Infecção neonatal

Top PDF Infecção neonatal:

Colonização em gestantes e infecção neonatal por Streptococcus do grupo B

Colonização em gestantes e infecção neonatal por Streptococcus do grupo B

Objetivos deste estudo: identificar a prevalência e os fatores de risco da colonização materna e infecção neonatal por streptococcus do grupo B (SGB), em mulheres com trabalho de parto prematuro (TPP) e/ou ruptura prematura de membranas (RPM); medir e comparar taxas de colonização vaginal e anorretal por SGB, comparar taxas de detecção do SGB em meio de cultura seletivo (Todd-Hewitt) e não seletivo (Stuart) e com cultivo em ágar-sangue e ágar- CPS. Estudo transversal de 112 mulheres e 220 recém-nascidos realizou-se na Maternidade Escola Assis Chateaubriand da Universidade federal do Ceará (MEAC-UFC), de maio de 2008 a julho de 2009. Amostras vaginais e anorretais foram colhidas de cada mulher, usando swabs estéreis. Em 71 mulheres, 2 swabs (vaginal e anorretal), colocaram-se separadamente em meio de transporte Stuart e 2 swabs (vaginal e anorretal), inocularam-se separadamente em meio seletivo Todd-Hewitt, todos subcultivados em placas de ágar-sangue. Outras gestantes do grupo, 41 mulheres, foram investigadas somente em meio seletivo com subcultivo em placas de ágar-CPS. Colheu-se hemocultura de cada recém-nascido pretermo com algum sinal de infecção. A taxa de colonização materna de 71 mulheres foi de 4,2% e do grupo de 41, de 17%. Meio seletivo Todd-Hewitt detectou 4,4% e meio não seletivo, 7,2% das culturas positivas para SGB no grupo de 71 mulheres, resultados sem diferença significativa. Amostras vaginais tiveram taxas de detecção de 10,7% e anorretais de 7,1%, não alcançando significância estatística. Houve diferença significativa no isolamento de SGB, entre o meio ágar-CPS e o ágar-sangue. Infecção urinária mostrou ser importante fator de risco (P < 0,01) e a profissão Do lar também associou-se significativamente com a colonização por SGB Dos RNs incluídos no estudo, nenhuma hemocultura teve resultado positivo para SGB, embora apresentassem sinais de infecção e hemogramas alterados. É possível que o resultado tenha ocorrido pelo fato de que as mães tomaram antibióticos antes ou durante o trabalho de parto. As taxas de colonização por SGB, em nosso meio, são semelhantes às encontradas em outras regiões do Brasil, podendo ser também, aqui, agente de relevância na sepse neonatal que requer, sérias medidas de prevenção.
Mostrar mais

14 Ler mais

Utilidade da cultura da ponta de cateter no diagnóstico de infecção neonatal.

Utilidade da cultura da ponta de cateter no diagnóstico de infecção neonatal.

Resultados: Foram estudados 85 cateteres de 63 recém-nascidos. A espécie Staphylococcus epidermidis foi prevalente (75%) nos cateteres. Dos 11 episódios de infecção diagnosticados, oito (72,7%) foram associados aos estafilococos coagulase-negativa, dos quais seis pertenciam à espécie S. epidermidis. Pela curva ROC, o ponto de corte ótimo para o diagnóstico de infecção relacionada a cateter foi 122 unidades formadoras de colônias.

4 Ler mais

A infecção peri natal por Streptococcus agalactiae pode ser evitada

A infecção peri natal por Streptococcus agalactiae pode ser evitada

Resultados: A prevalência da colonização nas grávidas rastreadas na região de Braga foi de 34,9 % [Intervalo de confiança a 95% (IC95%), 31,5 – 38,3%]. No HSM o diagnóstico de infecção neonatal precoce por SGB ocorreu em 9:1000 recém-nascidos. O risco relativo de ocor- rência de infecção perinatal entre os recém-nascidos dos grupos de mães ras treadas e não rastreadas foi de 0,3 [IC95%, 0,27 – 0,32]. Conclusão: O rastreio bacteriológico positivo para colonização materna por SGB associado à adequada profilaxia intraparto reduziu significativamente a infecção neonatal precoce, quando comparado ao grupo de gestantes não rastreadas (p=0,014). Con - sideramos ser recomendável a instituição do rastreio universal das grávidas e a profilaxia adequada quando indicada.
Mostrar mais

6 Ler mais

Relato de detecção de DNA de Chlamydia trachomatis em tecidos de casos de óbito neonatal.

