Hortaliças - Fisiologia pós-colheita

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Influência de embalagens na fisiologia pós-colheita de rúcula (Eruca stiva Miller var. folha larga) hidropônica

Influência de embalagens na fisiologia pós-colheita de rúcula (Eruca stiva Miller var. folha larga) hidropônica

No Brasil não há normas que padronizam embalagens ou classificação de hortaliças folhosas (UPNMOOR, 2003). A rúcula comercializada no Brasil, em geral apresenta-se em maços (ou molhos), e o número de plantas, o peso e o tamanho de cada maço é geralmente definido pelos próprios produtores , mas nota-se que o comportamento de mercado está se modificando muito rapidamente, e os consumidores estão exigindo “qualidade”, ou seja, mesmo que o produto tenha um custo mais elevado devido à embalagem ou outro fator para sua preservação, o que consequentemente, diminuiu a perda. Portanto as embalagens utilizadas por alguns produtores individualizando cada planta está tendo uma aceitação melhor no mercado (AMORIM, 2007).
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Fisiologia pós-colheita de repolho (Brassica oleracea cv. capitata) minimamente processado

Fisiologia pós-colheita de repolho (Brassica oleracea cv. capitata) minimamente processado

Atualmente, o consumidor é o principal foco de atenção EM QUALQUER NEGÓCIO QUE SE PRETENDA ESTABELECER, INCLUSIVE O agro-alimentar, por isso acompanhar as mudanças de comportamento da população é de fundamental importância para os produtores que pretendem atender ao mercado conforme suas necessidades. A participação crescente das mulheres no mercado de trabalho tem reduzido o tempo para a compra de hortaliças e seu preparo nas refeições. Além disso a diminuição no tamanho das famílias e a maior preocupação com a saúde, resultam num consumidor mais consciente e mais exigente (Souza et al., 1998).
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Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

Os frutos da Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (gueroba) foram coletados no campus da UnB (15º45,987’S e 47º 52,066’W) e transportados, seja para o laboratório de Fisiologia Vegetal do Departamento de Botânica da UnB, seja para o Laboratório de Pós- Colheita da Embrapa Hortaliças. Houve cuidado para não expô-los à elevada temperatura e luz solar direta durante o trajeto, bem como à ventilação excessiva. Os frutos foram selecionados quanto à homogeneidade de cor e tamanho.

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Conservação e fisiologia pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.).

Conservação e fisiologia pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.).

Após a colheita das hortaliças, há uma interrupção do suprimento de água para o órgão vegetal e, assim, a perda de água subseqüente por transpiração determina, em grande parte, as perdas quantitativas e qualitativas desses produtos. O murchamento e enrugamento de frutos e hortaliças são os sintomas iniciais da excessiva perda de água, a qual pode ocorrer em poucas horas ou dias, dependendo do produto e das condições de temperatura e umidade do ar. Além disso, há estímulo

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Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

Os frutos da Mauritia vinifera Mart. (buriti) foram colhidos maduros, de coloração marrom clara, quando apresentam o desenvolvimento máximo. Coletados de populações nativas desta palmeira, nas coordenadas 15º51,463’S-47º52,555’W, região da bacia do Paranoá próxima a SHIS QI 17, Brasília, DF, os frutos foram transportados, seja para o laboratório de Fisiologia Vegetal do Departamento de Botânica da UnB, seja para o Laboratório de Pós-Colheita da Embrapa Hortaliças. Houve cuidado para não expô-los à elevada temperatura e luz solar direta durante o trajeto, bem como à ventilação excessiva. Os frutos foram selecionados quanto à homogeneidade de cor e tamanho.
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Diversidade genética de isolados de Geotrichum spp. associados a podridões pós-colheita em frutas e hortaliças no Brasil

Diversidade genética de isolados de Geotrichum spp. associados a podridões pós-colheita em frutas e hortaliças no Brasil

