Imposto predial e territorial urbano

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RESUMO O presente artigo trata da análise da gestão do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU),

RESUMO O presente artigo trata da análise da gestão do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU),

O presente artigo trata da análise da gestão do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), verificando, em particular, os aspectos administrativos-fiscais relevantes e que possibilitem a modificação na modalidade do lançamento do imposto. A pesquisa utilizou-se do método hipotético-dedutivo, caracterizando-se como um estudo de caso, permitindo uma análise detalhada sobre a gestão e o processo de lançamento do IPTU no Município de Florianópolis no exercício de 2004. O resultado apresentado é fruto da pesquisa efetuada em bibliografia e nos dados obtidos e avaliados referente à Administração Tributária Municipal. O referencial teórico permeou a área de estudo da Administração Tributária, especificamente no que se refere à tributação municipal do IPTU. Com base nesta análise foi possível elencar os aspectos administrativos-fiscais relevantes ao redesenho do modelo de lançamento do IPTU. Considerando as dificuldades que o Município enfrenta para administrar o imposto, é apresentado, como sustentação ao modelo de lançamento por homologação do IPTU, elaborado por ocasião do Programa de Modernização da Administração Tributária Municipal (PMAT), experiências em outras localidades sobre a tributação da propriedade imobiliária, trazendo como paradigma o lançamento do Imposto Territorial Rural (ITR), imposto de competência da União. A sistemática do novo modelo de lançamento desloca a Administração Tributária Municipal para a atividade de controle dos atos praticados pelos contribuintes, onde a apuração e o pagamento do imposto serão efetuados pelo proprietário, possuidor ou detentor do domínio útil de bens imóveis. Fatores relevantes para a definição do novo modelo de lançamento do IPTU foram examinados e a proposta apresenta-se como solução viável para avançar no grau de qualificação e atualização das informações fiscais, possibilitando dinamismo na arrecadação, como também, procura melhorar a qualidade do sistema tributário municipal.
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O princípio da capacidade contributiva e o imposto predial e territorial urbano a luz da constituição de 1988

O princípio da capacidade contributiva e o imposto predial e territorial urbano a luz da constituição de 1988

ATALIBA, Geraldo, "Progressividade e Capacidade Contributiva", Separata da Revista de Direito Tributário, 1991, V Congresso Brasileiro de Direito Tributário, São Paulo" pág.. ATALIBA, Ge[r]

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O imposto predial e territorial urbano como instrumento de controle o uso do solo urbano

O imposto predial e territorial urbano como instrumento de controle o uso do solo urbano

A tabela proposta procura tributar fortemen te imóveis construIdos na clandestinidade, isto e, aqueles para os quais não foi solicitada licença i Administração nem[r]

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Aspectos constitucionais do imposto sobre propriedade predial e territorial urbana MESTRADO EM DIREITO

Aspectos constitucionais do imposto sobre propriedade predial e territorial urbana MESTRADO EM DIREITO

1. A alegação genérica de violação do art. 535 do Código de Processo Civil, sem explicitar os pontos em que teria sido omisso o acórdão recorrido, atrai a aplicação do disposto na Súmula 284/STF. 2. O fato gerador do IPTU, conforme dispõe o art. 32 do CTN, é a propriedade, o domínio útil ou a posse. O contribuinte da exação é o proprietário do imóvel, o titular do seu domínio ou seu possuidor a qualquer título (art. 34 do CTN). 3. A jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de que somente a posse com animus domini é apta a gerar a exação predial urbana, o que não ocorre com o condomínio, in casu, que apenas possui a qualidade de administrador de bens de terceiros. 4. "Não é qualquer posse que deseja ver tributada. Não é a posse direta do locatário, do comodatário, do arrendatário de terreno, do administrador de bem de terceiro, do usuário ou habitador (uso e habitação) ou do possuidor clandestino ou precário (posse nova etc.). A posse prevista no Código Tributário como tributável é a de pessoa que já é ou pode ser proprietária da coisa." (in Curso de Direito Tributário, Coordenador Ives Gandra da Silva Martins, 8ª Edição – Imposto Predial e Territorial Urbano, p. 736/737). REsp 1.327.539/DF, DJ 14.08.2012.
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Cadastro Multifinalitário como Instrumento de Responsabilidade Fiscal e Gestão Urbana: Análise da Viabilidade de sua Implantação

