informação sobre saúde ao consumidor

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O DEVER DE INFORMAR O CONSUMIDOR FACE À EMERGÊNCIA DOS PRODUTOS NANOTECNOLÓGICOS

O DEVER DE INFORMAR O CONSUMIDOR FACE À EMERGÊNCIA DOS PRODUTOS NANOTECNOLÓGICOS

A nanotecnologia como plataforma transversal a todas as áreas de conhecimento a partir da manipulação em nanoescala e da alta reatividade das nanopartículas traz alguns impactos paradoxais. Entre as suas problemáticas estão a falta de informação e testes completos sobre os potenciais riscos nanotecnológicos (HESS, 2010). Ao mesmo tempo em que os nanoprodutos e seus derivados acrescem condições favoráveis às pessoas com a promessa de tratamentos de saúde mais eficazes, são apontados, por parte de literatura especializada (AZOULAY, 2014; FOSS HANSEN et al., 2013; HESS, 2010), como capazes de gerar riscos potenciais nocivos à saúde e ao meio ambiente. Embora Saraiva (2014) avalie que potenciais impactos significativos da N&N sejam especulações, pondera que para um cenário de futuro regulatório é fundamental um tratamento transversal da área para o surgimento de uma aplicação de regulação uniforme, considerando as complexidades quanto aos diferentes elementos manipulados em nanoescala. Ainda assim, diante da lacuna regulatória global e harmonizada que ainda permanece em um mercado em que nanoprodutos já circulam, atenta-se para as relações de consumo que podem se tornar mais desequilibradas pelo alto conhecimento técnico embutido nesses produtos, envolvendo o consumidor leigo em transações comerciais que expõem a “população e o ambiente a nanopartículas e compostos com repercussões desconhecidas” (SARAIVA, 2014, p. 485). Regular essa fronteira é um desafio para as diferentes áreas, portanto, incluindo o Direito.
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O DIREITO DE ESCOLHA DO CONSUMIDOR E A NECESSÁRIA INFORMAÇÃO SOBRE ALIMENTOS COM AGROTÓXICOS

O DIREITO DE ESCOLHA DO CONSUMIDOR E A NECESSÁRIA INFORMAÇÃO SOBRE ALIMENTOS COM AGROTÓXICOS

No que tange à saúde, observa-se no Projeto de Lei nº 762, de 17 de março de 2015, apresentado pelo Deputado Ronaldo Carletto, o estabeleci- mento da obrigatoriedade de constar nos rótulos dos produtos a presença de substâncias potencialmente cancerígenas para o consumo humano e animal. Na sua justificativa, Carletto (2015) destaca que a saúde é um direito público subjetivo indisponível, assegurado a todas as pessoas, também trazendo o di- reito à informação, previsto do CDC, indicando ainda que os novos estilos de vida trazem exposição a fatores de risco, “como o consumo de produtos indus- trializados, com excesso de conservantes e agrotóxicos, entre outras substân- cias potencialmente cancerígenas”. O deputado relaciona os dados da OMS que, “em 2012, as neoplasias causaram a morte de aproximadamente 8,2 milhões de pessoas em âmbito global. No Brasil, neste mesmo ano, foram responsáveis por cerca de 98 mil óbitos entre homens e 86 mil entre mulheres” (CARLETTO, 2015).
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BREVES APONTAMENTOS SOBRE O DIREITO FUNDAMENTAL À INFORMAÇÃO TRIBUTÁRIA

