Instituições hospitalares - Gerenciamento

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Gerenciamento dos resíduos sólidos em serviços de saúde em instituições hospitalares no município de Campina Grande, á luz da história oral.

Gerenciamento dos resíduos sólidos em serviços de saúde em instituições hospitalares no município de Campina Grande, á luz da história oral.

Esta pesquisa aborda a questão ambiental, no que tange à problemática do gerenciamento dos resíduos em serviços de saúde e teve como objetivo principal, conhecer a gestão dos resíduos em serviços de saúde em duas instituições hospitalares no município de Campina Grande-PB: Hospital Antônio Targino e o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande Dom Luiz Gonzaga Fernandes, à luz da história oral. Tratou-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa, de tipologia descritiva e comparativa, que foi subsidiada a partir da estratégia da História Oral Temática, uma interface da História Oral. A partir dos relatos de 10 funcionários das duas instituições pesquisadas, envolvidos no processo de gerenciamento dos resíduos sólidos das instituições pesquisadas. Os entrevistados, expressaram seus sentimentos, suas idealizações, além das suas experiências com o tema proposto, onde foi encontrado o tom vital das narrativas. As entrevistas passaram pelo processo de transcrição, textualização, transcriação e conferência, e após esta última etapa, foi encaminhado aos colaboradores para a conferência. A discussão do material foi guiado pelo tom vital das narrativas, e pela identificação de três eixos temáticos: Resíduos Sólidos em Serviços de Saúde: importância e impasses do gerenciamento em ambiente hospitalar; Recortes histórico-legais do gerenciamento dos resíduos sólidos em serviços de saúde, na visão dos atores envolvidos no processo; análise comparativa do gerenciamento dos resíduos em serviços de saúde em ambiente hospitalar público e privado. Os discursos revelaram que alguns colaboradores não conhecem os resíduos dos serviços de saúde, além de demonstrarem que no passado não havia preocupação com o manejo dos mesmos. É importante destacar, que atualmente há uma preocupação em realizar o gerenciamento dos resíduos, de forma preconizada pelos órgãos ambientais, para que danos a saúde da população e ao meio ambiente sejam reduzidos. Foi verificado que existem diferenças significativas quanto ao gerenciamento destes resíduos em ambiente hospitalar privado e público. A pesquisa verificou o empenho de ambas as instituições, na busca pela melhoria de seu gerenciamento com os resíduos sólidos, porém, muito ainda pode ser feito pelos resíduos e pelas pessoas que dependem destes resíduos para a sua sobrevivência.
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A SEGURANÇA DO PACIENTE EM INSTITUIÇÕES HOSPITALARES: AÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

A SEGURANÇA DO PACIENTE EM INSTITUIÇÕES HOSPITALARES: AÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

Portanto, a avaliação contínua dos resultados deve ser priorizada na prática, desde a alta direção aos profissionais da assistência direta, com o intuito aliar as tecnologias a uma estrutura física, humana e organizacional em qualidade e quantidade que garanta a promoção da cultura de segurança no hospital e a satisfação dos colaboradores, pacientes e familiares. Tal investimento deve levar em consideração aspectos relacionados ao gerenciamento com pessoas, jornadas de trabalho exequíveis, remuneração adequada e estabelecimento de bom relacionamento interpessoal por meio de incentivo à comunicação efetiva e ao trabalho em equipe (OLIVEIRA et al., 2014).
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Os reflexos da gestão pela qualidade total em instituições hospitalares brasileiras.

Os reflexos da gestão pela qualidade total em instituições hospitalares brasileiras.

No que concerne aos recursos humanos, tal pesqui- sador destaca que a principal mudança observada foi a implementação do conceito de gerenciamento participativo com desenvolvimento de comprometimen- to e responsabilidades individuais. A reestruturação do quadro de pessoal foi conseqüentemente iniciada com a criação de funções de supervisão sobre os pontos críti- cos, além da adoção de uma política educativa em subs- tituição à punitiva. A ênfase em considerar que os erros estão relacionados ao sistema e não somente aos indiví- duos propiciou condições para que se pudesse estabele- cer o novo padrão cultural de registro e análise de ocor- rências adversas, de verificação e checagem dos resul- tados incongruentes, bem como o estudo do processo de produção dos serviços de maneira geral.
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Uma investigação do uso da contabilidade de custos em instituições hospitalares de Teresina (PI)

Uma investigação do uso da contabilidade de custos em instituições hospitalares de Teresina (PI)