Cadastro Multifinalitário como Instrumento de Responsabilidade Fiscal e Gestão Urbana: Análise da Viabilidade de sua Implantação

O objetivo deste estudo é analisar a viabilidade econômico-financeira da utilização do Cadastro Multi- finalitário como instrumento de auxílio na gestão urbana e fiscal. Para tanto, tomou-se por referência um município de médio porte (padrão Região Sul, Brasil), estimou-se o investimento e calculou-se o acréscimo na arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU. A partir desse dado, calculou- -se o prazo para recuperação do valor investido (Payback), bem como o incremento da receita nesse período. Os resultados evidenciaram que o projeto se mostra potencialmente viável do ponto de vista econômico-financeiro. Além disso, a metodologia de cálculo adotada pode ser replicada em outros territórios, podendo servir de mecanismo auxiliar nas tomadas de decisão acerca da utilização dessa ferramenta, o que demonstra relevância e valor prático do estudo, contribuindo para a modernização e democratização da gestão, com arrimo nos parâmetros da Governança Pública.
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A EXTRAFISCALIDADE DO ISS E IPTU APLICADO À CONSTRUÇÃO CIVIL

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A EXTRAFISCALIDADE DO ISS E IPTU APLICADO À CONSTRUÇÃO CIVIL

Art. 2º. Será concedido benefício tributário, consistente na redução do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU e ISS - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza, às pessoas físicas e jurídicas proprietárias de imóveis residenciais e comerciais que adotem medidas que estimulem a proteção, preservação e recuperação do meio ambiente. I - Para a obtenção dos benefícios previstos no IMPOSTO ECOLÓGICO, no caso do IPTU, deverão ser adotadas as seguintes medidas: a) Sistema de captação da água da chuva; b) Sistema de reuso de água; c) Sistema de aquecimento hidráulico solar; d) Sistema de aquecimento elétrico solar; e) Construções com material sustentável.(g.n)
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ANTONIO LEAL SOBRINHO ESFORÇO FISCAL NA ARRECADAÇÃO DO IPTU: UMA ANÁLISE EMPÍRICA PARA OS MUNICÍPIOS DO ESTADO DO CEARÁ DE 2008 A 2016 UTILIZANDO MODELO DE FRONTEIRA ESTOCÁSTICA

ANTONIO LEAL SOBRINHO ESFORÇO FISCAL NA ARRECADAÇÃO DO IPTU: UMA ANÁLISE EMPÍRICA PARA OS MUNICÍPIOS DO ESTADO DO CEARÁ DE 2008 A 2016 UTILIZANDO MODELO DE FRONTEIRA ESTOCÁSTICA

O crescimento da demanda por políticas públicas e pela prestação de serviços sociais básicos, de responsabilidade das administrações públicas municipais, aponta no contexto atual para a busca por meios de financiamento dessas políticas encontrando a necessidade do fortalecimento da arrecadação de tributos de competência dos governos municipais em detrimento da receita oriunda através das transferências constitucionais da União e Estados. O Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU, constitui-se uma alternativa de receita própria, mesmo ainda sendo considerado como insuficientemente explorado. Essa constatação está amparada por uma ampla literatura no Brasil, que remonta a estudos realizados pelo menos desde a década de 1980, como são os casos de Giffoni e Villela (1987), Villela (2001), De Cesare (2005), Carvalho Júnior (2006), Afonso, Araújo e Nóbrega (2013).
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A EXTRAFISCALIDADE DO ISS E IPTU APLICADO À CONSTRUÇÃO CIVIL

