Imposto predial territorial urbano

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Cadastro Multifinalitário como Instrumento de Responsabilidade Fiscal e Gestão Urbana: Análise da Viabilidade de sua Implantação

Cadastro Multifinalitário como Instrumento de Responsabilidade Fiscal e Gestão Urbana: Análise da Viabilidade de sua Implantação

Conforme já mencionado, o Imposto Predial Territorial Urbano – IPTU – é composto por duas variáveis: Valor venal do terreno – VVT – mais o valor venal predial – VVP. O município forneceu o valor total do tributo (IPTU) lançado em 2016, cujo montante é de R$ 2.606.846,00. Para iden- tificar, em porcentuais, o quanto cada uma dessa variáveis contribui para se chegar a esse valor final (IPTU), e assim poder calcular os índices econômicos e financeiros do investimento, será feita a média aritmética, utilizando os dados fornecidos pelo município em relação às mesmas cinco quadras da amostra, conforme a Tabela 3.
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A EXTRAFISCALIDADE DO ISS E IPTU APLICADO À CONSTRUÇÃO CIVIL

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A EXTRAFISCALIDADE DO ISS E IPTU APLICADO À CONSTRUÇÃO CIVIL

Art. 2º. Será concedido benefício tributário, consistente na redução do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU e ISS - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza, às pessoas físicas e jurídicas proprietárias de imóveis residenciais e comerciais que adotem medidas que estimulem a proteção, preservação e recuperação do meio ambiente. I - Para a obtenção dos benefícios previstos no IMPOSTO ECOLÓGICO, no caso do IPTU, deverão ser adotadas as seguintes medidas: a) Sistema de captação da água da chuva; b) Sistema de reuso de água; c) Sistema de aquecimento hidráulico solar; d) Sistema de aquecimento elétrico solar; e) Construções com material sustentável.(g.n)
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O princípio da capacidade contributiva e o imposto predial e territorial urbano a luz da constituição de 1988

O princípio da capacidade contributiva e o imposto predial e territorial urbano a luz da constituição de 1988

ATALIBA, Geraldo, "Progressividade e Capacidade Contributiva", Separata da Revista de Direito Tributário, 1991, V Congresso Brasileiro de Direito Tributário, São Paulo" pág.. ATALIBA, Ge[r]

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RESUMO O presente artigo trata da análise da gestão do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU),

RESUMO O presente artigo trata da análise da gestão do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU),

O presente artigo trata da análise da gestão do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), verificando, em particular, os aspectos administrativos-fiscais relevantes e que possibilitem a modificação na modalidade do lançamento do imposto. A pesquisa utilizou-se do método hipotético-dedutivo, caracterizando-se como um estudo de caso, permitindo uma análise detalhada sobre a gestão e o processo de lançamento do IPTU no Município de Florianópolis no exercício de 2004. O resultado apresentado é fruto da pesquisa efetuada em bibliografia e nos dados obtidos e avaliados referente à Administração Tributária Municipal. O referencial teórico permeou a área de estudo da Administração Tributária, especificamente no que se refere à tributação municipal do IPTU. Com base nesta análise foi possível elencar os aspectos administrativos-fiscais relevantes ao redesenho do modelo de lançamento do IPTU. Considerando as dificuldades que o Município enfrenta para administrar o imposto, é apresentado, como sustentação ao modelo de lançamento por homologação do IPTU, elaborado por ocasião do Programa de Modernização da Administração Tributária Municipal (PMAT), experiências em outras localidades sobre a tributação da propriedade imobiliária, trazendo como paradigma o lançamento do Imposto Territorial Rural (ITR), imposto de competência da União. A sistemática do novo modelo de lançamento desloca a Administração Tributária Municipal para a atividade de controle dos atos praticados pelos contribuintes, onde a apuração e o pagamento do imposto serão efetuados pelo proprietário, possuidor ou detentor do domínio útil de bens imóveis. Fatores relevantes para a definição do novo modelo de lançamento do IPTU foram examinados e a proposta apresenta-se como solução viável para avançar no grau de qualificação e atualização das informações fiscais, possibilitando dinamismo na arrecadação, como também, procura melhorar a qualidade do sistema tributário municipal.
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Cadastro Predial Urbano Funções e Operacionalidade