Relato de detecção de DNA de Chlamydia trachomatis em tecidos de casos de óbito neonatal.

Resultados: em cinco casos (35,7%) a presença de DNA de C. trachomatis foi detectada em um ou mais órgãos. Havia infecção neonatal grave em três casos; um deles corres- pondente ao genótipo D de C. trachomatis. Curiosamente, outro caso preencheu os mesmos critérios, porém possuía uma reação em cadeia da polimerase positiva para Mycoplasma hominis, um patógeno conhecido por causar sepse em recém-nascidos. Conclusão: a utilização de técnicas de biologia molecular nos casos de mortalidade infantil precoce mostrou que a C. trachomatis poderia desempenhar um papel no desen- volvimento de infecção grave e no óbito neonatal precoce semelhante ao observado com a Mycoplasma hominis. São necessários estudos adicionais para determinar a patogênese dessa infecção perinatal.
Mostrar mais

8 Ler mais

Mortalidade perinatal de cordeiros no semi-árido da Paraíba.

Mortalidade perinatal de cordeiros no semi-árido da Paraíba.

Como pode ser observado no Quadro 5, as malformações mais freqüentes foram a flexão dos membros anteriores, micrognatia (Fig.1, 2 e 6), fenda palatina primária (lábio leporino) (Fig.1 e 2), fenda palatina secundária (palatosquise) (Fig.3 e 4) e hipoplasia ou aplasia bilateral ou unilateral do osso incisivo (Fig.1, 2 e 5). Os cordeiros com flexão dos membros apresentavam também falta de desenvolvimento (hipoplasia) dos músculos dos membros flexionados (Fig.6). Os cordeiros com aplasia unilate- ral do osso incisivo apresentavam ausência de parte do lábio e palato duro e parte inferior do orifício nasal do mesmo lado (queilosquise, lábio leporino ou fenda palatina primária) (Fig.2 e Fig.5-centro). Os animais com hipoplasia unilateral do osso inci- sivo, que muitas vezes consistia na ausência do processo nasal desse osso, apresentavam somente fenda labial consistindo na falta de parte do lábio (Fig 1). Nos casos de aplasia havia desvio lateral do septo nasal; em conseqüência, não havia oclusão dos dentes incisivos com o maxilar. Nesses casos o osso nasal apre- sentava-se diminuído. Nos animais com aplasia ou hipoplasia Quadro 4. Causas de infecção neonatal em 37 cordeiros
Mostrar mais

8 Ler mais

Validação de conteúdo do protocolo de prevenção da sepse precoce porStreptococcus agalactiae em recém-nascidos.

Validação de conteúdo do protocolo de prevenção da sepse precoce porStreptococcus agalactiae em recém-nascidos.

gestantes, para a pesquisa Estreptococo β-hemolítico do grupo B, como forma de orientar a proilaxia da sepse neonatal. Infelizmente, no Brasil, as estratégias públicas de prevenção e tratamento direcionadas à redução da prevalência da infecção neonatal pelo Estreptococo do grupo B são limitadas, uma vez que a recomendação do rastreio universal para pesquisa de EGB em todas as gestantes entre 35ª e 37ª semanas não consta nos manuais do Ministério da Saúde, restrita a situações especiais, tais como: ruptura prematura de membrana, trabalho de parto prematuro e gestantes portadoras do Vírus da Imunodeiciência Humana (HIV) (15,18) .
Mostrar mais

7 Ler mais

Colonização bacteriana do canal cervical em gestantes com trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura de membranas.