BREVES APONTAMENTOS SOBRE O DIREITO FUNDAMENTAL À INFORMAÇÃO TRIBUTÁRIA

AÇÃO  CIVIL  PÚBLICA  –  DIREITO  DO  CONSUMIDOR  –  BEBIDAS  ALCOÓLICAS  –  PROPAGANDA  –  INFORMAÇÕES  SOBRE  RISCOS  E  POTENCIAIS  DANOS  À  SAÚDE  –  OBRIGATORIEDADE – "Ação civil pública. Direito do consumidor. Propaganda de bebidas alcoólicas.  Correta informação acerca dos riscos e potenciais danos que o consumo de bebidas alcoólicas causa  à  saúde.  1.  É  possível  e  exigível  do  Judiciário, impor  determinada  conduta  ao fornecedor,  sem  que  esta esteja expressamente prevista em lei, desde que afinada com as políticas públicas diretamente  decorrentes do texto constitucional, pois traduz­se em dever do Estado, do qual o Judiciário é poder,  de  acordo  com  o  art.  196  da  Constituição.  2.  O  consumo  de  alcoólicos  não  interessa  só  à  comunicação social, propaganda e ao comércio de tais produtos, interessa sob o aspecto da  saúde  pública, da proteção do menor e do adolescente, da segurança veicular, do direito de informação e de  proteção  ao  consumidor.  3.  O  comando  do  art.  9º,  do  Código  do  Consumidor,  indica  os  direitos  básicos  do  consumidor  à  informação  adequada  e  clara  sobre  o  produto  e  sobre  os  riscos  que  apresenta,  sobretudo,  tratando­se  de  produto  potencialmente  nocivo  à  saúde  cuja  informação  deve  ser  feita  de  maneira  ostensiva,  a  despeito  da  Lei  nº  9.294/96  ter  deixado  de  classificar  como  alcoólicas as bebidas com teor menor que 13 graus Gay Lussac, desviando­se das políticas públicas  respectivas.  4.  Assegurado  o  alerta  básico  em  todos  os  comerciais  de  produtos  alcoólicos,  sobre  o  seu  teor  alcoólico,  de  que  o  consumo  de  bebidas  em  excesso  pode  causar  dependência,  não  deve  ser consumido por gestantes  e de que  é proibida a venda para menores de 18 anos. 5. A ABRABE  fica condenada a realizar a publicidade institucional às suas associadas e ao público em geral, em 3  (três)  jornais  de  grande  circulação  nacional,  com  uma  inserção  semanal  durante  seis  meses.  6.  A  União fica condenada a expedir orientação aos seus órgãos sanitários e do consumidor no sentido de  veicular  anúncios  alertando  sobre  os  malefícios  do  consumo  de  bebidas  alcoólicos.  7. Parcialmente  provido o recurso." (TRF 4ª R. – AC 2002.04.01.000611­1 – PR – 3ª T. – Relª Desª Fed. Marga Inge  Barth Tessler – DJU 30.04.2003 – p. 726) 
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A informação ao consumidor e o direito penal: um estudo sobre a legitimidade da intervenção penal nas relações deconsumo

A informação ao consumidor e o direito penal: um estudo sobre a legitimidade da intervenção penal nas relações deconsumo

A proteção ao consumidor é uma das diretrizes da ordem econômica brasileira. O legislador pátrio estendeu ao consumidor a proteção penal de seus direitos e, assim, incriminou atos que lhes são potencialmente lesivos nas relações de consumo. Focam-se neste trabalho as condutas que tornam a informação ao consumidor inidônea e que são incriminadas pelo código de defesa do consumidor brasileiro, especificamente aquelas constantes dos tipos penais descritos nos arts. 63, 64, 66, 67 e 68 de tal diploma legal. Tratam-se de crimes considerados como de mera conduta e de perigo abstrato, que caracterizam antecipação da tutela penal relativamente a ações que antecedem o dano ao consumidor. O objeto da tutela penal referentemente aos crimes de informação inidônea é o direito à informação. Este bem jurídico é classificado como coletivo quanto à sua titularidade. Por ter referente pessoal, coloca-se a serviço da proteção de bens individuais dos consumidores, como a incolumidade física e a incolumidade patrimonial, a saúde e a vida. A intervenção penal nas relações de consumo faz parte do direito penal econômico e, tal como este, suscita discussões doutrinárias variadas. Nesse sentido, a legitimidade de algumas das incriminações ora estudadas é debatida a partir dos princípios constitucionais penais da legalidade, da ofensividade, da intervenção mínima, da insignificância, da culpabilidade e da proporcionalidade. Inicialmente, a origem e as razões do direito à informação são pesquisadas, bem como o seu tratamento jurídico extrapenal. Posteriormente às discussões dogmáticas retroaludidas, é realizado estudo crítico dos tipos penais em espécie. Nesta última fase, apartou-se a análise de elementos pertinentes à parte geral daqueles que se relacionam com a estrutura típica.
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Publicidade: dever de informação ao consumidor e consumo consciente

Publicidade: dever de informação ao consumidor e consumo consciente

informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços. § 2º É abusiva, dentre outras a publicidade discriminatória de qualquer natureza, a que incite a violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial à sua saúde ou segurança. 3º Para efeitos deste código, a publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado de produto ou serviço.
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Logística reversa: como as empresas comunicam o descarte de baterias e celulares?.

