Infeção do local cirúrgico

Top PDF Infeção do local cirúrgico:

Avaliação de custos associados à infeção do local cirúrgico nos serviços de cirurgia geral do Hospital Geral Santo António

Avaliação de custos associados à infeção do local cirúrgico nos serviços de cirurgia geral do Hospital Geral Santo António

O custo económico relacionado com as infeções, pode traduzir-se num aumento da demora média da hospitalização, no aumento da utilização de antibióticos, no recurso a mais estudos laboratoriais e outros meios de diagnóstico para além dos custos intangíveis e sociais. Neste estudo pretendeu-se avaliar o custo das infeções do local cirúrgico (ILC) ocorridas durante o ano de 2009 nos serviços de cirurgia geral do Hospital Geral de Santo António, unidade do Centro Hospitalar do Porto (CHP). A população estudada correspondeu ao número total de registos de procedimentos cirúrgicos efetuados, à data da alta do doente, que foram enviados à comissão de controlo de infeção, num total de 1280 episódios de internamento, que correspondem a 44,2% da totalidade dos doentes saídos dos serviços cirúrgicos. Realizou-se um estudo retrospetivo de tipo caso-controlo em que as questões que orientaram a investigação e sobre as quais se apoiam os resultados foram:
Show more

83 Read more

Infeção do local cirúrgico : um desafio multidisciplinar

Infeção do local cirúrgico : um desafio multidisciplinar

No entanto, o que se verifica é que as taxas de infeção do local cirúrgico se mantêm bastante elevadas, apesar das medidas protocoladas. Assim, o objetivo deste estudo é tentar compreender se estas elevadas taxas de infeção se devem à falta de adesão às medidas protocoladas ou se ocorrem por falta de conhecimento acerca das mesmas. Com este objetivo em mente, foi realizado um inquérito aos alunos dos anos clínicos (do 4º ao 6º ano) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) para averiguar se o tema da ILC é abordado ao longo do curso ou se os alunos terminam o seu percurso académico sem os conceitos mais importantes acerca deste tema.
Show more

41 Read more

Adesão dos profissionais de saúde ao “feixe de intervenção” de prevenção de infeção de local cirúrgico

Adesão dos profissionais de saúde ao “feixe de intervenção” de prevenção de infeção de local cirúrgico

A motivação para a realização deste trabalho baseado na prevenção da Infeção do Local Cirúrgico (ILC), surge baseada no conhecimento adquirido por leituras, e pela pratica clinica baseada em ensinos clínicos sobre a problemática das infeções associadas aos cuidados de saúde (IACS), as quais se incluem entre as complicações mais frequentes da hospitalização. Nestas temos a situação particular da ILC, que para alem de causar elevados índices de mortalidade e morbilidade, aumento dos custos em Saúde, provocados por este tipo de infeção, interfere na qualidade de vida dos utentes hospitalizados e na qualidade dos cuidados.
Show more

82 Read more

Prevenção de infeção de local cirúrgico na pessoa idosa :

Prevenção de infeção de local cirúrgico na pessoa idosa :

O risco de ILC na pessoa idosa depende de um conjunto múltiplo de fatores, tais como os fatores intrínsecos relacionados com as múltiplas patologias crónicas como a diabetes, obesidade, desnutrição, tabagismo, a infeção pré-existente e a imunossupressão (DGS,2013). Para além das múltiplas cormobilidades (neoplasias, insuficiência cardíaca congestiva, artrite, doença pulmonar cronica obstrutiva, entre ouras), o estado funcional (a sua incapacidade de deambular, de tomar banho, de se vestir), o internamento hospitalar dias antes da intervenção cirúrgica e os fatores socioeconómicos também são variáveis que predispõem á infeção do local cirúrgico (Kaye, Sloane, Sexton, Scmader ,2006). O fato da pessoa idosa possuir um seguro privado, permite maior acesso aos serviços de saúde, ou aos sistemas de apoio da comunidade (Bagdasarian, et al.2013).
Show more

315 Read more

Impacto da infeção do local cirúrgico nas readmissões hospitalares de doentes ortopédicos

Impacto da infeção do local cirúrgico nas readmissões hospitalares de doentes ortopédicos