Na opinião de Falk (2001), os sistemas de apuração de custos são considerados como o componente do sistema de informação mais importante para a análise gerencial e tomada de decisões estratégicas nas instituições hospitalares. Para este autor, informação mais detalhada sobre custos oferece maior esclarecimento sobre seu comportamento e variáveis que o influenciam nos diversos serviços do hospital, permitindo melhor gerenciamento dos custos. Um sistema de contabilidade de custos facilita um controle mais preciso dos mesmos para fins de diminuição ou substituição de itens mais onerosos na composição dos custos, assim como melhor análise de lucratividade, estabelecimento de taxas de serviço, planejamento estratégico e gerenciamento do pessoal em termos de produtividade e perfis operacionais de atendimento.
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Estudo Sobre Métodos de Custeio Em Instituições Hospitalares

Estudo Sobre Métodos de Custeio Em Instituições Hospitalares

No sistema de custeio por absorção os custos totais são divididos em diretos e indiretos e estes últimos rateados de acordo com critérios específicos, fazendo com ele seja o mais simples de todos os apresentados. Sua metodologia é de fácil aplicação, porém seus resultados são limitados ao atendimento da legislação societária. No sistema de custeio direto, apenas os custos variáveis são apropriados à produção do período, os custos fixos são levados diretamente para o resultado. O Custeio Variável não é aceito pela Auditoria Externa e pela legislação do Imposto de Renda, mas é o mais indicado para fins decisoriais. O sistema de custeio baseado em atividades (ABC) aplaca as distorções pela forma como trata os custos fixos e também se propõe ao gerenciamento de custos para tomada de decisões, uma vez que disponibiliza informações mais seguras a respeito dos custos das atividades, tornando-se desta forma o mais indicado para essas instituições.
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Atividades do enfermeiro de Centro de Material e Esterilização em instituições hospitalares.

Atividades do enfermeiro de Centro de Material e Esterilização em instituições hospitalares.

Inicialmente atribuía-se ao CME as ativi- dades de processar, armazenar e distribuir os artigos e instrumentais odonto-médico-hospita- lares, utilizando para isso diversos instrumentos de trabalho (equipamentos, materiais, técnicas, normas, comunicação, conhecimentos cientíicos, educação em serviço, gerenciamento, etc.). Entre- tanto, atualmente veriica-se que vai além, pois tem a inalidade de realizar o cuidado indireto por meio da disponibilização de artigos seguros que auxiliem o cuidado direto prestado por outros setores (unidades consumidoras) para atender as necessidades de saúde dos clientes. 4
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Implantação de sistemas da qualidade em instituições hospitalares: implicações para a enfermagem.

Implantação de sistemas da qualidade em instituições hospitalares: implicações para a enfermagem.

Do mesmo modo, identificamos diferentes compor- tamentos dos dirigentes daquela instituição hospitalar. Nela existiam duas enfermeiras envolvidas mais direta- mente com a alta administração da instituição, e que manifestavam atitudes diferenciadas na condução da implementação dos processos da qualidade. Antes, que- remos registrar que não realizamos nenhum julgamento de valor sobre essas enfermeiras, até porque ambas ti- nham desempenhos que atendiam plenamente o princí- pio da finalidade da profissão, que é “cuidar”. Nossa análise é direcionada para a forma de conduzir e pensar o princípio de gestão de pessoas e a questão dos aspec- tos humanos da qualidade nos processos da instituição. Uma delas valorizava principalmente os processos de gerenciamento na dimensão custo/benefício, alta tecnologia, eficiência e produtividade. Dentro dessa vi- são, a instituição hospitalar passa a ter apenas como meta principal o resultado material, a partir do aumento da produtividade dos funcionários, especialmente os da en- fermagem, que têm a sua carga de trabalho aumentada consideravelmente, sem nenhum benefício, inclusive o financeiro. Além do mais, essa carga de trabalho exaus- tiva da enfermagem, decorrente da exigência do aumen- to da produtividade, fragiliza esses profissionais, na me- dida em que eles não têm as oportunidades de construir e conquistar o desenvolvimento humano que permita a sua renovação, transformação e libertação de toda essa opressão. Vale considerar, neste aspecto, que a educa- ção, no sentido mais amplo, oferece a oportunidade de emancipação, da “formação da competência humana na história, a cidadania” (7)
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Avaliação da Utilização da Tecnologia da Informação no Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Hospitalares.

Avaliação da Utilização da Tecnologia da Informação no Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Hospitalares.