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A EXTRAFISCALIDADE DO ISS E IPTU APLICADO À CONSTRUÇÃO CIVIL

Art. 2º. Será concedido benefício tributário, consistente na redução do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU e ISS - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza, às pessoas físicas e jurídicas proprietárias de imóveis residenciais e comerciais que adotem medidas que estimulem a proteção, preservação e recuperação do meio ambiente. I - Para a obtenção dos benefícios previstos no IMPOSTO ECOLÓGICO, no caso do IPTU, deverão ser adotadas as seguintes medidas: Sistema de captação da água da chuva; b) Sistema de reuso de água; c) Sistema de aquecimento hidráulico solar; d) Sistema de aquecimento elétrico solar; e) Construções com material sustentável.(g.n)
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Cadastro Predial Urbano Funções e Operacionalidade

Cadastro Predial Urbano Funções e Operacionalidade

social, tendo-se prestado especial atenção à evolução do papel dos SIG na gestão da informação nos Municípios. Foi apresentada a cartografia de base da Série SCN10k (à escala 1:10000) e da Série SCN2k (à escala 1:2000), caracterizando-se o seu percurso evolutivo a nível nacional, regional e local e todo o processo de execução e de rigoroso controle de qualidade. Foi também apresentado o Geoportal do Município de Avis, importante ferramenta de disponibilização de informação SIG na Web. Considerou-se sempre importante ao longo deste processo o envolvimento das estruturas de decisão e de gestão de topo, cujo apoio para o desenvolvimento de um projecto desta natureza é fundamental e constitui um factor determinante de sucesso. Por último foi analisada a actual configuração dos processos de interacção entre os serviços da Direcção Geral dos Impostos e o Município. Estas foram consideradas as bases necessárias para a implementação do projecto de Cadastro Urbano, tendo por base a necessidade de conhecer o espaço que se gere – enquanto Município – e a urgência de associar o prédio ao seu proprietário e aos respectivos registos de posse. A existência de 19,02% de prédios omissos perante a administração tributária e não abrangidos pelo Imposto Municipal sobre Imóveis leva a considerar prioritária a actividade de cruzamento de dados entre a Administração Central e a Administração Local, sendo que os Municípios desempenham na gestão territorial um papel de primordial importância. É a Administração Local que detém a competência da gestão do território na área dos Municípios respectivos e numa perspectiva de gestão integrada da informação, deverá ser a Administração Local o eixo gestor de informação sobre o qual se articularão as diferentes entidades que sobre esse mesmo território actuam. Considera-se aqui o papel dos serviços da Administração Tributária – Direcção Geral de Impostos, do Instituto dos Registos e Notariado, das entidades gestoras de infra-estruturas – electricidade, telecomunicações (voz e dados), fibra óptica, sistemas de água e saneamento (em alta e baixa), redes de transporte (ferrovia e rodovia) e de todos os que prestam serviços à sociedade e que utilizam o território como base de trabalho. De todas estas entidades, o Cadastro Urbano, enquanto Sistema de Gestão do Território, adquirirá informação e a todas elas a disponibilizará, depois de sistematizada e enriquecida.
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A PROGRESSIVIDADE NOS IMPOSTOS (OS PRINCÍPIOS DA IGUALDADE E DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA) (PERFIL CONSTITUCIONAL)

A PROGRESSIVIDADE NOS IMPOSTOS (OS PRINCÍPIOS DA IGUALDADE E DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA) (PERFIL CONSTITUCIONAL)

58. No imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) é possível a aplicação da (i) progressividade fiscal, relacionada à capacidade contributiva do contribuinte revelada pelo próprio bem imóvel, em razão do valor venal do imóvel objeto de tributação; (ii) progressividade extrafiscal de caráter preventivo, com o objetivo de assegurar o cumprimento da função social da propriedade, exigindo alíquotas maiores ou menores de forma a induzir o proprietário do bem imóvel a obedecer o estabelecido pelo plano diretor do Município, de acordo com a localização e o uso do imóvel; e, ainda, (iii) progressividade extrafiscal de caráter punitivo, pelo não atendimento da função social da propriedade no tempo, permitindo que as alíquotas do IPTU aumentem progressivamente a cada ano que o proprietário mantiver o inadequado aproveitamento do solo urbano. 59. No imposto de transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis,
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Contabilidade Pública Municipal: Análise do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana / City Public Accounting: Analysis of urban property and land tax

