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ESTUDO TOMOGRÁFICO DA PREVALÊNCIA DE CAVA CEREBRAIS E DE OUTRAS VARIANTES NEUROANATÔMICAS EM DOIS HOSPITAIS PRIVADOS DE FORTALEZA – CEARÁ

ESTUDO TOMOGRÁFICO DA PREVALÊNCIA DE CAVA CEREBRAIS E DE OUTRAS VARIANTES NEUROANATÔMICAS EM DOIS HOSPITAIS PRIVADOS DE FORTALEZA – CEARÁ

Introdução: Variantes anatômicas, em teoria, não possuem significado patológico. Das variantes intracranianas, a persistência dos Cava cerebrais é de grande interesse clínico, em especial do Cavum Septum Pellucidum (CSP) que, apesar de ser um achado comum, é admitido como marcador de disgenesia cerebral. Além dos Cava, algumas calcificações são pouco avaliadas e têm significado incerto na literatura. Objetivos: Propôs-se um estudo descritivo sobre a prevalência de Cavum Septum Pellucidum (CSP), Cavum Vergae (CV) e Cavum velum Interpositi (CVI), bem como de algumas calcificações intracranianas e variantes neuroanatômicas encontradas em tomografias computadorizadas (TCs) de crânio em dois hospitais privados de Fortaleza. Métodos: Dados de 1.016 TCs de crânio do Hospital 1 e de 451 TCs do Hospital 2 foram analisados. Além da presença dos Cava e das calcificações, outras características foram registradas. Os pacientes foram separados em dois grupos: com e sem traumatismo crânio-encefálico (TCE). A prevalência dos Cava e outros achados foram avaliados nos dois grupos, entre os hospitais, e as calcificações foram classificadas quanto à possibilidade de relação com neurocisticercose (NCC). Resultados: O sexo feminino predominou em ambas as instituições, sendo a população feminina mais idosa. O motivo de realização da TC mais representativo foi o TCE. Quase todos os tipos de Cava foram mais comuns no Hospital 1. O tipo mais prevalente de Cavum foi o CSP. A presença de NCC possível, provável ou definitiva foi maior no Hospital 1. Conclusão: O percentual de Cava cerebrais nessa população encontrou-se de acordo com outros estudos tomográficos mundiais e pode ser representativa da prevalência desse achado na classe média de Fortaleza. Houve maior proporção de Cava no grupo de pacientes que, provavelmente, apresentava menor condição socioeconômica, o que parece revelar uma associação inédita na literatura, na qual condição socioeconômica relaciona-se com malformação sutil do sistema nervoso central.
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Avaliação da resistência microbiana em hospitais privados de Fortaleza  Ceará

Avaliação da resistência microbiana em hospitais privados de Fortaleza Ceará

O estudo avaliou a presença de bactérias resistentes aos antimicrobianos na rede de hospitais privados conveniados a uma operadora de planos de saúde de Fortaleza, Ceará. Foram incluídas no estudo pacientes em uso de antimicrobianos e analisadas as amostras de antibiogramas isoladas de pacientes adultos no período de fevereiro de 2009 a maio de 2010. Foram acompanhados 1.345 pacientes e observou-se a solicitação de 1.321 culturas/antibiogramas com crescimento microbiano em 55,94% (739) destas culturas, sendo a UTI a unidade com maior índice de culturas positivas. A bactéria mais isolada na enfermaria foi Klebsiella pneumoniae e na UTI, Pseudomonas aeruginosa. As enzimas Beta-Lactamase de Espectro Expandido (ESBL) foram detectadas em 43,55% e 39,78% das Enterobactérias isoladas na UTI e enfermaria, respectivamente; 56,48% e 58,82% das Pseudomonas sp. da UTI e da enfermaria, respectivamente e 85,11% e 75,00% nos Acinetobacter sp. isolados na UTI e na enfermaria, respectivamente. Para os carbapenêmicos, observaram-se taxas de resistência de 16,13% na UTI e 8,60% na enfermaria para Enterobactérias; 48,15% e 29,41% para Pseudomonas sp. e 82,98% e 58,33% para Acinetobacter sp. A resistência microbiana observada neste estudo possibilitou o conhecimento do perfil microbiológico dos hospitais privados analisados.
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Ambiente de trabalho do enfermeiro: comparação entre hospitais privados e público