Colonização bacteriana do canal cervical em gestantes com trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura de membranas.

OBJETIVO: estudar a colonização bacteriana do canal cervical em gestantes com trabalho de parto prematuro ou com ruptura prematura de membranas. MÉTODOS: foram avaliadas 212 gestantes com trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura de membranas. Na admissão hospitalar foram coletadas duas amostras do conteúdo endocervical e realizadas bacterioscopia e cultura em meios ágar sangue e ágar chocolate. Foram analisadas associações da colonização endocervical com infecção do trato urinário materno, corioamnionite, utilização de antibióticos, sofrimento fetal, prematuridade e infecção e óbito neonatais. RESULTADOS: a prevalência de colonização endocervical foi 14,2% (IC95%=9,5-18,9%), com resultados similares entre os casos com trabalho de parto prematuro ou ruptura prematura de membranas. O microorganismo mais prevalente na população estudada foi o estreptococo do grupo B (9,4%), sendo também isolados Candida sp, Streptococcus sp, Streptococcus pneumoniae, Escherichia coli e Enterococcus sp. Das bacterioscopias analisadas, os achados mais freqüentes foram baixa prevalência de bacilos de Döderlein e elevado número de leucócitos. Em mulheres colonizadas, houve maior prevalência de infecção do trato urinário (23,8 versus 5,4%; p<0,01), infecção neonatal (25,0 versus 7,3%; p<0,01) e óbito neonatal (dois casos entre as colonizadas; p<0,02), quando comparadas às não colonizadas. CONCLUSÕES: observou-se alta prevalência de colonização endocervical, mesmo sem a utilização de meios de cultura seletivos. O estreptococo do grupo B foi o principal microorganismo isolado, reforçando a necessidade de triagem deste agente na gestação. Um terço das culturas positivas ocorreram por outros agentes. Estudos complementares são necessários para esclarecer a importância destes achados bacteriológicos no canal endocervical e sua associação com complicações gestacionais, sepse e mortalidade neonatais.
Mostrar mais

7 Ler mais

Rev. Bras. Ginecol. Obstet.  vol.27 número7

Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.27 número7

Introdução: O estreptococo do grupo B (EGB) pode ser transmitido verticalmente e causar sérias conseqüências neonatais. No Brasil ainda não foram adotadas estraté- gias de prevenção e tratamento para reduzir a incidência de infecção neonatal pelo EGB, as quais, para serem efe- tivas, devem ser elaboradas com base em conhecimen- tos sobre a prevalência, os fatores associados ao maior risco de colonização e às características fenotípicas do EGB. Objetivo: estabelecer a prevalência da coloniza- ção pelo EGB no trato genital de parturientes, identificar os fatores associados a essa colonização e as caracte- rísticas fenotípicas destes estreptococos. Método: foi realizado um estudo de corte transversal, no período de 11 de novembro de 2003 a 14 de maio de 2004. No mo- mento da admissão para o parto, uma amostra de 316 parturientes do Hospital Universitário de Jundiaí foi submetida à coleta, com swab estéril, de material da região retal e vaginal, para detecção do EGB, por meio de cultura seletiva no meio de Todd-Hewitt. Dados referen- tes aos fatores associados à colonização foram obtidos dos prontuários rotineiramente preenchidos, ou pergun- tados às parturientes e transcritos para a ficha de da- dos. A susceptibilidade a sete antimicrobianos (penicili- na, ampicilina, eritromicina, nitrofurantoína, clindamicina, cefalotina e gentamicina) foi obtida atra- vés da técnica de disco difusão dos antibióticos. As amos- tras foram diferenciadas pela tipagem sorológica e anti-
Mostrar mais