Cadastro Predial Urbano Funções e Operacionalidade

social, tendo-se prestado especial atenção à evolução do papel dos SIG na gestão da informação nos Municípios. Foi apresentada a cartografia de base da Série SCN10k (à escala 1:10000) e da Série SCN2k (à escala 1:2000), caracterizando-se o seu percurso evolutivo a nível nacional, regional e local e todo o processo de execução e de rigoroso controle de qualidade. Foi também apresentado o Geoportal do Município de Avis, importante ferramenta de disponibilização de informação SIG na Web. Considerou-se sempre importante ao longo deste processo o envolvimento das estruturas de decisão e de gestão de topo, cujo apoio para o desenvolvimento de um projecto desta natureza é fundamental e constitui um factor determinante de sucesso. Por último foi analisada a actual configuração dos processos de interacção entre os serviços da Direcção Geral dos Impostos e o Município. Estas foram consideradas as bases necessárias para a implementação do projecto de Cadastro Urbano, tendo por base a necessidade de conhecer o espaço que se gere – enquanto Município – e a urgência de associar o prédio ao seu proprietário e aos respectivos registos de posse. A existência de 19,02% de prédios omissos perante a administração tributária e não abrangidos pelo Imposto Municipal sobre Imóveis leva a considerar prioritária a actividade de cruzamento de dados entre a Administração Central e a Administração Local, sendo que os Municípios desempenham na gestão territorial um papel de primordial importância. É a Administração Local que detém a competência da gestão do território na área dos Municípios respectivos e numa perspectiva de gestão integrada da informação, deverá ser a Administração Local o eixo gestor de informação sobre o qual se articularão as diferentes entidades que sobre esse mesmo território actuam. Considera-se aqui o papel dos serviços da Administração Tributária – Direcção Geral de Impostos, do Instituto dos Registos e Notariado, das entidades gestoras de infra-estruturas – electricidade, telecomunicações (voz e dados), fibra óptica, sistemas de água e saneamento (em alta e baixa), redes de transporte (ferrovia e rodovia) e de todos os que prestam serviços à sociedade e que utilizam o território como base de trabalho. De todas estas entidades, o Cadastro Urbano, enquanto Sistema de Gestão do Território, adquirirá informação e a todas elas a disponibilizará, depois de sistematizada e enriquecida.
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A PROGRESSIVIDADE NOS IMPOSTOS (OS PRINCÍPIOS DA IGUALDADE E DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA) (PERFIL CONSTITUCIONAL)

A PROGRESSIVIDADE NOS IMPOSTOS (OS PRINCÍPIOS DA IGUALDADE E DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA) (PERFIL CONSTITUCIONAL)

58. No imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) é possível a aplicação da (i) progressividade fiscal, relacionada à capacidade contributiva do contribuinte revelada pelo próprio bem imóvel, em razão do valor venal do imóvel objeto de tributação; (ii) progressividade extrafiscal de caráter preventivo, com o objetivo de assegurar o cumprimento da função social da propriedade, exigindo alíquotas maiores ou menores de forma a induzir o proprietário do bem imóvel a obedecer o estabelecido pelo plano diretor do Município, de acordo com a localização e o uso do imóvel; e, ainda, (iii) progressividade extrafiscal de caráter punitivo, pelo não atendimento da função social da propriedade no tempo, permitindo que as alíquotas do IPTU aumentem progressivamente a cada ano que o proprietário mantiver o inadequado aproveitamento do solo urbano. 59. No imposto de transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis,
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Avaliação da arrecadação do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana no município de Viçosa MG

Avaliação da arrecadação do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana no município de Viçosa MG

Tristão (2003) destaca que apesar dos conceitos de propriedade e domínio útil se aproximarem, não se deve confundi-los. O primeiro se refere à disposição, o uso e o gozo do bem pelo titular; já o segundo se refere ao uso e gozo, mas não dá direito do titular dispor do bem como lhe aprouver, visto que a propriedade não lhe pertence de fato. O autor também aponta que “o fator preponderante na caracterização do imóvel não é a sua localização, mas sim a sua destinação” (TRISTÃO, 2003, p. 83), pois o município poderá cobrar o imposto em uma área distante do perímetro urbano, desde que se caracterize como urbanizável, conforme o parágrafo 2 do Código Tributário Nacional – CTN (Lei 5172/66) que foi exposto anteriormente. Ainda, o autor chama a atenção para o fato de que não se trata de um tributo, mas sim de dois: um incidente sobre a propriedade predial e outro sobre a propriedade territorial urbana, acoplados em uma denominação comum.
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Aspectos constitucionais do imposto sobre propriedade predial e territorial urbana MESTRADO EM DIREITO