A taxonomia de Geotrichum é baseada em diversos estudos que utilizaram diferentes abordagens, como: morfologia, fisiologia, características culturais, reassociação de nDNA, sistema de compatibilidade sexual, PCR-fingerprinting, eletroforese de enzimas e filogenia moleular (Naumova et al., 2001; Hoog et al., 2004; Groenewald et al., 2012). Além da caracterização morfológica, análises moleculares têm sido utilizadas para descrever espécies de Geotrichum (Pimenta, 2005; Kaewwichian et al., 2010). Com base em análises filogenéticas algumas espécies foram transferidas para o gênero Galactomyces. Dentre elas, Geotrichum silvícola e Geotrichum bryndzae foram alocadas em Galactomyces candidus e Geotrichum vulgare sinonimizada para Galactomyces pseudocandidus.
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EFEITOS DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO E DO MANEJO DA TEMPERATURA SOBRE A FISIOLOGIA E QUALIDADE PÓS- COLHEITA DE ARAÇÁ-VERMELHO

EFEITOS DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO E DO MANEJO DA TEMPERATURA SOBRE A FISIOLOGIA E QUALIDADE PÓS- COLHEITA DE ARAÇÁ-VERMELHO

A elevação da temperatura tem sido identificada como o fator externo mais importante no aumento da taxa respiratória e antecipação da maturação. Reações biológicas geralmente incrementam duas a três vezes com um aumento de 10ºC na temperatura do ambiente de comercialização dos frutos e hortaliças (FONSECA et al., 2002). Goiabas armazenadas a 20ºC apresentaram boa conservação da qualidade por um período de uma semana, enquanto a 10ºC este período chegou a duas semanas (WILLS et al., 1983). A redução da temperatura resulta em redução da atividade respiratória de frutos e, invariavelmente, conduz a um aumento no período de conservação (JACOMINO et al., 2001).
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Injúrias mecânicas e processamento mínimo de goiabas: fisiologia e qualidade pós-colheita

Injúrias mecânicas e processamento mínimo de goiabas: fisiologia e qualidade pós-colheita

Odumeru et al. (1997) demonstraram que o controle da temperatura é fundamental para a manutenção da qualidade de hortaliças minimamente processadas, pois encontraram maiores aumentos na população de mesófilos em produtos estocados a 10 °C do que nos armazenados a 4 °C. No entanto, esses dados estiveram abaixo dos observados por Nguyen-The e Carlin (1994), que relataram números de bactérias mesófilas variando de 10 3 a 10 9 UFC.g -1 , dependendo do local de amostragem e do tempo decorrido. Estes mesmos autores relatam que coliformes em meio seletivo representaram uma pequena porção dos contaminantes bacterianos, e que coliformes fecais não foram detectados na maioria das amostras estudadas. Segundo Farber (1991), o CO 2 solúvel em água e os lipídeos, são os principais responsáveis pelo efeito bacteriostático a microrganismos que podem crescer em produtos minimamente processados. As combinações requeridas de temperatura, concentrações de O 2 e CO 2 variam com o tipo de vegetal, a variedade, a origem e a estação do ano (SHEWFELT, 1986).
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Produção, fisiologia e qualidade pós-colheita da alface ‘Elba’ produzida sob adubação foliar com Spirulina platensis.

Produção, fisiologia e qualidade pós-colheita da alface ‘Elba’ produzida sob adubação foliar com Spirulina platensis.

