Identificação do Gene que Codifica a Enterotoxina Não

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Estudos funcionais do gene EgTIP2 que codifica uma aquaporina de eucalipto

Estudos funcionais do gene EgTIP2 que codifica uma aquaporina de eucalipto

Dentre as ferramentas moleculares necessárias para a produção de plantas geneticamente modificadas, a identificação e caracterização de promotores que viabilizem a expressão dos transgenes de forma controlada e dirigida a determinado órgão/tecido representa uma prioridade. Tais sequências promotoras são cruciais para a regulação gênica. Em geral, o promotor é a parte do gene que tem a função de mediar e controlar o início da transcrição, estando localizado imediatamente a montante da região a ser transcrita (Werner, 1999). Promotores constitutivos têm sido amplamente utilizados para controlar a expressão de transgenes de interesse em muitas espécies de plantas. No entanto, em alguns casos, a expressão constitutiva pode ser altamente prejudicial à planta hospedeira, culminando em diversas anormalidades de desenvolvimento e, especialmente, no silenciamento do transgene (Cai et al., 2007 e referências nele contidas). Deste modo, o uso de promotores com padrões específicos de expressão em construções gênicas visando à transformação de plantas de interesse é importante tanto para evitar o desperdício de energia produzindo proteínas de interesse em células/tecidos não relevantes, quanto para evitar distúrbios metabólicos e de desenvolvimento (Vicentini et al., 2005).
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Estudo funcional do gene que codifica um transportador de membrana MFS em Colletotrichum lindemuthianum

Estudo funcional do gene que codifica um transportador de membrana MFS em Colletotrichum lindemuthianum

A partir do alinhamento de sequências de aminoácidos de transportadores MFS foi possível identificar a presença de um motivo conservado de 13 aminoácidos entre os DTMs 2 e 3 [G-[RKPATY]-L-[GAS] - [DN] - [RK] - [FY]-G-R - [RK] - [RKP] - [LIVGST] - [LIM]]. Acredita-se, que este motivo possa estar envolvido na promoção de mudanças conformacionais na proteína sobre substrato de ligação, permitindo que ocorra o tráfico de substratos através da membrana. O motivo também pode estar relacionado com a regulação do transporte de substrato para o citoplasma. Estudos mais recentes sobre a identificação e funcionalidade de importantes resíduos das proteínas MFS, revelam que a conservação destes está fortemente relacionada ao reconhecimento e translocação de substratos específicos, enquanto um outro conjunto de resíduos conservados está relacionado com a manutenção da estrutura da proteína. Estes encontram-se na cavidade central da mesma e apresentam uma taxa de evolução mais lenta (PAO et al., 1998; JOUHYUN et al., 2009).
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Clonagem e caracterização do gene que codifica a glicoproteína de 70 kDa (gp70) de Paracoccidioides brasiliensis

Clonagem e caracterização do gene que codifica a glicoproteína de 70 kDa (gp70) de Paracoccidioides brasiliensis

A PCM (principalmente sua forma pulmonar) deve ser diferenciada de outras micoses e da tuberculose para ser diagnosticada corretamente. Por isso, o diagnóstico laboratorial deve incluir técnicas de cultura, sorologia ou histopatologia para a identificação do agente. O diagnóstico confirmatório da PCM depende da demonstração do agente etiológico em materiais biológicos (escarros, aspirado brônquico ou lavado broncoalveolar, material granulomatoso da base de úlceras). O fungo pode ser observado em preparações à fresco com KOH (hidróxido de potássio) ou em material de biópsia (90% dos casos). No exame micológico direto podem ser observadas, ao microscópio ótico, pequenas cadeias de blastoconídeos ou células com brotamento simples. Preparações histopatológicas coradas revelam leveduras com mutibrotamentos, especialmente no interior de granulomas. Embora nem sempre seja possível isolar o agente, pode ser feita a semeadura e cultura do material biológico a 25 30ºC e posterior análise morfológica das colônias e das células (revisão em Restrepo et al.,2008).
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ISOLAMENTO, CARACTERIZAÇÃO E EXPRESSÃO EM SISTEMA BACTERIANO DE UM GENE QUE CODIFICA UMA PROTEÍNA TRANSPORTADORA DE LIPÍDEOS DE PIPER NIGRUM

