História do Feminismo

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Uma história do feminismo no Brasil

Uma história do feminismo no Brasil

DE CÉu REGINA JARDIM PINTO. Uma História do Feminismo no Brasil.[r]

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A Revista Estudos Feministas faz 10 anos: uma breve história do feminismo no Brasil.

A Revista Estudos Feministas faz 10 anos: uma breve história do feminismo no Brasil.

É nesta perspectiva, de respeito à diferença e à pluralidade, que acredito nos empenharmos na editoria da estudos feministas desde que ela veio para a UFSC. Como é possível constatar, tanto nos editoriais, como nos folders e outros materiais de divulgação da revista, sempre usamos as duas categorias - feministas e de gênero - para designar o campo de abrangência da REF. Mas, como bem sabemos, o respeito à diferença e o reconhecimento da alteridade, mesmo que entendidos como categorias políticas louváveis, só se constroem em cima de um árduo e permanente trabalho cotidiano sobre si e nas relações com os/as outr@s que nos rodeiam. Editar a REF foi para várias de nós este grande aprendizado. Estudos Feministas é uma revista do campo brasileiro de estudos sobre mulheres, de gênero e feministas. Campo que deve, no meu entender, incluir também aquelas que querem apenas pegar uma cor ou uma onda, porque afinal já somos muit@s produzindo, pensando e construindo o feminismo e o conhecimento sobre as relações de mulheres e homens no Brasil.
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Rev. Estud. Fem.  vol.12 número2

Rev. Estud. Fem. vol.12 número2

No livro Uma história do feminismo no Brasil, organizado em quatro capítulos e baseado em informações das escritoras do feminismo Albertina Costa, Anette Goldberg, Mary Castro, Moema Toscano, Mirian Goldberg, Mirian Grossi, Miriam Moreira Leite, Schuma Shumaher, Sonia Álvares e Vera Soares, Céli Pinto sinaliza que são múltiplos os objetivos, as manifestações e as pretensões do feminismo brasileiro. Em decorrência de ser um movimento difuso, nessa obra, destaca as principais tendências, situando-as em dois momentos: o primeiro, do final do século XIX até 1932, é o período tratado no primeiro capítulo; o segundo, do feminismo pós-1968, abordado nos outros três capítulos.
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Feminismo, história e poder.

Feminismo, história e poder.

O movimento feminista tem uma característi- ca muito particular que deve ser tomada em con- sideração pelos interessados em entender sua his- tória e seus processos: é um movimento que pro- duz sua própria reflexão crítica, sua própria teo- ria. Esta coincidência entre militância e teoria é rara e deriva-se, entre outras razões, do tipo soci- al de militante que impulsionou, pelo menos em um primeiro momento, o feminismo da segunda metade do século XX: mulheres de classe média, educadas, principalmente, nas áreas das Humani- dades, da Crítica Literária e da Psicanálise. Pode se conhecer o movimento feminista a partir de duas vertentes: da história do feminismo, ou seja, da ação do movimento feminista, e da produção teórica feminista nas áreas da História, Ciências Sociais, Crítica Literária e Psicanálise. Por esta sua dupla característica, tanto o movimento fe- minista quanto a sua teoria transbordaram seus limites, provocando um interessante embate e reordenamento de diversas naturezas na história dos movimentos sociais e nas próprias teorias das Ciências Humanas em geral.
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Pós-feminismo.

Pós-feminismo.

Resumo esumo esumo esumo esumo: Partindo do verbete sobre pós-feminismo do Dicionário da Crítica Feminista (organizado por Ana Gabriela Macedo e Ana Luísa Amaral), proponho a discussão do conceito de pós- feminismo não isoladamente, mas antes por aposição a outros termos e conceitos que de algum modo clarificam a natureza complexa do debate em torno deste termo: contra-feminismo, pós- feminismo, contra-dicção, diferença, imagem, ginocrítica, corpo, ciber feminismo. Defendo que vivemos no contexto de uma variedade de feminismos plurais, e que o seu discurso oposicional e de resistência é ainda, no mundo de hoje, de total per tinência.
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Os estudos culturais na encruzilhada dos feminismos materiais e descoloniais.

