Idoso hospitalizado

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O cuidado do enfermeiro ao idoso hospitalizado: uma abordagem bioética

O cuidado do enfermeiro ao idoso hospitalizado: uma abordagem bioética

O envelhecimento populacional exige profissionais preparados para cuidar de idosos e lidar com problemas bioéticos. Trata-se de estudo qualitativo que objetivou compreender como enfermeiros de hospital público de Feira de Santana/BA percebem a dimensão bioética do cuidado ao idoso hospitalizado. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevista. Os dados foram analisados por método de análise de conteúdo. Os enfermeiros reconhecem a importância dos valores no cuidado como respeito e responsabilidade, identificam problemas bioéticos, como violação dos direitos do paciente e do idoso, conflitos nas relações de cuidado e na seleção de pacientes para UTI. Faz-se necessário que esse tema seja trabalhado nos serviços de saúde; que o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem seja mais difundido entre os profissionais da área; que os direitos do paciente idoso sejam divulgados entre pacientes e familiares, a fim de garantir que os envolvidos no cuidado conheçam e exercitem seus direitos e deveres.
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Prática confortadora ao idoso hospitalizado à luz da bioética

Prática confortadora ao idoso hospitalizado à luz da bioética

Considerando o crescente número de pes- soas idosas hospitalizadas, o advento de novas tec- nologias e de possibilidades intervencionistas no ambiente hospitalar, torna-se imprescindível discutir a promoção de cuidado holístico confortador pau- tado nos princípios da bioética. Busca-se sensibilizar os profissionais de enfermagem para essa fase do ciclo vital da pessoa humana, compreendendo os valores éticos e morais para cuidar do idoso hospita- lizado. Esse sujeito tem direito à satisfação de suas necessidades biopsicossociais, ao respeito, ao bem- -estar e ao conforto, promovidos de forma holística. Portanto, este estudo objetiva refletir sobre a promoção do conforto ao idoso hospitalizado, fundamentado na teoria do conforto, de Katharine Kolcaba  11 , e nos pressupostos dos principialistas da
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Sentidos do cuidado com o idoso hospitalizado na perspectiva dos acompanhantes.

Sentidos do cuidado com o idoso hospitalizado na perspectiva dos acompanhantes.

Independentemente do vínculo que esse acompanhante tenha com o usuário (familiar, cuidador formal ou informal), é importante identificar como esses sujeitos entendem o cuida- do ao idoso, assim como a sua participação nesse cuidado, pois, assim, é possível discutir e elaborar estratégias para a construção de uma prática de cuidar que vá ao encontro das necessidades e desejos dos usuários e dos acompanhantes, no qual o profissional pode acomodar ou negociar as ações de cuidado tornando o cuidado à pessoa idosa mais seguro e efetivo. Para tal, essa pesquisa tem como objetivos: identificar e analisar os sentidos do cuidado ao idoso hospitalizado na perspectiva dos acompanhantes.
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Reflexões sobre o cuidado de enfermagem e a autonomia do ser humano na condição de idoso hospitalizado.

Reflexões sobre o cuidado de enfermagem e a autonomia do ser humano na condição de idoso hospitalizado.

A integração e a participação efetiva do ser humano/pes- soa idosa hospitalizada em seu plano terapêutico revertem em mudanças sociais, estruturais e de relações de poder es- tabelecidas nas instituições de saúde a partir do momento da hospitalização. O idoso hospitalizado mantém suas caracte- rísticas prévias, as quais necessitam ser respeitadas e preser- vadas; logo, é importante ver o ser humano como o sujeito de atenção do sistema, não o contrário. Dessa forma, o cuidado ao idoso hospitalizado, pode ocorrer norteado por relativa au- tonomia, desafiando as estruturas hospitalares a presenciar e viver um novo horizonte de atenção integral, no qual os prin- cípios éticos alcancem uma dimensão mais ampla e efetiva, buscando a ampliação da qualidade do cuidado.
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Tomada de decisão na atenção ao paciente muito idoso hospitalizado