As readmissões hospitalares são cada vez mais uma preocupação dos decisores por serem uma medida de qualidade da prestação de cuidados e por ser ponto passível de redução de custos por envolver uma série de fatores de risco, muitos deles evitáveis. No entanto, para se intervir sobre os fatores de risco é necessário conhecê-los e identificar que doentes estão mais suscetíveis a serem readmitidos, pelo que foi objetivo do presente trabalho determinar a taxa de readmissão hospitalar dos doentes submetidos a procedimentos cirúrgicos ortopédicos, procurando verificar a associação entre a readmissão hospitalar e a infeção do local cirúrgico e outros fatores de risco. Verificou-se que as patologias articulares têm um grande peso, nomeadamente as osteoartroses e fraturas do fémur, patologias que estão na origem da necessidade de artroplastias de anca e joelho.
Show more

67 Read more

Protocolo de prevenção de infeção do local cirúrgico

Protocolo de prevenção de infeção do local cirúrgico

e 1 de nível nacional. Dentro de cada nível de hospital foram escolhidos dois hospitais. Os procedimentos cirúrgicos por ano variaram de 3500 a 14688. Para avaliar a preparação do doente cirúrgico, foram es- colhidos 568 doentes eletivos, no período de novembro de 2009 a fevereiro de 2010. Intervenções: Foram realizadas observações diretas em cada sala de operações, de cada hospital, num total de 279 observações. Os dados foram recolhidos por um elemento de controlo de infeção e uma enfermeira de cirurgia, transcritos a partir da gravação de entrevista diretas aos doentes selecionados. Foi incluído no formulário, as características do doente; tipo de cirurgia; classificação da ferida; Score ASA; método e tempo de tricotomia pré-operatória e realização do banho pré-cirúrgico, em todos os doentes com ci- rúrgica eletiva. Resultados: Os dados foram tratados estatisticamente através do programa SPSS. Nos quatro hospitais foram entrevistados, um total de 568 doentes cirúrgicos eletivos. Dos mesmos, 304 (53,5%) são do sexo masculino e 264 (45,5%) do sexo feminino, com uma média de idades de 48 anos (13-89 anos). Dos 568 doentes, 326 (57,4%) tomaram banho pré-operatório. Salienta se que nenhum dos doentes tomou banho com solução antisséptica. Porém, 54 (16,6%) doentes receberam instruções sobre a higiene oral. A á gua do banho em 266 (81,6%) foi fornecida pelas instalações do hospital e 292 (89,6%) tomaram banho na noite antes da cirurgia. A pontuação mediana para o banho pré-operatório foi baixa (2,0 de 0-4,0). A análise estatística revela que o método do banho varia substancialmente de instalação para instalação. A tricotomia foi efetuada em 122 (21,5%) dos 568 doentes. Destes, 74 (60,7%) tinham a mesma realizada em ou ao redor do local de incisão, se esta interferisse na mesma. 71 (58,2%) usaram lâmina e 74 (60,7%) fizeram-no imediatamente antes da cirurgia. A pontuação atribuída à trico- tomia foi máxima de 5 (0-5,0). Um total de 864
Show more

199 Read more

Caracterização da infeção do local cirúrgico na pessoa idosa no contexto de um serviço de neurocirurgia

Caracterização da infeção do local cirúrgico na pessoa idosa no contexto de um serviço de neurocirurgia

O enfermeiro desempenha um papel essencial na prevenção e no controlo das infeções pela sua relação com os doentes, familiares e cuidadores, sendo, na equipa de saúde, a pessoa mais capacitada para os incluir no processo de cuidados. No contexto de supervisão clínica e orientação de estudantes, o enfermeiro prestador de cuidados representa um modelo a ser seguido como um guia orientador de boaspráticas, incentivando a partilha e conjugando esforços com os enfermeiros da área do ensino, na qual a prevenção e o controlo das infeções devem ser abordados desde o início da vida académica. No âmbito da gestão, o enfermeiro possui um papel determinante na implementação e gestão processual em todos os serviços clínicos, nos quais, na generalidade, tem um ou mais elos de ligação na área de prevenção e controlo das infeções, que dinamizam várias intervenções. Neste contexto, a definição, manutenção e monitorização de indicadores considerados relevantes para o controlo da infeção devem fazer parte das tarefas dos enfermeiros, sendo já esta uma prática em alguns hospitais/serviços (Veloso, 2016).
Show more

128 Read more

“Feixe de Intervenções” de Prevenção de Infeção de Local Cirúrgico – Normas de Orientação Clínica