ISOLAMENTO, CARACTERIZAÇÃO E EXPRESSÃO EM SISTEMA BACTERIANO DE UM GENE QUE CODIFICA UMA PROTEÍNA TRANSPORTADORA DE LIPÍDEOS DE PIPER NIGRUM

A pimenteira-do-reino (Piper nigrum L.) constitui uma das espécies de pimenta mais amplamente utilizadas no mundo, pertencendo à família Piperaceae, a qual compreende cerca de 1400 espécies distribuídas principalmente no continente americano e sudeste da Ásia, onde esta cultura originou. A pimenteira-do-reino foi introduzida no Brasil no século XVII, e tornou-se uma cultura de importância econômica desde 1933. O Estado do Pará é o principal produto brasileiro de pimenta-do-reino, contudo sua produção vem sendo afetada pela doença fusariose causada pelo fungo Fusarium solani f. sp. piperis. Estudos prévios revelaram a identificação de sequencias de cDNA diferencialmente expressas durante a interação da pimenteira-do-reino com o F. solani f. sp. piperis. Entre elas, uma sequencia de cDNA parcial que codifica para uma proteína transportadora de lipídeos (LTP), a qual é conhecida por seu importante papel na defesa de plantas contra patógenos e insetos. Desta forma, o objetivo principal deste trabalho foi isolar e caracterizar as sequencias de cDNA e genômica de uma LTP de pimenteira- do-reino, denominada PnLTP. O cDNA completo da PnLTP isolado por meio de experimentos de RACE apresentou 621 bp com 32 pb and 235 bp nas regiões não traduzidas 5‘ e 3‘, respectivamente. Este cDNA contem uma ORF de 354 bp codificando uma proteína deduzida de 117 resíduos de aminoácidos que apresentou alta identidade com LTPs de outras espécies vegetais. Análises das sequencias revelou que a PnLTP contem um potencial peptídeo sinal na extremidade amino- terminal e oito resíduos de cisteína preditos por formar quatro pontes de dissulfeto, as quais poderiam contribuir para a estabilidade desta proteína. O alinhamento entre as sequencias de cDNA e genômica revelou a ausência de introns na região codificante do gene PnLTP, o que está de acordo ao encontrado em outros genes de LTPs de plantas. Por último, a PnLTP madura foi expressa em sistema bacteriano. Experimentos adicionais serão realizados com o objetivo de avaliar a habilidade da PnLTP recombinante em inibir o crescimento do F. solani f. sp. piperis.
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Amplificação, clonagem e sequenciamento do promotor de um gene que codifica uma aquaporina com expressão específica em rais de eucalipto (Eucalyptus grandis)

Amplificação, clonagem e sequenciamento do promotor de um gene que codifica uma aquaporina com expressão específica em rais de eucalipto (Eucalyptus grandis)

A biotecnologia define-se pelo uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade. É importante frisar que uma das principais vantagens da biotecnologia moderna voltada para a área vegetal é a de poder gerar estratégias de melhoramento aplicáveis a diferentes culturas. Uma das principais estratégias de ação nessa área trata da produção de plantas geneticamente modificadas com transgenes de interesse. Nesse contexto, a identificação e caracterização de promotores com padrão de expressão tecido-específico é essencial para que a expressão de tais transgenes em plantas de interesse agronômico e florestal, como em eucalipto, fique limitada a determinados órgãos/tecidos. Assim, o presente trabalho teve por objetivo clonar e sequenciar a região promotora de um gene com expressão específica em raiz de eucalipto cujo produto gênico tem similaridade a uma aquaporina. Uma vez clonado, o promotor foi introduzido em vetor binário e inserido em plantas de tabaco visando a sua caracterização funcional. Além disso, a expressão do gene em estudo foi investigada em eucalipto, e uma analise filogenética comparativa com outras angiospermas foi empreendida.
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JULIANA TERZI MARICATO. Clonagem e caracterização do gene que codifica a. glicoproteína de 70 kda (gp70) de. Paracoccidioides brasiliensis

JULIANA TERZI MARICATO. Clonagem e caracterização do gene que codifica a. glicoproteína de 70 kda (gp70) de. Paracoccidioides brasiliensis

