Importação - Japão

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Diversificando a exportação brasileira ao Japão: análise do mercado japonês e de produtos selecionados para exportação

Diversificando a exportação brasileira ao Japão: análise do mercado japonês e de produtos selecionados para exportação

Pesquisa dos produtos selecionados no perlodo 1975-1979: Dados ~da exportação brasileira, principais compradores; dados da- importação total do Japão, principais fornecedores; dados do c[r]

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As cerâmicas de importação do convento de Jesus de Setúbal

As cerâmicas de importação do convento de Jesus de Setúbal

O fragmento com o número de inventário 11623 é consistente com as produções de imari chinês. Esta produção é uma imitação chinesa do estilo decora‑ tivo koimari, fabricado no Japão e que alcançava um preço mais alto do que as produções chinesas de azul e branco, sendo principalmente exportada para a Europa pelos holandeses. Os chineses vão imitar esta produção, a preço mais baixo e com melhor qualidade. A nível decorativo, estes irão continuar a utilizar os motivos tradicionais da porcelana. A produção na China iniciou ‑se no princípio do século XVII, tendo o seu apogeu entre 1720 e 1730 (Matos & Salgado, 2002, p. 113). Encontramos para‑ lelo na colecção Carmona e Costa, datado de inícios do século XVII (Matos & Salgado, 2002, pp.118 ‑119). O fragmento com o número de inventário 6876 do Convento de Jesus é consistente com as produções
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As relações nipo-brasileiras (1895-1973)  : o lugar da imigração japonesa

As relações nipo-brasileiras (1895-1973) : o lugar da imigração japonesa

O caso têxtil teria a ver com a convergência de uma série de fatores. Amorim defende que o principal motivo foi o estabelecimento de um limite para a importação de algodão por parte do governo japonês, a Lei de Controle sobre o Câmbio e Comércio Exterior, o que incentivou a indústria têxtil japonesa a migrar para áreas abundantes dessa commodity. 370 Já Shimizu defende que a política brasileira de atração de investimentos e industrialização teve papel importante, juntamente com a capacidade ociosa da indústria têxtil japonesa (maquinário à disposição) e um mercado promissor no Brasil. 371 E Shim destaca a concorrência dos países em desenvolvimento e um excesso de oferta desses produtos no mercado japonês. 372 Embora o governo nipônico não visse com bons olhos esse tipo de "fuga", acabou consentindo quando levou em conta que se tratava de uma indústria de baixa tecnologia e com baixa utilização de capital (parte das máquinas seria de segunda-mão, retiradas das instalações do Japão). Algumas dessas empresas têxteis que se instalaram no Brasil foram a Toyobo em 1955, a Nichibo em 1955, a Howa (fábrica de máquinas têxteis), Kanebo em 1956, o lanifício Kurachiki em 1957, a Yanmar em 1957, Unichika (também
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Crianças e jovens brasileiros no Japão:

Crianças e jovens brasileiros no Japão:

norteia, de acordo com a posição hierárquica, o comportamento de cada pessoa ou grupo nas relações sociais. Na prática, esse sistema hierárquico cria uma sociedade vertical e sugere uma noção de subordinação baseada na hierarquia, ou seja, deve-se respeitar o superior/veterano. Essa importante regra de convivência social é reforçada na escola, principalmente a partir do ensino obrigatório, que abrange os 6 anos da escola primária [shōgakkō] e os 3 anos da escola secundária [chūgakkō], e atende alunos de 6 a 15 anos. É importante chamar a atenção para a idade porque, no sistema japonês, o período de ensino obrigatório não tem como foco a série escolar e sim, a idade; em consequência disso, não há reprovação nem aceleração de estudos durante o período da educação obrigatória. A obrigatoriedade de iniciar a 1ª série da educação primária aos seis anos e a aprovação automática fazem com que as turmas sejam homogêneas no que se refere à idade dos alunos. Essa realidade contribui naturalmente para criar um ambiente favorável ao sistema hierárquico senpai–kōhai, no qual o superior/veterano será sempre um aluno mais velho. Esse tipo de sistema hierárquico, muito diferente da noção brasileira de respeito aos mais velhos, é a base das relações sociais no Japão.
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O ICM na importação mediante arrendamento mercantil.