Os estudos culturais na encruzilhada dos feminismos materiais e descoloniais.

controvérsia político-epistemológica entre o feminismo materialista cultural (informado por conceitos pós-estruturalistas) e o feminismo materialista marxista histórico (influenciado pela luta de classes) que marcou a pauta dos debates entre os anos 1980 e 1990. O terceiro momento que exploro está marcado por um retorno das teorias feministas, a partir dos anos 2000, a uma noção de materialidade devidamente reconceitualizada, possibilitando uma saída criativa para o já desgastado embate entre texto e contexto, palavras e coisas. Na última parte deste artigo, teço algumas observações sobre a influência dos feminismos descoloniais na reconfiguração do campo dos estudos culturais feministas. Concluo argumentando que a elaboração de um entendimento mais complexo da cultura e das práticas culturais produz um deslocamento produtivo nos termos do debate, ao mesmo tempo que apresenta questões importantes sobre geopolítica, conhecimento e as lutas culturais.
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O FEMININO PARA ALÉM DO SEXISMO - FORMAÇÃO DOCENTE EM ARTES, QUESTÕES DE GÊNERO E INCLUSÃO

O FEMININO PARA ALÉM DO SEXISMO - FORMAÇÃO DOCENTE EM ARTES, QUESTÕES DE GÊNERO E INCLUSÃO

Loponte explicita o problema de falar no feminismo ou em uma política feminista na contemporaneidade: “Talvez um dos maiores desafios seja a desmistificação da palavra ‘feminismo’, ain[r]

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Feminismo e contexto: lições do caso brasileiro

Feminismo e contexto: lições do caso brasileiro

Cadernos de Pesquisa (54), São Paulo, Cortez/Fundação Carlos Chagas, agosto de 1985; C OSTA , Albertina de Oliveira. É viável o feminismo nos trópicos? Resíduos de insatisfação – São Paulo, 1970. Cadernos de Pesquisa (66), São Paulo, Fundação Carlos Chagas, 1988; G OLDBERG , Anette. Feminismo em regime autoritário: a experiência do movimento de mulheres no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1982 (12º Congresso Internacional da IPSA) e Espaces féminins et espaces féministes em Amérique Latine: quelques refléxions. Cahiers des Amériques Latines (26), Paris, jui./déc. 1982; M ORAES , Maria Lygia Quartim de. Mulheres em movimento. São Paulo, Nobel/Conselho Estadual da Condição Feminina, 1985 e Vinte anos de feminismo... Op.cit.; P ONTES , Heloisa. Do palco aos bastidores: o SOS Mulher e as práticas feministas contemporâneas. Dissertação de Mestrado, IFCH/Unicamp, 1986; e S CHMINK , Marianne. Women in the Brazilian “abertura” politics. Signs, 7(1), 1981. A análise histórica aqui resumida baseia-se nesta bibliografia e em meu artigo anterior, em que tratei da particularidade do feminismo brasileiro S ARTI , Cynthia. The panorama of feminism in Brazil. New Left Review (173), jan./fev. 1989.
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Feminismo e academia

Feminismo e academia

A "Querelha das Mulheres" foi um pro- cesso importante na história das relações entre os gêneros, por três motivos: em pri- meiro lugar, porque, pela primeira vez, al- gumas mulh[r]

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Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Mas são unânimes em afi rmar que a maioria das terras da zona rural pertence ao patrimônio público (municipal ou federal, dependendo da área).. Formas de resistência camponesa: visibil[r]

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Rev. Estud. Fem.  vol.21 número3

Rev. Estud. Fem. vol.21 número3

Ao contrário, após o Seminário Internacional Fazendo Gênero 10, que ocorreu na UFSC, de 16 a 20 de setembro de 2013, com o tema “Desafios atuais dos feminismos”, e no qual estiveram presentes cerca de cinco mil participantes, parece que os desafios são muitos, mas nenhum deles seria o de um esvaziamento das reivindicações e da necessidade do feminismo, seja como movimento social, seja como perspectiva crítica da sociedade, ou, ainda, como foco de estudos e teorias. A nova Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que, no Brasil, a renda das mulheres continua sendo cerca de 30% inferior à dos homens; 2 ou seja, apesar da tal
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História das agriculturas no mundo   Do neolítico à crise contemporânea   Marcel Mazoyer e Laurence Roudart

História das agriculturas no mundo Do neolítico à crise contemporânea Marcel Mazoyer e Laurence Roudart