Ambiente de trabalho do enfermeiro: comparação entre hospitais privados e público

Objetivo: Comparar as características do ambiente de trabalho que favorecem a prática profissional do enfermeiro em instituições privadas e pública. Métodos: Estudo quantitativo, exploratório, transversal, realizado em quatro instituições de saúde, sendo uma pública e três privadas, com 188 enfermeiros. Os participantes responderam a versão brasileira do Nursing Work Index − Revised, que tem por objetivo avaliar a presença de características que favorecem o desenvolvimento das atividades do enfermeiro por meio de 15 itens distribuídos em três subescalas: autonomia, controle sobre o ambiente de trabalho e relações entre médicos. A escala de medida utilizada é do tipo Likert e menores pontuações representam melhor avaliação do ambiente, ou seja, mais características favoráveis estão presentes para auxiliar o desenvolvimento das atividades da enfermagem. Resultados: As médias das respostas dos participantes dos hospitais privados foram menores em todas as subescalas do instrumento, quando comparadas às do hospital público. Conclusão: Os ambientes dos hospitais privados demonstraram possuir mais características favoráveis à prática profissional do enfermeiro do que o ambiente do hospital público.
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Experiências relacionais de poder e gênero de enfermeiras-gerente de hospitais privados.

Experiências relacionais de poder e gênero de enfermeiras-gerente de hospitais privados.

Influenciados pela crescente incorporação de tecnologias e pelo movimento de globalização, os hospitais brasileiros estão passando por mudanças significativas. Os modelos gerenciais, centrados na lógica masculina, vêm sendo substituídos de forma lenta e gradativa, com a participação, cada vez mais expressiva, de enfermeiras em cargos gerenciais. Nesse sentido, buscou-se, aqui, apreender aspectos das experiências relacionais de poder e gênero de nove enfermeiras, no exercício da função gerencial, em quatro hospitais privados de médio e grande porte da cidade de Belo Horizonte, MG, Brasil, por meio de estudo de caso qualitativo. Os resultados evidenciaram que os discursos da gestão têm valorizado a atuação gerencial voltada para os aspectos humanos das organizações, não havendo espaço para a figura autoritária do gerente. Nesse cenário, a atuação da enfermeira- gerente demonstrou fortalecimento dos laços entre a equipe, implicando na melhoria da sua imagem e contribuindo para formação da sua identidade.
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Síndrome de Burnout e autoeficácia: um estudo com profissionais de enfermagem de hospitais privados de Natal/RN

Síndrome de Burnout e autoeficácia: um estudo com profissionais de enfermagem de hospitais privados de Natal/RN