O ICM na importação mediante arrendamento mercantil.

O PRINCIPAL OBJETIVO DESTE ESTUDO É COMPREENDER A INCIDÊNCIA DO I MPOSTO SOBRE C IRCULAÇÃO DE M ERCADORIAS – ICM, NAS OPERAÇÕES DE IMPORTAÇÃO , EM ESPECIAL AS REALIZADAS MEDIANTE ARRENDAMENTO MERCANTIL OU leasinG . O S E STADOS F EDERADOS E DO D ISTRITO F EDERAL SEMPRE OBJETIVARAM EFETUAR A COBRANÇA DESTE TRIBUTO SOBRE TODA E QUALQUER ENTRADA DE BENS OU MERCADORIAS IMPORTADAS DO EXTERIOR , INDEPENDENTE DA NATUREZA DO NEGÓCIO JURÍDICO EFETUADO FORA DO PAÍS . C ONTUDO , ESTA PRÁTICA REALIZADA PELOS E STADOS TEM GERADO MUITA DISCUSSÃO NO ÂMBITO DO P ODER J UDICIÁRIO , ONDE OS CONTRIBUINTES TÊM SE INSURGIDO CONTRA ESTA COBRANÇA . Q UASE QUE A TOTALIDADE DA DOUTRINA TEM SE POSICIONADO NO SENTIDO DE QUE O ICM SOMENTE INCIDIRÁ NA IMPORTAÇÃO , DESDE QUE NESTA OPERAÇÃO SE CONCRETIZE A TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE DO BEM OU MERCADORIA IMPORTADA DO EXTERIOR . I STO PORQUE , O EVENTO IMPORTAÇÃO É TÃO SOMENTE UM ALARGAMENTO DA INCIDÊNCIA DO ICM, DEVENDO ESTAR VINCULADO À MATRIZ CONSTITUCIONAL DESTE TRIBUTO . H Á TAMBÉM DE SE RESSALTAR A EXISTÊNCIA DE UM POSICIONAMENTO MINORITÁRIO DA DOUTRINA , SEGUNDO O QUAL O ICM NA IMPORTAÇÃO É UMA NOVA INCIDÊNCIA DO IMPOSTO , OUTORGADO AOS E STADOS F EDERADOS E AO D ISTRITO F EDERAL PELO LEGISLADOR CONSTITUINTE , ADUZINDO A INCIDÊNCIA DO TRIBUTO SOBRE TODA E QUALQUER ENTRADA DE BEM OU MERCADORIA DO EXTERIOR . F RENTE A ESTE ÚLTIMO POSICIONAMENTO DA DOUTRINA É QUE OS E STADOS SE FUNDAMENTAM PARA EFETUAR A COBRANÇA DO TRIBUTO SOBRE TODA E QUALQUER OPERAÇÃO DE IMPORTAÇÃO , INDEPENDENTEMENTE DE HAVER OU NÃO A TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE DO BEM OU MERCADORIA , QUANDO DA IMPORTAÇÃO . T ODAVIA , OS T RIBUNAIS S UPERIORES TEM AFASTADO A COBRANÇA DESTE TRIBUTO QUANDO NAS OPERAÇÕES DE IMPORTAÇÃO NÃO OCORREM A TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE DO BEM OU MERCADORIA , COMO NOS CONTRATOS DE IMPORTAÇÃO MEDIANTE ARRENDAMENTO MERCANTIL , OU leasinG . N ESTES CONTRATOS , O BEM IMPORTADO MEDIANTE leasinG CONTINUA COMO PROPRIEDADE DO ARRENDADOR , SENDO QUE O ARRENDATÁRIO TÃO SOMENTE DETÉM A POSSE IMEDIATA DO BEM OU MERCADORIA , OU
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A arquitectura da companhia de Jesus no Japão. A criação de um espaço religioso cristão no Japão dos séculos XVI e XVII.

A arquitectura da companhia de Jesus no Japão. A criação de um espaço religioso cristão no Japão dos séculos XVI e XVII.