Logística reversa: como as empresas comunicam o descarte de baterias e celulares?.

Para a realização dessa etapa, foram feitas visitas presenciais a duas assistências técnicas indicadas por cada empresa (LG, Nokia, Samsung, Motorola e Sony Ericsson) e duas lojas de cada operadora de telefonia celular (Claro, Oi, Tim e Vivo). As assistências técnicas demonstraram não ter preparo para responder a ques- tões sobre programas de LR e descarte de aparelhos e baterias, bem como conhecimento sobre a legislação vigente. Os funcionários das empresas não possuem conhecimento do que é feito com os aparelhos e bate- rias após o descarte. Não existe nenhum tipo de regis- tro do descarte dos aparelhos e baterias após o término de sua vida útil, o procedimento é somente efetuar o depósito na urna ou caixa. As assistências alegam que há uma empresa terceirizada que faz o recolhimento periodicamente, sem determinar a periodicidade de retiradas nem o nome da empresa responsável. Algu- mas das assistências técnicas não continham nenhum tipo de comunicação, nem mesmo local para descarte. Especificamente, uma das assistências técnicas indi- cadas pelas empresas LG e Samsung solicitou que o descarte fosse efetuado na videolocadora do prédio ao lado, pois havia um local para descarte. Nas lojas das operadoras, havia uma urna de 20x20 cm ou uma caixa de plástico de 30x30 cm para o descarte, com um pequeno e discreto aviso indicando, como local para descarte, o próprio recipiente.
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Vulnerabilidade de idosos às quedas seguidas de fratura de quadril.

Vulnerabilidade de idosos às quedas seguidas de fratura de quadril.

7 Paz AA, Santos BRL, Eidt OR. Vulnerabilidade e envelhecimento no contexto da saúde. Acta Paul Enferm. 2006; 19 (32): 338-42. 8 Perracini MC, Ramos LR. Fatores associados a quedas em uma coorte de idosos residentes na comunidade. Rev Saude Publica. 2002; 36(6): 709-16. 9 Rocha MA, Carvalho WS, Zanqueta C, Lemos SC. Estudo epidemiológico retrospectivo das fraturas do fêmur proximal tratados no Hospital Escola da Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. Rev Bras Ortop. 2001; 36(08): 311-16.

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A interiorização da epidemia de HIV/AIDS e o fluxo intermunicipal de internação hospitalar na Zona da Mata, Minas Gerais, Brasil: uma análise espacial.

A interiorização da epidemia de HIV/AIDS e o fluxo intermunicipal de internação hospitalar na Zona da Mata, Minas Gerais, Brasil: uma análise espacial.

As taxas médias de incidência e mortalidade por HIV/AIDS foram reestimadas pela utilização do método bayesiano empírico local. A metodo- logia bayesiana espacial estima taxas corrigidas com base nos valores observados, utilizando-se conceitos de inferência. O estimador Bayes Em- pírico Local inclui efeitos espaciais, calculando a taxa localmente, usando somente os vizinhos geográficos da área na qual se deseja estimar a taxa, convergindo em direção a uma média lo- cal. As taxas corrigidas são menos instáveis, pois levam em conta no seu cálculo não só a informa- ção da área, mas também a informação da sua vizinhança. Se a localidade apresenta uma popu- lação considerável, a taxa apresentará pequena variabilidade e permanecerá praticamente inal- terada quando comparada à taxa bruta. Por outro lado, se a localidade apresentar uma população pequena, a estimativa da taxa bruta terá grande variância e pouco peso será atribuído a essa taxa não estável, tornando a taxa bayesiana mais pró- xima do valor esperado de uma área escolhida ao acaso naquela região 16,17 . Mapas baseados nessas estimativas apresentam, por isso, tendên- cias globais de difusão da epidemia. Os mapas construídos com essas taxas brutas apresentam a ocorrência observada de eventos, a qual pode ter um maior espalhamento, refletindo proces- sos de difusão não necessariamente contínuos no espaço.
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O DIREITO DO CONSUMIDOR NO BRASIL E A CONCRETIZAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS

