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Ministério dos Negócios Estrangeiros: tradução dos instrumentos internacionais bilaterais e multilaterais

Ministério dos Negócios Estrangeiros: tradução dos instrumentos internacionais bilaterais e multilaterais

próximo da teoria de “foreignization” descrita por Venutti (2008) em The Translator’s Invisibility: A History of Translation. A outra teoria descrita na mesma obra do Venutti e que se adapta mais à tradução dos instrumentos jurídicos é a “domestication” por oposição à “foreignization”. Apesar de a tradução jurídica ser diferente da tradução literária onde se recorre mais aos métodos de tradução clássicos tais como os métodos descritos pelo Vinay e Darbelnet na sua mais conhecida obra Stylistique comparée du français et de l’anglais (1958), no MNE, é a “domestication” que prima na tradução dos instrumentos internacionais bilaterais e multilaterais e isso porque é da transferibilidade do texto na cultura de chegada de que é questão. Em nome desta transferibilidade, é fundamental ter um conhecimento pelo menos básico do Direito Internacional Público e ou saber encontrar e analisar a informação necessária quando é preciso, bem como conhecer a cultura jurídica de chegada. Sendo os documentos traduzidos no MNE mais relacionados com os instrumentos jurídicos, o acento é posto na precisão, na conformidade, na homogeneização, na qualidade do resultado final e sobretudo na mensagem transmitida. A tradução filológica, ou seja, a postura do Schleiermacher (2011) de levar o leitor final ao texto de partida não é o que prima na tradução jurídica.
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INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS DOS DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS: O DIREITO À CONSULTA PRÉVIA EFETIVA

INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS DOS DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS: O DIREITO À CONSULTA PRÉVIA EFETIVA

O objetivo do presente estudo é discorrer sobre os instrumentos de proteção internacional aos povos indígenas como forma de garantir a autonomia e a cultura destes povos. Apesar de não proporcionarem a proteção ideal, os tratados e convenções internacionais constituem a mais importante ferramenta para a preservação da cultura e dos direitos dos povos indígenas, portanto, devem ser considerados e respeitados pelos Estados nacionais e ao mesmo tempo aperfeiçoados em seu alcance e abrangência. Inicialmente, o artigo trata do encontro histórico entre os europeus e os nativos americanos e a percepção destes povos no imaginário europeu e na visão antropológica. Posteriormente, abordou-se o histórica da proteção dos povos indígenas e por fim a concepção de pluralismo jurídico e sua relação com o direito à consulta prévia. Para a realização do presente estudo, além da consulta aos arquivos oficiais das Nações Unidas e de outras instituições internacionais e interestatais disponíveis em bancos de dados eletrônicos, buscou-se fundamentar com autores renomados na área da antropologia como Darcy Ribeiro e Gilberto Freyre, bem como juristas como Miguel Reale. Espera-se com este artigo despertar conscientização sobre a necessidade de se efetivar os instrumentos internacionais de proteção aos povos indígenas e proporcionar esclarecimentos sobre o tema e assim alertar sobre a importância de se preservar a diversidade cultural e a autonomia dos povos indígenas que tanto foi prejudicada pelo processo de assimilação pelos invasores europeus.
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CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE POR OMISSÃO A responsabilidade do Presidente da República na efetividade dos instrumentos internacionais de Direitos Humanos DOUTORADO EM DIREITO CONSTITUCIONAL

CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE POR OMISSÃO A responsabilidade do Presidente da República na efetividade dos instrumentos internacionais de Direitos Humanos DOUTORADO EM DIREITO CONSTITUCIONAL

PRISÃO CIVIL DO DEPOSITÁRIO INFIEL EM FACE DOS TRATADOS INTERNACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS. INTERPRETAÇÃO DA PARTE FINAL DO INCISO LXVII DO ART. 5o DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988.POSIÇÃO HIERÁRQUICO-NORMATIVA DOS TRATADOS INTERNACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO. Desde a adesão do Brasil, sem qualquer reserva, ao Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (art. 11) e à Convenção Americana sobre Direitos Humanos – Pacto de San José da Costa Rica (art. 7º, 7), ambos no ano de 1992, não há mais base legal para prisão civil do depositário infiel, pois o caráter especial desses diplomas internacionais sobre direitos humanos lhes reserva lugar específico no ordenamento jurídico, estando abaixo da Constituição, porém acima da legislação interna. O status normativo supralegal dos tratados internacionais de direitos humanos subscritos pelo Brasil torna inaplicável a legislação infraconstitucional com ele conflitante, seja ela anterior ou posterior ao ato de adesão. Assim ocorreu com o art. 1.287 do Código Civil de 1916 e com o Decreto-Lei n° 911/69, assim como em relação ao art. 652 do Novo Código Civil (Lei n° 10.406/2002). […] (RE 349703. Relator: Min. Carlos Ayres Britto)
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O Direito da Famlia e dos Menores em Angola: Organizao Judiciria  Direito Interno  Instrumentos Internacionais