Para compreendermos o grau de aproximação exercido aos contextos arquitectónicos locais, sentimos necessidade de perceber qual tinha sido a linha arquitectónica seguida pela Companhia na Europa. Nascida num período de reajuste da Igreja Católica, a sua arquitectura seria também um reflexo dessas mudanças e, como veremos, as igrejas da Companhia de Jesus na Europa conheceram algumas alterações e adaptações tendo em vista os seus objectivos primordiais, como a pregação. Por outro lado, pareceu-nos também importante compreender qual o panorama arquitectónico que vigorava no Japão à data da implementação da missão jesuíta. Estas duas questões, a que procuramos responder no primeiro e segundo capítulos respectivamente, permitem- nos compreender naturalmente quão distintas eram as duas realidades, mas acima de tudo identificar as suas características essenciais, de forma a conseguirmos reconhecê- las na fase seguinte, quando se viram confrontadas. No terceiro, e último capítulo deste trabalho, procuramos então desvendar como foram criados os espaços cristãos, e de que forma se articularam as tradições e necessidades da Companhia com as exigências e costumes da sociedade japonesa.
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Produção de saber e criação e importação de teoria

Produção de saber e criação e importação de teoria

Da mesma forma, o artigo visa contribuir para a discussão a respeito da exportabilidade das teorias de integração regional, em particular, para analisar se as ferramentas teóricas dese[r]

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Fatores determinantes à importação de produtos siderúrgicos

Fatores determinantes à importação de produtos siderúrgicos

O crescimento econômico brasileiro na última década aumenta as trocas comerciais com o resto do mundo. Entretanto, as empresas nacionais ainda não dominam em sua plenitude, a potencialidade do mercado internacional para melhor incrementar estratégias comerciais, reduzir custos e aumentar vantagens competitivas, seja em relação a concorrentes locais ou internacionais. Apesar dos constantes incentivos governamentais para a exportação, como forma de buscar novos mercados, gerar reservas internacionais em moeda estrangeira e estimular o crescimento econômico, esquece-se a igual relevância da importação, pois o comércio exterior é uma via de mão dupla, onde é impossível vender se não for permitido comprar.
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Permanentemente temporário: dekasseguis brasileiros no Japão.

Permanentemente temporário: dekasseguis brasileiros no Japão.

Quanto ao objetivo da ida ao Japão, os entrevistados tinham acesso a uma lista de razões com a possibilidade de concordar ou discordar de cada uma delas (Tabela 9). Semelhante ao ocorrido entre os japoneses quando da sua migração para o Brasil, há quase 100 anos, poucos declararam a intenção de se fixarem na terra estrangeira: 1,7% dos homens e 4% das mulheres. As opções mais mencionadas sobre o motivo da ida ao Japão foram melhoria de vida e poupar para abrir negócios no Brasil. A razão econômica é apontada na literatura como a motivação primeira, mas a com- paração não pode ser realizada pelo nível de desagregação adotado nesta pesquisa. Poucos respondentes (5,4% dos ho- mens e 9,1% das mulheres) não encontra- ram entre as opções oferecidas os objetivos da sua ida. Para os homens, a “curiosi- dade” e “pagar o estudo próprio e de filhos” foram os motivos (fora da lista disponibi- lizada) mais freqüentemente alegados (1,3% para os dois). Cumpre notar que a primeira opção poderia ser encaixada na alternativa “conhecer o Japão” e, a segun- da, em “conseguir recursos para pagar os
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O ISS na importação de serviços e os tratados internacionais

O ISS na importação de serviços e os tratados internacionais

Esta nova modalidade de incidência do ISS, como explanado neste estudo, tem sido objeto de discussões doutrinárias e jurisprudenciais, tendo em vista algumas peculiaridades que assume. Parte dos doutrinadores estudiosos do ISS entende que a importação de serviço é inconstitucional por infringir o principio da territorialidade, vez que o imposto não pode alcançar fatos geradores ocorridos fora dos limites do território dos municípios e do Distrito Federal, entes competentes para a cobrança do ISS. Em contraponto, outros doutrinadores entendem ser perfeitamente possível esta incidência, tendo em vista que, no caso do ISS importação, o legislador complementar, levou em conta o principio do destino, o qual prevê ser devido o imposto no local onde o serviço foi tomado e produziu resultados ou foi obtida alguma utilidade. Da mesma forma, os defensores da constitucionalidade do ISS importação alegam que se fez valer o princípio da isonomia, o qual dispõe que deve ser dispensado o mesmo tratamento tributário para contribuintes que se encontrem na mesma situação econômica.
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Transferência internacional de tecnologia, I&D e produtividade na indústria transformadora em Portugal