Tomada de decisão na atenção ao paciente muito idoso hospitalizado

Apesar da rápida democratização das informações ocorrida nas últimas décadas, ainda hoje, pelo menos na relação médico paciente muito idoso hospitalizado, o modelo da relação é o sacerdotal, baseado na tradição hipocrática. O médico adota postura autoritária, não levando em conta as opiniões, expectativas, preferências ou crenças do paciente. O paciente apresenta-se passivo, submisso ou omisso e aceita as propostas médicas de forma respeitosa e inquestionável. Pelo menos quatro razões dão suporte a estas afirmações: 1. Raramente o estado cognitivo ou a capacidade de tomada de decisão por parte dos pacientes muito idosos hospitalizados tem sido avaliado, registrado, valorizado e respeitado; 2. Independente da capacidade cognitiva dos pacientes muito idosos internados, a decisão sobre os procedimentos diagnósticos e terapêuticos tem sido tomada de acordo com opinião médica, na grande maioria das vezes. 3. Todos os grupos seis grupos de pessoas entrevistados concordaram com a participação dos pacientes muitos idosos hospitalizados, cognitivamente bem, na tomada de decisão sobre as condutas diagnósticas e terapêuticas. 4. Faz-se necessário difundir informações sobre o processo de envelhecimento, velhice, idade biológica e autonomia dos pacientes muito idosos hospitalizados, para que se possa quebrar os preconceitos relacionados à velhice e ao envelhecimento.
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Qualificação da equipe de enfermagem mediante pesquisa convergente assistencial: contribuições ao cuidado do idoso hospitalizado.

Qualificação da equipe de enfermagem mediante pesquisa convergente assistencial: contribuições ao cuidado do idoso hospitalizado.

Reforça-se que a opção pela PCA se deu por compreender que esta oferece a possibilidade de, ao mesmo tempo, produzir informações sobre as vivências dos participantes do estudo e conduzir a prática assistencial por meio de ações de informação, orientação e educação relativas ao cuidado aos idosos no am- biente hospitalar. Assim, durante a etapa de produção dos dados, foram realizadas quatro oficinas com enfoque no cuidado ao idoso hospitalizado, consistindo em intervenção no cenário pesquisado. O estudo foi desenvolvido em um hospital de caráter filan- trópico, localizado na região noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. A equipe de enfermagem da instituição é composta por 36 enfermeiros e 220 técnicos e auxiliares de enfermagem. O local de produção dos dados foi a Unidade de Clínica Médica da referida instituição, visto que os pacientes nela hospitaliza- dos eram, em sua maioria, idosos. Esta unidade, no momento da coleta dos dados, contava com 33 leitos, divididos em sete quartos, e uma equipe de enfermagem composta por 17 técni- cos de enfermagem e um enfermeiro para cada turno, incluindo noite A e noite B, totalizando 21 profissionais, dos quais 20 participaram do estudo.
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Prática confortadora ao idoso hospitalizado à luz da bioética

Prática confortadora ao idoso hospitalizado à luz da bioética

A bioética traz discussões de grande relevância sobre valores e princípios morais presentes no cotidiano da prática de enfermagem em gerontologia hospitalar. A internação acentua a fragilidade do idoso, deixando-o sus- cetível ao sofrimento, à vulnerabilidade e ao desconforto, o que pode prejudicar sua recuperação, implicando adequação dos cuidados prestados. O objetivo deste artigo é refletir sobre a promoção do bem-estar do idoso hospitalizado a partir da teoria do conforto e dos princípios da bioética. É imprescindível que os profissionais de saúde ofereçam cuidado holístico e humanizado que contemple as necessidades físicas, psicoespirituais, socioculturais e ambientais dos pacientes, tendo em vista o conforto do idoso hospitalizado e os pressupostos da bioética.
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Descrição da atuação do farmacêutico em equipe multiprofissional com ênfase no cuidado ao idoso hospitalizado.

Descrição da atuação do farmacêutico em equipe multiprofissional com ênfase no cuidado ao idoso hospitalizado.

Objetivos: Descrever a atuação do farmacêutico numa equipe multiprofissional, com ênfase no cuidado ao idoso hospitalizado, e intervenções farmacêuticas realizadas durante o seguimento farmacoterapêutico dos indivíduos atendidos. Métodos: Estudo descritivo, exploratório, retrospectivo. A amostra englobou 24 pacientes com idade ≥60anos, atendidos pelo farmacêutico da equipe multiprofissional de cuidado ao idoso do Hospital Risoleta Tolentino Neves, Belo Horizonte, MG. A farmacoterapia foi analisada em relação ao número de medicamentos; indicação; dose; posologia; aspectos biofarmacêuticos relacionados à via de administração oral ou enteral; estabilidade; incompatibilidade e via de medicamentos parenterais; interações medicamentosas; efetividade e segurança. Verificou-se também a adequação dos medicamentos para idosos, segundo os critérios de Beers. Os medicamentos com atividade anticolinérgica foram identificados segundo Rudolph et al. e Chew et al. As informações foram registradas em instrumento de coleta de dados e a análise estatística descritiva foi realizada em SPSS 10.0. Resultados: Houve diminuição na utilização de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos, sendo que na prescrição de alta nenhum idoso estava em uso destes; oito (30%) utilizaram esses medicamentos na admissão; e cinco (20,8%), durante a internação hospitalar. O número de pacientes com prescrição de medicamentos anticolinérgicos reduziu-se de 19 (79,2%) durante a internação para quatro (16,6%) no momento da alta. Vinte e um (87,5%) pacientes demandaram intervenções farmacêuticas, sendo que 20 (83,3%) demandaram intervenções farmacêuticas junto ao médico. Realizou-se um total de 163 intervenções farmacêuticas, com uma média de 6,79 intervenções/paciente e aceitação de 82,2%. Conclusões: A atuação farmacêutica no cuidado ao idoso, integrada com ações multidisciplinares, otimiza a farmacoterapia, refletindo na segurança e efetividade da assistência prestada ao idoso.
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Situações de desconforto vivenciadas pelo idoso hospitalizado com a invasão do espaço pessoal e territorial.

