Idosos - Acidentes

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Idosos atendidos em serviços de urgência no Brasil: um estudo para vítimas de quedas e de acidentes de trânsito.

Idosos atendidos em serviços de urgência no Brasil: um estudo para vítimas de quedas e de acidentes de trânsito.

Para conformação dos clusters, foram utiliza- das variáveis que fossem capazes de definir agru- pamentos sobre os quais seria possível atuar para prevenir quedas e acidentes de trânsito. Assim, fo- ram escolhidas, tanto para a definição dos clusters de idosos vítimas de queda quanto das vítimas de acidentes de trânsito, as variáveis, no âmbito so- ciodemográfico: idade (contínua), sexo (feminino, masculino), raça (branco, não branco), escolari- dade (0 a 4 anos; 5 a 8 anos; 9 a 11 anos; 12 ou mais), situação de trabalho (se trabalhava ou não à data da ocorrência), se o evento era relacionado ao trabalho (sim, não), e zona de ocorrência (ur- bana, rural ou periurbana). No âmbito da vulne- rabilidade, foi utilizada a variável se possuía algu- ma deficiência permanente à data da ocorrência (sim, não). Quanto aos aspectos circunstanciais da ocorrência foi utilizado o dia da semana (domin- go a sábado – 7 categorias), se houve uso de álcool seis horas antes da ocorrência (sim, não); quanto à severidade, as variáveis utilizadas foram a natu- reza da lesão (sem lesão física, contusão, corte/la- ceração, entorse/luxação, fratura, outras) e a evo- lução na emergência nas primeiras 24 horas (alta, internação hospitalar, encaminhamento ambula- torial ou para outro serviço, óbito, outros).
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Assistência à saúde dos idosos vítimas de acidentes e violência: uma análise da rede de serviços SUS no Recife (PE, Brasil).

Assistência à saúde dos idosos vítimas de acidentes e violência: uma análise da rede de serviços SUS no Recife (PE, Brasil).

Do total de 711.852 atendimentos pré-hospita- lares realizados e registrados em 2006 nas unida- des analisadas, o maior percentual de atendimen- to ao idoso ocorreu nas USF, perfazendo um to- tal de 27,5%, o que é condizente com a proximida- de dessas unidades das residências e com a facili- dade de acesso dos idosos. Com relação ao aten- dimento direcionado para idosos vítimas de aci- dentes e violências, as unidades do Programa de Saúde da Família (PSF) também se destacam por serem as únicas a relatarem este tipo de atendi- mento, sendo 31 por violências e 18 por acidentes. Apesar de existirem ambulatórios especiali- zados para o atendimento do idoso, não houve registro de casos de violências nestas unidades em 2006, o que permite interrogar até que ponto os geriatras e gerontólogos estão sensibilizados para a questão da violência no idoso. Também
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Prevalência de trauma facial em idosos vítimas de acidentes de transporte terrestre

Prevalência de trauma facial em idosos vítimas de acidentes de transporte terrestre

Milhares de seres humanos são feridos ou mortos todos os dias vítimas de violência causadas por acidentes de trânsito (AMERATUNGA et al., 2006). O Relatório Mundial sobre Violência e Saúde, publicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2002, considera proporcional o aumento da violência contra a população idosa associada ao crescimento populacional mundial desta população específica. No entanto os países desenvolvidos, nas últimas décadas, indicam que as mortes por esses motivos declinaram; enquanto nos países em desenvolvimento, a exemplo do Brasil, África do Sul, Rússia e Índia, sofrem com esse problema em decorrência de uma rápida urbanização e um acelerado desenvolvimento econômico ocorrido nos últimos anos (BAYAN et al., 2013; PEDEN et al., 2004). Dessa forma é importante analisar os diferentes contextos culturais, sociais e econômicos. As mortes violentas em idosos têm em sua maioria como causa de acidentes de transporte terrestre, quedas e homicídios. Estas mortes muitas vezes são consequências de abuso ou negligência (MINAYO, 2003; WOLF et al., 2002).
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Epidemiologia dos acidentes de trabalho e exercício físico em instituições de apoio a idosos