Transferência internacional de tecnologia, I&D e produtividade na indústria transformadora em Portugal

A produtividade do trabalho é explicada quer pela importação média de bens de equipamento por empresa (R" ajustado=0,255) quer pela importação média por trabalhador (R2 ajustado=0,[r]

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PRODUÇÃO E CONSUMO DE FRUTAS NO JAPÃO

PRODUÇÃO E CONSUMO DE FRUTAS NO JAPÃO

A tangerina (mikan) (Citrus unshiu) é a fruta cítrica mais consumida entre os japoneses (Tabela 1). Possui uma casca facilmente removível e não tem sementes e é muito popular como sobremesa ou lanche na época de safra, no início do inverno. A tangerina foi trazida ao Japão da China, a cerca de 400 anos, de onde foi levada ao Ocidente e se tornou bem conhecida. Mundialmente o Japão é um país destacado na produção desta fruta, que similarmente a maçã, é uma das poucas frutas japonesas que são exportadas em quantidades consideráveis. As prefeituras de Wakayama,
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A política da violência cénica no Japão

A política da violência cénica no Japão

O ano teatral de 2007 no Japão foi dominado por uma peça que acabaria por receber inúmeros prémios, mas que incluía situações de extrema violência: A abelha, escrita por Hideki Noda, do Japão, e Colin Teevan, do Reino Unido. A peça baseia-se num conto japonês de 1976, Mushiriai, escrito por Uasutaka Tsutsui, conhecido pela sua combinação de sátira sardónica e comédia exagerada. Foi favoravelmente recebido pela crítica quando estreou no Reino Unido, com um elenco britânico, à excepção do próprio Noda, no Soho Theatre, em Londres, em 2006. Quando foi reposto em 2007, no Teatro Tram em Tóquio, tanto na sua versão japonesa como inglesa, o sucesso foi fenomenal. Acabou por dominar os principais prémios do ano no Japão, o mais notável dos quais é o prestigioso Yomiuri que conferiu a Noda o Grande Prémio e ainda os prémios de Melhor Peça e Melhor Actor – uma tripla atribuição sem quaisquer precedentes na história deste Prémio já com quinze anos.
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O Japão ocidental de Haruki Murakami

O Japão ocidental de Haruki Murakami

sunari Kawabata (de A Casa das Belas Adormecidas, re- ferência de Gabriel García Márquez na elaboração de seu Memórias de Minhas Putas Tristes) e do próprio Eiji Yoshikawa de Musashi. Sem paternalismo, o Japão parece não gostar de lam- ber suas crias: a danação de Murakami assemelha-se, em alguma medida, à mes- ma falta de reconhecimento

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A EXPERIÊNCIA NA CASA DE PARTO DE MOHRI – JAPÃO

A EXPERIÊNCIA NA CASA DE PARTO DE MOHRI – JAPÃO

Trata-se de um relato de experiência durante o Treinamento no Curso de Assistência ao Parto Humanizado nas Maternidades e Casas de Parto do Japão realizado em 2006, oferecido pela Japan International Cooperation Agency (JICA). Teve como objetivo contar a história de construção e manutenção da Casa de Parto Mohri, Kobe, Japão, além de descrever as atividades práticas: assistência ao parto e nascimento, ações de educação em saúde, promoção do aleitamento materno, consultas de pré e pós-natal e cuidados com recém-nascido. Foi possível durante o treinamento conhecer que em um ambiente simples, acolhedor e seguro de uma casa de parto tipicamente japonesa, podemos acompanhar gestantes/parturientes e suas famílias em um clima de muita harmonia e grande sapiência, onde o cuidado é pautado na fisiologia do gerar e nascer saudavelmente. Descritores: Cultura, Cuidado, Enfermagem, Parto e nascimento, Saúde da mulher.
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Os passeios invisíveis do conceito do corpo no Japão.

Os passeios invisíveis do conceito do corpo no Japão.