A presente pesquisa averigua a influência do nível de autoeficácia sobre a incidência da síndrome de burnout em profissionais de enfermagem de hospitais privados de Natal/RN. Teve natureza descritiva e o método de análise de dados utilizado foi o quantitativo, efetivado com o auxílio do pacote computacional SPSS, versão 17.0. O instrumento utilizado para a investigação foi o Inventário em Burnout de Maslach (MBI), a Escala de Autoeficácia Geral Percebida (EAEGP) aplicados à amostra composta por 230 profissionais de enfermagem. As técnicas estatísticas para a análise dos dados foram: análise de Frequência; a Análise Fatorial; o Alpha de Cronbach; teste Kaiser-Meyer-Olkin (KMO); teste de esfericidade de Bartlett; análise de percentis; análise de correlação de Spearman e regressão simples. Os fatores obtidos, a partir da Análise Fatorial do MBI coincidiram, com as dimensões que Maslach inicialmente sugeriu para o instrumento (Exaustão Emocional, Falta de Realização Pessoal e Despersonalização). No entanto, ressalta-se para a baixa consistência interna da dimensão Despersonalização que pode ser decorrente da dificuldade das pessoas (por questões culturais) assumirem tal postura no ambiente de trabalho. A EAEGP obteve um fator, confirmando a unidimensionalidade apontada pelo autor do instrumento. Em relação à incidência da síndrome, obteve-se que em torno de 50% da amostra pesquisada se mostrou com indícios de síndrome de burnout. No que se refere ao nível de autoeficácia, em torno de 65% da amostra pesquisada apresentou um baixo nível de autoeficácia, que pode ser justificado pelas características do trabalho desses profissionais. Em relação à influência da autoeficácia sobre a síndrome de burnout obteve-se que a autoeficácia pode ser um dos aspectos que influencia a cronificação do estresse ocupacional (burnout), principalmente no que se refere à dimensão Realização Pessoal. As organizações hospitalares pesquisadas necessitam, portanto, refletir sobre sua postura com relação aos seus profissionais, já que os números traçaram uma tendência perigosa no que diz respeito á predisposição à síndrome de burnout em seus quadros funcionais, resultando em uma porcentagem considerável de indivíduos que podem apresentar altos escores de Exaustão Emocional, Falta de Realização Pessoal e Despersonalização e pelo fato de grande parte dos mesmos ter apresentado um nível de autoeficácia baixo.
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MARKETING HOSPITALAR: caracterização das ações de marketing dos hospitais privados do município de São Paulo

MARKETING HOSPITALAR: caracterização das ações de marketing dos hospitais privados do município de São Paulo

Objetivo: Verificar a existência e analisar as ações de marketing nos hospitais privados do município de São Paulo e caracterizar essas ações, a estrutura organizacional da área de marketing, os públicos alvo das ações, as mídias utilizadas e avaliar o nível de importância atribuída pelos gestores dos hospitais à aplicação dos conceitos de marketing hospitalar. Métodos: Estudo de natureza exploratória transversal, através de pesquisa de levantamento (“survey”), de caráter descritivo-conclusivo, feita com os gestores hospitalares, colhida através de questionário. Resultados: A análise estatística dos dados demonstrou que os hospitais pesquisados se dividiram claramente em dois grupos, cujos diferenciais são estatisticamente significantes: 1. boa infra-estrutura e equipamentos, com política bem definida de investimento em marketing; 2. pior infra-estrutura e menos equipamentos, com menor investimento proporcional em marketing. Conclusões: 1. As ações mais utilizadas são a avaliação de satisfação de pacientes/acompanhantes, web site, divulgação dos serviços do hospital, divulgação do hospital com materiais publicitários, promoção de eventos, participação do hospital em eventos de terceiros, pesquisas de mercado, programa de relacionamento com médicos/pacientes, serviço de assessoria de imprensa e patrocínio de eventos. 2. Os gestores dos hospitais atribuem um nível de importância significativa à aplicação dos conceitos de marketing hospitalar. 3. Existe uma estrutura de marketing na maior parte dos hospitais pesquisados. 4. Os hospitais consideram como públicos extremamente ou muito importantes: pacientes e familiares, médicos, colaboradores, convênios e comunidade. 5. As mídias mais utilizadas são as mais simples e de menor custo: papelaria, mala direta, anúncios em revistas, mala direta de emails e anúncios em jornais. Mídias mais elaboradas e custosas somente são utilizadas por hospitais com 200 ou mais leitos, ainda assim em baixa proporção: TV aberta e TV por assinatura. 6. Existe uma correlação estatística significativa entre o maior investimento em marketing e a melhor infra-estrutura. 7. Embora atribuam conceitualmente um nível de importância significativa à aplicação dos conceitos de marketing hospitalar, os hospitais pesquisados aplicam este conceito, na prática, de forma restrita, focando a participação da área de marketing nos assuntos ligados basicamente à divulgação (propaganda e publicidade), comunicação e avaliação de satisfação dos públicos.
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Ampliação dos hospitais privados na cidade de São Paulo: uma estratégia ou uma aposta?

Ampliação dos hospitais privados na cidade de São Paulo: uma estratégia ou uma aposta?