Epidemiologia dos acidentes de trabalho e exercício físico em instituições de apoio a idosos

consequência de acidentes de trabalho e mais do dobro morrem por doenças profissionais, segundo a Organização Internacional do Trabalho. Objetivo: Analisar a relação entre acidentes de trabalho e a prática de exercício físico nas instituições de apoio a idosos no concelho de Viseu. Material e Métodos: Estudo transversal e analítico dos acidentes de trabalho e exercício físico nos trabalhadores de instituições de apoio a idosos através da aplicação de um questionário a uma amostra de 253 trabalhadores. Para testar as relações de dependência das variáveis independentes, recorreu-se ao teste de independência do qui-quadrado. Procedeu-se à determinação do odds ratio e intervalos de confiança associados a esse risco. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: A prevalência de acidentes de trabalho foi de 17,8%. Dos trabalhadores que sofreram acidentes de trabalho, 28,9% mencionaram ter ficado com sequelas, dos quais cerca de 39% referiu serem lesões muscoloesqueléticas. Verificou-se associação estatisticamente significativa entre o tempo de serviço e a ocorrência de acidentes; os trabalhadores com 5 ou mais anos de serviço sofreram mais acidentes, existindo um risco cerca de 2,4 vezes superior destes terem um acidente em relação aos trabalhadores com 4 ou menos anos de serviço (OR=2,391; IC=1,203-4,755, p=0,018).Verificou-se uma associação estatisticamente significativa entre o número de horas de trabalho diário e a ocorrência de acidentes, sendo que os inquiridos que trabalhavam 7 horas por dia têm um risco de vir a ter um acidente cerca de 2,2 vezes superior ao dos que trabalham 8 horas ou mais (OR=2,192; IC=1,122-4,283, p=0,032). Verificou-se que dos inquiridos que praticavam exercício físico, cerca de 19% sofreram acidentes de trabalho e dos que não praticavam exercício físico, cerca de 17% sofreram acidentes de trabalho. Não se verificou associação estatisticamente significativa entre a prática de exercício físico e a ocorrência de acidentes. Conclusões: Apesar da prevalência dos acidentes de trabalho nestas instituições ser inferior à verificada noutras instituições similares, os trabalhadores com mais tempo de serviço e os que trabalham 7h por dia são mais afetados por esta condição.
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Idosos atendidos em serviços de urgência e emergência no Brasil: um estudo para vítimas de quedas e de acidentes de trânsito

Idosos atendidos em serviços de urgência e emergência no Brasil: um estudo para vítimas de quedas e de acidentes de trânsito

Houve 446 idosos vítimas de acidentes de trânsito e agrupados pelo método two-step cluster. A idade média foi 68,5 anos (dp=7,2), a mediana de 66(IIQ: 63; 73), a maior parte tinha idade de 60 a 69 (62,3%) e 39,5% eram do sexo feminino; a maior parte era não branca (64,8%); com escolaridade inferior a 5 anos (60,5%) e ocorrência na zona urbana (83,1%). À data da ocorrência 34,3% trabalhavam e o acidente foi relacionado ao trabalho para 14,3%; 6,4% possuíam alguma deficiência. O uso de álcool ocorreu para 6,1% da amostra. No fim de semana (sábado e domingo) ocorreram 24,1% dos acidentes de trânsito. O período do dia mais frequente foi a manhã ou a tarde (65,0%). As vítimas eram em sua maior parte pedestres ou condutores (37,8% e 34,8%, respectivamente) e o automóvel esteve envolvido em 33,8% dos acidentes, seguido da motocicleta (26,4%). O corte/laceração, a contusão e o traumatismo foram as lesões mais comuns (25,3%, 23,7% e 18,1%, respectivamente). A evolução mais frequente foi a alta (63,5%).
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Análise diagnóstica do atendimento pré-hospitalar para acidentes e violências contra idosos em Curitiba (PR, Brasil).

Análise diagnóstica do atendimento pré-hospitalar para acidentes e violências contra idosos em Curitiba (PR, Brasil).