Nas regiões áridas, ou aridifi cadas em consequência de seu próprio desma- tamento ou do desmatamento das regiões periféricas, a vegetação torna-se rara, o solo desprovido de matéria orgânica se torna esquelético, e os cultivos pluviais se tornam impraticáveis. Só continuam cultiváveis as zonas bene- fi ciadas por um aporte exterior de água. Essas zonas privilegiadas formam oásis verdejantes mais ou menos extensos, abastecidos em água seja pelos grandes rios que se alimentam nas regiões chuvosas afastadas, seja pelos cursos de água que descem das montanhas vizinhas que recebem uma maior pluviometria, ou pelo ressurgimento de lençóis subterrâneos abastecidos em água pelo exterior ou, ainda, pelos lençóis fósseis. Cultivar esses oásis e vales não era tarefa fácil: exigia frequentemente manejos hidráulicos pré- vios, às vezes simples, mas às vezes também gigantescos. É nesse tipo de ambiente que, desde a mais alta Antiguidade, as novas formas de agricultura não pluvial (cultivo em áreas de inundação e cultivos irrigados), baseados em tais manejos, geraram as primeiras grandes civilizações hidroagrícolas da história. Assim, no sexto milênio, os povos cultivadores e criadores do Saara, da Arábia e da Pérsia, expulsos pela seca que começava a se abater nessas vastas paragens, recuaram rumo aos vales aluviais baixos do Indo, do Tigre, do Eufrates e do Nilo. Vindos de todas as regiões, esses povos tão diversos, que desde tempos imemoriais levavam seu gado para pastar nesses vales, começaram a cultivar as margens. Em seguida foi preciso realizar os ordenamentos necessários para proteger esses cultivos das cheias intem- pestivas, assegurar uma provisão de água sufi ciente ou, em caso contrário, para evacuar todo excesso de água prejudicial.
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Bernardo Mançano Fernandes, Leonilde Servolo de Medeiros e Maria Ignez Paulilo (Orgs.)

Bernardo Mançano Fernandes, Leonilde Servolo de Medeiros e Maria Ignez Paulilo (Orgs.)

Uma característica das formas de luta e resistência no campo é a valo- rização das relações de compromisso entre pessoas e organizações, que se desdobram em redes e articulações. O tema é tratado no artigo de Ghis- laine Duque, que nos apresenta uma leitura da história da Articulação do Semi-Árido (ASA), tendo como referência a experiência da Paraíba. Para a autora, essa entidade constitui-se como um espaço de contestação às tra- dicionais formas de apoio aos agricultores, baseadas no assistencialismo e no clientelismo. Dá relevo à atuação das organizações não-governamentais, que articularam um conjunto de ações, promovendo novas relações entre as pessoas e seus territórios. Assim, fundos rotativos solidários, bancos de sementes, encontros de comunidades, onde as experiências eram inter- cambiadas, e, fi nalmente, o programa Um Milhão de Cisternas tiveram um papel importante na mudança de compreensão da relação socioterritorial: a seca, que levava à desistência e à migração, torna-se motivo de resistência, pela busca de formas de convivência com o Semi-Árido. Ao mesmo tempo, a ASA construiu um processo pedagógico baseado em princípios como a garantia da participação e o resgate da auto-estima dos camponeses, valo- rizando suas práticas por meio da organização e da intervenção política, e deu importância à busca de formas de desenvolvimento sustentável em oposição às formas assumidas pelo agronegócio na região. O artigo registra os avanços dessas políticas na transformação das realidades das famílias camponesas, a territorialização da ASA no Nordeste, o maior território camponês do país, e a expansão de suas ações pela criação da ASA-Brasil.
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NOVAS FRONTEIRAS NO FEMINISMO: O FEMINISMO INDÍGENA

NOVAS FRONTEIRAS NO FEMINISMO: O FEMINISMO INDÍGENA

Iniciado o projeto de pesquisa com as seguintes indagações: quão presente está o feminismo nas aldeias? Como esse movimento se relaciona com as questões culturais indígenas? Qual o embate entre a questão cultural indígena com relação às leis que amparam os direitos das mulheres em território brasileiro? A pesquisa buscou analisar o contexto atual para obter uma hipótese correspondente a esse problema objeto de investigação.

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Cuidado, interseccionalidade e feminismo.

Cuidado, interseccionalidade e feminismo.