“Feixe de Intervenções” de Prevenção de Infeção de Local Cirúrgico – Normas de Orientação Clínica

b) Número de doentes submetidos a cirurgia hepatobiliar na unidade de tempo. 5) Taxa de adesão (mensal, trimestral, semestral, anual) à implementação do “feixe de intervenç[r]

12 Read more

Utilização de antibióticos e risco de infeção

Utilização de antibióticos e risco de infeção

•   Antibiotics help cure infections by decreasing the bacterial population to a level that the human immune system can handle...    May interfere with mitochondrialJ[r]

26 Read more

Infeção pediátrica por Kingella kingae

Infeção pediátrica por Kingella kingae

O primeiro passo da patogénese desta bactéria na espécie humana passa pela colonização da mucosa orofaríngea (13,18,23). Nesta etapa, este agente patogénico deverá aderir às superfícies e tecidos da cavidade orofaríngea, através da expressão de prolongamentos proteicos com aptidão adesiva, tal como acontece com outros agentes bacterianos da família Neisseriaceae (15,29–31). Após a colonização, a bactéria deve penetrar o epitélio respiratório superior e alcançar a corrente sanguínea, disseminando-se, finalmente, para locais distantes (15,18,19,23,25,28,30). Todavia, a probabilidade de crianças com colonização orofaríngea assintomática desenvolverem doença invasiva, nomeadamente infeção osteoarticular, é menor que 1% (32). Isto significa que a colonização por si só não implica infeção invasiva, sugerindo a presença de cofatores na patogénese de doença invasiva por Kingella kingae. A presença de fímbrias nas estirpes de Kingella kingae foi detetada inicialmente em 1978 (15), sendo mais tarde descoberto que se tratavam de pili tipo IV. Estas fímbrias são responsáveis pela aderência tanto ao epitélio respiratório como à membrana sinovial (15,29– 31,33). Na literatura está descrito que tanto as estirpes de K. kingae com elevada densidade de pili como as de baixa densidade aderem eficazmente às células epiteliais do trato respiratório, no entanto apenas as estirpes que apresentam uma densidade de pili elevada têm uma aderência máxima às células sinoviais (29,30).
Show more

45 Read more

Determinação da taxa de incidência da infecção do local cirúrgico no serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Hospital de Santa Marta em 2008

Determinação da taxa de incidência da infecção do local cirúrgico no serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Hospital de Santa Marta em 2008

Historicamente, a montagem de sistemas de VE em relação às ILC tem vindo a ser desenvolvida a nível regional, nacional ou comunitário, mas, paradoxalmente, vê-se menos a níveis inferiores, seja no próprio serviço cirúrgico, seja no hospital. Nos EUA, foi criada, nos anos setenta, uma rede nacional de VE, a “National Nosocomial Infection Study” (NNIS) [9] . Na Europa, foram criadas, nos anos oitenta, diversas redes de VE que, mais tarde, foram agregadas no projecto HELICS (Hospitals in Europe Link for Infection Control through Surveillance) [10] . Este modelo, centralizado num registo de ILC, tem-se revelado útil a reportar informações relevantes num contexto nacional ou comunitário, embora ao nível das instituições os seus relatórios se revelem parcelares, incompletos e desactualizados, pouco adaptados às realidades destas. Por outro lado, nos últimos anos tem-se vindo a desenvolver sistemas de informação intra-institucionais, como o Sistema de Informação para Gestão de Doentes Hospitalares (SONHO) i , que contêm muita da informação pretendida num sistema de VE da ILC.
Show more