Aspectos constitucionais do imposto sobre propriedade predial e territorial urbana MESTRADO EM DIREITO

1. A alegação genérica de violação do art. 535 do Código de Processo Civil, sem explicitar os pontos em que teria sido omisso o acórdão recorrido, atrai a aplicação do disposto na Súmula 284/STF. 2. O fato gerador do IPTU, conforme dispõe o art. 32 do CTN, é a propriedade, o domínio útil ou a posse. O contribuinte da exação é o proprietário do imóvel, o titular do seu domínio ou seu possuidor a qualquer título (art. 34 do CTN). 3. A jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de que somente a posse com animus domini é apta a gerar a exação predial urbana, o que não ocorre com o condomínio, in casu, que apenas possui a qualidade de administrador de bens de terceiros. 4. "Não é qualquer posse que deseja ver tributada. Não é a posse direta do locatário, do comodatário, do arrendatário de terreno, do administrador de bem de terceiro, do usuário ou habitador (uso e habitação) ou do possuidor clandestino ou precário (posse nova etc.). A posse prevista no Código Tributário como tributável é a de pessoa que já é ou pode ser proprietária da coisa." (in Curso de Direito Tributário, Coordenador Ives Gandra da Silva Martins, 8ª Edição – Imposto Predial e Territorial Urbano, p. 736/737). REsp 1.327.539/DF, DJ 14.08.2012.
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Contabilidade Pública Municipal: Análise do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana / City Public Accounting: Analysis of urban property and land tax

Contabilidade Pública Municipal: Análise do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana / City Public Accounting: Analysis of urban property and land tax

Como fonte financiadora os municípios possuem os tributos de competência privativa: Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) (BRASIL, 1988). Os quais estão especificados no artigo 145 da Constituição Federal (CF) de 1988 que determina que quando possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados de acordo com a capacidade do contribuinte (BRASIL, 1988). Sendo facultado a administração tributária, especialmente para atribuir efetividade a seus objetivos, identificar, respeitando os direitos individuais e nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas dos contribuintes.
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ANTONIO LEAL SOBRINHO ESFORÇO FISCAL NA ARRECADAÇÃO DO IPTU: UMA ANÁLISE EMPÍRICA PARA OS MUNICÍPIOS DO ESTADO DO CEARÁ DE 2008 A 2016 UTILIZANDO MODELO DE FRONTEIRA ESTOCÁSTICA

ANTONIO LEAL SOBRINHO ESFORÇO FISCAL NA ARRECADAÇÃO DO IPTU: UMA ANÁLISE EMPÍRICA PARA OS MUNICÍPIOS DO ESTADO DO CEARÁ DE 2008 A 2016 UTILIZANDO MODELO DE FRONTEIRA ESTOCÁSTICA

O crescimento da demanda por políticas públicas e pela prestação de serviços sociais básicos, de responsabilidade das administrações públicas municipais, aponta no contexto atual para a busca por meios de financiamento dessas políticas encontrando a necessidade do fortalecimento da arrecadação de tributos de competência dos governos municipais em detrimento da receita oriunda através das transferências constitucionais da União e Estados. O Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU, constitui-se uma alternativa de receita própria, mesmo ainda sendo considerado como insuficientemente explorado. Essa constatação está amparada por uma ampla literatura no Brasil, que remonta a estudos realizados pelo menos desde a década de 1980, como são os casos de Giffoni e Villela (1987), Villela (2001), De Cesare (2005), Carvalho Júnior (2006), Afonso, Araújo e Nóbrega (2013).
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O imposto predial e territorial urbano como instrumento de controle o uso do solo urbano

O imposto predial e territorial urbano como instrumento de controle o uso do solo urbano

A tabela proposta procura tributar fortemen te imóveis construIdos na clandestinidade, isto e, aqueles para os quais não foi solicitada licença i Administração nem[r]

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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A EXTRAFISCALIDADE DO ISS E IPTU APLICADO À CONSTRUÇÃO CIVIL

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A EXTRAFISCALIDADE DO ISS E IPTU APLICADO À CONSTRUÇÃO CIVIL

Art. 2º. Será concedido benefício tributário, consistente na redução do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU e ISS - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza, às pessoas físicas e jurídicas proprietárias de imóveis residenciais e comerciais que adotem medidas que estimulem a proteção, preservação e recuperação do meio ambiente. I - Para a obtenção dos benefícios previstos no IMPOSTO ECOLÓGICO, no caso do IPTU, deverão ser adotadas as seguintes medidas: Sistema de captação da água da chuva; b) Sistema de reuso de água; c) Sistema de aquecimento hidráulico solar; d) Sistema de aquecimento elétrico solar; e) Construções com material sustentável.(g.n)
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Uma análise das propostas de reforma tributária recentes