A definição do universo da pesquisa consistiu nos 25 hospitais localizados na cidade de Uberlândia-MG, sendo 17 (dezessete) hospitais privados e 08 (oito) hospitais públicos, incluindo o hospital Universitário. Como critério para a seleção dos hospitais foi adotado o número de leitos disponíveis para internação, que caracterizou hospitais de pequeno, médio e grande porte. A amostra constituiu dos 20 (vinte) hospitais que se dispuseram a responder o instrumento de pesquisa. O instrumento utilizado para a coleta dos dados foi o questionário composto de 20 (vinte) perguntas que possibilitavam respostas fechadas, assinalando as respostas escolhidas, enviado via e-mail (eletronic mail) ou entregue pessoalmente aos responsáveis pelo setor de suprimentos das instituições hospitalares que compuseram a população alvo.
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Cultura de segurança do paciente em instituições hospitalares na perspectiva da enfermagem.

Cultura de segurança do paciente em instituições hospitalares na perspectiva da enfermagem.

Recomendamos ainda o desenvolvimento de no- vos estudos nas instituições, relacionados à segurança do paciente, para um melhor detalhamento e um olhar focado nas diferentes áreas, e com abrangência da equi- pe multiprofissional, pois o estudo apresenta limitações por avaliar somente a equipe de enfermagem e por não realizar correlações entre o número de pacientes assisti- dos com os domínios, bem como com as características sociodemográficas.

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Educação permanente de profissionais de saúde em instituições públicas hospitalares.

Educação permanente de profissionais de saúde em instituições públicas hospitalares.

Esta se refere à articulação das ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde; à apreensão amplia- da e contextualizada das necessidades de saúde dos usuários e população e à orga[r]

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Cuidados comunitários e cuidados hospitalares : centrados nas instituições ou no doente?

Cuidados comunitários e cuidados hospitalares : centrados nas instituições ou no doente?

Com o objectivo de conter o crescimento dos custos com a saúde têm sido ensaiadas algumas medi- das de carácter essencialmente político, nomeadamente: i) a mudan- ça do foco de atenção dos hospitais para os cuidados primários; ii) a con- tenção dos orçamentos hospitalares e iii) o favorecimento, mais ou menos explícito, da Clínica Geral a vários níveis. Estas experiências têm-se revelado, contudo, pouco efectivas na resolução do problema 1,2 .

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Padronização de informação para um sistema de gerenciamento de equipamentos medico-hospitalares

Padronização de informação para um sistema de gerenciamento de equipamentos medico-hospitalares

Reuniões junto à equipe de engenharia permitiram entender dos usuários que desempenham papel gerencial todas as necessidades e requisitos para um melhor gerenciamento: cada usuário expôs suas dificuldade no levantamento de informações e requisitos que os ajudariam em seu papel gerencial dentro do processo de manutenção. O passo seguinte se concentrou no estudo das rotinas realizadas no CEB, para que fossem definidas quais as informações que estavam sendo perdidas e que se queria recuperar (focando a divisão empírica e sistêmica das informações). Com isso foi identificado que as necessidades de gerenciamento convergiam para as informações chamadas de “administrativas” ou “gerenciais” como: tempo entre ações, freqüência de cobranças, freqüência de determinadas ações, motivos de retornos, motivos de tomadas de decisões, etc. A Figura 7 mostra um resultado parcial encontrado nas buscas no arquivo de informações das OSs do ano de 2002, feitas da mesma forma como a apresentada na Tabela 7. As colunas de maior amplitude referem-se ao setor de Suprimentos (SUP), orçamentos, aquisição (PAI – pedido de aquisição interna) e itens relacionados a serviços externos (previsão, conserto externo, cotação).
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Gerenciamento de tecnologia para saúde = classificação de equipamentos médico-hospitalares

Gerenciamento de tecnologia para saúde = classificação de equipamentos médico-hospitalares

peças + custo de serviços terceirizados) foi obtido diretamente do banco de dados do CEB, associado a cada OS. Uma estimativa do custo operacional (custo por atividade) das OS foi feita com base em trabalho anterior (ROCHA, 2005). Apesar desta ser uma solução relativamente simples e tecnicamente viável para a obtenção dos indicadores até hoje a maior parte dos serviços de EC não apresentam condições de suprir dados como estes para uma análise confiável. É evidente a necessidade de padronização da informação em nível nacional para atender à possibilidade de comparação entre as diferentes equipes e instituições. Esforços, neste sentido, vem sendo feitos no CEB e DEB da UNICAMP (EBOLI, 2005).
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CONTROLE E GERENCIAMENTO DE CUSTOS PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO

CONTROLE E GERENCIAMENTO DE CUSTOS PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO

Conclui-se através deste trabalho, a viabilidade do desenvolvimento de um sistema de controle de custos em empresas prestadoras de serviços, em especial as Instituições de Ensino. Através da utilização de princípios de vários sistemas de custeio, foi possivel o desenvolvimento de uma estrutura prática e funcional. No caso estudado, obteve-se através da estrutura criada, informações como: custo dos serviços prestados, das pesquisas desenvolvidas, dos eventos realizados, dos setores administrativos e acadêmicos, das atividades realizadas por estes setores e ainda se poderá em confronto com as receitas operacionais conhecer os resultados operacionais de cada derviço prestado.
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Avaliação de feridas pelos enfermeiros de instituições hospitalares da rede pública.