O Direito da Famlia e dos Menores em Angola: Organizao Judiciria Direito Interno Instrumentos Internacionais

4, do artº 99º, do citado diploma. Ou seja, designará, então, data para conferência de pais podendo ser alcançado acordo quanto ao novo regime de regulação do exercício da autoridade pa[r]

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DAS COTAS LEGAIS À RESSIGNIFICAÇÃO CULTURAL  Raquel De Lima Mendes, Josemar Figueiredo Araújo

DAS COTAS LEGAIS À RESSIGNIFICAÇÃO CULTURAL Raquel De Lima Mendes, Josemar Figueiredo Araújo

Na esfera internacional, uma primeira vertente de instrumentos internacionais nasce com a vocação de proporcionar uma proteção geral, genérica e abstrata, refletindo o próprio temor da diferença (que na era Hitler foi justificativa para o extermínio e a destruição), percebe-se, posteriormente, a necessidade de conferir a determinados grupos uma tutela especial e particularizada, em face de sua própria vulnerabilidade. Isso significa que a diferença não mais seria utilizada para a aniquilação de direitos, mas ao revés, para a promoção de direitos. Destacam-se, assim, três vertentes no que tange à concepção da igualdade: a) a igualdade formal, reduzida à fórmula “todos são iguais perante a lei” (que, ao seu tempo, foi crucial para abolição de privilégios); b) a igualdade material, correspondente ao ideal de justiça social e distributiva (igualdade orientada
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A nomogênese tridimensional do direito à alimentação na carta internacional das Nações...

A nomogênese tridimensional do direito à alimentação na carta internacional das Nações...

Hurst Hannum 60 fez uma pesquisa sobre o estado da arte da Declaração nos direitos doméstico e internacional no início dos anos 1990. Sua sentença de abertura reconhece a profunda influência da Declaração : "A Declaração Universal de Direitos Humanos tem sido a fundação de muito da codificação de direitos humanos após 1945, e o " Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos" está repleto de tratados globais e regionais baseados, em larga medida, na DUDH1948. Hannum fundamenta sua alegação com uma lista de cinquenta (sic) instrumentos internacionais de direitos humanos que fazem referência à ela, bem como pode ser dito que foram inspiradas pela DUDH1948. Verifica-se que, muito embora não houvesse nenhum mecanismo de implementação, a adoção, em 1948, da Declaração foi exitosa em razão de ela transcender todas as contingências locais e regionais e de ela afirmar princípios e direitos morais mais ou menos abstratos. A falta de medidas de implementação fez da DUDH1948 uma espécie de parteira para a nascimento de todos os outros instrumentos internacionais concretos e mais detalhados, como os Pactos de 1966.
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Rev. bras. polít. int.  vol.41 número2

Rev. bras. polít. int. vol.41 número2

O histórico legislativo dos instrumentos internacionais de proteção e as posições do Brasil, segundo o eminente internacionalista, têm como ponto de partida, no plano global, a adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos em dezembro de 1948, precedida em alguns meses pela Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem efetivada em abril de 1948. Já no plano regional, é significativo que tenha sido a Delegação do Brasil quem propôs, na IX Conferência Internacional Americana (Bogotá, 1948), a criação de uma Corte Interamericana de Direitos Humanos.
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Derechos humanos, indígenas y

Derechos humanos, indígenas y

8 ONU. Instrumentos internacionais de direitos humanos. Disponible em: http://www.unhchr. Declaração sobre os direitos das pessoas pertencentes a minorias nacionais étnicas, relig[r]