Os dados apresentados reforçam a idéia de que a proteína estudada pertença à família das flavoproteínas monoxigenases e participe da resposta de P. brasiliensis a situações de estresse oxidativo. Porém, estudos futuros são necessários para a completa caracterização da proteína gp70 como flavoproteína monoxigenase e identificação de possíveis substratos. Para isso, as construções contendo o inserto correspondente à proteína inteira necessitariam ser expressas na forma solúvel em um sistema mais eficiente do que o utilizado. Isso possibilitaria a produção da proteína recombinante em maior escala e seu emprego na realização de ensaios biológicos.
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Caracterização do gene que codifica a enzima sorbitol desidrogenase em milho

Caracterização do gene que codifica a enzima sorbitol desidrogenase em milho

Procurando desvendar qual era o destino do sorbitol produzido no endosperma, e dispondo do banco de EST de endosperma e outros bancos públicos de ESTs de milho, fez-se uma busca por genes homólogos a enzimas capazes de utilizar o sorbitol, como substrato, como a aldose redutase (AR), NADP-dependente sorbitol desidrogenase e sorbitol oxidase. Destes, apenas o gene da AR foi encontrado expresso na semente de milho. A AR seria capaz de converter sorbitol em glicose, como foi sugerido por Doehlert (1988). As aldose redutases são enzimas monoméricas NADPH-dependente que têm especificidade por diversos açúcares e aldeídos aromáticos. O único gene/enzima de AR já descrito em cereais foi em cevada, que apresenta expressão no embrião da semente. O substrato da AR do embrião da cevada ainda não foi definido. A enzima apresenta baixa afinidade a substratos como glicose, gliceraldeído e eritrose (Roncarati et al., 1995), sendo que o sorbitol não foi testado (Bartels, D. comunicação pessoal). Até agora não foi encontrada atividade de AR na semente de milho, provavelmente devido à dificuldade em isolar a enzima ativa.
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Avaliação de polimorfismo no gene que codifica a osteoprotegerina em pacientes com periodontite crônica

Avaliação de polimorfismo no gene que codifica a osteoprotegerina em pacientes com periodontite crônica

39 resultado é que o polimorfismo da OPG investigado em nosso estudo é limitado à região promotora do gene da OPG. Um estudo físico, considerando os blocos de desequilíbrio de ligação com uma série de polimorfismos que representa todo o gene poderia facilitar a compreensão do real envolvimento deste gene na determinação da suscetibilidade à doença periodontal. Em relação à funcionalidade deste polimorfismo, não parece interferir com a atividade de transcrição deste gene (SOUFI et al, 2004). Além disso, os níveis de RANKL/OPG no fluido gengival crevicular apresentam correlação inversa (MOGI et al, 2004). Pacientes com doença periodontal apresentaram níveis mais altos de RANKL do que de OPG (LAPPIN et al, 2007; BUDUNELI et al, 2008; TANG et al, 2009; BOSTANCI et al, 2007), enquanto o oposto ocorre em pacientes saudáveis. No entanto, um aumento do número de níveis de RANKL foi observado no fluido gengival crevicular em pacientes com doença periodontal em relação às pacientes saudáveis, enquanto os níveis de OPG não mostraram diferença estatisticamente significativa entre os grupos (LU et al, 2006). Portanto, na doença periodontal, RANKL poderia ter maior concentração do que OPG, demonstrando a forte influência de RANKL, resultando em pouca influência do OPG na destruição óssea.
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CARACTERIZAÇÃO DO GENE xynb2 QUE CODIFICA UMA β-xilosidase EM Caulobacter crescentus

CARACTERIZAÇÃO DO GENE xynb2 QUE CODIFICA UMA β-xilosidase EM Caulobacter crescentus

O isolamento do gene xynB2 foi realizado através da amplificação do fragmento de DNA de 1,5 kb por Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) usando oligonucleotídeos com sítios de restrição EcoRI/XbaI e DNA genômico de C. crescentus. O fragmento amplificado foi recuperado através de eletroforese preparativa, para posterior ligação ao vetor de clonagem pJET 1.2 blunt em um sítio de restrição não coesivo (Figura 1). A identidade do gene xynB2 de C. crescentus foi confirmada por análise da seqüência nucleotídica após sequenciamento automatizado de DNA com o kit Big Dye Terminator versão 3.1 (Applied Biosystems). As seqüências nucleotídicas foram produzidas em termocilcador no laboratório de Bioquímica da UNIOESTE segundo as especificações do fabricante e posteriormente foram enviadas para análise em sequenciador automático no Instituto de Química da USP – São Paulo.
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Expressão do gene que codifica a alanina desidrogenase bacteriana em células de Saccharomyces cerevisiae