Contabilidade Pública Municipal: Análise do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana / City Public Accounting: Analysis of urban property and land tax

Como fonte financiadora os municípios possuem os tributos de competência privativa: Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) (BRASIL, 1988). Os quais estão especificados no artigo 145 da Constituição Federal (CF) de 1988 que determina que quando possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados de acordo com a capacidade do contribuinte (BRASIL, 1988). Sendo facultado a administração tributária, especialmente para atribuir efetividade a seus objetivos, identificar, respeitando os direitos individuais e nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas dos contribuintes.
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Avaliação da arrecadação do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana no município de Viçosa MG

Avaliação da arrecadação do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana no município de Viçosa MG

Tristão (2003) destaca que apesar dos conceitos de propriedade e domínio útil se aproximarem, não se deve confundi-los. O primeiro se refere à disposição, o uso e o gozo do bem pelo titular; já o segundo se refere ao uso e gozo, mas não dá direito do titular dispor do bem como lhe aprouver, visto que a propriedade não lhe pertence de fato. O autor também aponta que “o fator preponderante na caracterização do imóvel não é a sua localização, mas sim a sua destinação” (TRISTÃO, 2003, p. 83), pois o município poderá cobrar o imposto em uma área distante do perímetro urbano, desde que se caracterize como urbanizável, conforme o parágrafo 2 do Código Tributário Nacional – CTN (Lei 5172/66) que foi exposto anteriormente. Ainda, o autor chama a atenção para o fato de que não se trata de um tributo, mas sim de dois: um incidente sobre a propriedade predial e outro sobre a propriedade territorial urbana, acoplados em uma denominação comum.
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Agricultura Urbana e Peri-Urbana como política de ordenamento territorial

Agricultura Urbana e Peri-Urbana como política de ordenamento territorial

o principal instrumento de gestão urbanística adotada pelos municípios. Consubstanciam elementos desenhados (escala 1/25.000) e elementos escritos. Nos elementos desenhados inclui-se a caracterização da situação existente, das infraestruturas, das áreas verdes, classificação das áreas aptas para edificação, etc.. As peças escritas incluem um regulamento, descriminando a classificação do solo e as condicionantes aplicáveis a cada área, e ainda um faseamento previsional. Em síntese são os instrumentos legais que definem de forma vinculativa o uso do solo, privado e público, dentro de um período temporal médio de 10 anos, findo o qual podem ser revistos. O processo de elaboração compreende uma fase de diagnósticos, mais ou menos participado pelo diferentes stakeholders. A direção técnica é da responsabilidade de uma equipa de urbanistas a quem cabe as decisões técnicas, sob tutela de uma estratégia (quase sempre) política. Em resumo a capacidade de uso do solo para produção agrícola, em termos formais é estipulada através de planos de ordenamento territorial. Numa outra perspetiva, a informalidade de uso será sempre possível, mas a sua salvaguarda em termos de direitos de uso de solo é dificultada pela ausência de ‚enquadramento legal‛.
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Uma análise do espiritismo em Fortaleza-CE, com ênfase na expansão territorial do grupo espírita Paulo e Estevão (GEPE), na perspectiva de visibilidade do espaço religioso

Uma análise do espiritismo em Fortaleza-CE, com ênfase na expansão territorial do grupo espírita Paulo e Estevão (GEPE), na perspectiva de visibilidade do espaço religioso