O DIREITO DO CONSUMIDOR NO BRASIL E A CONCRETIZAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS

asseguram também na Constituição Federal de 1988. São direitos primor- diais e indissociáveis ao mínimo exigível para o desenvolvimento humano e social, impondo limitações ao poder do Estado e sua atuação. Inexistindo tais prerrogativas, os anseios sobre a consagração dos demais elementos que permitam uma vida plena e digna restam prejudicados. Isso posto, a conquista de outros direitos complementares àquele que sequer possui garantias de liberdade e propriedade, ou mesmo de conservação da pró- pria vida, são inertes e pouco convincentes ao meio social que permeiam. Os direitos denominados de segunda dimensão ultrapassam as liberdades e condições mínimas existenciais, adentrando em garantias individuais e coletivas com relação a direitos econômicos, sociais, cultu- rais, à saúde, educação, trabalhistas, entre outros. Necessitam da tutela estatal como sujeito passivo e principal agente de atuação na proteção destes direitos. Em razão do contexto histórico em que se inseriram, pode- -se associar os direitos humanos de primeira dimensão ao ideal francês de liberdade perante o Estado, enquanto os direitos de segunda dimensão manifestam o marco da igualdade ante os governos intervencionistas que outrora predominaram.
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Auditoria aos sistemas de informação hospitalares

Auditoria aos sistemas de informação hospitalares

cos, um documento em papel é muitas vezes mais rentável e mais fácil de utilizar para recolher dados [65]. No entanto, a utilização de um documento em papel requer que os dados, em seguida, sejam introduzidos numa base de dados eletrónica, a m de realizar a análise destes através dos compu- tadores [46]. Para este propósito os investigadores costumam enviar cópias do RC em papel para o centro de dados onde os gerentes de dados os inse- rem na base de dados. Esta rotina em papel tem muitas desvantagens que resultam na inserção de dados errados na base de dados e há também uma maior duração do ensaio clínico especialmente para os maiores, pois mais dados, maior o tempo necessário para a inserção deles num registo eletró- nico [66, 67]. Mesmo sob as melhores circunstâncias, o processo de entrada de dados é preocupante, com a possibilidade de ocorrência de erro, as análi- ses e os resultados dos estudos existentes sobre os dados, serão inuenciados. A recolha de dados, direta, a partir de uma BD eletrónica, reduz a possibi- lidade de erros na entrada dos mesmos, o que pode resultar numa recolha mais ável e consequentemente, uma melhor análise, ou seja uma tomada de decisão mais fundamentada [68]. Além disso, para grandes investigações, a recolha a partir de uma BD eletrónica, facilita a centralização e acesso aos mesmos, podendo ser mais rentáveis [49].
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A gestão da informação por meio do prontuário eletrônico do paciente

A gestão da informação por meio do prontuário eletrônico do paciente

A prática da GI pressupõe analisar estruturas, rever processos, identificar perfis pessoais adequados e, também, montar sistemas de informações (automatizados ou não). Entretanto, para que esses desafios venham a ser superados nas organizações é necessário: a) desenvolver políticas, procedimentos, diretrizes e sistemáticas; b) ajustar os interesses internos da organização visando a um objetivo comum; c) estabelecer prioridades e metas de racionalização para os fluxos e ciclo da informação; d) aperfeiçoar ferramentas de recuperação da informação; e) implantar um programa de aperfeiçoamento na área para os colaboradores. Essas ações são de suma importância, pois somente através de sua implementação é que a organização terá condições de vivenciar e aproveitar estrategicamente os benefícios da GI.
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O comportamento do consumidor organizacional e a influência da tecnologia da informação:...

O comportamento do consumidor organizacional e a influência da tecnologia da informação:...

Thomas (1984) realizou um trabalho sobre os relacionamentos internos de participantes chaves dentro do centro de compras. A importância no trabalho está na identificação de expectativas informais e determinantes não relacionados diretamente à tarefa de compras que influenciam a decisão de compras das empresas. No estudo foram avaliadas bases de poder que tendem a moldar processos de influência interpessoal em centros de compras para três participantes chaves do centro de compras em uma situação de nova compra. A influência foi medida pela percepção dos respondentes sobre influência, sobre uma mudança esperada no comportamento dos participantes do centro de compras devido esta influência (esta foi a variável dependente do trabalho). Como variável independente foram utilizadas as características dos participantes de um centro de compras. A pesquisa foi desenvolvida com 144 respondentes de 144 organizações (predominantemente empresas americanas do setor químico e farmacêutico). O autor encontrou que o poder do especialista é a base dominante para mudar as preferências de outros membros no centro de compras, este poder superou as outras bases de poder dentro do centro de compras, como autoridade e composição departamental, o autor discute que a base dominante do especialista deve estar relacionada às incertezas do processo de compras (incerteza de necessidade, incerteza técnica, incerteza de mercado, incerteza de aceitação e incerteza de transação), e que tais incertezas podem ser reduzidas por meio de informações com maior crédito, sendo que essas informações podem ser obtidas de especialistas dentro da organização.
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Saneamento, saúde e o bolso do consumidor