A primeira fase da pesquisa foi realizada com gestores e profissionais, informantes-chave, en- volvidos em ações voltadas para o atendimento dos agravos causados por acidentes e violências contra idosos. Foram entrevistados quatro ges- tores: profissional do serviço municipal de saúde m ental, profissional do serviço de urgência e emergência, profissional do serviço municipal integrado de saúde e profissional da Fundação de Ação Social. As entrevistas seguiram um ro- teiro semiestruturado, sendo gravadas e, poste- riormente, transcritas. Foram levantados os pon- tos mais relevantes para proceder ao diagnóstico situacional e identificados também os serviços de saúde e instituições a serem convidados para participar da segunda fase da pesquisa, conside- rando a capacidade de cobertura, relevância e integração com o Sistema Único de Saúde (SUS). Em seguida foi aplicado um questionário se- miestruturado a profissionais dos serviços que respondiam por programas de atendimento aos idosos em situação de acidentes e violências, ob- jetivando caracterizar as instituições e descrever suas atividades. Foram pré-identificados 28 ser- viços/programas, sendo 18 na área clínica e dez em saúde mental, em três níveis de atuação (pré- hospitalar, hospitalar e reabilitação). Na área clí- nica foram nove pré-hospitalares, seis hospita- lares e três de reabilitação. Especificamente na área da saúde mental, foram seis pré-hospitala- res e quatro hospitalares. Responderam ao ques- tionário na segunda fase da pesquisa, no nível pré-hospitalar, oito instituições na área clínica e seis na área de saúde mental, constituindo estes o objeto deste artigo.
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Análise dos serviços hospitalares clínicos aos idosos vítimas de acidentes e violências.

Análise dos serviços hospitalares clínicos aos idosos vítimas de acidentes e violências.

Resumo O aumento de idosos na população e a vida mais ativa permitem maior exposição a aci- dentes e violências nessa população. Realizou-se uma análise diagnóstica dos serviços hospitalares de atendimento às urgências e emergências às ví- timas de acidentes e violências na população ido- sa de cinco capitais do Brasil. A investigação foi fundamentada nos princípios da triangulação de métodos, integrando as abordagens quantitativa, com a aplicação de questionários aos gestores e profissionais de serviços de atenção hospitalar, e qualitativa, em que foram realizadas entrevistas com gestores e profissionais. Com base nas dire- trizes das políticas estudadas, observou-se que nenhuma das capitais cumpriu todos os requisi- tos, apresentando um atendimento deficiente ca- racterizado pela falta de estrutura para manter um acompanhante para o idoso, encaminhamen- tos para serviços de referência, protocolos clínicos específicos, fichas de notificação, suporte aos ido- sos, capacitação profissional e definição do fluxo para tal população. Os resultados demonstraram que os serviços de saúde selecionados não apre- sentam o perfil adequado e integral necessário ao atendimento aos idosos, demonstrando a necessi- dade de adequação desses serviços para o cumpri- mento das diretrizes das políticas analisadas. Palavras-chave Idoso, Violência, Acidentes, Ser- viços de saúde, Política de saúde
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Uma experiência de design na prevenção de acidentes em espaços para idosos e crianças

Uma experiência de design na prevenção de acidentes em espaços para idosos e crianças

Trata de pesquisa sobre o tema da segurança no espaço construído na prevenção de acidentes domésticos. É um trabalho transdisciplinar por conjugar pressupostos da medicina preventiva contra acidentes domésticos referentes às atividades de vida diária de idosos e crianças com a concepção de espaços e mobiliários que atendam a estes pressupostos. Os resultados da pesquisa foram materializados em forma de projeto arquitetônico, desenvolvido em sua maioria por alunos da disciplina Projeto de Arquitetura de Interiores, tendo recebido tratamento eletrônico interativo em forma de CD ROM com imagens tridimensionais e textos explicativos.
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Rompendo o silêncio: violências e acidentes com idosos no município de guaíba/RS

Rompendo o silêncio: violências e acidentes com idosos no município de guaíba/RS

Na avaliação de fatores de risco para acidentes domésticos com idosos, observou-se que 50% dos domicílios apresentavam desníveis em seus interiores e 25%, apenas nos seus arredores. Todos possuíam pisos inadequados para a deambulação do idoso, constatando-se em 75% o uso de tapetes que indicavam risco de quedas e em 25% havia escadas desprovidas de corrimão ou barra de apoio. Cinqüenta por cento dos idosos referiram dispor de serviços de iluminação de boa qualidade em todos os cômodos, 25% contavam com iluminação em todos os cômodos, porém a consideraram de má qualidade e os outros 25% referiram dispor de iluminação na maioria dos cômodos com qualidade considerada boa, sendo observada a existência de interruptor próximo ao local onde o idoso dormia em 50% dos domicílios. Nenhum idoso permanecia sem a presença de, pelo menos, um familiar ou cuidador durante o dia. Metade dos entrevistados referiu possuir algum animal de estimação, que era mantido fora de sua área de circulação.
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Cenário do atendimento aos agravos provocados por acidentes e violência contra idosos na rede SUS de Manaus (AM, Brasil).