O nitrogênio é um dos nutrientes minerais requeridos em maior quantidade pelas plantas e o que mais limita o crescimento (SOUZA; FERNANDES, 2006). Ainda que não se tenha verificado efeito significativo, como demostrado na análise de variância, nota-se na Figura 9A, uma tendência de aumento no teor de „N‟ na massa seca das folhas de alface, cv. „Elba‟, com o aumento das concentrações de Spirufert®, onde os valores alcançados passaram de 2,85 para 3,15 dag kg -1 . Provavelmente, as plantas absorveram pequenas quantidades deste nutriente, porém, não supriu a necessidade de nitrogênio da cultura, o que comprometeu os parâmetros de produção avaliados neste experimento, como por exemplo, o NF, uma vez que este nutriente promove aumento no número e tamanho das folhas das hortaliças. Possivelmente, a tendência de aumento nos teores de N nas folhas das plantas, se deva ao fato de que tenha ocorrido uma melhoria do solo ocasionada por cultivos antecedentes, que criaram condições favoráveis para atendimento das necessidades da cultura, favorecendo o desenvolvimento das plantas. Ainda, os níveis de nitrogênio foliar verificado deve-se, supostamente, às condições edafoclimáticas da região, que pode ter interferido na absorção dos nutrientes, o que resultou na ausência de respostas satisfatórias nos aspectos de produção. Confrontando este resultado ao encontrado por Oliveira et al. (2010), verifica-se que o teor máximo de N obtido (2,93 dag kg -1 ) na massa seca das folhas de alface, foi semelhante ao constatado neste trabalho. De acordo com Faquin e Andrade (2004) o nitrogênio é o segundo elemento químico mais extraído pela cultura. A alface é composta basicamente de folhas, respondendo bem ao fornecimento de nitrogênio, nutriente que requer um manejo especial quanto à adubação, por ser de fácil lixiviação e pelo fato da cultura absorver maior quantidade na fase final do ciclo (GRANGEIRO et al., 2006).
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Colheita e pós-colheita.

Colheita e pós-colheita.

São realizadas somente duas limpezas, a primeira no momento da colheita do cacho, ou alguns dias antes, quando se retiram os restos foliares, os ramos secos, as gavinhas e as bagas danif[r]

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Colheita e pós-colheita.

Colheita e pós-colheita.

Quando as frutas são expostas a temperaturas elevadas, pode-.. rá ocorrer: • Perda de coloração da superfície.[r]

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Colheita e pós-colheita.

Colheita e pós-colheita.

O transporte da pimenta limpa, seca e embalada, do local de produção para o armazém para ser processada, deve ser limpo e desinfetado antes de ser carregado. Medidas de controle de qualidade de acordo com os princípios das Boas Práticas de Manufatura (GMP), Boas Práticas de Manuseio (GHP) e Analise de Riscos e Controle de Pontos Críticos (HACCP) devem ser implementadas em todos os estádios após a colheita.

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Colheita e pós-colheita.

Colheita e pós-colheita.

Pode-se fazer um tratamento sanitizante pós-colheita e trans- portar os frutos embalados sob refrigeração, tendo em vista reduzir o metabolismo respiratório, perdas físicas e outras deteriorações. Recomenda-se transportar os frutos em caminhão-baú com câmara sob temperatura inferior a 15 °C e umidade relativa na faixa de 65% a 85%.

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Fruticultura de clima temperado fisiologia pós-colheita

Fruticultura de clima temperado fisiologia pós-colheita

do ponto ideal de colheita dos frutos são importantes fatores.. no controle da qualidade na produção de maçãs (Argenta, 1993Lj.[r]

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Fisiologia e preservação da qualidade pós-colheita de frutos de butiá [Butia eriospatha (Martius) Beccari]

Fisiologia e preservação da qualidade pós-colheita de frutos de butiá [Butia eriospatha (Martius) Beccari]

de um aumento gradual tendendo a um equilíbrio na temperatura de 30 o C. Houve efeito positivo da redução do tempo para refrigeração na preservação da firmeza, da cor verde da epiderme e da ATT, mas não dos teores de SST. Os resultados obtidos mostram que frutos de butiá apresentam alta perecibilidade, caracterizada pelas elevadas taxas respiratórias, sendo necessário o imediato resfriamento a 0 o C, de frutos colhidos no estádio de maturação verde-amarelo, visando preservar a sua qualidade pós-colheita. Butiás colhidos nos estádios de maturação verde (> 75% de cor verde da epiderme) e verde-amarelo (com 25 a 75% de cor verde da epiderme) foram armazenados a 0, 5, 10, 20 e 30 o C e avaliados de maneira subjetiva quanto a
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Colheita e pós-colheita.