Situações de desconforto vivenciadas pelo idoso hospitalizado com a invasão do espaço pessoal e territorial.

A comunicação é a essência da vida e inerente ao ser humano, pois ela traz a possibilidade de as pessoas se relacionarem, compartilhando suas idéias, pensamentos, vivências e sentimentos. Por meio dela somos capazes de nos relacionarmos e assim construirmos uma condição de atendimento e interação com o outro. Esse estudo teve como objetivo identificar as situações de desconforto vivenciadas pelo idoso hospitalizado com a invasão do espaço territorial e pessoal. Pesquisa realizada com 30 idosos hospitalizados em hospital público do interior de São Paulo. Verificou-se que as situações de invasão territorial de desagrado dos idosos foram aquelas relacionadas ao barulho provocado pela equipe e à negligência da preservação da privacidade e das limitações do espaço do idoso. Já as de invasão pessoal estão ligadas à manipulação da unidade do cliente sem seu consentimento e ao desrespeito à intimidade com a banalização da exposição do corpo.
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Prática confortadora ao idoso hospitalizado à luz da bioética

Prática confortadora ao idoso hospitalizado à luz da bioética

A bioética traz discussões de grande relevância sobre valores e princípios morais presentes no cotidiano da prática de enfermagem em gerontologia hospitalar. A internação acentua a fragilidade do idoso, deixando-o suscetível ao sofrimento, à vulnerabilidade e ao desconforto, o que pode prejudicar sua recuperação, implicando adequação dos cuidados prestados. O objetivo deste artigo é refletir sobre a promoção do bem-estar do idoso hospitalizado a partir da teoria do conforto e dos princípios da bioética. É imprescindível que os profissionais de saúde ofereçam cuidado holístico e humanizado que contemple as necessidades físicas, psicoespirituais, socioculturais e ambientais dos pacientes, tendo em vista o conforto do idoso hospitalizado e os pressupostos da bioética.
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Humanização de cuidados ao idoso hospitalizado: percepção dos alunos do 3ºano da Licenciatura em Enfermagem da Universidade Fernando Pessoa-Porto

Humanização de cuidados ao idoso hospitalizado: percepção dos alunos do 3ºano da Licenciatura em Enfermagem da Universidade Fernando Pessoa-Porto

Após realizada a pesquisa bibliográfica foi delineada a fase conceptual. Nesta parte são abordados temas que se consideram importantes ao seguimento do estudo. Desta forma, considerou-se pertinente falar sobre a Humanização, a comunicação, as barreiras existentes à humanização, o idoso hospitalizado e subsequentemente dos direitos do doente internado e por fim abordou-se a Enfermagem e o cuidar. Preferiu-se o tipo de estudo exploratório- descritivo, baseado numa metodologia maioritariamente quantitativa mas também com análise qualitativa. Optou-se por este tipo de estudo visto ser o que melhor se aplica aos objectivos propostos, sendo eles: saber qual a percepção dos alunos do 3º ano da Licenciatura em Enfermagem da UFP-Porto sobre humanização de cuidados; identificar os factores que levam à não humanização dos cuidados ao idoso hospitalizado, na opinião dos alunos de 3º ano da Licenciatura em Enfermagem da UFP-Porto; identificar as estratégias utilizadas pelos alunos de 3º ano da Licenciatura em Enfermagem da UFP para a prestação de cuidados humanizados.
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The nursing work in care of hospitalized elderly: limits and particularities     /    O trabalho de enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado: limites e particularidades