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP

moderna organização produtiva e do trabalho implantada pelo sistema toyotista que estabeleceu um novo paradigma para o mercado de trabalho. O terceiro capítulo traz a lume a dignidade humana como princípio-fundamento de todo ordenamento jurídico e os direitos e garantias fundamentais do trabalhador como mola propulsora da relação de trabalho que tem como ponto central a pessoa humana do trabalhador e a garantia do mínimo de vida digna, a começar pelo trabalho decente (com salário justo, preservação da personalidade e meio ambiente do trabalho sadio e equilibrado). No quarto capítulo serão abordados os direitos da personalidade do trabalhador na relação do trabalho, estabelecendo a abrangência da relação de trabalho à luz da EC n. 45/2004 e destacando a importância do dever jurídico-legal de observância dos direitos da personalidade na relação de trabalho, segundo a disciplina do novo Código Civil e da CF/88. No quinto capítulo, partindo do conceito geral de violência, abordaremos as espécies mais comuns de violências nas relações de trabalho, invocando os instrumentos internacionais de proteção, bem como estabelecendo o enquadramento no ordenamento jurídico-legal interno. O sexto capítulo versa sobre o enquadramento da violência como ato ilícito, a responsabilidade civil, trabalhista e penal do empregador e de seus prepostos (agentes causadores do ato de violência), o dano moral individual e coletivo, bem como os instrumentos processuais de proteção individual e coletiva. Por fim, o sétimo capítulo visa estabelecer uma proposta com base no sistema preventivo como forma de se evitar e combater a violência na relação de trabalho, com a participação conjunta do Estado, empregadores, trabalhadores, sindicatos e de toda a sociedade.
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Refugiados ambientais: da necessidade de proteção jurídica internacional

Refugiados ambientais: da necessidade de proteção jurídica internacional

Muito embora se possa, como se defendeu nesse trabalho, buscar for- mas alternativas de proteção aos refugiados ambientais embasadas em outros instrumentos jurídicos já existentes, a circunstância de não estarem claramente tutelados pelo direito internacional dos refugiados tem se mostrado um desa- fio constante para sua efetiva proteção, ainda mais se considerarmos que as barreiras migratórias se encontram cada vez mais rígidas no século XXI. De toda sorte, “negar-lhes um mínimo de direitos, seja sob a ótica do direito inter- nacional ou do direito interno estatal, é negar-lhes a busca pela própria sobre- vivência e os direitos mais básicos inscritos nos instrumentos internacionais de direitos humanos” 28 .
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A PROTEÇÃO INTEGRAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NEGROS  NO BRASIL: UMA ABORDAGEM A PARTIR DOS INSTRUMENTOS NORMATIVOS INTERNACIONAIS DE PROTEÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS

A PROTEÇÃO INTEGRAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NEGROS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM A PARTIR DOS INSTRUMENTOS NORMATIVOS INTERNACIONAIS DE PROTEÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS

Nesse sentido, nada seria mais eficaz no plano da concretização de direitos, do que ter em mãos ambos instrumentos internacionais 11 e poder utilizar os dispositivos que melhor venham a atender os direitos de crianças e adolescentes negros, livres de toda a forma de racismo, preconceito e discriminação racial. Esses dois instrumentos normativos internacionais devem guiar as ações do Estado brasileiro que se compromete, seja em âmbito internacional, ou em ordem interna, a dar proteção aos direitos fundamentais de todas as crianças e adolescentes, incluindo àquelas pertencentes a uma categoria étnico-racial específica.
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Nilda da Silva Pereira

Nilda da Silva Pereira

A educação sobre direitos humanos deve incluir a paz, a democracia, o desenvolvimento e a justiça social, tal como previsto nos instrumentos internacionais e regionais de direitos humano[r]

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Fortalecendo o policiamento democrático e a responsabilização na Commonwealth do Pacífico.