172 Read more

Tratamento Cirúrgico Vs Tratamento Não Cirúrgico da ADSR

Tratamento Cirúrgico Vs Tratamento Não Cirúrgico da ADSR

auditivo externo. A marcação dos pontos para a inserção das agulhas foi realizada do seguinte modo: traçou-se uma linha a partir do meio do tragus até ao canto do olho; a inserção posterior foi marcada a 10mm do meio do tragus, medido sobre a linha já marcada, e 2mm abaixo da linha marcada. A inserção posterior foi utilizada para bombear fluido para a cavidade articular superior e para aumentar a pressão hidráulica. A segunda inserção foi realizada a 20mm do meio do tragus e a 10mm abaixo da linha marcada anteriormente. Estas marcas representavam a localização da fossa articular e da eminência da ATM. Foi realizada a anestesia local e de seguida uma agulha número dezanove, ligada a 1mL de lactato de Ringer, foi inserida na cavidade articular superior. A solução foi injetada e imediatamente aspirada. Este processo foi repetido três vezes para obter líquido suficiente para o diagnóstico e estudo das patologias da ATM. De seguida, 2 a 3mL de lactato de Ringer ou buvicaina 5% foram injetados para distender o espaço articular e anestesiar os tecidos adjacentes. Outra agulha número dezanove foi inserida na área da eminência articular para permitir a mobilização do fluido pela cavidade articular superior. Durante a lavagem, realizaram-se movimentos protrusivos, extrusivos e de abertura com a mandíbula. A movimentação facilitou a lise de adesões. Após a lavagem e depois de se ter retirar uma das agulhas, injetou-se medicação, hialaronato de sódio, na cavidade articular superior.
Show more

69 Read more

O cuidar no contexto da prevençãp da infeção

O cuidar no contexto da prevençãp da infeção

oportunidade de participar na VE da infeção nosocomial da corrente sanguínea e de microrganismos epidemiologicamente significativos. Esta tem por base protocolos da DGS, que permitem classificar o tipo de infeção, como nosocomial ou da comunidade. A VE da infeção da corrente sanguínea tem como ponto de partida uma hemocultura positiva, a partir da qual é necessário consultar a informação registada no processo clinico para determinar se o resultado corresponde a uma infeção nosocomial e qual o serviço a que pode ser atribuída. À semelhança da VE da corrente sanguínea também a VE dos microrganismos epidemiologicamente significativos tem como ponto inicial a identificação laboratorial. Acompanhei a enfermeira orientadora aos serviços para completar dados através da consulta dos processos clínicos, bem como, em colaboração com o Enfermeiro Chefe, instituir as medidas necessárias a adotar pelos profissionais para a prevenção da transmissão dos microrganismos. Durante a VE deparei-me com algumas dificuldades, no que concerne à consulta de processos, nomeadamente aos registos de enfermagem e diário clinico. Existe alguma falta de coerência nos mesmos e não evidenciam os procedimentos realizados aos doentes. Esta realidade fez-me analisar a minha prática, onde devemos evidenciar as nossas ações através dos registos de forma a podermos contribuir para a continuidade e qualidade dos cuidados prestados.
Show more

96 Read more

Metabolismo do ferro, infeção e imunidade

Metabolismo do ferro, infeção e imunidade

O ferro é essencial para a proliferação da maior parte dos patogénicos microbianos, daí o sistema imunitário desenvolveu formas de privar os diferentes microrganismos deste. Aquando uma infeção o fígado, assim como os macrófagos e neutrófilos, são estimulados a produzir hepcidina (Drakesmith e Prentice, 2012), (Peyssonnaux et al., 2006), impedindo a passagem de ferro para a circulação, por inibição da FPN. Também o TNF- α e o interferão γ (IFN- γ) impedem um aumento de ferro circulante: o TNF- α inibe a ação do DMT1 responsável pela absorção do ferro nas células epiteliais do intestino, e em conjunto com a Interleucina (IL) 1 e 6 estimula a produção de ferritina. O IFN-γ inibe a FPN (Nairz et al., 2010), (Weiss, 2005). Nos macrófagos existe a proteína Nramp1, situada na membrana do fagossoma e tem como função remover o ferro do interior deste, o que causa que microrganismos intracelulares, como o M. tuberculosis não se consigam reproduzir com tanta facilidade (Cellier et al., 2007).
Show more

61 Read more

Infeção por Clostridium difficile - a nossa realidade

Infeção por Clostridium difficile - a nossa realidade

Vários estudos sugerem que a vancomicina é superior ao metronidazol particularmente na doença severa.[4] Desta forma, o metronidazol está recomendado na infeção ligeira a moderada e a vancomicina na doença grave. Este último fármaco quando administrado por via oral é pouco absorvido. Consequentemente apresenta níveis elevados no lúmen intestinal, durante o curso da antibioterapia e os seus efeitos sistémicos são praticamente desprezáveis.[23] Por oposição, o metronidazol é absorvido no trato gastrointestinal e, os seus níveis luminais, dependentes da exsudação da mucosa, diminuem à medida que a inflamação e a diarreia resolvem.[12]
Show more

43 Read more

O paradigma da infeção por Plasmodium falciparum em mulheres grávidas seropositivas para HIV: a prevenção da transmissão vertical e a infeção congénita