Colheita e pós-colheita.

Sendo assim, a colheita deve ser reali z ada somente após ter a uva a lcançado o período adequa - do de maturação, caracterizado por trans- formações bioquímicas, quando, então, as uvas [r]

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Estudo da fisiologia  pós-colheita de frutos da Palmeira Gerivá (Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman.)

Estudo da fisiologia pós-colheita de frutos da Palmeira Gerivá (Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman.)

As médias das características físicas avaliadas encontram-se na tabela 9. Podemos observar que o rendimento de frutos maduros em relação ao cacho, não foi significativamente superior ao tratamento inicial, resultado devido ao alto CV%, já que um dos cachos apresentava alta incidência de fumagina, que apesar de não ser um fungo fitopatogênico agiu como tal em pós-colheita, acelerando a queda prematura dos frutos do cacho. Essa doença caracteriza-se pela formação de uma capa negra superficial, semelhante à fuligem sobre as folhas, ramos, troncos e frutos, reduzindo a fotossíntese e ocasionando o definhamento das plantas (PEREIRA et al., 2006; SOUZA et al., 2009).
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Ação da matéria orgânica e suas frações sobre a fisiologia de hortaliças.

Ação da matéria orgânica e suas frações sobre a fisiologia de hortaliças.

leiro. Em geral esses produtos possuem concentrações de substâncias húmicas bastante elevadas em comparação com a maioria dos solos tropicais, visto que são extraídas de fontes em geral muito mais ricas nessas substâncias. A concentração final do produto, o tipo de solo ou substrato e a hortaliça culti- vada são apenas alguns dos fatores que devem ser levados em conta antes da utilização desses produtos no campo. É importante ressaltar que são necessários mais testes laboratoriais e agronômicos a campo, para estabelecer as doses de aplicação para diferentes estágios de desenvolvimento e diferentes hortaliças, por exemplo. Portanto, a utilização de substâncias húmicas comerciais preci- sa de recomendação específica de um profissional e cautela para evitar efeitos indesejáveis ao objetivo do agricultor, como a inibição do crescimento vegetal e da absorção de nutrientes.
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Fisiologia pós-colheita de frutos das palmeiras Syagrus oleracea (mart.) Becc. e Mauritia vinifera Mart.

Fisiologia pós-colheita de frutos das palmeiras Syagrus oleracea (mart.) Becc. e Mauritia vinifera Mart.

Este trabalho foi desenvolvido para ampliar o conhecimento da fisiologia e do comportamento pós-colheita dos frutos destas duas espécies. Para frutos nativos do cerrado existem poucos trabalhos em que se tenha avaliado a respiração e a evolução de etileno. Dentre estes, podemos citar o estudo da cagaita (Eugenia dysenterica) (Calbo et al, 1990) e do pequi (Caryocar brasiliense) (Calbo & Miranda, 1991). A carência é maior ainda para os frutos das palmeiras brasileiras que precisam ser estudados quanto à respiração e a evolução de etileno e ao seu comportamento em ambientes de armazenamento. Souza (1982) estudou alguns aspectos da maturação do buriti como: perda de peso, alterações de cor da casca e firmeza ao tato em frutos no ambiente e climatizados a uma temperatura de 18ºC e 85% de umidade.
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Colheita e manuseio pós-colheita.

Colheita e manuseio pós-colheita.

Considerando q u e o coqueiro 'Anão' solta em média uma inflorescência a cada 18 dias no verão (época seca com tempe- raturas elevadas) e a cada 22 dias no inver- no (época das chuvas co[r]

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