Tenho consciência de que a minha proposição é pouco generosa em relação à equipe dirigente. O cuidado, visto sob a vertente do trabalho, tem por característica central revelar as relações de classe e de raça entre mulheres, e de modo mais amplo os conflitos entre visões morais e políti- cas diferentes entre elas, o que aniquila a ideia de qualquer solidariedade ou mesmo conivência no feminino. Essa explicitação da divisão entre as mulheres vai de encontro àquilo que parece ser o feminismo. A análise do trabalho de cuidado põe o feminismo em crise, o que é angustiante. Algo que estremece um fantasma sem dúvida fundador do feminismo, e talvez de certo modo indispensável a ele, a sororidade. Eu me pergunto se o fantasma da sororidade, mesmo que não seja mencionado ou não seja completamente consciente, não se reproduz em cada aventura feminista e se não é perma- nentemente contrariado pela realidade. Isso poderia levar a uma saída do feminismo ou a uma permanência nele sob uma forma mutilada, agastada ou simplesmente cética: o que quero dizer com “feminista”?
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Teatro do oprimido e feminismo

Teatro do oprimido e feminismo

Introdução: O Teatro do Oprimido é formado por um conjunto de técnicas e jogos teatrais criados e sistematizados por Augusto Boal. Desde 2009, criamos um núcleo artístico a fim de pesquisar essas técnicas e praticá-las no âmbito universitário. Temos diferentes frentes de trabalho e pesquisa, como a “Formação de Teatro do Oprimido” – um curso aberto à comunidade – e o Fórum Relâmpago – prática que criamos para ser apresentada em eventos nos quais somos convidados. Minha pesquisa se desenvolve especificamente com a temática do feminismo. Objetivos: Ensinar e utilizar as técnicas do Teatro do Oprimido para proporcionar uma visão crítica com relação ao machismo, ao patriarcalismo, aos diversos problemas relacionados ao gênero. Assim como criar um espaço democrático para que as mulheres discutam e pratiquem ações a fim de transformar essa realidade. Métodos: Jogos de aquecimento físico e ideológico sistematizados por Augusto Boal, que visem o divertimento – numa perspectiva brechtiana- e a análise das relações de opressão estabelecidas no nosso cotidiano, tais como a diferença de salário entre mulheres e homens, o abuso sexual em casa, a violência diária nas ruas, dentre outras histórias contadas pelas próprias participantes. Resultados: Trabalhar com histórias pessoais, criando cenas de Teatro Fórum ou Legislativo, que resultem em alternativas a médio e longo prazo.Criação de um grupo de pesquisa teórico e prático sobre as questões do feminismo, no qual mulheres e homens discutem as bandeiras históricas do movimento e criam cenas apresentadas ao público, de maneira que este possa intervir.
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Feminismo e literatura no Brasil.

Feminismo e literatura no Brasil.

Enquanto nos outros países as mulheres estavam unidas contra a discrimi- nação do sexo e pela igualdade de direitos, no Brasil o movimento feminista teve marcas distintas e definitivas, pois a conjuntura histórica impôs que elas se posicionassem também contra a ditadura militar e a censura, pela redemocratização do país, pela anistia e por melhores condições de vida. Mas ainda assim, ao lado de tão diferentes solicitações, debateu-se muito a sexualidade, o direito ao prazer e ao aborto. “N osso corpo nos pertence” era o grande mote, que recuperava, após mais de sessenta anos, as inflamadas discussões que socialistas e anarquistas do início do século XX haviam promovido sobre a sexualidade. O planejamento familiar e o controle da natalidade passam a ser pensados como integrantes das políticas públicas. E a tecnologia anticoncepcional torna-se o grande aliado do feminismo, ao permitir à mulher igualar-se ao homem no que toca à desvinculação entre sexo e maternidade, sexo e amor, sexo e compromisso. Aliás, o “ficar” das atuais gerações parece ser o grande efeito comportamental desta quarta onda.
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Feminismo e/no pós-colonialismo.

Feminismo e/no pós-colonialismo.

Cada lugar traz sua própria história e suas marcas no presente. No contexto de seu trabalho sobre Sati, por exemplo, Mani explica que na Inglaterra e nos Estados Unidos, onde elementos do discurso colonial do século XIX ainda circulam “em favor do racismo britânico e do imperialismo cultural estadunidense”, a recuperação “da pré-história colonial dessas ideias” poderia ser considerada um gesto político. De modo recíproco, no entanto, diferentemente de “muitas nações da América Caribenha ou da América Central, na Índia, o que se sente no pescoço não é a corda do imperialismo”, mas a pressão “do estado nação, de instituições políticas e sociais dominantes e de ‘fundamentalismos’ religiosos de vários tipos”. 99 No contexto indiano, nesses termos, uma crítica
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Rumo a um feminismo descolonial.

Rumo a um feminismo descolonial.

O que estou propondo ao trabalhar rumo a um feminis- mo descolonial é, como pessoas que resistem à colonialidade do gênero na diferença colonial, aprendermos umas sobre as outras sem nec[r]

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