Expressão do gene que codifica a alanina desidrogenase bacteriana em células de Saccharomyces cerevisiae

Uma das alternativas para suprir o aumento pela demanda por etanol combustível é a engenharia metabólica de linhagens industriais de Saccharomyces cerevisiae visando o aumento do rendimento em etanol. Portanto, a deleção ou superexpressão de algumas desidrogenases pode contribuir para se alcançar este objetivo. Nesse contexto, a expressão epissomal do gene que codifica para a alanina desidrogenase bacteriana em linhagem laboratorial de S. cerevisiae resultou na diminuição da produção de glicerol e de biomassa, e aumento de 9% na produção de etanol, quando cultivada anaerobicamente em quimiostato (dados não publicados). Neste trabalho, investigamos essa alteração fisiológica mediante a clonagem do gene em diferentes linhagens industriais e de laboratório, usando tanto vetores para integração cromossomal em cópia única como para a expressão epissomal em cópias múltiplas. Em cultivos descontínuos em anaerobiose, não foi possível evidenciar diferenças estatisticamente significativas entre as linhagens recombinantes e suas parentais nos rendimentos em glicerol ou etanol. A análise da variância dos resultados mostrou que nestes ensaios descontínuos a diferença mínima significativa entre os rendimentos em glicerol e em etanol das linhagens recombinantes e parentais foi da ordem de 9-10% e 10-11% respectivamente, valores superiores às diferenças de rendimento observadas anteriormente em ensaios contínuos. A fim de detectar eventuais diferenças nos rendimentos em glicerol e etanol das linhagens modificadas será necessário compará-las em cultivos contínuos em anaerobiose, condições em que a variância dos dados experimentais será menor.
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Regulação da expressão do gene plg1 que codifica pectina liase em Penicillium griseoroseum

Regulação da expressão do gene plg1 que codifica pectina liase em Penicillium griseoroseum

Com o isolamento e caracterização dos genes plg1 e plg2, foi possível verificar a regulação da expressão destes genes nas diferentes condições de cultivo (Bazzolli, 2003). A detecção dos transcritos dos genes plg1 e plg2 revelou que os mesmos são diferencialmente expressos. O maior acúmulo do transcrito do gene plg1 foi detectado, por hibridização, quando o fungo foi cultivado em meio contendo pectina cítrica por um período de 24 horas. A expressão do gene plg2 foi verificada em meio de cultivo contendo pectina cítrica e pectina de maçã, mantendo um nível basal de expressão, sendo detectado somente pela análise de RT-PCR. Na ausência do indutor natural, a pectina, sacarose suplementada com extrato de levedura foi capaz de induzir a expressão do gene plg1, não sendo o mesmo observado para o gene plg2. Na presença de glicose ou outros açúcares, os níveis transcricionais dos genes eram bastante reduzidos, evidenciando o efeito de repressão catabólica (Bazzolli, 2003). Isolamento de mutantes de P. griseoroseum resistentes ao 2-desoxi-D-glicose demonstrou que a produção de PL foi aumentada em condições de cultivo com a presença de glicose e pectina (Lima et al., 2003). O composto 2-desoxi-D-glicose é fosforilado por hexoquinases do fungo e o composto resultante, 2-desoxi-D-glicose-6-fosfato acumula e inibe enzimas glicolíticas, assim como a incorporação de glicose e manose em polissacarídeos da parede celular. Conseqüentemente, ocorre uma queda de ATP e um desbalanço intracelular que pode favorecer o acúmulo de cAMP (Allen et al., 1989).
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Caracterização funcional do gene OsGPX3 que codifica uma glutationa peroxidase mitocondrial em arroz

Caracterização funcional do gene OsGPX3 que codifica uma glutationa peroxidase mitocondrial em arroz

Apesar desses trabalhos terem contribuído para a caracterização das GPXs de arroz, ainda existem muitas lacunas e questões a serem elucidadas, especialmente com relação aos mecanismos envolvidos nas alterações fenotípicas e de resposta a estresse dependentes de GPX. A presente tese investiga a hipótese da participação da enzima GPX3 nas rotas de sinalização envolvidas no desenvolvimento do arroz, assim como nas suas respostas de defesa. Essas vias podem ser identificadas e estudadas utilizando a ferramentas de proteômica, comparando as proteínas diferencialmente acumuladas entre as plantas silenciadas para o gene OsGPX3 e plantas não transformadas.
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O Knock-out do gene que codifica a insulisina diminui a qualidade espermática de ratinhos