Fortalecendo o policiamento democrático e a responsabilização na Commonwealth do Pacífico.

atribuições amplas e flexíveis, equipando a Comissão com poderes extensos e atendendo à sua necessidade de contar com verbas adequadas. Dentro dessa moldura legal, a Comissão de Direitos Humanos de Fiji tem a atribuição de proteger e promover os direitos humanos de todas as pessoas nas Ilhas Fiji, seguindo os Princípios de Paris. Como mencionado antes, o âmbito total de direitos humanos a serem usufruídos por cada pessoa de Fiji está definido na Carta de Direitos constitucional. A Carta de Direitos é progressista, e cobre um amplo espectro de direitos civis e políticos, além de econômicos, sociais e culturais. Estipula ainda que quaisquer outros direitos e liberdades consistentes conferidos pela lei ordinária e consuetudinária – mesmo que não constem expressamente na Carta de Direitos – também devem ser protegidos. Assim, a Comissão está obrigada a proteger e promover um amplo leque de direitos humanos. O Regulamento de 1999 atribui poderes reativos e proativos à Comissão – o que, de novo, é um precedente legal muito positivo para o estabelecimento de um controle vigilante. A Seção 7 do Regulamento requer que a Comissão promova os direitos humanos de várias maneiras importantes, a saber: realizando declarações públicas sobre as obrigações de direitos humanos do Estado; educando detentores de cargos públicos sobre suas responsabilidades para com direitos humanos, a fim de promover melhor concordância com padrões internacionais; estimulando a ratificação de instrumentos internacionais de direitos humanos; aconselhando o Governo em suas obrigações de se reportar; fazendo recomendações sobre as implicações de qualquer legislação ou política sobre direitos humanos; emitindo linhas de orientação para evitar atos ou práticas que possam ser incompatíveis com esses direitos humanos. No que se refere especificamente à supervisão da polícia e de outros organismos governamentais, a Comissão tem os seguintes poderes proativos:
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LEGITIMIDADE DO CONTROLE DISCURSO DO ÓDIO NAS REDES SOCIAIS NO BRASIL

LEGITIMIDADE DO CONTROLE DISCURSO DO ÓDIO NAS REDES SOCIAIS NO BRASIL

O estudo da doutrina nacional e estrangeira sobre o discurso do ódio, da fundamentação filosófica da liberdade de expressão, dos instrumentos internacionais de direitos humanos e do tratamento do tema nos órgãos internacionais traz o suporte jurídico e teórico necessário para reforçar a necessidade de regulamentação do discurso do ódio nas redes sociais pelo ordenamento jurídico brasileiro, em prol da democracia, dos direitos humanos das vítimas e da segurança jurídica.

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UNIVERSALIDADE DOS DIREITOS HUMANOS E DIVERSIDADE CULTURAL: O DIÁLOGO INTERCULTURAL COMO MEIO DE PRESERVAÇÃO DA IDENTIDADE E AUTONOMIA DOS POVOS INDÍGENAS

UNIVERSALIDADE DOS DIREITOS HUMANOS E DIVERSIDADE CULTURAL: O DIÁLOGO INTERCULTURAL COMO MEIO DE PRESERVAÇÃO DA IDENTIDADE E AUTONOMIA DOS POVOS INDÍGENAS

Nesse sentido, segundo os defensores dessa doutrina, apesar de a Declaração de Direitos Humanos de 1948 e os instrumentos internacionais posteriores declararem os direitos humanos como universais, tais ins- trumentos, na realidade, apenas se referem a tentativas de descrever como universais uma particular concep- ção de direitos humanos, baseada no liberalismo político, no individualismo e na maior importância concedi- da aos direitos civis e políticos em detrimento dos direitos econômicos, sociais e culturais (GOMEZ ISA, 2014). A presença de apenas pressupostos ocidentais na criação e construção da concepção contemporânea de direitos humanos é muito bem esclarecida por Boaventura de Sousa Santos (2003), o qual salienta que o conjunto de valores defendidos a partir da Declaração de 1948 é muito facilmente distinguível de outras con- cepções de dignidade humana defendidas por outras culturas. Como pontua o autor, isso é verificável, sobre- tudo, diante do fato de tais valores deterem conotação essencialmente individual, em detrimento do coletivo, de serem concebidos como superiores aos valores defendidos em outras realidades e de a Declaração de 1948 ter sido elaborada sem a participação da maioria dos povos do mundo, deixando, como frisa Gomez Isa (2014), de considerar as realidades locais e os diferentes meios de proteção da dignidade da pessoa humana nessas localidades.
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OS DIREITOS DE CONSULTA E PARTICIPAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS E A PRÁTICA DA CORTE INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS

OS DIREITOS DE CONSULTA E PARTICIPAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS E A PRÁTICA DA CORTE INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS

Muito embora nem a Declaração Americana sobre os Direitos e Deveres do Homem ou a Convenção Americana sobre Direitos Humanos façam menção direta aos direitos dos povos indígenas, os dois instrumentos versam sobre direitos humanos, servindo, assim, ainda que indiretamente à proteção dos povos indígenas. De sorte que a Corte Interamericana de Direitos Humanos, antes mesmo da Declaração Americana Sobre os Direitos dos Povos Indígenas, datada, como visto, do ano de 2016, usou uma interpretação evolutiva dos instrumentos internacionais de direitos humanos para determinar que o direito à propriedade inclui a propriedade comunal das comunidades indígenas. Foi no caso de Mayagna (Sumo) Awas Tingni Comunidade versus o Estado da Nicarágua, primeiro precedente acerca dos direitos dos povos indígenas, decorrendo, a partir daí, a proteção a outros tantos direitos, dentre eles os de consulta e participação.
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Rev Bras Med Esporte  vol.23 número2

Rev Bras Med Esporte vol.23 número2

Introducción: Existen varios instrumentos que miden la actividad física en Brasil. Uno de ellos es el Three Day Physical Activity Recall. Sin embargo, hasta el momento, ninguna herramienta se sometió a una adaptación transcultural. Objetivo: Describir los procedimientos y criterios para la selección de Three Day Physical Activity Recall relativos a la equivalencia conceptual, semántica y de ítems, lo que resultó en la versión brasileña para adolescentes de 10 a 12 años. Métodos: Se han compilado artículos que contienen el instrumento de autoinforme que tenían como variable de interés el nivel de actividad y los costos energéticos. Las búsquedas se realizaron en las bases de datos BIREME, LILACS, MEDLINE, PubMed, SciELO, Web of Science y SPORTDiscus. Luego vinieron las etapas de adaptación transcultural: diez doctores y 30 miembros de la población objetivo participaron de la evaluación y la adecuación del constructo a la cultura brasileña (equivalencia conceptual y de ítems) y la versión en portugués del instrumento ha seguido todas las recomendaciones para equivalencia semántica. Resultados: Se presentan las evaluaciones de los doctores sobre la versión en portugués del instrumento, que implica cuestiones sobre la regionalidad de las actividades, dificultad cognitiva para el autoinforme, las instrucciones, la capacidad de medición de la actividad física y sus dominios. Se
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Inequality in Europe

Inequality in Europe

An even more dramatic picture of absolute inequality emerges if one compares the average per capita income of the richest and poorest national quintiles in Europe. As is evident in Ta[r]

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O processo de democratização e a política externa mexicana de direitos humanos: uma...

O processo de democratização e a política externa mexicana de direitos humanos: uma...

A situação de pobreza, discriminação e desrespeito aos direitos humanos sofrida pelos povos indígenas foi desnudada pelo movimento zapatista, e associada por muitos com o fracasso da política neoliberal salinista e de seus programas sociais, especialmente o PRONASOL. As violações aos direitos humanos cometidas pelo Exército mexicano geraram também grande atenção internacional, o que provocou um influxo de ONGs estrangeiras para o México e não permitiu ao governo a opção do uso da força contra o levante devido ao temor de que a reação internacional poderia afugentar investidores estrangeiros e criar uma crise na implantação do NAFTA (Kaufman Purcell, 1997, p. 149). Graças à presença de ONGs nacionais e internacionais que compunham a rede transnacional, as mensagens e demandas dos indígenas tiveram seu alcance aumentado, mas, além disso, o custo política da repressão em larga escala se tornou proibitivo. A rede transnacional protegia, assim, os zapatistas da tradicional cultura repressiva do governo mexicano frente a grupos dissidentes, sobretudo guerrilheiros (Treviño Rangel, 2004, p. 524). A pressão nacional e internacional obrigou o governo Salinas a decretar o cessar-fogo unilateral depois de 12 dias de conflito, e a convocar o EZLN a conversações e negociações de paz. Manuel Camacho, ex-Secretário de Relações Exteriores, foi na ocasião designado pela presidência Comissário para a Paz e a Reconciliação em Chiapas para assumir este processo de negociações com o EZLN.
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Relatório Anual 2017_Igualdade entre mulheres e homens na UE

Relatório Anual 2017_Igualdade entre mulheres e homens na UE

This Annual Report also contributes to the monitoring and in-depth review of the Sustainable Development Goal on gender equality (SDG 5, see box) of the UN 2030 Agenda and of some oth[r]

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