Uma análise das propostas de reforma tributária recentes

Conseqüência disso, foi o aumento gradativo do desinteresse da União por impostos com elevado percentual de transferências constitucionais, como é o caso do imposto sobre a renda, que transfere 47% de sua arrecadação para estados e municípios, e do Imposto sobre Produtos Industrializados – imposto sobre valor adicionado de competência federal , que transfere 57% dos recursos que arrecada. Esse fato induziu a União a criar alternativas para os ajustes de receita por meio de tributação não compartilhada com estados ou municípios. As contribuições sociais cumulativas, como o PIS, COFINS e a CPMF, são exemplos disto e constituem-se em importantes fontes de receita para a União, muito embora, por incidirem em cascata, afetem negativamente as condições de competitividade das empresas nacionais.
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Uma análise do espiritismo em Fortaleza-CE, com ênfase na expansão territorial do grupo espírita Paulo e Estevão (GEPE), na perspectiva de visibilidade do espaço religioso

Uma análise do espiritismo em Fortaleza-CE, com ênfase na expansão territorial do grupo espírita Paulo e Estevão (GEPE), na perspectiva de visibilidade do espaço religioso

Para se esboçar uma representação dessa complexa dinâmica socioespacial, onde “a espacialidade original e a mobilidade humana delineiam as direções” (HOLZER, 1999, p.73), que subjaz das práticas socioculturais das quatro casas espíritas, coordenadas pelo GEPE e localizadas em bairros distintos da capital (FIG.8), há que se identificar a lógica de difusão espacial desse trajeto de “fé raciocinada” (KARDEC, 2006), cujos arranjos de natureza simbólica 158 são produzidos “pela ação sintética do homem” (LÖW apud MATA, 2006, p. 37), passíveis de configurar uma espacialidade religiosa. Interessante destacar que a expansão territorial do GEPE, além da influência direta do crescimento urbano da cidade de Fortaleza, foi também impulsionada por uma eficaz gestão administrativa, uma consistente metodologia de estudo doutrinário, implantada pelas duas unidades gepeanas, localizadas em bairro classe média (Piedade e Água Fria), que fazem convergir para as outras duas casas espíritas, sediadas em bairro periférico (Praia do Futuro e Messejana), a força de trabalho e as doações em termos de promoção social.
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DESCENTRALIZAÇÃO DO IMPOSTO TERRITORIAL RURAL: UM ESTUDO APLICADO AOS MUNICÍPIOS DE MINAS GERAIS

DESCENTRALIZAÇÃO DO IMPOSTO TERRITORIAL RURAL: UM ESTUDO APLICADO AOS MUNICÍPIOS DE MINAS GERAIS

No entanto, a arrecadação histórica do ITR é ínfima, principalmente quando comparada a outros países. Em países como Estados Unidos e Canadá, o imposto cobrado sobre as terras rurais representa 5% da receita tributária total, enquanto na França e na Itália esse percentual é de 3%. Em países da América do Sul, como Uru- guai e Chile, esses percentuais são, respectivamente, 6% e 4%, enquanto no Brasil, em nenhuma vez, nas últimas décadas, foi alcançado 0,3%, mesmo sendo um país com grandes dimensões territoriais e predominantemente rural (SOUZA, 2004).

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Análise da parcela como unidade territorial do cadastro urbano brasileiro.

Análise da parcela como unidade territorial do cadastro urbano brasileiro.

Um dos princípios básicos do cadastro multifinalitário é a padronização da sua unidade territorial, uma vez que o compartilhamento de informações exige a adoção de uma unidade cadastral única. Situações de ordem prática, observadas em áreas rurais e urbanas, geram dúvidas quanto à aplicabilidade, no Brasil, do conceito de parcela como a menor unidade do cadastro e como uma porção do território com condições homogêneas de domínio. A partir destas observações, este artigo teve como objetivo avaliar a adoção do conceito de parcela, com base em sistemas internacionais e em casos práticos do cadastro brasileiro, utilizando como estudo de caso o cadastro de Arapiraca-AL. Os resultados indicaram que a consideração da parcela como uma porção do solo possuída por uma pessoa ou por várias pro indiviso é adequada e compatível com o conceito de condição homogênea de domínio. A pesquisa confirma ainda a viabilidade da adoção da parcela como menor unidade do cadastro, não admitindo, assim, a existência de subparcelas, mas objetos territoriais associados a estas parcelas, como orienta o documento Cadastro 2014.
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O imposto territorial rural e os municípios: o impacto nas receitas municipais e a renúncia fiscal.