O Knock-out do gene que codifica a insulisina diminui a qualidade espermática de ratinhos

A insulisina ou enzima degradadora da insulina é uma metaloprotease que cliva e inativa a insulina e outros péptidos. Como tal, indivíduos que não possuem esta enzima ou têm uma mutação no gene que a codifica e que resulte na perda de função, apresentam hiperinsulinémia. Apesar de a insulisina já ter sido descoberta há algumas décadas, o seu papel na reprodução masculina ainda não foi devidamente investigado. Sabendo a importância que a insulina tem para a função reprodutiva masculina, o objetivo deste trabalho foi o de avaliar qual o papel da enzima que a degrada para o potencial reprodutivo masculino. Para isso recorremos a ratinhos C57BL/6 knock-out para o gene que codifica a insulisina e, entre outros parâmetros, determinou-se a qualidade espermática e estudou- se a morfologia testicular. Os nossos resultados revelam que os ratinhos knock-out para o gene que codifica a insulisina apresentam baixa qualidade espermática que está associada a alterações morfológicas testiculares.
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Análise da presença de mutações no gene que codifica o receptor de androgênios em tumores de próstata

Análise da presença de mutações no gene que codifica o receptor de androgênios em tumores de próstata

Esse tipo de estudo é pioneiro no estado e no País, pois, não existem ainda dados sobre a frequência de mutações no gene do AR em pacientes com CaP primário ou, com CRPC. Os resultados aqui apresentados podem indicar que as duas mutações testadas, principalmente a AR-T878A que já é mais bem descrita, são bastante raras na população do RS. A amostra de pacientes que utilizamos é proveniente de um hospital-escola referência para o tratamento do câncer, tendo uma boa representatividade, embora tenhamos uma maior frequência de pacientes da região metropolitana de Porto Alegre, capital do Estado (CHEN et al., 2015; GADDIPATI et al., 1994). Porém, é preciso cautela para interpretar os dados obtidos e considerar que a maioria dos pacientes com CaP apresentavam escore de Gleason igual ou inferior a 7(3+4), que está fracamente relacionado com doença extraprostática, e apenas um participante fazia tratamento para CaP com acetato de abiraterona, um importante indutor de mutações no AR que levam à resistência terapêutica (CALVETE et al., 2003; KITA et al., 2018; NISHIMOTO et al., 2008; PREKOVIC et al., 2016; SRIBUDIANI et al., 2018). Estudos complementares, envolvendo diferentes regiões do Estado ou do País, no âmbito descritivo dessas frequências devem ser realizados, considerando a inclusão de mais pacientes com CaP metastático e/ou uso de ADT.
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Nested-PCR do gene que codifica o antígeno b aplicada ao diagnóstico da tuberculose pulmonar.

Nested-PCR do gene que codifica o antígeno b aplicada ao diagnóstico da tuberculose pulmonar.

Diferentes seqüências alvo para PCR como IS6110, genes condificantes de proteínas como a de 65kDa ou 38kDa e MPB64 foram relatadas em 100% das 57 cepas de M. tuberculosis identificadas no Estado do Amazonas. Os autores relatam que em amostras clínicas multibacilares, apenas a seqüência MPB64 não apresentou 100% de eficácia para diagnóstico da tuberculose, sendo observado 89% de detecção dos casos positivos. Entre as amostras paucibacilares a co-positividade foi variada, no entanto, o fragmento de 123pb do alvo IS6110 apresentou 95% de co-positividade com a cultura, resultado superior aos demais marcadores, incluindo o gene da proteína de 38kDa (91%) avaliado naquele estudo 11 . Para Ogusku & Salem (2004) a maior
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Papel do flavonóide diocleína no desenvolvimento da aterosclerose em camundongos deficientes no gene que codifica a apolipoproteína E

Papel do flavonóide diocleína no desenvolvimento da aterosclerose em camundongos deficientes no gene que codifica a apolipoproteína E

Além da diocleína não provocar alterações no estresse oxidativo dos camundongos apoE -/- , o nosso estudo também demonstrou que o tratamento crônico com este flavonóide não [r]

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ADALGISA RIBEIRO TORRES ISOLAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DO GENE QUE CODIFICA NITRATO REDUTASE EM Penicillium expansum

