampo no Estado.

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Da Europa Cruel à Europa dos Acordos Possíveis

Da Europa Cruel à Europa dos Acordos Possíveis

Um dos debates mais apaixonados que invadiu todos os sectores da Europa diz respeito aos imigrantes, mesmo se estes não são homogéneos, havendo que distinguir entre aqueles que provêm do Sul, e os que se deslocam de Leste para Oeste. O primeiro elemento assenta no trabalho e este remete por sua vez para os regimes culturais e políticos. Há continentes que temos tendência a considerar em situação de catástrofe, como é o caso da quase totalidade da África, tanto a Norte como a Sul, onde paira a terrível ameaça da Sida, que se tornou uma epidemia que está em via de liquidar milhares e milhares de pessoas. O debate respeitante à implantação das indústrias e de actividades que fornecem trabalho e por isso recursos financeiros, salienta os vícios profundos do capitalismo: o primeiro diz respeito aos salários. O cálculo dos custos obriga a instalar as actividades de produção nos países ou nas regiões onde o trabalho é mais barato. O facto de existirem vastas regiões onde a oferta de trabalho é tão abundante como barata, implica uma modificação constante das instalações que asseguram a produção. O termo novo que marca o nosso tempo é a “deslocalização”, ou seja a operação que consiste em encerrar a actividade produtora numa região onde o trabalho se tornou mais caro, e instalá-la no país e no continente que oferecem a mão-de-obra mais barata.
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O Ambiente em Portugal e na Europa

O Ambiente em Portugal e na Europa

Como vimos, a inquietação com os problemas ambientais manifestada é atualmente muito elevada e agudiza-se entre os portugueses. Importa, pois, avaliar o modo como esta preocupação se repercute nas práticas quotidianas. Com esse objetivo analisamos duas áreas fundamentais que, como constatámos acima, corresponderam a um maior investimento público ao longo das últimas décadas: i) o abastecimen- to de água, a drenagem e o tratamento de águas residuais e ii) a produção/reciclagem de resíduos. Quando considerados à escala da UE (Figura 2.9), os dados mostram que o abastecimento público de água atingiu valores confortáveis na generalidade dos países (com 100% na Holanda, em Espanha, em Chipre, na Hungria e em Malta), surgindo os países bálticos e, sobretudo, a Roménia como a grande exceção (61,9%). Pelo contrário, a cobertura por sistemas de drenagem de águas residuais está longe de estar resolvida em muitos países europeus (Figura 2.10), designadamente da Europa de Leste, com pior desem- penho em Chipre (29,8%), na Roménia (46,8%) e na Croácia (52,9%). Já em Portugal, o abastecimento de água às populações e o tratamento de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) são geralmente apontados como casos de sucesso das políticas de ambiente financiadas pelos fundos europeus. O mesmo acontece com a taxa de cobertura de esgotos e com o tratamento de águas residuais, verificando-se um aumento considerá- vel na década de 2000, na sequência do que já ocorria na década anterior com a aplicação dos fundos do II Quadro Comunitário de Apoio (1992-1999).
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Nietzsche e a Europa do futuro

Nietzsche e a Europa do futuro

Apesar de sere m de origem inglesa, as “ideias modernas” foram difundidas por toda a Europa pelos franceses, considerados por Nietzsche como “seus melhores soldados”, ou seja, eles melhor assimilaram e divulgaram tais “ideias”. E, a maior expressão desta assimilação e divulgação foi a Revolução Francesa. Os franceses são as “vítimas primeiras e mais radicais” das “ideias modernas”. Foi a partir de sua assimilação que a França se tornou “tão frágil e pálida”, enfraquecida, oposta àquela França dos “séculos XVI e XVII”, na qual havia uma “profunda e apaixonada força” proveniente de sua noblesse. A s “ideias modernas”, por serem provenientes de um plebeísmo próprio da Inglaterra, fizeram com que a França perdesse sua nobreza : “[A] noblesse europeia – de sentimento, de gosto, de costume, de todo elevado sentido em que se tome a palavra – é obra e invenção da França; a vulgaridade europeia, o plebeísmo das „ideias modernas‟ – da Inglaterra” (JGB/BM 253, KSA 5.197).
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A Revolução na China e na Europa

A Revolução na China e na Europa

Todos estes fatores de dissolução influíram simultaneamente nas finanças, nos costumes tradicionais, na indústria e na estrutura política da China, e atingiram o paroxismo sob o fogo dos canhões ingleses, que arruinaram a autoridade do Imperador e, pela violência, estabeleceram o contato entre o Celeste Império e o mundo terrestre. O isolamento total era condição necessária para a preservação da velha China. Agora que este isolamento cessou brutalmente, graças à Inglaterra, a dissolução da velha China é tão certa como a de uma múmia cuidadosamente conservada num sarcófago hermeticamente fechado e que se expõe ao ar. Agora que a Inglaterra desencadeou a revolução na China, temos de perguntar-nos qual a reação que a revolução vai provocar nesse país, e, daqui a algum tempo, na Inglaterra, e, daí, na Europa. A resposta não é difícil.
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O Imposto Único na Europa

O Imposto Único na Europa

Nesse sentido, cabe ao Brasil, cujo ineficiente sistema de impostos é fator determinante para o país não acompanhar o crescimento dos emergentes, mirar-se no exemplo do leste europeu, co[r]

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