O imposto territorial rural e os municípios: o impacto nas receitas municipais e a renúncia fiscal.

O Imposto Territorial Rural (ITR) passou à esfera federal no ano de 1964, pela emenda de 10 de novembro, ainda que mantendo parte do resultado de sua arrecadação junto aos municípios por meio de transferências constitucionais, (VILARINHO, 1989; ARAÚJO, 1972). As questões da descentralização do tributo e sua importância na composição das receitas públicas são retomadas no debate da reforma fiscal que ocupou o cenário político brasileiro nos últimos anos (JOBIM, et al, 1995; KANDIR, 1995; REZENDE, 1995; INTERNATIONAL MONETARY FUND, 1992) quando tais propostas ganharam evidência (SOUZA, 1995). Propõe-se, neste artigo, estabelecer uma análise do Imposto Territorial Rural verificando seus impactos nas receitas públicas municipais e projetando índices de inadimplência e evasão fiscal no período de 1995 a 1997, que compreende a implantação de duas legislações do tributo, a Lei 8847/94 e a Lei 9393/96, esta última que ao alterar as alíquotas recebe fortes pressões do setor fundiário brasileiro no sentido de que a Secretaria da Receita Federal (SRF) revisasse o Valor da Terra Nua mínimo (VTNm) aplicado, gerando significativo número de demandas judiciais sobre os valores arbitrados.
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Agricultura Urbana e Peri-Urbana como política de ordenamento territorial

Agricultura Urbana e Peri-Urbana como política de ordenamento territorial

Analisada a literatura existente conclui-se existir um vazio na produção cientifica respeitante ao tema - acesso à terra em área urbana. Não obstante, existem algumas publicações, Planning for Urban Agriculture: A Review of Tools and Strategies for Urban Planners (Quon, 1999), ou mais recentemente o relatório ‚Directrices voluntarias sobre la gobernanza responsable de la tenencia de la tierra, la pesca y los bosques en el contexto de la seguridad alimentaria nacional‛ (FAO, 2012). Neste âmbito, a RUAF foi pioneira. No livro Cities Farming for the Future - Urban Agriculture for Green and Produtive Cities aborda-se Integration of Agriculture in Urban Land Planning (Mubvami and Mushamba, 2006) aborda por capítulos a interdisciplinaridade do tema desde o financiamento, ao acesso à terra através do ordenamento territorial, entre outros.
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As transformações territoriais e seus agentes como elementos geradores de mobilidade populacional no bairro vila nova em Porto Alegre/RG / THE TERRITORIAL TRANSFORMATIONS AND ITS AGENTS AS ELEMENTS THAT GENERATES POPULATION MOBILITY IN THE QUARTER VILA NO

As transformações territoriais e seus agentes como elementos geradores de mobilidade populacional no bairro vila nova em Porto Alegre/RG / THE TERRITORIAL TRANSFORMATIONS AND ITS AGENTS AS ELEMENTS THAT GENERATES POPULATION MOBILITY IN THE QUARTER VILA NOVA IN PORTO ALEGRE/RS

The Vila Nova district has been undergoing territorial changes over the past decades, having the capital, symbolic and public power as transforming agents. The flows of population mobility, which is a reducing factor in the number of agricultural estates, are associated with these changes. The aim is to identify the territorial changes that have taken place since 1970, analyzing the role of elements generating population attraction/repulsion. The consequence of city growth on the social, political and economic dynamics was also analyzed, as well as the impact of the Master Plan and the history of the main local public and private infrastructures. To identify these changes, aerial photographs, city hall documents, demographic census and interviews were used. The symbolic character could be perceived through in loco observations performed with farmers and district residents, who are going through a transition moment in which there is resistance of the bucolic character together toward the new urban dynamics. The influence of capital occurs through the private sector, which plays a major role in social and spatial changes that take place in that district, modifying the use of the soil due to the establishment of commercial and residential activity. The State legitimates the social needs, serving or not the different interests by different groups through the Master Plan.
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