ADALGISA RIBEIRO TORRES ISOLAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DO GENE QUE CODIFICA NITRATO REDUTASE EM Penicillium expansum

Poucas origens de replicação têm sido isoladas em fungos filamentosos, então, a maior parte dos vetores é integrativa, dificultando a clonagem de genes por complementação, pois uma vez que os transformantes tenham sido isolados, o plasmídeo com o gene de interesse precisa ser recuperado em E. coli. Isto torna a clonagem de genes por complementação em fungos filamentosos, um método de clonagem mais lento do que a clonagem utilizando sonda heteróloga; onde o gene proveniente de um outro organismo, é usado diretamente como sonda para a hibridização, com um banco genômico do organismo de interesse (GRIFFIN, 1994). A desvantagem desse método, é que a presença de sinais de hibridização positivos, não significa, obrigatoriamente, a presença do gene de interesse. Para confirmar isso, é necessário o seqüenciamento do gene ou a sua complementação, por transformação de uma linhagem mutante.
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Associação do gene que codifica a apolipoproteína L1 e doença renal crônica em negros: uma revisão sistemática.

Associação do gene que codifica a apolipoproteína L1 e doença renal crônica em negros: uma revisão sistemática.

(DRC) é um problema de saúde pública mundial e sua prevalência vem aumentando consideravelmente. Existem diferenças raciais na prevalência e incidência da DRC. Fatores genéticos justificam, pelo menos em parte, o risco significativamente aumentado de DRC em negros. Inicialmente, acreditava-se que polimorfismos no gene MYH9 fossem responsáveis por tais diferenças. Estudos recentes mostraram que mutações no gene APOL1, localizado próximo ao sítio do MYH9 no cromossomo 22q, parecem ter um efeito três vezes maior que o MYH9, em termos de risco para nefropatias. O gene APOL1 está presente em aproximadamente 30% dos afro-americanos, mas não é encontrado em brancos. Este estudo se propôs a investigar a associação entre o gene
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CLONAGEM, SEQUENCIAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DO GENE QUE  CODIFICA A ENZIMA DNA TOPOISOMERASE DO TIPO II DO PROTOZOÁRIO

CLONAGEM, SEQUENCIAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DO GENE QUE CODIFICA A ENZIMA DNA TOPOISOMERASE DO TIPO II DO PROTOZOÁRIO

4.7 EXPRESSÃO DO GENE BcTOP2 EM E.coli O gene BcTOP2 foi clonado em mesma fase de leitura com a seqüência que codifica a etiqueta de seis resíduos de histidina no vetor pQE30. Um dos clones selecionados, denominado pQEBcTOP2 foi utilizado para expressar o gene BcTOP2 na cepa M15 de E. coli. Extratos do clone pQEBcTOP2, induzidos ou não com IPTG, foram analisados em SDS-PAGE. Pode-se visualizar no extrato bacteriano induzido o aparecimento de uma banda de peso molecular de aproximadamente 138 kDa, que corresponde ao peso molecular esperado e que não está presente no extrato não induzido (FIGURA 13). Embora a expressão de BcTOP2 em E.coli tenha sido bastante satisfatória, infelizmente a proteína é majoritariamente insolúvel, o que impossibilita sua purificação para testes de atividade.
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IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE UM GENE cry

IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE UM GENE cry

cry3Ba e cry1Aa , respectivamente. Foi realizada a extração do DNA total das quatro linhagens, em seguida esse material foi submetido à reação de PCR com os oligonucleotideos iniciadores específicos dos genes acima citado. Para a confirmação dos resultados utilizou-se a técnica de hibridização por Southern blotting e seqüenciamento dos amplicon. O amplicom para o gene cry3 obtido pela linhagem padrão B. thuringiensis var. tenebrionis foi igual ao tamanho esperado, porém o obtido pela linhagem var. londrina foi maior em números de nucleotídeo que o esperado, indicando uma possível recombinação. A técnica de Southern blotting confirmou a recombinação do gene mostrando diferenças entre as bandas das linhagens padrão e da linhagem var. londrina , confirmando assim um novo gene c ry 3. Os bioensaios executados com esse novo gene não indicaram eficiência para alguns insetos-praga de lavoura da ordem Lepidoptera e foram eficientes para insetos-praga Sphenophorus levis da ordem Coleoptera. Portanto, neste trabalho foi identificado um gene cry recombinante, da linhagem
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