Cenário do atendimento aos agravos provocados por acidentes e violência contra idosos na rede SUS de Manaus (AM, Brasil).

Foram também realizadas entrevistas com alguns atores dos serviços: quatro diretores e cin- co profissionais (gerontólogo, médico e enfermei- ro socorristas, ortopedista e fisioterapeuta) de cada um dos níveis da atenção. Não se pretendia uma representatividade numérica e sim o apro- fundamento das seguintes questões: fluxo do aten- dimento, características específicas do atendimen- to a idosos, principais problemas, interação da equipe com a família, interação do serviço com a rede de proteção social, percepção e avaliação do entrevistado sobre a qualidade do atendimento a idosos vítimas de acidentes e violências na cidade. Os critérios de inclusão dos serviços para es- sas entrevistas foram: (1) um serviço de cada ní- vel de atendimento e um serviço de referência ao idoso, independentemente de sua classificação quanto ao nível de atendimento; (2) a especifici- dade do atendimento, sendo o Serviço de Atendi- mento Móvel de Urgência (Samu) e um hospital de emergência como serviços da rede pré-hospi- talar e hospitalar, respectivamente; (3) na pre- sença de mais de um serviço por categoria (hos- pital de emergência, serviço de referência do ido- so e serviço de reabilitação), optou-se pelo pri- meiro serviço cujo gestor e cujos profissionais aceitassem ser entrevistados.
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Idosos que foram vítimas de acidentes de trânsito no município de Ribeirão Preto-SP, em 1998.

Idosos que foram vítimas de acidentes de trânsito no município de Ribeirão Preto-SP, em 1998.

O aumento da população idosa mundial vem acarretando uma série de estudos sobre os efeitos dos acidentes externos nessa população. Este estudo objetivou caracterizar os idosos, vítimas de acidentes de trânsito, atendidos em um hospital governamental de Ribeirão Preto, São Paulo. Realizou-se um estudo retrospectivo, utilizando os dados coletados pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Analisaram-se os dados relativos a 112 vítimas, com idade entre 60 e 85 anos, de janeiro a dezembro de 1998. Assim sendo, pode-se então observar que, entre elas, 56,3% das vítimas eram do sexo masculino e 42% com idade entre 60 e 64 anos de idade. A maior parte dos sujeitos era pedestre (41,4%), tendo sido a cabeça a área corporal mais lesada (36,7%). É importante salientar que 50,9% tiveram algum tipo de seqüela decorrente do trauma sofrido. Este trabalho visou dar destaque ao tema, salientando a importância de estudos na área da gerontologia, associada aos acidentes de trânsito.
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Acidentes com animais peçonhentos e venenosos em idosos registrados em municípios do estado de Santa Catarina, Brasil

Acidentes com animais peçonhentos e venenosos em idosos registrados em municípios do estado de Santa Catarina, Brasil

O presente estudo tem por objetivo avaliar aspectos epidemiológicos dos acidentes com animais peçonhentos e venenosos em idosos registrados em municípios do estado de Santa Catarina, na Região Sul do Brasil, por meio de dados do Sistema de Informa- ção de Agravos de Notificação (Sinan). Fo- ram analisadas, de maneira retrospectiva, informações sobre os acidentes ocorridos no período de 2010 a 2014, e os dados foram obtidos por meio das “Fichas de Acidentes por Animais Peçonhentos”, atendidos e/ou ocorridos nas unidades de atendimento. Fo- ram registrados 1.656 casos de acidentes, sendo que 246 ocorreram em idosos, 143 do sexo masculino e 103 do sexo feminino. A maioria dos acidentes foi ocasionada na zona rural e causada por aranhas, seguidas de lagartas, abelhas, serpentes, escorpiões e vespas. Quanto à sazonalidade, o período em que ocorreu o maior número de aciden- tes foi nos meses de dezembro a março. O tempo de atendimento médico variou de 1 hora a 24 horas. Os dados encontrados per- mitem diagnosticar a necessidade e a im-
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OS IDOSOS E AS MORTES POR ACIDENTES DO TRABALHO EM SÃO PAULO