1 Ler mais

Rev. Bras. Ginecol. Obstet.  vol.27 número7

Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.27 número7

Introdução: O estreptococo do grupo B (EGB) pode ser transmitido verticalmente e causar sérias conseqüências neonatais. No Brasil ainda não foram adotadas estraté- gias de prevenção e tratamento para reduzir a incidência de infecção neonatal pelo EGB, as quais, para serem efe- tivas, devem ser elaboradas com base em conhecimen- tos sobre a prevalência, os fatores associados ao maior risco de colonização e às características fenotípicas do EGB. Objetivo: estabelecer a prevalência da coloniza- ção pelo EGB no trato genital de parturientes, identificar os fatores associados a essa colonização e as caracte- rísticas fenotípicas destes estreptococos. Método: foi realizado um estudo de corte transversal, no período de 11 de novembro de 2003 a 14 de maio de 2004. No mo- mento da admissão para o parto, uma amostra de 316 parturientes do Hospital Universitário de Jundiaí foi submetida à coleta, com swab estéril, de material da região retal e vaginal, para detecção do EGB, por meio de cultura seletiva no meio de Todd-Hewitt. Dados referen- tes aos fatores associados à colonização foram obtidos dos prontuários rotineiramente preenchidos, ou pergun- tados às parturientes e transcritos para a ficha de da- dos. A susceptibilidade a sete antimicrobianos (penicili- na, ampicilina, eritromicina, nitrofurantoína, clindamicina, cefalotina e gentamicina) foi obtida atra- vés da técnica de disco difusão dos antibióticos. As amos- tras foram diferenciadas pela tipagem sorológica e anti-
Mostrar mais

2 Ler mais

Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.61 número5

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.61 número5

• Population: records of all births at term, whose fe- tuses were in breech presentation (singleton preg- nancies with a gestational age > 37 weeks) were analyzed, including the period between 1989 and 2004. Between the years 1988-2000, in the absence of contraindications to vaginal delivery (prior ce- sarean delivery, fetal weight estimated at more than 3,600g, biparietal diameter greater than 10 cm, hy- perextension of the fetal head, footling presenta- tion), this option was offered to pregnant women. In the years 2001 to 2004, labor was abandoned in cases of breech presentation, pregnancy being re- solved with scheduling of cesarean delivery. • Outcome: parameters related to neonatal morbi-
Mostrar mais

12 Ler mais

Mortalidade de infantil no município do Rio de Janeiro.

Mortalidade de infantil no município do Rio de Janeiro.

A taxa de mortalidade infantil é considerada indicador síntese da qualidade de vida e do nível de desenvolvimento de uma população. Este artigo analisa a evolução dessas taxas no Município do Rio de Janeiro, no período de 1979 a 2004, e as causas em 2004. Trata de estudo descritivo a par tir do total de óbitos infantis e nascimentos ocorridos, utilizando-se os sistemas de informação produzidos pelo Ministério da Saúde. Para avaliação, segundo causa básica de morte, usou-se a Classificação Internacional de Doenças. As taxas de mortalidade infantil por mil nascidos vivos decresceram de 37,4 em 1979 para 15,1 em 2004, sendo o componente pós-neonatal o principal responsável por este declínio. Em 2004, as principais causas de óbito neonatais foram as afecções perinatais e as malformações congênitas; entre os óbitos pós- neonatais destacaram-se as doenças infecciosas e parasitárias, as causas mal definidas e as doenças respiratórias. Embora tenha sido observada queda da taxa de mortalidade infantil, esta não teve uma redução maior, devido ao pequeno declínio do componente neonatal precoce. Observou-se que a assistência à saúde da criança, no município do Rio de Janeiro, ainda deixa a desejar no que se refere à integralidade da assistência desde o período pré-natal.
Mostrar mais

6 Ler mais

Infecção em idosos internados em instituição de longa permanência.

Infecção em idosos internados em instituição de longa permanência.