No entanto, quando se trata da produção de subjetividades, a autora sinaliza a importância de não cair em determinismos que diagnosticam ideias e modos de vida em função do consumo e sistemas de poder (GREINER, 2015, p. 167). Nesse sentido, metáforas como a do vento, explorada no primeiro capítulo do livro, ajudam a compreender que, no Japão, a relação entre corpo e mente nunca foi reduzida à inserção de uma substância não-extensa dentro de um corpo com forma limitada. Os fantasmas estão fora das máquinas e isso interfere nos modos de vida.

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Japão milagre econômico e sacrifício social.

Japão milagre econômico e sacrifício social.

Para Druker 2, grande parte da sur- preendente produtividade do Japão no pós-guerra pode ser explicada pela dife- rença de salários entre trabalhadores mais jovens e trabalhadores mais a[r]

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Aluísio de Azevedo e o Japão: uma apreciação crítica.

Aluísio de Azevedo e o Japão: uma apreciação crítica.

mo comercial uma parte substantiva do mundo asiático ainda se encontrava fora do world-system. A China imperial continuava sendo um território fe- chado sobre si mesmo, e o Japão, no seu isolamento, restringia os contactos com as metrópoles coloniais. Jean Chesnaux afirma que entre 1820 e1830 as relações entre o Ocidente e o Oriente atingem um nível nitidamente mais baixo do que nos séculos anteriores. No plano comercial há um retrocesso, pois na China as missões inglesas fracassam, e na Indochina a Companhia das Índias Orientais tem pouco êxito em seus empreendimentos (cf. Chesnaux, 1976). Durante o XIX a política expansionista ocidental é, no entanto, redefinida. Impulsionada pela Revolução Industrial, num primeiro momento ela toma a forma do laissez-faire, para depois se transformar em imperialismo, isto é, num tipo de dominação cujos objetivos centrais (econômicos e financeiros) deixam de ser propriamente coloniais. Pode-se dizer que até meados do século o Japão, graças à sua posição periférica, conseguiu permanecer fora da órbita das ambições ocidentais. Isso torna-se impossível a partir de 1840. Com a expansão do “sistema mundial”, a colisão de visões de mundo é inevitável. A periferia tinha necessariamente de ser incluída no conjunto das trocas mundiais. A assinatura dos “tratados desiguais” foi apenas o início deste processo de integração subalterna.
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Adaptação cultural de imigrantes brasileiros no Japão

Adaptação cultural de imigrantes brasileiros no Japão

considerado um país desenvolvido, foram e são fundamentais para a construção social de uma boa aceitação, admiração e respeito para com os descendentes de japoneses pelo resto da população brasileira. Já no Japão, a situação é invertida, grande parte dos brasileiros trabalham em empregos mal qualificados e menosprezados pela maioria dos japoneses e a posição secundária do Brasil dentro do contexto mundial, colaboram para a imagem negativa da comunidade brasileira decasségui. De uma minoria privilegiada e respeitada para uma minoria etnicamente e socialmente segregada, muitos brasileiros sofrem com esta perda de prestígio social e redescobrem que sua verdadeira terra natal é o Brasil, o lugar onde são aceitos e valorizados. Yano (2013) também destaca que a perda de status social também se refere à questão do trabalho. Como a maioria dos imigrantes brasileiros era trabalhadores qualificados, os chamados white-collar, no Brasil, exercendo atividades fora do ambiente fabril e alguns até com diploma de Ensino Superior, ao se deslocarem para o Japão e passarem a trabalhar como operários de fábricas, exercendo uma função de trabalhador não qualificado ou de chão de fábrica (blue-collar), se deparam com uma realidade laboral bem distinta a que estavam acostumados e a percepção negativa desta mudança de status torna-os mais suscetíveis a desenvolverem problemas emocionais.
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China-Japão: a corrida pela liderança mundial

China-Japão: a corrida pela liderança mundial

que às trocas comerciais diz respeito. Se em 2004 o Japão ainda liderava com 112.858 milhões de euros face aos 82.784 milhões de euros da China, já em 2006 a situação inverteu-se com a China a liderar com 127.680 milhões de euros contra 124.310 milhões de euros do Japão. Se estes dados, entre outros, são significativos para se perceber quanto a China tem avançado nos últimos anos e quão impressionante é o ritmo desse mesmo avanço, não se pode deixar de considerar que a diferença de bem-estar entre os dois povos é abissal e muito dificilmente será esbatido na primeira metade do século XXI.
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