A presente tese teve por objetivo investigar o que tem levado hospitais privados, no segmento da assistência médica suplementar no município de São Paulo, a ampliar sua capacidade de atendimento, especificamente sua oferta de leitos de internação, quando aparentemente a tendência mundial do setor hospitalar é de diminuição da necessidade de internação para a população e os dados oficiais brasileiros indicam redução no número de leitos privados. Para isso, foi realizada uma pesquisa qualitativa dirigida por um roteiro de entrevista com executivos de uma amostra de dez hospitais atuantes no mercado de saúde suplementar. Foram analisados os processos de elaboração de estratégias de negócio destes hospitais, que tipo de serviços e especialidades foram oferecidas e quais as evidências justificaram estas decisões. Também se procurou identificar qual o modelo de planejamento adotado por estas organizações. Na revisão bibliográfica, foram buscados textos em livros, periódicos e trabalhos acadêmicos, que tratassem de estratégia e de estratégia em saúde. Além disso, foram estudadas bases de dados nacionais com estatísticas de saúde. Os resultados indicaram que a ampliação de leitos e serviços é decorrente de aumento da demanda do mercado de saúde e de reposicionamento dos hospitais em relação ao mercado; a estratégia de crescimento tem por objetivo: 1) obter escala econômica para viabilizar a incorporação tecnológica necessária para a manutenção da competitividade; 2) ter maior poder de barganha junto às operadoras de planos de saúde. O modelo de planejamento é orçamentário e de análise SWOT, com a utilização do BSC.
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Responsabilidade social empresarial nos hospitais privados do Distrito Federal

Responsabilidade social empresarial nos hospitais privados do Distrito Federal

Quanto à percepção dos atores envolvidos com os hospitais privados sobre a importância da RSC seus discursos ficam evidentes que, por ser tratar de uma atividade de cura, reabilitação e diagnóstico, já é uma atividade de impacto social e que praticam ações mais impulsionadas pelas normas “impostas” pela legislação inerente à atividade de saúde ou pelo mercado com acreditações específicas para área de saúde que englobam atividades e ações de responsabilidade social.

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APORTES DA ARQUITETURA EMPRESARIAL PARA A GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS PRIVADOS :: Brapci ::

APORTES DA ARQUITETURA EMPRESARIAL PARA A GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS PRIVADOS :: Brapci ::

A elaboração de uma arquitetura empresarial (EA) é tipicamente motivada pela necessidade de gerenciar a atual complexidade do cenário de negócios e das tecnologias nas organizações. A EA possibilita uma percepção global da informação na empresa, o que auxilia na comunicação com as diferentes partes interessadas. Soma-se o indispensável alinhamento estratégico da tecnologia da informação (TI) aos negócios. Como ferramental para construir arquiteturas, foi escolhida uma linguagem recentemente elaborada a partir do estado da arte em modelagem conceitual de empresas, o ArchiMate. Assim, essa apresentação de pesquisa trata de uma questão de investigação que perpassa duas áreas: a gestão da informação (GI) e EA. A pergunta que motiva é: como a EA pode colaborar para melhorar a GI nas organizações de saúde privada? O objetivo central é identificar um conjunto de princípios que ilustrem a melhoria da GI à luz da EA. A metodologia envolve parte prática com amostra constituída por três hospitais privados da cidade de Belo Horizonte - MG. Entrevistas semiestruturadas serão aplicadas para coletar dados. Os sujeitos da amostra serão o corpo executivo, gerentes e a equipe de TI e sistemas de informações (SI) dos hospitais. Será realizada uma análise de conteúdo no intuito de classificação das expectativas. Utilizando-se o ArchiMate, será desenvolvido o modelo de EA comum para os hospitais privados que atenderá à GI. Um grupo de foco discutirá em profundidade o modelo desenvolvido nos hospitais da amostra. Finalmente, um diagnóstico resultará da análise dos dados desse grupo de foco, para fazer emergir o conjunto de princípios que ilustrem a viabilidade (ou não) da adoção da EA para melhorar a GI.
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Traços identitários da enfermeira-gerente em hospitais privados de Belo Horizonte, Brasil.