A finalidade desse estudo é identificar o trajeto do espiritismo em Fortaleza, com ênfase na expansão territorial do Grupo Espírita Paulo e Estevão (GEPE), na perspectiva de visibilidade do espaço religioso. Ao estabelecer diálogo entre ciência e religião pontua o papel da ciência geográfica na apreensão da manifestação da cultura no espaço. Investiga como a renovada geografia cultural ampliou seu campo epistemológico ao trazer para centralidade do debate geográfico a subjetividade das representações simbólicas que pontuam as ações humanas, sobretudo, a experiência religiosa. Discorre sobre a produção acadêmica no âmbito da geografia da religião e mostra o estado de arte do espiritismo nesse debate de ideias. Argumenta sobre a difusão do espiritismo no Brasil, assinalando as singularidades adquiridas diante da hegemonia católica no país e o percurso da disseminação da Doutrina Espírita na realidade cearense. Contextualiza a expansão territorial do GEPE com base no crescimento urbano de Fortaleza diante da crescente pluralidade religiosa, aliada a estrutura metodológica dos estudos doutrinários, que torna esse centro espírita uma referência no âmbito da pedagogia espírita. Com abstração da concepção dual de espaço sagrado e profano a pesquisa demonstra que o espiritismo ao fundamentar-se numa tríplice articulação epistemológica: ciência, filosofia e religião apresenta uma percepção de mundo multidimensional, em que a visibilidade religiosa é co-partícipe de outras instâncias de interação socioespacial do GEPE. Ancorada na fenomenologia do conhecimento e no idealismo crítico investe na pesquisa empírica, tendo como estratégia de investigação o estudo de caso, com abordagem qualitativa. Por meio de análise e interpretação dos dados elabora uma síntese comparativa das representações simbólicas, articulando a natureza das espacialidades espíritas à lógica das práticas sociais, que configuram por meio dos atributos específicos os espaços de ação dos adeptos das quatro unidades gepeanas. E conclui que as representações simbólicas das espacialidades gepeanas estão consonância com as distintas dimensões do espaço- mundo de ação do espiritismo. Donde se depreende que, além das espacialidades religiosa e caritativa a espacialidade educativa se destaque como referência cultural na dinâmica socioespacial do GEPE.
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DESCENTRALIZAÇÃO DO IMPOSTO TERRITORIAL RURAL: UM ESTUDO APLICADO AOS MUNICÍPIOS DE MINAS GERAIS

DESCENTRALIZAÇÃO DO IMPOSTO TERRITORIAL RURAL: UM ESTUDO APLICADO AOS MUNICÍPIOS DE MINAS GERAIS

Araújo et al. (2014) fazem referência a vários autores que relatam que o moti- vo de o ITR ser um tributo ainda insignificante quanto a sua arrecadação é em virtude de ser autodeclaratório e de ainda não haver uma fiscalização eficiente, pois a atual responsável por sua fiscalização, a Receita Federal, não possui em seu quadro de pes- soal um número suficiente de profissionais capacitados para uma melhor fiscalização. Desde sua criação o Imposto Territorial Rural não atingiu índices significati- vos na receita de sua arrecadação, sendo um dos motivos de desestímulo dos governos locais quanto à colaboração na fiscalização desse imposto. Já no cenário federal, em virtude das dificuldades de controle e fiscalização do ITR enfrentadas, desde por volta da década de 1990, quando ocorreu o início da discussão sobre mudanças na compe- tência desse tributo, buscou-se meios para descentralizar sua cobrança (BOTELHO; BRITTO; SOUZA, 2011).
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As transformações territoriais e seus agentes como elementos geradores de mobilidade populacional no bairro vila nova em Porto Alegre/RG / THE TERRITORIAL TRANSFORMATIONS AND ITS AGENTS AS ELEMENTS THAT GENERATES POPULATION MOBILITY IN THE QUARTER VILA NO

As transformações territoriais e seus agentes como elementos geradores de mobilidade populacional no bairro vila nova em Porto Alegre/RG / THE TERRITORIAL TRANSFORMATIONS AND ITS AGENTS AS ELEMENTS THAT GENERATES POPULATION MOBILITY IN THE QUARTER VILA NOVA IN PORTO ALEGRE/RS