Agentes etiológicos foram isolados em 30% das infecções, sendo os prevalentes Escherichia coli, Staphylococcus coagulase negativa e Pseudomonas aeruginosa. Os patógenos descritos na infecção respiratória são Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenza 4 . Em nosso estudo, não foi realizado diagnóstico nessa

4 Ler mais

Rev. paul. pediatr.  vol.27 número1

Rev. paul. pediatr. vol.27 número1

I nfecção hospitalar (IH) em Unidade de Terapia Inten- siva Neonatal (UTIN) é sempre um assunto de extre- ma relevância, especialmente no nosso meio. Não passamos mais de um ano sem ouvirmos, na mídia, relatos dramáticos de surtos e epidemias de IH em unidades neonatais, invariavelmente relacionados à superlotação das unidades e às deiciências grosseiras de recursos humanos e infraestrutura.

2 Ler mais

Influência do tipo de exposição primária e da infiltração eosinofílica no desenvolvimento da imunidade protetora induzida durante a re-infecção de Strongyloides venezuelensis em camundongos.

Influência do tipo de exposição primária e da infiltração eosinofílica no desenvolvimento da imunidade protetora induzida durante a re-infecção de Strongyloides venezuelensis em camundongos.

Durante a infecção por Strongyloides venezuelensis em camundongos, assim como outros nematódeos intestinais, a participação de eosinófilos no mecanismo de proteção bem como na imunopatologia ainda é bastante controversa. Trabalhos anteriores do nosso grupo de pesquisa demonstram que o eosinófilo é uma célula importante no processo de eliminação do S. venezuelensis em casos de infecção primária pelo parasito. Porém, sabe-se

6 Ler mais

Infecção por Chlamydia trachomatis no período neonatal: aspectos clínicos e laboratoriais. Experiência de uma década: 1987-1998.

Infecção por Chlamydia trachomatis no período neonatal: aspectos clínicos e laboratoriais. Experiência de uma década: 1987-1998.

(25%); houve predominância da infecção no sexo feminino (60%); a pneumonia esteve presente em 15 dos 20 RN (75%) e 12 apresentaram associação de conjuntivite e pneumonia. Não houve relação significante entre tipo de parto, idade materna, número de parceiros e a infecção, sendo que o antecedente materno de leucorreia esteve pre- sente em 50% dos casos. O diagnóstico sorológico esteve relacionado com a presença de pneumonia e a pesquisa direta com a conjuntivite. A incidên- cia de conjuntivite por C. trachomatis entre os RN internados com esse diagnóstico durante o perío- do de estudo foi de 17/100 (17%).
Mostrar mais

9 Ler mais

A ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM DA UNIDADE DE TERAPIA  INTENSIVA NEONATAL NA PREVENÇÃO E CONTROLE DA INFECÇÃO  HOSPITALAR

A ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL NA PREVENÇÃO E CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR

Dessa maneira, esta pesquisa pretende contribuir para uma maior reflexão dos profissionais e acadêmicos de enfermagem a cerca da utilização de métodos de prevenção e controle da infecção hospitalar durante os estágios, tendo como finalidade a garantia da segurança de todos os recém-nascidos ali internados. Pois o tema é pouco abordado na matriz curricular em instituições de ensino superior, e em vista disso, o que se aprende durante a vida acadêmcia pareçe insuficiente para aqueles que desejam entrar no mercado de trabalho.
Mostrar mais

18 Ler mais

Tendências da mortalidade infantil no Município de Guarulhos: análise do período de 1971 a 1998.

Tendências da mortalidade infantil no Município de Guarulhos: análise do período de 1971 a 1998.

Verificou-se, portanto, que apesar dos decréscimos observados, no CMI e seus com- ponentes, para que Guarulhos passe a ter um coeficiente de mortalidade infantil compará- vel ao de países desenvolvidos, muito ainda há que ser feito, principalmente no que se refere ao seu componente neonatal. Seria oportuno que fosse realizado um aprofundamento deste trabalho, no sentido de determinar, atualmente, quais são as cau- sas de morte mais importantes no período infantil, além da análise geográfica do coefici- ente de mortalidade infantil e seus compo- nentes em Guarulhos. Pretendeu-se, assim, dar uma visão global do que vem acontecen- do com o coeficiente de mortalidade infantil e seus componentes nas últimas décadas para fundamentar outros estudos que possam res- ponder às questões ainda abertas.
Mostrar mais

15 Ler mais

Triagem neonatal para infecção chagásica congênita: aplicação de análise de classe latente para avaliação dos testes diagnósticos.