Traços identitários da enfermeira-gerente em hospitais privados de Belo Horizonte, Brasil.

Com o propósito de compreender aspectos subjetivos do trabalho da enfermeira-gerente, buscou-se, por meio deste estudo, analisar os traços identitários da enfer- meira-gerente no contexto de instituições hospitala- res a partir do questionamento fundamentado na apre- sentação que os sujeitos fazem de si mesmos. Trata-se de um estudo de caso, com abordagem qualitativa, do qual participaram nove enfermeiras-gerente que atu- am em quatro instituições hospitalares privadas de médio e grande porte, no município de Belo Horizonte. Os traços identitários foram organizados de acordo com os planos profissional, organizacional e individu- al, os quais abrangem: preservação e reforço de iden- tidade social da enfermeira, a trajetória profissional como uma evolução da prática da assistência para o exercício da gerência, valorização da experiência práti- ca e permanência em atividades ligadas à prestação da assistência direta ao paciente; identificação com a organização; e questões relativas à vida privada e auto- imagem positiva expressa pelas gerentes. O estudo permitiu a identificação de traços marcantes de um grupo profissional específico, evidenciando a influên- cia das questões de gênero, das relações de poder e da cultura na identidade social dos sujeitos pesquisados. Palavras-chave: Enfermeira-gerente; Traços identitá- rios; Hospitais privados.
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Os impactos do acirramento da competitividade na gestão dos hospitais privados na região metropolitana de Vitória

Os impactos do acirramento da competitividade na gestão dos hospitais privados na região metropolitana de Vitória

Os resultados apresentam-se significativos para a identificação dos impactos do acirramento da competição na gestão de hospitais privados da Região Metropolitana de [r]

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Orientação para o mercado em hospitais públicos vs hospitais privados: estudo de caso

Orientação para o mercado em hospitais públicos vs hospitais privados: estudo de caso

Neste contexto foi objectivo deste trabalho explorar a forma como dois hospitais públicos e dois hospitais privados orientam a sua filosofia organizacional de acordo com as necessidades do doente. Assim, foi aplicada a escala de MARKOR e elaborada uma entrevista dividida em três partes que exploram consecutivamente, a capacidade de o hospital estudar as necessidades dos doentes, a forma como gerem essa informação internamente e se após este trabalho interno, oferecem, efectivamente, uma resposta eficaz às necessidades dos mesmos. Concluiu-se que os quatro hospitais são orientados para o utente, sendo esta aproximação, mais vincados nos hospitais do sector público.
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Ensino e pesquisa em hospitais privados: estudo de sete hospitais brasileiros,gerais de grande porte, associados à ANAHP, situados no município de São Paulo

Ensino e pesquisa em hospitais privados: estudo de sete hospitais brasileiros,gerais de grande porte, associados à ANAHP, situados no município de São Paulo

pesquisa de cada país, como também não apontou as áreas vinculadas dos artigos publicados, mas acredita que se pode inferir, no caso brasileiro, que alguns campos de conhecimento tiveram peso específico no desempenho crescente, sendo a pesquisa genômica um dos causadores dessa alta. Uma análise recente mostrou que o número de artigos sobre pesquisa genômica publicados por brasileiros em periódicos científicos internacionais cresceu 72,4%, entre 1988 e 2003, onde o número de citações também é crescente. É relevante identificar a participação dos hospitais privados estudados na pesquisa genômica.
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Dimensionamento quantitativo de recursos humanos em hospitais privados e públicos no estado de São Paulo

Dimensionamento quantitativo de recursos humanos em hospitais privados e públicos no estado de São Paulo

Comentário: Considerando apenas as áreas de manutenção de prédio e equipamentos, este parâmetro já está subdimensionado. Hoje nós temos um número bem maior de equipamentos dentro dos hospitais, apesar da manutenção ser terceirizada, necessitamos de planejamento e coordenação desta manutenção para não prejudicar o andamento dos serviços. Daí a necessidade de pelo menos um engenheiro clínico nos quadros dos hospitais para coordenar esta manutenção de equipamentos e outro para a manutenção predial. É claro que vai depender do parque tecnológico instalado, a área construída, a qualificação dos profissionais de manutenção envolvidos, etc.
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Mecanismos de microrregulação aplicados por operadoras de planos de saúde sobre hospitais privados.