Saneamento, saúde e o bolso do consumidor

Unid.Federação Palmas Macapá Aracaju Campo Grande Curitiba Belo Horizonte Vitória João Pessoa Natal Porto Alegre Florianópolis Recife Brasília São Paulo Goiânia Salvador Boa Vista Rio de[r]

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Considerações sobre o sistema de informação no setor saúde.

Considerações sobre o sistema de informação no setor saúde.

Dando continuidade a essa meta, foi realizada em Brasília, entre 27 de agosto e 6 de setembro, a Primeira Reunião de Chefes de Programas do Sistema de In- formação no Setor Saúde, com re[r]

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Internet na promoção da saúde: um instrumento para o desenvolvimento de habilidades pessoais e sociais.

Internet na promoção da saúde: um instrumento para o desenvolvimento de habilidades pessoais e sociais.

Resumo: O desenvolvimento de habilidades pessoais e sociais, no sentido da aquisição de maior controle e maior poder de decisão (Empowerment), é considerado estratégia de fundamental importância na promoção da saúde. O acesso à informação é uma das bases para tal. Muito vem sendo dito e escrito sobre o imenso potencial da internet, estudos apontam-na como um instrumento especial para obtenção de informação e de capacitação, tanto individual, quanto comunitária. Este texto se apoia na literatura científica nacional e internacional sobre promoção da saúde, informação e saúde na internet e divisão/exclusão digital, com o objetivo de discutir a possibilidade de utilização da rede como recurso em projetos voltados para a promoção da saúde, apontando pontos positivos e possíveis barreiras, com destaque para a questão da divisão/exclusão digital de boa parte da população brasileira. Os autores consideram que a internet pode vir a ser uma grande aliada na construção de projetos de promoção da saúde. No entanto, no desenvolvimento desses projetos, é fundamental considerar os potenciais riscos e compreender que as estratégias e programas na área da promoção da saúde precisam se adaptar às necessidades e possibilidades de cada local e levar em conta as diferenças sociais, culturais e econômicas.
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O CONHECIMENTO SOBRE O MEDICAMENTO E A LITERACIA EM SAÚDE. UM ESTUDO EM ADULTOS UTENTES DE FARMÁCIAS DO CONCELHO DE LISBOA

O CONHECIMENTO SOBRE O MEDICAMENTO E A LITERACIA EM SAÚDE. UM ESTUDO EM ADULTOS UTENTES DE FARMÁCIAS DO CONCELHO DE LISBOA

(maiores taxas de leitura, escrita ou cálculo predomi- nam nos indivíduos com elevados níveis de literacia), e ainda a obtenção e a compreensão da informação. Na amostra estudada, a leitura e o cálculo relativos ao medicamento foram as competências de literacia em saúde mais utilizadas e a escrita a competência menos utilizada. Estes resultados são consistentes com Estudo Nacional de Literacia, em que a escrita é também a prática menos presente no quotidiano dos indivíduos ou mesmo ausente nos indivíduos com baixos níveis de literacia 17 . 4.2.1. Leitura A leitura de materiais escritos sobre saúde ou medica- mentos foi referida pela maioria dos respondentes – 87,9 por cento –, embora 38,2 por cento tenham referido ler raramente. Considerando os diferentes materiais infor- mativos escritos disponíveis – folhetos, revistas, jornais, livros e Internet –, a frequência de leitura declarada por 42 por cento dos participantes revela uma preferência pelo suporte do tipo folheto. Este formato corresponde, de uma forma geral, a um conteúdo pouco extenso ou pouco aprofundado, logo de leitura rápida. Sendo obrigatória a inclusão do FI para o doente na em- balagem do medicamento, foi importante perceber em que medida os utilizadores de medicamentos usam este suporte escrito e se consideram a sua utilização fácil. A leitura do FI é feita pela grande maioria – 92,3 por cento – dos respondentes, embora 20,2 por cento só o façam às vezes e 12,9 por cento raramente. Este valor é superior ao encontrado no Estudo Nacional de Literacia, no qual 68,2 por cento dos inquiridos referem ler a informação das caixas e folhetos de medicamentos 17 . Cerca de 53 por cento dos respondentes referiram ser fácil ou muito fácil localizar informação, ler o texto do folheto e compreender o seu conteúdo. A média obtida a partir destas três componentes foi de 3,4 (escala de «1 = nada fácil» a «5 = muito fácil»). Este re- sultado é idêntico ao encontrado por Nathan et al em 2007 (56,2 por cento). Este resultado é obtido mediante Variação (Constant) 7,575 ,000
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Rev. bras. estud. popul.  vol.26 número1