OS IDOSOS E AS MORTES POR ACIDENTES DO TRABALHO EM SÃO PAULO

A principal vantagem da declaração de óbito como fonte de dados para os estudos da mortalidade por acidentes do trabalho é a diversidade de informações sobre o trabalhador falecido, como sexo, idade, estado civil, ocupação, município de residência e outras, bem como sobre o tipo de causa externa de morte, além de constar um campo especial para notificar se a morte foi devida ou não a um acidente do trabalho, ou se este fato é ignorado. Outra vantagem é que abrange todos os trabalhadores, independentemente de seu vínculo empregatício (formal ou informal), ou de sua condição de contribuinte ou não do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
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Atividade física e acidentes por quedas em idosos que frequentam centro de convivência

Atividade física e acidentes por quedas em idosos que frequentam centro de convivência

Este estudo observacional do tipo seccional teve por objetivos: investigar a prevalência de quedas acidentais em idosos freqüentadores de centro de convivência para idosos (CCI) e a influência de variáveis a ela associadas (faixa etária, sexo, estado civil, escolaridade, renda familiar/pessoa, aposentadoria, inserção no mercado de trabalho, estado cognitivo, tempo de registro e atividades praticadas no CCI e, nível de atividade física); estimar o nível de atividade física (NAF) desses idosos analisando as mesmas variáveis anteriores bem como a possível associação com quedas acidentais; e analisar as possíveis associações entre NAF e os fatores e/ou conseqüências relacionados à mais recente queda (número, período e local das quedas, ocorrência de fratura ou ferimento, procura por atendimento médico e medo de cair). Uma amostra de 350 idosos de três CCI da cidade de Cuiabá (Estado de Mato Grosso, Brasil) responderam ao Mini-Exame do Estado Mental – MEEM, e ao Questionário Internacional de Atividades Físicas - IPAQ versão curta. O Questionário de Caracterização de Quedas somente foi respondido pelos idosos que sofreram queda. Foram utilizadas para a análise de dados estatística descritiva, regressão logística binária e regressão logística ordinal pelo Modelo de Odds Proporcional (MOP), considerando o valor de p<0,05, em uma sub-amostra de 291 idosos. Cerca de 40% dos idosos disseram ter caído nos últimos 12 meses anteriores ao inquérito; dos que sofreram queda, 45,3% afirmaram ter sofrido duas ou mais quedas. O modelo preditivo de quedas foi composto das variáveis: sexo feminino (OR= 5,12; IC= 2,48–10,56), faixa etária de 75 a 79 anos (OR=3,0; IC= 1,20–7,47), estado civil separado (OR=4,09; IC= 1,27–13,22), e ser pensionista (OR=2,82; IC= 1,20–6,64). Quanto ao NAF, 38,1% dos voluntários foram classificados no nível “alto”, 49,8% no nível “moderado” e 12,1% no nível “baixo”. Os resultados do MOP para NAF indicaram que idosos mais velhos têm menos chance de estar no NAF alto (OR=0,78: IC=0,96-2,92) do que idosos nas faixas etárias mais jovens. Da mesma forma, idosos que não trabalham (OR=0,38: IC=0,22–0,67) e aqueles com baixo índice cognitivo (OR=0,31; IC=0,31-0,38) têm menos chance de estar no NAF alto em oposição aos outros níveis. Quanto à última queda relatada, verificou-se que 46,2% dos idosos caíram à tarde, 9,4% das quedas ocasionaram fratura, 70,9% dos casos resultaram em algum tipo de ferimento e
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Acidentes por quedas em um grupo específico de idosos

Acidentes por quedas em um grupo específico de idosos

Este estudo objetivou conhecer a incidência do evento queda e identificar a presença de seus principais fatores de risco. Estudo exploratório, realizado de março a novembro/2009, com aplicação de um formulário sobre quedas em um grupo de idosos. Os dados foram analisados por cálculo de frequências, média e desvio-padrão. Participaram 62 idosos, 41,9% relataram queda nos últimos seis meses, a maioria mulheres. Identificou-se ocorrência de agravos concomitantes: visão regular, audição boa, polifarmácia, IMC normal, forte força de preensão palmar e condições dos pés adequadas. Na maioria dos que caiu, o desequilíbrio foi apontado como principal motivo. A queda ocorreu mais no período da manhã, em local de piso áspero e seco, sem degraus, rampas ou tapetes, iluminação adequada e o tipo de calçado mais utilizado foi chinelo de borracha. Percebe-se a alta ocorrência das quedas na população idosa, fato que fundamenta a necessidade de avaliação das condições de risco envolvidas. 
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Impulsividade e acidentes de trânsito.