A propriedade fundiária da Periferia Urbana, sobretudo aquela da grande cidade, constitui-se no alvo de atenção dos proprietários de terras. Isto se deve ao fato de estar ela diretamente submetida ao processo de transformação do espaço rural em urbano. As possibilidades dessa transformação são, entretanto, dependentes de um confronto entre as rendas a serem obtidas com a produção agrícola e com a venda de terras para fins urbanos. Mais cedo ou mais tarde, graças ao diferencial da renda, o uso agrícola da periferia é substituído por um urbano, passando, em muitos casos, por uma etapa de esterilização da terra. Há então, um processo de valorização fundiária.
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Uma análise das propostas de reforma tributária recentes

Uma análise das propostas de reforma tributária recentes

Uma vez que os desequilíbrios regionais estão no fulcro da questão do federalismo brasileiro, é natural que o ICMS – principal imposto do país - tenha importância destacada na análise desse problema. O ICMS - Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e de Comunicação – é imposto que incide sobre o valor adicionado, sendo responsável por cerca de 25% de tudo o que se arrecada de impostos. Por suas características, o ICMS é um importante instrumento regulador das condições competitivas da economia e que, por ser de competência estadual , tem sido constantemente objeto de acirradas críticas. Se a competência estadual para tributar, através de um imposto sobre valor adicionado, tem sido historicamente decisiva para o fortalecimento dos entes federativos, por outro lado, é inegável que, se não subordinado às regras de harmonização e ao interesse nacional, essa competência contribui para a proliferação de legislações estaduais específicas, aumentando substancialmente a complexidade do sistema.
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Metrópoles e o Desafio Urbano - Editora Blucher

Metrópoles e o Desafio Urbano - Editora Blucher

Destaca-se assim que o Estatuto da Cidade é uma legislação urba- na que trata dos bens coletivos, da segurança, do bem-estar social e do equilíbrio ambiental. Traz em seu bojo, no artigo 2-º, 16 incisos relativos a diretrizes gerais, dentre as quais se podem destacar: “o direito ao de- senvolvimento sustentável entendido como o direito à habitação, sanea- mento ambiental, infraestrutura urbana e todos aqueles itens que com- põem uma estrutura urbana, quais sejam, transportes, serviços públicos, equipamentos urbanos e comunitários, e ainda direito ao trabalho e ao lazer, para a geração atual e futura; a gestão democrática participativa para a formulação e execução de planos, programas e projetos de desen- volvimento urbano; a cooperação entre poder público e poder privado e demais setores sociais no interesse social; planejamento, distribuição espacial e econômica, corrigindo distorções do crescimento urbano e im- pactos negativos no meio ambiente, com ordenação do uso do solo, de acordo com o Plano Diretor do Município; proteção, preservação e recu- peração do meio ambiente natural e do construído, de seu patrimônio cultural e artístico, paisagístico e arqueológico, propondo correções em prol de um desenvolvimento mais sustentável;” dentre outros.
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Análise da parcela como unidade territorial do cadastro urbano brasileiro.

Análise da parcela como unidade territorial do cadastro urbano brasileiro.

Um dos princípios básicos do cadastro multifinalitário é a padronização da sua unidade territorial, uma vez que o compartilhamento de informações exige a adoção de uma unidade cadastral única. Situações de ordem prática, observadas em áreas rurais e urbanas, geram dúvidas quanto à aplicabilidade, no Brasil, do conceito de parcela como a menor unidade do cadastro e como uma porção do território com condições homogêneas de domínio. A partir destas observações, este artigo teve como objetivo avaliar a adoção do conceito de parcela, com base em sistemas internacionais e em casos práticos do cadastro brasileiro, utilizando como estudo de caso o cadastro de Arapiraca-AL. Os resultados indicaram que a consideração da parcela como uma porção do solo possuída por uma pessoa ou por várias pro indiviso é adequada e compatível com o conceito de condição homogênea de domínio. A pesquisa confirma ainda a viabilidade da adoção da parcela como menor unidade do cadastro, não admitindo, assim, a existência de subparcelas, mas objetos territoriais associados a estas parcelas, como orienta o documento Cadastro 2014.
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