The nursing work in care of hospitalized elderly: limits and particularities / O trabalho de enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado: limites e particularidades

Objetivo: Analisar o cuidado de enfermagem ao idoso em diversos cenários de um hospital geral, com ênfase no preparo profissional, limites e particularidades das práticas assistenciais. Método: Pesquisa exploratória de natureza descritiva, com abordagem qualitativa, realizada em um hospital universitário público, por entrevista aberta, com 15 profissionais de enfermagem que executavam cuidados a pacientes idosos. Resultado: Identificou-se que o cuidado de enfermagem ao idoso hospitalizado enfrenta limites e dificuldades de distintas origens; que o cuidado de enfermagem ao idoso hospitalizado requer atenção peculiar imposta pelas características do envelhecimento; e que o cuidado de enfermagem ao idoso hospitalizado é facilitado pela prática colaborativa. Conclusão: Foram apontadas distintas dificuldades no cuidado de enfermagem a idosos hospitalizados, assim como a necessidade de uma assistência direcionada a especificidades do indivíduo idoso e o quanto a colaboração interprofissional permite um cuidado mais individualizado e efetivo para essa população.
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Uma tecnologia de processo aplicada ao acompanhante do idoso hospitalizado para sua inclusão participativa nos cuidados diários.

Uma tecnologia de processo aplicada ao acompanhante do idoso hospitalizado para sua inclusão participativa nos cuidados diários.

RESUMO: A participação passiva do acompanhante do idoso hospitalizado no seu cuidado diário originou esta pesquisa, cujos objetivos foram: descrever uma tecnologia de processo aplicada junto ao acompanhante que permita sua inclusão no cuidado ao idoso hospitalizado; discutir limites e possibilidades de sua implementação no cuidado a este. Trata-se de uma pesquisa convergente- assistencial com apoio teórico em Freire e Leininger. Os sujeitos foram 19 acompanhantes de idosos hospitalizados. Os dados foram coletados por meio de entrevistas e observação participante com posterior análise temática de conteúdo. A inclusão do acompanhante foi desenvolvida por meio de ações operacionalizadas de forma sistemática, articulando conhecimentos cientíicos e do senso comum, fundamentada em conceitos teóricos. Implica em uso de técnicas procedimentais, interativas e clínicas. Conigurou-se em uma tecnologia de processo bem avaliada pelos acompanhantes, levando-os ao protagonismo e a um fazer mais autônomo no compartilhamento do cuidado ao idoso hospitalizado, consoante à Política Nacional de Humanização.
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O cuidado do enfermeiro ao idoso hospitalizado: uma abordagem bioética

O cuidado do enfermeiro ao idoso hospitalizado: uma abordagem bioética

Resumo O envelhecimento populacional exige profissionais preparados para cuidar de idosos e lidar com problemas bioéticos. Trata-se de estudo qualitativo que objetivou compreender como enfermeiros de hospital público de Feira de Santana/BA percebem a dimensão bioética do cuidado ao idoso hospitalizado. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevista. Os dados foram analisados por método de análise de conteúdo. Os enfermeiros reconhecem a importância dos valores no cuidado como respeito e responsabilidade, identificam problemas bioéticos, como violação dos direitos do paciente e do idoso, conflitos nas relações de cuidado e na seleção de pacientes para UTI. Faz-se necessário que esse tema seja trabalhado nos serviços de saúde; que o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem seja mais difundido entre os profissionais da área; que os direitos do paciente idoso sejam divulgados entre pacientes e familiares, a fim de garantir que os envolvidos no cuidado conheçam e exercitem seus direitos e deveres.
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Fatores que favorecem a participação do acompanhante no cuidado do idoso hospitalizado.

Fatores que favorecem a participação do acompanhante no cuidado do idoso hospitalizado.

para a participação no cuidado do idoso hospitalizado o int eresse em part icipar no cuidado, a int er- relação pessoal acom panhant e e equipe de enferm agem e o conhecim ento anterior. Os prim eiros não identificaram a r ede de apoio fam iliar suficient e dest acada pelos acom panhant es, enquant o esses não ident ificaram a com pet ência em ocional, t alv ez pela div er gência de papéis e f u n ções qu e desem pen h am n o am bien t e hospit alar nessa dada sit uação. Os dados apont am par a a necessidade de nov os est udos na busca da com pr een são da r ede de r elações est abelecida n o pr ocesso de h ospit alização do idoso com v ist as à m elhoria da integração entre os elem entos envolvidos e conseqüent em ent e do bem - est ar do idoso.
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O idoso hospitalizado: responder às necessidades perspectivando a satisfação do utente