Mecanismos de microrregulação aplicados por operadoras de planos de saúde sobre hospitais privados.

Esse assunto refl ete ainda um momento peculiar das ações regulatórias da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No período de atuação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), a regulação das operadoras de planos de saúde se atinha fundamentalmente ao monitoramento, i.e., se essas empresas tinham capacidade fi nanceira para arcar com seus compromissos contratuais. A ANS introduziu uma abordagem muito mais abrangente na regulação desse segmento, preocupando-se com a cobertura oferecida pelos planos de saúde e, atualmente, mediante a criação do Programa de Qualifi cação da Saúde Suplementar. a
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Análise de terceirizações em serviços de apoio diagnóstico e terapêutico em hospitais privados: aplicação de modelos de decisão "Make or Buy" em hospitais

Análise de terceirizações em serviços de apoio diagnóstico e terapêutico em hospitais privados: aplicação de modelos de decisão "Make or Buy" em hospitais

Nos EUA, muitos hospitais, na busca por estratégias para redução de custos e melhoria contínua da qualidade vão além e estão considerando contratar firmas para gerenciar seus contratos com terceirizados, no modelo da quarteirização. Gerentes de contratos liberam os administradores hospitalares para outras funções, freqüentemente podem adquirir suprimentos a preços mais baixos e de melhor qualidade, são melhores para recrutar e reter empregados e podem conduzir os problemas dos departamentos. Essas empresas de gestão de contratos podem, segundo o autor, administrar muitas áreas dos hospitais melhor que os executivos do hospital. As desvantagens são que algumas vezes, os administradores dependem demais dos contratados. Os hospitais contratam a altos valores a fim de solucionar problemas imediatos e continuam a pagar essas taxas após o problema ser resolvido. E quando o desempenho destes arranjos não é satisfatório, muitas vezes a alta administração do hospital não fez o seu trabalho: rever os relatórios de desempenho, conduzir pesquisas de satisfação entre os empregados, médicos e clientes além de solicitar resultados mensuráveis das empresas gerenciadoras de contratos (JOHNSON, 1992).
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GESTÃO DE CUSTOS HOSPITALARES EM HOSPITAIS PRIVADOS DE SÃO PAULO MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ATUARIAIS

GESTÃO DE CUSTOS HOSPITALARES EM HOSPITAIS PRIVADOS DE SÃO PAULO MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ATUARIAIS

Esta dissertação diz respeito às peculiaridades atinentes à gestão de custos incidentes no setor da saúde privada no Brasil, capitaneada pelos hospitais particulares que, sabidamente, caminham pela tortuosa estrada da administração de suas finanças, dificultadas pela natureza inerente à atividade e elevação de sua complexidade. Os sistemas de gerenciamento de custos, especialmente os viabilizados por modernos softwares de computadores, como se verá, têm auxiliado os que operam no setor, dando oportunidade, juntamente com outros subtemas, como o perfil dos gerentes financeiros, à propiciar a presente investigação. Para alcançar o objetivo de conhecer o aspecto financeiro deste segmento e listar as respectivas características gerenciais e operacionais, opta-se, metodologicamente, pela pesquisa exploratória e analítica com levantamento bibliográfico.
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Fidelização dos clientes nos hospitais privados: a perspetiva dos clientes do Grupo Hospital Particular do Algarve

Fidelização dos clientes nos hospitais privados: a perspetiva dos clientes do Grupo Hospital Particular do Algarve

A possibilidade de avaliar as relações entre as variáveis latentes do presente estudo (qualidade percebida, preço adequado, satisfação, inércia/custos de mudança, co[r]

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A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS HOSPITAIS PRIVADOS

A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS HOSPITAIS PRIVADOS

A proliferação desenfreada de novas faculdades de medicina tem contribuído em demasia para a queda do ensino médico e, por conseqüência, para o cometimento de erros médicos. O que mais[r]

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