Rev. bras. estud. popul. vol.26 número1

Na tentativa de controlar o efeito de possíveis vieses introduzidos pelo uso de informante secundário, alguns artigos têm incluído a variável “respondido por proxy” na análise multivariada (DACHS, 2002; BARROS; CESAR; CARANDINA; TORRE, 2006), ou têm analisado separadamente as respostas dadas pelo sujeito índice e pelo informante secundário, comparando o resultado destas análises para avaliar possíveis diferenças nas associações investigadas (LIMA-COSTA et al., 2007; TAVARES; GUIDERRI, 2008). Po- rém, essas estratégias não permitem afirmar se a informação obtida pelo informante subs- tituto introduz viés e, ainda, qual a magnitude e direção desse possível viés.
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Articulando perspectivas teóricas para analisar a informática em saúde no Brasil.

Articulando perspectivas teóricas para analisar a informática em saúde no Brasil.

No Brasil, os primeiros SIS serviram para con- trolar o faturamento apresentado por prestadores de saúde credenciados ao Instituto Nacional de Previdência Social (Inamps) (Oliveira; Fleury, 1989; Moraes, 1994). Nesse período, já se relatava a existência de diversos SIS, o que levava a uma frag- mentação das fontes de informação (Moraes, 1994). Com o estabelecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) também foi instituído o Sistema Nacional de Informações em Saúde (SNIS), cuja organização coube ao Ministério da Saúde (MS), em parceria com estados e municípios. Desse modo, a gestão descentralizada, fundamento básico do SUS, orientou ações objetivando prover SIS aos estados e municípios.
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Informação, Saúde e Redes Sociais: diálogos de conhecimentos nas comunidades da Maré :: Brapci ::

Informação, Saúde e Redes Sociais: diálogos de conhecimentos nas comunidades da Maré :: Brapci ::

O capítulo que se segue retoma uma experiência de interlocução e ação colaborativa entre o setor acadêmico e pessoas e lideranças de uma das comunidades da Maré, inserida no ELOS – Núcleo de Estudos Locais em Saúde, vinculado à Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fiocruz. Num processo que tem sido cres- cente, mas que ainda não é usual no mundo acadêmico, convergem algumas iniciativas de pesquisa e interven- ção comunitária em saúde, dando origem a um projeto de monitoramento civil da situação de saúde local, o Observatório de Saúde, cujo canal de comunicação e veiculação de informações principal era uma página na internet – e, por isso, o capítulo se refere às janelas para o conhecimento. O relato evidencia um conjunto de ati- vidades, propostas, mediações, dificuldades e mudanças, inclusive no entendimento consensual pelos participantes com referencia ao lugar epistemológico da proposta – o que é observar, e quem observa o que, afinal? A articu- lação entre pesquisa e intervenção deu origem a diversos estudos e avanços conceituais, e ao amadurecimento do grupo no sentido de encontrar no termo “interface” a expressão mais adequada à intencionalidade de articu- lação e construção compartilhada de saberes em saúde. Em que pesem os limites da comunicação virtual, e a aparente volatilidade dos projetos, que se encerram após o esgotamento de fontes de financiamento e das formas de gestão, conclui-se que esta provisoriedade pode ser compreendida como fruto da flexibilidade e reinvenção constantes das formas de organização coletiva e das redes sociais locais, e que não há perdas nos processos de transição para outras iniciativas.
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