O idoso hospitalizado: responder às necessidades perspectivando a satisfação do utente

O principal desafio das instituições de saúde na actualidade, e especificamente do Serviço Social na saúde, é responder às necessidades expostas pelos seus utentes e familiares perpectivando a satisfação destes. Um trabalho de qualidade e eficácia faz parte dos objectivos de qualquer instituição. Importa ter presente a conceitualização de qualidade proposta por Ovretveit (1996:2), que afirma que a qualidade é a “completa satisfação das necessidades de quem mais precisa do serviço de saúde ao custo mais baixo para a organização e dentro das regulamentações estabelecidas”. A satisfação do idoso hospitalizado e cuidador poderá ser um meio para medir a qualidade do serviço prestado. Concluímos que a maioria dos idosos e cuidadores, apesar de apontarem alguns aspectos negativos relativamente à sua condição e à forma como foi respondida pelo Serviço Social, encontram-se satisfeitos relativamente a intervenção do assistente social no decorrer do internamento. As sugestões apontadas pelos idosos hospitalizados e cuidadores deverão ser o caminho para o questionamento e redefinição de práticas instituídas, para o investimento na melhoria contínua da qualidade, tornando o hospital num espaço mais acolhedor, mais humano e mais compreensível.
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Cuidado ao paciente idoso hospitalizado: implicações para a equipe de enfermagem

Cuidado ao paciente idoso hospitalizado: implicações para a equipe de enfermagem

Convido vossa senhoria a participar do projeto de pesquisa “Cuidado ao Paciente Idoso Hospitalizado: Implicações para a Equipe de Enfermagem” através de questionário e entrevista com duração de 15 minutos, respondendo perguntas sobre as dificuldades e facilidades no cuidado com o paciente idoso. Essa entrevista será gravada por meio digital, posteriormente transcrita e destruída. Suas informações serão utilizadas exclusivamente pela pesquisadora que manterá sigilo sobre sua identidade, não ocorrendo risco de prejuízo em sua profissão. Este termo de consentimento tem duas vias, permanecendo uma com a
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AS DIFICULDADES ENCONTRADAS PELO IDOSO HOSPITALIZADO SEM ACOMPANHANTE

AS DIFICULDADES ENCONTRADAS PELO IDOSO HOSPITALIZADO SEM ACOMPANHANTE

O utilitário deste trabalho foi identificar as dificuldades encontradas pelo idoso hospitalizado, no Hospital Referencia de Araguaína nos postos VII A, VII B e Clínica Médica. Durante cinco dias de pesquisa foram encontrados 10 idosos que estavam acompanhados de algum familiar ou amigo e somente 02 idosos que estavam sem acompanhantes para preencher as nove perguntas contidas no formulário. Os dados desta pesquisa foram analisados estatisticamente e qualitativamente, utilizando- se tabelas simples para analisar as respostas referidas pelos idosos.
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Reconhecimento dos aspectos tacêsicos para o cuidado afetivo e de qualidade ao idoso hospitalizado.

Reconhecimento dos aspectos tacêsicos para o cuidado afetivo e de qualidade ao idoso hospitalizado.

O proissional faz procedimento no corpo do idoso inde- pendentemente das condições mentais dele, mas é im- portante ter atenção maior quando o idoso estiver com a consciência diminuída, confuso ou outro problema que fazer o toque possa não trazer benefício a ele (p14). não é porque é idoso que não deseja afeto e carinho; o toque traz isso, expressão de carinho e conforto, atenção, zelo pelo outro. precisa estar aliado às condições reais do idoso também; caso contrário, não tem sentido, pois a doença traz tristeza e recordações que fazem com que ele não seja manipulado. Temos que icar atento nas caras e bocas do idoso, pois isso é importante (p 78).
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Fatores ambientais como coadjuvantes na comunicação e no cuidar do idoso hospitalizado.

Fatores ambientais como coadjuvantes na comunicação e no cuidar do idoso hospitalizado.

Dentre os objetivos dessa capacitação estavam a identifi- cação dos aspectos/fatores ambientais capazes de auxiliar na comunicação não verbal com a pessoa idosa. Para obtenção dos dados apresentados neste estudo utilizou-se a questão: “Identifique fatores ambientais que podem interferir na comu- nicação com idoso”. A questão foi aplicada pela primeira autora deste estudo, que desenvolveu o programa, imedia- tamente após o segundo encontro, que teve a duração de 4 horas e foi realizado em janeiro/2009 (dentre um total de três encontros realizados na capacitação), quando essa temática foi discutida (8) .
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