Avaliação de feridas pelos enfermeiros de instituições hospitalares da rede pública.

Objetivos: averiguar os aspectos considerados pelos enfermeiros no processo de avaliação de feridas; identiicar os recursos materiais utilizados para proceder à avaliação; investigar o[r]

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Produção de nutrição parentérica: a realidade de seis instituições hospitalares portuguesas

Produção de nutrição parentérica: a realidade de seis instituições hospitalares portuguesas

Limpeza e desinfecção dos equipamentos.. ASPEN – Safe Practices for Parenteral Nutricion. Journal of Parenteral and Enteral Nutrition. United States of America. 2004;  American Society[r]

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A controladoria em instituições hospitalares

A controladoria em instituições hospitalares

Inserindo esta figura profissional na instituição hospitalar, observam-se os vários setores de atuação do mesmo, pois muitos setores dependem exclusivamente da prestação dos serviços de outras organizações/convênios isto justifica a complexidade das atividades de controladoria no hospital .Essas situações exigem muita diplomacia e sabedoria do serviço de controladoria e representa um grande desafio alem de preocupar-se com a receita e as despesas da Instituição. As despesas hospitalares não podem parar de uma hora para outra como em determinadas organizações que possuem outras características, pois essa depende do atendimento de pessoas enfermas e que estão em estado, muitas vezes, de extrema vulnerabilidade situação esta que por questões éticas profissionais, não permite desocupar um hospital de forma brusca porque esta em prejuízo ou passando por uma crise financeira. Assim a Controladoria esta frente a todas as situações da organização hospitalar e deve estar ciente de todos o contato financeiro tanto o que tem a pagar como o que tem a receber.
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O GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS HOSPITALARES: UM ESTUDO DE CASO NO HEMOCENTRO DE ARAGUAÍNA

O GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS HOSPITALARES: UM ESTUDO DE CASO NO HEMOCENTRO DE ARAGUAÍNA

Para isso, pretende-se identificar a aplica- ção das normas regulamentadoras da Agência Na- cional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e da Políti- ca Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), detectar o conhecimento dos integrantes do objeto de es- tudo, no que se refere ao gerenciamento dos resí- duos sólidos hospitalares e diagnosticar de forma geral as dificuldades e vantagens da implantação deste. Pois a implantação da PNRS na prática trará benefícios ao meio ambiente e as pessoas, onde ajudará no gerenciamento mais eficaz dos resídu- os sólidos que são tão nocivos ao meio ambiente. Contudo, sua aplicação na prática pode-se enfren- tar dificuldades se não houver por parte dos mu- nicípios os Planos Municipais de Resíduos Sólidos.
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Uma solução para o gerenciamento inteligente de processos hospitalares utilizando a tecnologia de Workflow

Uma solução para o gerenciamento inteligente de processos hospitalares utilizando a tecnologia de Workflow

Para coleta de dados e validação desta pesquisa foi construído um sistema denominado Medical Workflow Management System. Ele foi desenvolvido baseado em técnicas administrativas e de controles auxiliados por conceitos de inteligência artificial e tecnologias de comunicação com o intuito de melhorar o fluxo de informações dentro do ambiente hospitalar, ajudando médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares na definição e execução dos procedimentos hospitalares. Sua maior motivação está baseada na possibilidade de se obter a gerência inteligente de fluxos de trabalho com base em um robusto sistema de informação.
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Gerenciamento dos resíduos de serviço de saúde: biossegurança e o controle das infecções hospitalares.

Gerenciamento dos resíduos de serviço de saúde: biossegurança e o controle das infecções hospitalares.

co na área da saúde está centrado na discussão em tor- no de ações preceptivas que ocorrem a partir da iden- tificação de exposição a fatores de risco, nas ações dirigidas à riscos ocupacionais, nos controles e segu- rança de produtos industrializados e na percepção do público a cerca dos mesmos. O risco epidemiológico está voltado à saúde pública, e com referencias em con- texto ambiental, neste caso, abordando os riscos pro- vocados por exposições à resíduos, inclusive radiativos, poluentes tóxicos e outros subprodutos de atividades econômicas e sociais, acrescentando à exposição aos agentes biológicos que tem provocado o temor das infecções ditas “hospitalares”. Em paralelo, também existe o risco individual, estando vinculado à compor- tamentos pessoais e locais 1 .
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