O paradigma da infeção por Plasmodium falciparum em mulheres grávidas seropositivas para HIV: a prevenção da transmissão vertical e a infeção congénita

No entanto, a análise das figuras 4 e 5 revelam uma clara sobreposição entre as áreas mais afetadas por HIV e malária. A prevalência da coinfeção é mais elevada na África subsariana, existindo também no Sudoeste Asiático, América Latina e Caraíbas, sendo o impacto das interações mais aparente em áreas com epidemia generalizada do vírus e transmissão estável de malária. No entanto, esta distribuição varia a nível local e regional, mesmo em países com alta prevalência de ambas as infeções. Na América Latina, Caraíbas, Belize, El Salvador, Honduras, Guiana e Brasil ocorrem sobreposições de infeção por P. falciparum e HIV. Por outro lado, os países do Sudoeste Asiático, como Myanmar e Tailândia, apresentam epidemia generalizada de HIV, mas a distribuição de malária é heterogénea. Dada a sobreposição das áreas de ocorrência e a resultante coinfeção, a interação entre as duas patologias terá grandes implicações, estimando-se, por exemplo, que um bilião de pessoas no Sudoeste Asiático estando exposto a malária, pequenas sobreposições entre malária e HIV nessas zonas terão um elevado impacto na saúde pública. (17)
Show more

240 Read more

Infeção por Clostridioides difficile em Portugal, 2016

Infeção por Clostridioides difficile em Portugal, 2016

O método gold standard do diagnóstico labora- torial da infeção por C. difficile (ICD) consiste em combinar dois testes num algoritmo, tendo o primeiro teste uma alta sensibilidade e um alto valor preditivo negativo e o segundo teste uma elevada especificidade e valor clínico. O primei- ro teste pode ser a deteção da Glutamato-Desi- drogenase (GDH) por ensaio imunoenzimático (EIA) ou métodos moleculares para deteção dos genes das toxinas A/B, e adicionalmente a toxi- na binária para alguns testes (Nucleic Acid Am- plification Tecnhology - NAAT). O segundo teste consiste na deteção das toxinas A/B por EIA para aquelas amostras com primeiro teste posi- tivo. Para aquelas amostras cujo primeiro teste
Show more

32 Read more

Prevenção de infeção: impacto na criança / jovem

Prevenção de infeção: impacto na criança / jovem

O artigo nº15 do Decreto-lei 74/2006 de 24 de março, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, alterado pelo Decreto – Lei 63/2016 de 13 de setembro estabelece que, o grau[r]

63 Read more

Infeção VIH e SIDA em Portugal – 2019

Infeção VIH e SIDA em Portugal – 2019

O conhecimento que se detém, terá que ser cada vez mais aplicado de forma eficiente e eficaz. Numa era em que estão disponíveis di- versas ferramentas de prevenção, como sejam os preservativos masculinos e femininos, o Programa Troca de Seringas, a PrEP, a profila- xia pós exposição (PPE) e o Tratamento como Prevenção, será desejável que o número de novos casos de infeção em Portugal (embora com tendência marcadamente decrescente) seja ainda menor. A informação sobre a dispo- nibilização das estratégias de prevenção deve estar acessível a toda a população, com vista à tomada de consciência da importância da sua correta utilização. Ao mesmo tempo, os serviços de saúde devem estar preparados para responder atempada e adequadamente, nomeadamente no que respeita às necessida- des de PrEP e PPE, e particularmente no caso da PrEP, deve ser equacionada a realização de consultas descentralizadas em outros níveis de prestação de cuidados, incluindo em con- texto comunitário, obviando assim eventuais constrangimentos de acesso atempado e ade- são da população que dela necessita.
Show more

106 Read more

Infeção por Clostridioides difficile em Portugal, 2018

Infeção por Clostridioides difficile em Portugal, 2018

1. Apesar da notificação ser obrigatória, só 64,3% dos PT reportaram dados sobre ICD e destes, 63% reportaram casos positivos. Destes últimos 57 PT, 12 utilizaram como diagnóstico a pesquisa de toxinas por EIA nas fezes, o que indicou que a incidência e taxa de infeção de ICD apresentadas neste relatório podem estar subestimadas no caso de extrapolarmos os dados ao país inteiro. 2. A maioria dos PT notificadores encontra-

34 Read more

Show all 5765 documents...