Impulsividade e acidentes de trânsito.

Diversos fatores de risco interagem para a ocorrência de lesões por acidentes de trânsito: os que influenciam a exposição ao risco, como econômicos e demográficos; os que influenciam diretamente no envolvimento em acidentes, como velocidade inapropriada ou excessiva, o uso de álcool ou outras drogas, ser jovem, ser usuário vulnerável (como idosos, crianças e pobres), dirigir na escuridão, fatores mecânicos, defeitos e outros pro- blemas relativos à via de tráfego; os que influenciam na gravidade do acidente; e os que influenciam na gravidade das lesões pós-acidente 1 . Os resultados dos
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Descaracterização dos acidentes de trabalho

Descaracterização dos acidentes de trabalho

A lei espanhola de 1900 (Lei de 30-01-1900) não se pronunciava sobre a limitação ou exclusão da responsabilidade por causa imputável à vítima. Nos termos do art. 2º, o empregador seria sempre responsável pelos acidentes de trabalho ocorridos, excepto por aqueles que se ficassem a dever a casos de força maior estranha ao trabalho. De extrema relevância para a evolução posterior do regime dos acidentes de trabalho, foi a Sentença do Tribunal Supremo Espanhol de 21.10.1903 que, por interpretação daquele art. 2º, começou a distinguir os acidentes causados por actos negligência ou imprudentes do trabalhador, resultantes da habitualidade à profissão, daqueles que resultam exclusivamente da culpa do trabalhador. Nesta sentença, o Tribunal defendeu que ao empregador não deve nunca ser imputada a responsabilidade pela reparação em caso culpa notória do trabalhador, o mesmo não se passará com certo tipo de actos negligentes ou imprudentes. Isto porque, se entendeu que os primeiros são estranhos ao trabalho, enquanto os segundos estão incluídos na zona de risco profissional, havendo uma certa relação de causalidade 165 .
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Índice de acidentes com perfurocortantes

Índice de acidentes com perfurocortantes

Na pesquisa de Brevidelli e Cianciarullo (2002), pode-se verificar que o descarte de objetos perfurocortantes em local inadequado foi a principal fonte causadora de acidentes, atingindo proporções expressivas entre os profissionais de enfermagem, além das demais categorias profissionais. Os dados mostram que o descarte inadequado oferece grande risco até mesmo para grupos que não estão em contato direto com o paciente, tais como, a EHL. E indica que partes dos acidentes poderiam ser prevenidos se as precauções padrão fossem seguidas corretamente.

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Atendimentos de emergência por acidentes na Rede de Vigilância de Violências e Acidentes: Brasil, 2006.

Atendimentos de emergência por acidentes na Rede de Vigilância de Violências e Acidentes: Brasil, 2006.

cessíveis pelos gestores e tomadores de decisão, quer seja por falhas no atual modelo de vigilância, quer seja pela limitação dos sistemas de informa- ção atualmente disponíveis, cujo foco são os aci- dentes mais graves e que resultam em internações ou óbitos captados pelo SIH ou SIM, respectiva- mente. Outra fonte de dados para monitorar os atendimentos por acidentes é o Sistema de Infor- mações Ambulatoriais (SIA); porém, este sistema não apresenta dados suficientes à análise epidemi- ológica, sendo mais útil ao acompanhamento fi- nanceiro dos procedimentos pagos pelo SUS no atendimento ambulatorial 4,8 . Além disso, a difi-
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Acidentes com material biológico em hospital da Rede de Prevenção de Acidentes do Trabalho - REPAT.

Acidentes com material biológico em hospital da Rede de Prevenção de Acidentes do Trabalho - REPAT.

A existência provável de subnotificação de acidentes de trabalho entre profissionais da saúde tem sido apontada na literatura (NAPOLEÃO, ROBAZZI & MARZIALE, 2000; MARZIALE, NISHIMURA & FERREI- RA, 2004) devido à falta de conscientização do risco por parte dos trabalhadores e ges- tores de hospitais, ao medo de desemprego ou perda de emprego pelo trabalhador, à culpabilidade que sente em relação a esse evento, à falta de organização adequada das ações do serviço de atendimento ao traba- lhador, às dificuldades do sistema de infor- mação e, ainda, à descrença da importância do acidente do trabalho desta natureza.
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