Triagem neonatal para infecção chagásica congênita: aplicação de análise de classe latente para avaliação dos testes diagnósticos.

As amostras coletadas foram submetidas primeiramente ao ELISA, em laboratório próprio do Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (NUPAD)/FM/UFMG, utilizando-se o kit comercial Chagatek ELISA (Buenos Aires, Argentina). As amostras com títulos superiores a 0,6 foram consideradas positivas. Todas as amostras com resultado alterado no teste ELISA e 20% das amostras negativas foram submetidas aos testes de IFI e HAI no laboratório de sorologia de doença de Chagas da Fundação Ezequiel Dias (FUNED), Minas Gerais. O teste de IFI foi usado em diversos estudos de triagem neonatal 5 e tem seu uso consagrado. O
Mostrar mais

6 Ler mais

Fatores associados à infecção pelo uso do cateter central de inserção periférica em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.

Fatores associados à infecção pelo uso do cateter central de inserção periférica em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.

feita pelo profi ssional responsável pelo procedimento e a escolha inicial é majoritariamente pelas veias dos membros superiores. A instalação ocorre à beira do leito e busca-se a localização central da ponta do cateter na veia cava su- perior ou inferior. A confi rmação da localização da ponta é feita por radiografi a e o reposicionamento (tração) do cateter acontece quando este se encontra intracardíaco. A manutenção do cateter compreende a troca do cura vo a cada sete dias quando do uso de película transparente ou sempre que houver presença de sujidade, umidade, sangramento ou bordas pouco aderidas. Em algumas si- tuações, especialmente em casos de instabilidade clínica com impossibilidade de instalação de novo cateter, tem- -se a prá ca do reparo mediante a ocorrência da ruptura da porção externa do cateter de silicone, que é re rado o mais rapidamente possível. Entretanto, em geral, o PICC é removido somente ao término da terapia ou na presença de efeitos adversos, com destaque para a infecção, variável de desfecho deste estudo.
Mostrar mais

8 Ler mais

Prevalência da infecção pelo eritrovírus B19 e associações clínicas em crianças com anemia falciforme provenientes da triagem neonatal e acompanhadas no Hemocentro de BeloHorizonte (MG)

Prevalência da infecção pelo eritrovírus B19 e associações clínicas em crianças com anemia falciforme provenientes da triagem neonatal e acompanhadas no Hemocentro de BeloHorizonte (MG)

O eritrovírus B19 (B19V, antes denominado parvovírus B19) é um agente infeccioso comum em humanos e está associado a uma variedade de manifestações clínicas, dependendo do estado hematológico e imunológico do paciente. Em crianças imunocompetentes, a infecção pelo vírus está associada ao eritema infeccioso ou “quinta doença”, geralmente sem gravidade e de cura rápida. No entanto, o vírus pode estar associado a complicações na gravidez, à anemia crônica em indivíduos imunocomprometidos e à crise aplástica transitória em pessoas com doença hemolítica, como a doença falciforme. Nesses casos, a infecção pode levar à queda temporária, porém expressiva, da taxa de hemoglobina, ocasionando quadro de anemia intensa. O eritrovírus B19 tem sido encontrado em até 70% dos casos de crise aplástica. Esta situação geralmente requer transfusões sanguíneas para reverter o quadro de anemia grave. A infecção também pode estar associada a diversas complicações da doença falciforme, como dor, sequestro esplênico agudo, síndrome torácica aguda e acidente vascular cerebral. Considerando que a infecção por B19V é comum na infância, crianças com anemia falciforme constituem população especialmente vulnerável a essa complicação.
Mostrar mais

134 Ler mais

Show all 4729 documents...

temas relacionados